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FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Prof. Diego Buffolo Portinho Professor do Curso de Pedagogia

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA

EDUCAÇÃO

Prof. Diego Buffolo Portinho Professor do Curso de Pedagogia

Organização Histórica da Educação Brasileira  1549 a 1759 (210 anos) responsabilidade dos jesuítas: 

Organização Histórica da Educação

Brasileira

1549

a

1759

(210

anos)

responsabilidade dos jesuítas:

educação

sob

a

Aulas de ler, escrever e calcular (três cursos)

Secundário (Letras Humanas Gramática latina, Humanidades e Retórica)

Filosofia e Ciências Estudos de Lógica, Metafísica, Moral,

Matemática e Ciências Físicas e Naturais; Superior Teologia e Ciências Sagradas (formação do padre)

1759 Reformas Pombalinas desmantelamento do sistema colonial de ensino, motivado por questões de ordem

política e econômica, uma vez que a Companhia de Jesus

adquiriu estabilidade financeira.

Organização Histórica da Educação Brasileira “As reformas educacionais de Pombal visavam a três objetivos

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Brasileira

“As reformas educacionais de Pombal visavam a três objetivos principais: trazer a educação para o controle do

Estado, secularizar a educação e padronizar o currículo. Já

em 1758 foi introduzido o sistema diretivo para substituir a administração secular dos jesuítas. Os diretores deveriam

ocupar os lugares dos missionários e duas escolas

públicas deveriam ser estabelecidas em cada aldeia indígena, uma para meninos e outra para meninas. Aos meninos se ensinaria a ler, escrever e contar, assim como

a doutrina cristã, enquanto as meninas em vez de contar, aprenderiam a cuidar da casa, costurar executar outras tarefas. Os diretores, diferentemente dos missionários,

deveriam impor às crianças indígenas o uso do português

e proibir o uso da própria língua”.

Organização Histórica da Educação Brasileira  1772  Instituição das Aulas Régias – avulsas, isoladas,

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Brasileira

1772 Instituição das Aulas Régias avulsas, isoladas, com professores mal preparados e mal pagos, não possuíam currículo

nem duração prefixada; criação do subsídio literário” novo

imposto colonial para custear o ensino.

1808 Criação dos primeiros cursos superiores

Academia Real da Marinha (1808) Academia Real Militar (1810)

Cursos de Cirurgia, anatomia e Medicina (1808-1809)

Cursos para formação de técnicos em áreas como a economia, a agricultura e a indústria (1808-1809).

Organização Histórica da Educação Brasileira  1824  Constituição Imperial – estabelecia que a

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Brasileira

1824 Constituição Imperial estabelecia que a “instrução primária é

gratuita a todos os cidadãos”.

1827 Decreto de 15/10/1827 cria as Escolas de Primeiras Letras,

primeira proposta de criação do ensino primário no Império para meninos e

meninas, mas não dispõe sobre as condições materiais para sua implantação.

1834 Ato adicional à Constituição de 1824 descentralizou as

competências em relação à educação, criando dois sistemas paralelos de

ensino.

Às províncias conferiu o direito de legislar sobre a instrução pública e

promover o ensino primário e o secundário (criação dos Liceus Provinciais).

Ao poder central cabia o ensino superior em geral, o ensino primário e o secundário no Município da Capital.

Organização Histórica da Educação Brasileira  1835  Criação da Primeira Escola Normal oficial do

Organização Histórica da Educação

Brasileira

1835 Criação da Primeira Escola Normal oficial do Império (Niterói-RJ)

1838 Criação do Colégio Pedro II estabelecimento de ensino secundário, organizado sob a forma de seriação, fornecia o grau de Bacharel em Letras aos seus concluintes; deveria servir de

modelo para os demais estabelecimentos de ensino e chamava para

si a primeira tentativa de organização do ensino secundário no país.

Organização Histórica da Educação Brasileira FUNCIONAMENTO DO ENSINO NO IMPÉRIO  Primário – maior parte

Organização Histórica da Educação

Brasileira

FUNCIONAMENTO DO ENSINO NO IMPÉRIO

Primário maior parte dos professores eram leigos, não havia escolas normais para formação de docentes;

Secundário cursos avulsos, freqüência livre, sem organização das séries e das matérias, com ênfase nas Humanidades;

Superior poucas escolas isoladas, destinadas à formação de profissionais liberais, destacando-se os cursos de Direito

Organização Histórica da Educação Brasileira  1891  Primeira Constituição Republicana – reafirmava a

Organização Histórica da Educação

Brasileira

1891Primeira Constituição Republicana reafirmava a descentralização escolar definida pelo ato Adicional de 1834.

Permaneceu como responsabilidade dos Estados manter e legislar sobre a instrução pública elementar.

Década de 20 Com o Decreto nº 14.343, de 07 de setembro de 1920, surge oficialmente a Universidade do Rio de Janeiro (URJ),

e em 1932 é criada a Universidade de São Paulo e multiplicam-se os

debates sobre a educação nacional; realizam-se reformas educacionais nos Estados (São Paulo, Ceará, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal); 1924 Fundação da Associação Brasileira de Educação

de

Educação

1922

1937

Realização

das

Conferências

nove

Organização Histórica da Educação Brasileira  Década de 30  Reforma Francisco Campos  Primeira

Organização Histórica da Educação

Brasileira

Década de 30 Reforma Francisco Campos

Primeira reforma educacional de caráter nacional, realizada no início da Era

Vargas (1930-1945), sob o comando do Ministro da Educação e Saúde Francisco Campos.

Marcada pela articulação junto aos ideários do governo autoritário de Getúlio Vargas e seu projeto político ideológico, implantado sob a ditadura conhecida como “Estado Novo”.

Criação do Conselho Nacional de Educação e organização do ensino

secundário e comercial.

Divisão do curso secundário em dois ciclos de cinco e dois anos, respectivamente, o primeiro fundamental, e o segundo complementar, orientado para as diferentes opções de carreira universitária.

Criação de um sistema nacional de inspeção do ensino secundário, a ser feito por uma rede de inspetores regionais.

Organização Histórica da Educação Brasileira  Década de 40  Reforma Capanema (Gustavo Capanema) 

Organização Histórica da Educação

Brasileira

Década de 40 Reforma Capanema (Gustavo Capanema) 1942 Marcada pela articulação junto aos ideários nacionalistas de Getúlio Vargas e seu projeto político ideológico, implantado sob a ditadura conhecida como “Estado Novo”.

A educação deveria servir ao desenvolvimento de habilidades e mentalidades de acordo com os diversos papéis atribuídos às diversas classes ou categorias sociais.

Educação Primária, Educação Secundária, Educação Profissional, Educação

Feminina e Educação Superior.

Instituição da Educação Moral e Cívica no currículo.

Criação do SENAI, INEP e Serviço Nacional de Radiofusão Educativa.

Organização Histórica da Educação Brasileira  LEI NACIONAL (4024/61 DE 20/12/1961) DE DIRETRIZES E BASES

Organização Histórica da Educação

Brasileira

LEI

NACIONAL (4024/61 DE 20/12/1961)

DE

DIRETRIZES

E

BASES

DA

EDUCAÇÃO

Após 13 anos de tramitação e de muitos embates a lei é aprovada, estando já ultrapassada. A estrutura do ensino não se altera.

ESTRUTURA

A educação pré-primária: para menores de 7 anos, ministrada em escolas maternais ou jardins de infância;

Ensino primário: mínimo de 4 séries anuais; a duração poderia ser ampliada até 6 anos pelos sistemas de ensino;

Organização Histórica da Educação Brasileira  Ensino médio  dois ciclos : ginasial de 4

Organização Histórica da Educação

Brasileira

Ensino médio

dois ciclos: ginasial de 4 anos e colegial de 3 anos

Modalidades: o ensino médio, tanto no ginasial quanto no colegial, abrangia o curso secundário, o curso técnico (industrial, agrícola,

comercial e outros) e o curso de formação de professores para o

primário e o pré-primário.

Ensino Superior ministrado em estabelecimentos, agrupados ou

não em universidades; Universidade: ensino, pesquisa e extensão.

Graduação após conclusão do ensino médio;

Pós-graduação após conclusão da graduação;

Organização Histórica da Educação Brasileira Conteúdos curriculares (mais flexíveis) dividido em três partes: 

Organização Histórica da Educação

Brasileira

Conteúdos curriculares (mais flexíveis) dividido em três partes:

Uma nacional disciplinas obrigatórias indicadas pelo CFE: português,

história, geografia, matemática, ciências e educação física;

Uma regional disciplinas obrigatórias indicadas pelo CEE;

Uma dos estabelecimentos disciplinas escolhidas pelas escolas a

partir de uma lista elaborada pelos CEE;

Desvantagens da LDB 4024/61

Atende também às escolas privadas para as quais “a União dispensará cooperação financeira para compra, construção ou reforma de prédios escolares e respectivas instalações e equipamentos .

O ensino técnico continua sem nenhuma atenção especial no momento

em que a demanda por mão-de-obra qualificada excedia, em muito, o número de trabalhadores diplomados.

Organização Histórica da Educação Brasileira Lei 5540 - Reforma do Ensino Superior (28/11/1968)  Ditadura

Organização Histórica da Educação

Brasileira

Lei 5540 - Reforma do Ensino Superior (28/11/1968)

Lei 5540 - Reforma do Ensino Superior (28/11/1968)  Ditadura Militar – Acordos MEC/USAID + Relatório

Ditadura Militar Acordos MEC/USAID + Relatório ACTON = Departamentalização do Ensino Superior.

Institui o ciclo básico, comum a estudantes de diversos cursos

Introduziu o sistema de créditos

Criou cursos de curta duração

Organizou a universidade em unidades isoladas

Ampliou vagas em escolas superiores isoladas

Dotou a universidade de modelo empresarial

Organização Histórica da Educação Brasileira LDB 5692/71 Reformas do Ensino de 1 O e 2

Organização Histórica da Educação

Brasileira

LDB 5692/71 Reformas do Ensino de 1 O e 2 O graus

(11/08/1971)

Ampliou a obrigatoriedade escolar para 8 anos ( faixa etária dos 7 aos 14 anos) e o 1 O grau destina-se a formação geral do educando.

Eliminou o exame de admissão ao ginásio.

O 2 O grau passa a ter 3 anos (auxiliar técnico) ou 4 anos (técnico) de duração e visa a habilitação profissional (extinta com a lei

7044/82)

Os currículos passam a constar de núcleo comum obrigatório com

10 conteúdos e de uma parte diversificada para atender as

peculiaridades locais.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 – CONSTITUIÇÃO CIDADÃ A EDUCAÇÃO É UM DIREITO SOCIAL ESTADO FAMÍLIA ESTRUTURA

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 CONSTITUIÇÃO CIDADÃ

A EDUCAÇÃO É UM DIREITO SOCIAL

ESTADO FAMÍLIA ESTRUTURA MATRÍCULA FINANCIAMENTO ACOMPANHAMENTO PARTICIPAÇÃO VINCULAÇÃO DE RECURSOS
ESTADO
FAMÍLIA
ESTRUTURA
MATRÍCULA
FINANCIAMENTO
ACOMPANHAMENTO
PARTICIPAÇÃO
VINCULAÇÃO
DE RECURSOS
ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL EDUCAÇÃO BÁSICA DEVER DO ESTADO ENSINO FUNDAMENTAL MUNICIPAL E ESTADUAL

ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

EDUCAÇÃO BÁSICA DEVER DO ESTADO
EDUCAÇÃO
BÁSICA
DEVER DO ESTADO

ENSINO

FUNDAMENTAL

MUNICIPAL E ESTADUAL

EDUCAÇÃO

INFANTIL

MUNICIPAL

ENSINO

MÉDIO

ESTADUAL

Constituição Federal (1988) Perfil descentralizador Desencadeia aspectos de descentralização, autonomia e
Constituição Federal (1988)
Constituição Federal (1988)
Constituição Federal (1988) Perfil descentralizador Desencadeia aspectos de descentralização, autonomia e
Perfil descentralizador
Perfil descentralizador
Constituição Federal (1988) Perfil descentralizador Desencadeia aspectos de descentralização, autonomia e

Desencadeia aspectos de descentralização, autonomia e municipalização.

Princípios da organização conforme a LDB 9394/96 - órgãos administrativos :  Sistema Federal :

Princípios da organização conforme a LDB

9394/96 - órgãos administrativos:

Sistema Federal: Conselho Nacional de Educação (CNE), Ministério da Educação (MEC).

Sistemas Estaduais: Conselho Estadual de Educação (CEE),

Secretaria Estadual de Educação (SEDU)/Superintendência Regional de Educação (SRE) ou Delegacia Regional de Educação

(DRE).

Sistemas Municipais: Conselho Municipal de Educação (CME), Secretaria Municipal de Educação (SEME).

Níveis de Ensino  Educação Básica:  Educação Infantil,  Ensino Fundamental,  Ensino Médio

Níveis de Ensino

Educação Básica:

Educação Infantil,

Ensino Fundamental,

Ensino Médio

Ensino Superior

Educação Infantil  Novidade da Constituição de 1988: Dever do Estado.  Finalidade: desenvolvimento integral

Educação Infantil

Novidade da Constituição de 1988: Dever do Estado.

Finalidade: desenvolvimento integral da criança de até cinco anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social (Art. 29).

Incumbência dos municípios (Art. 11).

Creches para crianças de zero a três anos.

Ensino Fundamental  Etapa obrigatória da Educação Básica  Dever do Estado e direito público

Ensino Fundamental

Etapa obrigatória da Educação Básica

Dever do Estado e direito público subjetivo

Não oferecimento: responsabilidade da autoridade competente (Art. 5º)

Objetivo: formação básica do cidadão (art. 32 da LDB)

Pode ser desdobrado em ciclos, séries anuais, períodos semestrais, grupos não seriados, por idade, por competência ou por outra forma que o processo de aprendizagem requerer (Art. 23 e 24)

Currículos

parte

do

ensino

fundamental:

parte

comum

e

diversificada

Ensino Fundamental  Art. 32 afirma que "o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9

Ensino Fundamental

Art. 32 afirma que "o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia,

das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e

de tolerância recíproca em que se assenta a vida social." (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006).

Ensino Fundamental  Classificação etapa independente de escolaridade anterior (Art. 24) qualquer série em ou

Ensino Fundamental

Classificação

etapa

independente de escolaridade anterior (Art. 24)

qualquer

série

em

ou

pode-se

dar

Jornada escolar: quatro horas de efetivo trabalho escolar aumento progressivo (Art. 34) (PNE - Lei 10.172/2001)

Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental Resolução CNE/CEB n. 2/98 e Diretrizes Curriculares

Nacionais para o Ensino Fundamental de 09 anos Resolução

CNE/CEB n. 07/11

Princípio norteadores: autonomia; responsabilidade, solidariedade; respeito ao bem comum, aos direitos e deveres;

criticidade; princípios estéticos, sensibilidade; criatividade e

diversidade e manifestações artísticas e culturais

Ensino Médio  Última etapa da educação básica  Propedêutico: possibilita prosseguimento de estudos 

Ensino Médio

Última etapa da educação básica

Propedêutico: possibilita prosseguimento de estudos

Preparação para o trabalho

Concepção humanística: preparo para o exercício da cidadania

Relação teoria e prática (Art. 35)

Ensino Médio  Resolução CNE/CEB 3/1998 – diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e

Ensino Médio

Resolução CNE/CEB 3/1998 diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e Resolução CNE/CEB nº

2/2012 (nova resolução)

Base comum por áreas de conhecimento: linguagens,

códigos e tecnologias; ciências da natureza, Matemática e

suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias

Eixos básicos: trabalho, cultura, ciência e tecnologia

Princípios

pedagógicos:

identidade,

diversidade

e

autonomia, interdisciplinaridade, contextualização

Modalidades de Ensino  Educação de Jovens e Adultos (ensino fundamental ou médio) constitucionalmente: direito

Modalidades de Ensino

Educação de Jovens e Adultos (ensino fundamental ou médio) constitucionalmente: direito público subjetivo.

Educação Profissional Decreto 2.208 de 1997- nível básico:

independente da escolarização prévia; nível técnico após ou concomitante ao ensino médio; nível superior tecnológico, para egressos do ensino médio

Educação Especial Dever do Estado (Art. 205 e 208 - CF/88 e Art. 58 LDB 9394/96) - Declaração de Salamanca/1994: Inclusão Processo polêmico

Contexto Educacional – Anos 90  Políticas do Banco Mundial  Conferência de Jomtein –

Contexto Educacional Anos 90

Políticas do Banco Mundial

Conferência de Jomtein – “Conferência Mundial de Educação para Todos” - Tailândia (1990)

LDB 9394/1996

FUNDEF priorização do Ensino Fundamental

Novas formas de gestão / Gestão democrática Autonomia gerencial das escolas

Índices de produtividade (Avaliações Externas)

Criação de Conselhos e Órgãos Colegiados

Contexto Educacional – Anos 2000  PNE (Lei 10.172 de 09/01/2001)  FUNDEB (Emenda Constitucional

Contexto Educacional Anos 2000

PNE (Lei 10.172 de 09/01/2001)

FUNDEB (Emenda Constitucional 53 de 19/12/2006/ Lei 11.494 de

20/06/2007 )

Políticas Públicas do Governo Lula (PDE, Ampliação do Ensino

Profissional, Plano de Metas, PAR, REUNI / PROUNI, SAEB / ENEM /

ENADE / Prova Brasil / IDEB / Mais Educação / Piso Salarial, etc.

Lei nº 11.738/2008

(“lei do piso” e 1/3 da

planejamento docente).

carga

horária para

Emenda Constitucional 59 de 11/11/2009 (Educação Básica obrigatória dos 04 aos 17 anos, devendo ser implantada pelos sistemas de ensino até 2016).

Projeto de Lei do Senado nº 388/2007, aprovado em 03/05/2011:

Ampliação da carga horária mínima anual para 960 horas a partir de

2013, sem aumento do número de dias letivos).

“( definir os fins da educação é definir, ao mesmo ) tempo, a sociedade, a

“( definir os fins da educação é definir, ao mesmo

)

tempo, a sociedade, a cultura e o homem que se quer promover. Educar é realmente, cultivar a criança para fazer

Toda imagem do homem é uma imagem

social. Fixar fins para a educação é escolher um tipo de homem social, portanto, de sociedade. Essa escolha não é

abstrata e atemporal. Há tantas escolhas possíveis quanto

classes e grupos em conflitos, pois a determinação dos fins

pedagógicos exprime esses conflitos.(BERNARD in

ARANHA, 1989)

dela um homem (

)