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Desenvolvimento Econômico Sustentável Baseado em Inovação Tecnológica

Fernanda Hellen Mansano* Ana Maria Marvulle Goffredo** Leonardo da Costa Urt*** Marcelo Farid Pereira****

Resumo: O desenvolvimento de uma sociedade esta cada vez mais relacionado à capacidade desta de gerar inovação nos seus mais diversos segmentos, principalmente na área empresarial, onde a competição está cada vez mais acirrada. Assim, se torna fundamental a criação de um sistema de inovação que vai desde a pesquisa de base até o uso dos desenvolvimentos pelas empresas e toda sociedade, realizando o processo de inovação de forma sistêmica. As universidades brasileiras possuem um grande acervo de pesquisas que podem ser transferidas para o setor produtivo, porém essas ainda carecem de mecanismos que intermedeiem a transferência para a sociedade. As incubadoras de empresas de base tecnológica são ambientes que estimulam e facilitam esse processo e como consequência a inovação, uma vez que estão próximos às universidades e centros de pesquisas e ainda conseguem fazer a interlocução entre as empresas e o meio acadêmico. Resultando, assim, em produtos, serviços e processos novos ou melhorados. Dessa forma, desenvolveu-se um trabalho com o principal objetivo de avaliar se há interação entre as empresas residentes na incubadora tecnológica de Maringá, a sociedade e o meio acadêmico, e se essa parceria gera externalidades positivas, como transferência tecnológica e inovação. A metodologia compreende uma revisão bibliográfica sobre o assunto e a aplicação de um questionário às empresas vinculadas a Incubadora Tecnológica de Maringá. Os resultados apontam no sentido da facilitação do processo de inovação e interação com o meio acadêmico. Ainda foi observado que existe uma melhoria da competitividade das empresas locais pelo uso das novas tecnologias.

Palavras-chaves: Inovação, Incubadoras, Transferência de tecnologia, Interação empresa-universidade.

* Fernanda H. Mansano, Graduated in Economics, State University of Maringa, Brazil. Tel: +5544 3011-4905, E-mail: fernanda_helen@hotmail.com

** Leonardo da C. Urt, Undergraduating in Economics, State University of Maringa, Brazil. Tel: +5544 3011-4905, E-mail: leourt@gmail.com

*** Marcelo Farid Pereira, Professor of the Department of Economics, State University of Maringa, Brazil. Tel: +5544 3011-4905, E-mail: mfpereira@uem.br

1.

Introdução

A inovação tecnológica é a ferramenta para o desenvolvimento econômico sustentável e esta cada vez mais inteirada com ganhos de eficiência e competitividade. Joseph A. Schumpeter (1883-1950) foi o precursor na análise do desenvolvimento do avanço técnico e de seus efeitos na economia, colaborando significativamente para a melhor compreensão do desenvolvimento econômico e de seu progresso ao longo do tempo.

A inovação não surge de forma espontânea, é preciso que haja investimento em pesquisa e desenvolvimento para que ela ocorra. Hoje, nos estudos neo-shumpeterianos a inovação é fruto da interação entre universidades, governo e empresas privadas, conhecido como hélice tripla.

O tema do artigo refere-se a alguns dos diferentes aspectos que constituem o desenvolvimento econômico com base na inovação tecnológica, como a transferência de tecnologia, o processo de inovação, os indicadores de inovação, a interação entre universidade, governo e o meio produtivo e os mecanismos utilizados pelas universidades como as incubadoras tecnológicas. Esse tema foi escolhido porque ainda se observa um gargalo entre o meio acadêmico e o meio produtivo, e assim objetiva-se mostrar a importância de mecanismos como a Incubadora Tecnológica no processo de transferência de tecnologia.

O que se pretende tratar no presente artigo é uma revisão teórico-conceitual que consecutivamente discutem sobre: O desenvolvimento econômico gerado pela inovação, a inovação e a transferência de tecnologia e a hélice tripla e incubadoras. O objetivo é avaliar se há interação entre as empresas residentes na incubadora tecnológica de Maringá, o meio acadêmico e a sociedade, e se esta ocorrendo transferência de tecnologia e produtos inovadores.

Nesse sentido, o artigo foi distribuído em oito capítulos entre a introdução e referencias, três capítulos de revisão da literatura, um capitulo que relata a metodologia de pesquisa utilizada, um capitulo dedicado a apresentação dos resultados e por fim um capitulo para as principais conclusões.

  • 2. Desenvolvimento Econômico Gerado pela Inovação Tecnológica

Nos países desenvolvidos, o uso das inovações é usado como um instrumento para o aumento da competitividade, e já é realidade em quase todos os setores, principalmente na agricultura e nas industrias de bens de consumo. O valor dos produtos e serviços depende cada vez mais da capacidade de transformar informação em conhecimento utilizando um percentual cada vez maior de inovação tecnológica.

As tecnologias são importantes pois agregam valor e trazem benefícios a toda sociedade. Segundo Pierry (2011), a riqueza de uma sociedade esta relacionada a capacidade da mesma em gerar formação e capacitação das pessoas. Dessa forma, torna-se importante ressaltar o desenvolvimento tecnológico do qual a trajetória se inicia desde a pesquisa de base até chegar ao meio produtivo.

A inovação tecnológica é responsável por romper e melhorar as técnicas de produção, podendo gerar maior competitividade, aperfeiçoando máquinas e equipamentos, elevando a produtividade da mão de obra e o crescimento do produto e o emprego. De acordo com Castro (2006) o conhecimento passou a ter um papel central no desenvolvimento econômico, tornando-se o fator principal no processo de inovação e aumento da competitividade.

As instituições de ensino são primordiais no desenvolvimento de novas tecnologias, pois atuam como um mecanismo facilitador de transferência tecnológica, que, por sua vez, se afirma como um elemento crucial para o desenvolvimento econômico e para o progresso, tanto para países mais ou menos desenvolvidos. (SAMLI, 1985 apud MARQUES, 1999, p. 7).

Muitos acadêmicos e academias já se dedicam a ação decididamente empreendedora, construindo empresas inovadoras com ideias e invenções próprias de seus laboratórios ou na forma de incubadoras, convidando empresas para dentro das universidades. Isso gera um ciclo de inovação e desenvolvimento.

Dentro do setor produtivo, a inovação é importante, pois permite ao setor acessar novos mercados, aumentar suas receitas, realizar e melhorar parcerias, adquirir novos conhecimentos e agregar ainda mais valor as suas marcas. Ascendendo o nível de análise, a inovação possibilita o aumento do nível de emprego e renda, promovendo crescimento e desenvolvimento econômico.

Portanto, a inovação tecnológica e sua transferência são fatores determinantes para o desenvolvimento econômico, pois trazem ganhos de competitividade, melhoram a produtividade e o emprego e, por conseguinte, geram riqueza para a economia.

  • 3. Inovação e Transferência de Tecnologia

O processo de inovação se concretiza pela transferência de conhecimento entre os agentes. De acordo com Shumpeter (1982 apud Fayet, 2010), o termo inovação foi adotado para promover uma interação entre o setor produtivo e as áreas de pesquisa e conhecimento.

Segundo Ribeiro (2001), a inovação, em geral, corresponde à “introdução de conhecimento novo ou de novas combinações de conhecimentos existentes. Já a inovação tecnológica, refere-se a novos produtos e/ou processos de produção e aperfeiçoamentos ou melhoramentos de produtos e/ou processos já existentes”.

Joseph Schumpeter pondera que a inovação cria uma ruptura no sistema econômico, no interior das indústrias, revolucionando as estruturas produtivas e criando fontes de diferenciação para as empresas (KUPFER, 2002 apud SCHUMPETER,1912).

Para medir o efeito da inovação na economia é preciso avaliar quantitativamente vários assuntos relacionados. Um deles é a invenção tecnológica, mensurada pelo número de registro de patentes de invenção. Para descrever o processo de inovação foram criados diversos índices, mas devido às informações assimétricas (os índices foram feitos usando algumas proxys) foram criados índices compostos por diversos indicadores, conforme discutido em Furtado e Queiroz. A construção desses Indicadores de inovação está

subdividida entre os indicadores de insumo e os indicadores de produto. Os indicadores de insumo, segundo os autores, correspondem a custos em pesquisa e desenvolvimento. De acordo com a OCDE, essas atividades abrangem a pesquisa básica, a pesquisa aplicada e o desenvolvimento experimental. Já os indicadores de produto são de difícil mensuração, pois, tendo como referência os produtos e serviços em desenvolvimento e comercializados, o único indicador que comprova se esta havendo inovação é o depósito e o registro da patente.

A transferência tecnológica tem se tornado um fator determinante para o desenvolvimento econômico, e não tem chamado apenas a atenção de acadêmicos, mas também de agentes governamentais e empresários. Bessant e Rush (1993 apud França, 2001) definem transferência de tecnologia como um conjunto de processos e atividades no qual a tecnologia é passada de um usuário a outro, incorporada em novos processos e produtos, ou desincorporada em formas como conhecimento, habilidades e direitos legais. Assim, o processo de transferência tecnológica pode ser entendido como a passagem de propriedade intelectual, onde o resultado de pesquisas aplicadas e de desenvolvimentos experimentais realizados por uma instituição de ensino/pesquisa ou empresas e que são transferidas para o setor industrial e comercial. A troca de informações entre esses agentes é onde nascem as inovações tecnológicas e as novas ideias.

  • 4. Hélice Tripla e as Incubadoras

A interação entre universidade, governo e o setor produtivo, é um tema que pode ser baseado nos estudos de Henry Etzkowitz, um dos autores que mais tem se destacado na produção dessa temática. Segundo o autor, hélice tripla ou, como conhecida, tripla hélice, é o modelo em que cada ambiente é influenciado pelo outro.

Figura 1 The Triple Helix Model of University-Industry Government relations

subdividida entre os indicadores de insumo e os indicadores de produto. Os indicadores de insumo, segundo

Fonte: Etzkowitz and Leydesdorff (2009)

Na Figura 1 pode ser observado o modelo de interação entre as três esferas. De acordo com Marques (2007), cada instituição têm suas competências. As empresas do setor produtivo fazem parte com o conhecimento do mercado e de demanda por novas criações. As universidades, por sua vez, detêm conhecimento aguardando oportunidades de uso e desenvolvimento de novas experiências. Dentro das universidades existe experimentos que podem escapar/eximir do resultado esperado. Para isso é necessário recursos disponíveis para investimentos em pesquisas, visto que possuem risco e retorno de longo prazo. O governo faria parte desse tripé fornecendo suporte em âmbito político ou financeiro para a viabilização desses projetos.

Uns dos mecanismos para a materialização da transferência tecnológica e a interação empresa-universidade são as incubadoras, organizações que promovem a interação entre os agentes, promovendo ciência, tecnologia e inovação, facilitando o desempenho das empresas incubadas e promovendo um maior contato com redes formais e informais de informações legais, econômicas ou tecnológicas. Facilitam as transações com instituições públicas ou privadas de apoio ao empreendedorismo e a inovação, além dos empreendedores estarem envolvidos com instituições de ensino ou pesquisa, que podem prover profissionais qualificados para suas empresas. Assim, o papel das incubadoras de empresas é apoiar o desenvolvimento de novos empreendimentos e proporcionar de forma subsidiada uma infraestrutura apropriada e serviços técnico-administrativos para a concretização de seus projetos, aproveitando o conhecimento científico e profissional dos empreendedores, além da função de intermediação entre as empresas e as instituições públicas e privadas de fomento. Muitos acadêmicos e academias já se dedicam a ação empreendedora, construindo empresas inovadoras com ideias e invenções próprias de seus laboratórios ou na forma de incubadoras, convidando empresas para dentro das universidades. Isso gera um ciclo de inovação e desenvolvimento. (PEREIRA, 2010, p. 69 apud RIBEIRO, 2001).

  • 5. Metodologia

O desenvolvimento do estudo recorreu a uma pesquisa bibliográfica e descritiva. De acordo com Gil (2008),

a pesquisa bibliográfica “é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de

livros e artigos científicos”. A literatura utilizada abrange temas sobre inovação, transferência tecnológica, hélice tripla (interação entre universidade, governo e setor produtivo) e incubadora de empresas. A pesquisa

descritiva, ainda segundo o autor, “tem como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou estabelecimento de relações entre variáveis”.

Para a elaboração desta pesquisa o questionário continha seis perguntas abertas, a 19 empresas vinculadas a Incubadora. As perguntas estão relacionadas ao número de colaboradores, ao montante de investimento, ao número de produtos desenvolvidos e em desenvolvimentos, à abrangência de mercado dos produtos e ao tipo de interação com o meio acadêmico dos empreendimentos nos últimos dois anos.

  • 6. Resultados

As empresas incubadas pesquisadas são micro e pequenos empreendimentos recém-criados ou com pouco tempo de operação; ao todo, foram 19 empresas pesquisadas. Todas são empresas de base tecnológica, no entanto se distribuem em diferentes áreas de atuação, a saber: Tecnologias Agropecuárias, Energia;

Mecânica e Mecatrônica; Têxtil e Design; Novos Materiais; Tecnologia da Informação e Comunicação; Tecnologias Limpas; Biotecnologia, Alimentos, Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos e Saúde.

Ao todo, existem 77 colaboradores (sócios, funcionários, estagiários e bolsistas) envolvidos nesses empreendimentos. Cabe destacar que são empresas, em maioria, em início de funcionamento e que ainda se encontram em processo de estruturação. Dessa forma, é comum encontrar pessoas se dividindo em outras atividades.

Essas empresas já desenvolveram 49 produtos, todos lançados no mercado e com boa aceitação, e já estão desenvolvendo mais 34, como mostra a figura 2.

Figura 2 Números de Produtos Desenvolvidos e em Desenvolvimento

49 34 Produtos desenvolvidos Produtos em desenvolvimento
49
34
Produtos desenvolvidos
Produtos em
desenvolvimento

Fonte: Elaboração dos autores

O mercado para os produtos desenvolvidos pelas empresas é, em maior parte, nacional e mundial, como demonstra a figura 3. Isso se deve ao tipo desses produtos, que, por apresentar características altamente inovadoras, tornam os produtos competitivos e os inserem num mercado além do local e regional.

Figura 3 Abrangência Mercadológica dos Produtos

90% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 67% 100% Local Regional Nacional Mundial
90%
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
67%
100%
Local
Regional
Nacional
Mundial
6%
22%
61%
90% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 67% 100% Local Regional Nacional Mundial

Abrangência mercadológica dos produtos

Fonte: Elaboração dos autores

A boa aceitação desses produtos no mercado se deve as suas características inovadoras, resultante do investimento aplicado para o desenvolvimento dos produtos e da interação que as empresas realizam com o meio acadêmico.

Dentro da incubadora, as empresas recebem um espaço para desenvolverem suas atividades e contam com suporte, serviços e facilidades que provavelmente elas não encontrariam fora dela. Dessa forma, grande parte do investimento é canalizada para o desenvolvimento dos produtos, pois há uma redução de custos.

O investimento aportado para o desenvolvimento dos produtos ultrapassam os R$ 2.500.000,00. Deve-se destacar que as empresas vinculadas a Incubadora Tecnológica de Maringá têm sido contempladas pelos recursos financeiros governamentais, destinados à execução de projetos que criem novos produtos ou produtos significativamente melhorados com inovação tecnológica para micro e pequenas empresas que demonstrem impacto mercadológico.

Em relação ao tipo de interação que as empresas estabelecem com o meio acadêmico, em 37% das empresas se dá por parcerias com universidades ou centros de pesquisa e em 53% com base em algum conhecimento adquirido durante a graduação ou pós-graduação e através de parceria com pesquisadores, conforme se observa na figura 4.

Figura 4 Tipo de Interação Entre a Empresa e o Meio Acadêmico

53% 53% 37% 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0%
53%
53%
37%
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%

alguma parceria com instituições de pesquisa (Universidades, centros de pesquisas)

Está sendo desenvolvido com base em algum conhecimento adquirido durante a graduação ou pós-graduação

Possui algum desenvolvimento de produto ou serviço em parceria com pesquisadores

53% 53% 37% 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% alguma parceria

Tipo de interação com o meio acadêmico

Fonte: Elaboração dos autores

7. Conclusão

A criação das novas tecnologias dentro das universidades e instituições de pesquisa e as possíveis parcerias com o setor produtivo tornam-se importantes para o desenvolvimento e crescimento do país e contribuem para o aumento da competitividade em relação aos países desenvolvidos.

O investimento em inovação tecnológica gera novos produtos como também o melhoramento de processos e produtos já existentes. Para isso, é preciso mecanismos como as incubadoras que são facilitadoras do processo de transferência de tecnologia entre o meio acadêmico e o meio produtivo.

Dessa forma, através dos resultados obtidos, é evidenciado que as incubadoras, como as de base tecnológica são ambientes que facilitam o processo de transferência de conhecimento. Os resultados apontaram que através das empresas incubadas houve um número significativo de produtos desenvolvidos e em desenvolvimento, além de terem a característica de serem produtos novos ou melhorados, sendo a maioria de abrangência nacional e até mundial. Muitas são as externalidades positivas, a geração de empregos, consequentemente geração de renda.

Concluindo, através das empresas residentes na Incubadora Tecnológica de Maringá, o meio acadêmico e a sociedade ocorre a transferência de tecnologia e de produtos inovadores.

8. Referências

Etzkowitz, Henry; Leydesdorff, Loet (2000). The Dynamics of innovation: From national systems and

“mode 2” to a Triple Helix of University-Industry-Government. Issue of Research Policy 29(2) (2000) 109-

123.

Fayet, Eduardo Alves. Gerenciar a inovação: um desafio para as empresas. Curitiba: IEL/PR, 2010.

França, Thamara Costa Vianna. Redes De Difusão Universidade-Empresa: Um Estudo Exploratório Para A Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em:< http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/4211.pdf> Acesso em Fevereiro 2013.

Furtado, André; Queiroz, Sergio. A construção de indicadores de inovação. Disponível em <http://www.labjor.unicamp.br/ibi/arquivos/ibi_ed02.pdf>. Acesso em março 2013.

Marques, J. P. C. A dinâmica da universidade moderna: a hélice tripla de relações universidade-indústria- governo e o empreendedorismo acadêmico. Periódico: Economia global e gestão (pp. 51-70), 2007. OCDE, Organização para a cooperação e desenvolvimento econômico. Manual de Oslo.

Pereira, Marcelo Farid; Oshita, Marcela Gimenes; Salles, Nilmen. Possibilidade de inovação tecnológica com base nas pesquisas: um estudo de caso realizado na Universidade Estadual de Maringá. A Economia em Revista, vol.18, nº 1, 2010.

Pierry, Luiz Ildebrando, Inovação como diferencial competitivo no mercado globalizado. Disponível em <http://www.enfato.com.br/artigos_det.php?titulo=10>. Acesso em: abril 2013.

Ribeiro, Vieira Valadares. Inovação Tecnológica e transferência de tecnologia. Brasília DF. Outubro 2001

Sobre os Autores

Fernanda Helen Mansano

Graduated in Economics from the State University of Maringá (2009). Currently is working at Technology

Incubator of Maringá. Participated of Research Projects, Economic Seminars and has experience in large companies in the retail and commercial.

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Fernanda Helen Mansano

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