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SÊ ... Nº 220/ Ano XIX Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende Janeiro de
SÊ ...
Nº 220/ Ano XIX
Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende
Janeiro de 2015
EDITORIAL
NESTE NÚMERO PODE LER:
» Impressão digital - Eternizar cada momento…(pág. 2)
» Aconteceu - A comunidade em notícia
» O frio
(pág. 2)
(pág. 3)
» De faca e garfo (Bolo de batizado)
» Festa da família em Resende
(pág. 3)
(pág. 3)
» O Natal continua…
(pág. 4)
» Movimento paroquial
» Kim - Tutor
» O uivo do lobito - Almoço de Natal
(pág. 4)
(pág. 5)
(pág. 5)
» Janeiro em destaque…
(pág. 5)
» A Chama - Apresentação Pública
(pág. 6)
» Rota Azul - Dezembro cheio de atividades
» O Agrupamento em notícia
» Momentos de descontração
(pág. 6)
(pág. 6)
(pág. 7)
» A esperança de Deus e dos homens…
(pág. 8)
» A jovem família de Deus
(pág. 8)

Dezembro foi um mês intenso em termos de ativida- des, quer na comunidade paroquial, quem no Agrupamento de Escuteiros. Salientamos a celebração da Solenidade da Imaculada Conceição associada à Festa da Mães na nossa comunida- de. Foi como que deixar-nos conduzir pela mão da Mãe de Deus para nos prepararmos como ela para celebrar o Natal de Jesus. Melhor do que ninguém ela é a Senhora do Ad- vento e a sua festa ajudou-nos a deixarmo-nos tocar pela sua luz para acolhermos a verdadeira Luz. As celebrações natalícias foram diversificadas. Centra- das na eucaristia, procuramos celebrar Natal reconciliados para acolhermos o Deus Menino sacramentalmente. Mas celebramos também a Festa de Natal da comunidade com a participação dos diversos grupos de pastoral paroquial, fizemos os nossos convívios familiares com as ceias e al- moços de natal, promovemos a solidariedade para com quem mais precisa tentando proporcionar um natal melhor a algumas famílias, fizemos os presépios e, fundamental- mente, celebramos a alegria da presença do nosso Salva- dor no meio de nós. Neste enquadramento familiar que o Natal proporciona e no contexto do ano da família que estamos a viver, a Zona Pastoral de Resende, por iniciativa dos párocos, quis celebrar a Festa da Família no dia dedicado liturgicamente à Sagrada Família. Convidamos os casais do concelho que ao longo do ano fizeram Bodas de Ouro e Prata e fizemos a Festa da Família na Igreja da Imaculada Conceição, hon- rando a Sagrada Família de Nazaré e pedindo as suas bênçãos para as nossas famílias. Janeiro já espreita trazendo consigo o frio de inverno. É o início de um novo ano que nos motiva a continuar a nossa caminhada determinados em fazer mais e melhor. Por isso nós, os sacerdotes, temos a oportunidade de co- meçar o ano com o nosso retiro sacerdotal para nos fortale- cermos com as graças de Deus e continuarmos a nossa missão com mais dinamismo. Janeiro é também marcado pela oração e pela forma- ção. Teremos no dia 14 o nosso Laus Perene, oportunida- de para encontrarmos um tempo especial para o nosso encontro com Deus. Viveremos também a semana de ora- ção pela unidade dos cristãos como oportunidade de nos sentirmos mais irmãos e mais próximos, porque todos so- mos Filhos de Deus. Os Jovens terão também a sua forma- ção sobre a família a decorrer no Seminário e os Escutei- ros mais atividades e mais dinamismo. Um 2015 cheio de Paz com a bênção da Mãe de Deus!

Pe. José Augusto (Chefe de Agrupamento)

SÊ ... Nº 220/ Ano XIX Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende Janeiro de
Impressão digital Eternizar cada momento ... A Comunidade em notícia “Paremos de indagar o que o
 
Impressão digital

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Eternizar cada momento ...

A Comunidade em notícia

   

“Paremos de indagar o que o futuro nos reserva e recebamos como um presente o que quer que nos traga o dia de hoje”.

No dia 8 de dezembro celebramos na paróquia a Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, à qual se associa tradicionalmente a Festa das Mães. A Festa foi preparada de véspe-

No dia 13 de dezembro, o Grupo de Jo-

Heráclito

ra com um tempo de Vigília que decorreu durante a tarde de domingo, com exposi-

Mais um ano que passou… 12 meses, 365 dias, 8.760 horas, 525.600 minutos, 31.536.000 segundos… uma infinidade de “momentos” que tivemos oportunidade de viver nesta roda viva do tempo em que estamos inseridos. 2014 já é história e, porque a nossa vida também é história, importa que essa etapa da nossa história esteja viva e presente para nos alavancar para a nova etapa que agora começa. Não se trata de uma questão de saudosismo lamechas, mas de sabermos aproveitar os acontecimentos do passado para melhor estruturarmos o futuro e, sobretudo, vivermos o presente. A viragem para um novo ano deve, portanto, ser oportunidade de balanço, de avaliação e de tomada de consciência do que vai acontecendo na nossa vida, se não, seremos seres in- conscientes - “quem não vive como pensa, acaba por pensar como vive”… É assim que aconte- ce no comércio, na indústria e em todas as áreas profissionais, fazem-se balanços, inventários, para se alicerçarem em bases sólidas e fundamentadas. Na nossa vida pessoal deve acontecer o mesmo. Que fiz eu dos 365 dias que me foram oferecidos como dom para viver? De que for- ma usei os momentos que me foram proporcionados? Que fiz dos talentos que me foram entre- gues? Fiz algo de bom por mim e pelos meus semelhantes? Fui uma mais-valia para a socieda- de? Acrescentei algo de novo, de melhor, de mais positivo? Se eu não tivesse estado presente teriam sentido a minha falta? Em que é que se afirmou a minha individualidade? Fui um protago- nista da vida, ou limitei-me a ser uma personagem secundária a alimentar outros protagonistas? Ou fui apenas um observador de plateia? Em que é que fiz a diferença? Mereci o tempo que me

ção do Santíssimo, tempo de reconcilia- ção e terminou com uma celebração mariana. No dia 8, pela tarde, decorreu a celebração eucarística com a presença de uma multidão que encheu a igreja da Imaculada Conceição. A homenagem dedicada à Mãe de Deus estendeu-se às nossas mães que também quisemos homenagear. Encomendamos à Mãe do Céu as nossas mães da terra para que ela as abençoe e elas possam deixar-se tocar pelo seu exemplo e imitá-la.

vens foi visitar o Lar de Idosos e ani- mar a eucaristia, levando consigo a ale- gria e a paz natalícias. Os idosos ficaram contentes e os jovens também por senti- rem que puderam proporcionar-lhes uns breves momentos de alegria.

foi dado? Que tenho para apresentar de tantos “momentos” e oportunidades que me foram colo- cados no caminho? A primeira atitude de uma pessoa consciente deve ser o reconhecimento e a gratidão. De facto acrescentar mais um ano à nossa vida não depende de nós, mas do Senhor da vida, por isso devemos ser reconhecidos por esse dom… e a melhor forma de o fazermos, já que não podemos acrescentar anos à nossa vida, é “acrescentarmos vida aos nossos anos”… ser agra- decido para com Deus que nos dá a vida é procurarmos viver intensamente cada momento como Ele deseja que o façamos, aproveitando cada instante para nos sentirmos realizados, ajudando os outros a serem felizes, porque o segredo da nossa realização é “sermos felizes fazendo os outros felizes”. Quem se sente beneficiário de um “dom” que lhe foi entregue sem mérito, deve saber conquistar o mérito tornando-se também “dom” para alguém. É este o segre- do do nosso bem estar - ser dom.

No dia 20 de dezembro celebramos a Festa de Natal da Paróquia, pelas 20h30m, no salão polivalente do Externa- to. Participaram os diversos grupos de pastoral paroquial numa noite recreativa em que a mensagem se centrou no Deus Menino que vem para nos salvar. Entre canções, peças de teatro, representa- ções dramatizadas, mensagens encena- das e projetadas, etc, vivemos uma ale- gre noite de família paroquial que se prepara para acolher o Salvador.

Olhar para trás e avaliar o passado deve obrigar-nos também a uma atitude de humildade no reconhecimento de que nem tudo terá sido bem feito, de que nem sempre teremos aproveita- do bem as oportunidades, de que nem sempre teremos desenvolvido bem os talentos, de que muita coisa ficou por fazer… é a nossa humanidade que se reflete no espelho da imperfeição… isso não é uma humilhação, mas a constatação simples e consciente de que o caminho não está feito e de que é necessário continuar a caminhar, com mais firmeza, mais determinação, mais entusiasmo e sempre reconhecido que o Deus da misericórdia nos concede novas oportu- nidade para retificar os nossos caminhos errados e continuarmos sem perder de vista a meta… “o caminho faz-se caminhando!” A avaliação do passado impulsiona-nos naturalmente para o futuro. Olhamos para trás, não para ficarmos prisioneiros do passado, mas para sabermos aproveitar o que houve de posi- tivo para mantermos e darmos continuidade e para retificarmos o que não esteve tão bem e deve motivar-nos mais coragem e determinação para melhorarmos. Devemos, pois, olhar para o ano de 2015 como mais um conjunto de oportunidades que nos vão ser disponibilizadas para vivermos a vida com a intensidade que ela merece. Não nos deixemos amedrontar pelos fantas- mas do pessimismo que nos derrota antes da batalha, nem nos deixemos iludir pelas fantasias do facilitismo ilusório que tudo promete de mão beijada… saibamos ser ponderados e programar o amanhã com os pés bem assentes na terra, mas com os olhos bem postos no céu… quem não sabe para onde vai, nunca sabe que caminho tomar… saibamos definir os nossos caminhos pelas metas que definimos e não por falsas aparências e ilusões… e não esqueçamos que “os caminhos mais fáceis nunca conduzem a grandes metas”. Neste início de 2015 saibamos, sobretudo, aproveitar o presente que nos é oferecido como um dom e aprendamos a ser merecedores desse dom vivendo intensamente cada mo- mento como se cada instante fosse eterno… saibamos desembrulhar o “presente” da vida com a delicadeza que ele merece como dom de Deus que é! Feliz 2015!

No dia 28 de dezembro, dia da Festa da Sagrada Família e neste contexto de Natal e do ano da família na nossa Dio- cese, a Zona Pastoral de Resende reu- niu-se na Igreja da Imaculada Conceição para a Celebração das Bodas de Ouro e Prata Matrimoniais do Concelho. Cerca de quatro dezenas de casais que celebra- ram ao longo do ano de 2014 os seus 50 e 25 anos de casados, vindos das diversas paróquias do concelho, aderiram à iniciati- va dos párocos locais para assinalarmos este ano da família homenageando a Sa- grada Família de Nazaré e as nossas famí- lias jubiladas ao longo do ano. A cerimó- nia, presidida pelo nosso Bispo, D. António Couto, decorreu pelas 15h30m e encheu por completo a igreja da Imaculada Con- ceição. Os casais em Bodas de Ouro e Prata receberam uma bênção especial e viveram em atitude de ação de graças esse dom do amor e da fidelidade. Este foi um momento de reconhecimento da impor- tância do papel da família na sociedade e da necessidade de o valorizarmos.

 

Pe. José Augusto

O frio O sol afastou-se. O frio chegou. As aves não cantam. Sentem tristeza. Dos jardins
O frio
O sol afastou-se. O frio chegou.
As aves não cantam. Sentem tristeza.
Dos jardins desapareceu a beleza
E a água em gelo se transformou.
De faca e
garfo
(A nossa rubrica
de culinária)

Também nos corações já não está acesa A fogueira da fé dos antepassados; Por isso muitos se sentem gelados, Mas não querem mostrar sua fraqueza.

Mas o Sol de novo regressará E toda a natureza de alegria cantará, Pois na terra nascerá a nova vida.

E o nosso coração insensível ficará À fé que em amor anda envolvida E que o Sol divino a aquecer nos convida?

O frio O sol afastou-se. O frio chegou. As aves não cantam. Sentem tristeza. Dos jardins

Pe. Martins

Festa da Família em Resende

A 28 de dezembro, domingo da Oitava de Natal, dia em que a Igreja celebra a Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, realizou-se, na Igreja da Imaculada Conceição, em Resende, a Festa da Família. Esta iniciativa, encimada pelo tema pastoral, proposto para o ano 2014/2015, “Ide e construí com mais amor a Família de Deus”, teve como ponto alto as Bodas de Ouro ou de Prata de cerca de 40 casais pertencentes às paróquias da zona pasto- ral de Resende. Esta cerimónia, muito bela, foi presidida pelo Excelentíssimo Reverendíssi- mo D. António Couto e concelebrada pelos senhores Vigário Geral, Pró-Vigário, Párocos das comunidades envolvidas e Diácono recentemente ordenado; colaboraram os grupos de Acó- litos, de Escuteiros, Corais, as zeladoras e outros fiéis leigos da assembleia participante. Na homilia, o presidente da celebração, com a seriedade que lhe reconhecemos e a profundidade a que nos habituou, fez uma preleção da liturgia prevista para este dia, inician- do pelo texto, que esteve escondido “na gaveta” durante cinquenta anos, do Livro de Ben- Sirá, referindo o convite que nos é feito ao amor dedicado aos nossos pais, para que o Se- nhor ponha em nós o seu olhar de bondade; passando pelo texto da Carta de São Paulo aos Colossenses, em que o autor exorta todos os membros constituintes da Família ao amor mútuo, salientando que os vestidos mais importantes para a festa não estão à venda em nenhum pronto-a-vestir, mas sim aqueles que vêm de Deus, que nos vestem interiormente e enchem os nossos corações para que espelhem sentimentos de bondade, paciência, humil- dade, mansidão, perdão, caridade e amor. Salientou, igualmente, o texto em que São Lucas nos descreve a ida ao templo de Jerusalém, quarenta dias depois das alegrias do Natal, para darem cumprimento à Lei de Moisés, dando ênfase à cena composta pelos velhinhos Simeão, “o Escutador” – o homem movido pelo Espírito Santo, e Ana, “a Graça” – a mulher que anuncia. Pediu que cada um de nós, tal como estes velhos anciãos que viram a Luz e exultaram de Alegria, sejamos escutadores atentos do bater do coração de Deus, vivendo mais “Rosto a Rosto com Deus” e anunciadores D’Ele pelo nosso testemunho. Para que esta festa fique recordada, o Senhor D. António entregou um certificado sim- bólico desta comemoração e felicitou pessoalmente cada um dos casais que disseram «sim» a esta festividade, não esquecendo todos os outros casais que não puderam estar presentes por não se encontrarem entre nós. Por último, o animador da cerimó- nia, Pe. José Augusto, agradeceu a todos os presentes nesta linda festa, desde o nosso Bispo da Diocese de Lamego aos restantes intervenientes na mesma.

Eduardo Pinto (Cursista)

O frio O sol afastou-se. O frio chegou. As aves não cantam. Sentem tristeza. Dos jardins

Bolo de Batizado

Ingredientes:

Vinho do Porto Uvas Passas

Cerejas

crista-

lizadas Casca de laran- ja cristalizada Pinhões

Nozes Açúcar Manteiga Ovos Farinha Açúcar Pilé Limão

Preparação:

Põem-se de molho em vinho do Porto cem gramas de uvas pas- sas, cem gramas de cerejas cris- talizadas e picadas, cem gramas de casca de laranja cristalizada e picada, cem gramas de pinhões e cem gramas de nozes picadas. Batem-se quatrocentos gramas de açúcar com trezentos gramas de manteiga, até ficar esbranqui- çada. Juntam-se, um a um, dez ovos inteiros alternando com trezentos e cinquenta gramas de farinha. Escorrem-se os frutos, salpicam -se com farinha e envolvem-se na massa. Unta-se uma forma com mantei- ga, polvilha-se com farinha e leva- se a cozer a forno moderado. Para a cobertura faz-se um cre- me com cem gramas de mantei- ga, duzentos e cinquenta gramas de açúcar pilé e sumo de meio limão. Bate-se muito bem até ficar um creme esbranquiçado. Juntam -se-Ihe quatro claras batidas em castelo que se envolvem com cui- dado. Decora-se a gosto.

in “Livro de ouro da doçaria tradicional”

Ao Ritmo da Liturgia O natal continua Movimento Paroquial
 

Ao Ritmo da Liturgia

   

O natal continua

Movimento Paroquial

O Natal não é um dia. A sua duração depende de variados fatores, tais como:

A fé, a profissão, a mentalidade, a ocupa- ção, etc. Deste modo, podemos afirmar que para os comerciantes o Natal prolonga-se durante algumas semanas anteriores ao dia vinte e cinco de dezembro, uma vez que é um período propício para esvaziar as suas lojas. Para os donos de hotéis ou restaurantes, o Natal foi um reduzido período de poucos dias, durante os quais as famílias com capacidade económica, esqueceram os seus negócios e ocupa- ções diárias e se entregaram ao lazer. Para estudantes e professores o Natal é um tempo de descanso e de recuperação intelectual. Para todos estes grupos e outros o Natal ou já acabou ou vai terminar dentro de dias.

Todavia,

uma

vez

que o Natal é um encon- tro de Deus com o ho- mem a quem vem comu- nicar os segredos da felicidade, ensinando a perdoar, a partilhar, a ajudar, a amar, para os cristãos o Natal não acabou, continuará durante todo o ano.

Efetivamente,

a

mensagem que Jesus Cristo veio trazer à terra, não foi inteiramente recebida nem pelos cristãos, nem pelas famílias, nem pela Sociedade. A vinda de Deus ao en- contro do homem, fazendo-se homem sem deixar de ser Deus, para lhe mostrar o caminho da felicidade e dar-lhe a espe- rança de uma vida sem fim, ainda não influenciou a maior parte da humanidade que continua fechada no seu egoísmo e que vai procurando o bem-estar na busca do prazer, dos bens materiais e da impor- tância social. Analisemos rapidamente a mensa- gem que esta festa nos traz:

paz que os anjos anunciaram tem de ser uma paz de consciência como fruto de deveres cumpridos, como fruto de solida-

riedade cristã, como fruto de perdão con- cedido e não uma paz imposta pela vio- lência ou de uma inconsciência irrefletida ou de uma apatia pelo sofrimento dos outros. Esta paz tem lugar na consciência de cada um de nós, na família, na socie- dade e no ambiente internacional. A paz assim entendida cria tranquilidade, segu- rança, abre horizontes para o futuro e conduz-nos a Deus. Mensagem de alegria. De facto, todas as pessoas devem sentir alegria como fruto do encontro com os familia- res, mas principalmente porque Jesus Cristo quis fazer parte da família humana. Ele veio como criança, porque a criança com o seu olhar inocente, com o seu silêncio eloquente, irra- dia alegria e ainda por- que todos gostamos de crianças.

Ao Ritmo da Liturgia O natal continua Movimento Paroquial O Natal não é um dia. A

Mensagem de si- lêncio. Silêncio de Deus! Como seria bom que todos fizéssemos espaços de silêncio à nossa volta! Confrontar- nos-íamos com a reali- dade da vida. A nossa consciência acordar-nos-ia da sonolência em que vivemos. Mensagem de amor. Se Deus é amor, ao vir à terra, espargiu esse amor em toda a parte. Todavia os homens fe- charam-se no seu castelo e não deixa-

ram entrar o amor. “Veio para os seus e os seus não O receberam”. Quem ama verdadeiramente sabe desculpar os ir- mãos, é amável com todos, partilha a alegria com todas as pessoas, é caritati- vo com os mais carenciados, ajuda os que vivem fora da Lei de Deus.

Viver o Natal é pôr em prática a mensagem que Jesus nos deixou.

Mensagem de paz. Os anjos canta- ram: “Glória a Deus e paz na terra”. Esta

Pe. Martins

Pensamento do Mês

“Oxalá pudéssemos meter o espírito de natal em jarros e abrir um jarro em cada mês do ano .”

Harlan Miller

Caetano Vieira

Caetano Vieira

Batismos:

Tornou-se

novo

membro da nossa Co-

munidade:

 

Dia

27

-

Francisco

Borges de Melo, filho de Joaquim Caetano de Melo e de Andreia da Conceição Vieira Borges, residentes na vila de Resende.

Para ele e seus pais, desejamos as maiores felicidades.

Funerais:

Caetano Vieira Batismos: Tornou - se novo membro da nossa Co- munidade:  Dia 27 -

Faleceram na nos- sa Comunidade:

Dia

15

-

Maria

dos

Prazeres, residente no Lar de Ido- sos da Santa Casa da Misericórdia de Resende;

Dia 16 - Fernando Gomes Machado, residente na vila de Resende;

Dia 30 - Maria

do Carmo de Sousa

Leitão, residente na vila de Resen- de.

Aos seus familiares apresentamos as nossas sentidas condolências.

Movimento Paroquial em 2014 Batismos - 38 Casamentos - 13 Funerais - 34

Em relação a 2013, houve um ligei- ro aumento de batizados (mais 7) e casamentos (mais 4) e um empate no que diz respeito a funerais. Um saldo positivo que esperamos pos- sa aumentar nos próximos anos ou, pelo menos, manter-se.

Janeiro em destaque Tutor Os estatutos e regulamento do CNE vêm mudando nos últimos tempos. Assim,
Janeiro
em
destaque
Tutor
Os estatutos e regulamento do CNE vêm mudando nos últimos tempos.
Assim, quando eu fiz o meu curso de dirigente em 2005 era o CIP (curso de inicia-
ção pedagógico). Uns anos mais tarde o curso manteve o nome, mas foram inseridos os
tutores. Aqui ainda com uma relevância diminuta. Agora chama-se PIF (percurso inicial de
formação). Este encontra-se dividido em várias etapas. A primeira etapa que já decorreu
foi o EI (encontro inicial), tanto para os candidatos a dirigentes como para os seus tutores.
E aqui é que está a grande alteração. Ser tutor tem agora uma responsabilidade acresci-
da, pois seremos como os “polícias” dos candidatos e fornecedores de matéria-prima para
o seu sucesso.
Digamos que para começar tivemos sorte, pois todos os candidatos são de valor e
qualidades já demonstradas no agrupamento. As noviças a dirigentes Sara, Rita e Sandra
andam nestas andanças desde lobitas e agora serão Dirigentes de grande valor e quali-
dade. Quanto ao quarto elemento, padre Peixoto, por todas as qualidades que vem de-
monstrando no serviço à comunidade.
Por isso, quando me foi lançado o desafio de ser tutor da Sandra foi com muito gosto
e um enorme orgulho que aceitei sem hesitar. Desde logo pela nossa amizade. Vi crescer
esta “menina” (desde os seus 11 anos). Hoje faz parte da equipa de animação dos explo-
radores, na qual é um dos pilares fundamentais. No futuro será de certeza uma excelente
dirigente. Apesar da falta de tempo, por motivos familiares, jamais poderia deixar
“abandonada” a Sandra, por isso estamos juntos neste projeto. Podes contar com a equi-
pa de animação dos exploradores, bem como de toda a secção. No tempo em que decor-
rer o PIF a secção viverá para que termines o curso o mais rápido possível e com suces-
so sabendo que nada prejudicará o funcionamento da secção.
Boa sorte a todos os candidatos a dirigentes.
Dia 01:
 Solenidade de Santa Maria, Mãe de
Deus;
 Dia Mundial da Paz;
Dia 02:
 Memória de S. Basílio Magno e S.
Gregório de Nazianzo;
 1ª
Sexta-Feira - confissões;
Dia 04:
 Solenidade da Epifania do Senhor;
Dia 06:
 Início do retiro diocesano do clero;
Dia 11:
 Festa do Batismo de Jesus;
Dia 12:
 Reunião do Conselho de Pastoral -
21h;
Dia 14:
 Laus Perene da Paróquia;
Dia 17:
Joaquim Pinto (Chefe de Exploradores)
 Memória de Santo Antão;
 Encontro de Formação para os jo-
vens do concelho (Seminário);
Dia 18:
 Início da Semana de Oração pela
Unidade dos Cristãos;
Dia 20:
Almoço de Natal
 Solenidade de S. Sebastião
-
Pa-
No dia 20 de dezembro, realizou-se na sede dos escu-
teiros o almoço de Natal dos lobitos e seus familiares.
A confeção ficou a cargo dos chefes Olavo e Emília e
das caminheiras Sara e Rita, enquanto os lobitos preparavam
a mesa. Os familiares foram chegando trazendo as sobreme-
sas, iniciando-se o almoço com a chegada dos padres Zé Au-
gusto e Miguel.
Antes de comermos a magnífica refeição de arroz de
forno, carne e salada, rezamos uma oração. Finalmente sabo-
reamos deliciosas sobremesas.
E assim se concluiu o almoço de Natal que teve como
principal objetivo o convívio entre os lobitos, os seus familiares
e os chefes.
droeiro da Diocese;
Dia 21:
 Memória de Santa Inês;
Dia 24:
 Memória de S. Francisco de Sales;
 Pista “Rota das Capelas” - Escutei-
ros;
 Noite das “Papas” (Escuteiros);
Dia 25:
 Encerramento da Semana de Ora-
ção pela Unidade dos Cristãos;
Dia 26:
Carolina Sala (Aspirante a Lobita)
 Memória de S. Timóteo e S. Tito;
 Campanha de luta contra a lepra;
Dia 28:
São aniversariantes no mês de janeiro:
 Memória de S. Tomás de Aquino;
Dia 29:
Aspirantes a Lobitos Ana Carolina (09) e Maria Botelheiro (09); Lobitos
 Início
do
Curso de Cristandade
Adriana (09) e Diogo Pedro (15); Aspirante a Pioneira Rosana (06);
Dirigente Adérito Dias (07).
P A R A B É N S!!!
(Homens);
Dia 31:
 Memória de S. João Bosco.
O 1096 em Apresentação pública Notícia No passado dia 8 de Dezembro cele- brou - se
 
O 1096
O 1096
O 1096

O 1096

em

 

Apresentação pública

Notícia

No passado dia 8 de Dezembro cele- brou - se na nossa paróquia a Festa das

No passado dia 8 de Dezembro cele- brou-se na nossa paróquia a Festa das Mães, estando a organização desta a cargo da IIIª Secção do nosso Agrupamento – os Pioneiros. Já que esta é das festas mais partici- padas pela nossa comunidade, e tendo em con- ta que a nova formação de chefes pede para que toda a comunidade seja envolvida, aprovei- tou-se a mesma festa para se darem a conhecer os candidatos a dirigentes do nosso agrupa- mento – eu, a Sara, a Rita e o Pe. Miguel. Assim, durante o momento de ação de graças desta cerimónia, fomos convidados pelo Pe. José Augusto para subirmos até ao altar. Visto termos sido os primeiros elemen- tos do agrupamento a percorrer todas as secções (lobitos, exploradores, pioneiros e caminheiros) foi-nos dado um maior destaque. Este destaque serviu também para nos incutir uma maior responsabilidade, pois não é apenas ao serviço do CNE que estamos, mas também ao serviço de toda a comunidade. Seremos a próxima geração de dirigentes e como tal temos o dever de asse- gurar o futuro do nosso agrupamento, fazendo-o crescer e mantendo sempre os valo- res que BP nos confiou. Agradeço a todas as pessoas da paróquia que, no final desta cerimónia e que ao longo dos dias, me têm demonstrado palavras de incentivo e carinho! Um obrigado ainda mais especial a todos os elementos do 1096, que têm demostrado que esta

Sandra Oliveira (Candidata a Dirigente)

No dia 7 de dezembro celebramos a Vigília da Imaculada Conceição. Foi uma tarde de oração e de preparação para a Soleni- dade da Imaculada Conceição e para a Festa das Mães que se celebrava no dia seguinte. O Agrupamento participou mais ativamente na celebração Mariana, coor- denada pelos Pioneiros. Foi uma celebra- ção cheia de simbolismo em que homena- geamos a Mãe de Deus e as nossas mães.

No dia 8 de dezembro celebramos a Sole- nidade da Imaculada Conceição e a Festa das Mães. A comunidade paroqui- al aderiu em massa e encheu por comple- to a Igreja da Imaculada Conceição. Foi uma celebração cheia de vida e significado em que, mais uma vez, estiveram envolvi- dos os nossos Pioneiros.

No dia 20 de dezembro os Lobitos prepa- raram um Almoço de Natal para a Sec- ção e seus familiares. Foi um almoço festi- vo que reuniu os nossos mais pequenos com os seus chefes, comissão de serviço, assistentes, pais e irmãos. Reinou o espíri- to natalício à volta da mesa, em família.

caminhada não será feita sozinha!

No dia 20 de dezembro celebramos a Festa de Natal da Paróquia. Os diversos grupos paroquiais estiveram envolvidos na

dinamização da festa de natal da família

paroquial. Canções, peças de teatro, dra- matizações, mensagens, etc, tudo nos aproximou do verdadeiro sentido do
 

paroquial. Canções, peças de teatro, dra- matizações, mensagens, etc, tudo nos aproximou do verdadeiro sentido do Natal, convidando-nos a preparar-nos para aco- lher o Deus Menino que veio, mais uma

 

vez, ao nosso encontro.

 

Dezembro cheio de atividades ...

Nos dias 26 e 27 de dezembro decorreu

 

mais um Acantonamento de Pioneiros, desta vez em casa do chefe Jorge. O acantonamento serviu para preparar a despedida dos elementos que irão mudar de secção e atualizar o sistema de pro- gresso dos Pioneiros. O acantonamento terminou com um momento de oração na igreja em que foram entregues as insíg- nias de progresso e de mérito.

O 1096 em Apresentação pública Notícia No passado dia 8 de Dezembro cele- brou - se

No dia 7 de dezembro realizou-se a vigília da Imaculada Conceição onde, mais um ano, se ascenderam "10 mi- lhões de estrelas" pela paz no mundo. No dia seguinte celebrou-se a missa das mães onde dramatizamos o evangelho. Fizemos uma homenagem às mães pois são elas a nossa maior bên- ção, quem nos trouxe ao mundo, quem nos ajuda todos os dias e também que nos amam incondicionalmente. É uma das celebrações em que as pessoas mais aderem e participam ativamente, o que para nós é muito gratifi- cante, pois organizamos tudo com muito carinho. Também no dia 20 de dezembro se realizou outra festa, a Festa de Natal da Paróquia. É uma atividade onde todos os grupos paroquiais, tais como escuteiros, catequese, cursistas e grupo de jovens, prepararam algo para todas as pessoas que foram ver. E foi assim, um mês onde todos os pioneiros participaram ativamente.

Atividades de janeiro:

 

Jan. – Dia desportivo (Exploradores)

10 de Jan. – Atividade de Formação (Pioneiros)

10 de jan. – Caminhada “À procura de Xer-Cane” (Lobitos)

24

e

25

de jan.

Dia

de

S.

Paulo

(Caminheiros – At. Regional) 24 de jan. – Pista “Rota das Capelas”

Pioneiros

24 de jan. - Noite das “papas”

 
   
A cultura é a única bagagem que não Alivie o stress… … sorria! ocupa espaço… Um
A cultura é a única
bagagem que não
Alivie o stress…
… sorria!
ocupa espaço…
Um casal de 80 anos
começa a ter problemas
de memória e vão ao
médico para ser examina-
dos. O médico faz um
check-up e diz aos velhi-
nhos que não há nada de
errado com eles, mas que
seria bom ter um caderninho para anotar as
coisas.
À noite, quando estão os dois a ver televisão,
o velhinho levanta-se e a mulher pergunta:
-
Onde vais?
-
À cozinha - responde ele.
-
Não me queres trazer uma taça de gelado? -
Pede ela.
-
Lógico! - Responde o marido solícito.
-
Não achas que seria bom escrever isso no
caderno? - pergunta ela.
-
Ah, então! Qual é? - Ironiza o velhinho - Eu
vou me lembrar disso!
Então ela acrescenta:
-
Então coloca uma bola de morango por
cima. Mas escreve para não haver perigo de
te esqueceres.
-
Eu lembro-me disso, queres uma bola de
gelado com calda de morango.
-
Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantilly
em cima! - pede a velha - Mas lembra-te do
que o médico nos disse
caderno!
...
escreve isso no
Irritado, o velhinho exclama:
-
Eu já disse que me vou lembrar!
De seguida vai para a cozinha. Depois de uns
vinte minutos, ele volta com um prato com
uma omeleta. A mulher olha para o prato e
diz:
Eu não disse que te ias esquecer? Onde
está a torrada?
-
 Em que se parece Ju-
das com o Mondego?
to,
mas por ladra ne-
Adivinha ...
nhum juiz até agora me
 Que
é,
que
é, semea-
-------------------------------------------------————
PROFESSOR: Joãozinho, que nome se dá a
uma pessoa que continua a falar, mesmo
quando os outros não estão interessados?
JOÃOZINHO: Professor.
———————————————–—————
A mulher para o marido, que entra embriaga-
ram-se tábuas, nasceram pa-
do em casa:
péis, colheram-se tonéis.
-
E ainda te atreves a olhar para a minha
 Comprida como uma soga e
tem dentes como uma loba.
condenou. Sem fogo
nem alambique, industriosa
alquimista, faço uma doce quin-
ta-essência, sou amiga da paz e
do silêncio e, para crédito da
clemência, não posso irar sem
dano, porque, quando me vingo,
morro.
cara?
-
Ó filha
...
a tudo a gente se habitua.
————————————————————-
 Com mil figuras e modos exe-
cuto os meus furores; tiro a vida aos
inimigos, defendo a grandes senho-
res. Por amigo do trabalho lavrador
me quis fazer, exercícios me remo-
çam ócio faz-me envelhecer.
Toca a campainha da porta. A dona da casa
vai atender.
-
Bom dia, minha senhora. Pertenço ao Clube
 Sou remédio e sou regalo de toda a
casta de gente, porém tenho um
certo tempo que sou mais conveni-
ente, vegetal ou mineral, me faz no
mundo existir, sem um dos quatro
elementos de pouco posso servir.
Trago à memória das gentes da co-
va a triste pintura, mas recebendo
em mim corpos, não sou deles se-
pultura.
dos Alcoólicos. Quer ter a bondade de contri-
buir com alguma coisa?
-
Quero, sim. Faz favor de entrar e levar o
meu marido.
 Tão amiga sou do trabalho, que nem
sobre camas de flores ociosamente
descanso, sem ofendê-las as piso, e
sem feri-las as pico. De um mar de
belezas sou pirata, madrugo para
roubar as pérolas da aurora, e no
meio dos campos publicamente fur-
Respostas do número anterior:
-
Quaresma
-
Turíbulo
-
Castiçal e vela
-
Amora
-
Leque
-
Botão
-
Carta (e caneta)
-
Morangos

A Esperança de Deus e a esperança dos homens

Um novo ano está a começar e com ele se repetem os desejos de um período feliz, cheio de amor, melhor que o ante- rior, rodeado pelos que mais amamos e nos amam. Trata-se de um momento oportuno de renovação, interior e exterior, que a ninguém deixa indiferente. Até aqueles cujo coração é mais “duro” sentem a necessidade de encontrar novos planos, novas metas para a vida do dia-a-dia que se avizinha. Contudo, pela experiência que me acompanha, ao longo da minha ainda insigni- ficante vida de apenas trinta anos, são muito poucos os desejos que acabam por se concretizar no renovar de um ano para o ou- tro. Por um lado, motivados por expectativas surreais que aca- bam por ser irrealizáveis, por outro, pela falta de vontade ou um certo conformismo que nos leva a cruzar os braços e a deixar- nos levar pela corrente social e pelo sentimento que nos diz:

A Esperança de Deus e a esperança dos homens Um novo ano está a começar e

“para quê chatear-me? Para quê mudar?”. Pois bem, agora que paro um pouco, depois da azáfama natalícia, olho com esperança para a esperança de Deus deixando de lado a conceção humana da esperança. Parece confuso. É verdade. Mas por vezes é preci- so alguma confusão para aclarar as nossas ideias. A esperança de Deus é carregada de uma força indescritível de perfeição e confiança no ser humano. Ao longo de toda a história da salvação Deus nunca desiste de nos salvar, mesmo quando o Homem vira as costas a este Deus Criador, Libertador e Redentor. O Homem fica radiante com a ideia de uma falsa liberdade de afasta- mento de Deus, querendo muitas vezes ocupar o Seu lugar. Sorri com a repetição das palavras de Nietzsche “Deus está morto” e nesse momento o Homem encontra a ocasião de viver plenamente a sua vida. Mas que vida é essa quando exterminamos as nossas origens, as referências da nossa vida? Que vida é essa quando comete- mos um parricídio? Que vida é essa quando impera o egoísmo, a destruição, o desentendimento e a violência? É então no meio desta confusão que vivemos que surge um sinal - uma “luz brilha nas trevas”. Não se trata de uma luz qualquer que simplesmente brilha e aquece tornando possível a vida. É uma Luz de Verdade, uma Luz de Proximidade, uma Luz de Esperança. Uma Luz que continua a ser rejeitada por muitos pois “as trevas não a receberam”, mas que ilumina incessantemente para que todos a possam contemplar. Essa Luz está aqui, está aí, está onde o Homem estiver para que todos possam encontrar o caminho que os leve à realização da sua vida num encontro que não acontece às escuras, mas com uma plena projeção de Verdade. Essa Luz personifica a esperança de Deus, ou melhor encarna a esperança de Deus, é uma pessoa, um Homem-Deus, é Jesus. Não é preciso muito para verificarmos como estas palavras fazem sentido, até mesmo os detentores de um coração mais “duro” vislumbram, de vez em quando, esta Esperança ao seu lado e deixam-na habitar no seu coração, trocando “o coração de pedra por um coração de carne”. Por isso, neste novo ano de 2015 tenho apenas um desejo: ser capaz de trocar a esperança pela Esperança. Ser capaz de trocar aquilo que é fruto de um capri- cho, de uma vontade terrena, por essa experiência de Salvação que só é possível no encontro com essa Luz que está aqui, que está aí, à espera que cada um de nós a receba na sua vida. Deus não está morto. Ele existe. Ele envolve-nos. Ele “deseja” a nossa salvação, o nosso encontro com Ele. Que o novo ano seja a oportunidade para deixarmos iluminar a nossa vida com essa Luz incessante e, depois de a recebermos, sermos seus portadores para a levarmos até àqueles que estão longe, mas que Deus espera que também se encontrem com Ele.

Pe. Miguel Peixoto

A Jovem Família de Deus Porque estamos a viver o ano dedicado à reflexão sobre a

A Jovem Família de Deus

Porque estamos a viver o ano dedicado à reflexão sobre a família e todos precisamos de tomar consciência da sua importância na nossa vida pes- soal e comunitária, fica o convite para os jovens da zona pastoral de Resende participarem no en- contro de formação sobre a Família, no Seminário de Resende, dia 17 de janeiro às 9:30.

Esperamos por cada um de vós.