Você está na página 1de 28
RM 53 – ORIENTAÇÕES SOBRE DECLARAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM METROLOGIA DIMENSIONAL PROCEDIMENTO DO

RM 53 – ORIENTAÇÕES SOBRE DECLARAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM METROLOGIA DIMENSIONAL

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

REVISÃO: 02

MAR/2004

SUMÁRIO

1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

2 REFERÊNCIAS

3 DEFINIÇÕES

4 METODOLOGIA

1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

Este documento estabelece os requisitos relativos à expressão da incerteza de medição que os laboratórios de calibração na área de metrologia dimensional devem atender para obter e manter a filiação à Rede Metrológica RS. Este documento se aplica a todos os laboratórios de calibração na área dimensional, filiados e postulantes a filiação, devendo ser observado pelos avaliadores técnicos da Rede Metrológica RS da área dimensional.

2

REFERÊNCIAS

Versão Brasileira do Documento de Referência EA-4/02 – Expressão da Incerteza de Medição na Calibração (Janeiro/1999).

3

DEFINIÇÕES

Não aplicável.

4

METODOLOGIA

Os cálculos e a expressão das incertezas de medição referentes às calibrações realizadas pelos laboratórios de calibração na área dimensional, filiados e postulantes à filiação pela Rede Metrológica RS devem ser elaborados e implementados de acordo com os princípios estabelecidos no documento “Versão Brasileira do Documento de Referência EA-4/02 – Expressão da Incerteza de Medição na Calibração” (Janeiro/1999)”. O cálculo da incerteza de medição deve ser efetuado para todas as calibrações realizadas, levando em consideração, pelo menos, os componentes de incerteza apresentados nas tabelas seguintes:

Tabela 1: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos. Medição do erro de indicação fmáx com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Tabela 2: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos. Medição da planeza e paralelismo utilizando planos óticos e paralelos óticos.

Tabela 3: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos. Medição do paralelismo utilizando blocos-padrão de faces planas e paralelas.

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 4: Componentes comparadores.

de

incerteza

a

serem

considerados

na

calibração

de

relógios

Medição dos erros “fges”, “fe”, “fu”, “ft” e “fw”.

 

Tabela 5: Componentes comparadores.

de

incerteza

a

serem

considerados

na

calibração

de

relógios

Medição da força de medição máxima, força de medição mínima , diferença na força em um sentido e histerese da força “fk”.

Tabela 6: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais.

Medição do erro de indicação para os medidores externos, com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Tabela 7: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais.

Medição do erro de indicação para os medidores internos, com calibrador-anel liso cilíndrico.

Tabela 8: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de haste padrão para micrômetros externos.

Determinação da constante do apalpador da máquina de medição tridimensional.

Tabela 9: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de haste padrão para micrômetros externos.

Medição do comprimento da haste padrão com máquina de medição tridimensional.

Tabela 10: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de trenas de fita metálica.

Medição do erro de indicação com régua de referência e lupa graduada.

Tabela 11: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de comparadores de diâmetros internos.

Medição do erro de indicação e do erro adjacente.

Tabela 12: Componentes de incerteza a serem considerados na calibração calibradores traçadores de altura

Medição do erro de indicação com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

As tabelas estão apresentadas nas próximas páginas.

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 1 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos

Medição do erro de indicação fmáx com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método De Determinação

Distribuição de

Divisor

 
   

Probabilidade

Apropriado

Incerteza herdada da calibração dos blocos-padrão.

Exatidão

limitada

na

Declarada no certificado de calibração dos blocos-padrão como uma incerteza expandida “U”. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza relativa será o somatório quadrático das incertezas individuais de cada bloco-padrão.

 

Fator

de

calibração. Incerteza de medição na calibração do bloco-

Normal

abrangência

k

expresso

no

 

certificado

de

padrão.

calibração

dos

blocos-padrão.

Resolução, valor de uma divisão de

Resolução, valor de uma divisão de escala ou

Para instrumento digital: Último dígito significante. Para instrumento analógico: Valor de uma divisão de escala, capacidade de interpolação do operador ou valor de uma divisão do nônio.

Retangular

2

3

escala

ou

capacidade interpolação limitada.

de

 

interpolação.

Erro sistemático dos blocos-padrão,

Desvio do comprimento central do bloco-padrão

Declarado no certificado de calibração dos blocos-padrão com desvio do comprimento central “lm”. Considerar o erro, em módulo, e somá-lo algebricamente, no final, com a incerteza expandida. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza relativa será o somatório dos erros sistemáticos não corrigidos de cada bloco-padrão.

Não aplicável

Não aplicável

 

quando

não

 

corrigido

em relação ao seu valor nominal.

Temperatura

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório. Ou seja, a variação da temperatura ambiental em relação a temperatura de referência

(20ºC).

L=L. αααα. t, onde

   

3

 

L

Dilatação linear

Retangular

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do micrômetro e dos blocos-padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da tabela 1 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos

Medição do erro de indicação fmáx com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método De Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Temperatura

A

transferência de calor pelas

L=L.αααα. t, onde

 

3

mãos do operador causa uma

L

Dilatação linear

Retangular

diferença de temperatura entre

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear do micrômetro e dos blocos-padrão. t - Diferença estimada de temperatura entre o instrumento que está sendo calibrado e os blocos-padrão. Considerar pelo menos 0,5ºC.

 

o

instrumento que está sendo

calibrado e os blocos-padrão.

Desvio padrão experimental da média

Diversas

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de 2 na componente relativa a resolução.

Normal

n

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 2 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos

Medição da planeza e paralelismo utilizando planos óticos e paralelos óticos.

Componentes de Incerteza

 

Causa

Método De Determinação

 

Distribuição de

Divisor

 

Probabilidade

Apropriado

Comprimento de onda da luz utilizada na medição.

Faltam informações sobre o comprimento de onda da luz utilizada.

O valor estimado, quando não é conhecido o comprimento de onda, é a faixa de comprimento de onda do espectro visível ( entre o vermelho com comprimento de onda de 0,7µm e o violeta com comprimento de onda de 0,4µm) que é de

Retangular

 

3

Utilizado quando se realiza a medição da planeza e paralelismo com a luz branca.

0,3µm.

 

Luz policromática.

100% de probabilidade de o comprimento de onda da luz utilizada estar entre 0,4µm e 0,7µm.

Planeza do plano ótico ou paralelo ótico

Desvio de forma do plano ótico ou paralelo ótico em relação a um plano perfeito.

Diâmetro da superfície a medir dividido pelo diâmetro do plano ótico ou paralelo ótico multiplicado pelo erro de planeza declarado no certificado de calibração do plano ótico ou paralelo ótico.

Retangular

 

3

Paralelismo

do

paralelo

Erro de paralelismo do

Diâmetro da superfície a medir dividido pelo diâmetro do plano ótico ou paralelo ótico multiplicado pelo erro de paralelismo declarado no certificado de calibração do plano ótico ou paralelo ótico.

   

ótico

Retangular

 

3

paralelo ótico.

 

Planeza medida pela estimativa do formato das linhas de interferência

Avaliação visual

Estima-se o valor de comprimento de onda medição.

1/4

da

metade

do

   

da

luz

utilizada para

Retangular

2

3

Paralelismo medido pela

Avaliação visual

Estima-se o valor de comprimento de onda medição.

1/4

da

metade

do

   

contagem

das

linhas

de

da

luz

utilizada para

Retangular

2

3

interferência

   

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação Tabela 2 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos

Medição da planeza e paralelismo utilizando planos óticos e paralelos óticos.

Componentes de Incerteza

 

Causa

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

Probabilidade

Apropriado

Incerteza herdada da calibração do plano ótico

Exatidão limitada na calibração. Incerteza de medição durante a calibração do plano ótico.

Diâmetro da superfície a medir dividido pelo diâmetro do plano ótico ou paralelo ótico multiplicado pela incerteza expandida “U”, declarada no certificado de calibração do plano ótico.

Normal

Fator

de

abrangência “k” no

expresso

 

certificado

de

 

calibração do plano ótico.

Incerteza

herdada

da

Exatidão limitada na calibração. Incerteza de medição durante a calibração do paralelo ótico.

Diâmetro da superfície a medir dividido pelo diâmetro do plano ótico ou paralelo ótico multiplicado pela incerteza expandida “U”, declarada no certificado de calibração do paralelo ótico.

Normal

Fator

de

calibração

do paralelo

abrangência

k

ótico

expresso

no

certificado

de

 

calibração

do

 

paralelo ótico.

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 3 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de micrômetros externos

Medição do paralelismo utilizando blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

 

Causa

   

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Dilatação do bloco padrão em função da variação de

Manipulação do bloco padrão

L=L.αααα. t, onde

   

L

Dilatação linear

Retangular

temperatura durante a medição do paralelismo.

Observação:

 

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear do micrômetro e dos blocos padrão. t - Diferença estimada de temperatura durante a calibração. Considerar pelo menos

1ºC.

Deverá ser utilizada sempre a mesma posição do bloco padrão para evitar a influência do erro de paralelismo.

 

3

Posicionamento do bloco padrão durante a medição de paralelismo

Alinhamento

 

Amplitude da repetitividade (Valor histórico).

Retangular

2

3

Resolução, valor de uma divisão de escala ou interpolação.

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital: Último dígito significativo. Para instrumento analógico: Valor de uma divisão de escala, capacidade de interpolação do operador ou valor de uma divisão do nônio.

   

divisão

de

escala

ou

Retangular

capacidade

de

interpolação

 

limitada.

2

3

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 4 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de relógios comparadores

Medição dos erros “fges”, “fe”, “fu”, “ft” e “fw”.

Componentes de Incerteza

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 
 

Probabilidade

Apropriado

Amplitude

da

Folgas, ajustes, problemas mecânicos no relógio comparador. Está incluída nesta componente a influência do valor observado pelo técnico em função da resolução, divisão de escala ou interpolação.

Repetir o posicionamento do ponteiro em um ponto da escala em n=10 vezes. A diferença entre o maior e o menor valor encontrado será o valor da repetitividade.

   

repetitividade.

Retangular.

2

3

Incerteza

de

Incerteza de medição na calibração do padrão.

Declarada no certificado de calibração do padrão como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

medição herdada

Normal.

abrangência

k

do padrão.

   

expresso

no

certificado

de

calibração.

Afastamento

da

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório.

L=L. αααα. t, onde

   

temperatura

em

L

Dilatação linear

Retangular.

 

3

relação

a

 

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do fuso do relógio comparador e do fuso do padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

 

temperatura

de

A variação da temperatura ambiental em relação a temperatura de referência

referência.

(20ºC).

Diferença

de

A transferência de calor pelas mãos do operador causa uma diferença de temperatura entre o relógio comparador e o padrão.

L=L.αααα. t, onde

   

temperatura entre

L

Dilatação linear

Retangular

 

3

instrumento

e

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear do fuso do relógio comparador e o padrão. t - Diferença estimada de temperatura entre o relógio comparador e o padrão. Considerar pelo menos 0,5ºC.

 

padrão.

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação Tabela 4 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de relógios comparadores

Medição dos erros “fges”, “fe”, “fu”, “ft” e “fw”.

Componentes de Incerteza

   

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 

Probabilidade

Apropriado

Incerteza da resolução do padrão.

Resolução,

valor

de

uma

Para padrão com indicação digital:

   

divisão

de

escala

ou

Último dígito significativo.

Retangular

Para instrumento digital: 12

 

capacidade

de

interpolação

limitada.

Para padrão com indicação analógica:

Para instrumento analógico: 2 3

Valor de uma divisão de escala, capacidade de interpolação do operador ou uma divisão do nônio.

Resolução, valor de uma

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital:

Para

instrum.

 

de

interpolação

divisão

escala

ou

do

divisão

capacidade

de

de

escala

ou

interpolação

Último dígito significativo.

digital:

Retangular

Para instrumento digital: 12

instrumento

a

ser

limitada.

Para instrumento analógico:

calibrado.

 

1/10 do valor de uma divisão de escala.

Para

instrum.

 

analógico:

Para instrumento analógico: 6

Triangular

Erro

sistemático

do

Diversas.

Considerar o maior erro, em módulo, e somá-lo algebricamente, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

 

calibrador,

quando

não

Não aplicável

corrigido.

   

Linearidade da curva de

Imperfeição relativa ao ajuste da curva de correção, a qual nem sempre consegue sobrepor perfeitamente a equação real, resultando em erros residuais devido a não linearidade da curva real.

Quando o erro sistemático do calibrador for corrigido por uma equação de regressão ou tendência, determinar a linearidade da curva de correção caracterizada pelo desvio entre a equação real e a equação de tendência. O maior desvio será tido como a linearidade da curva de correção. Somar o maior desvio algebricamente, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

 

correção,

quando

Não aplicável

aplicável

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 5 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de relógios comparadores

Medição da força de medição máxima, força de medição mínima , diferença na força em um sentido e histerese da força “fk”

Componentes de Incerteza

   

Causa

   

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Alinhamento do relógio no sistema de medição de força.

Fixação do relógio.

 

É

estimado um erro angular de montagem e

   
 

calculado co-seno do ângulo.

Retangular.

2

3

Indicação analógica ou digital do sistema de medição de força.

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital:

   

divisão

de

escala

ou

Último dígito significativo.

Retangular.

2

3

capacidade

de

interpolação

 
 

limitada.

Para instrumento analógico:

Valor de uma divisão de escala, capacidade de interpolação do operador.

Incerteza de medição herdada do padrão.

Incerteza de medição na calibração do padrão.

Declarada no certificado de calibração do padrão como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator de

Normal.

abrangência “k”

     

expresso no

certificado de

calibração.

Amplitude

 

da

Folgas, ajustes, problemas mecânicos no sistema de medição de força.

Repetir a medição de força em um ponto da escala n = 10 vezes.

   

repetitividade.

 

Retangular.

2

3

 

A

diferença entre o maior e o menor valor

 
 

encontrado será o valor da repetitividade.

Erro

sistemático

do

Diversas.

Se

não corrigido, utilizar o valor, em módulo,

Não aplicável

Não aplicável

sistema

de

medição

de

declarado no certificado de calibração, para a faixa de interesse. Somar algebricamente o maior erro, no final, com a incerteza expandida.

força,

quando

não

   

corrigido.

 

Linearidade da curva de

Imperfeição relativa ao ajuste da curva, que nem sempre consegue sobrepor perfeitamente a equação real, resultando em erros residuais.

Determinar a linearidade da curva de correção pelo maior desvio entre a equação real e a equação de tendência. Somar o maior desvio algebricamente, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

correção,

quando

aplicável

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 6 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais

Medição do erro de indicação para os medidores externos, com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

   

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 

Probabilidade

Apropriado

Incerteza herdada

da

Exatidão

limitada

na

Declarada no certificado de calibração dos blocos-padrão como incerteza expandida “U”. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza relativa será o somatório das incertezas individuais de cada bloco-padrão.

 

Fator

de

calibração dos blocos-

calibração.

Incerteza

de

Normal

abrangência

k

padrão.

medição

na

calibração

do

expresso

no

bloco-padrão.

 

certificado

de

 

calibração

dos

blocos-padrão.

Resolução ou valor de uma divisão de escala.

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital: Último dígito significante. Para instrumento analógico: Valor de uma divisão do nônio.

   

divisão

de

escala

ou

Retangular

 

capacidade

de

interpolação

limitadas.

Erro

sistemático

dos

Desvio do comprimento

Declarado no certificado de calibração dos blocos-padrão com desvio do comprimento central “lm”. Somar algebricamente o maior desvio, no final, com a incerteza expandida. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza será o somatório dos erros sistemáticos não corrigidos de cada bloco-padrão.

Não aplicável

Não aplicável

 

blocos-padrão,

quando

não corrigidos.

central do bloco-padrão em relação ao seu valor nominal.

   

Temperatura

Limites

de temperatura

L=L. αααα. t, onde

   

estabelecidos pelo laboratório.

Retangular

Ou seja, a variação da temperatura ambiental em relação a temperatura de referência (20ºC).

L – Dilatação linear

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do paquímetro e dos blocos-padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 .

 

t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

referência.
referência.

referência.

referência.
referência.

Continuação da tabela 6 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais

Medição do erro de indicação para os medidores externos, com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Temperatura

A

transferência de calor pelas

L=L.αααα. t, onde

   

mãos do operador causa uma

Retangular

diferença de temperatura entre

L – Dilatação linear

o

instrumento que está sendo

αααα -

Média aritmética entre os coeficientes de

calibrado e os blocos-padrão.

dilatação linear do paquímetro e dos blocos-padrão.

t - Diferença estimada de temperatura entre o instrumento que está sendo calibrado e os blocos-padrão. Considerar pelo menos 0,5ºC.

Desvio

padrão

Diversas

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de na componente relativa a resolução.

   

experimental da média

Normal

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 7 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais

Medição do erro de indicação para os medidores internos, com calibrador-anel liso cilíndrico.

Componentes de Incerteza

   

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Incerteza herdada da calibração do calibrador- anel liso cilíndrico.

Exatidão

limitada

na

Declarada no certificado de calibração do calibrador-anel liso cilíndrico como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

calibração. Incerteza de medição

Normal

abrangência

k

na

expresso

no

 

calibração do calibrador-anel liso cilíndrico.

 

certificado

de

calibração

do

 

calibrador-anel

liso

cilíndrico.

Resolução ou valor de uma divisão de escala.

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital: Último dígito significante. Para instrumento analógico: Valor de uma divisão do nônio.

   

divisão

de

escala

ou

Retangular

 

capacidade

de

interpolação

limitadas.

Erro

sistemático

do

Desvio do diâmetro

do

Declarado no certificado de calibração do calibrador-anel liso cilíndrico. Somar algebricamente o desvio do diâmetro, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

 

calibrador-anel

liso

calibrador-anel liso cilíndrico

cilíndrico,

quando

não

em relação

ao

seu

valor

   

corrigido.

nominal.

Temperatura

Limites

de temperatura

L=L. αααα. t, onde

   

estabelecidos pelo laboratório. Ou seja, a variação da temperatura ambiental em relação a temperatura de referência (20ºC).

L – Dilatação linear

Retangular

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do paquímetro e do calibrador-anel liso cilíndrico. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -

 

6

ºC -1 .

t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

referência.
referência.

referência.

referência.
referência.

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da tabela 7 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de paquímetros universais

Medição do erro de indicação para os medidores internos, com calibrador-anel liso cilíndrico.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Temperatura

A

transferência de calor pelas

L=L.αααα. t, onde

   

mãos do operador causa uma

Retangular

diferença de temperatura entre

L – Dilatação linear

o

instrumento que está sendo

αααα -

Média aritmética entre os coeficientes de

calibrado e os blocos-padrão.

dilatação linear do paquímetro e do calibrador-anel liso cilíndrico.

t - Diferença estimada de temperatura entre o instrumento que está sendo calibrado e o calibrador-anel liso cilíndrico. Considerar pelo menos 0,5ºC.

Desvio

padrão

Diversas

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de na componente relativa a resolução.

   

experimental da média

Normal

Circularidade

ou

Desvio de forma do calibrador-anel liso cilíndrico em relação a um cilindro perfeito.

Declarada no certificado de calibração do calibrador-anel liso cilíndrico como circularidade ou cilindricidade.

   
 

cilindricidade

do

Retangular

calibrador-anel

liso

cilíndrico.

   

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 8 – Componentes de incerteza a serem considerados na determinação da constante do apalpador de máquinas de medição tridimensionais

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Desvio padrão histórico

Folgas, ajustes, problemas mecânicos na máquina de medição tridimensional. Está incluída nesta componente a influência do operador, tal como vícios e tendências na apalpagem da esfera padrão.

Determinar o desvio padrão entre técnicos através de estudo estatístico.

Normal

1

Incerteza de medição herdada da esfera padrão.

Incerteza de medição na calibração da esfera padrão.

Declarada no certificado de calibração da esfera padrão como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

Normal

abrangência

k

     

expresso

no

certificado

de

calibração.

Afastamento da temperatura em relação a temperatura de referência.

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório.

L=L. αααα. t, onde

   

L

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear da escala de leitura da MMC e da esfera padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

Dilatação linear

Retangular.

3

 

A

variação

da temperatura

ambiental

em

relação

a

temperatura

de

referência

(20ºC).

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 8 –

Componentes de incerteza a serem considerados na determinação da constante do apalpador de máquinas de medição tridimensionais

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Diferença de temperatura entre MMC e esfera padrão.

A

temperatura da escala de

L=L.αααα. t, onde

   

leitura da MMC e da esfera padrão a ser medida atingem a

temperatura exterior com um retardo de tempo que depende

L

Dilatação linear

Retangular

 

3

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear da escala de leitura da MMC e da esfera padrão. t - Diferença estimada de temperatura entre a escala de leitura da MMC e a esfera padrão. Considerar pelo menos 0,5ºC.

 
 

de

suas massas, de suas áreas

de

exposição ao ambiente e de

suas propriedades de dissipação de calor.

Incerteza da resolução da

Resolução limitada.

Último dígito significativo.

Retangular

2

3

MMC

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 9 – Componentes de incerteza a serem considerados na medição do comprimento da haste padrão com máquina de medição tridimensional.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Desvio

padrão

Diversas

 

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de 2 na componente relativa a resolução.

   

experimental da média

 

Normal

n

Incerteza de medição herdada da MMC.

Incerteza de medição na calibração da MMC.

Declarada no certificado de calibração da MMC como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

Normal

abrangência

k

     

expresso

no

certificado

de

calibração.

Afastamento da temperatura em relação a temperatura de referência.

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório.

L=L. αααα. t, onde

   

L

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear da escala de leitura da MMC e da haste parão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

Dilatação linear

Retangular.

3

 

A

variação

da temperatura

ambiental

em

relação

a

temperatura

de

referência

(20ºC).

 

Incerteza da resolução da

Resolução limitada.

 

Último dígito significativo.

Retangular

12

MMC

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 9 –

Componentes de incerteza a serem considerados na medição do comprimento da haste padrão com máquina de medição tridimensional.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Diferença de temperatura entre MMC e a haste padrão.

A

temperatura da escala de

L=L.αααα. t, onde

   

leitura da MMC e da haste padrão a ser medida atingem a

temperatura exterior com um retardo de tempo que depende

L

Dilatação linear

Retangular

3

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear da escala de leitura da MMC e da haste padrão. t - Diferença estimada de temperatura entre a escala de leitura da MMC e a haste padrão. Considerar pelo menos 0,3ºC.

 

de

suas massas, de suas áreas

de

exposição ao ambiente e de

suas propriedades de dissipação de calor.

Incerteza na determinação da constante do apalpador da MMC.

Diversas

Através do cálculo de incerteza de medição cujas contribuições de incerteza estão listados na tabela 8.

Normal

Fator

de

abrangência “k” determinado no cálculo da incerteza de medição.

Erro sistemático da MMC (Exatidão linear do eixo de trabalho da MMC), quando não corrigido.

Folgas, ajustes, problemas mecânicos na máquina de medição tridimensional

Declarada no certificado de calibração da MMC. Somar algebricamente o erro da MMC, no final, com a incerteza expandida

Não aplicável

Não aplicável

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 10 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de trenas de fita metálica.

Medição do erro de indicação com régua de referência e lupa graduada.

Componentes de Incerteza

   

Causa

   

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Desvio

padrão

Diversas

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de 2 na componente relativa a divisão de escala da lupa.

   

experimental da média

 

Normal

n

Incerteza

de

medição

Incerteza

de

medição

na

Declarada no certificado de calibração da régua de referência como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

herdada

da

régua

de

calibração

da

régua

de

Normal

abrangência

k

referência.

referência.

expresso

no

 

certificado

de

calibração.

Incerteza de medição herdada da lupa auxiliar de medição.

Incerteza de medição na calibração da lupa auxiliar de medição.

Declarada no certificado de calibração da lupa auxiliar de medição como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

Normal

abrangência

k

expresso

no

     

certificado

de

calibração.

Afastamento da temperatura em relação a temperatura de referência.

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório.

L=L. αααα. t, onde

   

L

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear da régua de referência e da trena de fita metálica. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

Dilatação linear

Retangular.

3

 

A

variação

da temperatura

ambiental

em

relação

a

temperatura

de

referência

(20ºC).

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 10 - Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de trenas de fita metálica.

Medição do erro de indicação com régua de referência e lupa graduada.

Componentes de Incerteza

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 

Probabilidade

Apropriado

Diferença de temperatura

A temperatura da régua de referência e da trena de fita metálica a ser calibrada atingem a temperatura exterior com um retardo de tempo que depende de suas massas, de suas áreas de exposição ao ambiente e de suas propriedades de dissipação de calor.

L=L.αααα. t, onde

   

L

Dilatação linear

Retangular

 

3

entre a régua de referência e a trena de fita metálica.

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear da régua de referência e da trena de fita metálica. t - Diferença estimada de temperatura entre a régua de referência e a trena de fita metálica. Considerar pelo menos 0,5ºC.

 

Incerteza da divisão de escala da lupa auxiliar de medição.

Divisão de escala limitada.

Valor de uma divisão de escala da lupa auxiliar de medição.

Retangular

2

3

Erro sistemático da régua de referência, quando não corrigido.

Erro de indicação da régua de referência.

Declarado no certificado de calibração da régua de referência. Somar algebricamente o erro, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

Erro sistemático da escala da lupa auxiliar de medição.

Erro de indicação da escala da lupa auxiliar de medição.

Declarado no certificado de calibração da lupa auxiliar de medição. Somar algebricamente o erro, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

Reposicionamento

da

Limitação do comprimento da régua de referência em relação ao comprimento da trena. Erro do operador ao reposicionar a trena sobre o ponto de origem da régua de referência.

     

6

trena

Valor de uma divisão de escala da lupa auxiliar de medição para cada reposicionamento.

Triangular

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 10 - Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de trenas de fita metálica.

Medição do erro de indicação com régua de referência e lupa graduada.

Componentes de Incerteza

Causa

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

Probabilidade

Apropriado

Linearidade da curva de correção.

Imperfeição relativa ao ajuste da curva de correção, a qual nem sempre consegue sobrepor perfeitamente a equação real, resultando em erros residuais devido a não linearidade da curva real.

Quando o erro sistemático da régua de referência for corrigido por uma equação de regressão ou tendência, determinar a linearidade da curva de correção, caracterizada pelo desvio entre a equação real e a equação de tendência. O maior desvio será tido como a linearidade da curva de correção. Somar algebricamente o maior desvio, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 11 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de comparadores de diâmetros internos

Medição do erro de indicação e do erro adjacente.

Componentes de Incerteza

 

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 
   

Probabilidade

Apropriado

Amplitude

da

Folgas, ajustes, problemas mecânicos no relógio comparador. Está incluída nesta componente a influência do valor observado pelo técnico em função da resolução, divisão de escala ou interpolação.

Repetir o posicionamento do ponteiro em um ponto da escala em n=10 vezes. A diferença entre o maior e o menor valor encontrado será o valor da repetitividade.

   

repetitividade.

Retangular.

2

3

Incerteza de medição herdada do padrão.

Incerteza de medição na calibração do padrão.

Declarada no certificado de calibração do padrão como uma incerteza expandida “U”.

 

Fator

de

Normal.

abrangência

k

     

expresso

no

certificado

de

calibração.

Afastamento da temperatura em relação a temperatura de referência.

Limites de temperatura estabelecidos pelo laboratório.

L=L. αααα. t, onde

   

L

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do comparador de diâmetros internos e do padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 . t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de referência.

Dilatação linear

Retangular.

 

3

 

A

variação

da temperatura

 

ambiental

em

relação

a

temperatura

de

referência

(20ºC).

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 11 – Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de comparadores de diâmetros internos

Medição do erro de indicação e do erro adjacente.

Componentes de Incerteza

   

Causa

   

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Diferença de temperatura entre instrumento e padrão.

A

temperatura do padrão de

L=L.αααα. t, onde

   

referência e do comparador de diâmetros internos a ser calibrado atingem a

temperatura exterior com um

L

Dilatação linear

Retangular

 

3

αααα - Média aritmética entre os coeficientes de dilatação linear do comparador de diâmetros internos e do padrão. t - Diferença estimada de temperatura entre

 
 

retardo de tempo que depende

de

suas massas, de suas áreas

o comparador de diâmetros internos e o padrão.

de

exposição ao ambiente e de

Considerar pelo menos 0,5ºC.

suas propriedades de dissipação de calor.

Alinhamento do comparador de diâmetros no sistema de medição.

Fixação inadequada do comparador de diâmetros.

É estimado um erro angular de alinhamento e calculado coseno do ângulo.

Retangular.

2

3

Incerteza da resolução do padrão

Resolução,

valor

de

uma

Para padrão com indicação digital:

   

divisão

de

escala

ou

Último dígito significativo.

Retangular

Para instrumento digital: 12

 

capacidade

de

interpolação

limitadas.

Para padrão com indicação analógica:

 

Valor de uma divisão de escala, capacidade de interpolação do operador ou uma divisão do nônio.

Para instrumento analógico: 2 3

Resolução, valor de uma

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital:

Para instrumento digital:

Para instrumento digital: 12

divisão

de

escala

ou

divisão

de

escala

ou

Último dígito significativo.

interpolação

do

capacidade

de

interpolação

Retangular

 

instrumento

a

ser

limitadas

Para instrumento analógico:

Para instrumento analógico: 6

calibrado.

1/10 do valor de uma divisão de escala.

Para instrumento analógico:

Triangular

 

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Continuação da Tabela 11 – Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de comparadores de diâmetros internos

Medição do erro de indicação e do erro adjacente.

Componentes de Incerteza

 

Causa

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

Probabilidade

Apropriado

Erro

sistemático

do

Diversas

Se não for corrigido, utilizar o valor declarado no certificado de calibração do calibrador, para a faixa de interesse. Somar algebricamente o maior erro, no final, com a incerteza expandida.

   

calibrador,

quando

não

Não aplicável

Não aplicável

corrigido

Linearidade da curva de correção.

Imperfeição relativa ao ajuste da curva de correção, a qual nem sempre consegue sobrepor perfeitamente a equação real, resultando em erros residuais devido a não linearidade da curva real.

Quando o erro sistemático do calibrador for corrigido por uma equação de regressão ou tendência, determinar a linearidade da curva de correção, caracterizada pelo desvio entre a equação real e a equação de tendência. O maior desvio será tido como a linearidade da curva de correção. Somar algebricamente o maior desvio, no final, com a incerteza expandida.

Não aplicável

Não aplicável

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

Tabela 12

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de calibradores traçadores de altura

Medição do erro de indicação com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

   

Causa

 

Método de Determinação

Distribuição de

Divisor

 

Probabilidade

Apropriado

Incerteza herdada

da

Exatidão

limitada

na

Declarada no certificado de calibração dos blocos-padrão como incerteza expandida “U”. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza relativa será o somatório das incertezas individuais de cada bloco-padrão.

 

Fator

de

calibração dos blocos-

calibração. Incerteza de medição na calibração do bloco-padrão.

Normal

abrangência

k

padrão.

expresso

no

certificado

de

 

calibração

dos

blocos-padrão.

Resolução ou valor de uma divisão de escala.

Resolução,

valor

de

uma

Para instrumento digital: Último dígito significante. Para instrumento analógico: Valor de uma divisão do nônio.

   

divisão

de

escala

ou

Retangular

 

capacidade

de

interpolação

limitadas.

Erro

sistemático

dos

Desvio do comprimento central do bloco-padrão em relação ao seu valor nominal.

Declarado no certificado de calibração dos blocos-padrão com desvio do comprimento central “lm”. Somar algebricamente o maior desvio, no final, com a incerteza expandida. Nota: Se forem utilizadas combinações (montagem) de blocos-padrão, a contribuição de incerteza será o somatório dos erros sistemáticos não corrigidos de cada bloco-padrão.

   

blocos-padrão

Não aplicável

Não aplicável

Temperatura

 

Limites

de temperatura

L=L. αααα. t, onde

   
 

estabelecidos pelo laboratório.

Retangular

Ou seja, a variação da temperatura ambiental em relação a temperatura de referência (20ºC).

L – Dilatação linear

αααα - Diferença entre os coeficientes de dilatação linear do calibrador e dos blocos-padrão. Se for desconhecido, assumir pelo menos 2x10 -6 ºC -1 .

 

t - Afastamento máximo da temperatura ambiente, em relação a temperatura de

RM 53 – Orientações sobre declaração da incerteza de medição em metrologia dimensional

rev. 02

referência.
referência.

referência.

referência.
referência.

Continuação Tabela 12 –

Componentes de incerteza a serem considerados na calibração de calibradores traçadores de altura

Medição do erro de indicação com blocos-padrão de faces planas e paralelas.

Componentes de Incerteza

 

Causa

   

Método de Determinação

Distribuição de

 

Divisor

   

Probabilidade

Apropriado

Temperatura

A

transferência de calor pelas

L=L.αααα. t, onde

   

mãos do operador causa uma

Retangular

   

diferença de temperatura entre

L – Dilatação linear

   

o

instrumento que está sendo

αααα -

Média aritmética entre os coeficientes de

calibrado e os blocos-padrão.

dilatação linear do calibrador traçador de alturas e dos blocos-padrão.

t - Diferença estimada de temperatura entre o instrumento que está sendo calibrado e os blocos-padrão. Considerar pelo menos 0,5ºC.

Desvio

padrão

Diversas

 

A função estatística utilizada para caracterizar a dispersão nos resultados é o desvio padrão amostral s(x k ) dos n valores que compõem a série de medições. Nota: Nos casos onde o desvio padrão amostral for igual a zero, aplicar um coeficiente de sensibilidade de na componente relativa a resolução.

   

experimental da média

 

Normal

   

Resolução ou valor de uma

Resolução

ou

valor

de uma

Para sistema de posicionamento digital: Último

Para sistema de posicionamento digital:

Para

sistema

de

divisão de escala do sistema

divisão de escala do sistema de

dígito significativo.

posicionamento

de posicionamento.

posicionamento limitada.

 

digital: 12

 

Para sistema de posicionamento analógico: 1/10 do

valor de uma divisão de escala.

Retangular

 

Para sistema de posicionamento

analógico: 6

Para

sistema

de

posicionamento

analógico: