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E o Joaquim era, de facto, exemplar em tudo o que fazia p.4 Diploma de

E o Joaquim

era, de facto,

exemplar

em tudo

o que fazia

p.4

E o Joaquim era, de facto, exemplar em tudo o que fazia p.4 Diploma de qualidade
E o Joaquim era, de facto, exemplar em tudo o que fazia p.4 Diploma de qualidade

Diploma de qualidade e implementação do programa Eco Escolas

exemplar em tudo o que fazia p.4 Diploma de qualidade e implementação do programa Eco Escolas

O futuro começa aqui!

p.3

do programa Eco Escolas O futuro começa aqui! p.3 Escola Secundária Gafanha Nazaré n . 53

Escola

Secundária

Gafanha

Nazaré

n . 53

ABRIL 2011

ESGN

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Alteração ao funcionamento da ESGN na sequência das obras de requalificação

Encontrando-se a nossa Escola inserida no programa de Modernização da empresa Parque Escolar e estando a iniciar-se a in- tervenção gostaria de me dirigir a todos os Encarregados de Educação a fim de partilhar informação essencial ao bom funcionamento dos serviços, do processo de ensino - apren-

dizagem e da segurança dos alunos e demais intervenientes no processo educativo. No 3º período as actividades lectivas que decorriam nos blocos C e E serão transferidas para os monoblocos que já se encontram identificados e que mantêm as siglas das salas dos blocos iniciais. As aulas de Educação Física, enquanto decorrer a intervenção no Pavilhão Gim- nodesportivo, serão leccionadas na Pisci- na da Gafanha da Nazaré e no Pavilhão da Gafanha do Carmo. Os alunos deslocam-se

a estes locais em autocarros, devidamente

acompanhados no percurso por Professores

e Assistentes Operacionais. Eventualmente poderão decorrer em ou- tros espaços ao ar livre, próximos da ESGN, de acordo com as modalidades a leccionar.

Sempre que houver alteração aos locais ante- riormente referenciados (piscina e pavilhão do Carmo) será enviada informação prévia aos Encarregados de Educação.

O bar de alunos, serviços de reprografia,

papelaria e cantina continuam a funcionar nos mesmos locais. O espaço de atendimento aos Encarregados de Educação não sofre qualquer alteração nesta 1ª fase de obra. Os Serviços Administrativos, Direcção, Bi- blioteca, Centro de Formação e Centro Novas

Oportunidades funcionarão nos monoblocos. Quando, na 2ª fase de obra, as actividades do blocos A e B tiverem que ser deslocadas para os monoblocos já estarão construídos os novos espaços de cantina, bar, reprografia e papelaria, assim como a área administrativa

e de atendimento.

O espaço de obra encontra-se completa-

mente vedado e isolado de modo a garantir

a segurança de todos.

Mensalmente reúne a equipa de segurança, em que participam para além de elementos da obra, elementos da associação de pais

e da direcção da ESGN. Esta equipa toma

conhecimento das fases da obra e analisa os procedimentos previstos de modo a que a integridade dos elementos da comunidade esteja assegurada e que as aulas decorram

com normalidade. Claro que o espaço exterior para os alunos brincarem nos tempos livres se encontra reduzido mas, com boa vontade de todos os elementos, os constrangimentos serão superados. Durante o período de realização de exa- mes não haverá trabalhos de obra para que os mesmos decorram com as condições de silêncio e sossego necessárias. Qualquer anomalia que seja detectada ou referenciada pelos vossos educandos agradeço que seja comunicada para que, de imediato, se providencie a correcção. Qualquer processo de obras acarreta sem- pre constrangimentos e dificuldades. Mas em conjunto e com sentido de cooperação, estou certa, serão minimizados. Gafanha da Nazaré, 4 de Abril de 2011

A Directora, Maria Eugénia Martins Pinheiro

estou certa, serão minimizados. Gafanha da Nazaré, 4 de Abril de 2011 A Directora, Maria Eugénia

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

ESGN:

o futuro começa aqui!

Aos poucos as vedações de obra foram invadindo o nosso recinto escolar, redu- zindo o espaço de recreio, de lazer e o

“estaleiro” ganha forma. Vão surgindo paredes desnudadas e es- paços vazios à medida que os monoblocos vão ganhando vida e muitos de nós sentem- se invadidos por uma certa nostalgia. Não nos podemos esquecer que é na ESGN que passamos a maior parte dos nossos dias. Dias marcados por alegrias

e tristezas.

Dias marcados por tristezas como quando perdemos um professor, um amigo, a quem

a coragem e ânimo, sempre evidenciados,

não foram suficientes para vencer a doença. Mas a integridade, dedicação e serenida- de, do Joaquim Peixinho vão permanecer entre nós. Dias alegres sempre que conseguimos

cumprir a nossa função de comunidade educativa, empenhados na prática lectiva diária, em diversos projectos e actividades do PAA de que o Gafanhoto dá conta. No 3º Período os serviços e activida- des que se concretizavam nos blocos C

e E já decorrerão nos monoblocos. Qual-

Ficha Técnica

COORDENAÇÃO:

Fernanda Alegrete Paula Justiça GRAFISMO E PAGINAÇÃO:

Paulo Pebre REDACÇÃO:

Alunos - Ana Carolina, Ana Marques, Anabela Gomes, Arnaldo Cucu, Cátia Soares, Diogo Ferreira, Francisca Lima, Guilherme Silva, Isabel Vilarinho, João Gil Cardoso, João Gonçalo Silva, Joel Gonçalves, Laetitia André, Luís Rocha, Mafalda Almeida, Maria João Vilarinho, Micael Sousa, Michael Jerson, Miguel Vilaça, Ricardo Lourenço, Rosa Anastácio, Ruben Nogueira, Ruben Teixeira, Sara Seabra, Tiago Fernandes; Alunos do 7º C, 8º D (Diva, Hugo e Joana), 9º A, 11º A, 11º B, 11º C, 11º D e do 12º A; Alunas do 12º D - Ana Catarina, Ana João, Ana Patrícia, Ana Rita, Angela, Bárbara, Carina,

quer obra implica sempre determinados

constrangimentos e, tratando-se de uma intervenção com a envergadura da que vai ocorrer na requalificação da nossa escola esses constrangimentos serão, certamente, acrescidos. Estou certa de que a perspectiva da nova ESGN, de melhor condições de trabalho para todos os intervenientes no processo educativo superará todas as dificuldades.

A mobilização de todos é fundamental

para que os 18 meses previstos para a execução da obra decorram com a maior

normalidade possível. O pessoal docente e não docente tem sido inexcedível no apoio

e colaboração nas mudanças. Os alunos dos

cursos profissionais aplicaram no terreno

os seus conhecimentos, dando vida a novas salas de informática.

É uma nova fase da nossa vida de co-

munidade educativa que começa e que devemos abraçar com o entusiasmo que nos caracteriza. Votos de uma Feliz Páscoa e de uns dias de merecido descanso e que todos possam

regressar dispostos a abraçar o lema: ESGN

– o futuro começa aqui.

Catarina, Cátia, Cristiana, Daniela, Jessica, Margarida, Tânia, Verónica, Yuliya; Novas Oportunidades - Grupos 134, 137, 138 e 139; Amélia Bichão, Isabel Silva, Lurdes Pereira, Margarida Fernandes, Maria Manuela; Alunos do 4º ano da Escola da Cambeia. Colaboradores - Adelina Silva, Casimiro Pinto. Parque Escolar. Professores - Amélia Pinheiro, Artur Lewicki, Dulce Carlos, Dulce Novo, Eugénia Pinheiro, Fernanda Alegrete, Fernanda Matos, Graça Martinho, Isabel Sardo, Luísa Costa, Luísa São Marcos, Manuela Sequeira, Maria João Fonte, Paula Justiça, Paulo Nogueira, Teresa Pacheco, Tiago Lopes.

Editorial.3

gafanhoto
gafanhoto
Teresa Pacheco, Tiago Lopes. Editorial. 3 gafanhoto Índice 02 Obras na Escola 03 Editorial 04 Saudades

Índice

02 Obras na Escola

03 Editorial

04

Saudades

05

Memórias

06

Festas

07

Comenius

08 EcoEscolas

09 Ciências

10 Parlamento dos Jovens 11 Assembleia dos Jovens 12 Saúde e Bem Estar 14 Sexualidade 17 Novas Leituras

20 Escritas

24

Biblioteca

25 Gíria

26 Cinema e Teatro 28 Regiao 31 Redes Socias

33 Online

34 Visitas de Estudo

35 Escola nas Artes 36 Desporto 39 Astrologia

4.Saudades

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

4 .Saudades Escola Secundária da Gafanha da Nazaré “E o Joaquim era, de facto, exemplar em

“E o Joaquim era, de facto, exemplar em tudo o que fazia. Era um homem sereno, bom, reservado, confiante. Era um homem respeitador das diferenças, tolerante, paciente, capaz de ver coisas boas em tudo.”

gafanhoto
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paciente, capaz de ver coisas boas em tudo.” gafanhoto Hoje embalei, com muito cuidado, os azulejos

Hoje embalei, com muito cuidado, os azulejos pintados há dois anos com alunos de 7º ano e que constituem as peças de um painel gigante do Sistema Solar, que um dia será aplicado numa parede da escola nova. São importantes porque marcaram um trabalho elaborado com muito gosto, partilhado com alunos e colegas. Mas tam- bém o são porque guardam a memória de Joaquim Peixinho, professor, que foi quem deu a maior ajuda na concretização deste projecto, porque nele acreditou desde o primeiro dia. Por isso hoje, mais do que guardar com cuidado os objectos, guardei as memórias desse homem que me ajudou a concretizar um sonho, mesmo nos momentos em que parecia tão difícil de realizar e parecia impossível haver um resultado final. Ho- mens assim têm de ser guardados como exemplo todos os dias. E o Joaquim, era, de facto, exemplar em tudo o que fazia. Era um homem sereno, bom, reservado,

confiante. Era um homem respeitador das diferenças, tolerante, paciente, capaz de ver coisas boas em tudo. Para os alunos, mesmo quando se zangava ou desiludia, havia sempre uma palavra de incentivo. Valorizava todas as atitudes positivas,

valorizava cada aluno tal como era, e com isso, fazia com que tentasse ser melhor. Com ele, muitas vezes, partilhei os pro- blemas dos alunos, porque a sua visão ponderada e equilibrada me ajudava a ver as situações com olhos mais brandos.

O Joaquim ficará para sempre com todos

aqueles que com ele tiveram o privilégio de partilhar as aulas, os bons momentos,

as gargalhadas, as angústias, as conversas, os projectos…

O Joaquim ficará para sempre na me-

mória da nossa escola, onde foi professor. Lamento que tenha sido por tão pouco tempo, porque havia ainda muito para com ele aprender.

Fernanda Alegrete

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

A Polish teacher in our school

It was last year in October that we met

teacher Artur. He is tall and thin and has beautiful blue eyes. And, Oh my gosh! He has a Pearl Jam’s t-shirt! Although he was here for only three mon- ths, he gave us some classes and attended others. He is a good teacher! It was a uni- que experience to have a Polish teacher! He

planned a lot of cool activities and taught us

a bit of Polish history. He also pointed out

the similarities and differences between Portugal and Poland. He might be a bit shy but he is the coolest

Adeus, Good-bye, Arrivederci, Adijo - Artur

26 de Janeiro – 4ª-feira – foi o dia esco- lhido para formalizar a despedida do Artur Lewicki, o Assistente Comenius que, ao longo de cinco meses, esteve a colaborar com alguns professores e alunos da nossa escola. Aproveitando a presença de um grupo de Assistentes Comenius de algumas escolas da região, realizou-se na biblioteca da escola mais uma sessão de divulgação e partilha de experiências com os alunos da nossa escola. Dando visibilidade a uma das prioridades da Comissão Europeia para 2011, Juventude

em Movimento, os quatro assistentes, Artur Lewicki da nossa escola, Novella Patroncini, italiana, colocada na Escola Básica E.B.2/3 João Afonso de Aveiro, Giacomo Sandron, também italiano, da Escola Profissional de Aveiro e, por último, Peter Rutar, sloveno, da Escola Básica Ferreira Pinto Bastos, em Ílhavo, partilharam com os alunos presentes as suas vivências em Portugal e deram a conhecer algumas curiosidades sobre os seus países de origem.

A actividade decorreu no período da ma-

nhã e contou com a presença das turmas 9ºA

e B, 10ºB e 11ºC, acompanhados pelos pro-

fessores de língua Inglesa, Cristina Araújo, Helena Silva e Leonor Mendonça, que deste

modo puderam participar num momento único de intercâmbio cultural.

E foi neste ambiente alegre e diferente

que, no final da sessão, um grupo de alunos aproveitou para se despedir, em nome de todos os alunos da escola, do Artur Lewicki, desejando-lhe um bom regresso à Polónia e all the best in the world!

Polish teacher we know and probably the only one we will ever meet. He meant a lot to us because he was funny

and friendly. His classes were always interes- ting and he explained all the subjects very well. It was special to have him as a teacher also because English was the only language we could use to communicate. In our opinion, teacher Artur is a good person and we will always miss him. He has

a special place in our heart. Thank you teacher Artur. You are awesome!

9thA

Dear!

Till the present day I do not know how it was possible that all of you did manage to

fit in the library! A miracle? This was a truly unique experience to me—giving my presen- tation on Poland while speaking to almost all of you that I had been teaching, with your teachers that I had been cooperating with for 4 months and my Comenius friends. And, as if it weren’t enough, a chance for me to say goodbye. This was not the first time I talked about Poland. But never before had it been that intense – the bulk of information condensed in a 15 minute speech. I tried hard, did my best and—even with that flow of speech—I hope that the majority of what

I said was not difficult to grasp. Do you still

recall anything of what I said that day? I am sure you do, you clever students! Even if you remember just one tiny piece of information given at the presentation, it means it was worth the effort. I must admit I am really happy that you had the opportunity to meet my friends—No- vella, Giacomo and Peter, and got to know something about their countries at firsthand.

Believe me or not, this does not happen very often. Once again, I would like to thank you for the farewell you gave me  the gifts, cards, photos, flowers, glasses (yes, 8-) ), letters and the looks (of course, they speak more than words). They mean a lot and they always

will. And by the way, I still do not have the slightest idea of what the shape of Poland is similar to - not a chicken and not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm, sunny day. Teacher Artur

Memórias.5

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not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm,
not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm,
not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm,
not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm,
not a boot, but… Get in touch with me when this occurs to you one warm,

6.Eco Escolas

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6 .Eco Escolas gafanhoto Menção honrosa “Sim este ano o Natal é amarelo” Mail enviado pela

Menção honrosa

“Sim este ano o Natal é amarelo”

Mail enviado pela TeTra pak /aBae:

“Sim, este ano o Natal é Amarelo” supe- rou, em larga medida, as expectativas da organização e nesse sentido, e como forma de reconhecer a excelência do trabalho desenvolvido pela escola, o júri decidiu atribuir uma menção honrosa à Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Fruto do esforço e trabalho de todos, o júri do concurso decidiu ainda oferecer um Forno Solar para que possam de forma “muito ambiental” desenvolver várias actividades na escola. oBrigada a Todos os que TornaraM pos- sível a concreTização desTe projecTo.

O Eco Escolas

pos- sível a concreTização desTe projecTo. O Eco Escolas Hastear da Bandeira Verde do Eco-Escolas Integrada

Hastear da Bandeira Verde do Eco-Escolas

Integrada na Semana do Ambiente foi hasteada no dia 8 de Abril de 2011 pelas 12h, na entrada principal da ESGN, a Ban- deira Verde, que foi atribuída pela ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa) como reconhecimento simbólico do trabalho no ano de 2009/10.

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

no ano de 2009/10. Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Diploma de Qualidade e Implementação do

Diploma de Qualidade e Implementação do Programa Eco Escolas

No âmbito do projecto Eco Escolas, a Escola Secundária da Gafanha da Naza- ré foi agraciada com um prémio de cariz ambiental, nomeadamente o Diploma de Qualidade e Implementação do Programa Eco Escolas.

A nossa escola dinamiza este projecto há mais de três anos consecutivos e por isso foi sujeita a uma avaliação externa no ano lectivo anterior. A avaliação do programa foi feita pela Direcção Regional da Educação sob a supervisão da Associação da Ban- deira Azul da Europa (ABAE) e Centro de Comissão Nacional das Eco Escolas. Além do papel pedagógico do Eco Escolas, foram avaliados outros indicadores com pontua- ção de 1 a 10 que depois foram convertidos em percentagem. A Escola cumpriu com os 7 passos fundamentais do programa e, face

à auditoria externa obteve uma pontuação

que se situou entre os 85 e os 90%, sendo que apenas 6 escolas do Centro, com 3º

ciclo e Secundário, se englobaram neste escalão. Este foi um prémio para todos

nós que só foi conseguido devido ao tra- balho e empenho de todos os elementos da comunidade. Obrigado

- aos alunos que directa ou indirectamen-

te participam nas actividades propostas;

- aos encarregados de Educação pelo

apoio que dão aos seus educandos na con-

cretização das actividades;

- aos professores, em particular aos Di-

rectores de Turma pela divulgação, colabo-

ração e empenho nas actividades;

- ao pessoal não docente pela sua cola-

boração nas actividades em particular pelo trabalho desenvolvido na manutenção dos espaços interiores e exteriores da escola;

- à Câmara Municipal de Ílhavo pelo apoio à concretização de algumas actividades;

- e ao órgão de Gestão pelo apoio que sempre deu ao projecto.

Eco Código

Durante o primeiro período, os alunos do 7º ano, nas aulas de Área de Projecto, elaboram com a ajuda dos seus professores

o Eco Código para a Escola Secundária da

Gafanha da Nazaré. O Eco Código expressa uma declaração de objectivos, traduzi- dos por acções concretas, que todos os membros da comunidade deverão seguir, constituindo assim o código de conduta da escola. O Eco Estudante deverá conse- guir identificar um conjunto de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente na escola, em casa e na sua região.Na semana do ambiente (última semana do 2º período) os posters serão afixados na escola e será eleito o melhor poster para enviar para o concurso da As- sociação da Bandeira da Azul da Europa (ABAE).

da As- sociação da Bandeira da Azul da Europa (ABAE). • Vamos separar o lixo, e

• Vamos separar o lixo, e utilizar o

ecoponto mais próximo;

• Vamos recolher todas as latas de alu-

mínio usadas na escola, para reciclar;

• Para a terra proteger, as pilhas no Pilhão deves meter;

• Ao reduzir e reciclar já estás a

poupar;

• Cada pessoa um pouco pode fazer, e

juntos a diferença vamos ser;

• Um eco-estudante não deixa a tornei-

ra a pingar nem lava os dentes com a água a correr;

• Um eco-estudante não lava a loiça

em água corrente e para não poluir usa pouco detergente;

• O mundo podemos salvar, se menos energia se gastar;

• O eco-estudante em stand-by os aparelhos não deve deixar;

• Se és um eco-cozinheiro, tapa as panelas a tempo inteiro

• Para a nossa horta fertilizar os restos de vegetais vou guardar, para com- posto formar;

• Um eco-estudante a natureza deve proteger;

• Um eco-estudante os animais não maltrata.

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Ciência na Mochila

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Ciência na Mochila “A que nós mais gostámos foi a
Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Ciência na Mochila “A que nós mais gostámos foi a
Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Ciência na Mochila “A que nós mais gostámos foi a

“A que nós mais gostámos foi a do balão (tínhamos um balão entre duas mesas e nós fomos para cima delas e o balão não rebentou)”.

“Ciência na Mochila” é um projecto da Escola Secundária em parceria com o De- partamento do 1º Ciclo. É orientado por professores da escola Secundária e é dirigido aos alunos do 4º ano do agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré. Os alunos do 4º ano da Escola da Cam- beia (alunos da Prof. Graça Riço e Prof. Pedro Mota) também participaram. No dia 9 de Fevereiro fomos à Escola Secundária. Acompanhámos as professoras que nos esperavam e fomos para o laboratório de química e depois para o de física. Lá fizemos muitas experiências, com materiais tão

simples, mas que nós nunca imaginámos que o resultado fosse aquele. A que nós mais gostámos foi a do balão (tínhamos um balão entre duas mesas e nós fomos para cima delas e o balão não rebentou). Também gostámos de outras (metemos leite e corante num prato, depois metemos um líquido verde (detergente de louça) num palito. Ao tocarmos com o palito no leite o corante afastou-se para o lado fazendo desenhos engraçados ( )

Alunos do 4º ano da turma da Professora Graça

Disponível em: http://www.aegafnaz.edu.pt/ images/stories/Noticias/Cale_da_vila/ciencia_na_ mochila_cambeia.pdf

mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química
mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química
mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química
mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química
mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química
mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química

Ciências.7

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mochila_cambeia.pdf Ciências.7 gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química Júnior 2011

ESGN nas Olimpíadas da Química Júnior 2011

gafanhoto ESGN nas Olimpíadas da Química Júnior 2011 Anossaescolafoirepresentadanasolimpí- adas da Química

Anossaescolafoirepresentadanasolimpí-

adas da Química Júnior 2011, que decorreram

no dia 2 de Abril na Universidade de Aveiro, pelas alunas do 8ºC Joana Gomes, Maria Spínola e Sara Rocha. Foi um dia cheio de experiências novas e que correu muito bem.

A nossa escola ficou classificada em 4º lugar

(empatada com outras 80 equipas…). Não trouxemos uma medalha, mas trouxemos a vontade de participar de novo no próximo ano.

Fernanda Alegrete

Olimpíadas da Química na UA

ano. Fernanda Alegrete Olimpíadas da Química na UA Mais uma vez, a escola secundária da Ga-

Mais uma vez, a escola secundária da Ga- fanha da Nazaré participou nas semi-finais

das Olimpíadas da Química que se realizaram no dia 12 de Março de 2011 na Universidade de Aveiro. Da parte da manhã, durante hora

e meia, uma equipa forte e determinada,

constituída pelas alunas Ana Carolina e Ana Marques do 11º B e pelo aluno Luís Rocha do 11º C, demonstrou as suas capacidades de in- terpretação e resolução de problemas. Seguiu-

se o almoço na cantina da Universidade de Aveiro. Na parte da tarde os alunos assistiram

a algumas demonstrações de Química. O dia

terminou com a atribuição de prémios às três equipas vencedoras. Esta competição anual

é dirigida a estudantes do ensino básico e

secundário e pretende sensibilizar os jovens para o estudo da Química e para o papel que ela poderá ter no seu futuro profissional.

Teresa Pacheco

8.Festas

IX Sarau InterEscolas

Decorreu entre os dias 10 e 11 de Março a IX edição do Encontro InterEscolas, pro- movida pela Câmara Municipal de Ílhavo, em parceria com as três EB 2,3 e as duas Escolas Secundárias do Município. Deixamos aqui uma mensagem de para- béns, a todos os que estiveram envolvidos no evento, pela excelente prestação!

O Carnaval na Escola

Caravanal

pela excelente prestação! O Carnaval na Escola Caravanal Como é habitual, todos os anos, a Escola

Como é habitual, todos os anos, a Escola Secundária da Gafanha da Nazaré organiza um Caravanal. Este ano, não foi excepção, e portanto no dia 4 de Fevereiro de 2011 a escola escolheu um tema, mas ao contrário dos outros anos, em que fazíamos um desfile pela rua até à praça da Gafanha da Nazaré, onde depois seria premiado o aluno com o melhor disfarce, foi passado na escola, com muita música, espaço decorado, premiação do melhor disfarce e repleto de diversão. O tema, derivado ao facto de o dia da mulher calhar no mesmo dia do Carnaval, foi “Mulheres importantes da história” e quem ganhou o prémio de melhor disfarce, dos rapazes foram os “Nerds” e das rapari- gas foi a Andreia Matos da turma do 11º F, pois a sua personagem era a “Eva” e como tal teve de construir um vestido feito com folhas verdes, o que deu bastante trabalho. Foi um dia repleto de diversão e mutua- mente cansativo.

Carina Ferreira 12ºD

gafanhoto
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e mutua- mente cansativo. Carina Ferreira 12ºD gafanhoto Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Sarau Dia

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Sarau
Sarau

Dia 14 de Janeiro, deste ano, o espectá- culo começou às 21:30h com a abertura de uma dança com focos, em seguida houve outras actuações e em cada intervalo houve a entrega dos diplomas. As actuações foram realizadas pelos alunos da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, alunos dos Curso Profissional de Animação Sociocultural do 10º, 11º e 12º anos, e alunos da professora Manuela Sequeira, de Educação Física; no final o espectáculo acabou com um pequeno te- atro do grupo da Associação de Pais, uma pequena comédia sobre a Escola. O espectáculo foi apresentado por 2 alunos de cada ano do curso profissional

de animação sociocultural. No 10º ano foram os alunos Margarete Leal e Duarte Magalhães, do 11º ano foram as alunas Catarina Pereira e Beatriz Caçoilo, e do

12º ano foram as alunas Carina Ferreira e Margarida Rocha.

A noite passou a correr, com muita agita-

ção e nervosismo nos bastidores, e muita

diversão e empenhamento nas actuações realizadas. No espectáculo houve algo nunca aqui feito, um teatro de sombras, “A Formi-

guinha”, realizado pelas alunas do 12ºD.

O sarau acabou por voltas das 23:30h e

foi um tempo bem passado.

Ana João Santos Vaz, 12ºD

pelas alunas do 12ºD. O sarau acabou por voltas das 23:30h e foi um tempo bem

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Projecto Comenius

Miéres 2011

da Gafanha da Nazaré Projecto Comenius Miéres 2011 30 janeiro No final do dia 30 de
da Gafanha da Nazaré Projecto Comenius Miéres 2011 30 janeiro No final do dia 30 de

30 janeiro No final do dia 30 de Janeiro, depois de

uma viagem de cerca de 11 horas, chegámos

a Mieres, nas Astúrias e fomos recebidos

pelas nossas famílias de acolhimento. No primeiro dia de encontros, segunda-

feira, fomos recebidos na escola por alunos

e professores espanhóis. Uma aluna mos-

trou-nos a escola e de seguida assistimos a um espectáculo com canções e encenações. Os países que estavam representados – Espanha, Portugal, Roménia, Holanda, Alemanha e Turquia – foram saudados pelo director da escola. Depois de uma pausa, apenas os alunos estrangeiros assistiram

a uma pequena apresentação sobre a his-

tória e cultura de Espanha, seguida de um concurso, em grupos, sobre este tema. No final das aulas, pelas 14.15, cada aluno foi para a sua casa de acolhimento.

pelas 14.15, cada aluno foi para a sua casa de acolhimento. 1 Fevereiro No dia 1

1 Fevereiro No dia 1 de Fevereiro dividimo-nos em

grupos para assistir a aulas de Inglês ou Espanhol. Por volta das 9 horas teve lugar um workshop de Arte na biblioteca. Com esforço e ajuda de “nuestros hermanos”, fizemos pulseiras com as respectivas cores das bandeiras de cada país. Todos jun- tos, estudantes Espanhóis e visitantes, dirigimo-nos à Câmara Municipal, onde fomos recebidos pelo presidente da Câmara de Mieres. Às 17.30, no ginásio da escola, houve um convívio entre todos os participantes no projecto, alunos e famílias de acolhimento. Nessa altura, pudemos assistir a música e dança típicas das Astúrias e saboreámos pratos típicos da região.

das Astúrias e saboreámos pratos típicos da região. 2 Fevereiro Com vídeos sobre as Astúrias, foi

2 Fevereiro Com vídeos sobre as Astúrias, foi como iniciámos o dia 2 de Fevereiro, segundo dia de estadia. Seguidamente, tivemos oportunidade de conhecer Covadonga; visitámos a Catedral, a Ermida de Nos- sa Senhora de Covadonga, padroeira das Astúrias, e uma fonte com um mistério:

diz-se que quem beber das sete bicas, casar-se-á dentro de um ano. Após deixar Covadonga, rumámos para Norte, para a costa, onde almoçámos e apreciámos as

Comenius.9

gafanhoto
gafanhoto
onde almoçámos e apreciámos as Comenius. 9 gafanhoto praias e a natureza da costa. Depois de

praias e a natureza da costa. Depois de muito convivermos, voltámos para Mieres.

costa. Depois de muito convivermos, voltámos para Mieres. 3 Fevereiro Já um pouco tristes pelo pensamento

3 Fevereiro

Já um pouco tristes pelo pensamento de

deixar Mieres, o nosso último dia de esta-

dia, três de Fevereiro, assistimos a mais uma aula de Inglês, após o que, separados em pequenos grupos, participámos em workshops de música e tecnologia. Depois

de uma pequena pausa, efectuámos a Caça ao Tesouro percorrendo a cidade de Mieres. Por último, no almoço de despedida, acompanhámos os pratos típicos servidos com sidra, a bebida típica.

A nossa viagem de regresso teve início

às 16.45. Foram quatro dias marcantes, vivemos

de tudo e apaixonámo-nos pela gente e pela cidade. Tristeza por partir, alegria

e gratidão por lá estar e vontade de lá

voltar, são os sentimentos que nos ficam.

O início de fortes laços de amizade foi

marcante neste encontro; estes laços foram

construídos não só em ambientes escola- res, mas principalmente em ambientes extra-curriculares, como a ida a Oviedo e as saídas a bares.

Cátia Soares, Luís Rocha, Joel Gonçalves, Rosa Anastácio, Tiago Fernandes

10.Parlamento dos jovens

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
jovens Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto Projecto de Recomendação: exposição de MoTivos: Nos dias

Projecto de Recomendação:

exposição de MoTivos:

Nos dias de hoje enfrentamos os proble- mas de violência no meio escolar, que a cada dia se torna mais evidente. Diaria- mente somos confrontados com notícias, em vários órgãos de comunicação social,

de situações de várias formas de violência em meio escolar.

A falta de legislação relativa aos casos

de violência nos meios escolares conduz a que a maioria das escolas não sancione a violência no seu meio. Torna-se imprescin- dível a prevenção. Por esse motivo, a nossa primeira propos- ta vai no sentido de motivar para a prática

da não-violência, de sensibilizar para a pro- moção de relações interpessoais saudáveis, baseadas na partilha de ideias e valores, na tolerância e respeito pela identidade individual.

A nossa segunda medida assenta no pres-

suposto de que cada indivíduo é fruto do meio familiar em que se insere. É funda-

mental o envolvimento da família, tanto do agredido como do agressor, na tentativa de resolução dos conflitos e das suas causas. Reconhecendo que é essencial a protec- ção do anonimato, tanto da vítima como das eventuais testemunhas, propusemos

a criação de um mecanismo que permita a

denúncia de situações de violência sem que

o agressor toma conhecimento da identidade do delator.

Medidas propostas:

1. Realizar sessões de esclarecimento/palestras ou debates, em espaço aberto à partilha e aconselhamento, sobre o tema violência em meio escolar.

Acta da Sessão escolar

Parlamento dos Jovens

Aos vinte e um dias do mês de Janeiro de dois mil e onze, pelas dez horas e dez minutos, realizou-se na biblioteca da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré a sessão escolar do Parlamento dos Jovens, presidida por Sara Oliveira, aluna número doze do décimo primeiro ano da turma F. Com a presença de todos os membros eleitos das cinco listas, deu-se início à sessão, com a seguinte ordem de trabalhos:

ponTo uM

– Aprovar o Projecto de Recomendação da Escola.

ponTo dois

– Eleger os respectivos deputados à Ses-

são Distrital e, entre estes, o respectivo candidato à Mesa daquela Sessão.

ponTo Três

– Propor um tema de debate na edição do

Parlamento dos Jovens para o ano que vem.

No início da reunião os deputados re- presentantes das cinco listas começaram por expor as suas medidas, após o que se iniciaram as inscrições para o debate. Neste constaram perguntas/dúvidas e esclareci- mentos das respectivas medidas, durante trinta minutos. De seguida, procedeu-se à votação para aprovar o projecto de reco-

mendação da Escola. A primeira proposta de fusão de medidas foi proposta pelas listas C e D a saber: a medida três da lista E, a medida um da lista D e a medida três da lista C. Desta resultou a primeira medida proposta pela escola: Financiamento e apoio dos vários cursos. Estes passariam pela existência de salas adaptadas, bem como material disponível para o normal decurso das actividades de cada curso, em especial, nos cursos profissionais. Visa também a aproximação dos estudantes ao mundo do trabalho, através de está-

2. Criação de um gabinete de apoio à vitima de violência em meio escolar, ao agressor e aos pais de ambos, para que possam ser acompanhados por um profissional.

gios remunerados em locais para o efeito. De seguida, foi proposta uma nova fusão de ideias pela lista B: a medida três da lista E, a medida dois e três da lista D e

a medida dois da lista B. Desta resultou

a segunda medida proposta pela escola:

controlo efectivo das Câmaras Municipais sobre as Escolas Secundárias, devido à necessidade de aumentar a qualidade e eficácia dos sistemas educativos, propo- mos que as Câmaras Municipais assumam um papel mais interventivo em relação às

Escolas Secundárias, uma vez que um euro dispendido pelas mesmas se torna mais rentável do que dois euros dispendidos pelo Governo. Tendo em conta que estas

têm maior proximidade com as escolas, têm consequentemente uma maior consci- ência dos problemas das mesmas e maior facilidade em resolvê-los. Deste modo, o

apoio financeiro às artes performativas e ao

Desporto-Escolar seria evidente. A terceira proposta foi feita pela Lista B, que seria

a sua medida número dois. Da discussão

resultou a seguinte medida: ausência de aulas de substituição para os alunos dos

cursos Científico-tecnológicos, no entanto

a existência das mesmas nos cursos pro-

fissionais, uma vez que o currículo dos

segundos assim o exige. Deu-se cumprimento ao ponto dois da

ordem de trabalhos com a eleição dos de- putados à Sessão Distrital e, entre estes,

o respectivo candidata à Mesa daquela

Sessão. Os três deputados eleitos foram:

Catarina Gomes (dezasseis votos), Cata- rina Pereira (treze votos) e Nuno Afonso (três votos). Por ultimo cumpriu-se o ultimo ponto da ordem de trabalhos, a proposta de um tema de debate na edição do Parlamento dos Jovens para o ano que vem. Foram sugeridos o acesso ao ensino superior e a rede de transportes existentes nas Escolas.

3. Criação de um email para que as vítimas/ou testemunhas de violência em meio escolar possam alertar os profissionais do gabinete de apoio à vitima, para posterior acompanhamento.

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Assembleia dos jovens.11

Secundária da Gafanha da Nazaré Assembleia dos jovens. 11 gafanhoto Assembleia Municipal Jovem No dia 11
gafanhoto
gafanhoto
da Gafanha da Nazaré Assembleia dos jovens. 11 gafanhoto Assembleia Municipal Jovem No dia 11 de

Assembleia Municipal Jovem

No dia 11 de Março um grupo de alunos do ensino básico da nossa escola participou

na Assembleia Municipal Jovem (CMI). No total foram cinco as escolas participantes:

EB 2,3 da Gafanha da Nazaré, EB2,3 da Gafanha da Encarnação, Escola Secundária Celestino Gomes e EB 2,3, ambas de Ílhavo. A sessão iniciou-se com uma simpática recepção e breve explicação da forma como decorreriam os trabalhos. Seguidamente,

o Sr. Carlos Sarabando, vice-presidente da

assembleia, fez a apresentação das funções

deste órgão deliberativo, sua constituição, regimento e periodicidade de reuniões. O momento que se seguiu contou com a pre- sença do Sr. Presidente Ribau Esteves, que de imediato cativou os alunos. Os jovens tiveram oportunidade de colocar questões sobre as suas preocupações em relação

a qualquer assunto do seu interesse. Os

nossos alunos não ficaram nada intimida- dos com o protagonismo e colocaram três questões: a do Tiago Ferreira, 9ºD, sobre as condições para a prática de canoagem (é praticante), a do João Bola, 9ºA, sobre

“inter-escolas”. que não contou com a pre- sença das escolas de Ílhavo na Secundária da Gafanha da Nazaré como era esperado,

e a Maria Miguel, 9ºC, apelando ao uso

das salas com espelhos do centro cultural

para os “Pestinhas” e para outro grupo de dança da Gafanha da Nazaré. Durante 70 min, o Sr.Presidente respondeu a tudo, sempre com muito humor e de forma muito cativante. O João chamou a atenção pelas suas in- tervenções acaloradas e foi entrevistado por um repórter da rádio presente. Chegou a hora do almoço, apetitoso e bem servido, nas instalações da Câmara, e houve ainda tempo para um café oferecido pelo Sr. Carlos Sarabando aos professores acompanhantes e aos nossos alunos, que simpaticamente se sentaram na mesma mesa. Da parte da tarde deu-se início ao debate. Apresentadas as propostas, seguiram-se as questões e as argumentações. Todas as propostas foram questionadas pelos nossos alunos. Estiveram sempre muito bem e colocaram questões pertinentes. Portaram-se muito melhor do que muitos deputados. A nossa proposta foi aprovada com 12 votos a favor, 4 contra e 9 abs- tenções. Foi um dia bem passado e uma experi- ência muito gratificante até pelo civismo demonstrado por todos os alunos presentes, sempre respeitadores das regras básicas do debate.

“Assembleia Municipal Jovem”

O projecto

O projecto “Assembleia Municipal Jo-

vem” resulta da necessidade de incentivar

os jovens munícipes a participar activa-

mente na vida do Município, e que não se esgota, de todo, na sua organização em torno de Associações Juvenis ou Grupos Informais de Jovens.

• Assim a realização desta iniciativa

tem como princípios:

Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política; Sublinhar a importância da sua contri- buição na resolução de questões que afec- tam o seu presente e o futuro individual e colectivo, fazendo chegar as suas propostas junto dos órgãos do poder político; Incentivar as capacidades de argumen- tação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da vontade da maioria.

Disponível em: http://juventude.cmvfxira.com/index.

php?option=com_content&view=article&id=132

12.Saúde e bem estar

12 .Saúde e bem estar Inquérito “Saúde e Protecção Animal” No âmbito da disciplina de Área

Inquérito

“Saúde e Protecção Animal”

No âmbito da disciplina de Área de Pro- jecto 12º ano, realizámos um inquérito (dia 4 de Março) que visa conhecer o relacio- namento da comunidade escolar com o tema “Saúde e Protecção Animal”. Desta forma, conseguimos inquirir 116 pessoas, entre alunos, professores e funcionários. Perante os resultados, constatámos que:

-A maioria dos inquiridos possui animais de estimação; -O hotel animal e o canil são opções ex- cluídas pelos inquiridos, quando estes vão de férias, optando por deixar os animais em casa ou com familiares; -Quanto às idas ao veterinário, os inqui- ridos apenas recorrem a este tipo de locais em caso de acidente ou doença do animal, ou em alguns casos, para vacinação deste; Na opinião dos inquiridos os hotéis ani- mais, apesar de serem boa influência, são também considerados um luxo; Tristeza e revolta são as opções mais

Sessão e Rastreios

Saúde Oral

A higiene oral é o factor mais importante para evitar o aparecimento das doenças orais. Por essa razão, as turmas do 7º ano nos dias 7 e 10 de Fevereiro participaram numa sessão de informação sobre Saúde Oral promovida pela Dr.ª Emília, Higienista Oral do Centro de saúde de Ílhavo. Após

escolhidas, relativamente ao sentimen- to, quando se vê um animal abandonado, ninguém demonstra sentir alegria quando observa este tipo de situação. Podemos então concluir que a população em geral mostra alguma familiarização com este tema, pois é uma realidade com a qual convivemos. Através deste inquérito, apercebemo-nos que este não é um tema in- diferente à comunidade escolar, que revela que os animais de estimação são essenciais na vida humana. Podemos também referir o facto dos inquiridos se mostrarem sensibi- lizados quando se deparam com situações de abandono de animais, referindo que em caso algum abandonariam o seu animal. A opinião da comunidade escolar acerca das pessoas que abandonam os animais gira à volta de adjectivos como: insensíveis, repugnantes, cruéis e inconscientes.

Grupo de Área de Projecto, 12º A – Anabela Gomes, Mafalda Almeida, Micael Sousa, Michael Jerson

os conselhos sobre a melhor forma de manter a saúde oral , seguiu-se o rastreio oral para diagnóstico da cárie dentária. As cáries surgem nos espaços entre os dentes, pelo que só o profissional de saúde oral, após exame clínico, consegue identificar essas lesões.

Comentários dos alunos do 7ºC:

Ana Carolina: -A actividade foi muito divertida e vantajosa. A vantagem desta acti- vidade foi, sobretudo, o facto de ficarmos a saber algumas coisas que não sabíamos. Aprendemos novas maneiras, fáceis e diferentes, de tratar a nossa boca e os nossos dentes. Foi uma actividade completamente nova no que diz respeito à abordagem. Ricardo Martins: -Considerei esta actividade interessante, porque ficámos a saber como lavar melhor os dentes, a usar o fio dentário e a saber como estavam os nossos dentes, se estavam bons ou “podres”. Guilherme Pires: -Achei esta actividade divertida, porque não fazia ideia que aquela era a forma de usar o fio dentário.

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto TEENAGE DEPRESSION When you are a teenager, your body

TEENAGE

DEPRESSION

When you are a teenager, your body and your personality change a lot. Because of this you often have bad days. On these days you feel like staying at home watching TV and eating sweets rather than being with your friends. This can sometimes lead to a more serious situation – depression. The best thing to do is to talk with your family and eventually, see a doctor or a therapist. If you look for help early, the treatment will be effective and there will be nothing to worry about. syMpToMs Less interest in their favorite activities. Spending more time alone. Watching more TV. Paying less attention at school. causes Genetics. Losing a loved one. Being around stressed or negative people. consequences Bad marks. Bad family environment. Loneliness. More arguments with parents and friends.

Loneliness. More arguments with parents and friends. “Don’t smoke! There are cooler ways of dying.” :)

“Don’t smoke! There are cooler ways of dying.” :)

“If you smoke, you can choke!”

Francisca Lima, 9ºB

Diogo Ferreira, 9ºB

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
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Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto Entrevista Amanda Decidi fazer esta entrevista porque achei

Entrevista

Amanda

Decidi fazer esta entrevista porque achei interessante

o problema que a Amanda tinha e achei curioso o facto de saber o que

é que ela acha da maneira

como é vista na sociedade e como as pessoas a vêm.

Após esta introdução a Amanda apresen- tou-se e começou por dizer que, na Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, a qual frequenta e está no 11º ano, no curso de Animação Sociocultural, foi bem recebida. A Amanda afirma que: ”em todas as escolas que frequentei era sempre bem recebida, pelos alunos, pelos meus colegas de turma, pelos professores e também pelos funcionários”. Uma das questões que eu coloquei à Amanda era se ela achava que os alunos e todos os funcionários da escola Secun- dária da Gafanha da Nazaré a tratavam de forma especial, ou seja, se a tratavam melhor que nas outras escolas onde ela andou, se a ajudavam em tudo o que ela precisava e em termos de amizades, se ela tem laços afectivos mais fortes nesta escola, em comparação com as escolas que ela frequentou antigamente. Ela respondeu-me que sim, tinha ami- zades em todo o lado e que na escola fez amizades para toda a vida, quer na escola actual, quer nas escolas anteriores, no en- tanto existem aquelas pessoas que marcam mais que outras, o que é normal. Perguntei-lhe também se quando ela entrou na escola secundária da Gafanha da Nazaré sentiu um choque tremendo, porque não estava à espera do que ia encontrar, ou entrou pelo portão adentro e disse para ela

Saúde e bem estar.13

pelo portão adentro e disse para ela Saúde e bem estar. 13 própria: “eu espero que

própria: “eu espero que seja diferente”. A Amanda disse, nem uma nem outra opção,

e retorquiu para ela própria: “vou levar

isto na descontra e na desportiva”. Decla-

ra ainda que: “se não levar isto tudo na desportiva, não sou capaz de andar com a minha vida para a frente”. A Amanda é uma rapariga com muito pensamento positivo,

o que é bom, no caso dela, por ela ser por-

tadora de deficiência física, depende dela própria, apesar de tudo, tentar entender a sociedade e ao mesmo tempo a sociedade tentar entendê-la a ela. Uma das coisas que ela declarou foi:

“tenho momentos bons e momentos maus, como toda a gente tem. Eu também tenho, sou humana, tenho sentimentos como uma pessoa normal, só tenho limitações que tenho de ultrapassar, porque se eu não

ultrapassar isto, como é que eu vou viver? Como é que eu vivo? Eu penso assim apesar de haver pessoas que não pensam da mesma maneira que eu,

o que não é obrigatório, mas se pensarem

assim como eu conseguem levar a vida para a frente.” Agradeci à Amanda pela entrevista e pelo tempo que lhe ocupei, gostei muito de a fazer e disse-lhe que se ela alguma vez precisar de mim, já sabe que pode contar

sempre comigo! Verónica Merendeiro Silva, 12ºD

Entrevista

Homossexualidade

Sou uma Aluna do 12º ano

e escolhi, para entrevistar, uma

pessoa da escola cuja orientação sexual é diferente da grande maioria da população escolar, para falar sobre um dos grandes tabus da sociedade,

a Homossexualidade.

Entrevistadora: Boa tarde. Entrevistada: Boa tarde. Entrevistadora: O que me levou a fazer-te esta entrevista foi o facto de seres uma pessoa “ diferente “ aos olhos da socie- dade. Como encaras as pessoas quando te olham de lado ou comentam? Entrevistada: Não encaro nem bem nem mal, por mim que pensem o que quiserem, não tenho nada a esconder. E quem quiser que resolva esses problemas comigo. Entrevistadora: Quando é que te aperce- beste que eras homossexual? Entrevistada: Quando comecei a ter uma pequena atracão por uma rapariga. Entrevistadora: És assumida perante a tua família? Entrevistada: Sim, sou. Entrevistadora: Como reagem os teus pais perante as tuas escolhas? Entrevistada: Só dizem, se assim sou feliz não me vão criticar, apenas apoiam-me. Entrevistadora: Alguns dos teus amigos

deixaram de o ser por saber da preferência? Entrevistada: Não, os verdadeiros amigos sempre me acompanharam e me apoiaram em tudo. Entrevistadora: Sentes-te discriminada ou inferior às outras pessoas? Entrevistada: Não, por completo, cada um

é feliz da maneira que acha melhor. Não

é por ter outra preferência que tenho de

ser discriminada, porque a pessoade que gostamos pode ser do mesmo sexo, mas é um ser humano. Entrevistadora: Concluindo, o que acon- selhas as pessoas que têm vergonha de se assumirem perante as outras pessoas a fazerem? Entrevistada: Podem ter “ medo” ou “ vergonha”, mas assumir-se é a melhor solução, quer dizer, isso também se dife- rencia de família para família. Mas acho melhor que se assumam para não terem nada para esconder do que as pessoas desconfiam ( “ Assume-te e vive a vida ao lado da pessoa que amas” ).

Entrevista realizada por: Bárbara Soares, 12ºD

14.Sexualidade

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Riscos e riscos

A adolescência

A adolescência é uma fase da vida em que ocorrem

grandes oportunidades, mas também alguns comportamentos de risco. É na adolescência que ocorre o

despertar para as primeiras paixões. O amor, a atracção e

o desejo são vividos de uma maneira arrebatadora, forte

e eterna. No amor, o jovem sente-se grande, invulnerável e capaz de vencer tudo… E este pode ser um dos primeiros riscos do qual não tem, por vezes, uma noção real.

Com o despertar das hormonas, começa a olhar de maneira diferente para o(a) colega da carteira ao lado ou para o(a) amigo(a) que o(a) acompanha a casa todos os dias. Quando finalmente consegue conquistar quem pensa ser o grande amor da sua vida surgem outros medos e preocupações. Será que estou preparado(a)? Na sua men- te conflituosa emergem pontos e pontos de interrogação, riscos e mais riscos… o “risco” de não saber dar um beijo, a ansie- dade da primeira relação sexual, o risco de uma gravidez não desejada, o risco de

Comentários dos alunos:

uma infecção sexualmente transmissível. O início da vida sexual é uma aventura fantástica para a qual se deve preparar , evitando as angústias, medos e receios que fazem parte do crescimento. Ser adolescen- te é procurar a sua independência, a sua maneira de estar, a sua companhia, o seu prazer, a sua autonomia, e não significa ter de… correr riscos desnecessários! Ser adolescente é ser inteligente e… estar bem informado!

Maria João Fonte Coordenadora do Projecto Promoção e Educação para a Saúde

gafanhoto
gafanhoto
do Projecto Promoção e Educação para a Saúde gafanhoto Actividades acção de inForMação soBre “sexualidade e

Actividades

acção de inForMação soBre “sexualidade e aFecTos” Decorreu entre os dias 18 de Janeiro e 1 de Fevereiro na ESGN, uma acção de informação sobre sexualidade e afectos, destinada aos alunos das turmas A,B,C e D, do 11º ano. Esta acção esteve dividida em 3 sessões, dinamizadas pelo Dr. José Pedro e Dr.ª Gisela do Centro de Saúde de Ílhavo. A partir dos objectivos traçados foi efectuado um levantamento de questões para serem objecto de aprofundamento por parte dos alunos. Pretendeu-se sensibilizar os alunos para os problemas éticos, sociais, afectivos e biológicos relacionados com a sexualidade e afectos… assim como para a tomada de decisões face aos assuntos abordados, e que nos preocupam significativamente, enquanto indivíduos e partes integrantes de uma sociedade.

11º A - “Gostámos muito desta actividade, pois o abordar do tema foi feito de forma diferente, de uma forma mais interactiva, favorecendo a nossa compreensão e pondo-nos mais à vontade…” “Gostaríamos que esta actividade se voltasse a repetir.”

11º B - “Foi uma palestra muito interessante e muito produtiva, pois proporcionou aos alunos a aquisição de novos conheci- mentos e também o esclarecimento de dúvidas… foi importante para alertar os alunos sobre os riscos das doenças sexualmente transmissíveis, um problema comum para a juventude na socie- dade dos nossos dias.” “A palestra «A sexualidade e os afectos»… deu-nos novas noções, conhecimentos e conceitos, assim como elucidou dúvidas que possuíamos e ideias erradas que tínhamos… foi uma iniciativa produtiva e diferente do habitual, que não nos deixou indiferentes, sendo uma experiência que deixa a desejar repetição.” “Foi uma palestra extremamente didáctica e interessante, bem estruturada e organizada… permitindo-nos abordar os mais variados temas relacionados com a sexualidade, sem qualquer tipo de preconceito.”

11ºC - “… as três sessões foram muito esclarecedoras e divertidas, embora tenham tido uma duração muito breve, considero que isso deveria ser um aspecto a alterar no futuro…” “… balanço das actividades é bastante positivo. É importante

a divulgação e discussão do tema, bem como a sensibilização

da comunidade educativa… estes projectos são essenciais na educação dos jovens.” “Foi mantida a comunicação entre os alunos, o que aumentou o interesse da sessão.” “… foi bom para relembrar que não é o acto sexual o mais impor- tante, mas sim os afectos trocados entre o casal.” “Achei que as sessões do PES foram muito interessantes e a forma como as apresentaram foi muito original. Pôr os alunos a parti- cipar, apresentando trabalhos, é uma boa forma de nos chamar mais facilmente à atenção. Ao fazê-lo, acho que nos ajudou a ter menos vergonha com estes temas.” “Para mim foi um bom projecto, porque há muitos mitos e tabus que nós não conseguimos entender nem esclarecer com familiares ou amigos, por vergonha.”

11º D - “O trabalho que nos foi proposto permitiu-nos tomar co- nhecimento de algumas coisas que nunca parámos para pensar.” “Acho que foi interessante… foi bom para eu compreender melhor

a sexualidade, porque pensava que sabia muito, mas afinal não

sabia nada.” “… foi um bom método de esclarecermos as dúvidas que tínha- mos e de aprendermos novas coisas acerca do nosso corpo e da nossa sexualidade. Foi uma maneira divertida de adquirir novos conceitos.”

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Sexualidade.15

Secundária da Gafanha da N a z a r é Sexualidade. 15 “Violência no namoro” Apesar

“Violência no namoro”

Apesar do silêncio, a violência não deixa de ser um dos maiores problemas sociais deste século.

As marcas físicas e psicológicas da vio- lência podem ser intensas e não falamos apenas de ferimentos, infecções sexual- mente transmitidas ou gravidezes não desejadas. Não podemos esquecer que o uso da coacção psicológica, da “chanta- gem” enquanto abuso do poder, é também frequente, sendo em muitos casos, uma

Comentários dos alunos:

10ºF - Paulo Alexandre: -Foi uma activi- dade diferente e gostei, particularmente, da parte da interacção com o público. Foi bom para nos preparar para a vida. Vasco Martins: -Com este workshop, sin- ceramente entendi porque sinto ciúmes! Leandro Ferreira: -O workshop foi bom e percebi o quão importante é estar com os outros para os ajudar e para que nos ajudem. Filipe Cirineu: -Aprendi que muitas pesso- as, nas relações, são manipuladas. Quando começam a namorar, deixam os amigos de lado, porque o namorado ou a namorada não querem que o outro membro da relação esteja com os amigos. O ciúme não é a forma de mostrar que se ama, mas sim as descon- fianças que se sentem pelo namorado(a). 9ºD - A turma do 9ºD gostou imenso desta actividade. Destacamos o teatro como o mo- mento alto desta palestra. A peça espelhava algo bastante comum nos nossos dias e o facto de o público poder interagir e alterar o decorrer da história, tornou-a ainda mais atractiva. Nós, os jovens, não devemos, perante uma situação de violência, responder também com violência. É fundamental que haja di- álogo no namoro e que ambos se respeitem. Foram abordados vários aspectos relaciona- dos com o namoro e que nós não podemos esquecer nem ignorar. Consideramos que actividades deste género deveriam ocorrer com mais frequência. 10ºC - A palestra foi educativa, esclarece- mos as nossas dúvidas e pudemos também falar abertamente sobre o tema abordado. Achámos porém, que a palestra foi muito longa e um pouco cansativa.

forma que o agressor usa para confundir e criar situações de grande ansiedade e angústia na vítima. Existe violência sexual a partir do mo- mento em que alguém (homem, mulher, rapaz, rapariga) é forçado a ter contacto sexual. Mesmo numa situação entre pessoas casadas ou namorados.

“Na nossa opinião esta palestra conseguiu pôr-nos a par de um assunto que afecta mui- tas relações. Foi interessante por que foram apontadas soluções para alguns problemas que podem afectar relações de adolescentes e, consequentemente, dos futuros adultos. Foram também apresentados exemplos de algumas situações reais que, pelo que con- seguimos ver e perceber, prejudicam certos relacionamentos. Foi-nos dada oportunidade de nos colocarmos no lugar da vítima para que compreendêssemos melhor como se podem enfrentar estas situações e como a vítima se sente realmente. Gostámos desta palestra e pensamos que pode ter contribuído para futuros relacio- namentos.”

Inês Fernandes e Bruno Silva, 9ºA

Eu gostei muito da palestra “Violência no Namoro”. Fiquei a saber coisas que nunca me tinham passado pela cabeça! Aprendi muito com esta sessão. Foi a melhor que já vi na minha vida! Penso que quem apresentou a nossa foi o João, a Raquel e a Mafalda. Eles eram muito “a nossa onda” e tinham tudo muito bem estudado! Foi a única palestra em que acho que ninguém apanhou seca. Foi muito oportuna! A sério, foi a melhor! Venerei!

Inês Franco, 9ºA

“As sessões sobre “Violência no Namoro”

foram interessantes, divertidas e educativas. Cativaram bem a nossa atenção e interesse. Dramatizaram uma situação de violência

numnamoro,quepodeserverídico,pedindo-

nos para apresentarmos os problemas e as respectivas soluções. Resumidamente as sessões foram fixes.”

Vasco A. Fernandes e André Carvalho, 9ºA

gafanhoto
gafanhoto
Vasco A. Fernandes e André Carvalho, 9ºA gafanhoto Sabias que: Forçar alguém a ter uma relação

Sabias que:

Forçar alguém a ter uma relação sexual que ele(a) não deseje, quer seja por violência, chantagem ou pressão, seja por pessoas estranhas ou conhecidas, é crime punível por Lei?

As situações de violência sexual são, muitas vezes, difíceis de

denunciar ou sinalizar

medo da vítima induz ao silêncio e ao

segredo, protegendo desta forma o agressor.

Porque o

o que Fazer nesTas siTuações?

queM conTacTar? Existem Gabinetes de Apoio à Vítima, assim como outros espaços que te podem ajudar e orientar nesta situação.

•Sexualidade em Linha

808 222 003

•Associação Portuguesa de Apoio à Vítima

707 200 077

•Gabinetes de Apoio à Sexualidade Juvenil direcções regionais do ipj

não Te esqueças que Todos esTes serviços são anóniMos

e conFidenciais.

16.Sexualidade

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

“Violência entre casais”

Para comemorar o DIA EUROPEU DE APOIO À VÍTIMA, dia 22 de Fevereiro, as turmas do 12º ano (A, B, C, D e E) parti- ciparam numa palestra dinamizada pelo Núcleo de Investigação e de Apoio a Vitimas Específicas (NIAVE) da Guarda Nacional Republicana. Este núcleo tem como ob-

jectivo geral qualificar o tratamento das matérias relacionadas com a problemática da violência cometida essencialmente sobre as mulheres, as crianças e outros grupos específicos de vítimas, e surge em resposta a um problema colectivo: apoiar satisfato- riamente os cidadãos, vítimas de crime.

gafanhoto
gafanhoto
riamente os cidadãos, vítimas de crime. gafanhoto O P r o j e c t o

O Projecto (O)Usar & Ser Laço Branco

Os alunos das turmas do 9º A, B, C e D, do 10º D e F e do 11ºE, F e G, partici- param, nos dias 18 e 25 de Fevereiro, num workshop inserido no Projecto (O)Usar & Ser Laço Branco, promovido pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, em torno de uma causa: NÃO À VIOLÊNCIA EN- TRE OS PARES. As outras turmas do 10ºano já tinham sido alvo desta intervenção no início do ano lectivo. O projecto procurou informar, sensibili- zar e educar jovens através dos seus pares, para prevenirem e combaterem a violência nas relações de intimidade, sejam elas conjugais ou equiparadas, especialmente a violência sobre as mulheres.

Projecto Sexualidade - Menstruação

sobre as mulheres. Projecto Sexualidade - Menstruação A turma do 12º ano da turma D realizou

A turma do 12º ano da turma D realizou um projecto sobre a sexualidade. usando como subtema o ciclo menstrual. No dia 16 de Fevereiro, numa quarta-feira, realizámos uma apresentação sobre o mesmo. Apresentámos primeiro à turma do 10º ano de Animação Sociocultural, elas colabo- raram bastante e responderam às questões propostas e correu muito bem. A segunda apresentação foi à turma do 11º ano de

Animação. Também colaboraram muito, colocando questões/dúvidas. No trabalho falámos sobre o que é a menstruação, como acontece, como usar pensos e tampões, mitos sobre a mens- truação e muito mais. ´Correu tudo super bem e as duas turmas que participaram, e as professoras que colaboraram, Cristina Pereira (Kitty) e Vera Fernandes, gostaram muito.

Cristiana Sardo Santos, 12ºD

CONVITE
CONVITE

Convida-se a comunidade educativa a assistir ao espectáculo Deixemos o sexo em paz( Companhia de Teatro Maria Paulos ), um monólogo em tom de comédia onde a brincar se tratam muito a sério as coi-

sas do sexo que ainda são tabu. 26 de Abril 15 H — Centro Cultural da Gafanha da Nazaré

Projecto Promoção e Educação para a Saúde

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Escola Secundária da Gafanha da N a z a r é No dia 1 de Abril

No dia 1 de Abril de 2011, numa sessão presidida pela Ex.ma Srª Directora Regional de Educação do Centro, Drª Helena Libório,

o Centro Novas Oportunidades

da ESGN procedeu à entrega de certificados a 194 adultos que, em 2010, concluíram o seu processo de reconhecimento e certificação de competências de nível básico e secundário. Foi elogiado o papel interventivo da ESGN, da sua direcção e dos seus professores, na promoção

de ofertas educativas qualificantes

e diversificadas e dirigidas a vários públicos quer no âmbito da educação e formação de jovens quer de adultos

A Directora da ESGN salientou a

importância do polo do Centro Novas Oportunidades , inaugurado em finais de 2010 no centro de Ílhavo que, no primeiro trimestre de 2011, já atingiu um número

muito significativo de inscrições. Os adultos referenciaram a importância deste processo formativo nas suas vidas, quer ao nível da realização pessoal quer como impulso profissional, refutando a ideia de facilitismo e de falta de rigor.

A sessão foi animada pelo coro da ESGN.

gafanhoto
gafanhoto
de rigor. A sessão foi animada pelo coro da ESGN. gafanhoto Novas Leituras. 17 LER+ Debate

Novas Leituras.17

LER+

Debate

pelo coro da ESGN. gafanhoto Novas Leituras. 17 LER+ Debate O Alma-Grande de Miguel Torga Dando

O Alma-Grande de Miguel Torga

Dando continuidade às actividades pla-

passado dia 2 de Fevereiro, na bibliote-

a religião, a tolerância, a eutanásia, a

nificadas no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades - a LER +, realizou-se no

ca da nossa escola, a terceira sessão de debate em torno de O Alma-Grande de Miguel Torga, que contou com a presença de vários adultos que estão a frequentar

morte e a vida. Foi um debate profícuo em grande par- te devido ao envolvimento dos adultos presentes e à participação da enfermeira Carla Silva, que deste modo apresentou uma visão mais profissional dos temas em debate. Assim, foram criadas as con-

o

processo de Reconhecimento, Validação

dições necessárias para que os adultos

e

Certificação de Competências de Nível

presentes pudessem desenvolver e assim

Secundário. Brilhantemente dinamizada pela docente Ercília Amador, após um breve momento

validar alguns Domínios de Referência constantes do Referencial de cada Área de Competências-Chave.

de contextualização do autor e da obra,

a sessão iniciou-se com uma leitura ex-

pressiva do conto, que serviu de ponto de partida para um acalorado debate sobre alguns temas polémicos e sempre actuais

LER+

Leitura

Conto de Natal

Inspirada pelo espírito natalício, a equi- pa do Nível Básico realizou nos dias 16 de Dezembro de 2010 e 4 de Janeiro de 2011 no Centro Novas Oportunidades a actividade “Conto de Natal”, no âmbito do Projecto Novas Oportunidades a Ler +. Esta sessão teve como principal objec- tivo a promoção do gosto pela leitura nos adultos que frequentam o processo de RVC, através do estimular de conversas sobre um

conto. Com esta sessão pretendia-se, ainda, proceder à validação de competências na área de Linguagem e Comunicação e de Cidadania e Empregabilidade. Para esta sessão foram convidados os adultos dos grupos 134, 135, 136, 137, 138

e 139. Foi, ainda, solicitada a colaboração

das professoras Isabel Almeida e Zita Leal, externas à Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, que apoiaram a formadora de Linguagem e Comunicação Ana Ribeiro e as Profissionais de RVC Carina Almeida e Inês Severino na dinamização desta sessão. Nesta sessão procedeu-se à leitura do conto “Arroz do Céu”, de José Rodrigues Miguéis, de seguida, foi solicitada a parti-

A sessão terminou com um simpático

convívio entre todos os elementos presen- tes e a promessa de que novas iniciativas seguir-se-ão com outras obras, outros te- mas e outros adultos.

com outras obras, outros te- mas e outros adultos. cipação dos adultos na elaboração de uma

cipação dos adultos na elaboração de uma continuação do mesmo. Foram, ainda, colo- cados pequenos poemas natalícios, debaixo do tampo da cadeira de cada adulto, tendo sido estes convidados a proceder à sua

leitura em voz alta. Por fim, foi lançado um desafio a todos os adultos pela professora Zita Leal. que sugeriu a realização de um poema sobre o Natal com o contributo de todos. Frase a frase, palavra a palavra, o poema foi surgindo, expressando o desejo de todos de um Natal Diferente. No final desta sessão os adultos demons- traram a sua satisfação relativamente à actividade realizada. Foram, ainda, con- vidados a efectuar um comentário a esta sessão.

A equipa do Centro Novas Oportunida-

des agradece a participação de todos os adultos e das professoras Isabel Almeida

e Zita Leal, que nos presentearam a todos

com uma sessão diferente. Para terminar, só nos resta reforçar o pedido para que todos façam da leitura um

passatempo e desejar a todos um excelente ano de 2011 a LER +

18.Novas Leituras

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
Leituras Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto LER+ Testemunhos No final da actividade foi solicitado

LER+

Testemunhos

No final da actividade foi solicitado a todos os adultos um comentário por escrito à sessão, a inserir no Portefólio Reflexivo de Aprendizagens. Em seguida são dados a conhecer alguns destes comentários/testemunhos. O Centro Novas Oportunidades agradece, desde já, a participação de todos os adultos.

uM serão especial “No dia 4 de Janeiro de 2011 nós, os participantes do processo de RVCC, fomos convidados para um “serão” especial.

Sobe o tema “Ler Mais”, tivemos a sur- presa de ouvir um bonito conto de José Ro- drigues Miguéis chamado “Arroz do Céu”! A seguir ao conto todos fomos convida- dos a dar alguma continuidade à história

e cada um à sua maneira, fizemos inveja

ao Sr. José Rodrigues Miguéis, compondo uma história em cima da outra! De seguida descobrimos uma surpresa escondida debaixo de cada cadeira. Ti- vemos todos direito a um pequeno texto alusivo ao Natal, que depois fomos convi- dados a ler com mais ou menos vergonha. Com velas perfumadas acesas, uma mú- sica ambiente que nos envolvia, fomos convidados pela Prof. Zita a fazer poesia! Acho que quase todos nos “encolhemos” na cadeira, mas só nos foi pedido que, ordenadamente, disséssemos alguma frase que representasse o Natal. Parece mentira mas as frases foram sur- gindo, foram-se agrupando e assim sem darmos por ela se fez “poesia”.

Margarida Fernandes, Grupo 139

FiM de Tarde Foi um fim de tarde diferente. Uma hora

foi o tempo que demorou a assistir à leitura de um conto, conto esse muito bem lido

e muito actual. Gostei muito, foi diferente, senti-me num outro lugar e não na Biblioteca da Escola onde ando a fazer as Novas Oportunidades. Foi envolvente, a participação das For- madoras e dos Formandos na continuação do conto. Também a leitura de pequenos textos em verso por parte dos Formandos foi boa. No final gostei do desafio feito por parte de uma das Formadoras, para que cada pessoa desse uma pequena frase sobre o

Natal, e daí pudesse sair um poema. Foi feito com a participação de todos. Adorei,sãoestesmomentosquenosfazem querer e ter força para continuarmos com o nosso caminho nas Novas Oportunidades. Bem-haja a todo o grupo que preparou este fim de tarde.

Maria de Lurdes Silva Pereira - Grupo 138 Maria Manuela – Grupo 139

ler + Hoje na actividade “Ler +” tivemos uma sessão de leitura muito interessante e di- vertida, que apreciei bastante por ter sido participada por todos os presentes. Estavam lá todas as formadoras, duas professoras convidadas e catorze adultos dos vários grupos de RVCC.

A formadora de LC Ana Ribeiro fez as apre- sentações e as convidadas, a Prof. Zita leal e Prof.IsabelAlmeida,leramintercaladamente

o conto “Arroz do Céu”, de José Rodrigues

Miguéis. Depois da leitura exercitamos a nossa criatividade dando achegas para a continuação da história, que foi muito en- graçado pela participação e pelo rumo que

a história levou. Este conto maravilhoso faz parte do livro “Gente de Terceira Classe” e é uma tocante lição de vida. Eu gostei muito de ouvir ler, mas também gostei imenso de participar lendo um lindo

poema de Natal. Todos leram, cada um o seu,

e foi muito divertido e agradável. Acho que

toda a gente adorou, pelo menos foi essa a

impressão com que fiquei. No fim a professora D. Zita Leal propôs uma actividade que eu considerei fascinan- te. Fazermos um poema conjunto sobre o Natal. Pensarmos num Natal diferente do tradicional e cada pessoa diria uma frase alusiva, uma professora ia escrevendo e no fim veríamos o resultado. O processo decorreu duma forma diver- tida e séria ao mesmo tempo, todos deram

a sua contribuição. Quando a professora

leu, estava um poema com sentido e muito interessante. Foi uma forma muito positiva de participação colectiva. Esta actividade foi organizada pelo pro- jecto “Novas Oportunidades a Ler +” com a finalidade de nos incentivar a ler mais, com vontade, desejo e gosto. Ler é aprender, crescer, cultivar e valorizar

a nossa pessoa…

Amélia Bichão – Grupo 138

uMa sessão diFerenTe Uma destas sessões foi no Centro de Novas

Oportunidade em Ílhavo, sobre o tema da leitura. Esta sessão tinha duas professoras

a ler um conto “O Arroz do Céu”. Era cerca

de quinze alunos, dois grupos. Após a saída das professoras, tivemos que continuar a história com a formadora de Linguagem e Comunicação, e com as Profissionais de RVC, Carina Almeida e Inês Severino. Debaixo das cadeiras havia uma surpresa para alguns. Era um conto, para ler aos co- legas, na minha não tinha, mas o colega do lado não tinha levado os óculos, por isso fui eu ler o conto dele. Foi uma sessão diferente, só foi pena estar muito frio. No fim as professoras tinham uns mimos para nós.

Isabel Silva – Grupo 135

uM incenTivo À leiTura Ontem dia 4 de Janeiro de 2011, tivemos uma aula em que fomos convidados a partici- par em várias brincadeiras. Depois em casa, ao reflectir em tudo o que se passou, pensei em como as formadoras são hábeis a arranjar estratégias de encorajamento e incentivos a coisas que nos vão enriquecer, como pessoas

a nível de cultura e verbalização. Porque o ler

é uma mais valia para essa aprendizagem. O que se passou nesta aula foi muito interes- sante, foi como que uma partilha entre todos, cada um de nós deu um bocadinho a tudo o que se foi desenrolando ao longo do pouco

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Novas Leituras.19

tempo que ali estivemos. Em primeiro lugar foi-nos lido um conto com o título “Arroz do Céu”, que foi lido por duas professoras que nos conseguiram transportar para dentro da história. No fim do conto, fomos convidados

a continuar o mesmo, ao princípio estávamos

todos um pouco acanhados (menos eu que mesmo que saia asneira sou sempre a pri- meira, ó não me apelidassem de Tagarela) mas logo as palavras começaram a fluir à nossa boca e cada um de nós participou à sua maneira. Foi um momento de confraternização

e amizade. Eu pessoalmente gostei tanto, que nem encontro palavras para descrever o que senti. Em segundo lugar fomos convidados cada um a ler uns versinhos sobre o nascimento de Jesus, foi mais um dos momentos fantás-

ticos, senti-me como uma adolescente que tinha aquelas participações em trabalhos de escola, foi muito gratificante para mim. Fomos, também convidados a fazer um poe- ma, mas o mais interessante foi que o poema foi feito em conjunto, eu que gosto muito de poesia nunca me passou pela cabeça aquela maneira de fazer um poema. Cada um disse uma frase ou uma palavra apenas e uma professora escrevia, todos participámos e no final o poema foi lido e estava tão bonito. A professora que o leu também lhe soube dar vida, mas as nossas simples palavras compuseram um poema muito bonito. Conclusão, foram momentos para guardar no coração para sempre e um incentivo à leitura. Quanto mais se lê mais enriquecemos o nosso conhecimento…

Maria Manuela - Grupo 139

o nosso conhecimento… Maria Manuela - Grupo 139 LER+ Poemas gafanhoto aFinal, queM és Tu naTal?

LER+

Poemas

gafanhoto
gafanhoto
Maria Manuela - Grupo 139 LER+ Poemas gafanhoto aFinal, queM és Tu naTal? A inquietação deste

aFinal, queM és Tu naTal?

A inquietação deste Natal,

A nostalgia,

De ser sempre igual.

O que é o Natal?

É sempre quando o Homem quiser.

O pior é querê-lo. Menos miséria e mais amor. Um Natal para todos. Peço a Deus inspiração,

Para que não nos falte amor no coração.

O Natal é mesmo no dia 25 ou é no dia de Reis? Para quê uma data?

É

Para nos lembrarmo-nos dos mais necessitados não só na época

natalícia,

E que as boas vontades não apareçam só agora,

Para que haja fim das guerras e que reine a Paz. Que fazer para conseguir? Até na nossa família?

pena não ser todos os dias,

O

regresso de uma amizade perdida,

E

nunca mais esquecida.

O

calor de um abraço.

Porquê tanta maldade? Nós queremos um novo Natal! Um Natal diferente, Cheio de luz no meio da escuridão. Que podes tu fazer? Precisamos de reflectir, Para descobrir que caminho seguir. Seguimos o caminho da Paz.

O Natal é quando se reúnem as famílias. Natal alegria, Natal harmonia, Natal amizade, Natal entre igual, Natal de esperança,

Afinal, o que és tu, Natal?

Grupos 137 e 138

uM pedacinho de naTal

Todos os dias são santos e vamos disto falar.

O meu coração chorou.

Natal de inquietação, Natal de saudade. Felicidade imensa, Simples e feliz

E de espírito materno.

Desfaço-me de coisas velhas e renasço, Sinto um conforto interior, Visto-me de trapos

E sinto-me um homem novo.

Tanta azáfama! Enfim, é Natal!

E

a neve caiu,

E

as estrelas brilharam.

Visto-me a rigor, Tu sorriste,

A

luz brilhou,

O

meu coração se alegrou

E

o Pai Natal voou,

Para cair na chaminé e falhou. Na minha casa nada deixou. Na minha nem passou.

O

fogo a todos aqueceu,

E

o mundo para nós se abriu.

Lembro-me do meu passado, da minha infância…quero ser feliz! Mas faltas tu. Sim, tu! Que o amanhã traga esperança, Que nenhuma criança chore, Que todas as vidas melhorem, Que haja paz, sem guerras. Porque Natal é haver Paz todos os dias, Para que todas as crianças sorriam,

E que os velhinhos não morram de frio,

Ou de solidão. Quando passares pelo teu vizinho diz “Olá”. Pai Natal, espero que não leves a mal, mas este Natal só te quero

a ti…

Grupo 134, 139

20.Escritas

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

A literacia não se resume

à simples capacidade de ler e escrever, ao alfabetismo. Hoje em dia

é muito mais do que esse, aparentemente, simples facto. Ser capaz de ler não define a literacia no complexo mundo de hoje. O conceito de literacia inclui a literacia informática,

a literacia do consumidor,

a literacia da informação e a literacia visual. Por outras palavras, os adultos letrados devem ser capazes de obter e perceber a informação em diferentes suportes. Além do mais, compreender é a chave. Literacia significa ser capaz de perceber bem ideias novas para as usar quando necessário. Literacia significa saber como.

gafanhoto
gafanhoto
necessário. Literacia significa saber como. gafanhoto Projecto “Conto um conto” A literacia Ao professor cabe
necessário. Literacia significa saber como. gafanhoto Projecto “Conto um conto” A literacia Ao professor cabe

Projecto “Conto um conto”

A literacia

Ao professor cabe o papel de desenvolver competências em diferentes domínios e habi-

litar os discentes para que possam tornar-se adultos capazes de responder às exigências que se lhes deparam no seu dia-a-dia.

O aluno deve saber identificar uma neces-

sidade ou um problema, deve conseguir pro- curar recursos fáceis para o resolver, saber reunir a informação, analisar, interpretar e sintetizar a informação recolhida, sempre, naturalmente, com a supervisão do docen- te. Desta forma está a desenvolver as suas competências em literacia, está a aprender

a saber como, a “ler” os diferentes aspectos da realidade e a lidar com cada um deles.

É preciso que, em primeiro lugar, nos cons- ciencializemos que o Ensino Básico tem de

munir o aluno de ferramentas/ competências básicas que estruturam o seu percurso fu- turo seja na continuação de estudos ou na preparação para a vida activa. Em segundo lugar, a actuação individual que cada docente vem desenvolvendo na adopção de estraté- gias diversificadas, em algumas situações, revela-se de grande utilidade, mas noutras torna-se redutora e improfícua. O trabalho a desenvolver tem de partir de uma atitude de grupo com vista à reflexão e à investigação.

A partir do 7º ano de escolaridade, encon-

tramos nos programas homologados conte-

údos de narratologia que para o aluno não chegam a constituir um mistério a desvendar.

O aluno encara-os como distantes da sua rea-

lidade e, como tal, pouco ou nada lhe dizem.

É assim fundamental que o aluno se fami-

liarize com os conceitos de narratologia e que

os utilize sem incertezas e de forma correcta.

É neste contexto que surgiu o projecto

“Conto um conto”. Os recursos existentes na escola (logísti-

cos, materiais e humanos) prefiguraram, des-

de início, a possibilidade de implementação de um projecto que teve como destinatários os alunos do 7ºC. A narratologia, o conto em particular e a forma de operacionalizar as TIC neste projecto são a base de trabalho e um estimulante desafio.

O projecto “Conto um conto” desenvolve-

se em fases diferentes, sequenciadas para permitir que os alunos adquiram ferramentas de trabalho ao nível das várias competên-

cias previstas nos programas homologados, semanalmente, na aula de Estudo Acompa- nhado. Todas as fases são avaliadas aquando da sua conclusão. Após a leitura de vários contos, foi feita a pesquisa orientada de dados biobibliográficos e o seu registo. Os alunos pesquisaram no acervo da Biblioteca Escolar conceitos de narratologia, criando um glossário. De seguida, utilizando a infor- mação adquirida, elaboraram contos. Este trabalho de criação original foi direccionado sem cercear a capacidade criativa do alu- no. Após a correcção e processamento dos

textos originais elaborados pelos alunos, pretende-se compilar os contos elaborados e imprimir um livro, a incluir no acervo da Biblioteca Escolar. Vejamos dois exemplos, escolhidos alea- toriamente, de trabalhos produzidos pelos

alunos. Todos os outros poderão ser consul- tados mais tarde.

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Escritas.21

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

A música mata

Num bairro cheio de pessoas toxicode- pendentes, ladrões, adolescentes armados e cheios de piercings, sem abrigo e deficientes mentais, havia um rapaz de 12 anos chamado Leandro. Naquele bairro toda a gente era tra- tada por outro nome diferente do verdadeiro. Ao Leandro chamavam-lhe o Crazy Boy, por- que ele era completamente maluco. Andava cheio de piercings na cara e nas mãos, ouvia música muito pesada para a idade dele, era viciado em droga e cigarros, só pensava em monstros e em coisas más, batia a quem o aborrecesse e, às vezes, chegava a assaltar as poucas lojas que havia lá no bairro. Em casa, não fazia nada e se a mãe o ameaçasse ou se lhe gritasse ele também lhe batia.

Ele só vivia com a mãe e ela trabalhava num cabaré a fazer danças num varão para conseguir sustentar-se a ela, ao filho e pagar ao psicólogo que o andava a acompanhar para ver se conseguia mudar os comporta- mentos dele. Até que um dia o psicólogo começou a mostrar resultados e, pouco a pouco, o mi- údo ia ficando menos agressivo e menos maluco. Certo dia, deixou finalmente aquela música, os piercings e as drogas. Estava um miúdo normal e sem manias. Nesse dia, num momento em que ele estava sozinho, criou-se uma luz no corpo dele que durou pouco tempo e, quando se apagou, o rapaz sentia-se muito feliz, agitado, mas estranho.

- Porque é que me sinto assim? Que estra- nho! – Pensou ele.

Pouco depois, ia a regressar a casa, já de noite, ainda sozinho, e olhou para as estrelas. Nesse momento, pensou:

- E se um meteorito caísse agora à mi-

nha frente? Ia ser giro! Um meteorito com

a minha forma e tamanho! Ah! Ia ser giro. –

Pensava ele, como se estivesse a falar para

a consciência.

E, de repente, caiu um meteorito com a forma e tamanho dele, mesmo à sua frente. Ele começou a gaguejar e depois disse:

- Calma, deve haver uma explicação lógica

para isto! Só precisas de te acalmar - dizia ele para consigo, e a seguir pensou – quem me dera saber porque é que isto aconteceu.

Fogo! Que susto!

Então ele começou a falar sem se conseguir

controlar:

- Como conseguiste ultrapassar essa tua

rebeldia enorme e tornar-te um rapaz bem comportado foste recompensado com pode-

res de teres o que pensas.

- Uau, fixe AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA-

AAAAAH! – gritou ele depois de lhe aparecer fogo de repente à volta dele. – Ok, tem calma.

Pensa no fogo a desaparecer.

E o fogo desapareceu.

- Uau, é mesmo verdade! Deixa ver. Não

quero viver mais na pobreza. Desejo que

a minha mãe acorde amanhã coberta de

dinheiro.

E foi para casa dormir. No dia seguinte,

acordou com a mãe dele aos berros. Ela che- gou à beira dele e gritou-lhe:

- Estou rica! Yes, estou rica! Yeeeeeeeeee-

eeah! Acorda, filho, estamos ricos! Anda, va- mos sair deste bairro horrendo, anda! Vamos viver para… qualquer sítio! Estados Unidos, Brasil, Canadá, qualquer sítio! Vamooos!

O Leandro levantou-se e festejou com a

mãe. Depois ele fez aparecer três malas atrás da mãe: uma para o dinheiro e duas para as

roupas de cada um! Ela não suspeitou de nada, pensou que já não se devia lembrar que as tinha. Logo a seguir ela despediu o psicólogo. Apanharam um táxi para o aeroporto, apanharam o avião para Nova Iorque e fo-

ram viver num hotel de 5 estrelas. Era lindo! Com piscina, uma decoração fantástica e um

quarto espectacular. O Leandro foi dar um passeio à cidade enquanto a mãe arrumava

as coisas. Ele achou tudo tão bonito que só à

noite é que voltou. As ruas já estavam vazias

e as lojas estavam quase todas fechadas. O

Leandro estava à distância de uma passadeira

do hotel, quando passou por uma loja de música ainda aberta, mas com um aviso a

dizer «volto já». Ele abriu a porta e foi vendo

o que havia, até que parou quando viu uma

guitarra com uma caveira desenhada. Ele pegou nela, hesitou em tocar, mas acabou

por tocar uma nota. Aí a luz que lhe deu o

poder que ele tinha começou a brilhar.

A mãe dele começou a ficar preocupada e

foi ver se o encontrava. O miúdo, com alguma hesitação, ligou a guitarra a uma coluna e ligou a coluna. Depois, tocou a tal nota outra vez e começou, lentamente, a tocar uma música que conhecia, muito pesada. A mãe

gafanhoto
gafanhoto
uma música que conhecia, muito pesada. A mãe gafanhoto dele, ao ouvir a música, acelerou o
uma música que conhecia, muito pesada. A mãe gafanhoto dele, ao ouvir a música, acelerou o

dele, ao ouvir a música, acelerou o passo. Na cara e nas mãos do miúdo começaram a aparecer grandes e feias cicatrizes dos pier- cings que ele teve. A seguir, ele começou a

chorar sangue. A mãe, do hall do hotel, viu o estado em que o filho estava a ficar ao tocar aquela música e não gostou nada. Começou logo a lembrar-se de como ele era antes e não queria que ele ficasse assim outra vez. Ficou super preocupada e ligou ao psicólogo.

A luz que brilhava no miúdo estava a tentar-se escapar, mas o Leandro, sem se aperceber, estava a fazer força no corpo, prendendo a luz dentro dele. Durante a música que ele estava a tocar ele gritou:

- EU QUERO MORREEEEEEEEEEEEEEER! A mãe dele, depois do psicólogo rejeitar ajudar pela forma como foi despedido, viu

o seu filho cair no chão, morto e cheio de

sangue no corpo e uma luz sair do seu corpo a toda a velocidade. Nesse momento ela correu para a beira dele e, quando ia a atravessar a passadeira, passou um carro e atropelou-a, deixando-a morta no chão.

Arnaldo Cucu, nº 20, 7ºC

22.Escritas

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO UM CONTO

CONTO

• CONTO UM CONTO • CONTO UM CONTO • CONTO O Mendigo Desamparado Professora Dulce Novo

O Mendigo Desamparado

Professora Dulce Novo

Olá! Eu sou o José e sou um mendigo. Vivo na calçada portuguesa de Lisboa, protegido por cartões, num beco. Tenho um sono leve e os meus (poucos) valores perto para não ser roubado.

A única coisa que penso é em encontrar cartões para conseguir dormir abrigado, embora

semi-acordado, pois nunca se sabe quem nos quer fazer mal. Raramente como e quando o faço é por causa das velhinhas do Prédio das Gaivotas, no

primeiro andar, a quem faço a contabilidade. Aliás, a única coisa que sei fazer são contas, pois quando era pequeno era a Matemática a única disciplina em que tirava positiva. Embora tenha tirado um Curso de Gestão e Contabilidade, não consegui livrar-me da des- graça dos meus pais: o meu pai morreu quando eu tinha dois anos e a minha mãe andava sempre bêbada. Não pagávamos as contas e o estado hipotecou-nos tudo. Foi assim que vim para a rua. Certo dia, caminhava desamparado e sem nada para comer quando um senhor me interrogou:

- O senhor chama-se José?

- Sim, sou eu. Porquê? - Interroguei eu.

- Eu sou o neto da senhora do primeiro direito a quem faz a contabilidade

- Sim, sei quem é! Ela passa a vida a falar de si! Mas o que quer de mim?

- Eu sou empresário e acabei de abrir uma nova empresa e preciso de um contabilista. Confesso que estou impressionado com o seu trabalho!

- O senhor está a falar a sério?

- Estou sim! Está interessado?

- Estou sim, quando posso começar?

- Então amanhã vá ter a esta morada. – Respondeu, dando-me um papel com a morada

da sua empresa. No dia seguinte fui todo empolgado até ao meu novo trabalho e nesse momento já pen- sava que finalmente podia recomeçar a vida, ter uma casa, um carro… não me faltavam ideias podia ter uma nova vida. Cheguei à morada combinada e o neto da senhora do primeiro direito identificou-me e foi mostrar-me o meu escritório que era no décimo andar. Falámos sobre orçamentos e acabei por negociar um bom salário. Passado uma hora pensei que era luxo demasiado para mim e atirei-me do décimo andar…

Guilherme Silva, nº9, 7ºC

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
7ºC Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto Tocar 1# Já não vejo esse rosto bonito

Tocar

1#

Já não vejo esse rosto bonito que me dá um sorriso. Já não me lembro do seu olhar que me lembra o mar

tão azul e que apaga a minha dor

e que alguém só fica indiferente se não me olhar e tocar para a tentar acalmar para eu poder amar.

2#

Quando não estás presente, quando não queres estar,

o que faço? a que me agarro?

A lua e as estrelas, todas elas têm

sido apagadas

escuro. Talvez haja uma solução.

Do que me lembro, era apenas quando me

seguravas

Agora não há isso, ou seja não há nada Deixa-me guiar-te. Ser a tua luz. Para eu o fazer, tens de sentir e saber ouvir. Começa por deixar a tua luz brilhar e logo entenderás.

3#

Tu deixaste-me no

Têm sido frios comigo

frios como a brisa gelada que me toca

e arrefece apesar de eu já ser um corpo

inanimado

Começa a ficar escuro. Dele agora tenho medo, medo do que ele me possa fazer, trazer e magoar. Que ele me absorva para todo o sempre, que eu não possa viver o que ainda tenho de ver. Agora é apenas procurar e destruir Destruir como já me destruí

Inês

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

SENTIDO DE VIDA

Bem, esta história vai ser esquisita, talvez dramática, mas nunca inventada. João, o herói da história, era um miúdo inteligente mas muito esquisito. Ele andava numa Secundária em Vagos, e era um miúdo completamente reservado.

A história que vou contar passou-se ape-

nas num dia de aulas e começa assim

um menino chamado João,

que tinha 12 anos, mas com esta idade era muito, muito estranho. João era um rapaz aparentemente agar- rado ao estudo, tímido, mas muitas vezes o que parece nem sempre é. As pessoas da secundária passavam e diziam:

- Bem aquele puto deve ser cá um ata-

dinho, meu! Pois é, mas com certeza que não era um atadinho. João já tinha estado em várias escolas, mas nunca correra muito bem. Era muitas vezes expulso, mas nunca se percebia o porquê. Quando chegou a Vagos, João tinha um objectivo que era enganar as pessoas, aliás como já tinha feito antes.

Nas aulas era educado, mas por um lado era mal-educado perante as professoras. Elas perguntavam-lhe alguma coisa, e ele nada, nãorespondia,atémesmonasoutrasescolas.

O que podiam fazer elas? Mandá-lo para a

rua? Mas isso era o que ele queria. João vivia num mundo só dele, como se não existisse outro igual. Os pais eram os únicos que sabiam o que se passava naquela cabeça, por isso nunca se importaram muito que ele fosse expulso, pois eles sabiam o porquê. Mas pura e simplesmente nunca diziam às

professoras qual o problema do filho, pois João pedira-lhes que isso não acontecesse. Estava um lindo dia, João estava na escola sossegado no seu canto, como estava sempre, até que reparou que lhe apareceu um rapaz

Era uma vez

à frente que lhe perguntou:

- Então miúdo que estás aqui a fazer so-

zinho?

João não respondeu, saiu a correr pelo re-

creio abaixo, até que encontrou uma rapariga com quem já se tinha cruzado, que lhe disse:

- João, não sei qual é o teu problema, mas

eu por um lado percebo-te. Quando cheguei aqui tudo era esquisito, estranho, de outro mundo, não arranjava outras palavras para

descrever o que se estava a passar comigo. Mas tive de adaptar-me, afinal isto pode ser o início de uma vida cheia de sucesso. Mal acabou de dizer a frase, João pôs-lhe

a mão no ombro e inclinou a cabeça para

baixo, saindo sem dizer nada. Mas desta vez

a caminhar e bastante pensativo. “Mas que raio de miúdo” era a única coisa que as professoras e alunos diziam sobre João. Até que numa aula extra que eles tinham,

a de “SENTIDOS”, estavam a aprender lin-

guagem gestual e João pelas suas próprias mãos disse:

- Eu sou mudo!

Quando todos souberam disto, pediram desculpa, e Sara, a menina com quem tinha falado, disse-lhe:

- Quero-te dizer uma coisa, tu és mudo

e eu sou surda, vês como temos algum em

comum? -disse-lhe por língua gestual E sorrindo para ela, João e Sara foram juntos, cada um com o seu sentido de vida, um mudo e outro surdo, mas mesmo assim dois amigos.

Ana Carolina Santos - 7ºC

Escritas.23

gafanhoto
gafanhoto
amigos. Ana Carolina Santos - 7ºC Escritas. 23 gafanhoto Concurso “Uma Aventura Literária… 2011” Este
amigos. Ana Carolina Santos - 7ºC Escritas. 23 gafanhoto Concurso “Uma Aventura Literária… 2011” Este

Concurso “Uma Aventura Literária… 2011”

Este concurso, promovido anualmente pela Editorial Caminho, tem cinco moda- lidades: Texto Original, Crítica, Desenho, Teatro e Olimpíadas de História, e está dividido em quatro escalões: 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e Secundário. Este ano, para grande satisfação nossa,

uma aluna da escola, a Ana Carolina Ferrei-

ra Santos, do 7ºC, foi uma das premiadas na modalidade de Texto Original. Além de ganhar um cheque-livro, verá o seu trabalho publicado no próximo livro Uma Aventura. De referir que a organização recebeu 10 514 trabalhos individuais e de grupo remetidos por mais de 400 escolas do ensino básico e secundário de todo o país. A aluna foi, ainda, convidada a estar presente na entrega dos prémios que de- correrá no dia 29 de Abril, na Feira do Livro de Lisboa.

24.Biblioteca

gafanhoto
gafanhoto
24. Biblioteca gafanhoto Gosto de ti Gosto de ti porque és meu amigo Porque gostas de

Gosto de ti

Gosto de ti porque és meu amigo Porque gostas de mim

Porque estás ao meu lado sempre que

preciso

E enches a minha vida de alegria.

Sem ti eu não vivia Não seria capaz Mesmo que quisesse não conseguiria Pois sentiria a tua falta.

Quis dar-te um presente

Mas não consegui escolher

O que havia de oferecer.

Para uma pessoa tão especial Haveria de ser algo sem igual Algo que mostrasse o quanto eu gosto de ti Mas isso não existia De tudo o que pensei, nada o demonstraria.

Então decidi Que havia de escrever Um humilde poema

Para que possas perceber

O quanto eu GOSTO DE TI.

Pai, hoje eu quero te dizer

Que és a maior alegria que a vida pode

oferecer

GOSTO MUITO DE TI

Laetitia André, 8º D

Hoje teci um laço, um laço incolor. Lã do meu coração, com todo o meu amor.

Hoje dei-te um laço, um laço inquebrável. Guarda-o bem, o meu sentimento incontrolável.

Hoje atei o laço, exprimi o meu sentimento. Libertei o meu desejo, num romântico momento.

João Gil Alves Cardoso Nº9

8ºA

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

MARÇO

MÊS DA LEITURA

Ao longo do mês de Março, foram várias as actividades dinamizadas pela Biblioteca com vista à promoção do livro e da leitura. Destacamos as seguintes:

“parar para ler”

- no dia 2 de Março, alunos e professores

dedicaram algum tempo das suas aulas à leitura. O incentivo à leitura é um desafio para todos!

“uM posTal vale Mil ideias”

- as turmas A, B, D e E do 7º ano partici-

param no concurso promovido pelo PNL, construindo um postal dirigido ao autor ou personagem de um livro de leitura re- creativa. Dos postais apresentados, foram seleccionados os das alunas Maria Diana Pascoal e Raquel Almeida (7º E) e Beatriz Silva (7º A), que irão representar a escola no concurso nacional.

“hisTória a várias Mãos”

– tendo como ponto de partida um excer-

to do livro “O guarda da praia”, de Maria Teresa Maia Gonzalez, as turmas dos 7º e 8º anos construíram duas histórias colectivas. Os trabalhos foram expostos na biblioteca e seguirão em Abril para a BMI.

ilusTrações

– inspirados na temática do Mar, e sob

orientação da professora Cláudia Ribau, as turmas B, C e D do 8º ano realizaram trabalhos de belo efeito estético e visual. Depois de expostos na nossa biblioteca, seguirão também para a BMI.

“a arTe de conTar por iMagens”

– a turma B do 7º ano contou histórias

através do desenho, que depois foram tex-

tualizadas por diferentes alunos e por um professor.

“nuMa onda de poesia”

– no dia 10 de Março, a turma A, do 9º

ano, e o Clube de Teatro, ambos sob orien-

tação da professora Cristina Lorga, drama-

tizaram alguns poemas e canções alusivos

ao Mar, contagiando o público presente com

o seu empenho e boa disposição.

“À conversa coM… ana saldanha”

– no dia 4 de Março, os alunos do 7º

E ficaram a conhecer melhor a escritora

Ana Saldanha, numa parceria com a BMI.

“ílhavo a ler Mais”

– no dia 16 de Março, a Maria Diana, o

Jaime Oliveira, a Karina Vicente, a Ana Rita

Soares e o Filipe Almeida representaram

a escola na final concelhia do concurso

Ílhavo a Ler Mais, na BMI. Todos deram o seu melhor e estão, por isso, de PARABÉNS!

Feira de livro

– decorreu de 15 a 18 de Março a Feira

do Livro, com resultados muito positivos.

jardins da poesia

– a 21 de Março, para celebrar o Dia da

Árvore e da Poesia, a Biblioteca construiu

a Árvore da Poesia. Foram seleccionados

poemas, citações e pensamentos alusivos ao tema, que floriram na árvore desenhada pelos alunos de Artes Visuais (10º ano).

A todos quantos colaboram na dinami-

zação das actividades do Mês da Leitura,

a equipa da Biblioteca torna público o seu

agradecimento!

Luísa Costa, Dulce Carlos e Amélia Pinheiro

agradecimento! Luísa Costa, Dulce Carlos e Amélia Pinheiro Poema Décimo Quarto Não me importo com as

Poema Décimo Quarto

Não me importo com as rimas. Raras vezes Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra. Penso e escrevo como as flores têm cor. Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me Porque me falta a simplicidade divina De ser todo só o meu exterior. Olho e comovo-me, Comovo-me como a água corre quando o chão é inclinado, E a minha poesia é natural como o levantar-se vento

Alberto Caeiro (recolha de Maria João Vilarinho, 7º A)

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto 5º Concurso Foto-Talento A Câmara Municipal de Ílhavo está
Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto 5º Concurso Foto-Talento A Câmara Municipal de Ílhavo está

5º Concurso Foto-Talento

A Câmara Municipal de Ílhavo está a or-

ganizar o V Concurso Foto-Talento. Estão

abertas as inscrições para que possas par- ticipar na sessão fotográfica (a 30 de Abril)

e depois na exposição em votação até ao dia 17 de Maio.

A fotografia é assim lembrada durante

estes meses. Mas mais do que isso, serão

vocês, jovens fotografados, a dar-lhe sentido

e cor. O desafio está lançado e captará novos talentos que desejem concretizar o sonho de ser modelo por um dia. Basta escolheres um objecto e criares uma personagem original. As inscrições encontram-se abertas a to- dos os interessados nos Fóruns Municipais da Juventude do município de Ílhavo e não

te esqueças que terminam no dia 27 de Abril.

Por isso, fica à distância de um flash! Mostra-te e Concorre perante um público e júri que se interessam pelo teu talento! No dia 21 de Maio poderás ter as melhores dicas de como brilhar, com a tua criatividade, num aconselhamento do estilista Joel Reigota. No dia 04 de Junho, pelas 21.30 horas, na Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino

Gomes, em Ílhavo, terá lugar um Desfile destes Talentos Fotográficos.

Gíria.25

A

petado na lama como indicação

da perto do canal entre a Ria

Abuzacar-se. - sentar-se refas-

Espenicar. - morder

e

o Mar

telado

Espinchar - salpicar

Marinhoa – um tipo de bateira

Acaçar - caçar

Espuma - sal fino retirado da

a

remos

À

carreira - a correr, apanhar o

espuma das salinas, flor de sal

interior

Marnoto – salineiros, homens

autocarro

Eslabaçado - aguado

que tratam das salinas

Aceiro - atalho ou caminho no meio da mata

Estar à caçador – sem roupa

Marrequinha - pequeno pato. Meia-lua - barco para a pesca

Adeus amigo – olá amigo

Esteiro - braço estreito do rio

da sardinha

Estorcegar. - torcer

Mercantel - barco para trans-

Aido - quintal Almário - armário

Alonsa - tola Aluvião - depósito de materiais arrastados pelas águas Amandar. - atirar

Estrelar – iniciar o monte de sal Estreme - simples Estrugido – refogado Esfoldrilhar - remexer

F

porte de mercadorias Mestre – pedreiro Moliceiro – barco utilizado na apanha do moliço, o que tam-

Amanhar a marinha - trabalhar

Facoeira - gaivota enorme

bém pode ser feito com bateiras Moliço - adubo natural feito de

marnoto

a marinha

Fadista – bacalhau pequeno

plantas subaquáticas

À moda – preparado para

Faininha - vistoso

Morrinha – chuva amena, mo-

A mode - parecido

Feira dos moços - os que preten-

lha tolos

Amolatado - amolgado Apear - ter pé

Arrife - caminho a direito na

diam trabalhar nas marinhas, reuniam-se nos Arcos e na Ponte

Moço – rapaz, o que ajuda o

Apeirar - começar a acender

Praça, esperando serem con-

N

Apoisar – colocar

tratados pelos marnotos para toda a safra,

Nassa – saco de rede para apa- nhar peixes

 

mata

Feituria – confecção, produção

Nos conformes - nas devidas

Arrunhar - desmoronar-se

Ferro ao fundo - lançar a âncora

condições

Atrever-se - conseguir

G

O

Azougue - lixo, porcaria

Gadagem – garotada

Opois - depois

Azucrinar - chatear

Gadanha - foice de lâmina larga

Ouvidos de tísico – ouve muito

B

e curva

bem

Banduina - vagabunda

Bilharaco – filhós de abóbora

Gadanhar – cortar com a ga-

P

Basquilha - bofetada

danha

Palheiros – casas de madeira

Bicas - agulhas de pinheiro

Gafanha da maluca – gafanha da

construídas no litoral, tradi-

Bicha - isco para pescar

Gramata, da Encarnação Gafanhas - gafanha de aquém,

cionalmente acima do solo por serem construídas na areia; os

suculentos

gafanha do areão, gafanha da

da Costa Nova são coloridos (ás

Bife – perdigoto

boa-hora, gafanha da boavista,

riscas) e a base assenta no solo.

Bolinar - navegar oblíquo em relação ao vento. Borda - a ria cheia ou vaza Botar - pôr Botirão - nassa para pesca

gafanha do carmo, gafanha da encarnação, gafanha das fidal- gas, gafanha da mota, gafanha da nazaré, gafanha da vagueira ou gafanha da encarnação Ga-

Parceria – sociedade Pataneco – banda desenhada ou desenhos animados Penisco - semente de pinheiro Pezunhos – identificar os pés

C

fanhas - gafanha de aquém,

com patas

Cabedelo - cabeço de areia no meio da água Cabritas – camarão pequeno Cagatacos – homem de baixa

gafanha do areão, gafanha da boa-hora, gafanha da boavista, gafanha do carmo, gafanha da encarnação, gafanha das fidal-

Pirete – piropo, mas com o olhar Prego a fundo - acelerar o motor Portão - comporta entre a ria e os viveiros das salinas

estatura

gas, gafanha da mota, gafanha

Q

Caldear - misturar

da nazaré, gafanha da vagueira

Quinhão - porção

Cale - canal profundo Casinha - casa de banho

Gafanhão e gafanhoa – habitan- tes da Gafanha

Quinquelharice – utensílio ve- lho sem préstimo

Camarão bruxo - pequeno peixe Cambeia - rombo no muro da

Gafanhuda – menina da Gafanha Gaivina - gaivota pequena

R

Raio malino – raio maligno

marinha

Galiota - peixe lingueirão pe-

Regueirão – parte mais funda

Carranca - escultura feia na proa

queno

da ria

dos barcos Cetina – auxiliar de acção edu-

Galheta - estalo Garçote - garça pequena

Ronca – aviso sonoro dos barcos quando entram na Barra.

cativa

Garroa – chuvada forte

S

Chapar - atirar-se ao chão

Gasosa – velocidade

Safra - faina das salinas

Champarrion - bebida com cer-

Governar-se – fazer compras

Sames – entranhas do bacalhau,

veja e vinho, que ainda se pode

bacalhau

Chuços - botas grosseiras

H

com as quais se faz feijoada

encontrar na Bruxa, na Gafanha

Home –aplicado a homem ou

Serradela – isco para pescar

da Encarnação

mulher

peixe com anzol

Chincar - tocar levemente

I

Simprinhas - simplória

Sotavento - lado oposto ao vento

Chora – sopa de cabeça de

Ílhava - bateira característica da zona de Ílhavo Inverter - entornar

Sombra - guarda-chuva

Surribar – cavar fundo

Cor – marcador

J

T

Cricos – bivalves

Jugo – canga

Tamanhor - tamanho

D

L

Tertulhos – cogumelos

Dá a mão – é manso

De força - a grande velocidade

Labacheira -poça

Lomba - elevação de areia entre

Trabuco – ruído forte e repen-

De caminho - depressa

Desalsservado - aluado Desintoado - a correr ao deus

Labrega - bateira para pescar Lancão – puxão brusco Lírio – lorpa, patego, palerma

tino

Tramagueira - arbusto existente na margem dos esteiros Trambolho - trapalhão

dará

as casas e o mar.

Trazeres - trazer o que é preciso

Dóri - pequeno barco para a

Loura – meixão, enguia-de-

X

pesca do bacalhau

vidro, irozinha, angula, enguia

Xarolo - vara que atravessa o

E

bebé

leme e onde se fixam as pontas

Emburcar – meter água no barco

M

dos cabos

co utilizados na pesca costeira

Entabulado - peixe criado dentro do viveiro

Mais eu - comigo Manaia - calções, ceroulas.

Xávega (arte) – redes ou bar-

Empalhada – tremoços e amen-

Mangar – fazer troça

artesanal

doins e azeitonas

Marinha - local onde se faz sal

Xinxa – rede de pesca de arrasto

Encaldeirar. – começar a chover

ou apanha o junco

Z

Espantalho - ramo de arbusto es-

Marinha do mar - salina situa-

Zangalhar – sacudir

26.Cinema e teatro

No dia 2 de Março Fomos ao Fantasporto

26 .Cinema e teatro No dia 2 de Março Fomos ao Fantasporto Às 15.15h assistimos a

Às 15.15h assistimos a uma série de Curtas-metragens (algumas delas muito cómicas):

Momentos - Nuno Rocha - 8 min Lucy - Nuno Costa Cristiano van Zeller – 9 min Caos – Maria Rodrigues – Portugal – 5.30 min Cozido à Portuguesa – Natália Andrade - 5.30 min Então… Suba! – Daniela Azevedo – 4.40 min Never Manuel Guerra - Portugal - 7 min Ode Difícil – Pedro Tavares – 6 min Silêncio Ensurdecedor – José Ferreira – 4 min

E ainda assistimos ao inicio de uma longa metragem (que nos pareceu ser bastante

divertida): O Sítio dos Outros – Filipe Mar- tins – Portugal –50 min

Às 17h assistimos ao filme R U There, de

David Verbeek, filme da Selecção oficial Un Certain Regard do Festival Internacional de Cinema de Cannes 2010. O filme passa-se no século XXI e, depois das várias tipos de gerações, está aqui retratada a “Net Generation” – a Geração Internet, ou a Geração Z, que cresce e vive num mundo em parte virtual. A questão colocada no filme é acerca da separação entre o mundo virtual e o real, às dificuldades na comu- nicação frente-a-frente e à facilidade de relacionamento através do computador. No final, o actor principal parte para o mundo virtual.

No final a Carina, a Yuliya, a Catarina e a Cátia, foram fotografadas pela Ana Rita, junto do realizador do filme, à porta do Rivoli.

Ana Rita, junto do realizador do filme, à porta do Rivoli. História do FantasPorto O Festival

História do FantasPorto

O Festival Internacional de Cinema

do Porto tem características únicas no panorama dos festivais Europeus, pois apresenta os filmes mais vanguardistas conjuntamente com os mais clássicos, fa- vorecendo produções Europeias e criando assim uma grande variedade de audiência

e um “fórum” aberto ao género fantástico.

O Fantasporto é o festival de cinema

mais importante em Portugal e tem uma média de audiência de 95.000 especta- dores por ano.

O festival é dividido em três partes:

uma parte competitiva (sessão oficial), uma parte informativa (semana dos novos realizadores) e uma parte retrospectiva.

São apresentados cerca de 150 filmes por ano garantindo a participação de países de todo o mundo.

Já foram apresentadas retrospectivas

de como David Cronenberg, Jean Cocteau, Roger Corman, Fritz Lang, Luis Bunnel, Ber- trand Tavernier, Jean Claude Carrière, Harry Cumel, René Laloux, Andrzej Zulwski, Jhon Carpenter, Terence Fisher, Luis Feuillade, Serjei Paradjanov, Tobe Hooper, Geroge Franju, Paul Verhoeven, Harrison Ford e Walt Disney.

eM 2011 o Fantasporto exibiu 307 filmes, 74 longas-metragens e 233 curtas-metragens. Das longas, 30, e das curtas, 89, estavam

em competição. Ao todo, 242 dos filmes eram totalmente inéditos no nosso país e 272 (89%) são de produção europeia. O público do Festival Internacional de Cinema do Porto viu 90 Filmes portugueses. Foram 25 os países

participantes no Fantasporto. Angela, 12ºD

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
12ºD Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto CLEVER CLASSICS No próximo dia 12 de Maio,
12ºD Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto CLEVER CLASSICS No próximo dia 12 de Maio,

CLEVER CLASSICS

No próximo dia 12 de Maio, pelas 10 horas e a convite da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, o grupo dramático Clever Pants representará a peça “CLEVER CLASSICS” para cerca de 200 alunos do ensino secundário, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré. Clever Pants, compa- nhia de Teatro fundada em 2001 por Terry McLean and James Humber, proporciona espectáculos muito divertidos e interac- tivos em língua inglesa. Os alunos são previamente preparados na escola, atra- vés de material disponibilizado pelo site do equipa de teatro, para seguirem com mais facilidade e interesse o espectáculo. CLEVER CLASSICS (recomendado para jovens com mais de 15 anos) O Cinema e a literatura Anglo-saxónica estão cheios de Mistério, Romance e Ter- ror… um pouco como a vida real. Como tributo a esta herança cultural e com um pouco de comédia para aliviar, os CLEVER PANTS criaram um espectáculo de entre- tenimento com versões adaptadas destes géneros clássicos. Usando o seu estilo interactivo inimitável os CLEVER PANTS transportam os espectadores para uma mundo de suspense, suspiros e gritos - tudo ao vivo e com actores reais em 3-D.

Leonor Mendonça.

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
Escola Secundária da Gafanha da N a z a r é gafanhoto A Higiene do Assassino
Escola Secundária da Gafanha da N a z a r é gafanhoto A Higiene do Assassino

A Higiene do Assassino

Uma noite de quinta-feira deslocamo-nos até ao estaleiro teatral para ver o filme “Higiene do assassino”, todas nós pagamos 3 euros do bilhete, por irmos em grupo e sermos estudantes, pois o bilhete normal era 5 euros. Passamos um serão muito agradável ao ver esta peça de teatro, apesar de no

início ter parecido tudo estranho, a história parecia um pouco confusa, mas depois no decorrer do teatro, concentradas, conse- guimos perceber tudo o que o queriam transmitir. Esta peça de teatro abordava a história de um escritor que tinha assassinado a pri- ma, por quem estava apaixonado, durante

a adolescência, agora Tach tem oitenta e

três anos, apenas tem dois meses de vida,

é obeso, difícil de ser compreendido, mi-

sógino e antissocial, mas é solicitado por uma multidão de jornalistas, que o quer entrevistar. Cada um deseja, custe o que custar, obter uma entrevista exclusiva com este homem que, atingido da incurável síndroma de Elzenveiverplatz, está prestes

a morrer de cancro das cartilagens - uma

doença muito rara. Ele é extremamente desagradável com os jornalistas e acaba por morrer às mãos de uma mulher, tam- bém ela jornalista, que descobrira que ele assassinara a prima quando ambos eram adolescentes. O elenco desta peça de teatro inclui André Roussel, Filipa Braga Cruz e Luís

Moura, Nuno Sobral e Rui Sirgado. A autora

é Amélie Nothomb, um nome a recordar

Tânia Cardoso, 12ºD

Cinema e teatro.27

um nome a recordar Tânia Cardoso, 12ºD Cinema e teatro. 27 Into the wild Baseado numa

Into the wild

Baseado numa história verídica, trata-se de um jovem de 23 anos, especializado em

história e antropologia, que pertencia à classe média ou alta e que um dia, após ter acabado o seu curso, pegou numa mochila, queimou o dinheiro que tinha à mão, doou

a sua conta bancária a uma instituição de

caridade e desapareceu sem avisar a família

nem ninguém. McCandless adoptou um novo es- tilo de vida, mudando de nome, assumindo- se como Alexander Supertramp, em busca de experiências novas e enriquecedoras. Andou à boleia, conheceu novas pessoas, fez amigos, conheceu lugares espectacula-

res. O seu grande objectivo era ir ao Alasca, onde conseguiu chegar. Esteve lá cerca de 4 meses, nas montanhas, não se poderia dizer vivendo, mas sim, sobrevivendo, porque não tinha como se alimentar, só com aquilo que encontrava, e totalmente sozinho. No dia 6 de Setembro de 1992 foi en- contrado o seu corpo, já em decomposição, dentro do autocarro 142, que lhe serviu de casa, durante a sua permanência no Alasca. Uma história fantástica, quando vi o filme apaixonei-me completamente pela vida de Supertramp, porque também tenho um certo fascínio pela aventura. Li logo o livro, porque como toda a gente sabe, um livro tem a sua qualidade, é muito mais pormenorizado. Acerca do livro, não o acho um livro fácil, para mim ele é um dicioná- rio. Porque tem tudo, mas tudo mesmo acerca desta aventura e as características deste ser fantástico, que é tão criticado, tanto positiva como negativamente, isto já depende das opiniões de cada pessoa.

É simplesmente uma história fantástica.

Margarida Mariano Rocha, 12ºD

uma história fantástica. Margarida Mariano Rocha, 12ºD “Filme do Desassossego” Foi no dia 28 de Janeiro

“Filme do Desassossego”

Foi no dia 28 de Janeiro de 2011 que as turmas D e E do 12ºano foram a uma visita de estudo ao Centro Cultural de Ílhavo para assistir ao “Filme do Desassossego”, adaptado do “Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa. Após o visionamento do mesmo, pude- mos usufruir de uma tertúlia com o actor Pedro Lamares (que interpretou o grande Fernando Pessoa no filme) podendo este dar algumas explicações sobre o filme, responder às perguntas ao público pre- sente e dar as suas próprias opiniões. Pudemos também falar um pouco sobre o conhecimento geral que tínhamos acerca de Fernando Pessoa, sobre o qual Pedro tinha uma opinião formada. Concluindo, o filme, em geral, foi apre- ciado pelos alunos e o restante público que lá se encontrava, pois a resposta do público foi muito positiva.

Ana Patrícia Graça Costa, 12ºD

Ida ao teatro

No dia nove de Fevereiro Fomos ao teatro No Centro de Congressos de Aveiro.

Quando lá chegámos Entrámos rapidamente

A

professora foi buscar os bilhetes

E

nós esperámos calmamente.

Quando a sala abriu

O

8º D entrou

O

barulho parou

E

o espectáculo começou.

A

mentira começou a surgir

E,

com tanta piada,

O

público não parou de rir.

Gostámos muito de ao teatro ir Assistir à peça “Falar verdade a mentir”

Diva, Hugo e Joana 8º D

28.Região

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

O escutismo é… … algo que não se explica, mas sente-se… … uma mistura de
O escutismo é…
algo que não se explica, mas sente-se…
uma mistura de alegria, felicidade, com-
panheirismo e aventura…
mais que uma simples reunião ou acti-
vidades com o grupo…
a certeza que a cada dia que passa vamos
transformando-nos uma pessoa melhor…
gafanhoto

Os pescadores da Costa Nova

A vida de pescador é uma das vidas mais difíceis, pois os pescadores têm que se levantar durante a noite para poderem

ir pescar, para o mar ou ria. Muitos deles

vão a uma hora pescar para a ria e depois quando chegam vão para o mar. Trabalham

a noite toda e o dia todo, para muitas das vezes o seu peixe nem ser vendido ou ser vendido a um preço muito baixo. Durante várias semanas os pescadores não pescam, porque o mar não está bom para pescar e porque na ria há muito pouco peixe, que nem compensa ir gastar gasolina para de-

pois ao fim do dia verem que não ganharam dinheiro nem para pagar a gasolina. Um dos perigos que os pescadores pas- sam é deixar as suas famílias em casa, para irem dormir para a ria, pois têm que guardar as suas redes, porque podem- nas roubar. Mas para compensar há dias/ semanas que o peixe dá muito dinheiro,

e os pescadores pescam muito.

Ana Catarina, 12ºD

dinheiro, e os pescadores pescam muito. Ana Catarina, 12ºD … saber o que é passar frio…

… saber o que é passar frio…

… saber fazer o bem sem nada pedir em troca…

… saber traçar caminhos por meios de montes…

O Escutismo é algo único, que é difícil ex-

plicar por meras palavras.

A cada dia que passa, gosto cada vez mais

dos escuteiros. Normalmente as pessoas pensam que nós usamos fardas ridículas, e só participamos em missaseprocissões.Masétotalmentementira… Só quem está dentro do escutismo é que sabe o que fazemos e o prazer que tiramos disso. Muitas das nossas actividades são orga- nizadas por nós, escuteiros, assim como as missas no hospital (vamos buscar os doentes aos quartos e cantamos na missa), as missas na nossa freguesia, saraus (sim, já realizámos um que correu tão bem, e iremos repetir a ex- periência),acampamentoseacantonamentos, actividades com escuteiros de outras regiões. Temos um bom grupo e todos temos boa disposição.Nóssomosfelizesquandoestamos juntos, e para isso basta olharem para nós quando nos encontramos. Sei que é difícil, as pessoas perceberem a dimensão do Escutismo, mas quem é Escuteiro ou já foi, sabe bem do que eu falo. Sou Escuteira há 7 anos e cada vez gosto maisdaquilo,poisnenhumaactividadeéiguala outra,porissomesmoéqueistoétãoespecial.

Ana Ferreira, 12ºD

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Escola Secundária da Gafanha da N a z a r é Alerta Aveiro! Aveiro, também conhecida

Alerta Aveiro!

Aveiro, também conhecida como Veneza de Portugal ou costa de prata, situa-se na costa norte de Portugal continental e é onde desagua o rio Vouga. É também influenciada pelo Rio Douro, uma vez que este é o principal contribuinte em sedimentos. No entanto, uma grande quantidade fica retida nas barragens, factor ao qual se associam as extracções de areias. Desta forma, o homem altera o aspecto da costa fazendo com que a areia que é retirada pelo mar das praias durante o inverno não seja reposta durante o verão, pois já se efectuou a sua extracção. Como resultado desta extracção as cor- rentes são artificialmente desnutridas de sedimentos e como não têm o que depo- sitar, dissipam a sua energia nas praias e nas dunas resultando na sua erosão. Este efeito é agravado pela subida do nível médio das águas do mar provocado pelo

Erosão Costeira:

degelo dos glaciares e consequentemente pelo efeito de estufa e aquecimento global. As dunas têm como função proteger as habitações do avanço do mar. Com a sua destruição e erosão, causada tanto pela energia das marés e das ondas, como pela construção de edifícios ou caminhos, e ainda pela destruição da vegetação que a sustenta, habitações, estradas e a popu- lação, ficam mais vulneráveis à subida do nível médio das águas do mar, afectando assim a qualidade de vida. No passado inverno, o mar invadiu as habitações da Praia da Vagueira provo- cando inúmeros estragos. Esta situação ocorreu precisamente devido à destruição das dunas, uma vez que foram feitas cons- truções sob as dunas primárias. Para evitar a erosão e desgaste da zona costeira foram construídos esporões e enrocamentos que acabam por funcionar

Região.29

gafanhoto
gafanhoto
enrocamentos que acabam por funcionar Região. 29 gafanhoto como “armadilhas” para a pouca quantida- de de

como “armadilhas” para a pouca quantida- de de sedimento disponível. Actualmente efectua-se também a re-alimentação artifi-

cial das praias e a construção artificial de dunas, embora este processo seja menos rentável. Todos estes processos e obras de defesa da costa não garantem a estabilização das tendências de evolução da mesma, apenas protegem e adiam as causas, transferindo os problemas de erosão para Sul. Durante os últimos 50 anos foram perdi- dos 220 metros de areal e é previsto que nos próximos anos se perca em média 6 a 8 metros por ano e que, ao longo do tempo, Aveiro fique submersa, obrigando

a população a deslocar-se para o interior!

Ana Marques, 11º B

A grave situação da Praia da Vagueira

Azonacosteiraportuguesaencontra-senuma situação de erosão bastante grave, sendo as principais praias afectadas Cortegaça, Esmo- riz, Costa Nova, Furadouro e Vagueira. Esta última tem vindo a diminuir a sua área cada vez mais devido à extracção de sedimentos e ao desordenamento do território, o que levou a umaenormeurbanizaçãoeocupaçãoantrópica em locais de dunas primárias. Isto é, a praia encontra-se debilitada não só por causas na- turais. tais como a subida do nível médio das águas do mar e pelas alterações climáticas que têmvindoaocorrer,masprincipalmentepelas acções do Homem. As dunas são estruturas que resultam da acumulação de areias transportadas pelo vento, que acabam por se fixar devido à vegetação, tendo assim um papel bastante importante na formaçãodestas,queconstituemecossistemas costeiros, estabelecendo a transição entre o ecossistema marinho e o terrestre, sendo bar- reiras naturais de protecção às transgressões do nível do mar. Deste modo evitam a salinização dos solos, a abrasão marítima nas falésias e a destruição das infra-estruturas criadas perto da zona. Ora, a construção de habitações realizada na praia da Vagueira não obedeceu às “regras” de

na praia da Vagueira não obedeceu às “regras” de ordenamento do território, sendo feita nos locais

ordenamento do território, sendo feita nos locais das dunas primárias. Esta tentativa de melhorar

oturismoacaboupordestruirumagrandepro-

tecção da praia, o sítio de verdadeiro interesse

turístico,quefoiassimdiminuindoerecuando devido à acção do vento, cujos sedimentos que levava já não ficavam retidos nas dunas, pois estas já não existiam, e da extracção excessiva de sedimentos para comércio. Assim, cada vez mais a costa vai sofrendo erosão e desvanecendo, afectando não só os ecossistemas presentes nessa região, como as actividadeseconómicasqueusufruíamnesta,tal

como a actividade piscatória, a venda de inertes

e o turismo; acabando por afectar também a

qualidade de vida das populações. É necessário tomar medidas para remediar

estasituaçãoantesqueagravemais,taiscomoa

paragem de extracção de sedimentos, a recons- trução de dunas, a implantação de paliçadas,

a plantação de vegetação e a realimentação

artificial das praias com a colocação de areias. Tal como dizem. é melhor prevenir do que

remediar,masumavezqueomalfoifeitoapenas

nos resta o remédio.

Ana Carolina ,11ºB

30.Redes sociais

Ucranianos em Portugal

30 .Redes sociais Ucranianos em Portugal Em Portugal, o fenómeno imigratório dos ucranianos tem sofrido grandes

Em Portugal, o fenómeno imigratório dos ucranianos tem sofrido grandes alterações, registando-se um crescente número de Imigrantes.Como na Ucrânia os salários são muito baixos e os atrasos prolongados,, para além dos habitantes começarem a ter profissões não correspondentes às suas qualificações profissionais e escolares, muitos deles começaram a emigrar. Em Portugal estes imigrantes são re- crutados para profissões pouco ou nada qualificadas, continuando o processo de desqualificação profissional. A entrada ir- regular no nosso país que estes imigrantes apresentam, impede-os de accionar qual- quer processo de reconhecimento das suas competências escolares e profissionais. Por outro lado, o mercado de trabalho informal proporciona-lhes maiores compensações monetárias, apesar do elevado risco de pre- caridade nele implícito, este regista uma maior procura de mão-de-obra imigrante. Para muitos dos ucranianos a escolha de Portugal surgiu da informação que existiria maior facilidade de entrada no mercado de trabalho, pois a sociedade civil, bem como as políticas imigratórias, não demonstravam práticas de expulsão ou rejeição de imigrantes que aí se encon- travam a trabalhar irregularmente. Foram informadas as pessoas do sexo masculino que poderiam ser operários de construção

civil, enquanto que para o sexo feminino era aconselhado como país de destino a Itália, dada a grande procura de emprega- das estrangeiras para as lides domésticas ou assistência à 3ª idade. Em Portugal, os imigrantes são inseridos essencialmente nos sectores da construção civil, dos serviços e da indústria, em pro- fissões pouco qualificadas e por vezes com remuneraçõpes injustas, tendo em conta as qualificações de cada um. Assim, a maior parte dos Ucranianos vivem em Portugal um processo de desqualificação profissional, visto que desempenham profissões para as quais se encontram sobrequalificados, mas muitos já exerciam profissões pouco qualificadas, no país de origem, ou em países vizinhos da Ucrânia. Por último, com o prolongamento da estadia em Portugal, nota-se uma resig- nação face à sua situação de sobrequa- lificação profissional, considerando as condicionantes linguísticas e burocráticas actuais, e a recente natureza do fenómeno. Curiosamente, por exemplo eu sou uma imigrante de leste que luta por conseguir uma vida melhor em Portugal, mas muitos acomodam-se e exercem cargos inferiores às suas competências. Por mim, sinto- me feliz por puder ter uma vida segura e estável.

YUliya Paliy

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
gafanhoto
Paliy Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto The Role of big multinational corporations in society

The Role of big multinational corporations in society

We decided to do a survey in order to find out how well-informed our students are about big corporations. Based on a text we read in the English lesson, we asked the students in our own class and those of 12th.B about their opinion on big corporations. According to the results of our quiz we concluded that most people (66%), think that the conditions of the workers of a big multinational aren’t good. When asked about which is the big- multinationalwiththehighestprofitthey proved to know that Microsoft is the big multinational with the highest profit. Everyone claims to know what a cor- poration is, however when asked if they know any multi-national corporation, they don’t always answer correctly, and some answers are preposterous like, for example, someone said that ESGN is a multi-national corporation. Economically, students seem to be aware of which corporations earn the most, yet, they can’t pinpoint the corpo- ration that earns the most profits of all. On the one hand, half the students think that corporations are good in ge- neral, on the other hand the other half of the students think that corporations are bad for people and the environment. Most people characterize a multinatio- nal as an engine of development, but other people think they are inhumane and cannibals. All of the students think that big corporations explore the small enterprises. In our opinion corporations are a little inhumane and shouldn’t treat humans like objects, employers shouldn’t gain so much money and “normal” employees should gain more money.

12th.A

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Redes sociais.31

Redes Sociais, Geração C e Aprendizagem

Adelina Silva

As redes sociais são uma das formas de representação dos relacionamentos afec- tivos ou profissionais dos indivíduos entre si ou entre seus grupos de interesses. Por rede entende-se um grupo de indivíduos que, de forma agrupada ou individual, se relacionam uns com os outros, com um fim

específico, caracterizando-se pela existên- cia de fluxos de informação. As redes podem ter muitos ou poucos membros e uma ou mais categorias de relações entre pares. É composta por três elementos base: nós ou membros (pessoas que se agrupam com um objectivos comum), vínculos ou relações (laços que se estabelecem entre os dois ou mais nós) e fluxos (indica a direcção do vínculo). Ou seja, as redes sociais as- sentam numa lógica dinâmica, interactiva

e tecnológica. A rede é responsável pela partilha de ideias entre pessoas que possuem valores, interesses e objectivos em comum. Segundo Capra (2002:85), “ As redes sociais são antes de mais nada redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os

limites culturais, as relações de poder(…)”.

É a partir do comunicar e relacionar com o

outro que o homem se constrói enquanto ser social, agrupando-se e constituindo comunidades, redes, sociedades. Desde logo, é importante pensar como estes su- jeitos sociais organizam-se e representam- se na contemporaneidade, promovendo o surgimento de uma cultura digital. As redes sociais no ciberespaço podem ser, além

de espaços de comunicação, espaços de produção de aprendizagens. O grande desafio do século XXI é desper- tar o interesse dos jovens para a aprendi- zagem. Com a entrada das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na sala de aula surgiram algumas barreiras. Levando-se em conta que os jovens desta geração já nascem e crescem cercados de tecnologia, e que aprendem desde muito cedo a comunicar numa linguagem digital, devido às muitas horas de navegação na rede, é possível perceber que os mesmos compreendem o mundo sob uma óptica diferente, sendo intitulados de “Geração C”, assim denominada por ser composta de jovens conectados, criativos, críticos, confiantes, curiosos, capazes de debater conceitos, congregar pessoas e confrontar ideias, adaptando-se facilmente a um mun- do de novidades e de informações que se modificam rapidamente numa sociedade líquido-moderna (Bauman, 2007). Os desafios que se colocam aos estudan- tes deste início de século é o de saberem avaliar problemas e apresentar soluções, discutir ideias e propor novas teorias, serem mais críticos e responsáveis pela constru- ção de seu próprio conhecimento, além de se adaptarem facilmente às mudanças apresentadas pela sociedade. Independentemente da utilização em sala de aula dos recursos digitais, o facto é que aluno e professor contactam dia- riamente com os mais diversas medias:

Quadro 1 - Gerações e suas características

gafanhoto
gafanhoto
Quadro 1 - Gerações e suas características gafanhoto filmes, programas de rádio e TV, actividades no

filmes, programas de rádio e TV, actividades no computador e na internet, jogos inte- ractivos, entre outros, transformando-se

em fontes de informações para auxiliar na compreensão de conteúdos e realização de tarefas. Não basta ter a tecnologia à nossa dispo- sição, é necessário utilizá-la a nosso favor extraindo o que nela há de melhor, planean- do novas actividades onde as TICs possam exercer um papel colaborativo no proces- so da aprendizagem, valorizando o diálogo

e a participação entre todos envolvidos

no processo: alunos, professores e fer- ramentas de aprendizagem, redefinindo assim toda a dinâmica da aula. Como grande parte dos jovens não co- nheceu o mundo sem internet, telemóvel ou câmara digital, conseguem adaptar-se com extrema facilidade às novidades, de- senvolvendo a capacidade de produzir e

veicular seu próprio conteúdo, descarregar músicas, programas e filmes, além de criar

e divulgar os seus blogs, páginas pessoais,

não deixando de lado sua participação em comunidades de relacionamentos e em ambientes virtuais (Facebook, HI5, Twitter). Se compararmos a geração C com as demais que a antecederam, percebe-se que os artefactos tecnológicos, a veloci- dade das informações e a abundância de novidades favoreceram o seu surgimento. Para compreender melhor, exibiremos logo abaixo diferentes gerações e suas respec- tivas características:

gerações

ano de nascimento

características

Geração Y

Nascidos entre 1978 - 83

“Y” de Yahoo. Caracteriza-se por ser individualista, consumista, informada e abso- lutamente digital.

Geração Z

Nascidos entre 1984 - 2000

“Z” de zapear, que significa ficar trocando de canais de televisão a cada cinco segun- dos. São pessoas que buscam informação a todo o momento. Também conhecidos como geração: “on-line”, “net”, “digital” ou “pontocom”.

Geração C

Não é regida por ano de nascimento

“C” de Conectada, também conhecida como geração “V” ou geração Virtual. É com- posta de pessoas de múltiplos grupos demográficos e idades, que participam de comunidades virtuais, jogos online e de redes sociais.

Fonte: Rainmaker Thinking Inc., site: Marketing Profissional e site: IDG NOW1 Editora 34, 2000.

32.Redes sociais

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

(continuação da página anterior)

A geração C é a única que não é regi-

da pela faixa etária, e sim classificada de acordo com a maneira como seus

integrantes utilizam a web. Para se tra- balhar com esses jovens, é necessário desenvolver actividades diversificadas

e dinâmicas, com objectivos bem defi-

nidos, para que eles possam se motivar

a adquirir novas competências .

O papel mais importante da internet

na estruturação de relações sociais, segundo Castells (2001), é sua contri- buição para o novo padrão de sociabi- lidade baseado no individualismo. O individualismo em rede é um padrão social, não um somatório de indivíduos

isolados. Os indivíduos montam suas redes, on-line e off-line, com base nos seus interesses, valores, afinidades e projectos. Devido à flexibilidade e do poder de comunicação da internet, a inte- racção social on-line desempenha um crescente papel na organização social como um todo. Novos desenvolvimen- tos tecnológicos parecem aumentar a oportunidade do individualismo em rede se tornar a forma dominante de sociabilidade.

O desenvolvimento projectado da

internet sem fios amplia as possibili- dades da interconexão personalizada para uma ampla série de situações so- ciais, dando assim aos indivíduos maior capacidade de reconstruir estruturas de sociabilidade de baixo para cima. Com o novo espaço pedagógico deli- neado pelas TICs e pelo ciberespaço2,

as possibilidades geradas são diversifi- cadas e a cada dia são lançados novos desafios, no intuito de desenvolver as actividades cognitivas, afectivas

e sociais. É neste contexto que surge

a oportunidade de implementação e

desenvolvimento das redes sociais para

a Geração C.

reFerências:

BAUMAN, Zygmund. Vida líquida. Trad.:

Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro:

Jorge Zahar Ed., 2007.

CAPRA, Fritjof. As Conexões Ocultas. São Paulo: Editora Cultrix. 2002

CASTELLS, Manuel. A Galáxia Internet:

Reflexões sobre Internet, Negócios e Sociedade. 2ª Edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.2001

LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução:

Carlos Irineu da Costa. 2ª ed. São

Paulo:

Utilização das Tic e do SL no desenvolvimento de actividades Lúdico-Educativas

gafanhoto
gafanhoto
desenvolvimento de actividades Lúdico-Educativas gafanhoto Quando do outro lado do computador se encontram outros
desenvolvimento de actividades Lúdico-Educativas gafanhoto Quando do outro lado do computador se encontram outros

Quando do outro lado do computador se encontram outros jogadores a tarefa

de os enfrentar pode ser aliciante, princi- palmente por não lhes conhecermos a face

ou por apenas conhecermos deles o que nos querem mostrar. Muitas plataformas virtuais, entre as quais podemos salientar

o Second Life, proporcionaram uma verten-

te lúdica, quer através de jogos comuns, como o bingo, ou de jogos de faz de conta, como os role-playing, entre muitas outras hipóteses. Estes jogos podem ser jogados dentro da própria plataforma, mas não são eles que motivam a maioria dos utilizado- res a usá-la. Neste caso a comunicação e

a interactividade sobrepõem-se ao jogo e

existem outros domínios lúdicos considera- dos mais apelativos pela referida maioria. O Second Life é também um local de aprendizagem, quer no contexto de um ensino formal, com aulas e workshops, seminários e convenções, quer no das experiências vividas como fonte de co- nhecimento. Como as experiências podem diferir das que temos no mundo real e como podemos visualizar o que apenas conhecíamos teoricamente, as fontes de ensino e os meios de aprendizagem são aqui inesgotáveis. Quer seja utilizado como uma forma de apoio à aprendizagem não

virtual, quer seja o único meio utilizado no ensino formal, os resultados da inserção neste contexto virtual têm sido favoráveis

à continuação das experiências de ensino-

aprendizagem que aqui têm sido realizadas

e divulgadas - no Coied e no SLactions,

por exemplo. Mas como um dos principais atractivos

do Second Life é a interactividade, também copia e em muito a vida real, como aconte- ce com os edifícios que são um decalque dos reais, das aulas que são dadas em salas semelhantes às reais, dos encontros entre pessoas interessadas numa mesma temática. A diferença é que na vida real dificilmente juntaríamos pessoas tão dis- pares numa mesma sala, seria impossível deslocarmo-nos tão rapidamente para qual- quer local do mundo e muito dificilmente conseguiríamos falar com qualquer um desses interlocutores tendo um tradutor automático a esclarecer o que acabamos de escrever. Para além disso, a informalidade com que os avatares falam uns com os outros, principalmente por escrito, facili- ta a comunicação entre pessoas que não têm a mesma cultura e que pertencem a ambientes antípodas. Unindo a faceta lúdica à educativa, po- demos participar, no Second Life, tal como na vida real, em sessões de poesia, em tertúlias, em grupos de teatro, de dança, de ópera, em aulas sobre a etiqueta e a construção do próprio mundo virtual. Na sala de aula, devido às dificuldades de acesso a esta plataforma, quer por existir um limite de idade para a sua utilização, quer por causa da qualidade dos computa- dores escolares e das interdições de acesso ao que se considera como jogos virtuais, os professores utilizam usualmente outras plataformas para que os alunos possam aprender ao transformarem-se em per- sonagens de jogos ou ao criarem os seus próprios jogos educativos.

Casimiro Pinto e Paula Justiça

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

Escola Secundária da Gafanha da N a z a r é Fevereiro e Março Conferências online

Fevereiro e Março

Conferências online para professores

A Conferência Online de Informática Edu- cacional pretende reunir professores de todos os níveis de ensino, interessados no desen- volvimento do conhecimento e na partilha de experiências no âmbito da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nos processos de ensino e de apren- dizagem, enriquecendo as experiências nos contextos de trabalho e de aprendizagem formal e informal. Pretende-se ainda dar a conhecer algumas tecnologias da Web 2.0 e discutir sobre o seu potencial educativo nos contextos de ensino e de aprendizagem. Esta conferência oferece aos professores e formadores a oportunidade de colaborarem com os seus pares na construção de novos conhecimentos e aprenderem sobre novos recursos, contribuindo para a sensibiliza- ção e promoção da aprendizagem informal através da optimização das TIC.

Sendo que a literatura científica tem apontado o trabalho colaborativo como

uma estratégia em ascensão para o desen- volvimento profissional, esta conferência pretende promover, entre os professores, a actualização de conhecimentos e a partilha de experiência e de práticas pedagógicas com as TIC. oBjecTivos gerais da conFerência

− Reflectir sobre o papel do professor/

profissional da educação face às exigências do séc. XXI e à necessidade de formação ao longo da vida;

− Reflectir, analisar e partilhar boas práti-

cas da integração das TIC na educação, assim como na formação contínua dos professores;

− Facilitar o trabalho em rede e a partilha

de experiência e conhecimentos entre os inscritos através de diferentes tecnologias.

Disponível em:

http://www.coied.com/in%C3%ADcio/objectivos.aspx

em: http://www.coied.com/in%C3%ADcio/objectivos.aspx VIRTUAL WORLDS – BEST PRACTICES IN EDUCATION 4TH ANNUAL

VIRTUAL WORLDS – BEST PRACTICES IN EDUCATION 4TH ANNUAL CONFERENCE – MARCH 17-19, 2011

“The Virtual Worlds Best Practice in Education (VWBPE) is a community-based confe- rence that provides opportunities for participants in all virtual worlds to share current teaching, learning, and research practices in 3D virtual environments. Conference pre- sentations focus on teaching/learning, scholarly work, projects, events, activities and new and innovative tools for virtual education. Presenters will focus on the identification of best practices in education designed for 3D virtual world technology. This year’s theme is You are Here. (…) Here is all around you:

Here is where we find the great successes and even failures. Here is where we expand our borders. Here is where we touch what is important to those we teach. Here is where we learn and live and play. “

Disponível em: http://www.vwbpe.org/about

Online.33

gafanhoto
gafanhoto
n ível em: http://www.vwbpe.org/about Online. 33 gafanhoto Novas tecnologias Tive oportunidade, há uns dias, de ver

Novas tecnologias

Tive oportunidade, há uns dias, de ver um pequeno clip intitulado “Diconnect to con-

nect”, que sensibilizava para a importância da necessidade de desligar o telemóvel ou

o computador para podermos regressar à

realidade e ver e sentir, de facto, aqueles que nos rodeiam.

Na verdade, a proliferação de informa- ção vinda através das novas tecnologias banalizou-se e, na minha opinião, acaba

por ter o efeito contrário. A abordagem cara

a cara, sem qualquer recurso audiovisual,

nomeadamente o vulgar powerpoint, foi uma

mais-valia extraordinária neste workshop.

O contacto físico, a interacção e o efeito

surpresa do sketch inicial foram, sem dú- vida, um factor que cativou os alunos (e

os adultos que se encontravam por perto)

e lhes mostrou, sem efeitos trabalhados

informaticamente, uma realidade que lhes

está muito próxima, levando-os a percebê-la

e a tirar as suas conclusões, de forma bem orientada.

Prof. Dulce Novo

Curiosidades A invenção do elástico

A invenção do elástico é um autêntico “ovo

de colombo”. Ele está em todo o lado - no

cabelo das senhora (e dos senhores também), na roupa (mais ou menos íntima), em aces- sórios de escritório, em acesórios médicos

nem nos damos conta

da sua importância. Dir-se-ia mesmo que é difícil passar sem ele. Faz parte da nossa vida e julgamos que terá sido inventado por alturas de Adão e Eva. Nada disso! A sua invenção é recente. Foi Thomas Hancock quem o inventou em 1820 e foi o britânico Stephen Perry quem o patenteou, abrindo a primeira fábrica e lucrando com a ideia. Foi num dia 17 de Março, em 1845, há 166 anos!

e/ou desportivos

e

34.Visitas de estudo

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Experiência vivida

O lugar dos afectos

O lugar dos afectos situa-se em Eixo, Avei-

ro, e foi criado pela D. Graça Gonçalves na quinta da sua família, dando continuidade

à sua carreira de escritora de livros, e esses livros encaixam com as diversas “casas” Na casa Flor de Sentir partilham-se várias descobertas relacionadas com os nossos sentimentos, emoções e apercebemo-nos que se não tivermos cuidado com o que ex- primimos afecta-nos tanto a nível individual como em grupo, e a seguir vem o Sitio do Gostarzinho em forma de círculo. Perto da casa tem a flor da idade, o caminho Gostar

e também o coreto da Alegria. Tem a casa Prenda de Amor, que é a casa

central do Lugar dos Afectos e que nela o amor é tudo, não só pelos namorados (as), mas também pelos pais, irmãos e amigos. Devemos ter sempre compaixão pelos ou- tros.

A casa Estações de Ternura está dividida

em cinco casas, em que a casa Estrelinhas no regaço representa os bebés e contem estre-

las que os simbolizam, a casa Bem me Quer representa o jovem e contem umas nuvens que o simboliza, a casa Coração Ternura representa os adolescentes e contem um coração imperfeito que os simbolizam, a

casa Amor Perfeito representa os adultos e tem dois corações que os simbolizam, e por ultimo a casa Nova Primavera, que repre- senta a velhice e tem um coração perfeito. Em frente à Estação de Ternura encontra- se a Casa Romance e o Recanto dos Namo- rados. Depois tem a Guarida da Esperança, em que cada um de nós é uma estrelinha

e somos o vigilante de alguém, tanto em

namoro, mas mesmo com amigos e contém uma estrelinha com o nosso nome, em duas das janelas da guarida. Perto da Guarida está o Coração dos Carinhos e também o Abrigo da Amizade. Em seguida está a Casa Gostar, em que devemos de gostar de todos, mesmo da- queles que não nos damos muito bem, e na entrada tem uma ponte e um lago em homenagem à Terra-Mãe. Por último tem a Casa Harmonia, que

é a casa anfitriã, tanto no interior do Lu-

gar dos Afectos como por fora, no pátio da Harmonia pretende-se que se sai do Lugar dos Afectos em Harmonia consigo mesmo

e com os outros. Eu gostei muito desta experiencia vivida

e aconselho-a a toda a gente, pois a ideia errada de que é só para as crianças pode fazer com que os adolescentes e jovens

adultos não queiram ir, mas na realidade

é para todas as faixas etárias.

Catarina Neves Vilarinho , 12ºD

Passeio a pé

Artes no Porto

No dia 8 de Fevereiro de 2011, as turmas profissionais de animação sociocultural e de informática do 12º ano, fizeram uma visita de estudo ao Porto. Visitámos vários locais, como o palácio da bolsa, que tinha uma arquitectura fantástica, salões magníficos e pinturas estrondosas! De seguida, espreita- mos as lojas alternativas da rua do Almada, passeámos pela Avenida dos Aliados, onde entramos em quase todas as lojas e por fim fomos almoçar. Na parte da tarde visitámos lojas com artigos reciclados e de artesanato, na rua de Ceuta e na rua das Galerias de Paris, onde podemos ver artigos muito antigos, do tempo dos nossos pais ou avós, na tra- vessa de Cedofeita entramos numa loja que aproveitava e restaurava objectos antigos. Depois ainda andámos na rua Miguel Bom- barda e estivemos no centro comercial dessa

mesma rua, só com lojas fora de comum, com muitos objectos artesanais e diferentes do normal, visitamos também uma casa de chás, que tinha um cheiro, uma organização e um ambiente estupendo. Quase no final da nossa visita ainda pode- mos entrar numa das mais bonitas livrarias da Europa, que se chama “Livraria Lello”, onde se pode ver uma arquitectura de estilo neogótico, com uma fachada lindíssima!

gafanhoto
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de estilo neogótico, com uma fachada lindíssima! gafanhoto Caminhámos durante muito tempo a pé, até chegar
de estilo neogótico, com uma fachada lindíssima! gafanhoto Caminhámos durante muito tempo a pé, até chegar

Caminhámos durante muito tempo a pé, até chegar à casa da música, onde a turma de

informática fez uma visita guiada, enquanto

a de animação ficou à espera, a descansar

de tanto caminhar. Por fim viemos até à es- tação de Campanhã de metro e apanhámos

o comboio até Aveiro. Foi uma visita divertida e onde podemos conhecer um pouco mais da cidade do Porto.

Jessica, 12ºD

Visita de estudo a Braga e Guimarães

Porto. Jessica, 12ºD Visita de estudo a Braga e Guimarães No dia 11 de Março realizámos

No dia 11 de Março realizámos uma visita de estudo a Braga e Guimarães, em conjunto com os nossos colegas das outras turmas do 7º ano e alguns professores. Os principais objectivos da visita foram:

desenvolver o espírito de observação, de investigação, recolha de dados, de análise e de crítica, conhecer o Paço Ducal e o Castelo de Guimarães, reconhecer vestígios da cultura castreja, conhecer estruturas edificadas com importância histórica, re- colher dados significativos de utilização futura, sensibilizar para a preservação do património histórico, artístico e cultural

português, participar em actividades inter- pessoais e de grupo respeitando regras e critérios de actuação e de convivência em diversos contextos e promover o convívio entre professores e alunos. Saímos muito cedo, chegámos tarde e muito cansados. Mas foi um dia extrema- mente enriquecedor culturalmente e, tam- bém, em termos pessoais, pois divertimo- nos imenso, embora os professores tenham dito que temos que afinar as vozes para poder cantar no autocarro, na próxima viagem.

A turma C do 7º ano

Escola Secundária

da Gafanha da Nazaré

TRISHA BROWN

26 Mar - 01 Mai 2011

Museu de Serralves

r é TRISHA BROWN 26 Mar - 01 Mai 2011 Museu de Serralves Esta exposição, dedicada

Esta exposição, dedicada à pioneira bai- larina e coreógrafa norte-americana Trisha Brown, mostra-nos – através de documen- tação vídeo e de um programa de filmes feitos a partir da sua obra, e que apresen- tam nas galerias do museu alguns dos seus trabalhos mais icónicos – aquela que foi uma reinvenção radical da dança nos anos de 1960-70. Fundadora do Judson Dance Theater – juntamente com, entre outros, Yvonne Rainer,LucindaChilds eSteve Paxton –, Brown inventou, na década de 1960, um léxico totalmente novo de movimento: ex- tremamente económico, baseado em gestos do quotidiano, estruturado pela obediên- cia a regras muito simples, a instruções básicas. Um exemplo paradigmático são as suas Accumulation Pieces, em que um gesto, aparentemente banal, desprovido dos virtuosismo e habilidade normalmente

associáveis à dança, é repetido várias vezes; depois, um segundo gesto é adicionado à “coreografia” e os dois são repetidos, e por

aí adiante. Não especialmente complicados,

do ponto de vista exclusivamente técnico,

os movimentos empregues nas suas obras são eminentemente transmissíveis – motivo pelo qual o trabalho de Trisha Brown tem

sido perpetuado através do ensino, primeiro pela própria e actualmente por membros da sua Companhia, das suas performances

a novos bailarinos. Brown também foi uma

pioneira na incorporação do filme na dança,

e esteve desde sempre rodeada de artistas

visuais, realizadores de cinema e fotógrafos, nomeadamente a franco-americana Babette Mangolt e a americana Elaine Summers, que partiram do seu trabalho para explorar as potencialidades e os limites da documen- tação e da tradução para outros suportes da dança e da performance. Logo em 1966, Brown utilizou numa sua coreografia um filme do artista Robert Whitman (Home- made, apresentada agora sob a forma de documentação vídeo), como são famosos, por exemplo, os filmes Roof and Fire Piece

(1973) e Watermotor (1978), de Mangolte

e também apresentados na exposição. O

primeiro filme é paradigmático da forma como, nos anos de 1970, os artistas se apropriaram de forma inédita do espaço público urbano – nomeadamente do SoHo, em Nova Iorque –, e de como, vistas por muito poucos, estas performances tiveram na documentação uma forma privilegiada de comunicação com os contemporâneos de Trisha Brown, mas também de transmissão às novas gerações do importante legado para as actuais performance e artes visuais desta incontornável reinventora daquilo que entendemos hoje como dança.

Comissariado: João Fernandes Produção: Fundação de Serralves Mais informações em www.serralves.pt/actividades/

detalhes.php?id=1932

esTéTica no porTo Ontem (7 de Abril) as turmas do décimo

ano do ensino secundário foram a Serralves, aos jardins e ao Museu. Estava um calor incrível e custou-nos um bocado andar no jardim, íamos atrás da Mariana, que andava com o mapa na mão a servir de guia. Depois dividimo-nos em grupos de dezanove, con- tando com as professoras, e fomos visitar

a única exposição acessível ao público no

museu de arte contemporânea, a de Trisha Brown (texto acima). Ao almoço paramos no jardim da cordoaria, em frente à Cadeia da Relação, onde cada grupo escolheu o local para comer ou dirigiu-se a um restaurante para repor as energias. De tarde fomos ver as exposições de fotografia patentes na Cadeia:

Porto Anterior, Porto Íntimo de Aurélio da Paz dos Reis, Por terras do Sol e Dor, Sur- vivors. Fomos também apreciar as vistas ao último andar, onde pudemos apreciar a Colecção de Câmaras e Equipamento Foto- gráfico do Centro Português de Fotografia, no Núcleo Museológico de António Pedro Vicente.

gafanhoto
gafanhoto
no Núcleo Museológico de António Pedro Vicente. gafanhoto Desporto. 35 Educação tecnológica Este ano, nas aulas

Desporto.35

de António Pedro Vicente. gafanhoto Desporto. 35 Educação tecnológica Este ano, nas aulas de Educação

Educação

tecnológica

Este ano, nas aulas de Educação Tec- nológica, estamos a fazer um chaveiro de parede, como uma casinha típica da Costa Nova. Pensamos que a ideia é muito inte- ressante. As casinhas, depois de feitas, vão ficar muito parecidas com as verdadeiras, mas com um pouco mais de imaginação. O trabalho é divertido e estamos a gostar de o fazer!

Rúben Teixeira e Ricardo Loureço 7ºD

Cada aluno começou por fazer um es- boço, seguido de um projecto. O material utilizado no trabalho é o MDF, um derivado da madeira, que tivemos algum receio de cortar, com o tico-tico. Estamos certos que os chaveiros são originais e que o nosso esforço e empenho não serão em vão. Todos poderão apre- ciar as nossas casinhas, no dia da Escola Aberta, em Maio! Até lá, temos mesmo é que trabalhar!

João Gonçalo Silva Nº 13 – 7ºE

mesmo é que trabalhar! João Gonçalo Silva Nº 13 – 7ºE AGRADECIMENTO “NO FUNDO…” Os alunos

AGRADECIMENTO “NO FUNDO…”

Os alunos do Currículo Específico Indi- vidual, do 7ºB e a Professora de Oficina de Expressões, gostariam de dar a conhecer o seu agradecimento, ao Professor e alunos que, no dia 3 de Março, 5ª feira, entre as 13.35 e as 15.05 horas, ocuparam a sala de Educação Tecnológica. Na verdade, só com esforço e empenho conseguimos remediar os estragos causa- dos, naquele dia e hora, ao nosso painel “No fundo do mar”, sendo-nos possível compreender ainda melhor o significado das palavras “respeito” e “educação”. Pelo facto, bem hajam!

Isabel Vilarinho - Rúben Nogueira - Miguel Vilaça -Luísa S. Marcos

36.Desporto

gafanhoto
gafanhoto
36 .Desporto gafanhoto Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Neste ano lectivo, a nossa escola está

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

.Desporto gafanhoto Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Neste ano lectivo, a nossa escola está representada

Neste ano lectivo, a nossa escola está representada nas competições do desporto escolar com 6 grupos – equipas, referentes a 4 modalidades desportivas diferentes. Temos o Voleibol, com 3 equipas; 2 masculinas e 1 feminina, o Ténis de mesa, a Natação e as Actividades náuticas (Vela, Windsurf e Canoagem).

Para além destas actividades, que envol- vem treinos semanais regulares, a nossa Escola ainda participou/a noutros eventos desportivos, tais como:

aTleTisMo O Corta-mato concelhio, realizado no 1º período, na Vista Alegre (Ílhavo), e o Corta-mato distrital, disputado em Vagos. No primeiro os nossos alunos conseguiram bons resultados, nomeadamente aqueles que representaram os escalões mais “ve-

lhos”, tendo mesmo sido medalhados! Ainda no Atletismo, a nossa escola vai ser representada por 23 alunos dos vários escalões/género no projecto MEGA. Este evento, que se realiza na pista de atletismo da Universidade de Aveiro, no próximo dia 16 de Março, vai realizar-se nas provas de velocidade, salto em com- primento e resistência, nomeadamente no Mega-sprint, Mega-salto e mega-Km.

BasqueTeBol Também no Basquetebol a nossa escola “vai dando cartas”. No projecto “Compal Air Basquetebol 3x3”, a nossa escola es- teve representada por 5 equipas, repre- sentantes de cada escalão/género, tendo sido apuradas as equipas de Juvenis e Juniores masculinas. A primeira constituída pelo: João Padi- lha (10ºA), Tiago Lopes (10ºA), Andrew Costa (10ºC) e Ricardo Martins (10ºA). Os Juniores apurados foram: Bruno Pe- reira (12ºA), Simão Mariano (11ºC), Ivan Xavier (10ºC) e Nathaniel Roque (10ºC).

voleiBol

O Voleibol, modalidade desportiva que mais praticantes e entusiastas tem vindo a ganhar, nos últimos anos, na nossa escola, também tem sido bem representado nas competições com outras escolas. Todavia, como apenas se apura uma equipa das 4 que normalmente disputam cada série,

o lugar de destaque maior ainda vai caindo

sobretudo para os Colégios, nomeadamente

o de Bustos e o de Calvão, que dispõem de

outras condições de recrutamento, trabalho e envolvente competitiva (equipas federadas), que se traduz por um nível técnico/táctico e competitivo de outra divisão!

naTação Na Natação os resultados têm sido brilhan- tes. Tal realidade não é alheia ao facto de podermos contar com alguns dos melhores nadadores regionais. que frequentam a nossa escola e que tão bem nos têm representado nas competições já disputadas!

Prof. Tiago Lopes

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

gafanhoto
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Escola Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto Desporto. 37 Atletismo Voleibol Como é que os alunos

Desporto.37

Secundária da Gafanha da Nazaré gafanhoto Desporto. 37 Atletismo Voleibol Como é que os alunos atletas
Atletismo
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Voleibol
Voleibol
Gafanha da Nazaré gafanhoto Desporto. 37 Atletismo Voleibol Como é que os alunos atletas conciliam a
Gafanha da Nazaré gafanhoto Desporto. 37 Atletismo Voleibol Como é que os alunos atletas conciliam a
Gafanha da Nazaré gafanhoto Desporto. 37 Atletismo Voleibol Como é que os alunos atletas conciliam a

Como é que os alunos atletas conciliam a escola com o desporto?

Nem sempre é fácil conciliar a escola e o desporto, mas não é impossível, com um pouco de esforço tudo se consegue. Normalmente, os alunos/atletas têm de abdicar de muita coisa que um jovem ado- lescente faz, como por exemplo sair à noite, desperdiçar tempo a falar em frente ao com- putador… este tipo de alunos aproveitam

todos os tempos livres para se dedicar aos estudos, para não ter maus resultados. Por parte dos clubes existe uma certa pressão, por vezes, para os bons resultados escolares, daí também terem como priori- dade a escola. A vida de um aluno/atleta por vezes não passa de uma rotina, que gira à volta da

escola e o clube, mas o desporto é essencial, pois quando estamos a treinar estamos a libertar a energia que está dentro de nós, do stress do dia-a-dia, e até na escola nos ajuda a concentrar e a sermos mais respei- tadores, com a noção de regras e a crescer como pessoas. Se é isso que gostamos de fazer temos de nos esforçar! Daniela Pires, 12ºD

38.Desporto

gafanhoto
gafanhoto
38 .Desporto gafanhoto I ENCONTRO No dia 24 de Janeiro de 2011, realizou-se o I ENCONTRO
38 .Desporto gafanhoto I ENCONTRO No dia 24 de Janeiro de 2011, realizou-se o I ENCONTRO

I ENCONTRO

No dia 24 de Janeiro de 2011, realizou-se o I ENCONTRO DE NA- TAÇÃO (Série A) na Piscina Municipal da Gafanha da Nazaré. Este evento contou com a participação de 5 equipas representantes das seguintes escolas: Colégio Nª Srª da Apresentação (Calvão); ES Dr. João Carlos Celestino Gomes; ES Gafanha da Nazaré; EB Dr. João Rocha Pai; ES de Vagos, e um total de 72 alunos e 6 professores. Este encontro teve por finalidade mostrar o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos dos grupos de natação no nível técnico 2 e 3, proporcionar um momento de convívio inter-escolas, assim como apurar os atletas para a Fase final do Desporto Escolar, a realizar no dia 7 de Abril, em Ílhavo. A nossa escola fez-se representar por 16 alunos, tendo obtido os seguintes resultados: 21 primeiros lugares, 7 segundos lugares, 4 terceiros lugares; como foram 24 as provas realizadas pelos nossos alunos, todos estão de parabéns pelos excelentes resultados).

Manuela Sequira

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré

Natação

Sequira Escola Secundária da Gafanha da Nazaré Natação II ENCONTRO No dia 1 de Março de

II ENCONTRO

No dia 1 de Março de 2011, realizou-se o II ENCONTRO DE NATA- ÇÃO (Série A) na Piscina do Colégio de Calvão. Este evento contou com a participação de 5 equipas representantes das seguintes escolas: Colégio Nª Srª da Apresentação (Calvão); ES Dr. João Carlos Celestino Gomes; ES Gafanha da Nazaré; EB Dr. João Rocha Pai; ES de Vagos, ao todo 70 alunos e 6 professores. Para além de um momento de convívio inter-escolas, este encontro teve por finalidade apurar os atletas para a Fase final do Desporto Escolar, a realizar no dia 7 de Abril, em Ílhavo. A nossa escola fez-se representar por 14 alunos tendo obtido os seguintes resultados:, 7 segundos, 3 terceiros e 2 quartos lugares; como os nosso alunos realizaram 15 provas, mais uma vez todos estão de parabéns pelos excelentes resultados!

Manuela Sequira

 

NÍVEL2

 

NÍVEL2

 

NÍVEL2

 

NÍVEL2

 

25

M LIVRES Juvenis Femininos

 

25

M LIVRES Infantis B Masculinos

 

25

M LIVRES Juvenis Femininos

 

25

M LIVRES Iniciados Masculinos

 

Beatriz Rocha

10ºC

24’’15

 

Pedro Xavier

7ºE

25’’54

Beatriz Rocha

10ºC

19’’50

 

João Martinho

8ºB

18’’97