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Coisas que ndo se deve ensinar ‘8 longa, multe longa, a Vista de colsas de que estamos Als- pensafs de ensitar, ei cata na estos, ea onde fin © apical, Paulo escevendo ay Siipenson ter ext adatravel dodlaasao: ha aprendl a contentsrme com o que tenho”. Filpensey 44, Tats te de uma deslragso avojeda que em lodos os homens Peden subse creer. © contentamento, sejam quaia forem as cireustineiss, deve ser ensinado e cultivado. A declaracao do apéstolo faz supor que ‘houvg orasises em que éle nfo estava contente cum as eireunstancias, isto € sentia 0 que quaso todos sentem @ nfo davemos ensinsr, Ja aprendi a contenfarme> revela que chegara 9 momento em que ‘aprendera e aleangara 0 atle nfo possuia, ‘Se aeato os nexécics no acontecem como més deselamos, en- 40 om lugar de contentamento havea DESCONTENTAMENTO, Note-se que a frustragio, a murmuracio levam maturalmente a Gescontectamento, Mio 4e torma nocossfrlo ensinar aos homens a so tomarem eseontentes. Nio 6 necessfrio. ensind-los'a se mexerem. Essay oisas Gles as aprendem mult: bem; sem que Ibes ensinemos, Por ‘tanto, estamos dispensados de prestamnos. um Beneficlo 0 homens @ A sociedade, se ro ensinarmos nem contribulrmes pa- mao deseontentamento, As coisas negativas nfo necessitam do in- ceentivo mem de cultivo. J4 as colssy preslosas que ornamentam 0 ‘vida, no erescem sdzinhas; exifem cultivo ¢ culdado diétio, ‘, Quantos dg nés poderemos fazer ‘er nossas a palavrs de Paulo? Quantos de n6s poderemos procla- ‘mar, finslmente, quo aprendemos a estar contentes com thdas as cosas? ‘Mio 6 tiell cultivar a flor do contentamento; nfo é fell con. servé-la vigosa e siraente, mas vale a pena olliar, para trés para of Gnsucessos ¢ poder declarar: Jé aprendi a exmtentarme eom © que tenho; 14 apendi a viver com o que Deus mo dé, $4 aprendi a acon- selhar outros para ce contentarem eom 0 que tém, isto & com a gra- (ga de Deus, que vale mais do que ‘das as riquezas do mundo, 7 E Conde LIGOES BIBLICAS PARA ADULTOS DAS ESCOLAS DOMINICAIS Diretor Responsivel: A. P. Vasconzelos 4 © 49 TRIMESTRES — JULHO A DEZEMBRO DE 1970 : Trimestre — Miss, Eurico Bergstin COMENTADORES: ) 49 Trimestre — Pastor Jesé Menezes 4g Pedidos & CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLELAS DE DEUS ‘Redacdo: RUA SAO LUIZ GONZAGA, 1951 ‘lefone: 220-4984 — Cx. Postal, 29015 — ZC-08 — RIO DE JANEIRO a a Tato 2 3 de juno de 1970 © SIGMIFICADO DOS DONS ESPIRITUAIS gone cic: poses cae ei 4s tte “aPaparasho’ Go" soe | dons do. Eogtio Sante, asi Genonsta go yeis'ge Devs om | buldoe ‘Dor Sua vonladé, Heb tommy s bon de Sate | 2A ne wre, LEITURAS DIARIAS . Junho, 29 — gegunda-fera | Julho, 2-— quinté-fefra Tego 116-27 Toko 1411-28 Junho, 30 — fereafeira Sulho, 3 sexta-toira Heb. 2-18) oao 167-15 = Julbo, 4 slbado _ 1 Cis. ase aetna aba ppl" amen Oa ‘sejals Ignorantes, 2 = Yés bem sabels que ereis gentios, levados aos fdolos mudos, conforine ereis gulados. 3 — Portanto vas quero fazer compreender que ninguém que fala eto Espltito de Deus diz: Jequs 6 anétema e ninguém pode dizer que ‘esus 6-0 Senhor, endo pelo Hspitito Santo, LICOHS BIBLICAS 4 — Ora ha iversidarte de dons, mas 0 Espirito 6 9 mesmo. 5 —E ha diversidade de minjstéxios, mas o Senhor 6 0 mesmo. G — H hé diversidade de operagies, mas 6 0 mesmo Deus que ‘opera tudo em todos. 11 — Mas um s6 eo mesmo Espirito opera t0das estas cotsas, ‘epartindo particularmente a cada ym como quer. COMENTARIO: InfroducSo: Durante o trimestre que ora iniciamos, estudaremos a Pale vyra dg Deus no que respeita aos dons espivituais, files sfo uma parte da les heranga que xecebemos de Deus. EI. 1:18, Para muitos erent dons si um tesouro escondido, mag Deus prometeu dar-nos_éste tes 15, 3STPepanios a Deus due nos d@ olhos abertos Secret “esiag Taravilhas de sua lei SI, 119:18, E onde houver éstes dons # igre Ja 6 tea I Co, 135-7. J. OS DONS ESPIRITUAIS SAO UMA DAS MUITAS FORMAS DA ‘MANIFESTAGAO DO ESPIRITO 1, Definigios DONS DO ESPIRITO SKO MBIOS PELOS QUAIS O ES- piRITO SANTO REVELA © PODER E A SABEDORIA DE DEUS EM INSTRUMENTOS HUMANOS QUE OS RECEBEM E BEM OS USAM, 2. Os dons 80 uma manifesiaggo neo-testamentéria da plenitmde na vida. des salvos. A dispensagio do Nevo Testamentto inate de gunn ein, 1 Co $8: frmdonee vero Ie ma ee “Espiritg-Sento ccupa na presente dispensacKo, Sua ‘oa ilias_s Cristo, Jo, 16:14, e trabalhar para que 0 eas oe ‘© Diifieipe @os beneticios advindos com a morte fe Jeau, Jo. 2610, Pare alcangar_ sate slvo, Espirito Santo. opera de muitssmaneires: vivitica « Palavea de Deus, Jo. 6:65: Ul Co. 8:8, fortalece a oragio, Rem, 6:20, enhe os selves de poder para que se tor ee ae eee sale eee ar Issivos determinados dons, por meio dos quals opera, I Co. 12:7-11. ere ee as aie de ST ee See @, Os dons no efo portanto um aperfeigoamento da nafurezs humana, mas Uma expreseo da muanifetiaggo maravithosa de Deus; LICORS BIBLICAS 3 Deus da dong naturais 4 pessoa humana, e éstes dons, colocados sbbre o/ altar, poten servir de bento. Mas ndo so dons espirituais. Através je uma conduta santitieada ¢ pela oratdo ¢ meditacio na Palavra, po- emos alesnear grandes conhecimentos ¢ assim anuneiar poderosamente © Bvangelho, Mas isto tampoueo 6 dom espititual. Os dons do. a0 um milagre! B Deus, quem par meio de seu Espirito Santo, coloca o Hiomam @ S€Irservico e opera por meio de dom, de uma manelra sebre- natural, de modo quo o homem psssa a ser_um mero _instrumento, oe At, 19:11; Rm, 15:18,19; Hb, 2:4; At, 14:3, \M. OS DONS ESPIRITUAIS SAO DE GRANDE IMPORTANCIA ‘ESPIRITUAL Nao sabemos aveliar devidamente 0 valor dos dors do Espirito, les sic, e sempre foram, uma fonte de xiess bénefos espirituais. Por jtermédio dos dons, a Igreja volta ao cristianismo primitive e experi ‘menta_a operagdo sobrenatural do poder de Deus. 5 1, © dom € de Grande valor porque refleto a grandeza daquele que © dew. A Biblia diz que Deus no-los d4 6 tirado, I Co3:16. Os olhos espisituals do ‘homem sio aberios, 1 Co. 4:6, para que mas~profundezes da ciéncia de Deus, a Palavea-de Deuspara revelar-nos os Taiouros ures, freis para o reclocinio humano, Cl, 2:2, Se ussrmos o tabernéeulo no feserlo camo figura, pademos telver explicar 0 ereseimento gradual do, te ae ‘e pelo dom da ciéncia, entramos no «santo dos sfios ‘Bete dom pode também wer comparedo, analbgicamente, & tenda LICOES BIBLICAS 9 — ‘onde Moisés entrava, para ouvir as palavras de Deus; 2o sain, arunciae ‘Ys 0 povo 0 que ouvira, dizendo: ¢Assim diz o Senor», Ex. 23:7.11, b) Este dom leva o hemem para um conhecimenio que se bassin nna revelagio, O dom é como tim microscépio que permite ver aduilo que © dlho natural ndo ve. E quando a revelacio celestial abre os olhos, 9 hhomem compreende as dimensdes do amor (Ef, 3:16-19) e sabe 0 due Deus nos preparou ¢ reservou em Sua heranca etema, Ef. 1:17-19, Bn- Quarto 0 dom da sabedoria toma sdbio 0 coracie, 0 dom da eiéneia tor= fia apto 0 nosso entendimento, 2, Diversas manifestacées désto dom. 8) Bite dom é a grande arma divina para o onsino, Ef. 1é:l1; At. {Bitz © Sennor mandou-ros fazor diaetpulos Ge tOdas as nogies, ensiname 0-28. Epie jo compo dom —e9 ensino da doutvina’6 0 sesar com 4igua aqullo que fol semeado, I Co, 2:6, At. 16:89, Bnsinar € transmitir as ormas que Deus estabeleceu, Tt, 2:11.12; 1 Tm, 3:16, % quando os sere vos de Deus| por meio do dom da eignela, puderem edchecer os grandes tmistérios de Deus, Cl. 1:27, poderko também trazer 20 conhecimento da Tereln agullo que’ Deus thes Fevelou, Ef. 3:9. Oremds a Deis. para. ue ‘todos os obreitos reeebam este importante dom, by Bate dom nos defende poderosamente conira as hotesias, Pelo ‘uso do dom, chegemos a unidade da fé, Ef, 4:13, ¢ assim somos resguar- dades dos ventos de douttina que andam por af, Ef. 4:12.14. Baguanto dom da sabedoria nos sjuda a sa dom da cigncla 10s ©) 0 dom da citncia tambim pelle trazer-nos conhocimento do csindo spiritual de um crento om particular ou do uma Igroja. Jeous sabla 0 que havia nos homens, Jo, 4148, 4:16,18, Por ate dom, conhecemos as ovelhas, Pv. 21:23. fste dom tembém pode dar-nos ‘umn perfeito couhieeimento sébre a vonlade de Deus, Cl. 1:9. A renova- ‘Ho no Espirito nos fa eonhecer a vontade de Deus, Rm. 12:2, mas o dom ‘aperfeigoa ste conhecimento, @) Este dom também pode trazer conhecimento das coisas materiais, Jesus sabia que na béca do peixe havin uma moeda, Mt 17:29, © quo jeenéetlo eseria preparado para recebé-lo, e aos disufpulos. MMe, 14:15, Paulo sabia que a viagem seria incémoda, At. 27:10. Vemos aqui o dom = fas jo mum plano que se aproxima do dsp | Pecamos a Deus due Sle derrame abundanlemente entre né0 os "dons dn stbederia e da cienci, Ligho 3 19 de julho de 1970 A Fé E A OPERACAO DE MARAVILHAS eo ee \ ‘TEXTO AUHED, ¢ & outro a profecin; « ‘a outro o dom de discemir os espiritos; ¢ a outro a variedade de lin- uss; ¢ a outro a interpretacio das Inguas, ‘Atos 19:11 -— H Deus pelas mfos de Paulo fazia maravilhas oxtra- ordindrias, SS COMENTARIK Introdugio: Meditaremos hoje sdbre dols dons espirituais, pelos ‘quals Espirito Santo opera sinais e prod{gios, So os dors da fé © 0 da ‘operaefio de maravilhas. © Senhor quer dar 20 seu povo ésles dons, da: ‘mesma maneira como os demals! flo quer usar sous filhos eomo ins ftrumentos sitels em suss mfos. Para roceber éstes dons devemos bus- ulos em oracio, © permanccer sempre humildes para que Jeatie recebs sempre téda a gloria, I, 0 DOM DA Fa Jé vimos que um dom espititual 6 uma expressio do poder de Deus, © que sdmente pelo uso do dom podemos usutruir os resultados ‘Que Deus props colvesr nos dona, 1, © dom da {6 no 6 9 mesmo que exer em Deus, Nao 6 a t6 gal vyadora, pois esta todos os sslvos a tém, Ef. 2:8, Tempoueo trata-se da ‘mesma f¢ em creseimento. II Ts, 1:8, ¢ nem ainda a £6 fortalecida que reechemos pelo batismo no Espirit Sarto, 1 Co, 4:13, # 2. O dom da f6 § uma porcio plena da {6 do Senhor Jesu, que 0 Espitito Santo nos transmite, O dom da fé nos comunica uma 16 quo, | essencialmente, 6 a mesma f8 que nos salvou, mas em proporgSes mul- || to malores. Dols motores clétvicos podem ser construldos segundo uma | mesma concepsio, obedecendo aor menos prineplos téenicos, mas Sua potércla pode ser bem diversa, Um motor faz trabelhar a mAquina dle costure; 0 outro movimenta uma loeomolival Aqul ecorre e mesmo, "0 dom da fé & uma copacidade sobrenatunal de erer, e que abre de par 3 em per a porta para o mundo dos milagres, onde «tido & possiveld, “Mt, 17:20, Me, 9:23; Le, 1:37; 1 Deus sempre recompensa a fé, @ Porlanto exttaordiziriamente quando a {6 6 abundant 8. © dom da {6 se manifesta maravilhosamente, Bete dom n&o corhece limitagées em suas opertoSee, pols a Pac Javra diz que TUDO é possivel para aquéle que er, Mc, 9:23. A £6 be Ta o poder de Deus, © opera éste poder onde sua presenca so faz neces aria, 4) © dom da £6 cria ume autoridade espieitual que nos ajuda a Or a0 nos defrontermns com problemas, A 1é nfo vé impossibllidades a Sus frente. Lemos sObre Josué, que enquanto eombatia, estava tio chelo de #6 que falou com © Senor e depois ordanou so sol que se detivesse ‘no céu, Js. 10:12, Jesus mostrou éste mesmo dom da 6 junto ao timulo de Litzaro, Ze falou primeito: «Pai, eu sei que sempre me cuves>, Depois ordencu Lézaro a sair do timulo, Jo. 11:40-45. A oracdo Ge Elias ‘ho monte Carmelo foi também uma prova de £é, Detrertava-se com 450 profetas de Baal, e orou sdzinho a Dous — e 0 fogo cait, I Rs, 18:22.40, i 2 LICOES BEBLICAS Pe —— Depois orou que Detis mandasse chuva, e a chava velo, I Rs. 16:41-46, Fliss era homem sujeito as mesma fraquezas que n6s, Te, 5:17.18, mas temnou-se forte por causa da 6 que Deus Ihe dera. 1b) O dom da fé premove uma ccnfianga sbscluta no poder de Dous em resolver quaisquer dificuldades. Daniel saiu vivo da cova dos JeGes, porque crera no seu Deus, Dn, 6:16-23, Paulo tinha plena certez: a vitéria quendo se eneontrava no meio do mais violento temporal, Ats, 21:29. E quando Pedro seria apresentailo so Povo, para ser morto, dormia trarquilo como erianea, AL 12:6, Sem se perturbar, Paulo saci fin no fogo @ cobra que the acometera & mio. At. 2222-5. ©) 0 dom da £é erin uma cerfeza total de quo Deis supre em gl6- ia t8das = necessidades, Crer em Deus faz parte da f@ ccmum, mas ccasionalmerte os problemas sio tho ditfcels e to . enormes, que Be forna necessétia uma porelo maior da £6, Quindo Jesus multiplicou o pao, apis orér, trotava-se da operacio do dom da 16, Mt, ‘Straves dos tempos tem bsvido homens do 76 que pelas tem podido. trezer solugses divinais © sobrenaturais para os probls Tnais dificeis, Todo, o cristianisme modemo se recorda eomovido do ps or Muller, que sem tenhum recurso a nfo ser una £6 sem limites, s1 fentou um otfanato com mais de 3.000 (irés mil) eriancas absndonad: 4) Onde dem da $ opere, ivradia-se uma {6 viva também ps os demals A {6 6 re , @ todos sentem que Tudo & possivel, Jesus esta presente, Aleluiat I, 0 DOM DE OPERAR MARAVILHAS, imibora éste dom porega poco comum entre nés, no é, todev desconhecido, Temes visto © sentido @ sua operacto. E pecames a Dew ‘guie fle prepare muitos instrumentos aos quals possa dar éste 1ra edificagdo do seu povo. 1, Qual o significado deste dom? fste dom é uma manifestacto 4 Espieito, quando usa instrume x ‘© poder de Deus para fuzer sinais © prodigios. ‘tOdas as coisas. tem nm poder ilimitado, le opem como resposta oracio da £é, Bete dom é, portonto, um caminko desimpedido pa 7" 2, Como se, manifesta éste dom? a) Pela ressurreigéo dos mortds, Um doente pade ser curado, mas | © morto deve ser ressusctado, do contrér!o dormird até vinda de Jesus | ou o jue tinal, Jesus sessuseltava mortos1 Lemos acérea do filho da v _\v9, em Neim, Le, 70-17, ou da filha de Jairo, Mt. 0:18, 19, 24, ou sbbce _[Biaao, 40, 114844, Peto realizon o mesmo milagre quando resus lia Dorcas, At, 940-48, e Paulo, quando ressuscitou 0 méoo que cain Nia Jonela, At, 20:0,12. Multas vézes stes milagres tém-se repetido em rncssos dias, aqui mesmo no Brasil b) © dom de operar maravilhes se manifesia pela vitGrla sBbro ‘ar foreas da naiurera, Moisés féz milagres com sua vara, Ex. caps. 7,8 € @, Jesus repreondeu 0 vento, Mat. 8:29.27, e andou sObre as aguas, Bat, 14:24-27, Quando Paulo e Silas oravam na prisio, Devs mandou ‘um terremoto que arzasou os alicesces da prisfo ¢ solfou’as cadeias dos pesos, Af, 16:23-20, ©) tte dom se manifesta em txaxer castigts doterminados por Deus, | Vemes como Pedro trouxe eastigos sébre Ananias © Safira, 51-11, e como ‘Paulo cegou Elimas quo punha embarucos & evangelizacéo, At, 18:7-12, ‘—~“r"como DEVEM SER USADOS #STES DONS? | __Devem ser usades segundo a directo direta de Jesus, para que o Seu rome seja glorifieado, Nic é 0 homem quem deve usar os cons, mas Deus ‘deve usar 9 homem que recebeu o dom! Quem reesbeu 0 dom deve per~ ‘marecer humilde, sabendo que s6 Deus pode operar maravilhas, e que nada Gepende do homem, O homem no deve ser visto, nem deve ser engrande- ido, pois assim o Senhor se rettra déle. Jesus nfo trarsformou pedras em pio, Mt, 4:3,4, porque nfo quis usar 0 dom em proveito préprio, nem bus, ‘ear prestigio diante do inimigo, Pedro repreendeu 0 encantador, que que- a comprar 0 poder de Deus, pois éste queria recuperar 0 prestigio antigo, At, 8:9-11,19-21, Embora tivesse andado sdbre a figua, Pedro nifo eserevett a nlnguém falando desta stia vitéria, Os milagres deve ser feltos na di- “ego de Deus, Mt, 14:20-31, do contrério estaré aberto o camino para ‘deceno6es ¢ fanatismo, Que o Senhor manifeste o seu poder segundo as suas promessas! LICOES BIBLICAS: a er tine ae alters ee Ligdo 4 26 de julho de 10705 0 DONS DE CURAR YERDADE PRATICA: Os dons! TEXTO AUREO: , Ex. 15:26. 9, Além dos dons de, curar, existem outros caminhos para slean- gar aiide pela £6 om Jesus, ©) © doente pode buscar a Jetus pela oragio © receber sate, Sal, 50:15, Temos 9 exomplo do rei Ezequlas, Is, 38:1-9. O Senhor ene via a sua palavra e sara, Si, 107:20, 1b) Crentes podem exer por um doente ¢ o Senhor os responder finda mesmo quando 0 doente iio esleja presente, Jo. 4:46-62. ) Os que exéom podem pér as milos s6bre 0 enfirmo, Me, 16:17. 4) Os prosbitesos podem ungir com axtite o doente, ea cracko da #6 vestaurard a swfde, Tg, 5:14.10; Me, 6:18 4, Ox doas da curar sao uma manifestacio do Espirlio Santo par r4 tranimsitir a plenitude do prder de Deus ao doonte, para assim curds Mie 16 LICOES BIBLICAS depois no de seus apésiolos, © tem permanecido na Tgreja até hoje, I, COMO SE MANIFESTAM OS DONS DE CURAR? 1, ste dom transmite o poder de Deus para saiide, © sua oper lo, via de ogre, ¢ Snstantinea, Nao 36 no ministério de Jesus aconte- Gem ‘milagres imediatos de saiide, mas também em Atos dos Apéstolos Se menclotam miitos milagees de cura instantinea, At. 3:1-16; 5:15, 26:8. Os doentes recebiam num %6 momento uma perfeita sat Se fala em molhora gradual ot progressiva, : 2. © dom & exercido com auteridade, mas com espirito humilde. (Os que tém o dom de curar sabem que Jess quer que sma nome seja ‘lorifieado, e que os doentes sejam curados, e porisso podem operar 0 Gom com téda cusadla espiritual, At 3:6, 4:13.14, 14:10, Mas o dom & tisido com fumildade, pols 0 poder de curar néo 6 uma caracteristica propria do homem, At, 3:12 ¢ sim uma revelacdo do poder que hi no no- me de Jews, At. 3:16. © dom & usade onde houver ambiente propiolo & operacio do Espirito Santo, Le, 6:19, Mt 14:36; Me, 6:55.56, At. 5:19,16, ete. Onde nnio havia 18, Jesus fazla pouces milagres, Mt. 13:56, 57. Mas Sle ensi hho a seus disefpulos que 0 caminho para o terreno da #% se chama Jejuum e oracio, Me, 9:28.23, Il, COMO DEVEMOS USAR OS DONS DE CURAR? 1, Devemes usilos pasa maior gliria da nome de Jesus. Jesus como homem, sempre buscou glozitiear o Pal, Jo, 7:18; 9:50. O Espirito Santo velo para gloriticar a Jeaus, Jo. 16:14. Porisso, se alguém fOr use- fo nelo Hepleita, serd sdmente para glorificar a Jesus, Ef, 9:20.21. Os ‘apéelolos sempre secusaram homenagens do povo por catlsa de prodie ‘Bios foltos, At, 3:12; 14:15. sertacfeira | i Jer, 2312240 | T'cor, 14s; 26:99 ! Tilho, 20° quareteia | Axisto, 1 — Sbado i Tee, b:13.35 | Men" tata t cere a, ‘Leltura da Liggo: Rom. 121 Rom. 12:6 — De modo que, tendo diferentes dons, segundo a mra- ‘ca que nos 6 dada, ge & profecia, seja cla segundo a medida da fé, T Cor, 12:10 — Ea outro a operaedo de maravithas; ¢ = outro @ profecia ; € a cutto o dom de discernir os espiritos; ¢ a outro a varieda- ede Iinguss; © 4 otto a interpretagio das lnguas. 14:3 — Mas 0 due profetiza fala aos homens para edificacéo, ‘exortacio © consolacko, sl 29 — E falem dois ou trés profetss, e os outros julguem. 82 — E og Fspiritos dos profetas estio sujeites aos profetas | 1 Tes. 5:19 — Nao extingsis 9 Espirito 2 — Nao desprerols as profecies. 21 — Examinal tudo, Retende 9 bem, COMENTARIO: i ‘Ao estudarmos a doutring da Biblia acérea do dom da | profecia. cectamos vivamente lembrados das béngaos que através dos _ tempos, a Jerela tem reeebido pela profecia, Importa-nos aprender da Palavra de Deus o uso correto deste dom, para que éle possa continuar a operar pa leveja e seja devidemente considerado por todos. I QUE SIGNIFICA DOM DA PROFECIA? 1, Profecia § uma mensagem de Dous transmitida pela inspiracio do Wepirito, pelo dom da profecia, é fslada tal como ouvida. A menss- T Cor, 12:10; 14 ee : semen gem de Deus pode chetar a0 cristfo como uma viséo, It Cr, 1816; Jr. Bila, ou como vu peso interior, que o abigt a faley Je GtiLs Ge oa funda iano o ineumento de ‘Deut ouve’a'soa messagurs aceraiate 5 Se. 10; Mh ce, 40s; 1 Sn S10, iN 2. O dom da profecia se realize plenamente quando aquéle que usado com dom néo apenas reccbo claramente 1 mensagem do Deus tas iransmife‘a com soda a fidelidade ¢ submissio. som nada modificer nem omifir. Samuel transmitiu a Eli tadas as palaveas que ouvira, 1 Sm, £10, Paulo dise: cfu regbl do Sent o abe tambim'vee Sookie, 1Co, a8, Aquéle que profes Bly reDTamE ErestnamOnte te pela: gre pee Seni ¢ so ga ier vor als ae einige falr'ao mietolone A Pasta se Dee ae ee ener ot tate eee ee ee oe iia, eee fem, Drofética 6 tranmmitida sob infeira iuelder, comndoo.éxintie ee [| ciente © empenhado em falar aqullo que ouviu, ® meccseéslo folas a Se faves de Deus com sdeiiade, St 101 1) ___ 3 Comprendemos dlsto u nacesidade da sor provada a. mensagern rotetie, T Co. 14220; 1s, So-a1. Sabome aut oe tamu ice Q| Deus _sdo_vaios de barro, Ii Co, 4:7, “Pode ‘ser que aeueR a eS <> | Slane nated Cresat eu nie abo eS be pad ts QE ‘a quo néo esteja em sondieia csyinitual sdequada pura ananee ‘i uma mensagem civim, oa ainda que umita-ot scrascente palavras. & ‘uensagem profétic: sabemos ‘que ao ouvirmos uma mensagem proté ‘ea, que méo foi 0 Senhor Deus quem fSlou, ¢ sim o cristao, um hemem como més, due felou uma mensagem procedente de Deus pela inspiracdo § do Espirito Santo I Co, 14:29. H para que ninguém receba uma mensa- QGsem exrada ou parciaimente inspirada, Deus determinou que as profe- ae Sejam julgadas. Nisto ha grande sabédorlay {1 COMO SE MANIFESTA 0 DOM DA PROFECIA? 1 © dom da profeca fransmite & Toreja uma monsagem inspira: ie sobre | ® eaitieacdo, 1 Co, 14:3, 1228, At. 9:81; Rm. 1419; 15:2 | ® eorsolagio, 1 Co. 14:9, CL 4:8, I Co. 1:4; 27 ©) exortagdo, At, 15:29; 11:23; 14:20, } @) predigéo de econtecimentos futures, At, 11:27-30; 218.14 2, A mmis do dom da profecia bi o minitésio de profeta que se ma- rlfesi na inspitagdo da pregacio da Pelevra, P2411. Certamonte fol te ump aie lpieta @ brani po ig Panewosfe At. 8a \do_um pregador & inspirado pelo Eepltita da Pratecii as suas pale: tan server ae eae pansies Co Hehe eebem 0 ecsino,¥ Co. 1481, ¢ a yalavra felata, se-consttuo num receso Ga paris de Deus, At. 2:37, ib. $:12, que descobre ve sauredos, I Co. 1 fvemveca og homens s6 ergueram pelo poder do Espiite, pare sebuf: | rem a Jesus, Bz. 87:10, Oremos para que entre nés haja mais esplrito de | profess | Ye 22 mbit dents omc ait oe ou ; sme Bf, 4:11; At. 19:25-27-32, Qu mlnistério de profeta 6 ui dos ministéros da Palavra, da mesma forma como o ministio de pas ( jor de Goutor, ete, Ef, 4:11; At, 18:1, Yas sue proparacio”espettat-eeté : exatimente na consagrasGo pessoal, Gl. 2:20; Cl. 8:3, Mt 10:20; 1 Sm, 25:2, No Novo Testamerto temos profetas que slo mencionsdos em At, 112%; 19:82. Tis homens de Deus preenchem os requisites —constantes ‘ae Jr, 29:20, | 14. Vemss, portanio, que nem todos qus uiam 0 dom io prcotss| Lemos em At, 21:8, 8, que Filipe tinha quatro flhas que profetizavam Depois ehegou Aquela cata um profets, chamado Agabo, At, 21:20. Paulg| ssereveu & igtela em Corinto que todos buseassem profetizar, 1 Col 14:5,81, mas esereveu também: . Se as. manifestagSes que se ve-| Fifloam em qualquer, Iuger, sfo | ‘de orlgem divina, diabética ou | simplesmente carnais 1 LEITURAS DIARIAS | Agosto, 6 — quinta-fetra ‘tos 8:1-9 Lev. 10: Agisto, 4 — tercacfeira | Agosto, 7 — sextacteira T Reis 4:17 | Titoae 1-8; 2:20-27 ‘Agosto, § — quarta-feira |) Agisto, 8 — sibado | TeCor 12-11, ‘Atos 8:18:25, ee ‘Loitura da Ligdo: Atos §:1-4; 1 Con 12:10 ‘Atos 5:1-4 — Mas um certo varfo chamado Ananias, com Safir, sua muller, vendeu uma propriedade, 2 —B releve parte do prego, sabendo-o também sua mulher; ¢, 1 vando uma parte, a depositar aos pés dos apdstolos 8 — Disse entio Pedro: Anamias, porque encheu Satanés o teu co- ragio, para que mentisses a0 Expfrito Santo, ¢ retivesses parte do preqo a herdade? 4 — Guardando-a nfo tieava para ti? E verdida nfo estava em teu poder? Porque formaste ste designio em teu coracio? Nao mentiste ao hhomens, mas e Deus. I Cor, 12:10 —E a outro a operagio de marvilhas; ¢ a outro a profiel; e a outro 0 dom de discornir os espiritos; ¢ a outro a variedade de linguas; ¢ outro a interpretacio das nguas, COMENTARIO: Introdueto; O assunto de heje versa sébre um dem importantis- simo, e Particularmente titil em nossos dias, Deus tom éste dom & nossa Aisposigho, esperando dé-lo aos seus servos. LICOES BIBLICAS 23 a) 1. QUAL © SIGNIFICADO DEsTE Dom? 1, © dom de descornir entre espiritos 6 uma manifestagdo sobre- ‘natural do Espirito Santo, que por meio daqueles que o recebem, revela @ fonte ou o espiritn quy inspira certas manitestacGes religiosas, Nao se ata, portant. de um discernimento natural ou uma aptidio pstcol6gi. fa que muitas pessoas possuem; também no é capacidade de discer hir entre © bem © 0 mal que os erentes tém, Hb, 5:14, ou o discernimen- {0 espiritual dos salvos que estio em comunhio com Jesus, T Co, 2:13 16. Pelo contrévio, 0 dom de discernir entre espiritos é uma manifesta: slo totalmente sobrenatural do Hsp{rito, assim como 0 dom de operar ‘maravithas, 2, Esto dem prova o cuidado protetor do Senhor, Jo, 17:12. Deus rovidenciou para que sua Tgreja néo estivesse exposta ao mal, quer pro- edente de tora, quer de dentro, por meio de alguém que caido no Esp rito, pudesse trazer contaminasio para a Igrefa, Neste dom se manifes: ta 0 santidade cle Deus que nfo tolera a imundicia, SL 5:45; 1 Sm 10:1 Percebemos o olhar penetrante de Deus, sondando tidas as colsas, Ap, 1:16; Ho, 1:19, SI, 11:4-7, 345,16; 199:1,12. 3. Bote ccm @ uma didiva particularmente preciosa aos ministzos gue Pastorciam a Tgrtja, Nosso diseemnimento humano pode levar-nos a0 érro, Js, 9:11.12. © este dom ee eorstitul um radar espiritual que re- vela perigo © ajuda a manter 9 rumo certo, Ajuda os pastores m guardar dos lohos ¢ dos falsos dcutires o seu rebanho, At, 20:28-20, II COMO SE MANIFESTA £STE DOM? ‘Vimos que 0 alvo déste dom 6 identiticar a fonte espiritual day diferentes manifestades religioses 1 fatos, © Sonhor deu & sua Igreja diversos meios para provar cerios 8) = Palavra de Deus que rectbemot é a VERDADE, Jo, 11:11, 2 0 Espirito do Senhor é 0 Espirito da Verdade, Jo, 16:13, Déste modo 2 Teteja 14 esta provida de duas armas poderosas, Hb, 4:12; BL 6:17. D) Uma mento cepiritual discerne os fatos, Rm, 12:2, $6 sent ‘ses comiinhao com as colsas que esto a luz, I Jo, 1:7, Reconhece: ‘mos a vor do pastor, Jo. 10:45; o paladar espicitual prova os alimen- fos. Jé 12:11, LICOHS BIBLICAS fe) Jeaus recomendou-nes = reconhecer a drvore com base nos seus fotos, Mt, 7:18.18, Multos falsos profetas tém sido desmascara- dos, quando seus frutos so analisado, 1d) Reconhecemos os mius espiriios pela sua confissio acérea de Cristo, I Jo, 4:12, Isto nfo diz respeito aos homens méus em geral, 6) fquais contessam a Cristo, mas com falsidade, Le, 13:25; Mt, 7:26. 2, Pelo dom de discemir cspirlto, o Espirito Santo descobre 6- vyela Soiaimente tédas as manifestardes relisioses, 8) O dom revela a confissio falsa, quando procedente ott tnflu- ‘enciada por méus espirilos. A mentira de Ananias e Safira fol desmas~ warada, At. S:l-ll, e assim também a trapaca de Geszi, II Rs. 5:26.27. © mesmo aconteceu com o enemntador em Samaria (Simao), At. _t:18-24, tom a confissio da moca adivinhadora, At. 16:16-18, e mentira de Saul, I Sm, 15:1415. b) © dom apunia as pessoas que se fazem de Hderes, sem ter ‘sido designadas por Dus, A Igreja em Bfeso tinha desmascarado os fal soe apéstolos. AD, 2:2, ¢ Paullo deseobriz es que em Colossos se faz grandes a pretexto de vis6es de anjos e aparente humildade, Cl. 2:1 ‘Judas definiu com elareza alguns que queriam so introduzir entre o po, vo de Deus, Jd, 8, ©) Bath dom poe a mi cortas imanifestecdes «protéticass, prov: tratarse de fogo Sstrasho, Ly. 10:1-4. Era isto que faltava na isreja MEAs OC sgt cam colerten vor alae deanna, AN 220-24 © eontetido de uma profecia quando nfo é verdadeira net yer de Dens, pode tedrieamente ser ser uma invengio humana, Jr, 14:1 também ter inspiracdo satanica, Jr. 23:13. 4) 0 dom eondena as doutrinas erradas, A Palavra de Deus € nossa nome, e o dom previne das perigos ocultos, e até das dout Ge demOnics, 1 Tm, 4:1-4; Gl, 2:4; Tk Co, 11:26; Tao, Ast ‘e) © dom ideniifica do edu, II Co. 5:19-20. Ela € o organisma ‘Que execita as ordens da eabeca que ¢ Cristo. Deus espera muito da Igteia e quer Usé-la constantemente, MI, PARA CAPACITAR A IGREJA A REALIZAR A SUA MISSAO, DEUS DEU-LHE DADIVAS: OS MINISTERIOS ESPIRITUAIS E OS DONS ESFIRITUAIS, Ef, 48-1 I Co, 124-6, 1, Os ministorios espitituais so servigos espirituais que Deus deu # Igreja, tomando seus depositérios aguéles que fle chamou para realizar diferentes funcdes na Iareja, Ef 4:12; 1 Co, 12:28; Bf. 3.7. ; 2. Os dont esplrifuais so a preperacio ‘para éstes _servicos ‘Yemos em I Co, 12:4 que os dons estio vinculados acs servigas, 1 Co, 128, © quando Gstes operam conjuniamente, hi operagio de prodisios pois Deus opera tudo em todos, I Co, 12:6, E quando lemos o livro de ‘Atos, encontramos cs ministérios operando revestidos de dons espiri= tuais: Pedro era usado com ogxdors de curar (At, S:11,12; 9:34.35), @ om de operar maravilhas (At, 9:86.42), 0 dom de diseernir os espiritos (AL. 5:4,5) © os de sabedoria ¢ cidncia (At. 2:22-36); Paulo, com os dons de curar (At, 14:8-10), 0 dom de operar maravilhas (At, 19:0,10), os dons de sabedoria e de cifncia (I Co. 11:6), ete, E éste é alnda hoje a prepa ago da quel os servos do Senhor precise? 8. Os dons ospirituais so também uma preparacio para cada ‘eqont®, como membro do corpo de Cristo, Assim como cada crente € ‘membro do corpo, I Co, 12:12,14.27 assim também cada crente tem dig LICOES BIBLICAS 33 ‘ello a05 dons explrituals para melhor servir como instramento de bin- ios ras mios de Deus, 1 Co, 12:7,11, A Biblia ensina que somos todos ‘um sacerdéclo real, T Pd, 2:8, e por meio dos dons, cada erente pode daz frutos para Deus, II, 08 DONS ESPIRITUAIS AJUDAM A IGREJA A CUMPRIK SUA IMPORTANTE MISSAO 1, A primeira incumbéncia da Toreja ma forza é evangelizar, Dt, 20:18-20; Me 16:15,16, A Igreja precisa anunelar 0 Evangelho até os con- fins da terra. Ela reeebeu a Palavra de Deus para anuncidla ao mundo, T Co. 4:1.2. Mas para hem executar esta maravilhosa missfo; a Tareia pre- isa dos dons espirituais. Quarto maior a operaeio dos dons, tanto mais influente e poderosa se tornard a lereja, ITs. 1:5-8, 2, A Igroja devo ser coluna e sustenticulo da verdade, Tm, 9:15. Deus mio incumbiu a mals ninguém desta importante tarefa, Com a alt= ‘da do Espirito Santo através dos dons espirituais, a Igreja pode conser var ¢ sustentar 2 doutrina da Biblia pura e sem mistura — embora viva- ‘mos rum mundo cheio de falsas doutrinas, doutrinas humanas e imita- odes, I Tm. 1:84; 4:6.79, 1814, 6:12-14,20, 8. A Ioteja é o ler espiritual onde os salvos rocebom adificagio © protogio, Bf 2:10-22, Aqui cabem os dons espirituais de mancira téda especisl Nao apenas comunieam edifleagio, 1 Co, 14:3-5, mas permifem a manifestacio das coisas sabrenalurals provedentey de Deus, Pelos dons, sentimos de manelta viva ¢ real que DEUS ESTA NO MEIO DO SEU POVO, I Co, 14:25, Fsta manifestagio do poder de Deus torna mais fntima 2 comurhao dos salvos! Mas os dons também nos de- fendem doz Tobos voraves, At. 20:28-80, alertando-nos dos perigee © aper- feigoando a nossa atencdo! Gragas a Deus! 4. A Igreja ¢ acima de tudo, a representante aufcrizada de Deus, na Serra! Polos dons espirituais dados a Igreja, Deus deu-ihe autoridade sobre © mal, Le 10:19, © Senhor tem todo 0 poder na terra, Mt. 28:18, a Iareja, pela plenitude do Espirito Santo, é partieipante déste poder, At, 1:8, Le. 24:49. Quando José reccbeu o anel de Faraé e quando Mand). 4queu recebeu o anel de Assuero, G8, 41:42, Bt 8:2, ambos receberam tam- ‘bém autoridade para agir em nome do rei! Pelos dons espirituais 0 Senhor quer manifestar o seu imenso poder para que todos salbam que BLE ESTA NA SUA IGREJA, Mo, 16:20, At. 4:0; 14:3; Rm. 18:19; Hb, 2: LICOES BIBLICAS IV, PARA QUE OS DONS ESPIRITUAIS SEJAM UMA BENGAO AIGRFJA, £ NECESSARIO QUE OPEREM DENTRO DA IGREJA 1, # preciso ensinar a Tote, que Dous quer quo cada membro ter eba um dom espiitusl, NZo pode haver igarnicia acérea deste doutrina 1Co, 12:1, Todos tam 0 diretto Ge serem atisados no Bxptito Santo, pois 4 promessa diz reapito a todos, At 2:30, E todos 08 que sfo betizades no apisto Santo temo sine de reeeber fe 0 daver Ge buscar) tim dom c= Dintual, Co, 12:11, Kim Corinto esta doutvina era bem acela, 1 Co, A f6 von pelo ouvir, Rm 10:17, Preguemon e ensinemos ela doutrina, © on crenter cemegatio # biteat! . quem pete reeebe, quem ousea achal Sut’ 7ind. Devemge também falar ca, inportancia da renovagso, par que Gs dans reeebidos ro se tornom inoperaiies. Os dons no poten ser es- Pretados, 1m, 4cid mos devem set sempre despertados, Him, 18. 2.'A Toreja dave ser instruida quanto ao uso. corteto dos dons! os dons podem ser mel tsados por estes és ugorincia actrea de set! UFO, ito econgeu em Corinto. mas Paslo em sia primeira carla eeerevou the dois cafitloy (22 ¢ 18) sObre « mon certo Ge User ox dons espirituas 9, A Igrela procen saber quo op dons sin dados & Tara, isto de- ‘vem sez taates no trabalho regular da lgte)a, Darante multas ocala, Miaves dos séeulns, pensouse que on done a0 #0 maravilnosos que a6 Gebom 0 trbalho Formal da Tsreje, Alguns provéem crlar am trabalho fxpecial em tber0 do dom da. profecie, por cxemplo, e sargem ierelas frofeteast Oulrce cram movisnentos ‘eapecais em torn do dom dee Ron oulsos Glrigem trabelios destnados Uricamente a decerni espiitoal Ered a Biblia mostra que todos en dons que operavam nos dias aportlco,| Eperavam na Teteja, © fustamente poriso ® gris erence em graee © amano, Jenas dine ce es sinais segulviam aos al eressem. quando fore bem prego, Me, 1615-19, B todos os prodigios etedos ‘no livro de Atos GGiial; 82-38, 617.8, 147-10; 19:0-13, ee) acontecerem no texbalho Te frlar da Tarja, Por causa da. poderoas operas dos done wepintial, « Igteja primitiva se tornou tZo admirada que até hoje écitada como exemn= plo da operagio do poder de Deus. Mas se eada apéstolo comecasse um frabalio particular, Peseedo no dom ave tinha recebido, a Terela nfo te. ria sido’ qle fot! Se, por exemplo, uma tirma eonstrutora tem especa- Iistas pata trabslhos de eletrieldade, concretasem, etc, ésses no podem ouparse particnlarmente de suas especialidades sem que firma. em Drogadore sofra prejulzos; mas se cada um permanecer no sett pésto, e realizar ali o trabalho que the for atsbuido, « emprésa toda prosperard Zata figura tinue nce mostra que cada um de nés deve empreger na Igreja o talento © os dons que reeebeu de Deus, para provelto da Igreja_ pata gléria do Jerus. assim a Igroja poderé sor dil ao mundo, er aneando dos Tagis do inimigo mutes aimes pera o reizo dor clus, LICOES BIBLICAS 8 Soe ERS cen Oe isto 20 de seto de 1010 | © Uso CORRETO Dos PONS ESPmITUAIS | YERDADE PRATICA ; 0 uno] TEXTO AUREO: sque trele | forreto dos dons expiritusis 6 | pois, smifs? Quando vos jun: {tito por aqusles rise que | fais,.. daga-se tudo, bara eat. | amadilrecidos na experiénela | cacaos. 1 Cor. 14:26. i Ge una vida pledoss, ‘evden: | | Te, i LEITURAS DIARIAS Asisto, 28 — segunda-eira | Agésto, 27 — quinta-feira Mat. 4: I Cor.’ 14:2098-40 A Agito, 25 — terce-tetra AgSsto, 28 — sexta-teira T Ped, 513-0 1 Con. 18:1-13 i | dam tambres a tar'viae | i ! i { ! | i Asisto, 26 — quarta-feira | Agdsto, 28 — sfbado IE Cor 4: ( Il Cor. 12:1-10 Lheitura da Ligie; I Cor, 14:20,29,0; 1 Ped, 4:10 1 Cor, 14:20 — Trmfos, no sojais meninos no entendimento, mas sede meninos na malicia, e adultos no entendimento. 28 — So pois téda igrcja se eongregar mum lugar, ¢ todos falarem Aguas estrenhas, e estrarem indoutos ot infiéis, ro digo porventu- ra que estais loucos? | 40 — Mas faca.se tudo decentemente e com ordem, T Ped. 4:10 — Cada um administre aos quttes o dom como o rece ‘beu, como bons dispenseiros da multiforme graga de Deus, COMENTARIO: Introdugdo: Os dons espirituais que Deus por Sua graga dew A Jgreja, stmente trardo béncios se form bem usidas. Uma méquina, or perfeits que seja, torna.se Initil se nfo eonhevermos 0 eee Na Palavra de Deus encohiramos ensino avérea do uso corretc dos dons espirituals, e sbre éste ascunto meditaremos hoje. 1, 0 USO DO DOM ESPIRITUAL SIGNIFICA QUE 0 SPIRITO SANTO OPERA POR MEIO DE UM INSTRUMENTO HUMANO | 1 Receber um dom espiritusl nie significa receber um poder Jsobrenatural para ser usado a bel‘prazer, O povo de Jerusalém tinha esta LICOHS BIBLICAS, opinigio errada actrea dos apéstolos, quando 0 coxo fol curado, Mas Pedra zejcitou ste parceer ¢ afirmou que no fora sua propria santida- do ou virtude que 82 andar o caxo, sim que Deus tinha glorificado 0 seu 10 Jesus, At, 3:12.13, Também Paulo reeusou homenagens do pove tpela cura de um coxo, dizendo ao povo: «Somos homens como visa, At. 5, © uso correto de um dom espiritual significa que um homem fr ‘se coldea A disposigo do Fepfrito, para ser usado por #le, I Co, 3: ym, 15:18,10, 1 Co. Bil, 2, Ser cooperador do Espirlio Sanfo 6 uma grande responsebilidads, B preciso vivermes em perfelta harmonia com o Espirito ¢ inteira- ‘mente ldentitieado eom file, I Co, 6:17; Fil. 2:5; Bt. 4:8. O nosso cora- elo, nessos sentimentos e nosca_vortade precisim submeter- "Nos somos fragels vasos de barro nos quais 0 seu poder. I Co, 4:7. Mns para Isto, & preciso que o vaso ssteja Timpo, Js, 52:1; Lv. 22:2; 1 Tm, 5:22. F também preciso que o vaso sela san- Mificads, para que passa servi para um fim honro:o, If Tm, 2:20,21. Deus 1é santo e se quisermon viver em comunhio com fle, precisamos ger santos, I Pd, 115,1°, Quanto mais santificados _fc mais ¢ mais ‘Deus poeri-manifestarse em nés, pata abengoar seu povo, Lv. S10; Js. 3:5, Mas também @ nossa yontade deve submeter.se a Deus. Airda ‘aie impos, se nfo fermos obedientes quando o Espirito quiser usar-nos: : com 0 dom, nfo poderemos ser Uteis. A operkedo do Eepfrito depende de n, 5:92, ¢ de nossa £6, Rm, 12:6. Se obedeeermos, | ypodemos-servir, cada tim exereendo ¢ ser dam, TP. 4:10. : HI, QUAL DEVE S7R A NOSSA POSICAO ESPIRITUAL PARA QUE © ESPIRITO SANTO NOS POSSA USAR COM OS DONS? os capshulos 12 © 14 umm ensino preciosa abbre o_fruto do.capiito = ‘Espizifo, para_que os ‘resultados sei: perfeitos ¢ a cae ino Vell.o Testamento, umn TIRUTG interessante deste fato. Quando a lei estabeleceu o sistema de vestudrio do sumo-sacerdote, determinou que nas _ dote no santissime para ministrar junto a arca, de fora se ouvie o som : Lico#s BIBLICAS a ee dlag campainhes, Mas 0 som das campaintas era mals suave © menos estridente por causa das romia de 18 que havia entre elas, Isto ¢ ume figura maravilhosa, HD, 0:5, 9:8,9. O nosso sumo sacerdote entrou por his no sentuérlo, Hb, 10:10422, ¢ assentowse & dezita de Dees, Mee fom doe dons espirituals entre nés_prova que fle vive e opera entre @ seu povo, Rm, 1531819, At, 430, E ésto som se toma taeo came c Harmonics quando os frufas do Espirito ge manifestam naqueles que eceberam og dons, Gl. 5:22. > Hl. COMO © AMOR PROMOVE 0 USO CORRETO Dos DONS (Quel s prwscco) — ESPIITOAIS © smd, o primeira « o mls importante dos trutos do Espirito. GL 5:22, € como um éleo precloso que impregna téda a nossa persorali- fae, prepsrendo-nos para’ uso des dons spittle, Devetion, noven, to, stentar para as palavras do apétolo que nos manda buscar um son minho sinda mais excclentes, I Co, 12:81. Por falta das manifestarns 40 amos, os dons muitas vézes ni froureram 9 provdto Gee Dee ae bs, © slgumas vézes deixaram completamente de ‘operar, Vejamos. por. fanlo quals S80 25 matifesagses do amor, 1. © amer de Cristo nos deve deminar quanio 20 uso dot done 11 Co. 8:14, e entio estaremos prontos até para darmos a vida plot Jumics, 1 Jo, $1617. fste amor € benign, T Co, 18:4, Isto & procira & em de todos. O ator tudo er8, tudo espern, tudo suportan, T'Go, 13:7; Tr Tm, 2410, fste amor deve presidir o usp de cada dom, Mas no € 4) Isto: © amor sno se porta com indecéncins, 1 Co. 18:8. As vos 6 crenle #0 senle_inwpirado ese esquese do partarse decesleients comera_a_gvfar,a gestcilar ea porlurban, sem impurlar-se Som a presenga de ovifos. Mas 0 aRiOF WA0 permite estas colsas I Co, M40 Fi, 4:8. 1 Tym, 5:7, A ungfo do Espleito rao diminul em nada se no. Portamos decesiemente ¢ com alma, Estamos sorvindo a Jesus, ews ‘unea promoveu excinda'o nem falfou com a combostura, Mf. 1219, 2. © amor faxnos dominar og neesos sentimentos, © erente dove dominar-se, Pv. 16:92. Og que usam dons espirtueis, tendo gua, mects « Seus sentimentos fora de coniréle, podem estrager a obra que, Devs uer sealizar por seu intermédio, Pv. 25:22, Bsté encrito; «A cavidade ‘fo é invefoss>, 1 Co, 19:4. Quem usa_um_dam_eplptual-nio pode ter fnyeia_no seu coragfo, Esté tamibim escrito que o (amor ali se lls LICOES BIBLICAS I Co, 18:5, As vézes o crente usa um dom, mas falte-Ihe sabedoria, Fo Je entio ser chamado & stencio pelo pastor da Tgreja, Neste momento gy ocala yo -ani- Sell o a enemas conus Sa stn, a Silla de amor] Também este esrito que o smor «nfo suspetta mal» 7 Go 15:5. tut perigoso quando o crente onda suspeltands mal do seu préximo para de ‘epiritual, porque 6 possfyel nsinuar Weal Segiindoaqulo que suspelta do outro, O amor | fembam tata com Teviandade, Isto 6 preipidamenta, } Ce, 184 © Hepitito Santo 6 muito ronsivel, © ererte tembém nfo pode slesrar- ois pode sllngir mo Seu coragdo 0 sen- fe coma a iejustiea, TCO. fimento de vingsnda. 5 8, © amor conserva o erente em humildade, sto € importants | mo pars poder-se usar um dom espiritual, Esté escrito que , 40, 7:88.89, Parlanto, quando cremos como djz a ecerltura, reeebemos @ plenitude do Espirito, © Espirito que inspirou a Palavra de Deus GI Pe 4:20.21) vé a nossa obediéncia & Palavea como prova de amor a Deus. 26. ‘1423, mas também como prova de submissio A vontade de Deus | 51. 40:78. Assim 0 Espfrito tera tOda a Wherdade para operar. 1 Co. | S17, Qusndo Moisés construlu o tabernfculo exatamente conforme 0 | modBto gue the f0ra mostrado no monte, a gigrla de Deus enehett a ten ia, Ex. 40:19,94-36. Se queremos recebér a plenitude do. Eapinito, deve, mos uisel-ia pelo camintio do Espirito, e éste caminho 6 a Palavra dé Deus, 1, Quando obedecermos a Palavza de. Deus, 0 Espinito por melo don dons, impultionars'e"‘cresimanlos cipiitua @_pares ae Dee 2 operatdo do Eapito tree creseinntoy At, 01." auctions are porias & operagto do Espirito Santo, at 32 quando’ epera © Bap tito, apareeerho os frufos‘do Boge, Ch 8:32- 2, Quando of dose so usndos segundo 2 Palavra de Deus, 0 Esp sito Saute alcefce « Jenas, 10. 10:14. O episto s6 doses « Tests, Or ‘ue usm mal os dons espiituals corzem peso, poraue sf0 obeervados, So muito Vistos « quando os cries tstifcam do stay béngton, dlzem fempre que ). # um mistério pare nfs, que o homem possa, operar um dom es, piitusl sem estar em completa comunhiio com Jesus, nas é verdade que \ possivel. Cada caso deve ser analisado isoladamente! Contudo, uma coisa 6 cera: of exemplos ds Biblla e também a experiéncia em nostes dias, nos inspiram a permanecer diante de Deus em oracio, para runca vusarmos dons cspisituais sem antes produzir fristoy do Espirito em nos sa vida 2. R Polavza de Dous nox mentra que o wo dos dons sem haver frutos co Espirito, produs rosuliadce negatives, Paulo escreve que 0 uso dos dons sem amor € de nenbur provelto, 1 Co, 13:1-3, Falar em Ypguas sem ter amor, & como metal qUe-S3a COMO RIT av tine, isto 6, barulho ansa os nervos, ¢ nos faz desejar O-aMESGIoT BO -WO OY Cong fein RAVE > Dureza no corapio. permite Uda sorte de contaminasSo e fanatismo, Hb, 12:45; At, 20:30, T Co, 15:93, Gl, 2:13; If Tm, 2:6. Ap. 2:29; 11 Pd. 2511218, Que Deus nos ajude a ngo fattar feutos em nossas vidas, © a nko sermos também enganades por outros! 4, Deus revelou sun eabetoria, descobrindowson pola Biblia date Berigo, Os que nao se aprofundaram nesta doutrina se tém escandaliza- Mp quando encontraram erentes que se fazem passar por espziusis exibem dons, mas nfo (Gm piso espiriual nas suns vides, May a Biblia 2s Informa estas cones para que salbamos nfo confundle a procedén, Gia diving doe dons com xp rliag veces credo 0 que @ home d3- Jos fan) E a Polavea do Devs ainda nos alerta que roo tities dias have- 4 homens que fai pfodigios pera confundir og féis, Mt, 24:24; 115, 29, Os erenes maduros nfo andem atvés da_maifesagio dos dona em buscar slnals, prodigios e-miaravilag, mas observam em alénclo ‘cs Portadores dos dons, para conhecer-Ihes os frutos, Mt, 7:15-20, Fazem @ ave manda a Biblia: , I TS, Bl, Eo. 4:1, Ap. 2: EE, 8:10, Comparam tudo com a Palavra de Deus de, 6:20; At. 11a Mats crentes fo se move por estas manlfestagiex’ ctranhas, que slo Dara Glen como expuma de ondas sobre as roches inabelévels. Alelulal | icdo 12 20 de sctembro de 1979 COMO RECEBER E GUARDAR OS DONS ESPIRITUAIS | VERDADE PRATICA: Se nfo | TEXTO AUREOS , ‘Tm, 4:14, Depois uma exoriacio severa: , IT Ts. 1:3. Quando o crente, em téda humildade, serve como instrumento rag mAos do Espirito usando os dons esplritusis, 8 {6 6 fortalecida, Rm, 1:11,12, E entéo sentimos como zealldade que pata Deus tOdas as coisas so possivelss, Mt. 19:28, Le. 1:37; Jr. 32:17, 8, Os dons tratem edificacio pessoal, A respeito do dom de felar ‘em Unguas est eserito expressamente, que 0 seu uso edifiea o crente d oo Se ee i i ‘o Senhor, com a ajuda do Espirito Santo, I Co, 14:2; Rm, 8:26. Mas tam- ie aquéle que Os usa, pois a Biblia diz: ¢O que regar seré regado”, Py, 1-18 lemos sobre 0 Hlo de Deus que esta chelo da Co. 1: 7. — No Si, 68: _ LICOES BIRLICAS a ee ‘égua e traz béneSos 20 mundo, O Rlo de Deus é um sftbolo da plenitue de do Espirito, Jo, 7:89,39. Quando a plenitude do Espirito astiver mani- festada, imelusive pelo uso dos dons espitituais, a lavoura de Deus & abengoada ¢ se torna srutifera, I Co, 8:9; SI, 46:3; 65:9-13; Ez 47:12, Que Deus nos abengGe pera permanecermos na plenitude do Espirito Sante, i Seay i 10 USO DOS DONS ESPIRITUAIS TRAZ RICAS BENCAOS A IGRESA Os doxs espitituals so uma rigueza incleulével para a Terela, A incumbéncia da Tgreja 6 evargelizar o mundo, e isto em ri eonstitul mum desaflo a Satanis e as forcss das trovas, ste combate ve trava em lum. plano espiritual, © sdmente armas espitituals dio vitoria. Os dons cespirituais so decisives nesta batalha! 1, Os dong promovem verdadoiza transfusio de poder de Deus & Igreja, A Iereja em Jerusalém & um exemplo para nés neste sentido, Sua atividade comegou sob violeta opesigic, Os Ifderes religiosos tl- mham erueificado a Jesus, E quando se anuzelou a ressurrelgfo de Jesus, procuravam de toda maneira silenciar esta noticia, Mt, 28:11-15. Nos pr ‘meiros dias esta notfeia nfo se espalhou, pois os discipulos permaneclam ftraneados no cerdculo, Jo, 20:19, At, 1:12,14, Tinham médo! Mas, gracas a Deus, éles oravam. E chegou o dia de Pentecostes, quando o Espirito Santo. foi derraméd, At, 2:1-4, o3 dons eepirituais comegaram logo a se manifestarem. Primeiro o dom de Unguas que fol um fator de des- Pertamento, At, 2:7-19. Depois o dom de sabedotia © de cléncia, através de pregapio de Pedro, At. 2:22-86, ¢ pela pregacio, muitos se convert- ram. Depsis os dons de curar e de opetar maravilhas, At. 9:1-11; 5:12-16 Depois ainda os dons de discernir os espititos (At 6:1-11) © da 16 (At. 6:5) Entio a Igreja nem mais parecia'a mesma, Unida, ousada, irresis~ tivel, e vitorlosa! Aleluia! E og resultados so os mesmos ainda hoje se seguirmos © mosmo modélo, Gracas a Deus, 2 Os dons fornam a Igreja respeitada © conceltuada aot olhos do ovo, Até os inimigos reconheciam que Deus estava no melo do sett po- vo, At, S:ll-12, 18, 22-26; 8: 19:17, ete, A preserea de ; LIGOES BIBLICAS Deus faz 0 homem sentirse pequeno ¢ o incentiva a buscar a Deus, 1 Co, 14:25. 8, Os dons trouxeram coragem ¢ ousadia aos crentes, Nem protbi- ‘edo, nem prisé> nem ameacss, nem mortes puderam eslar os disefpulos i‘ Nada og deteve; tinham que falar, At, 4:20; 5:27-20,61,42; 14:19-24, ete. ‘A operagio do Espirito por meio dos dons era a confirmacio de Deus que a Iieja precisava, At, 4:29-33; Me, 16:20, At, 14:3, cpu 4, Os done constitulam a preperacio espiritual que Deus destinow para seus servos og ministros, Ef 3:7, Hmbora nada fOcsem em si mes ‘mos, © ainda que rejeltados pelo mundo, I Co, 1:28-20; 4:9.13,19, 20; « I Pd, 4:14, Deus tina dado aos seus apéstolos 0 poder do Espirito, por ‘melo dos quais Ble préprio operava, I Pd. 4:10,11; Rm. 12:7 8; II Co. 335-8 ~ _ © Swpirito Santo transformou modestos pescadores em lderes espiri- uals cuja influénela sentimos sté hojet Que nenhum de nés se deixe fludir, © troque o revestimentos sobrenatural do Espirito por algum tipo de prepsracfo humana e intelectual! Mas nao simente os minis 4 thos, porém eada erente, como sacerdote de Jesus, I Pd, 2:9, tem direlto ‘203 dons para melhor servir a Jesus como membro de seu corpo, Rm. 12:36; I Co, 12;12-14, 27-31. Gracas a Dous pelo modélo-perfeito que 6 a Biblia, Ela nos revela um servico esplritual onde eada um pode ser~ vir de uma ou de outra meneira, 4 lies 5, Finalmente, os dons consiitulam um Impulsionador do desper- tamento ne Igreja, Todos os dons, sem extecio, crim na Igreja um ambiente propicio & operagéio do Espirito Santo, Os dona espirituais nnio se destinam em primeiro lugar ao nosso g0zo espiritual mas foram Gados para nos encher de mais poder e de mais consagragéo para assim rho eabacitar e ontusiasmar a pregar 0 Evangelho daquele que morret tha cruz do Calvirio, por téda a humanidade, Uma verdadeira igreja Pentecostal, obediente 4 Palavra de Deus, nunca so volta sobre si mes- ma em busca exelusivemente de seu proprio bem-ester, mas todos ardem de z2lo e fervor pela salvacio das almas. E, revestidos do poder do al- to, e ainda mais eapacitades pelos dons esplvituais, todos uma anun- ciam , (Vv. 11, Sal, 10:9). ©) Inte & resultado do primelro fruto. Gozo, como fruto do Espirito, esti em segundo lugar na Usta 9 apéstolo apresenta (Gél, §:22). Isto signifiea que o amor & a Shave dia abre a porta ao crsiio pave rectber e-possuis verdadelre ele< Sela como Tio santo que flui do seu coraedo, (Jo, 7:28,89. Sal, 46:4), faaticr waalanio que se evidencin ao rorlo dee fiioe do @ Base gét0 devo permanecor mp cristo. Deixemos o Hspitito Santo divigir nossa vida e dominar coragio, assim fazendo nunca faltard e620 em nés. (cl, 9:8). Paulo tinha tanta terteza da presenca © slegria do Espirito que desaflands as tribulacées disse: , eessaeio de Inimizades ou de hostilidade, ote. A paz: € realmente o oposto ce inimiznde, Cristo volo fazer a nossa paz cam: Deus, através da nossa reconelliacio com fle por Sua obra expistéria e eae Sian ie eee ee icados pela 6, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristos. Pe. ‘5:1 com II Cor, 6:18,19) 1 — A VERDADEIRA PAZ ISENTA O CRENTE DE PERPLEXI- DADES E INGUIETAGOES, £ PROFUNDA E SEM IGUAL. (Fil. 4:7) 4) Ela 6 resultado da ff om Cristo pela operagio do Espirito © contexte apresenta 0 meio que capscita o erlstio a gozar esta Dous, ave coloea o eristin fora de solicitudes absurdas ¢ preocupacdes tom cose ed do mundo, contiando-Lhe tOdag as suns corte 6 ete Imentos. Prov. biG, Mot, 6:25) pois « nBle quo deveros Aepestiar (Oda ‘poten ansiedade Per. 5:7). 2) Tpleito de oragho, reconhecend 0 seu fal @,atiseso a ide iiana, pon, a Stile” leita cn ereaia coma orsedo, tm umn valor inealeulével, (Pago 5:15.10). ‘Ana estava asbulada, @ payor. s0 seu euraeso. por mcio cn ork perseverante. (I Sam. 1:10,2627; 2:1). Deus conserva em paz quem Bie confia, alas 28:3; Salmo’ 119165). : ‘b) A paz é atributo natural no prerdadcirg: crletber (1. Peay 8:14p Sal. 29:11). Ainda que provocados com muttas tontaotes e elreunstinclas dos tempos mats, vistados por varias frigulagdes, se Yermanceermos ‘itl, 1 Guarda 0 coragi, onde exeree ago positiva e consoladors; porque 0 eoragio € 0 centro onde residem todos a afetos. penssmentos, sentiments en amor ardente que 9 Fopiito Santo infinde, (i Ped, “1:22, Rom, 5:5)). O coregéo 6 0 lugar que Deus visita © esquadcinha Cron. 28:9); por iso 0 erente deve entregar o corapfo uo Senhor. (Prov. 28:28, Be, 821718), 2) Guarda e conserva os bons pensamentos, do mesmo modo ave uma sentincla que esté guardando vigilante um posto, para evitar acio do invasor, O Espirito Santo é o Agente principal da 2cdo, fazendo que 0 eristio se dedique a pensar na sua casa do céu, onde esti ‘iio poderd evitar pensamentos que aga- felhedos no coratdo, podem caurar-thes prejulzos destruidores, iL 7s 8; Rom, 12:8), Onde a pex guarda o nosey pensamenio? (). Em Cristo. Pelo soctticio de Si mesmo, na erus, Cristo resentou | nos do pecado e eseandew néo sbmente 0 nosso pensamento, mas soda a fhos, Woo 14:27), Be nos dé a paz, doce ¢ nutritive que 6 0 trite Espirito em nossas ‘vidas, que alimenta 9 coragin do cristo e 0 co fora das ondas aflitivas das preocupactes ¢ solleltdes desta’ vida, 1 — A PAZ DEVE TER AGAO DOMINANTE NO CORA DO CRISTAO. (Gol, 8:15). 4) Enquanto q mundo permanece em confusio née iemos Pax Enquanto o muindo guerrela, contende ¢ mata, o erente em Jos Sente Daz, Dordue a sua paz.é.0 telieso da unite espiritual com D através da obra expitéria da_erds, quem esta em Gvsio tem paz, 0 “Principe da paz". Us. 60h; Lue 204, Ate 1098, Be as18), 5) Nao é possivel termos pax sem fermos 0 amor. Cob, 3:14). Se 0 amor, aus é a primelio truto do Espitito, e 0 dstinive crebte huinilde, talisr Jodo 13:36; Gal, 5:22)" ceriomente tal. oh fe ditiesidade para postuir ¢ exerver a per. Sow interdese dettron fem tvela, ¢ loso demonstrara que © amor que apresantave “asa Glstasgado e a paz era una mere hipoorisia. (Gen. 4:30 1 fo. 3-119) ‘Tenbantns Dois todo culdado, nan sOmonte ein npveseniar ‘poe mae darlie ligar para que tla domine o corajio em tale o culo dato Vida diaria em meio as Ivlas, ensinando-noo @ prattdto. it — PARA TERMOS UMA VIDA EXEMPLAR € INDISPER. SAVEL SEGUIR A PAZ Pra, 3:11), 8) Fla é a ideal compantcira dy erath © texto em pauta & o sumétio dos vs, 910, onde o apéstolo exo ta os crentes a quem escrevew sua episola, a vivatem tomo santos dak os ism s6 sentimenta, ciios de compalzin, evisenciando ae aha ‘tte dos seus coracoes miserieordnses e afavels, que os favia doll 8805 tp tain; atribuins éates qe infaliveimerte demonstrario. ae Gadeios cristios que obvervam © sardem ¢ gle 4 eseth xm Roth i292 1) Seguinge 2 pas o crstéo viverd bem @ felis. & ste o caminho pera Hvrilo do revidar ns inkinias e que @ vat a bendizer o injuriador uc. 6:28), reconhecenda que fomos ehax Inados Para sofrer essas ensos, © que hd” uma recompensa no e&u herarga de bénodes para os que forem fis, Mosta 0 texto que a fama a sua alma © quiser ter dias felzes neste mundo, deve eviter o mal, tolteiar a lingua para To falar engeno e feito tudo Isso, enti, cctar plo psia seguir sua viosem com Crist neste mundo, Tevando aoa ert atlomada com o preciese fruty do Espirito como estandarie de yensedon bthando como Ble ensinou. (Mat. 5:16, I Ped. 2/20. Aesim’cimprl 4 0 que esti escrito: eNisto € alosficco meu Pai, que dois muita fu 1 de novembro de 1970 LONGANIMIDADE — FRUTO DO ESPIRITO “VERDADE PRATICA: Através | TEXTO AUREO: «Melhor é 0 0 truto do Espirito. demons- | lorginimo, do que o valente, frames a longanimidade de Deus | « 0 que governa 0 seu espicito em nossa vida. do gue o que toma uma cida, de> Prov, 16:82. LEITURAS DIARIAS - eutubro, _ 2 — soemda tir | Quine, 29 — qulntteca { Gutaurp, 80 — soxtactaien | Tiago 52 ee Gusubeo, 28 quarta-teira ar Ef, 4:2 — Com tOda 2 humildade e mansidio, com Tonganimidade. soportando-vos uns 0s outros em amor, Col 1:11 — Corroborados em {Oda a fortaleza, segundo a forga da sua gléria, om toda a pacléncla ¢ longanimidade com gbzo, 3:12 — Revesti-vos, pois, como eleltos de Deus, santos e amados, ‘de entranhas de misericérdia, de benignidade, humildade, mansido, Aorganimidade; 18 — Suportando.vos uns aos outros, ¢ perdoando-vos uns aoe ‘outros; se algum fiver queixa eontra @ outro; assim como Cristo vos ‘perdoou, assim fazei vés também, COMENTARIO: Tetredugtos Ser Tongtmimo 6 ser bondoso, paciente_e dill de co- sagio, Has Uuslidades nem sempre aio herediticas, nfo, nescem com fomem por bom sive se apacente: sao, a0 contraris, uloe purisimoe Go Espirito Sento ro eristan, trenamitidos a dle Dela’ wingao do, mesmy ‘Espirito Santo, como demonsitagao’ do Verdadeits nascimento eepintual. (Gal, 9:23) 1 Tims ts 10.) I — A LONGARIMIDADE COMO FRUTO DO ESPIRITO TEM ‘SUA ORIGEM EM DEUS. (EE 4:2) 4) Ensina a suporiar as ofersas. (v. 2) © ap6stolo. continua suas rogativas; Em filipenses 4: 2, roga as ‘duas Simis desentendias, aoe romsn0s toe que eorserrem seus prépeiog ‘corpos em higiene moral, vivendo em santifieacZo, a que chama de «culto RPP pain at racionals, (12:1); aqui roa s0s efésios que no seu andar (modo de viver) hheste miinds, saibam suportar as ofensas, vivam de tal maneira ‘duis sejam_portadores dessas quatro virtudes Espirito: Humildade, mansidio, longanimidade e ames. (4:1,2). |b) Humildade & uma caracterfstica do bom crente, simples, mo: ‘desto ¢ submisso; que reconhece sua insufieiéncia ou fraquezs, que rio Possue méritos préDHios. Joko Batista dou éste exemplo quando disse: XE necessério que le cresga e que eu diminua”. Goo 8:30). Aqui (©) Mansidio com lenganimidado 6 paciéncia © prudéncia, para ber subortar ofentes sem revidar. Para possuir essas virtudes!€ mister’ cere confiar nia doulrisa de Jesus, (Mat. 11:2029). ‘Sio caracteristicas de quem deu lugar s0 Espirito Santo colocar “no coragio 0 primelro fruto que é.0 AMON @) Longenimidade & a verdadeira ssl de espera! # aqui, que o proprio Deus espera o homem para abengos-lo. (Rom. 2:4). Se o kamem: Sinceramente se arrepende aproveitando a misecdrdia de Deus, entéo. 0 The daré a necesséris eaci emu, que o isentaré ds Ionganimidade de Deus, (Prov. 2 apélo. para. Tenganimidade, isto 6 nfo detxar Ga, ao contrétio, lancar maos dela ‘opertuns. OF Cor. 6:0. i — A LONGANIMIDADE £ GRAGA PARA FORTALECER © CRENTE. (Col. 1:11). 8) Consiste em téda a paciéncia géz0. ‘Aqui temos 9 resultado do crescimento spiritual dardo {slo @ bom testemunko que agrada @ Deus, Note bem o leitor: «Bm tod pacigncia ¢ longanimidade com géz0s- Dols truto; do Espirito so apre Eentados. aqui que devem acompanhar 0 crente, para fazé-lo vitorloso ha sua carfeira esplritual no mundo, eno Verdadeiro widito do, reine de Cristo. 7, 18). i ey ) # edificante a longonimidade cum gb20, Néo nA davida, © Espislto Santo capzcita o crerte a sentir ate~ sgria na tribulagao; pols, o apéstolo Paulo fala da tribulacio como velew Tp que conduz 0 erente’ A paciéncia, (Rom. 6:3) © vai mais longe, ensi- fhando-o a se regorijar nas tribulacdes © softimentas, apontando-the 0: resultado, (os. 45; TE, 151212), Além disso afirma a felleidnde do lon~ | por éle mencionadas em. Ef, inimo, mostrando-the o objetivo da esperarca no fim da jornada, CE. 318), Lembremo-nog sempre nas horas de diticuldade que temos uma Fecomendacio do apéstolo que nos deve acompanhar (Rom, 8:26). MI COMO EVIDENCIAR A NOSSA ELEICAO, Col. 3:12:13, ®) Estava na proscidncia de Deus a nossa eloigio. Sabemos que a nossa eleico ou escola estava ra preseiéncia de Deus @ due se realizou dentro dessa cireurstincia «antes da do mundo> CEf, 1:4. © € um frulo da Sua longanimidade I Ped. 1:2. | 8 claro no ensino biblieo ae fomos escolhidas © chamedos especialmen: te Para sermos um povo «zeloso de boas obrass, (Pit, 2:14; 7 Fed. 2:9). ) Provas evid?nter do nosso revestimento da oleigéo (7 13), Jé falomos dessas virtudes aqui repetidas pelo apéatolo, também ‘entretanto, nfo esquecamés que 0 verso em paula diz: Deis verbos apare- em aqui determinando a aco da longanimidade (@, 12). 1) Suportar. Que segundo o original é:, caguentar”, , Bees arica ate ee ‘quanto as fraguezas doutros irmios por falta absolute de amor (14:1,13- 15) 0 apéstolo exorta-os, reconhecendo que éles estavam chelos de bon ‘Com isto Paulo queria ensiné-los a ter mai g ue Dara isto ser-Ihevia necessdeio Gapinte bondage do que it cram isto, de quem haviam reeebido 9 expliite jondnde no erletfa, (stI-4). 0 trio os tomanos orando para ) Ninguém seria bom sem o druto do Espirito, 18:33) : = © A Bondade do Deus song an areendimente. Ron. 21) Se sits Thos dp Deus Gaby iPS aoa ac cand bondosoe ore tomes’ open oems LB) ; #216) O' memo Bapiritoe quent ane $e, eta, ae oo consiste em fazer o bem ung aos outros, como a ead \B ce z Bste fruto ostava néle, conjuntamente com outros que Fualmente eslar nos ministros de Cristo. UE Cor Gia @ Se andarmos ne.luz a bondade nos acompanharé (Zt. 5:8.) + Quem trar quale alguém, por isso 0 apéstoly, faz Dean Tiineia aes erentes de Colotss: (12). = as scar @ praticar como vantajoso. O apéstolo brada ler. _fando-nos:, ¢TBdas a5 coisas me so loltes, mas eu nio me deixaret do. _ fainar por nenhuma delasy, (12), Aqui neste texto encontrames a tempo. ‘ausa como frito do Torito bem maduro, Alimentando 0 servo de Deus + Gando-the fércas para yencer, ~B) Fecamos selocéo ma pritica das colsas cits, ©) A Impuroza & aposta a vida de temperance. (Os manlares quo sio snevitiados aos {doles nas fosueras foaninne, 8 exaldes @ assados que fazem na entronizacdo dos idolow. 6 que £ oferc: “Gory Syftite das acilada, ete do lnso poreen sar itl, mad munca Note bem, os manjares tm a mesma forma 0 EICOES BIBLICAS ns iia @a‘em exeindalo, é liberdade do Espirito Sarto? Leia com euidado e me- Gite em I Cor. 8: 8, 9 © depois esereva respondendo-me esta petgunta. MI — A TEMPERANCA DEVE APARECER NAS OBRAS E PALA- VRAS DO VERDADEIRO CRISTAO, (Col, 4:6), 4) Libios purifieados revelam temporanca. © crente deve-se lembrar de que A muita responsabltidade no falar, ¢ a melior arma que éle pode usar para evitar corversagées elvadan de ertos espirituals ¢ vicios eomuns é a femperanca; dai a oportuna exor- tacdo do apéstolo em Tiago 1:19. Se 0 coragio do crente esté ocupado pelo Espirito Santo, claro 6 que as suas palavras demonstram a existéncia do fruto do Espirito denomi do temperanga, ) Como devemos falar entre os filhos do mundo, (16). A conversacio faz parte do nosso viver no mundo, Porém como tie thos da luz devemos falar e proceder com sabedoria Prov. 4:18, Col. 4:6), ‘Nosso falar deve ser temperado com o gal da verdade, da pureza, do ‘amor, da £6 ¢ da_esperanca, porque 6 iste que operacio do Esphrite is. 635-7). Nossas palavras devem ter a caracterlstica do sal: se 0 sal 40x tsado em demasia em yer de satisfazer 20 paladar, estraga o alimen- to € tormat-o prejudieisl a satide, Assim é que no uso das palavras o cren- te deve ser temperado, isto é, deve ter culdado para que sues palavray ‘nio sitvam de tristeza e escindalo aos ouvintes e sim de edificacéo. Deve pois falar pouco © com proveito para edificacdo dos outros; e também no ‘estemunko que deve dar acérea de Jesus, deve ser sdbip e nunca imprus dente. ®t, 4:29; I Ped, 3:15). ¢) Temperanga ¢ medida oxata AUG © pregador cai em decepeio no uso da Intemperanca, falando As vézes demals, coisa to claramente proibida pelo Mestre, muito co. ‘mum aos crentes de Baal (Mat. 6:7; I Reis 18:26-20). As vézes a praga- so muito longa, dé sono_e prejudica o ouvinte (At. 20: com stengio Tito 2:7,8, aprenderemos 9” que Vi om téda a nossa maneira de viver. Assim seja, 18 de dezembro de 1970 A BIBLIA ENSINA A PRODUZIR FRUTO VERDADE PRATICA: A sabe] TEXTO AUREO: « eorrupco daquetes que the derem ouvidos Gal. 10:14. Prov. 25:11; Bf, 4:29; 5:4; T Cor, 15:03). Ora a nossa sempre deve ser agradivel, temperada como verdadeiro sal da graga de Deus, que neste caso 6 a verdade consiante de Sua Palavra (Col. £6). @) Nig é partidévin, ‘A verdadeira sabedoria nfo pormite 0 eapvito partidirio entre fs erentes porgue éle 6 fruto de hhipocrisia préprio dos earmais. © cren- fe tabio 6 que que € instruldo pala palavia de Deus € echo. trater sem parvalidade, julgar com justia ao grande e ao pequero, pols esta é a oma divina (Deut, 1:17; Prov. 18:6), Quando o julzo é aplieado infus- tamente, vem a justa repreensio de Deus como protesto contra 0 julz Foi por isso que o profela exortou os sacerdotes desonestos, pois fulea- var o povo de Deus eam pareialidade (Mal, 3:9), Quantas Snjusticas sf0 praticadas hoje por ministor de Deus, que usm a mesma tities, des rezando uns e acolhendo a outros, s6 porque nfo procuram consultar ‘a Sabedoria de Deus, Mas se a consultassem seriam felizes no modo de julgar dertro das igrejas. Reig 2:9-12; 16-28). Na sabedoria eviden- Glada por Salomio no texto citado esté 0 padrfo da verdadeira sabedo~ ria de Deus, que reconhece 0 voriadeiro ¢ despreza 0 falso, desmas- sarandovo, Esia § que & s sabedoria verdadelra do ac6rdo com » Sua vontade, ©) © saldo da verdadeira sabedcria é pax ¢ justica. (18) © cristo que semeiou a justica — fruto do Espirito — no terreno de paz, tem boa eolheita por que esta tem que ser de acirdo com a se meadura, Ble terd o frito esperado, e que é qualificado de ; Justiga essa que semeou entre seus irmfos, que também sf0 fexercitados por cla (Gal. 6:7), Muito diferento ¢ a safra do implo, Prov. 11:18), Fruto de justica € todo © beneficio “til que semela-se com paz, Essa paz nio é o resultado da vitéria em um conflite entre Demtoas, © sim 0 resultado da vitéria ganka na cruz, pera nés, por Cristo, nosso Salvadon (Rom. 5:1), if fruto do Espirito aos que exercitam ¢ se esfor- gam por comseryicia tum corapfo puro, Gfat, 5:89), Deus noe ajude TEXTO AUREO: a plenitude dos enviou Seu eee eee aoe ter senate Jo. 1:1 — No Principio era 0 Verbo, ¢ o Verbo com Deus, | (Fe veto en Dem Ch tae cay Shem BO piety es eecpee 3 soa cits 8 coisas foram feltas por éle, e sem tle nada do que tj felto se faz, 4 — Néle estava a vida, ) © Verbo existia antos da criasip, aNe principio", 6-0 trase com que o autor do livro de Génesla pessoas eternas trabalhando (Gén. 1:1). | “Ge obra ¢ o Filho fol o construtor (oko 1:3,10; peru plo poder -da_Bs0 "sas Santissima® So vistas na obra “Solo 5:17.18. |b) A frase eno prinefpfon fala da Sua preexisténcia, Como J4 vimos, #le existia antes que tédas as coisas © adres fo5- sem criados. Ble & segunda pessoa da Trindade, distinte do Pal, ¢ Deus (1), Como Verbo de Deus, era a Sua expressio ao mundo. Por seu Yintermédio Deus queria sex represontado e revelar Seu persamento Dhomem Assiin como a Dalavra expressa 0 Pensamento de uma pesso8 ‘utra, assim também Deus, por meio de Seu Filho, se expressou & huma- dade. (Heb, 1:0). ss "110 OBJETIVO REAL DA ENCARNAGAO DO VERBO DE DEUS. 2) Trazde a verdad*ira vida aos homens (4). z Déle ematiam a luz e a vida, Atributos que existiam nos nosso " primeiros Pais antes Ge pecarem. fle disse: A linguagem de 46 realist era como se Luz Jf estivesse no velador do mundo, desenvolvendo a miso deter ‘da pelo Pai, isso 6 chamando cs pecadores das trevas para a Luz, OL 2:9. cam trevas” refere-se ao Seu povo, os judeus, desvi - = ICOES BIBLICAS 9 ee ‘as trevas do Pecado de tal maneira que quandy Ble he aparece no O HSM gO feist, Wo. 110), 0. pov extava to istancado da uz ¢ engolfado no peeado que ro tinha Iugar no coracio para 0. Ver ‘cepargir a luz que ilumina as trevas e as dissipa. Go. 12" 35.) Ui — A ENCARNACAO DO VEREO NOS POSSIBILITOU A SAL+ VAGAO (14,) ® Com outra finalidade le nio pederia morror. Com Deus, sem a encarnaclo, o processo da redencdo nfo se rea- Yearia; Dor i850 era necessArio que ls viesse ao mundo, 6 0 ftesse hon ‘mem, nascesse, sofresse c morresse, para efetuar grande ol re engl dos pot mo Temog modo 3: 16, para con sires a) pro wna Sus Vida pelos cous 13.) b) Constimando a obra da redencéo ‘na cruz: «Esta wonsumados (Jofo 19:30). . Aleulat ‘e) Quem é salvo deve andar, como digno da salvagio que professa ter. Esta_é a vontade de Deus, quo tenhamos estampades na vida a ‘etiguéta visivel de Verdadciros peregrinos cristios, que & o bom testemu iho, procedimerlo correto, que sin frutos da salvacéo e da nossa unio ‘capipitual com Cristo, Observe o leitor que eandars expresia muito ber Smaneira digca do caminhar em contato espiritual com 0 Sslvador neste mundo. sem sermos atraidos ou envolvidos pelas trevas mundanas. (Et. 5:8, If Cor. 302). $6 assim andande poderemos atrever-nos a dizer © que iste Paulo a0s Filip. 4) A oracle de Paulo pelos crentes do Colossos (10.) a expresso de um sentimento maravithoso; epara que ossale andar dignamente diante do Senhor.” Sabemos que temos nesta eonmunhio ‘os melhores Trutes (At, 2: 42, 43; 1Jo, 1: 8.) Se andarmos eom fle neste viajar longo © tantas vézes arduo, ser-nos-hé agradavel (Sal. 189:1; I Jo. 3:20), ©) £ ap Senher Jesus que devemos agradar. (10) ‘Se andarmos como cristfios diante do Senhor, claro € que The agra- Garemos. Podemos ajudir a outros ou a nls mesmos; mas agradarmos a Ble, o due nos basta, Ble nos deu o exemplo agradando ao Pal Go. 8: 29.) ‘Ninguétn agradaria a Jesus andando segundo 0 curso do mundo, fazendo ‘a vontade da came (om, 8:8; Ef. 6:6). Néo deve haver comunhio entre o erento e a sociedade corrupta déste mundo; o verdadsiro erent deve decidir assim: ou Cristo sem o mundo, ou 9 mundo sem Cristo, (GélL 6: 14; Tia, 4:4.) Agradar a Deus e andar com Deus, eis a seiva verdadeira ‘para dar ereseimento espiritual a9 homem espiritual Jo, 16:5.) Delis non ajude, Amém. ne