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Sobre o regulamento: instruções gerais

De acordo com a decisão e aprovação da Assembléia Geral Ordinária, realizada em


16/01/2001, passam a partir desta data a vigorar os regulamentos aqui disponíveis.

Capitulo 1 - Documentação e Filiação: Clubes/Atletas

1- Para a filiação de clubes novos e/ou renovação de filiação anual; deverão as entidades
apresentar as seguintes condições e documentos:
1.1 - Ser o Clube (entidade de prática esportiva), pessoa jurídica, devidamente
registrada nos órgãos públicos (Cartório, Insc. Estadual e/ou Municipal; CNPF - antigo
CGC; desde que necessário de acordo com seus estatutos, normas, e legislação
vigente);
1.2 - Estatuto do clube, devidamente registrado em cartório, (atualizado), quando de
qualquer alteração, a entidade deverá comunicar a FPAF num prazo máximo de 30 dias,
apresentando toda a respectiva documentação, constando das modificações;
1.3 - Relação de diretoria (Presidente, Vice Pres., Dor. de Esportes, Dir de Arco e
Flecha, e Responsável Técnico);

1.4 - Indicação de Responsável Técnico;

1.5 - Relação de Atletas para filiação;

1.6 - Credenciamento do uniforme

1.7 - Quando a entidade possuir área de pratica para treinamento (stand de tiro e / ou
externo) solicitar vistoria técnica da FPAF e respectiva aprovação e credenciamento

1.8 - Os clubes/entidades que permanecerem 01 (um) ano ou mais sem participar de


qualquer competição oficial, promovida pela FPAF, será considerada inadimplente, e
como tal não possuirão direito à voto nas Assembléias da FPAF;

1.9 - Os clube/entidades abrigam-se a manter em ordem os itens acima descritos, sob


pena no caso de não cumprimento e manutenção das mesmas, de "desfiliação";

2 - Cadastramento e Recadastramento de atletas filiados:


2.1 - Este dar-se-á obrigatoriamente de forma anual; com os seguinte documentos:
2.2 - Recolhimento das taxas da FPAF;

2.3 - Termo de responsabilidade devidamente preenchido e assinado, e ficha de


cadastro; anexos à 2 fotos 3x4 recentes (em caso de atleta menor, tal documentação
deverá ser assinada por pais ou responsável legal).

Capitulo 2 - Transferência de Atletas

1 - É permitida a transferência de atletas, entre entidades durante os campeonatos em


vigor, bem como entre temporadas;

1.1 - Para solicitar transferência de um clube, o atleta deverá solicitar e protocolar no


seu clube de origem, o pedido de transferência, datado e assinado, devendo ficar de
posse de cópia com a assinatura e identificação do recebimento pelo clube;

1.2 - Expedida a carta de liberação do atleta por sua entidade de origem, o mesmo
deverá apresentá-la à sua entidade, para que possa assim ser efetuada sua transferência;

1.3 - O atleta que não obter sua liberação no prazo máximo de 15 (quinze) dias, via
carta de liberação do clube ao qual pertence, deverá protocar na FPAF, a cópia do seu
pedido junto à entidade de origem;

1.4 - A FPAF, enviará ao clube, oficio, solicitando informações sobre o motivo da


recusa da carta de liberação do atleta, devendo o clube, no máximo em 10 (dez) dias a
partir de seu recebimento, enviar a FPAF a resposta oficial;

1.5 - Caso não haja motivo justo (pendências financeiras, jurídicas, disciplinares, e
outras de fórum interno da entidade ou de órgãos oficiais); ou no caso do não
pronunciamento dentro do prazo previsto, a FPAF autorizará por escrito a transferência
do atleta.

1.6 - Qualquer dívida quanto da validade do motivo da recusa da carta de liberação do


atleta, fora as anteriormente citadas, este pedido será encaminhado ao Tribunal de
Justiça da FPAF, para as devidas avaliação e providências;

1.7 - O clube não poderá alegar que pontuação do mesmo é o motivo pelo qual se recusa
a fornecer a liberação do Atleta.

1.8 - Para o caso de transferência durante o ano esportivo, fica o atleta sujeito a
recolhimento da taxa de Transferência da FPAF, devendo esta ser realizada de forma
única (não parcelada), para que se efetue esta transferência, e respectiva liberação para
as competição;

1.9 - Após o ultimo compromisso oficiasl do ano esportivo corrente, até a abertura do
ano seguinte (31/01), ficam os atletas isentos de tal recolhimento e apresentação da carta
de liberação;

2 - Qualquer das partes envolvidas - atleta/clube; poderão solicitar à presidência da


FPAF, a abertura de processo junto ao TJD, para decisão da Diretoria da FPAF;

2.1 - Os prazos acima citados; serão contados a partir da data de protocolo e/ou pedido
ou data de postagem no correio (para esta forma, a mesma devera obrigatoriamente ser
registrada).

Capitulo 3 - Uniformes

1. Os clubes poderão utilizar qualquer uniforme, desde que cumpram o presente


regulamento;

2. Deverão ser observadas as regras estabelecidas pela FITA, relativas aos


patrocinadores (400 centímetros quadrados);

1. Os clubes deverão enviar à FPAF, até 7 (sete) dias , no máximo antes de sua
utilização, carta constando o modelo dos uniformes. através de foto colorida (frente,
costas e laterais) juntamente à descrição detalhada dos mesmos;

2. Em cada competição, todos os atletas deverão estar utilizando o mesmo uniforme,


mesmo que o clube tenha oficialmente dois ou mais uniformes;
por exemplo :

a) Calça, Bermuda ou Saia azul marinho, camisa rosa com emblema do clube no lado
esquerdo, e o nome do clube nas costas em amarelo;

b) Calça, Bermuda ou Saia rosa, camisa azul marinho com emblema do clube no lado
esquerdo, e o nome do clube nas costas em amarelo.

2.1. Para cada prova o clube deverá utilizar-se apenas o uniforme “A” ou “B”, para
todos os seus atletas;

3. Se para uma competição, atletas de mesmo clube comparecerem com uniformes


diferentes; somente os atletas que apresentarem o mesmo padrão poderão participar da
prova, devendo o responsável técnico da equipe, definir quais os atletas que deverão
participar, caso contrário, a equipe será desclassificada da prova;

4. Desde que no mesmo padrão/cor; a utilização pelos componentes da mesma equipe


de calça, saia, ou bermuda, não serão considerados uniformes diferentes. O mesmos
critério será utilizado em relação as mangas compridas ou curtas, ou ainda sem mangas,
desde que neste caso o “ombro” da camiseta, tenha no mínimo, 11 (onze) centímetros,
segundo o regulamento da FITA

5. O comprimento de saias e ou bermudas, deverá obedecer ao estabelecido pela FITA;


onde o comprimento mínimo deverá ser igual ao comprimento do alcance da ponta dos
dedos da mão do atleta, quando este na postura em pé, com o braço ao longo do corpo;

6. Para as equipes que utilizarem o uniforme branco, desde que respeitadas as regras da
FITA, só será necessária oficialização da camiseta junto À FPAF, desde que respeitados
os artigos desta forma;

7. Para provas da CBTARCO – Campeonato Brasileiro, Copa Brasil, deverão ser


utilizados os uniformes dos clubes, desde acrescidos do brasão da FPAF na manga;
(conforme regulamento da CBTARCO);

8. Para a participação em provas oficiais em outros estados, devera ser utilizado o


uniforme da FPAF.

Capítulo 4 - Limites de Idade

1. De acordo com a normalização da FITA, COPANARCO, e CBTARCO, os limites de


idade para a temporada esportiva de 2.000, serão:

1.1. Campeonato Paulista Outdoor:


A) INFANTIL - até 14 anos completados no ano da prova, sendo as distâncias de
competição 50, 40, 30 e 20 metros; tanto para categorias masculinas e femininas;
B) CADETE - entre 15 e 16 anos, completados no ano da prova, sendo as distâncias de
competição: 70, 60, 50 e 30 metros, tanto para categorias masculinas e femininas;
C) JUVENIL - entre 17 e 18 anos, completados no ano da prova, sendo as distancias de
competição: Masculinas - 90,70,50 e 30 metros
Femininas - 70,60,50 e 30 metros;
D) ADULTO - 19 anos ou mais, completados no ano da prova, sendo as distancias as
oficiais da FITA.

2. Campeonato Paulista Indoor


A) Infanto Juvenil - até 15 anos completados no ano da competição;
B) Adulto - a partir de 16 anos completados no ano da competição;
C) As distancias de competição, obedecerão o FITA.

Capitulo 5 - Inscrições de Prova

1. Rigorosamente, nenhum clube ou atleta poderá participar de provas se:

1.1. Os clubes não estiverem com sua documentação em ordem;

1.2. Os atletas não estiverem com sua documentação em ordem;

1.3. Os atletas novos (pedindo filiação) deverão apresentar sua documentação, até no
máximo às 17:00 hs da quarta feira anterior a prova, na FPAF, ou ainda via fax, ficando
o mesmo obrigado da entrega pelo clube de seus originais no local da prova, antes do
inicio da mesma, sob vistas e aprovação da FPAF, caso tal documentação não esteja
completa, ou apresente-se irregular, ficará o atleta impedido de sua participação nesta
prova;

1.4. As inscrições de prova deverão ser feitas, obrigatoriamente, pela ficha de Inscrição,
corretamente preenchida (clube, nome, categoria n° FPAF do atleta, categoria),
juntamente ao recibo de depósito bancário, referente ao recolhimento do valor total das
inscrições, até às 17:00 hs, via fax, da quarta feira antecedente à prova;

1.5. O atleta inscrito de forma errônea, ou irregular, ou cumprindo sentença punitiva


ainda que, seja esta de ordem administrativa, executiva, ou do TJD, não poderá
participar da prova;

1.6. Em hipótese alguma serão aceitas inscrições no dia da prova;

1.7. Para eventos/provas da CBTARCO, as inscrições deverão ser realizadas junto à


FPAF no prazo máximo de 1 (UMA SEMANA) anterior a data da prova, nos mesmos
moldes acima descritos, conforme regimento próprio da CBTARCO;

1.8. Para eventos/provas de outras Federações, as inscrições deverão ser realizadas junto
à FPAF no prazo máximo de 1 (UMA SEMANA) anterior a data da prova, nos mesmos
moldes acima descritos, conforme regimento próprio da CBTARCO;

Capitulo 6 - Competições
1. Serão disputadas as seguintes competições oficiais promovidas pela FPAF, em
âmbito estadual para a temporada esportiva de 2000:

1.1. Campeonato Paulista Outdoor - Individual e Interclubes; sendo suas categorias:


RMMA, RMFA; RMMJ; RMFJ; RMCM; RMCF; RMMI; RMFI;
CLMA; CLFA; CLMJ; CLFJ; CLMC; CLFC; CLMI; CLFI;
RSMMA; RSMFA; RSMMJ; RSMFJ; RSMMC; RSMFC; RSMMI; RSMFI;
CSMMA; CSMFA; CSMMJ; CSMFJ; CSMMC; CSMFC; CSMMI; CSMFI

1.2. Campeonato Paulista Indoor - Individual e Interclubes; sendo suas categorias:


RMMA, RMFA; RMMIJ; RMFIJ/CLMA; CLFA; CLMIJ; CLFIJ
RSMMA, RSMFA; RSMMIJ; RSMFIJ/CSMMA; CSMFA; CSMMIJ; CSMFIJ

1.3. Copa São Paulo - Individual; sendo suas categorias:


Arco Recurvo Mira, Arco Composto Livre, Arco Recurvo Sem Mira, e Arco Composto
sem Mira;

1.4. Taça Cidade de São Paulo - Individual, sendo suas categorias Arco Recurvo Mira,
Arco Composto Livre, Arco Recurvo Sem Mira, e Arco Composto sem Mira;

2. Qualquer clube/entidade poderá solicitar à FPAF a realização de uma etapa dos


certames Indoor ou Outdoor, desde que este pedido seja realizado previamente, (prazo
mínimo de 90 dias), e uma vez aprovada a prova, esta irá para o calendário, oficial;

2.1. A liberação para que um clube realize uma etapa dos campeonatos, ficará vinculada
à sua capacidade administrativa/organizacional, além de que as instalações onde será
realizado o evento, serão previamente avaliadas pela comissão técnica da FPAF;

2.2. No caso de clube/entidade organizarem torneio oficial, os equipamentos da FPAF,


serão cedidos gratuitamente a título de empréstimo, devendo o Organizador, requisitá-
los com a antecedência mínima de 15 dias, especificando Itens, quantidades, e
cronograma de operações (retirada, montagem e devolução dos mesmos), não
esquecendo de que o transporte de fardos e cavaletes, bem como seu custo é de
responsabilidade do clube organizador;

2.3. A despesa com arbitragem nas provas de Indoor, serão de responsabilidade do


clube organizador, bem como a receita das inscrições, as quais deverão ser realizadas
diretamente ao mesmo; que nos moldes da FPAF, enviará com a antecedência mínima
de 15 dias, carta convite e instruções à todas as entidades/clube filiados à FPAF;

Capitulo 7 - Regulamentos Específicos (Competições)

1. Campeonato Paulista Outdoor


1.1. O campeonato Paulista Outdoor, consiste de 8 provas propostas, de acordo com o
regulamento FITA, em suas diversas categorias e classes; caso não seja realizada uma
etapa, por qualquer que seja o motivo, este dar-se-á finalizado, com a quantidade de
provas realizadas, desde que não inferior à 5 (cinco) etapas e observados os critérios de
fechamento ;

2. Campeonato Paulista Indoor


2.1. O Campeonato Paulista Indoor, consiste de 5 provas de acordo com o regulamento
FITA, em suas diversas categorias e classes; caso não seja realizada uma etapa, por
qualquer que seja o motivo, este dar-se-á finalizado, com a quantidade de provas
realizadas, desde que não inferior a 3 (três) etapas, e observados os critérios de
fechamento;

1. Copa São Paulo (Outdoor)

1.1. A Copa São Paulo visa o aprimoramento dos atletas paulistas às formas das
competições internacionais, em especialmente no sentido ao Round Olímpico; para
tanto realizar-se-á um ranking das pontuações obtidas na distância de 70 metros,
(classes Adulto/Juvenil/Cadete), e 40 metros (infantis); por arqueiro de mesma classe
técnica (arcos/mira ou sem mira) de ambos os sexos;

1.2. Qualificar-se-ão (no máximo) as 16 maiores pontuações, as quais conforme a


classificação, indicarão a posição de chave de combate de cada um;

1.3. As disputas serão realizadas, no primeiro dia de competição do torneio outdoor, na


referida etapa, após intervalo de 45 minutos(máximo) - período de organização ; do
final da segunda distância do dia;

1.4. Será atribuída uma pontuação, de acordo com a colocação final obtida pelo atleta
após a disputa, a qual será somada sem descartes para a totalização e classificação do
torneio;

1.5. As pontuações definidas pelo ranking da etapa serão:


1°=28 pts; 2°=23 pts; 3°=19 pts; 4°=17 pts;
5° a 8°=5 pts; 9° à 16°=2 pts

1.6. As disputas sempre serão realizadas simultaneamente em tiros consecutivos; em seu


período de eliminatórias, e as finais em séries alternadas, (podendo em caso de acordo
entre participantes , ser realizadas em tiros consecutivos) - por finais entende-se
disputas de 1° à 4° lugares;

4. Taça Cidade de São Paulo

4.1. A Taça Cidade de São Paulo, visa o aprimoramento dos atletas paulistas às formas
das competições internacionais , em especialmente no sentido ao Round Olímpico -
Indoor; para tanto realizar-se-á um ranking das pontuações, por Arqueiros de mesma
classe técnica/arcos;

4.2. Qualificar-se-ão (no máximo) as 16 maiores pontuações, as quais conforme a


classificação, indicarão as posições de chave de combate de cada um;

4.3. As disputas serão realizadas, finda a segunda distância do dia, e após período da
organização do torneio;

4.4. Será atribuída uma pontuação, de acordo com a colocação final obtida pelo atleta
após a disputa , a qual será somada sem descartes para a totalização e classificação do
torneio;
4.5. As pontuações definidas pelo ranking da etapa serão:

1°=28 pt; 2°=23 pts; 3°=19 pts; 4°=17 pts;


5° a 8°=5 pts; 9° à 16°=2 pts

4.6. As disputas sempre serão realizadas simultaneamente em tiros consecutivos; em seu


período de eliminatórias, e as finais em séries alternadas, (podendo em caso de acordo
entre participantes, ser realizadas em tiros consecutivos) - por finais entende-se disputas
de 1° à 4° lugares.

Capitulo 8 - Campeonatos Interclubes

1. Serão disputados simultaneamente aos individuais, os campeonatos paulistas


interclubes, para os certames Outdoor, e Indoor;

1.2. Haverá um clube Campeão, e um Vice Campeão, nas categorias: "Tiro com Mira",
e "Tiro sem Mira", categorias estas que serão independentes de faixa etária e/ou sexo;

1.3. Serão consideradas as médias aritméticas simples dos resultados dos 3 (três)
melhores atletas de cada clube (independendo sexo, ou idade) em uma mesma categoria:
Tiro com Mira, ou Tiro sem Mira. O Clube que tiver menos de três atletas em uma
determinada prova, somará o resultado de 1 ou 2 atletas e o dividirá por 3 (três);

1.3.1 Exemplo A:
O Clube “XYZ” obteve em uma prova, um atleta com 1200 pts na categoria RMMA,
outro atleta com 1300 pts na categoria CLFA, e seu outro resultado fora de 1100 pts na
categoria CLFJ, portanto a média seria:
1200 + 1300 + 1100 = 3.600 pts/3.600 pts : 3 = 1.200 pts

1.3.2. Exemplo B:
O Clube “ABC” obteve em uma prova, um atleta com 600 pts na categoria CSMMA, e
um atleta com 900 pts na categoria RSMFI, e não possui outro atleta sem alça de mira,
portanto a média seria:
600 + 900 + 0 = 1500 pts/1.500 pts : 3 = 500 pts

1.4. As médias de cada prova serão somadas, sem descartes, e os dois clubes que
obtiverem o maior numero de pontos serão declarados Campeão e Vice Campeão,
respectivamente para cada modalidade: Outdoor, Indoor;

1.5. Para caso de empates, os critérios serão os mesmos utilizados pelo FITA;

1.6. O resultado no exterior, por qualquer atleta, não será computado para efeito dos
campeonatos interclubes;

Capitulo 9 - Ranking Paulista/Classificações

1. A classificação do atleta nos certames, será definida pelo ranking, sendo que para este
tenha seu campeonato validado, o mesmo deverá participar obrigatoriamente em mais
de 50% das provas realizadas, em todas as categorias;
ou seja;
1.1. Outdoor:
8 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 5 provas
7 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 4 provas
6 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 4 provas
5 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 3 provas;

1.2. Indoor:
5 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 3 provas
4 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 3 provas
3 Torneios realizados - participação mínima obrigatória = 2 provas

1.2. Os atletas serão premiados e receberão seus títulos ao final da temporada, de acordo
com os critérios específicos para as premiações e títulos , desde que respeitadas as
participações mínimas oficiais;

Capítulo 10 – Premiações e Títulos

1. Para receber os títulos de: Campeão, Vice Campeão e 3° Colocado, nos campeonatos,
de qualquer modalidade (individual) o arqueiro deverá ter seus resultados validados,
pelo numero mínimo de participações obrigatórias, e classificar-se no ranking de acordo
com o conceito de descartes (específica para cada modalidade), ou especifico de cada
prova;

1. Indoor: N - 1 ( onde N = n° de provas realizadas pelo atleta - pior resultado ou


ausência); exemplo clássico: 5 provas realizadas - 1 descarte = 4 resultados somados
para efeito de ranking;

2.1. No caso específico do Indoor; em hipótese de serem realizados apenas 3 torneios


e/ou n° inferior de provas, não haverão descartes sendo que todas as pontuações serão
somadas ;

3. Outdoor: N - 2 (onde N = n° de provas realizadas pelo atleta - pior resultado ou


ausência); exemplo clássico : 8 provas realizadas - 2 descartes = 6; resultados somados
para efeito de ranking;

3.1 - No caso específico do Outdoor; em hipótese de serem realizados apenas 6 torneios


e/ou n° inferior de provas , o critério de descartes será de N - 1 (apenas 1 descarte);

4. No caso de empate entre 2 classificados, para este assunto especificamente; ambos


serão declarados empatadas, ficando portanto o seguinte com sua classificação
reposicionada exemplo:
Arqueiro "A" - 1300 pts - Campeão
Arqueiro "B" - 1280 pts - Vice Campeão
Arqueiro "C" - 1280 pts - Vice Campeão
Arqueiro "D" - 1279 pts - 4° Colocado

1. Copa São Paulo, não apresenta critérios de descarte, ou seja, serão declarados
Campeão e Vice Campeão, os primeiro e segundo colocados respectivamente, em suas
categorias, de acordo com seu ranking, ou seja a soma total dos pontos obtidos nas
provas conforme suas classificações/colocações;

2. Taça Cidade de São Paulo, não apresenta critérios de descarte, ou seja, serão
declarados Campeão e Vice Campeão, os primeiro e segundo colocados
respectivamente, em suas categorias, de acordo com seu ranking, ou seja a soma total
dos pontos obtidos nas provas conforme suas classificações/colocações;

3. Em hipótese alguma, o atleta receberá dois títulos na mesma categoria; pois só


somente será aceita sua inscrição em uma categoria; exemplo: Indoor - CLMA, Outdoor
- RSMMA.

4. A premiação dos torneios Indoor, ficarão a cargo e responsabilidade do clube


organizador do evento;

5. A premiação dos torneios Outdoor, será realizada, visando à elevação técnica, e


portanto premiando assim a evolução dos atletas, da seguinte forma, não haverão
medalhas de classificação de prova, mas um “PIN”, da FPAF, com as marcas de
pontuação, semelhantes ao Estrela FITA, para tanto os índices paulistas serão:

Categorias de Tiro sem Mira: 500, 600, 700, 800, 900, 1000 e 1100 pontos

Categorias de Tiro com Mira: 1000, 1050, 1100, 1150, 1200, 1250, 1300, 1350 e 1400
pontos

6. Os PINS serão diferenciados em suas cores, e entregues após a verificação e


conferência da planilha, para a prova seguinte ;

7. A FPAF entregará um Diploma, ao final da temporada, para todos os atletas, quando


da cerimônia de encerramento do ano esportivo, constando de todos os seus resultados,
e sua classificação final dos certames;

11. A Copa São Paulo , premiará ao final da temporada/certame, o Campeão e o Vice


Campeão;de cada categoria (CL,CSM,RM,RSM);

8. A Taça Cidade de São Paulo, premiará ao final da temporada/certame, o Campeão e o


Vice Campeão; (CL, CSM, RM, RSM);

Capitulo 11- Validação de Resultados no Exterior

1. A todo o atleta é assegurado o direito de solicitar a validação de seus resultados no


exterior, desde que cumpridas as seguintes normas, e de que esta pontuação seja obtida
em prova internacional e/ou seletiva nacional, oficial, participação esta que deverá
possuir o aval oficial obrigatoriamente do clube do atleta, FPAF, e CBTARCO
(conjuntamente);

2. O atleta convocado para participar em prova no exterior, independentemente de


comunicação oficial da CBTARCO ao Clube e a FPAF; deverá informar por escrito ao
clube e a FPAF, sobre sua convocação;

1. Desta comunicação deverão constar as datas em que o atleta estará em competição no


exterior, bem como o evento, tipo de prova (Indoor, Outdoor, Field, etc), round simples,
round duplo, etc; Pan-Americano; Sul Americano, Mundial, Camp. das Américas, etc...;

4. O mesmo procedimento deverá ser adotado pelos atletas em caso de torneios e/ou
seletivas realizadas em nosso país pela CBTARCO, visando às competições
internacionais;

5. Caso a prova em questão seja realizada em round duplo, será considerada para a
pontuação validada em São Paulo, o ROUND TOTAL(1° ou 2°), considerando o de
maior pontuação; por exemplo:

1° Round: 90 mts/330 pts, 70mts/340 pts, 50mts/300 pts, 30mts/335 pts = 1.305 pts
2° Round: 90 mts/335pts, 70mts/300 pts, 50mts/350pts, 30mts/305pts = 1.290pts ;

Portanto ficará validado para efeito do Campeonato Paulista Outdoor, o 1° Round, por
apresentar a maior pontuação total, e não a somo dos melhores resultados por distância;

6. Para que se proceda a efetivação de tal resultado, o atleta deverá apresentar a planilha
(ou cópia), ou documento oficial, devidamente assinada pelo representante oficial da
prova (Juizes, Diretor de Prova, autoridades maiores, etc);

7. O Score só será validado, se ocorrer na mesma época da prova de sua categoria no


certame estadual;

8. Elucidamos que "época", corresponde ao período da convocação do atleta, desde seu


embarque, até seu retorno oficial;

9. O resultado obtido no exterior e/ou em prova oficial, seja esta, seletiva ou em outro
estado, desde que de acordo com este regulamento, poderá ser considerado com
Recorde Paulista;

1. Os resultados obtidos no exterior ou em seletiva nacional, pelo atleta, serão


computados desde que de acordo com este regulamento, apenas para seu campeonato
individual, não sendo o mesmo computado para o Campeonato Interclubes;

2. Os resultado obtidos fora destas condições, especificamente descritas, não será


computado em benefício do atleta.

Capitulo 12 – Atletas Convidados

1. A FPAF, no intuito de estimular novos atletas a se filiarem; a FPAF aceitará


inscrições de atletas , desde que convidados pelos clubes, nas quantidades máximas de
participações de 01 torneio Indoor, e 01 torneio Outdoor;

1.2. Este atleta estará sobre total e absoluta responsabilidade do clube pelo qual for
inscrito; não será aceita e /ou permitida a participação de convidado, sem que haja por
este, um clube responsável;
1.3. O Uniforme deste atleta, deverá ser obrigatoriamente a camiseta do clube,
acompanhada de calça/saia/ou bermuda no padrão do clube, ou obrigatoriamente na cor
branca;

1. Para o caso de atletas oriundos de outros estado , desde que filiados à suas respectivas
federações , à estes a participação em torneios paulistas , será aberta sem n° máximo de
participações;

1.1. O uniforme para estes atletas, deverá ser o mesmo utilizado, respeitando o padrão
de seus clubes e/ou federações;

3. Todos os atletas estarão sujeitos ao processo normal de inscrição de provas;

4. Os atletas convidados, não entrarão na classificação de torneios e/ou premiação da


FPAF;

5. Todos os atletas convidados, terão de passar por inspeção de equipamentos -


obrigatória, e em caso da não aprovação de seus equipamentos, o referido atleta não
poderá participar da prova;

6. Para efeito de atitudes e casos disciplinares , e referentes ao CBJD e TJD, ficará o


clube responsável, na figura de seu responsável/diretor técnico, locado junto em igual
avaliação da penalidade do réu / infrator (atleta convidado);

Capitulo 13 - Equipamentos da FPAF

1. A FPAF não emprestará nenhum equipamento (inclusive arcos e flechas), para


qualquer evento isolado de atletas e/ou clubes, sejam estes exposições, demonstrações,
cursos, etc...;

2. Somente serão cedidos os materiais e equipamentos, para eventos em conjunto com a


FPAF ;

1. Para a realização de torneios Indoor, os equipamentos da FPAF serão cedidos


gratuitamente a titulo de empréstimo, devendo o clube organizador, requisitá-los com
uma antecedência mínima de 15 dias, especificando itens, quantidades e cronograma de
operações (retirada, montagem, devolução), não esquecendo de que o custo por tal
transporte e operacionalidade é de responsabilidade do clube organizador.

Capitulo 14 - Taxas e Recolhimentos

1. Estes serão realizados exclusiva e obrigatoriamente, sob a forma de depósito bancário


na conta corrente da FPAF, nos prazos e valores determinados, e informados à Dir.
Administrativa, via cópia de doctos, e ou fax.

2. Os valores e taxas, bem como recolhimentos diversos, serão informados via


documento específico, no inicio da temporada.

Capitulo 15 - Credenciamento de Instrutores e Técnicos


1. Atendendo ao cumprimento das leis n° 9.615/98 (Lei Pelé), Decreto n° 2.574/98, e lei
n° 8.672/93, e de acordo com o Estatuto da FPAF, reformado em 13/01/2000 deverão
ser credenciados para a temporada esportiva os instrutores e técnicos, os quais serão
responsáveis pelos clubes/entidades e equipes conforme sua graduação junto à esta
entidade, sendo tal procedimento obrigatório na renovação de cadastro anual da
entidade;

2 - Serão os instrutores e técnicos credenciados por meio de atestado da FPAF, e


identificados por carteira específica de acordo com sua graduação, sendo que estes
deverão ser renovados anualmente, via solicitação dos credenciados e de seus
respectivos clubes/entidades, conforme avaliação anual do Depto. Técnico da FPAF.;

3 - O Instrutores e Técnicos credenciados deverão sempre seguir à conduta esportiva,


ética profissional e de segurança, respeitando as normas e regulamentos vigentes:
Estaduais/Nacionais/Internacionais; e suas respectivas autoridades, no que tange ao
ensino e desenvolvimento da modalidade do Tiro com Arco e Flecha, ficando pois
responsáveis (em seus determinados níveis) pela correta prática e condução da mesma.
A não observação ou correta conduta destes princípios, sujeitará ao indivíduo em
questão, a aplicação das penalidades legais, previstas na legislação vigente.

4 - Critérios para o credenciamento :

4.1 - Para qualquer que seja o nível de credenciamento, este, para que possa exercer a
função título, deverá estar obrigatoriamente filiado à FPAF, no ano esportivo em
exercício;

4.2 - Nível: Instrutor I


4.2.1 - Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido - 2° ano) de Educação
Física; além das necessidades dos itens relacionados ou no caso de não Profissional da
área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos item seguinte;

4.2.2 - Possuir experiência mínima de 02 (dois) anos em nível competitivo (FPAF ou


CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas - nacionais ou internacionais), e haver
participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou
outro órgão reconhecido.

4.3 - Nível: Instrutor II


4.3.1 -Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 2° ano) de Educação
Física; além das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não
Profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos item seguinte;

4.3.2 Possuir experiência mínima de 03 (três) anos em nível competitivo (FPAF ou


CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas - nacionais ou internacionais) e haver
participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou
outro órgão reconhecido, além de possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e
Flecha (FPAF/CBTARCO ou outras organizações reconhecidas nacionais ou
internacionais).

4.4 - Nível : Técnico I


4.4.1 -Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 2° ano) de Educação
Física; além das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não
Profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações do itens seguintes;

4.4.2 - Possuir experiência mínima de 3 (três) anos em nível competitivo; (FPAF ou


CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas nacionais/internacionais)

4.4.3 - Haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha ,em qualquer das
filiadas, e/ou outro órgão reconhecido;

4.4.4 - Possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e Flecha


( FPAF/CBTARCO ou outras organizações reconhecidas - nacionais ou
internacionais);

4.4.5 - Possuir especializações diversas e específicas na modalidade de Arco e Flecha


ministradas por entidades reconhecidas;

4.4.6 - Ser ou haver sido Responsável Técnico por entidade oficial filiada por um prazo
mínimo de 3 (tres) anos.

4.5 - Nível: Técnico II

4.5.1 -Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 3° ano) de Educação


Física; além das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não
Profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos itens
seguintes;

4.5.2 - Possuir experiência mínima de 4 (quatro) anos em nível competitivo (FPAF ou


CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas nacionais/internacionais);

4.5.3 Haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das
filiadas, e/ou outro órgão reconhecido;

4.5.4 Possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e Flecha (FPAF/CBTARCO


ou outras organizações reconhecidas nacionais ou internacionais;

4.5.5 Especializações diversas e específicas na modalidade de Arco e Flecha


ministradas por entidades reconhecidas;

4.5.6 Ser ou haver sido Responsável Técnico por entidade oficial filiada por um prazo
mínimo de 4 (quatro) anos.

4.5.7 - Haver sido Responsável Técnico por Equipe Nacional - BRASIL, em


Competição Internacional, (participação exclusiva como Técnico) convocado
oficialmente por órgão superior (CBTARCO/COB).

4.6 A FPAF, realizará anualmente curso para a formação de instrutores, e especialização


de técnicos, visando a formação de novos profissionais, bem como a elevação de nível
dos mesmos, podendo ser estes cursos serem realizados em conjunto com outras
entidades;
4.7 Fica assegurada a condição à FPAF, da realização e credenciamento dos instrutores
e técnicos estaduais, tendo em vista que não existe no Brasil, a cadeira acadêmica
(universitária/nível superior) de Tiro com Arco e Flecha;

Capitulo 16 – Procedimento de Campo

1. Cria-se a partir deste momento o procedimento de campo, isto é, as provas terão um


horário para seu início oficial, um período/horário para treinamento livre (30 min), e um
período/horário para a montagem e desmontagem (abertura e fechamento) do alvo
(30min); e um período de intervalo antes do começo da prova (15 min); ou seja, por
exemplo:
08:00 hs abertura do campo para montagem - abertura do fardo fixação de alvo,
bandeia, número, e colocação das planilhas;
08:30 hs início do treinamento; 09:00 hs fim do treinamento, e início de intervalo para
ajustes diversos (troca de alvo; remanejamentos; etc) e intervalo;
09:15 hs início da 1ª distância; encerrada à distância haverá um intervalo de 30 minutos
para a mudança de distância ;

2. Em relação à abertura e fechamento do campo no que tange à cobertura dos fardos a


Comissão Técnica da FPAF deixará os materiais (alvo/grampos/bandeira) posicionados
para que o grupo de arqueiros do alvo montem o mesmo, dentro do procedimento acima
descrito;

1. No caso de iniciado o treino livre, estes deverão realizar a abertura de seu fardo
durante o intervalo das linhas de tiro; não será permitida a extensão do tempo de
treinamento, ou seja os atletas que realizarem a abertura de seus alvos após o início do
treinamento , não poderão repor o tempo perdido ;

2. No caso da prova se iniciar e ocorrer do alvo não estar pronto, ou ser habilitado após
o inicio da prova (tiros valendo) não haverá reposição de tiros; no final da competição;

3. Na hipótese do alvo ficar aberto, e não haver nenhum dos arqueiros do alvo, os
mesmos sofrerão às seguintes punições:
a) multa de R$ 10,00 à ser recolhida em sua próxima inscrição de prova,
b) carta de advertência ao atleta, sendo que esta que será entregue ao clube do atleta, e
com caráter cumulativo/disciplinar, ou seja numa reincidência, ou qualquer outro tipo
de advertência escrita, estará o atleta suspenso, de acordo com o CBJDD. No caso dos
atletas do alvo apresentarem indicação que determinado atleta deste alvo não participou
ou recusou-se à tal intento, estes indicarão à Com. Técnica da FPAF, a qual adotará o
procedimento anteriormente descrito.

Capitulo 17 - Disposições Diversas

1. A FPAF mediante a possibilidade de possuir recursos financeiros, auxiliará sempre


que possível aos atletas, no sentido de suas inscrições para os Campeonatos Nacionais
(Brasileiros Outdoor/Indoor);

2. O critério para que a FPAF, responsabilize-se por tal intentos, será o dos rankings de
cada modalidade;observando-se os 4 primeiros colocados.