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Lição 13 – A redenção Rebelião e redenção 19 a 26 de março Ano Bíblico:

Lições Adultos

Lição 13 – A redenção

Sábado à tarde

Lição 13 – A redenção Rebelião e redenção 19 a 26 de março Ano Bíblico:

Rebelião e redenção

19 a 26 de março

Ano Bíblico: Jz 13–16

Lição 13 – A redenção Rebelião e redenção 19 a 26 de março Ano Bíblico:

VERSO PARA MEMORIZAR: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21:4).

Leituras da Semana: Ap 20:1-3; Jr 4:23-26; 1Co 4:5; Ap 20:7-15; Fp 2:9-11; 2Pe 3:10

Muitas vezes as pessoas perguntam: Por que surgiu o mal? O ponto principal da resposta é a liberdade. A verdadeira liberdade moral envolve riscos, porque se as pessoas (ou anjos) são verdadeiramente livres, devem ter a opção de fazer o mal.

Certo, mas então surge a pergunta seguinte: Por que Deus simplesmente não os exterminou quando fizeram o mal e poupou os outros seres dos horríveis resultados da rebelião?

A resposta leva ao âmago do grande conflito. Como veremos nesta semana, o Senhor exerce um tipo de governo “aberto”, e embora haja muita coisa envolta em mistério a respeito dEle e dos Seus caminhos, Ele resolverá o grande conflito de um jeito que responderá para sempre a todas as perguntas a respeito de Sua abnegação, bondade, justiça, amor e lei.

Na verdade, o Senhor nos dará mil anos para obter as respostas, pelo menos as respostas referentes ao destino dos perdidos (teremos uma eternidade para o restante). Após a segunda vinda, os redimidos viverão e reinarão com Cristo durante mil anos. E o que é ainda mais incrível: eles terão um papel ativo no juízo.

Examinemos então os passos finais no longo drama do grande conflito.

Hoje começa a Semana Santa, que tem como tema “ComPaixão”. Já convidou a pessoa que você levará ao pequeno grupo?

Comece hoje a orar por essa pessoa e perceba a diferença em sua vida!

Lição 13 – A redenção Rebelião e redenção 19 a 26 de março Ano Bíblico:

Domingo - Satanás amarrado

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► Perg.1. O que é descrito em Apocalipse 20:1-3 e que esperança isso nos oferece?

(Ap 20:1-3) 1 Então, vi descer do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. 2 Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos; 3 lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo.

► Resp. 1. A prisão de Satanás por mil anos. Um dia o mal e o sofrimento terão fim.

O conceito de prender ou ser preso é usado de várias formas na Bíblia. No nível mais simples, aplica-se a um prisioneiro. Jesus libertou muitos que haviam sido presos por Satanás. Além disso, o ato de prender é usado para descrever o poder que Deus concede à igreja sobre o mal, tornando-o um símbolo do juízo.

Quando um criminoso perigoso é capturado, é necessário prendê-lo. Contudo, quando as pessoas são presas nos relatos bíblicos, muitas vezes elas não são criminosas. João Batista foi preso com correntes porque denunciou os atos imorais do rei (Mt 14:3, 4). Jesus teve as mãos presas no jardim (Jo 18:12) e em Seu julgamento (Jo 18:24), e foi atado com panos em Sua morte (Jo 19:40). Paulo (At 21:33) e Pedro (At 12:6) foram acorrentados.

Jesus também passou bastante tempo face a face com pessoas que Satanás havia acorrentado. Houve um endemoninhado que arrebentava as correntes que prendiam seus pulsos e tornozelos (Mc 5:3, 4). Antes de Jesus libertá-lo dos demônios, ninguém podia conter o mal. O Senhor encontrou uma mulher encurvada e a libertou (Lc 13:11, 12, 16). Ele também libertou Lázaro da sepultura e dos panos que o envolviam (Jo 11:43, 44). Houve também Barrabás que, embora acorrentado, foi solto pela turba para que Jesus fosse crucificado (Mc 15:7-15). Em todos esses casos, vemos Satanás tentando manter as pessoas aprisionadas com aflições ou prendendo pessoas inocentes para permitir que o mal florescesse. Mas também vemos Jesus quebrando os grilhões da morte a fim de trazer livramento e liberdade a um mundo irremediavelmente aprisionado por Satanás. No fim, ele será acorrentado e lançado fora, nas trevas (Ap 20:1-3).

Além disso, parte da missão de Jesus de libertar aqueles que o inimigo havia prendido consistia em dar poder aos Seus seguidores. Ele lhes assegurou que Satanás (o “valente”) podia ser preso e sua casa saqueada (Mt 12:26-29). Em outras palavras, o diabo não tem poder contra Cristo nem contra Seus seguidores porque Jesus libertou Seu povo das cadeias de Satanás.

Como Paulo declarou, “a Palavra de Deus não está algemada” (2Tm 2:9). Ela foi o meio pelo qual Jesus silenciou o tentador (Mt 4:4, 7, 10), e nós também podemos usar o mesmo poder para resistir ao inimigo.

Que promessas você pode reivindicar para ser liberto das correntes que o maligno usa para prendê-lo?

Pense no que Jesus significa para você! Hoje é o segundo dia da Semana Santa.

Participe com seu pequeno grupo.

► Perg.1. O que é descrito em Apocalipse 20:1-3 e que esperança isso nos oferece? (Ap

Segunda - Perguntas inquietantes

Os versos iniciais de Gênesis descrevem a Terra como sendo “sem forma e vazia” (Gn 1:2). Essa mesma expressão é repetida por Jeremias para descrever a Terra após sua destruição pelas sete últimas pragas e a segunda vinda, quando todas as suas cidades estarão “derribadas diante do Senhor” (Jr 4:26). De acordo com a descrição de Jeremias, não haverá nenhum homem (Jr 4:25). De acordo com o relato de João, Satanás não mais poderá enganar ninguém (Ap 20:3).

Os efeitos dramáticos e universais da segunda vinda podem explicar o que acontece no Apocalipse. Primeiro, Jesus prometeu levar Seus seguidores para um lugar que Ele foi preparar quando partiu da Terra (Jo 14:1-3). Paulo acrescentou o detalhe de que esses seguidores incluem tanto os vivos quanto os que ressuscitarem da

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sepultura (1Ts 4:16, 17). João acrescentou outro detalhe: após a primeira ressurreição, que ocorrerá na segunda vinda, os restantes dos mortos continuarão mortos até terminarem os mil anos (Ap 20:5).

► Perg. 2. O que é descrito em Apocalipse 20:4?

(Ap 20:4) Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.

► Resp. 2. O julgamento dos ímpios, com participação dos justos, que não adoraram a besta.

“Aos quais foi dada autoridade de julgar”. Como poderiam eles julgar sem obter mais informações do que possuem agora? Antes da destruição final dos ímpios, será dada aos salvos a oportunidade de obter respostas para muitos porquês e inquietações da vida. O mais surpreendente é que os redimidos até desempenham um papel no julgamento dos perdidos.

“Em união com Cristo julgam os ímpios, comparando seus atos com o código – a Escritura Sagrada – e decidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras. Isso é registrado junto ao seu nome, no livro da morte”. (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 661).

Nesse tempo de abertura dos registros, veremos as incontáveis vezes em que a voz mansa e delicada de Deus atraiu os perdidos com palavras de bondade e amor. Pacientemente Ele persistiu, só para ter Sua voz repetidamente sufocada pelo barulho das coisas que este mundo ostenta como sendo desejáveis. Silenciosamente Ele esperou, ansioso por uma oportunidade de ser reconhecido como Aquele que pagou um preço infinito para que os perdidos pudessem ter a vida, mas, em vez disso, eles escolheram a morte.

Leia 1 Coríntios 4:5. Que promessa é feita a respeito da segunda vinda? Você confia nessas palavras, apesar das muitas perguntas sem resposta?

(1Co 4:5) Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.

Ore pelas decisões que serão tomadas durante a Semana Santa e participe hoje da reunião em seu pequeno grupo.

sepultura (1Ts 4:16, 17). João acrescentou outro detalhe: após a primeira ressurreição, que ocorrerá na segunda

Terça - Juízo final

Nos tempos bíblicos, o julgamento podia ocorrer em dois locais: no portão da cidade e diante do trono do rei. No portão, os anciãos decidiam todos os casos pequenos, mas o rei decidia todos os grandes assuntos. A ele pertencia a palavra final que assegurava justiça. Da mesma forma, nas figuras de linguagem bíblicas, Deus está entronizado como Rei do Universo e garante que finalmente a justiça será feita (Ap 20:11-15).

► Perg. 3. Como podemos entender os importantes eventos mencionados em Apocalipse 20:7-15?

(Ap 20:7-15) 7 Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão 8 e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. 9 Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu. 10 O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos. 11 Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. 12 Vi

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também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. 13 Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras. 14 Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. 15 E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

► Resp. 3. Quando se cumprirem os mil anos, Satanás será solto de sua prisão circunstancial e sairá para seduzir as nações para a batalha final. Eles sitiarão a cidade santa e descerá fogo do céu e os consumirá.

Todo o capítulo 20 de Apocalipse trata dos mil anos. Assim, esse julgamento específico ocorrerá durante esse período. Porém, não é a mesma cena descrita no verso 4, em que há muitos tronos, porque no verso 11 há apenas um trono. Em vez de ocorrer no início dos mil anos, ocorrerá no final, após a segunda ressurreição (Ap 20:5) e depois que Satanás convencer as hostes dos perdidos a cercar a cidade santa (Ap 20:7-9). Nesse momento, o grande trono branco de Deus será visto acima da cidade. Essa será a ocasião da qual Jesus falou

quando disse que haveria algumas pessoas que perguntariam a Deus por que elas não conseguiram entrar no reino (Mt 7:22, 23). Será também a ocasião da qual Paulo falou quando disse que um dia diante de Jesus se dobrará todo joelho, “dos que estão nos céus, e na Terra, e debaixo da terra, e toda a língua [confessará] que Jesus Cristo é o Senhor” (Fp 2:9-11).

O propósito do juízo não é ensinar a Deus algo que Ele não saiba, pois Ele já sabe tudo. O propósito é assegurar que todos saibam exatamente por que Deus julgou da maneira como o fez. Toda pessoa e todo anjo serão capazes de dizer: “Tu és justo, Tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas” (Ap 16:5). Os salvos e os perdidos, tanto seres humanos quanto anjos, verão a retidão e a justiça de Deus.

O ato final no drama será a destruição “[da] morte e [do] Hades [sepultura]”, bem como de todo aquele cujo nome não foi “encontrado no livro da vida” (Ap 20:14, 15, NVI). Jesus tem na mão as chaves da morte e do hades (Ap 1:18, NVI). Nenhum dos dois tem qualquer razão para continuar existindo. Em vez de enfrentarem o tormento eterno, como é ensinado com tanta frequência, os perdidos serão destruídos. Eles deixarão de existir para sempre, o que é o oposto da vida eterna.

Você já convidou um amigo para ir ao pequeno grupo hoje?

A Semana Santa é uma oportunidade de orar e estudar a Bíblia com alguém.

também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se

Quarta - Novo céu e nova Terra

O pecado e a rebelião têm sido intrusos. Nunca deviam ter existido aqui. Causaram grande dano, mas quando a causa desse dano não mais existir, será tempo de restaurar tudo à perfeição. Só quando isso acontecer é que o grande conflito estará terminado.

► Perg. 4. Leia Apocalipse 21:1, 2, 9, 10; 22:1-3. Quais são as principais características da descrição de João? O que elas significam?

(Ap 21:1-2) 1 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

(Ap 21:9-10) 9 Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro; 10 e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,

(Ap 22:1-3) 1 Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze

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frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. 3 Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão,

► Resp. 4. Não haverá mais tristezas, nem separação das pessoas que amamos. A cidade estará em festa para receber Cristo e reinaremos com Ele. Na nova Jerusalém não entrará a maldição do pecado.

Quando João descreve o novo céu e a nova Terra, está repetindo o que Pedro disse: “Os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados” (2Pe 3:10). Como sabemos muito bem, a Terra precisa desesperadamente de mais do que uma simples renovação. Tudo aqui ficará completamente destruído, o que vai dar lugar para uma existência inteiramente nova.

João falou também que o mar já não existirá (Ap 21:1). Ele escreveu isso de uma ilha-prisão (Patmos), onde o mar o impedia de escapar. Mesmo num barco moderno, leva horas para se chegar à ilha em que João escreveu essas palavras. Na Nova Terra não mais haverá nenhum tipo de barreira que impeça os redimidos de se locomoverem livremente ou de ver seus queridos.

A Nova Jerusalém parece incrivelmente espetacular. É descrita em termos de uma cidade dos tempos bíblicos porque essa era toda a realidade que João conhecia. Contudo, as impressões dos artistas que a ilustram com uma arquitetura romana do primeiro século d.C. lhe prestam um grande desserviço, porque essa é uma cidade

“da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11:10).

Nossa mente mal pode captar essas descrições. Mas como é prazeroso deixar nossa imaginação se demorar naquilo que nos espera! Mal podemos começar a imaginar. Além disso, as grandes dimensões da cidade nos informam que não há escassez de espaço; há lugar para todos.

Olhe ao redor

a beleza do mundo natural e considere

o

que ela

diz sobre o caráter

de Deus, apesar das

devastações causadas pelo pecado. Como essa visão nos inspira a confiar na esperança do que ainda não vemos?

Hoje teremos a quinta noite da Semana Santa. Vá ao pequeno grupo e aprenda mais sobre a “ComPaixão” de Cristo.

Envolva-se e seja abençoado!

frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para

Quinta - Não mais lágrimas

5. Leia Apocalipse 21:3-5. O que significam as lágrimas?

(Ap 21:3-5) 3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. 4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. 5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.

R. 5. Dor, sofrimento, angústia e separação. Jesus enxugará as lágrimas porque acabará para sempre com o sofrimento e com as lembranças dele.

Todos já experimentamos o que significa chorar. Também estamos familiarizados com o ato de limpar as lágrimas dos olhos de outra pessoa: uma mãe ternamente confortando o filho; um amigo íntimo confortando o outro; ou um dos pais confortando o outro em meio a uma tristeza ou tragédia. Também sabemos que não permitimos que muitas pessoas toquem nosso rosto. Portanto, o que significa a promessa de que Deus tocará nosso rosto, senão que teremos laços íntimos com nosso Criador?

É difícil imaginar um mundo sem morte, tristeza ou choro. Dor, suor, lágrimas e morte têm sido a norma para

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a humanidade desde a queda (Gn 3:16-19). Contudo, desde essa época, Deus tem assegurado à humanidade que o fracasso e a perda não são tudo que temos para esperar. Ao longo do caminho Deus deu pequenos indicativos de que um dia nos redimirá e nos abençoará com Sua presença.

Primeiro, com a promessa de um Redentor (Gn 3:15); depois, com a certeza de Sua presença num tabernáculo (Êx 25:8); a seguir, com a realidade da Palavra que Se tornou carne e habitou entre nós (Jo 1:14); e, por fim, ao colocar o trono do Universo em nosso meio (Ap 21:3).

Muitos versos bíblicos resumem essa garantia da aliança usando palavras como: “Eu serei o seu Deus”, “vós sereis Meu povo” e “habitarei entre vós”. Um exemplo é: “Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (2Co 6:16).

Jesus veio a primeira vez para neutralizar os efeitos da aliança quebrada. Jeremias descreveu da seguinte maneira as consequências desse rompimento: “Por que gritas por motivo da tua ferida? Tua dor é incurável. Por causa da grandeza de tua maldade e da multidão de teus pecados é que Eu fiz estas coisas” (Jr 30:15). Graças a Jesus, isso agora está no passado. Em essência, Apocalipse 21:3 nos mostra o clímax da Bíblia. Talvez as lágrimas sejam as que derramaremos pela aniquilação final dos perdidos, mas o próprio Deus as enxugará, e a tristeza e o sofrimento passarão para sempre.

Esses versos (Ap 21:3-5) sugerem intimidade com Deus quando estivermos no Céu. Porém, não temos que esperar até aquele momento para ter esse relacionamento com Ele. Como você pode ter intimidade com o Senhor agora mesmo?

Hoje é o sexto dia da Semana Santa. Fale sobre a ComPaixão divina.

Convide os amigos para a continuação da programação na igreja, a partir de amanhã.

a humanidade desde a queda (Gn 3:16-19). Contudo, desde essa época, Deus tem assegurado à humanidade

Sexta - Estudo adicional

Pense sobre o milênio e acerca da compreensão que temos dele. Embora muita coisa não seja revelada, recebemos informação suficiente para compreender alguns aspectos. Primeiro, o milênio ocorrerá antes da destruição final dos perdidos. Segundo, antes dessa destruição final, os salvos passarão por um período de tempo obtendo respostas para muitas perguntas, a tal ponto que eles mesmos participarão do julgamento, isto

é, eles mesmos julgarão. “Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo?” (1Co 6:2). “Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos?” (1Co 6:3). Como lemos nesta semana, durante os mil anos será dada aos santos a “autoridade de julgar” (Ap 20:4). Assim, juntos, esses dois pontos revelam uma importante verdade: nenhum dos perdidos enfrentará o juízo final antes do término do milênio, até que os salvos não apenas entendam por que os ímpios se perderam, mas também tenham desempenhado um papel no julgamento deles. Pense no que isso mostra sobre o caráter de Deus e a transparência de Seu governo: antes que uma única pessoa enfrente o destino final dos perdidos, o povo de Deus verá claramente a justiça e retidão do juízo final de Deus sobre eles. Será doloroso, certamente; mas quando terminar, como já vimos, exclamaremos: “Tu és justo, Tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas” (Ap 16:5).

Perguntas para reflexão

Como o grande conflito nos ajuda a compreender por que o sofrimento e a morte existem, embora muitas perguntas difíceis permaneçam sem resposta?

Se alguém lhe perguntasse: “Como posso ter uma experiência mais profunda e íntima com o Senhor?”, o que você responderia?

O que significa estar preparado para o Céu? Como entender essa ideia à luz do evangelho?

Você busca respostas para perguntas difíceis? Até que elas sejam respondidas, como confiar na bondade e

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justiça de Deus, apesar das tragédias?

Comentários de Ellen G. White

Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 663.

Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pela supremacia. Enquanto despojado de seu poder e separado de sua obra de engano, o príncipe do mal se achava infeliz e abatido; mas, sendo ressuscitados os ímpios mortos, e vendo ele as vastas multidões a seu lado, revivem-lhe as esperanças, e decide-se a não render-se no grande conflito. Arregimentará sob sua bandeira todos os exércitos dos perdidos, e por meio deles se esforçará por executar seus planos. Os ímpios são cativos de Satanás. Rejeitando a Cristo, aceitaram o governo do chefe rebelde. Estão prontos para receber suas sugestões e executar-lhe as ordens. Contudo, fiel à sua astúcia original, ele não se reconhece como Satanás. Pretende ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo, e cuja herança foi dele ilicitamente extorquida. Representa-se a si mesmo, ante seus súditos iludidos, como um redentor, assegurando-lhes que seu poder os tirou da sepultura, e que ele está prestes a resgatá-los da mais cruel tirania. Havendo sido removida a presença de Cristo, Satanás opera maravilhas para apoiar suas pretensões. Faz do fraco forte, e a todos inspira com seu próprio espírito e energia. Propõe-se guiá-los contra o acampamento dos santos e tomar posse da cidade de Deus. Com diabólica exultação aponta para os incontáveis milhões que ressuscitaram dos mortos, e declara que como seu guia é muito capaz de tomar a cidade, reavendo seu trono e reino.

A morte de Cristo foi um evento marcante na História. Ele morreu porque teve ComPaixão de você. Vá à igreja e celebre esse grande amor!

Amanhã estaremos encerrando a Semana Santa. Medite sobre o que Jesus fez por você.

Reflita sobre Seu grande amor e a salvação que Ele proveu.

Auxiliar para o professor

Resumo da Lição 13

TEXTO CHAVE: Apocalipse 21:4

O ALUNO DEVERÁ

Saber: Como o grande conflito entre Cristo e Satanás será finalmente solucionado de uma vez por todas.

Sentir: A alegria da certeza de que Deus porá fim a toda dor, sofrimento e morte.

Fazer: Exercer a liberdade individual e escolher Cristo, para reinar com Ele durante os mil anos e para todo o sempre.

ESBOÇO Saber: A solução final do grande conflito

No final do grande conflito entre Cristo e Satanás, que vem sendo travado há muito tempo, o que a prisão de Satanás, descrita em Apocalipse 20:1-3, nos diz sobre suas atividades hoje? Qual é a chave para entender por que o pecado surgiu num mundo perfeito? Por que Deus não destruiu Satanás logo que o inimigo se rebelou contra Ele?

Sentir: Deus enxugará todas as lágrimas

Os seres humanos têm derramado lágrimas ao longo dos séculos neste mundo infestado pelo pecado. O que significa o fato de que Deus “enxugará [dos nossos olhos] todas as lágrimas” (Ap 21:4, NTLH)? Mencione

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“lágrimas” físicas, emocionais e mentais que nós frequentemente derramamos. Comente o poder dos enganos de Satanás e como isso pode cegar-nos para a alegria da vitória que alcançaremos se estivermos ao lado de Deus.

Fazer: Reconhecer que ainda há tempo para escolher sabiamente

Visto que o desfecho do grande conflito é iminente, que compromisso pessoal é requerido de cada um de nós?

RESUMO:

Cada pessoa tem uma escolha: aceitar a vitória já ganha por Cristo ou rejeitá-la e perecer junto com Satanás. Quando o grande conflito se aproximar do seu final, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Deus é amor.

Ciclo do aprendizado

Motivação

Focalizando as Escrituras: Apocalipse 21:4

Conceito-chave para o crescimento espiritual: Durante os mil anos, os santos reinarão e julgarão o mundo com Cristo. Satanás estará aprisionado durante esses mesmos mil anos, antes de ser finalmente aniquilado. Para o professor: A lição desta semana focaliza claramente as duas classes da humanidade no final do grande conflito. De um lado estarão os seguidores de Cristo, cujos nomes estarão escritos no livro da vida. Do outro lado estarão aqueles cujos nomes não estarão escritos nesse livro. Não há nada de misterioso sobre os nomes que serão escritos no livro. Ou aceitamos a oferta de Cristo de salvação pela fé ou seremos vítimas de Satanás.

Atividade de abertura Os mil anos oferecerão tempo suficiente para que os crentes encontrem respostas para todas as perguntas desconcertantes ao longo dos séculos: Por que foi permitido o mal, que resultou em toda dor, sofrimento e morte que a humanidade já sofreu? Comece pedindo a cada membro da classe que conte histórias de dor física, trauma emocional ou angústia mental pelos quais eles ou outros já passaram. Talvez você também deseje mencionar algumas perspectivas relacionadas a recentes calamidades ocorridas devido a furacões, tornados, terremotos, sequestros terroristas, explosões, desastres de avião, desaparecimentos, etc.

Pense nisto: No final do grande conflito, Deus enxugará todas as lágrimas dos nossos olhos. O que isso significa para você?

Compreensão

Para o professor: A lição desta semana se concentra primariamente nos mil anos após a volta de Cristo. No início desse período, os crentes participarão da primeira ressurreição (ficarão livres da condenação da segunda morte), Satanás será preso e permanecerá acorrentado durante todo o período, e os santos reinarão com Jesus. No fim do período, haverá a segunda ressurreição e um juízo final contra os ímpios. O grande conflito terminará. Todos reconhecerão que o juízo de Deus é verdadeiro e justo.

Comentário Bíblico

I. Reinar com Cristo por mil anos (Recapitule com a classe Apocalipse 21:1-4.)

João viu um anjo descendo do Céu; ele tinha a chave do abismo e uma corrente para prender Satanás. O propósito era fazer com que o diabo parasse com sua contínua obra de engano. Aparentemente, o diabo esteve preocupado em enganar os seres humanos ao longo de todos os séculos, frequentemente sem que as pessoas soubessem.

Enquanto isso, aqueles que foram martirizados e os que se recusaram a adorar a besta e a sua imagem voltarão à vida e reinarão com Jesus por mil anos. A esse grupo de santos será dada a obra de julgamento. É preciso

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admitir que o grego de Apocalipse 20:4 não deixa claro se há grupos distintos que se assentam em tronos para julgar junto com aqueles que foram martirizados por não adorarem a besta nem sua imagem. João simplesmente disse que viu “tronos, e aqueles que se assentavam neles, e lhes foi dado o julgamento, e as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da Palavra de Deus, e aqueles que não adoraram a besta nem a sua imagem e não receberam a marca na fronte ou na mão. Eles viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” Ap 20:4. (tradução do autor).

Pense nisto: Satanás será forçosamente detido em sua obra de enganar “as nações”. O que isso nos diz sobre sua atividade no presente? Não importando se as pessoas são crentes ou incrédulas, será que elas estão cientes e alertas a respeito da atual preocupação de Satanás?

O texto de 1 Coríntios 4:5 diz que o Senhor “não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações”. Essa passagem traz conforto diante de perguntas não respondidas?

II. O juízo final e a segunda morte (Recapitular com a classe Apocalipse 20:7-15.)

Logo depois que for solto temporariamente de sua prisão no abismo (Ap 20:7), o diabo iniciará seu plano universal de engano. Ele ainda estará determinado a enganar as nações que há nos quatro cantos da Terra (Ap 20:8), que ressuscitarão na segunda ressurreição, e as reunirá para declarar guerra. O vasto exército de Satanás cercará o acampamento dos santos, a Nova Jerusalém, na esperança de tomá-la (Ap 20:9). Mas esse ataque do exército de Satanás será um erro fatal, pois exatamente nesse momento descerá fogo do céu e os consumirá, tanto Satanás e seus anjos como os seres humanos enganados. Eles serão atormentados com fogo e enxofre “pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Esse verso não significa que Satanás e seus seguidores sofrerão um tormento interminável, mas que queimarão até que sejam consumidos.

Finalmente, depois que o diabo e todos os que não foram achados inscritos no livro da vida (Ap 20:15) forem eliminados nos fogos purificadores da segunda morte, a própria morte será eliminada (Ap 20:14). O caminho ficará desimpedido para o Novo Céu e a Nova Terra, que João descreveu no capítulo 21.

Pense nisto: Qual será o propósito do juízo mencionado em Apocalipse 20:12?

III. O Novo Céu e a Nova Terra (Recapitule com a classe Apocalipse 21:1-9.)

Em Apocalipse 21:1-4, João descreve o Novo Céu e a Nova Terra, no centro da qual se encontra a Nova Jerusalém. O objetivo dessa descrição é mostrar que Deus armará Sua tenda ao lado dos remidos. Ele habitará no meio deles como seu Deus, e eles serão Seu povo. Deus limpará toda lágrima de seus olhos e banirá a morte, a tristeza, o choro e a dor.

Pense nisto: João não viu o mar no Novo Céu e na Nova Terra (Ap 21:1). Por que isso é significativo?

Aplicação

Para o professor: Peça que os alunos façam a si mesmos esta simples pergunta: Quando o grande conflito terminar, meu nome será achado inscrito no livro da vida? Encoraje os membros da classe a refletir sobre essa pergunta.

Perguntas para reflexão e aplicação

  • 1. O que Apocalipse 20:1-4 ensina sobre a realidade de Satanás e sua obra de engano? Por que é imprudente

negar a existência de Satanás, como muitos fazem?

  • 2. Suponha que você esteja ministrando um estudo bíblico para uma de suas vizinhas. Ela pergunta por que

Deus permitiu a existência do mal e do sofrimento no mundo. Qual seria sua resposta?

  • 3. Se os seres humanos têm o poder de escolha e o livre-arbítrio, por que a maioria das pessoas não aceita

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Jesus?

4. Imagine seu nome sendo escrito no livro da vida. Como você se sente diante desse pensamento? Você tem certeza de que seu nome está escrito no livro da vida? Por quê?

Criatividade e atividades práticas Para o professor: O final do grande conflito inclui um exame dos livros. As pessoas cujos nomes estão escritos no livro da vida reinarão com Cristo por mil anos. Para que o nome de alguém esteja escrito no livro, o critério é simples: essa pessoa deve estar entre aqueles que, pela fé, aceitaram a justiça de Cristo.

Atividade Esta atividade ajudará os membros da classe a avaliar como é ter o nome omitido em uma lista importante. Por exemplo, as pessoas podem reconhecer os que tiveram parte na concretização de uma tarefa, mas alguns nomes são inadvertidamente deixados de fora. Peça que voluntários escrevam duas listas de pessoas importantes em sua vida. Uma lista deve ser criada antes que os voluntários tenham a chance de refletir muito sobre os nomes. A outra lista deve ser feita depois que a pessoa passar mais tempo refletindo sobre quem merece entrar na lista. O objetivo é ajudar os alunos a notar os nomes que ele omitiu na primeira lista. Como você se sentiria se as pessoas que você esqueceu estivessem no auditório? De que forma elas se sentiriam? Por mais deprimente que isso seja, imagine seu nome faltando no livro da vida. No caso do livro da vida de Cristo, não haverá nenhuma omissão nem inclusão equivocada, mas lá estarão apenas aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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