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FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA MAQUINAS OPERATRIZES Felipe

FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA

CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

MAQUINAS OPERATRIZES

Felipe Morcerf

201111198

Leonardo Louzada

201111222

Rodrigo Brandão

201121020

Mitchell Clerton

200811509

Wallace Pereira

201210503

Volta Redonda/RJ

2016

Sumário

TORNO.............................................................................................................................3

Introdução......................................................................................................................3

Características................................................................................................................3

Principais Partes Constituintes......................................................................................3 Tipos de tornos..............................................................................................................4 Tornos Horizontais....................................................................................................4 Tornos de placa..........................................................................................................4 Tornos revolver..........................................................................................................4 Tornos Verticais.........................................................................................................5 Tornos copiadores......................................................................................................5 Tornos de produção ou corte múltiplo.......................................................................6 Tornos semi-automáticos...........................................................................................6 Tornos automáticos....................................................................................................6 Tornos repetidores.....................................................................................................6

FRESADORA...................................................................................................................6

Introdução......................................................................................................................6

Características................................................................................................................7

Principais Partes Constituintes......................................................................................7 Tipos de Fresadoras.......................................................................................................7 Fresadora horizontal..................................................................................................7 Fresadora vertical......................................................................................................8 Fresadora universal....................................................................................................9 Fresadora Copiadora..................................................................................................9 Fresadora pantográfica..............................................................................................9 Fresadora CNC..........................................................................................................9

PLAINAS........................................................................................................................10

Introdução....................................................................................................................10

Características..............................................................................................................10

Principais Partes constituintes.....................................................................................10 Tipos de Plainas...........................................................................................................11 Plaina Horizontal.....................................................................................................11 Plaina Veritical.........................................................................................................11 Plaina de Mesa.........................................................................................................12

FURADEIRA..................................................................................................................12

Introdução....................................................................................................................12

Características..............................................................................................................12

Principais partes Constituintes....................................................................................12 Tipos de Furadeiras.....................................................................................................13 Furadeira Horizontal................................................................................................13 Furadeiras Verticais.................................................................................................14 Furadeira Radial......................................................................................................14 Furadeira Manual.....................................................................................................15 Referências Bibliográficas...............................................................................................15

TORNO

Introdução

O Torno foi provavelmente uma das primeiras tecnologias desenvolvidas para a produção em grande escala. Com ele (na antiguidade) uma pessoa poderia sem maiores dificuldades, produzir recipientes para toda uma comunidade. Chamado de máquina ferramenta fundamental, foi a partir dele que se originaram todas as demais ferramentas, o Torno pode executar maior número de operações que qualquer outra máquina ferramenta. Os tornos são classificados da seguinte forma, tornos horizontais ou de pontas, tornos de placa, tornos verticais, tornos revólver, tornos copiadores, tornos de produção, tornos semi-automáticos, tornos automáticos e tornos especiais.

Características

O processo que se baseia no movimento da peça em torno do seu próprio eixo chama-se torneamento. O torneamento é uma operação de usinagem que permite trabalhar peças cilíndricas movida por um movimento uniforme de rotação em torno de um eixo fixo. O torneamento, como todos os demais trabalhos executados com máquinas ferramenta, acontece mediante a retirada progressiva do cavaco da peça à ser trabalhada. O cavaco é cortado por uma ferramenta de um só gume cortante, que deve ter uma dureza superior à do material a ser cortado. No torneamento, a ferramenta penetra na peça, cujo movimento rotativo uniforme ao redor do eixo A permite o corte continuo e regular do material. A força necessária para retirar o cavaco é feita sobre a peça, enquanto a ferramenta, firmemente presa ao porta-ferramenta contrabalança a reação desta força.

Principais Partes Constituintes

TORNO Introdução O Torno foi provavelmente uma das primeiras tecnologias desenvolvidas para a produção em grande

Tornos Horizontais

Tipos de tornos

Os

tornos

horizontais

são

os

mais

comuns

e

mais

usados

frequentemente. Não são utilizados para produção em série pela dificuldade na

troca de ferramenta.

Tornos Horizontais Tipos de tornos Os tornos horizontais são os mais comuns e mais usados frequentemente.

Tornos de placa

O torno de placa é um torno de grande altura de pontas, empregado para tornear peças curtas e de grande diâmetro, tais como polias, volantes, rodas, etc.

Tornos Horizontais Tipos de tornos Os tornos horizontais são os mais comuns e mais usados frequentemente.

Tornos revolver

Os tornos revólver apresentam a característica fundamental que é o emprego de várias ferramentas convenientemente dispostas e preparadas para realizar as operações em forma ordenada e sucessiva o que obriga o emprego de dispositivos especiais, um dos quais é o porta-ferramenta múltiplos, a “torre revólver”.

Os tornos revólver apresentam a característica fundamental que é o emprego de várias ferramentas convenientemente dispostas

Tornos Verticais

Os tornos verticais, com eixo de rotação vertical, são empregados para tornear peças de grande tamanho, como volantes, polias, rodas dentadas, etc., as quais por seu grande peso podem ser montadas mais facilmente sobre a plataforma redonda horizontal que sobre uma plataforma vertical.

Os tornos revólver apresentam a característica fundamental que é o emprego de várias ferramentas convenientemente dispostas

Tornos copiadores

Os tornos copiadores permitem obter peças com forma de sólidos de revolução de perfil qualquer. Para poder realizar estes trabalhos, é necessário que a ferramenta seja provida de dois movimentos simultâneos: um de

translação, longitudinal e outro de translação, transversal, em relação à peça que se trabalha.

translação, longitudinal e outro de translação, transversal, em relação à peça que se trabalha. Tornos de
translação, longitudinal e outro de translação, transversal, em relação à peça que se trabalha. Tornos de

Tornos de produção ou corte múltiplo

Os tornos de produção (de corte múltiplo) são aqueles que, para atender às necessidades da produção, aumentando a quantidade de peças e diminuindo o custo da produção, é provido de dois carros, um anterior com movimento longitudinal e outro posterior, com movimento transversal, que trabalham simultaneamente, com avanço automático.

Tornos semi-automáticos

Os tornos automáticos produzem peças partindo da matéria prima como barras, vergalhões, etc., com avanço automático depois de cada ciclo de operações. Os tornos semi-automáticos constituem um escalão intermediário entre os tornos revólver e os tornos automáticos. A operação a cargo do operário é exclusivamente a retirada da peça acabada e a fixação da nova peça em bruto.

Tornos automáticos

São

máquinas

nas

quais

todas

as

operações

são

realizadas

sucessivamente, uma após outra, automaticamente

Tornos repetidores

São máquinas especialmente adequadas para a produção em série de peças obtidas por rotação em torno de seu eixo. Tais tornos são denominados de repetição porque as peças são colocadas uma de cada vez na pinça.

FRESADORA

Introdução

É um processo de usinagem com retirada de cavacos que permitem modificar as superfícies das peças. Para tanto, emprega-se uma ferramenta multicortante (fresa) que gira enquanto a peça se desloca segundo uma trajetória qualquer.

Características

A fresagem consiste na remoção do excesso de metal da superfície de uma peça para que esta tenha forma e acabamentos desejados. Na Fresagem, a retirada do sobremetal da peça é feita pela combinação de dois movimentos simultâneos: o movimento de rotação da ferramenta (fresa) e o movimento da mesa da máquina (onde é fixada a peça a ser usinada). É o movimento da mesa da máquina ou movimento de avanço que leva a peça até a fresa e possibilita a usinagem. -Cavaco= Porção de material removida da peça pela ferramenta, podendo apresentar forma geométrica regular ou irregular. Esta remoção representa aproximadamente 10% do material. -Fabricar= Fabricar é transformar matérias-primas em produtos acabados, por uma variedade de processos.

Principais Partes Constituintes

FRESADORA Introdução É um processo de usinagem com retirada de cavacos que permitem modificar as superfícies

Tipos de Fresadoras

Fresadora horizontal

O eixo árvore é paralelo à mesa da máquina

Fresadora vertical O eixo árvore é perpendicular à mesa da máquina Fresadora universal Possui 2 eixos-árvores,

Fresadora vertical

O eixo árvore é perpendicular à mesa da máquina

Fresadora vertical O eixo árvore é perpendicular à mesa da máquina Fresadora universal Possui 2 eixos-árvores,

Fresadora universal

Possui 2 eixos-árvores, um horizontal e outro vertical. O eixo horizontal localiza-se no corpo da máquina, enquanto o eixo vertical situa-se no cabeçote, parte superior da máquina. A fresadora universal pode ser usada tanto na posição vertical quanto na horizontal.

Fresadora Copiadora Trabalha com uma mesa e dois cabeçotes: o cabeçote apalpador e o de usinagem.

Fresadora Copiadora

Trabalha com uma mesa e dois cabeçotes: o cabeçote apalpador e o de usinagem. A fresadora copiadora tem a função de usinar copiando certo modelo

Fresadora pantográfica

Trabalha com uma mesa e dois cabeçotes: o cabeçote apalpador e o de usinagem. A fresadora copiadora tem a função de usinar copiando certo modelo

Fresadora CNC

Não tem manípulos nem alavancas, mas possui uma tela em um painel repleto de teclas e botões e um grande armário de metal, onde estão localizados os componentes elétricos e eletrônicos que são responsáveis pelo controle da operação da máquina.Entre esses componentes, encontra-se o CNC (comando numérico computadorizado),que é um computador responsável principalmente pelos movimentos da máquina

PLAINAS Introdução . O processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies regradas, geradas por

PLAINAS

Introdução

. O processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies regradas, geradas por movimento retilíneo alternativo da peça ou da ferramenta. O aplainamento pode ser horizontal ou vertical. Quanto à finalidade, as operações de aplainamento podem ser classificadas ainda em aplainamento de desbaste e aplainamento de acabamento.

Características

O aplainamento consiste em obter superfícies planas, em posição horizontal, vertical ou inclinada. As operações de aplainamento são realizadas com o emprego de ferramentas que tem apenas uma aresta cortante que retira o sobremetal com movimento linear.

Principais Partes constituintes

PLAINAS Introdução . O processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies regradas, geradas por

Plaina Horizontal

Tipos de Plainas

Na plaina limadora, é a ferramenta que faz o curso do corte e a peça tem apenas pequenos avanços transversais. Esse deslocamento é chamado de passo do avanço. O Curso máximo em geral é de 600mm, por esse motivo, ele é empregado usinar peças de tamanho médio e pequeno.

Plaina Horizontal Tipos de Plainas Na plaina limadora, é a ferramenta que faz o curso do

Plaina Veritical

É empregada para usinar superfícies internas de chavetas) em perfis variados.

furos (rasgos de

Plaina Horizontal Tipos de Plainas Na plaina limadora, é a ferramenta que faz o curso do

Plaina de Mesa

Pode-se Trabalhar com várias ferramentas simultaneamente. Serve para usinar colunas e bases máquinas, barramentos de tornos, blocos de motores diesel e marítimo de grandes dimensões.

Plaina de Mesa Pode-se Trabalhar com várias ferramentas simultaneamente. Serve para usinar colunas e bases máquinas,

FURADEIRA

Introdução

São máquinas que têm como principal função a execução de furos com utilização de brocas, porém grande maioria das peças tem furos que podem ser abertos nas mais diferentes formas

Características

A furadeira é uma máquina especializada composta em geral de um cabeçote, chamado fuso, que põe em rotação uma ferramenta chamada broca. A broca é uma haste metálica confeccionada em metal duro muitas vezes produzido pelo processo de sinterização composto de canais helicoidais que

facilitam a saída de material usinado do gume de corte para fora do furo. A

broca penetra no material deixando um furo redondo e de dimensões precisas. Portanto, as furadeiras são máquinas operatrizes especializadas em fazer furos.

Principais partes Constituintes

Principais partes Constituintes Tipos de Furadeiras Furadeira Horizontal Estas máquinas estão montadas horizontalmente e fazem furos

Tipos de Furadeiras

Furadeira Horizontal

Estas máquinas estão montadas horizontalmente e fazem furos longitudinais paralelos. Em geral são equipamentos de grandes dimensões que fazem furos de grande diâmetros em peças pesadas e de difícil manuseio, daí a necessidade de se utilizá-la no sentido horizontal.

Principais partes Constituintes Tipos de Furadeiras Furadeira Horizontal Estas máquinas estão montadas horizontalmente e fazem furos

Furadeiras Verticais

São as furadeiras mais comuns encontradas em geral em qualquer estabelecimento metalúrgico. São compostas de uma base de fixação das peças à serem furadas, esta pode ou não ter uma morsa e uma mesa de coordenadas de deslocamento e inclinação das peças à serem furadas em três eixos. É semelhante à furadeira industrial, a única diferença são os recursos e tamanho do equipamento.

Furadeiras Verticais São as furadeiras mais comuns encontradas em geral em qualquer estabelecimento metalúrgico. São compostas

Furadeira Radial

É uma máquina operatriz semelhante as fresadoras, possui um cabeçote móvel radialmente em 360 graus horizontais, além de ter suporte de ferramentas (brocas) com inclinação variável em 360 graus verticais. Em geral possui uma mesa de coordenadas em três eixos (x,y,z), além de ter inclinações da mesa em 180 graus.

Furadeiras Verticais São as furadeiras mais comuns encontradas em geral em qualquer estabelecimento metalúrgico. São compostas

Furadeira Manual

São máquinas extremamente versáteis. Servem como furadeiras, esmeratrizes, marteletes, parafusadeiras além de outros usos que dependem da criatividade do usuário. Basicamente, só precisa colocar a broca no mandril, localizado na ponta da ferramenta, e fazer a perfuração necessária.

Furadeira Manual São máquinas extremamente versáteis. Servem como furadeiras, esmeratrizes, marteletes, parafusadeiras além de outros usoswww.google.com.br/ plaina, fresa e torno UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA/ Dr. Luiz Carlos Rosa Introdução ao Controle Numérico Computadorizado- IIJOF/João Manuel R. S. Tavares. 15 " id="pdf-obj-14-6" src="pdf-obj-14-6.jpg">
Furadeira Manual São máquinas extremamente versáteis. Servem como furadeiras, esmeratrizes, marteletes, parafusadeiras além de outros usoswww.google.com.br/ plaina, fresa e torno UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA/ Dr. Luiz Carlos Rosa Introdução ao Controle Numérico Computadorizado- IIJOF/João Manuel R. S. Tavares. 15 " id="pdf-obj-14-8" src="pdf-obj-14-8.jpg">

Referências Bibliográficas

[1] FREIRE, J. M. Torno Mecânico - Fundamentos e Tecnologia Mecânica. Rio de Janeiro, Brasil: Livros Técnicos e Científicos Editores S.A., 1984. [2] ALVES, E. d. S. Porto Alegre, Brasil: Universidade Católica. Disponível em: <http://www.em.pucrs.br/~edir>. www.google.com.br/ plaina, fresa e torno UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA/ Dr. Luiz Carlos Rosa Introdução ao Controle Numérico Computadorizado- IIJOF/João Manuel R. S. Tavares.