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EB 2,3 de Caldas das Taipas

Trabalho elaborado por:

Carla Nº5 8ºA


Cláudia Nº8 8ºA
1. Introdução
2. O que é a poluição aquática
3. Factores associados à poluição aquática
4. Principais fontes de poluição da água
5. Poluentes da água
6. Causas da poluição da água
7. Medidas da poluição da água
8. Consequências da poluição da água
9. Doenças relacionadas com a água poluída
10.Tipos de poluição aquática
11.As reservas de água podem esgotar-se?
12.A água que dispomos
13.A água que consumimos
14.Água potável e água tratada
Com este trabalho pretendemos alertar e sensibilizar
os alunos para este problema que cada vez mais afecta
o nosso país e o nosso planeta e para que possamos
todos juntos diminuir a poluição das águas ao nosso
redor e proteger o nosso planeta e os animais que têm
como habitat as águas.
Poluição aquática é um tipo de
poluição causada pelo
lançamento de esgotos
residenciais ou industriais que
não são tratados em cursos de
água (rios, lagos ou mares) ou
ainda pela contaminação por
fertilizantes agrícolas.
ao aumento da população

ao desenvolvimento urbanístico

e à expansão industrial
As causas da poluição aquática são:
- Derramamento de petróleo;
- Agricultura intensiva;
- Actividades domésticas;
-Industrias;
-Tirar lixo para os rios, mares, oceanos;
- Descarregamento dos esgotos domestico, das fabricas.
As principais fontes de poluição dos rios, lagos, ribeiros, toalhas de
água - águas superficiais e subterrâneas, são as águas residuais
resultantes da indústria, da agricultura e das actividades
domésticas.
As águas residuais estão carregadas de sais minerais, substâncias
não biodegradáveis, fertilizantes, pesticidas, detergentes e
micróbios. Tornam a água imprópria para abastecimento público e
põe em causa a vida dos seres vivos que habitam os rios, ribeiros e
lagos.
Também os oceanos e mares são afectados pela poluição.
 esgotos das cidades, eliminados em
rios e mares;
 detritos domésticos, lançados em rios,
riachos, lagos, etc...;
 elementos sólidos, líquidos e gasosos;
 óleo e lixo que os navios lançam nos
mares.
 colocar filtros nas fábricas e em indústrias;
 tratar os esgotos para evitar que contaminem rios e mares;
 evitar jogar lixo ou material reciclável em rios e mares;
 conduzir toda a água utilizada pela população para uma estação
de tratamento.
-A morte dos peixes e também das flores aquáticas;
- Contaminação da água potável;
- Contaminação das águas subterrâneas;
- Alteração das propriedades físicas, químicas ou biológicas da
água provocada por resíduos agrícolas (de natureza química ou
orgânica);
-substâncias tóxicas lançadas nas águas pelas indústrias e navios
atingem os animais e os vegetais aquáticos, chegando a matá-
los;
-os animais e vegetais aquáticos atingidos contaminam o
homem;
-os esgotos das cidades podem lançar nos rios, lagos e mares
seres vivos causadores de doenças.
Cólera

Hepatite

Poliomielite

Diarreias infecciosas

etc.
O conceito de água poluída é compreender não
só as modificações das propriedades físicas,
químicas e biológicas da água, mas também a
adição de substâncias líquidas, sólidas ou gasosas
que são capazes de tornar as águas impróprias
para os diferentes usos a que se destinam.
Os mares, rios e lagos têm vindo a ser utilizados como um
enorme caixote do lixo, acreditando-se que grandes massas
de água tudo diluem e tudo dispersam a uma velocidade
suficientemente rápida para conseguir evitar qualquer tipo
de poluição.
A poluição aquática pode ter várias origens, como
biológicas, térmicas, sedimentares e químicas .
Resíduos Agrícolas

Resíduos Urbanos

Resíduos Industriais

Resíduos petrolíferos e derrame


Os resíduos industriais são
substâncias ácidas, sulfuretos,
amoníaco, etc., que surgem da
produção industrial paralisam
as reacções bioquímicas dos
peixes e provocam a morte dos
animais.
Os resíduos agrícolas, que levam
especialmente à poluição são os
fertilizantes, insecticidas e dejectos
animais . O consumo de água com
uma elevada percentagem de
nitratos pode levar à
metaemoglobina infantil (oxidação
incompleta da hemoglobina).
Os resíduos urbanos são aqueles que
podem conter bactérias e vírus
(poluição biológica), também podem
conter detergentes que para além de
tóxicos podem possuir fósforo, que é
um nutriente que quando se utiliza
em excesso favorece a eutrofização.
Cada vez mais acontecem acidentes de
petroleiros que levam à poluição aquática e à
morte de várias espécies marítimas .Várias
pessoas preferem optar pela limpeza dos
tanques dos barcos no alto mar do que a
limpeza em sítios adequados que não levam à
poluição do mar.
Os poluentes conservativos não são passíveis de nenhum tipo de
degradação, são sim bioacumulativos e biomagnificativos. Dividem-
se essencialmente em:

metais pesados como o mercúrio, o cádmio, o chumbo e o zinco;

hidrocarbonetos halogenados: insecticidas (DDT) e produtos


industriais ( PCBs);

radioactividade
Constituintes naturais da água e vitais a vários organismos. No
entanto quando existe uma elevada concentração estes metais
podem ser tóxicos para determinados organismos. A toxicidade
dos metais é de ordem contraria à sua ocorrência na natureza.
Parte do mercúrio que é lançado nos cursos de água é
absorvido directa ou indirectamente pelas plantas e animais
aquáticos, num processo denominado bioacumulação. Este
processo leva à maior concentração de mercúrio nos animais,
como os peixes que iram ser consumidos pelo Homem. O
mercúrio metálico provoca lesões celulares, atacando
principalmente o tubo digestivo, os rins e o sistema nervoso
central. A actividade bacteriana pode no entanto transformar o
mercúrio metálico, em mercúrio orgânico.
Os, hidrocarbonetos, ao contrário dos metais, não se
encontram na natureza e constituem um grande número de
compostos, tais como compostos voláteis (solventes e CFCs)
e os pesticidas e PCBs.
Os solventes, utilizados na indústria têxtil, não são
acumulativos nos organismos aquáticos. No entanto, os CFCs
causam graves danos na camada do ozono e por isso estão a
ser extintos.
Os pesticidas (DDT) e os PCBs são compostos utilizados na
agricultura. Estes entram no ciclo da água, podendo
espalhar-se pelo mundo. São compostos insolúveis em água
mas, no entanto solúveis nas gorduras, podendo assim ser
encontrados nos diversos organismos.
A radioactividade é um fenómeno natural, sendo a água
naturalmente radioactiva. No final da Segunda Guerra Mundial,
com a explosão das primeiras bombas nucleares começou a
introdução de radioactividade no mar, devido a actividades
humanas. Nos tempos que correm, os lixos radioactivos líquidos e
sólidos das usinas nucleares e as águas de refrigeração dos
reactores, são os que mais contribuem. Existem contribuições
menores que são consideradas insignificantes, como as que advêm
de acidentes com baterias radioactivas (plutónio); dos navios e
submarinos nucleares; dos rejeitos das plataformas de petróleo; de
hospitais e universidades.
As substâncias radioactivas interferem nos átomos e moléculas
que formam os tecidos vivos, provocando lesões celulares que
podem levar ao cancro, alterações no material genético que
podem trazer mutações nas próximas gerações e modificações nas
funções de certos órgãos do corpo.
Poluentes dissipativos são os despejos industriais como resíduos de
salinas e o calor dos reactores nucleares, que quando contactam
com a água perdem as suas propriedades prejudiciais. A poluição
causada por este tipo de poluente restringir-se-á a uma área
próxima à fonte.
As águas de resfriamento dos reactores nucleares contêm calor
assim como as descargas de efluentes a altas temperatura (poluição
térmica). Este calor pode fazer aumentar até 15ºC acima da
temperatura ambiente. Este facto pode representar uma perda
substancial de indivíduos visto que, em regiões tropicais, na altura
do verão, existem muitos organismos que vivem a uma
temperatura próxima do seu ponto térmico letal. Outro factor que
pode levar à morte dos indivíduos é que o aumento de temperatura
levar a uma ligeira desoxigenação da água, isto porque a água
quente não é capaz de conter tanto oxigénio como a água fria.
De entre os resíduos sólidos, os que mais se destacam são:
- os materiais dragados em portos, rios e canais
- partículas suspensas (poluição física) como a
fuligem, libertadas das usinas a carvão;
- os plásticos e isopores, que não sendo tóxicos podem ser
ingeridos por pássaros, peixes ou mamíferos acabando estes
por morrer;
- entulhos provenientes de obras de engenharia;
- redes de pesca ( armadilhas fatais para golfinhos e
pássaros);
- munições perdidas durante as guerras, incluindo armas
químicas.
A água limpa e fresca é muito importante no dia-a-dia para
todas as formas de vida. Infelizmente, desde que começámos
a inventar máquinas e a construir grandes fábricas que a
maior parte dos rios, lagos e mares da Europa tem sido
utilizados como uma forma fácil de nos livrarmos do lixo. Esta
atitude causou imensos danos a muitas plantas e animais,
pondo em risco a saúde humana e poluindo também as águas
costeiras.
Muitas vezes, a água, que parece limpa,
tem vírus, bactérias e parasitas
(microrganismos patogénicos), que só
podem ser vistos ao microscópio. Eles
causam doenças como Hepatite, Desinteria,
Cólera, Esquistossomose e muitas outras,
prejudicando a nossa saúde.
A vida na Terra depende da água. O consumo abusivo da água
por parte dos países industrializados está a provocar muitas
dificuldades no fornecimento deste recurso natural. Um dos
principais problemas neste século em relação à água é a sua
poluição crescente. Considera-se que a água está poluída
quando não está em condições de cumprir as funções que
tem que desempenhar no estado normal. As pessoas utilizam
a água não só para beber, mas também como vazadouro para
todo o tipo de materiais e lixo de que se querem desfazer.
Estas águas poluídas por imensas substâncias têm o nome de
águas residuais.
Quase três quartos da superfície da Terra estão
cobertos de água. A camada fluida que engloba
toda a água do nosso planeta recebe o nome de
hidrosfera. A maior parte é água do mar
(97.2%), e a restante está quase toda sob a
forma de gelo. Só uma pequeníssima parte da
água da Terra circula à superfície, sob a forma
de rios e lagos, águas a que os seres vivos
podem aceder. No entanto, uma grande
percentagem destas águas está tão poluída que
não pode ser utilizada.
Uma pessoa consome cerca de cento e
cinquenta litros de água por dia, embora
para sobreviver o bastante seja quatro
ou cinco litros. Na maioria dos países, a
agricultura é a maior consumidora de
água: uma agricultura intensiva consome
mais de quinhentos litros por pessoa e
por dia. Desde o ano de 1900 até ao
momento actual, a superfície de regadio
triplicou. Os sistemas tradicionais de
rega aproveitam apenas 40% da água
que utilizam; o resto evapora-se ou
perde-se.
Considera-se que a água é potável quando pode ser
consumida pelos seres humanos. Infelizmente, a maior parte
da água dos continentes está poluída e não pode ser ingerida
directamente.
A potabilização é um processo bastante complicado, destinado
a eliminar da água os poluentes que possam constituir um
risco para a saúde, e a convertê-la em água potável. Em alguns
países, as águas residuais são tratadas antes de serem
lançadas nos rios ou nos mares. Estas águas são consideradas
depuradas, mas não são, normalmente, potáveis.
http://www.eb1-pias-alandroal.rcts.pt/agua.htm

http://campus.fct.unl.pt/afr/ipa_9900/grupo0053_agua
/tipos_poluicao.htm

http://ciencias3c.cvg.com.pt/poluicaoguaar.htm