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Sumário

BLOCO 01. ....................................................................................................................................................................... 2


Atualidades ................................................................................................................................................................... 2
Árabes e Muçulmanos................................................................................................................................................... 2
Oriente Médio ............................................................................................................................................................... 2
Primavera Árabe ....................................................................................................................................................... 2
Síria ............................................................................................................................................................................... 3
Um país dividido: ...................................................................................................................................................... 3
Curdos ....................................................................................................................................................................... 3
Estado Islâmico ......................................................................................................................................................... 3
Passa de mil o número de civis mortos em três semanas de ofensiva contra Guta Oriental, na Síria ....................... 4
Tendências Globais sobre refugiados e outras populações de interesse do ACNUR ............................................... 4
Irã: etnia persa e religião islâmica................................................................................................................................. 5
Irã abrirá linha de crédito bilionária para reconstrução do Iraque ............................................................................ 6
As mulheres que desafiam o regime no Irã tirando o véu da cabeça ........................................................................ 6
Brasil ............................................................................................................................................................................. 7
Congresso aprova decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro ........................................................................ 7
Novo Ministério ........................................................................................................................................................ 8
Questões .................................................................................................................................................................... 9
Atualidades

Árabes e Muçulmanos

Oriente Médio
O Oriente Médio, também chamado de Médio Oriente, é
uma região do globo que abrange alguns países da Ásia e um da
África.
Possui uma população de cerca de 270 milhões de pessoas
sendo que a maior parte são árabes.

Primavera Árabe
Primavera Árabe É o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra
governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A
raiz dos protestos é o agravamento da situação dos
países, provocado pela crise econômica e pela falta
de democracia. A população sofre com as elevadas
taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e
pede melhores condições de vida.
Síria
A ONU considera que a guerra civil na Síria é a maior crise humanitária do século XXI. Hoje,
estima-se que o conflito vitimou ao menos 250 mil
pessoas, que mais de 4,5 milhões tenham saído do
país como refugiadas e que outros 6,5 milhões foram
obrigadas a se deslocar dentro da Síria. Com a
economia em frangalhos, quase 70% dos sírios que
permaneceram agora vivem abaixo da linha de
pobreza.

Um país dividido:
Forças do Governo – Apoiados pela Rússia
X
Oposição (FDS) – Apoiados pelos EUA

Curdos
Os curdos são um povo sem Estado que vive em Iraque, Irã, Turquia e Síria. De origem indo-
europeia, eles descendem dos medos da Pérsia
antiga, que fundaram um império no século VII
a.C. Em sua maioria muçulmanos sunitas, com
minorias não-muçulmanas e muitas vezes
formações políticas e laicas, os curdos estão
estabelecidos em uma área de cerca de meio milhão
de quilômetros quadrados.

Estado Islâmico
Formado em abril de 2013, o Estado Islâmico é um grupo terrorista
sunita criado por dissidentes da Al-Qaeda do Iraque que atuam
principalmente na Síria e também no próprio país, mas que nos últimos
anos tem realizado ataques mortais na Europa.
Os terroristas do Estado Islâmico , ao contrário de outros grupos da
região, tentam implantar um emirado islâmico que abranja tanto a Síria
quanto o Iraque; em 2015, o grupo terrorista dominou metade do
território da Síria após ocupar a cidade de Palmira, onde enfrentou e massacrou uma tribo de
rebeldes e não teve qualquer tipo de resistência contra a ação.

Passa de mil o número de civis mortos em três semanas de ofensiva


contra Guta Oriental, na Síria
Região nos arredores da capital
Damasco é um dos últimos redutos de
rebeldes que lutam contra o regime do ditador
Bashar Al-Assad. Ataques dificultam chegada
de ajuda humanitária.
Mais de mil civis morreram desde o
início, há três semanas, da ofensiva do regime
sírio contra o enclave rebelde de Guta
Oriental, de acordo com o Observatório Sírio
de Direitos Humanos (OSDH). Das 1.002
vítimas contabilizadas até o momento, 215
são crianças, segundo a ONG com sede em
Londres que monitora a guerra civil na Síria.
A região sitiada pelo regime fica nos
arredores de Damasco e é um antigo destino
de viagens de final de semana para os
moradores da capital síria. Atualmente,
tornou-se um dos últimos redutos de rebeldes
que lutam contra o regime do ditador Bashar
Al-Assad.

Tendências Globais sobre refugiados e outras populações de interesse


do ACNUR
Segundo relatório divulgado pelo ACNUR em 2017, em todo o mundo, o deslocamento
forçado causado por guerras, violência e perseguições atingiu em 2016 o número mais alto já
registrado.
A nova edição do relatório
“Tendências Globais”, o maior
levantamento da organização em
matéria de deslocamento, revela que
ao final de 2016 havia cerca de 65,6
milhões de pessoas forçadas a
deixar seus locais de origem por
diferentes tipos de conflitos – mais
de 300 mil em relação ao ano
anterior. Esse total representa um
vasto número de pessoas que
precisam de proteção no mundo inteiro.
O número de 65,6 milhões abrange três importantes componentes. O primeiro é o número de
refugiados, que ao alcançar a marca de 22,5 milhões tornou-se o mais alto de todos os tempos.
Destes, 17,2 milhões estão sob a responsabilidade do ACNUR, e os demais são refugiados palestinos
registrados junto à organização irmã do ACNUR, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos
Refugiados da Palestina (UNRWA).
O conflito na Síria continua fazendo com que o país seja o local de origem da maior parte dos
refugiados (5,5 milhões). Entretanto, em 2016 um novo elemento de destaque foi o Sudão do Sul,
onde a desastrosa ruptura dos esforços de paz contribuiu para o êxodo de 739,9 mil pessoas até o
final do ano passado. No total, já são 1,4 milhão de refugiados originários do Sudão do Sul e 1,87
milhão de deslocados internos (que permanecem dentro do país).
O segundo componente é o deslocamento de pessoas dentro de seus próprios países, que ao
final de 2016 totalizou 40,3 milhões em comparação aos 40,8 milhões no ano anterior. Síria, Iraque e
o ainda expressivo deslocamento dentro da Colômbia foram as situações de maior deslocamento
interno. Entretanto, o deslocamento interno é um problema global e representa quase dois terços do
deslocamento forçado em todo o mundo.

Irã: etnia persa e religião islâmica.


Nas primeiras décadas do século XX, o Irã
despertou o interesse do mundo Ocidental por causa de
suas valiosas reservas petrolíferas. Inicialmente, a
interferência no Irã partiu do governo britânico, que
tentava preservar seus interesses para com as reservas
energéticas da nação islâmica.

Monarquia
Contudo, no ano de 1951, a interferência
político-econômica estrangeira sofreu um duro golpe
quando o primeiro ministro Mohammad Mossadegh
nacionalizou a exploração do petróleo em seu país.
Entretanto, dois anos mais tarde, com apoio
logístico e militar norte-americano, Mohammad Reza
Pahlevi consagrou um governo ditatorial comprometido com os interesses do bloco capitalista.
Desfrutando de amplos poderes, esse estadista perseguiu os partidários do movimento nacionalista
iraniano e estabeleceu a adoção de práticas, vestimentas e padrões de consumo ocidentais no país.
Acuados, os nacionalistas promoveram a manutenção de sua orientação política no interior das
mesquitas iranianas.
A fusão entre o discurso nacionalista e a defesa dos ideais religiosos passou a ganhar vigor sob
a voz do aiatolá Ruhollah Khomeini.

A Revolução Religiosa
No início de 1979, uma série de revoltas, protestos e greves anunciavam a insustentabilidade
do governo de Reza Pahlevi. Com isso, sob a tutela do aiatolá Khomeini, a chamada Revolução
Iraniana alicerçou um Estado conservador, teocrático e contrário à intervenção Ocidental.
A guerra Irã X Iraque
Nesse contexto transitório, Saddam Hussein promoveu uma guerra que pretendia enfraquecer a
influência política dos xiitas e controlar as ricas reservas petrolíferas da nação vizinha.

Após o conflito, que não estabeleceu nenhum tipo de ganho para nenhum dos lados, a tutela religiosa
prosseguiu orientando a vida política iraniana.

Irã abrirá linha de crédito bilionária para reconstrução do Iraque


Teerã tem a intenção de conceder um empréstimo bilionário para ajudar a reconstruir o Iraque
após o fim da guerra contra o grupo terrorista Daesh no país vizinho, conforme anunciou o primeiro-
vice-presidente iraniano, Eshaq Jahangiri.
"O Irã está pronto para oferecer ao Iraque uma linha de crédito de 3 bilhões de dólares, de
forma a aumentar a presença do setor privado iraniano na restauração do Iraque", afirmou Jahangiri,
citado pela agência Tasnim.
De acordo com o político, Bagdá e Teerã têm um interesse mútuo de fortalecer suas relações
econômicas e políticas. Esse interesse pode ser comprovado pelo plano de conectar os sistemas
ferroviários dos dois países.

As mulheres que desafiam


o regime no Irã tirando o
véu da cabeça

Uma mulher tornou-se o rosto de


uma série de manifestações no Irã
contra o rígido código de vestimenta
feminino do país. No dia 27 de
dezembro, Viva Movahedi, de 31 anos,
foi para a Rua da Revolução, na região
central da capital, Teerã, e retirou seu
hijab, o véu usado por mulheres
islâmicas sobre sua cabeça quando na presença de homens adultos que não são seus parentes, como
um sinal de modéstia.
Essa prática é obrigatória desde 1979, quando se deu a Revolução Iraniana, que destituiu a
monarquia e instaurou a república neste país do Oriente Médio. As regras ainda vetam o uso de
maquiagem e determinam o uso de roupas que cubram pernas e braços de mulheres. Violar essas
normas é algo passível de punição. Movahedi protestou contra o uso do véu em uma “Quarta-feira
Branca”, um movimento surgido na internet no Irã em meados do ano passado que estimula o uso de
roupas brancas neste dia da semana como um símbolo contra as regras de vestimenta feminina.
Brasil
Congresso aprova decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro
O Senado aprovou o decreto assinado pelo presidente Michel Temer que determina a
intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro, deixando a segurança pública fluminense sob
responsabilidade de um interventor militar, que responde ao presidente da República. O placar foi de
55 votos favoráveis, 13 contrários e uma abstenção.
A matéria havia sido chancelada pela Câmara dos Deputados. Na casa, o texto foi aprovado por
340 votos a favor e 72 contra, além de uma abstenção.
Assim, a segurança pública do Rio sai da esfera estadual e vai para a federal, com comando
militar, até 31 de dezembro de 2018.

O que é a intervenção federal no Rio de Janeiro?


O governo federal fará uma intervenção na área de segurança pública no Estado do Rio de
Janeiro até 31 de dezembro deste ano. Com isso, a responsabilidade de gerir essa área, que é
estadual, passa para as mãos do governo federal, que será representado por um interventor.
Foi nomeado para o cargo o General do Exército Walter Braga Netto, que lidera o Comando
Militar do Leste (Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo). Com isso, o secretário de
Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, entregou o cargo.
A partir de agora, o interventor passa a ter total poder para gerir a segurança pública
fluminense, controlando a Polícia Civil, a Polícia Militar, os bombeiros e administração
penitenciária. Mas, por enquanto, não há definição de estratégias.

Qual a diferença entre a intervenção federal e as outras ocasiões em que


Exército e Força Nacional atuaram no Rio?
Até hoje, o Rio de Janeiro e outros Estados tinham sido auxiliados pela União na gestão da
segurança pública por meio das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e do emprego da
Força Nacional.
As operações de GLO permitem a atuação das Forças Armadas na segurança pública, de forma
excepcional, em momentos de grave perturbação da ordem e esgotamento das forças tradicionais de
segurança. Da mesma forma, a Força Nacional é uma força de segurança federal, usada para auxiliar
as operações de segurança dos Estados, após solicitação dos mesmos.
Tanto durante as operações da GLO como durante o emprego da Força Nacional, os governos
estaduais continuam responsáveis pela gestão da segurança pública. As atividades das forças da
União são coordenadas com os Estados.
Já na intervenção federal no Rio de Janeiro, toda a segurança pública fluminense sai da esfera
estadual e fica sob o comando do interventor militar. Ou seja, não se trata apenas do emprego das
Forças Armadas ou de forças federais. Mas sim da gestão federal de uma área que antes era
coordenada pelo poder estadual.

O que diz a Constituição sobre a intervenção federal?


A Constituição de 1988 prevê a intervenção federal nos Estados, mas o instrumento nunca
antes tinha sido acionado. Ele prevê a nomeação de um interventor federal para solucionar um grave
problema estadual, removendo as autoridades locais.
Entre os cenários passíveis de intervenção está a necessidade de "pôr termo a grave
comprometimento da ordem pública" - que está sendo aplicado no Rio de Janeiro. Outras opções
possíveis para a intervenção são reorganizar as finanças do Estado ou repelir invasão estrangeira.
A intervenção federal precisa ser feita por decreto, estipulando prazo e condições, e deve ser
submetida à aprovação do Congresso Nacional.

Qual a diferença entre intervenção federal e Estado de Defesa e Estado de


Sítio?
O ministro da Defesa afirmou que a intervenção federal só está abaixo do Estado de Sítio e do
Estado de Defesa. Mas, ao contrário das duas últimas, não implica em "qualquer transferência de
responsabilidade entre as instituições. Tudo permanece como antes".
Em uma intervenção legal, não estão suspensos os direitos fundamentais do cidadão, como o
direito de ir e vir, de protestar, de se reunir, a exigência de mandato judicial para busca e apreensão
em domicílio, a prisão apenas sob circunstâncias legais e o direito ao devido processo legal.
A única diferença em relação ao estado normal é que o governo federal assume,
provisoriamente, um poder estadual.
Já o Estado de Defesa e o Estado de Sítio são momentos de exceção constitucional, levando à
suspensão de direitos fundamentais. O Estado de Defesa pode ser acionado, por exemplo, para
responder a calamidades naturais. E o de Sítio, em casos de guerra.
Novo Ministério
Questões
Sabendo que a globalização pode ser definida como processo geográfico e econômico, julgue
os próximos itens, relativos a aspectos atuais deste processo.
01) A alteração nas formas de produção dos sistemas econômicos globais, fundamentada no
avanço do uso das tecnologias, modifica a produção geográfica do espaço em decorrência da
fragmentação político-territorial, da incorporação de novas regiões ao capitalismo internacional e do
fortalecimento dos conglomerados internacionais.
Gabarito: Correto

2) A valorização da produção de commodities e o aumento de seus preços e de sua exportação


têm sido apontados como promotores de riqueza e ascensão para os países emergentes, tais como os
que integram o BRICS, que passam a ser considerados importantes para a manutenção do
crescimento da economia mundial.
Gabarito: Certo

3) Ao facilitar a integração entre Estados e mercados, a globalização aumenta os controles


econômicos, intensifica o desenvolvimento, confere uniformidade à governança global.
Gabarito: Errado

4) Com a emergência de novos atores no contexto global, surgiram novos modelos


socioeconômicos de desenvolvimento concordantes com antigas identidades culturais, o que
eliminou possíveis resistências a um ambiente sociocultural novo.
Gabarito: Errado

O crescimento da população mundial tem preocupado as instituições internacionais porque


articula vários aspectos da vida humana, desde o meio ambiente e o desenvolvimento econômico até
a habitação e o crescimento das cidades. Considerando essas informações, julgue os itens seguintes.
5) As taxas de natalidade, a expectativa de vida e o fluxo de migrações são os aspectos que
caracterizam e determinam o surgimento de cidades globais.
Gabarito: Errado
6) As cidades pequenas e médias tendem a apresentar menor crescimento demográfico no
futuro devido ao seu modesto desenvolvimento tecnológico.
Gabarito: Errado

7) Baixos índices de desenvolvimento educacional em países dos continentes africano e


asiático são fatores explicativos para as altas taxas de urbanização ali verificadas.
Gabarito: Errado

8) Durante a Guerra Fria, os temas de segurança estiveram virtualmente ausentes ou foram


relegados a posições secundárias na agenda da política externa do Brasil, então voltada
fundamentalmente para preocupações com o desenvolvimento, mas adquiriram grande relevância a
partir do início do século XXI em razão do fortalecimento das ameaças de natureza e alcance
globais, notadamente a proliferação de armas de destruição em massa, o terrorismo e os conflitos
etno-religiosos.
Gabarito: Errado

9) A expansão e o fortalecimento do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS) se deram a


partir de batalhas vitoriosas travadas no Iraque contra forças governamentais e curdas, e na Síria,
contra forças leais ao governo, as quais lhe asseguraram o controle de importantes territórios e a
ascensão sobre a oposição sunita naqueles dois países.
Gabarito: Errado

No que tange ao Oriente Médio e seu impacto nas relações internacionais bem como aos
conflitos étnico-religiosos contemporâneos, julgue os itens subsequentes.
10) O conflito na Síria, a despeito de suas motivações domésticas, envolve e reflete, em grande
medida, disputas políticas e étnico-religiosas entre países do Oriente Médio que geram diferentes
alinhamentos como o apoio do Irã ao governo sírio e o apoio da Arábia Saudita e do Catar aos
grupos de oposição ao regime de Bashar Al-Assad.
Gabarito: Certa

11) A disputa entre grupos sunitas, apoiados pela Arábia Saudita, e xiitas, apoiados pelo Irã, é
elemento comum aos conflitos em curso no Iêmen do Norte e na Síria.
Gabarito: Errado

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