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x Joma egira equi ia das samé gira > igida stancia sestizar energia squenos 1) Polia, momento de inéecia de massa, Capitulo 1—Pundamentos de vbragses 17 qe Ligago rigida 1 (massa m,), gra com fron Glindro, massa m, st sem —_\ destizamento a0 FIGURA.31. isa corsa pr cromrar massa equiva ‘Equago (E.1) pode ser pode ser reescrita como Tigaty (ef ifmmi\ (2¥ t bee eta() ieee gif(men(zny a 200 Nar) 72a, Igualando a Equagio (B.2) A energia cinética do sistema equivalente 2) Le 3me obtemos a massa equivalente do sistema como r i Lmyff | mall mane ya ty melt 5 (4) . EXEMPLO 1.7 Mecanismo came-seguidor Um mecanismo came-seguidor (Figura 1.32) € usado para converter 0 movimento rotativo de um eixo no movi- mento oscilatrio ou reofproco de uma valvula. O sistema de rolete de came consiste em uma baste de empuxo (comando de valvula) de massa m,, um balancim de massa m, ¢ um, momento de inéreia de masse J, ao redor de seu C.G., uma vlvua de masse m, € uma mola da véivula de massa despre- zivel [1.28-1.30], Determine a massa equivalente (ig) desse sistema came-seguidor supondo que a localizacio de (2) Sea i) © ponto A e Gi) 0 ponto C. Solugdio: A massa cquivalente do sistema de came-seguidor de massa | pode ser determinada usando a equivaléncia das energias “E,repre- cinéicas dos dois sistemas. Devido a um destocamento ver- “respect {tical x da haste de comando da valvula, o balancim gira de zn, [:2B, a um Angulo 6, = 3/20 redor do ponto piv a valvuladesloca-se para baixo por uma distancia x, balancim desloca-se para baixo see ein =O= -xly/, A energia cinética do sistema (7) pode ser expressa como? 1 1 eel T= mp ih + mid + 1,08 + bmi? a onde, %, ¢-%, slo, respectivamente, as as lincares da hasté de comando, do C.G do balaneim e da valvula 0 6 a velocidade angular do balancim. (i) Se denotarmos a massa equivalente colocada no ponto A por My COM iy = %, a energia cinética do sistema de ‘massa equivalente 7, dada por t a= Mea tty 2) Igualando Te T,y ¢ observando que 3) (i) De maneira semelhante, se @ massa equivalente esti- Ver localzada no posto C, gq =, ¢ 1, “ &4) Igualando (F.4) ¢ (E.1), temos teem (BY em { BY reel) Ta) es) . 1.9 Elementos de amortecimento Em muitos sistemas préticos, a energia de vibragio € grax dativamente convertida em calor ou som. Em virtude da redu- 2 Seam dhvshulaver oa mss colo sme cent |, (Esme 28). Assi, engi cis ela vl Sy 2 18 Vibropiee mocinicas pes “eP | Balancim (momento aL | pasencuse ope = ieee a Ge ans ne THEE tise te a a Came. Bixo FIGURA 1.52. Sistem came-sogudor. fo da energie, a resposta, tal como 0 deslocamento do siste- ‘ma, diminui gradativamente. O'mecanismo pelo qual 2 energia de vibragio € gradativamente convertida em calor ou som & conhecide como amortecimento. Embora a quantidade de energia convertida em calor ou som seja relativamente peque- za, é importante considerar © amortecimento para uma previ- sho precisa da reposta de vibragdo de um sistema. Admite-se «que um amortecedor ndo tem nem massa nem elasticidade, ‘que a forga de amortecimento s6 existe se houver uma veloci- dade relativa entre as suas duas extremidades, E dificil determi- nar as causas do amortecimento em sistema priticos. Como conseqiiéncia, ele é modelado como um ov mais dos tipos des- crtos a seguir Amortecimento viscoso. Amortecimento viscoso 6 0 meca- nismo de amortecimento mais comumente tsado enn analise de vibragies. Quando sistemas mecfnicos vibram em um meio fluido como ar, gf, agua e Seo, a resistencia oferecida pelo fluido a0 corpo em movimento faz que a enengia seja issipada, Nesse caso, a quantidade de energia dissipada epende de muitos fatores como o tamanho e a forma do corpo em vibragg0, a viscosidade do fluido, a freqiiéncia de ‘ibragiio ¢ a velocidade do corpo em vibragio. No amorteci- mento viscoso, a forga de amortecimento € proporcional & velocidade do corpo vibratério. Exemplos tipicos de amorte- cimento viscoso sio (1) pelicula de fluido entre supericies des- lizantes, (2) fluxo de fiuido ao redor de um pistdo dentro de um cilindro, (3) fluxo de fluido através de um orificio ¢ (4) pelicula de fluido ao redor de um mancal de apoio. Amortecimento Coulomb ou por atrito seco, Aqui, a magni- tude da forga de amortecimento & constante, mas no sentido ‘posto 20 movimeato do corpo vibratério. O amortecimento, esse caso, € causado pelo arto entre superficies em contato que estejam secas ou néo tena lubrificagao suficente, Amortecimento material ou sélido ou por histerese. Quando ‘um material € deformado, ele absorve e dissipa energia [1.31] Oeefeito deve-se 20 arito entre os planos intemos, que deslizam. ‘ou escorregam enquanto as deformagdes ocorrem. Quando um corpo com amortecimento material € sujeito & vibragio, 0 iagrama tensfo-deformagio mostra um ciclo de histeese como indicado na Figura 1.33(a), A drea desse ciclo denota a ‘energia pertida por unidade de volume do corpo por ciclo devi- do 20 amortecimento.> 1.9.1. Construgio de amortecedores viscosos ‘Um amortecedor viscoso pode ser construido wsando-se dus placas paralelas separadas por uma disténcia , com um fluido de viscosidade 2 entre as placas (Figura 1.34). Considere que ‘uma das placas €fixae a outra esté movimentando-se com uma velocidade v em seu pr6prio plano. As camadas de fluido em ‘contato com a placa em movimento movem-se com uma velo- cidade v, enquanto-as que estio em contato com a placa fixa nd0 se move. Admite-se que as velocidades das camadas interme- didrias de fluido variam linearmente entre 0 v, como mostra a Figura 1.34. Segundo a lei de Newton de fluxo viseoso, a tens0 de cisalhamento (7) desenvolvida na camada de fluido a uma distincia y da placa fixa é dada por (1.26) Tensio (forca) Carregamento Gelade historese Descarregamento Deformasio, (Geslocamento) @ Tensto @ A sxe ‘asta (ABD) Energia AY recuperade (BCD) AY esperase iwc) Deformagio o FIGURA 1.58. Ciclo do historese para mates estions. 3 Quando a carga aplcada «uu compo elisco € aumentada, a tensio€ @