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Tutorial SEO WORDPRESS

Sejam bem-vindos ao manual de otimização para Wordpress. Neste material veremos as melhores
técnicas para turbinar o seu blog Wordpress a fim de ganhar um melhor posicionamento nos
mecanismos de busca. O conjunto de técnicas aqui expostas vêm da vivência dos profissionais da
MestreSEO em busca de sempre atingir os melhores resultados de busca, então é muito importante
que você sempre revise este guia pois novidades podem surgir ao longo do tempo.

Índice
• O que é Wordpress?
• Pontos Positivos do Wordpress
• Criando Títulos e Meta Tags
• Criando um Mapa do Site
• Criando um Sitemap.xml
• Criando meu Robots.txt
• Mostrando Artigos Relacionados
• Botões de Social Bookmarking
• Criando um Top 10 dos Artigos mais Visitados
• Criando Breadcrumbs
• Controlando o Conteúdo Duplicado

O que é Wordpress?

O Wordpress é um sistema de gerenciamento de conteúdo criado por Ryan Boren e Matthew


Mullenweg, que foi escrito em PHP e utiliza o MySQL como base de dados. A sua filosofia, assim como
outros sistemas de blog, é criar “posts” de um modo fácil, onde o utilizador não precise conhecer
diretamente a linguagem HTML.

Dentre as principais características do Wordpress podemos ressaltar:

• Gera XML, XHTML, e CSS em conformidade com os padrões W3C

• Suporte extensivo a plug-ins

• Criação de categorias para os artigos

• TrackBack e Pingback

• Criação de páginas estáticas

• Possibilidade de múltiplos autores

• Suporte a tags

• Opção de criar URLs amigáveis aos mecanismos de busca


Pontos Positivos do Wordpress

O Wordpress é uma ferramenta muito boa quando se fala em otimização de sites (ou, no caso, blogs).
Primeiramente, ele possibilita a separação dos artigos em categorias – possibilitando a organização
dos mesmos através de seus temas. Separando um post de um determinado assunto dos não
relacioandos.

Outra grande vantagem é que o Wordpress é um sistema que faz as interlinkagens de maneira
automática. As categorias têm links entre si e os artigos se conectam as categorias. Dessa maneira,
todo conteúdo fica bastante acessível.

Como ilustramos nos itens da sessão anterior, a possibilidade de se criar URLs amigáveis é muito
interessante, pois as URLs são um fator positivo no rankeamento dos mecanismos de busca.

Outro ponto positivo, é a conexão entre blogs através de TrackBacks. Os trackbacks permitem aos
donos de blogs saber quando e por quem foram realizadas referências aos seus posts – através de
“avisos” enviados na forma de comentários.

Criando Títulos e Meta Tags

O Wordpress, por padrão, faz o título de cada artigo ser um padrão no estilo “Nome do Blog >> Título
do artigo”, mas este não é o melhor título para o SEO. Além disso, você não pode criar uma Meta
Description, nem ao menos as Meta Keywords de um artigo.

Para esta customização, um dos melhores plugins é o All in One SEO Pack. Com ele, você pode
customizar os títulos de seus artigos, páginas, página de arquivo, página de busca, além de possibilitar
que cada artigo possa ter Meta Description e Meta Keywords personalizadas individualmente.

Instalando o All in One SEO Pack

Para começar, faça o download do plugin All in One SEO Pack a partir do repositório de plugins do
Wordpress e descompacte o arquivo baixado. Copie a pasta do plugin para o diretório de plugins do
seu Wordpress no servidor, geralmente, wp-content/plugins. Em seguida, ative o plugin no painel de
administração (wp-admin).
Customizando Títulos

Os títulos podem ser personalizados granularmente, desde o título da página inicial até a página do
post. Uma outra vantagem do All in One SEO Pack é que ele permite que sejam separados o título da
home e título do blog, ou seja, você consegue otimizar o título da home sem interferir no nome do blog.
Para tanto, acesse a página de configurações do plugin e identifique a área para preenchimento de
título: Home Title.

Neste campo, capriche o SEO do título do seu blog, pois ele será exibido somente na página inicial.
Lembre-se que os títulos não devem ir muito além de 70 caracteres, pois as palavras seguintes aos
primeiros 70 caracteres acabam não sendo exibidas em resultados de pesquisa.
Depois disso, certifique-se de que a opção Rewrite Titles está selecionada e configure as demais opções
conforme indicado na imagem abaixo:

As categorias não devem ser usadas como meta keywords pois você deve fazê-las manualmente,
controlando melhor essa meta tag. Utilizando o noindexem páginas de Arquivos (2008, 2009, etc. ) e
páginas de Tag, você evita conteúdo duplicado.
Por outro lado, as páginas de categoria podem ser indexadas, pois, da forma configurada, não geram
conteúdo duplicado. E, claro, você vai fazer meta descriptions de qualidade, e a opção Autogenerate
Descriptions deve ficar desmarcada.

Por fim, traduza os textos automáticos que entram em inglês, para português.

As demais opções não precisam ser alteradas.

Criando Meta Descriptions e Meta Keywords para Página Inicial

Logo abaixo do campo Home Title, estão os campos Home Description e Home Keywords, que devem
ser preenchidos. Estas serão a meta description e meta keywords do blog, respectivamente.
Mais uma vez, seja criativo e pense como um SEO, para escrever uma meta description de qualidade.
Lembre-se também que ela não deve ir muito além de 160 caracteres. Para a meta keywords,
selecione as suas principais e preencha o campo referente.

Criando Meta Descriptions e Meta Keywords para Artigos

Para artigos (ou posts) e páginas a serem adicionadas no seu blog, o procedimento para criar meta
tags é o mesmo. Com o All in One SEO Pack ativado, na página de criação de páginas ou artigos, uma
nova box aparecerá, provavelmente, no fim da página de edição e com o título “All in One SEO Pack”.
É provável que ela não esteja expandida, então clique para abrir a caixa.

O campo Title não precisa ser preenchido, pois o título do post ou página definido no editor é
automaticamente utilizado. Os campos Description eKeywords devem ser sempre preenchidos de acordo
com o tema do artigo desenvolvido. Um detalhe interessante é que a Description possui um contador
de caracteres, assim você consegue medir os 160 facilmente.

Criando Meta Descriptions para as Categorias

Existem duas possibilidades para se preencher a meta description de uma categoria: No momento em
que ela está sendo criada, ou, para uma categoria já existente, editando-a através da página de
gerenciamento de categorias.

Na criação da categoria, basta preencher o campo Descrição, que será utilizado como meta
description pelo Wordpress, na área de gerenciamento de categorias:
Para editar uma categoria, basta escolher o link Editar na lista de categorias existentes e preencher o
campo referente à descrição:
Criando um Mapa do Site

A grande finalidade do Mapa do Site de algum website ou, no caso, um blog, é fazer com que todos, ou
os principais, links de artigos estejam a apenas 2 cliques da página inicial, possibilitando uma
distribuição de “link juice” para estes artigos.

Com o plugin DDSitemapGen, você consegue criar um mapa do site dinâmico, que lista todos os seus
artigos, categorias e páginas em apenas alguns passos. Vamos à instalação.

Instalando o DDSitemapGen

Faça o download do plugin DagonDesign Sitemap Generator na página do desenvolvedor,


descompacte o arquivo e faça o upload dela na pasta de plugins do seu Wordpress (wp-
content/plugins), para, então, no painel de administração do blog (wp-admin), o plugin ser ativado.
Criando sua Página de Sitemap

Para ter o Mapa do Site disponível para seus visitantes, crie uma página no seu blog para ser o Mapa
do Site, e coloque o título que achar melhor (Mapa do Site, Sitemap, Relação de Artigos, etc.).

O conteúdo desta página que está sendo criada deve ser somente o código <!– ddsitemapgen –>, que
será substituído pela relação de posts do seu blog.

Publique esta página e o mapa do site estará disponível para exibição para seus visitantes.
Criando um link para a sua Página de Sitemap

Muitos temas de Wordpress possuem, já de fábrica, a exibição das páginas do blog (Sobre, Contato,
etc.) e, se esse for o caso do seu tema, a página de Mapa do Site será exibida junto dessas outras
páginas.

A função utilizada para exibir a lista de páginas do seu blog é wp_list_pages(), que você pode incluir
em algum arquivo do tema do seu Wordpress, como footer.php, header.php ou sidebar.php, para que
as páginas sejam exibidas.

Uma alternativa, é utilizar o link propriamente, ou seja, referenciar em algum ponto do tema do seu
wordpress (no menu, por exemplo), o link <a
href=”http://www.seuwordpress.com.br/sitemap”>Sitemap</a>. Atenção para a URL desta página. Se
você criou a página com o título “Mapa do Site”, é possível que a URL correta seja
http://www.seuwordpress.com.br/mapa-do-site.

Criando um Sitemap.xml

O Sitemap.xml é um arquivo que relaciona todas as URLs do seu website em um XML, que é formado
pela seguinte estrutura:
#URL#
#data e hora da última modificação da URL#
#frequência de mudança (daily, weekly, monthly)#
#prioridade - 0.0 à 1.0#

Com este arquivo, os mecanismos de busca podem ter um acesso fácil e rápido a todas as suas URLs,
facilitando o serviço de identificar novas URLs.

Segundo um estudo divulgado no blog do SEOmoz (http://www.seomoz.org/blog/do-sitemaps-effect-


crawlers), a velocidade de indexação quando se utiliza um Sitemap.xml é cerca de 10x mais rápida do
que um website sem um Sitemap.xml.
Para um blog Wordpress, um dos melhores plugins de criação do arquivo sitemap.xml é o Google XML
Sitemap Generator. Com ele você consegue criar o arquivo XML instantaneamente, além de atualizá-lo
de forma automática. Vamos então à instalação.

Instalando o Google XML Sitemap Generator

Faça o download do plugin direto no site do desenvolvedor, descompacte o arquivo e copie a pasta do
plugin para o diretório de plugins do seu Wordpress (wp-content/plugins). Ative o plugin no painel de
administração (/wp-admin).
Em seguida, você precisa criar dois arquivos no seu servidor: o sitemap.xml e o sitemap.xml.gz – estes
arquivos serão o Sitemap XML em si, e sua versão compactada (.gz). Deixe estes arquivos vazios e
localizados no diretório de instalação do seu Wordpress (/ ou /blog, etc.).

Acesse agora as configurações do plugin para definir as configurações básicas do comportamento do


plugin conforme a figura abaixo.

Não há necessidade de outras alterações, mas você pode explorar o plugin para adequá-lo às suas
necessidades.
Cadastrando o seu Sitemap.xml no Google Webmaster Tools

Para cadastrar um sitemap.xml no Webmasters Tools para o seu blog, você precisa ter uma conta do
Google e ter o site cadastrado e verificado no Webmasters Tools do Google (Ferramentas para
Webmasters). Para isso, acesse o Google Webmasters Tools, clique em “Add a site…” (adicione um
site) e entre a URL do seu site.

Siga os passos que a ferramenta te indicar para verificar o blog. Esta verificação é importante para
você conseguir cadastrar o sitemap.xml do seu blog. Terminada a verificação, ele listará abaixo do
botão para adicionar um site, clique no seu site para fazer o cadastro do sitemap.

Na sequência, abra o menu expansível “Site Configuration” (Configurações do Site) e escolha a opção
Sitemaps. Clique no botão “Submit a sitemap” (Enviar um sitemap) e digite o caminho para o seu
sitemap XML. Seguindo o modelo do manual, o sitemap está na raiz do domínio e com o nome
sitemap.xml.

Depois disto, aguarde até que o Google indique que as URLs estão indexadas. Deve levar algum
tempo. Se ocorreu erro no envio ou erros no sitemap, este painel de sitempas do Google Webmasters
Tools informará.
Cadastrando o seu Sitemap.xml no Yahoo!

Para o cadastro do feed do seu blog no Yahoo!, é necessário cadastrar o site e autenticar-se como
dono do site. O procedimento é semelhante ao procedimento do Google Webmasters Tools. Depois
disto, basta cadastrar o feed do seu blog na ferramenta do Yahoo!.

Acesse o Site Explorer do Yahoo! (neste caso, você precisa de uma conta do Yahoo!) e adicione o seu
site. Tal como no Google Webmasters Tools, você deve proceder com a verificação do site (no item
Authentication do menu).

Para cadastrar o feed do seu blog, escolha o seu blog na lista de sites, escolha a opção Feeds no menu
e entre com o endereço do sitemap.xml do seu blog, como no item anterior. Desta vez, lembre-se de
trocar o tipo de feed para Structured Data Feed.

Mais uma vez, é necessário esperar até o Yahoo! indexar de fato as URLs.

Cadastrando o seu Sitemap.xml no Bing

A Microsoft também possui sua ferramenta de ajuda aos webmasters, é o Bing Webmasters Center. Tal
como a ferramenta do Google, é necessário ter uma conta Windows Live para utilizar a ferramenta.
Sendo assim, acesse o Bing Webmasters Center, faça o login e cadastre o seu site já com o
sitemap.xml. Será necessário fazer a verificação do blog no processo, então, faça.
Cadastre também um email para estar sempre atualizado com as informações do seu blog no Bing.
Depois de confirmar que você é o dono do site, acesse a página de Sitemaps e envie mais uma vez o
sitemap.xml para o Bing.

Criando meu Robots.txt

O arquivo robots.txt se tornou amplamente utilizado como um método de controle e rastreamento do


seu site. Assim, tornou-se uma das primeiras coisas que você deve verificar para diagnosticar
problemas de indexação ou algum outro problema no seu site. Embora quase todos os webmasters já
utilizem esse arquivo, ainda há algumas coisas que causam mal entendidos, vamos a elas:

1-) Robots.txt pode evitar que os bots entrem em uma determinada página ou diretório, mas se a url já
foi indexada anteriormente a partir de fontes externas, ela usará essas informações para fazer o
julgamento da página e formular os snippet (título e descrição que aparecerá nos players de busca).

2-) Se você usa uma definição geral para todos os bots (ou seja: user-agent: *) e uma definição para
um bot específico (por exemplo: User-agent: googlebot) na diretriz de User-agent, tenha em mente que
o bot especificado somente segue as regras especificadas para ele, ignorando todas as outras seções
(incluindo a geral). Por exemplo, quando você especifica User-agent: googlebot, ele vai ignorar regras
para User-agent: * e qualquer outra que não esteja sob User-agent: googlebot.
3-) Dentro do arquivo robots.txt os bots lêem uma instrução em uma url a partir da esquerda para a
direita, o que significa que eles bloqueiam ou permitem tudo após o “/” em uma url, por exemplo se
você colocar: “Disallow: /a” tudo que começa com “a” será descartado pelos bots, neste caso a página
www.seudominio.com.br/about.html será descartada pelo user-agent.

4-) Pensando no lado da segurança e SEO, seu site DEVE ter esse arquivo robots.txt mesmo que você
não queira deixar nenhuma direção para o bot, neste caso faça o arquivo e deixe o padrão: User-
agent: * Disallow: Por isto, tenha a certeza de que:

• Todos os indexadores buscam entender o que você quer dizer corretamente.

• Os indexadores sempre tentam acessar o seu robots.txt, por isso, sempre olhe o log do Google
Webmaster Tools para ver se o Googlebot encontrou seu arquivo corretamente.

• Bots não irão esperar para indexar seu site em caso de não poderem ler seu Robots.txt (um caso
muito improvável, mas pode acontecer assim mesmo).

Instalando o Robots.txt

Para ter o robots.txt funcionando corretamente em seu blog, você deve criar um arquivo de texto com o
nome robots.txt e preencher este arquivo com as seguintes informações:
Sitemap: http://www.seuwordpress.com.br/sitemap.xml

User-agent: *
Disallow: /wp-admin/
Disallow: /author/
Disallow: /comments/
Disallow: /tags/
Disallow: /2008/
Disallow: /2009/
Disallow: /?s=
Este arquivo deve obrigatoriamente ficar na raiz do domínio, ou seja, deve ser acessível por
http://www.seuwordpress.com.br/robots.txt, pois, se ele for colocado em algum subdiretório
(/blog/robots.txt ou /diretório/robots.txt) as search engines não vão encontrá-lo.

Outro detalhe, se você não tem posts de 2008, não há necessidade de bloquear o acesso a este
diretório. Se você tem posts de 2007, 2006, etc., então todos devem ser bloqueados.

Exceto pelo /wp-admin/, os caminhos são bloqueados para evitar conteúdo duplicado, que é gerado
em cada caminho bloqueado. No caso do /wp-admin/, o bloqueio é para evitar que sejam indexados
arquivos do sistema de administração, pois não há necessidade disso.

Mostrando Artigos Relacionados

Um uso comum em blogs é o de uma lista de artigos relacionados logo após um determinado
conteúdo. O que muitos não sabem é que o uso deste conjunto de links relacionados é de suma
importância no SEO.

A interlinkagem de artigos faz com que o juice seja distribuído em conteúdos de extrema relevância
entre artigos, fazendo com que, assim, outros artigos que possuem menos links externos possam,
ainda sim, ganhar uma boa relevância nos rankings dos mecanismos de busca. Para criar uma lista de
artigos relacionados, um dos melhores plugins que já testamos é o Similar Posts. Vamos à instalação
do plugin.

Instalando o Similar Posts

Para o plugin Similar Posts funcionar corretamente, é necessário baixar, também, o plugin Post-Plugin-
Library. Ambos plugins estão disponíveis na mesma página no repositório de plugins do Wordpress. Vá
até a página e faça o download de ambos plugins. Descompacte cada arquivo baixado e copie as
pastas dos dois plugins para o diretório de plugins do seu Wordpress (wp-content/plugins).

Atenção, primeiro ative o plugin Post Plugin Library e depois o Similar posts. Evita erros no percurso.

Em seguida, ative o Similar Posts:

Exibindo o Similar Posts no seu Template

A exibição do Similar Posts pode ser feita de duas maneiras: uma é utilizando a interface no painel de
administração para configurar a exibição; outra, é editando diretamente o código fonte do seu tema e
adicionando a chamada para a função que exibe o Similar Posts.
Para editar direto do painel de administração, é necessário acessar a opção Placement e configurar o
plugin. Neste Manual, será apresentado em detalhes como fazer a configuração do Simliar poss
editando o código do tema. Para isso, a chamada à função similar_posts() deve ser realizada em
algum ponto do seu tema, preferecialmente, logo após o fim do post, no arquivo single.php.
<h2>Artigos Relacionados</h2>

O texto da heading tag h2 fica por conta de sua criatividade.

Para finalizar, acesse a página de configuração do plugin e altere o texto exibido para quando nenhum
post relacionado for encontrado:

Botões de Social Bookmarking

Divulgar conteúdo é sempre interessante pois tráz tráfego, visibilidade e vendas para o seu site.
Especialmente no caso de você ser um blogueiro, a divulgação de conteúdo é algo fundamental:
quanto mais você divulgar o seu conteúdo, mais leitores e assinantes você conseguirá.

Mas e do ponto de vista de SEO, divulgar é interessante? A resposta é sim, pois, divulgando o seu site,
além de todas as vantagens acima, você ainda torna o seu site mais fácil de encontrar, já que você
gera links externos e relevantes para os webcrawlers.

Existem vários plugins de Social Bookmarking para Wordpress, mas, entre eles, destacamos dois
principais. O primeiro, o Sociable (http://yoast.com/wordpress/sociable/), é focado em social
bookmarking para o mundo todo. Já o plugin Viral Loop (http://www.leobaiano.com/plugin-viral-
loop.html), é focado nos sites de social bookmarking brasileiros e portugueses. Vamos à instalação de
ambos.

Instalando o Sociable

Após baixar, descompactar e transferir a pasta do plugin Sociable para o seu Wordpress, ative o plugin
através do painel de administração (/wp-admin).
Após ativado, o plugin já estará visível em todos posts e todas páginas do seu blog. Acesse as
configurações do plugin para escolher quais sites de social bookmarks você quer que sejam exibidos
pelo plugin.

Instalando o Viral Loop

Acesse a página do plugin para baixá-lo, descompacte o arquivo e copie a pasta para o diretório de
plugins do seu Wordpress (wp-content/plugins). Em seguida, ative o plugin a partir do painel de
administração (/wp-admin).
Agora, acesse a página de configurações do plugin, coloque o endereço do feed do seu blog (fornecido
pelo feedburner) no campo disponível e salve a configuração.

O plugin, agora, estará em ação.

Criando um TOP 10 dos Artigos Mais Visitados

Uma das coisas mais interessantes de um blog é ver quais são os artigos mais populares, aqueles que
fizeram maior sucesso com os visitantes. Quando se realiza um trabalho de SEO em um blog,
normalmente ele contém um conjunto de artigos que recebeu uma maior atenção de usuários através
dos mecanismos de busca ou, ainda, que tiveram uma grande aceitação por alguma rede social.

Para melhorar ainda mais o rankeamento destes artigos, uma grande dica é disponibilizar a lista dos
seus artigos mais visitados, recebendo assim um link de cada página de seu blog, aumentando ainda
mais o juice recebido.
Pois bem, para obter uma lista dos artigos mais visitados, você pode utilizar o plugin Top 10 Posts.
Vamos à sua instalação.

Instalando o Top 10 Posts

Primeiro, faça o download do plugin Top 10 Posts a partir do site do desenvolvedor


(Weblogtoolscollection.com), descompacte o arquivo top10.zip e copie o arquivo top10.php para dentro
do diretório de plugins do seu Wordpress (wp-content/plugins).

Feito isto, acesse o painel de administração do wordpress (/wp-admin) e ative o plugin a partir da sua
lista de plugins.

Exibindo a lista dos artigos mais visitados

Para listar os artigos mais visitados utilizando o plugin Top 10 Posts, é necessário inserir a chamada
para a função do plugin em algum arquivo do tema do seu blog, como, por exemplo, sidebar.php ou
footer.php, ou qualquer outro, de acordo com o que você achar melhor.

A chamada para a função é a seguinte:

Como parâmetro da função show_pop_posts() você pode passar um número para a quantidade de
posts a serem exibidos, o padrão é que sejam exibidos 10 posts.

Atenção: os códigos <?php e ?> podem já estar no código do arquivo, fique atento a este detalhe. Caso
ocorra algum erro, procure utilizar somenteif(function_exists(’show_pop_posts’)) show_pop_posts();. Outro
detalhe é que o código if(function_exists(”) é usado para prevenir que o blog trave se a função não for
encontrada ou acontecer algum erro no plugin. Pode ser omitido, mas não é uma opção segura.
Criando Breadcrumbs

O uso de Breadcrumbs é muito comum hoje em dia em websites. Eles servem para orientar o usuário
onde ele está dentro da imensidão do seu conteúdo, fazendo com que em poucos cliques, ou apenas
um, ele possa saltar para a sua página de categoria ou voltar para a sua página inicial.

De forma análoga, os mecanismos de busca também necessitam de uma ajuda ao percorrer o seu
website. Os breadcrumbs auxiliam nesta tarefa, fornecendo uma lista de links, apontando para páginas
importantes, como é o caso da página inicial ou das suas páginas internas.

Esta linkagem por meio de breadcrumbs pode fortalecer ainda mais as suas principais páginas, uma
vez que cada página filha, linka para a página pai, e assim as páginas pai linkam para a página inicial.
Desta forma você garante que o link juice reforça suas principais páginas.

Para criar breadcrumbs no Wordpress, utilizamos o plugin Breadcrumb Navigation XT. Vamos à sua
instalação.

Instalando o Breadcrumb Navigation XT

Primeiro, faça o download do plugin Breadcrumb Navigation XT nesta página e extraia o conteúdo do
arquivo compactado .zip. Copie a pasta descompactada para dentro do diretório de plugins do seu
WordPress (wp-content/plugins) e ative o plugin a partir do painel de administração (/wp-admin).

Para utilizar o Breadcrumb navigation, é necessário inserir o código abaixo em algum arquivo de tema
do seu blog, preferencialmente o header.php, pois ele é exibido em toda página do blog, o que garante
que o breadcrumb sempre estará presente em suas páginas.
<div id="breadcrumb">
<?php
if (class_exists('breadcrumb_navigation_xt')) {
// Display a prefix
echo '<b>Voc&ecirc; est&aacute; aqui:</b> ';
// new breadcrumb object
$mybreadcrumb = new breadcrumb_navigation_xt;
// Options for breadcrumb_navigation_xt
$mybreadcrumb->opt['title_blog'] = 'Nome do Blog';
$mybreadcrumb->opt['separator'] = ' &raquo; ';
// Display the breadcrumb
$mybreadcrumb->display();
}?>
</div>

Atenção para a linha de código


$mybreadcrumb->opt['singleblogpost_category_display'] = true;

Ela não vem incluída no código padrão, portanto é necessário inseri-la no bloco de código.

Na linha
$mybreadcrumb->opt['separator'] = ' » ';

É definido o separador de itens do breadcrumb. Você pode alterar para o separador de sua
preferência.

Feito isso, basta salvar o arquivo e o BreadCrumb Navigation XT será exibido no seu WordPress.

Controlando o Conteúdo Duplicado

Um dos maiores problemas encontrados no Wordpress é a questão de conteúdo duplicado, ou seja, o


mesmo conteúdo é repetido em URLs diferentes, causando um problema para os mecanismos de
busca, que devem escolher qual a melhor página para exibir nos seus resultados.

Para notar que o Wordpress gera o mesmo conteúdo em diversas páginas, observe o seguinte:

• Página de categoria, por exemplo, /category/seo pode ser similar a página de tag, por exemplo,
/tag/seo

• Página de arquivo, por exemplo, /2009/07 pode ser similar a página de paginação de artigos, por
exemplo, /page/4

Estas páginas podem ser idênticas ou muito parecidas, dependendo de como você marca o seu
conteúdo. Assim como estes problemas, existem diversos outros no Wordpress e para eliminá-los, siga
os passos abaixo:

Configurando a Canonical Tag no All in One SEO Pack

A canonical tem como objetivo indicar aos mecanismos de busca que uma determinada página possui
uma outra versão, ou seja, você informa para o robô de busca que existe uma outra página que é mais
relevante para ele, e pedindo para desconsiderar esta em questão. É possível utilizar a canonical tag
através do plugin All in One SEO Pack para isto basta você marcar a opção Canonical URL.
Bloqueio de páginas no Robots.txt

Para um melhor controle de páginas indexadas, sugerimos o bloqueio de um conjunto de páginas no


seu robots.txt. Insira o conjunto de linhas no seu robots.txt:
User-agent: Googlebot
Disallow: /page/*
Disallow: /tag/*
Disallow: /*/trackback*
Disallow: /*/feed*
Disallow: /wp-admin/
Disallow: /author/
Disallow: /comments/
Disallow: /2009/

User-agent: *
Disallow: /wp-admin/
Disallow: /author/
Disallow: /tag/
Disallow: /comments/
Disallow: /page/
Disallow: /2009/

Desta forma você limita que os robôs de busca não acessem as suas páginas de comentários, tags,
autor, arquivos, além de é claro desabilitar o acesso à sua página de administração.

Controle de Links para Páginas Problemáticas

Uma das formas mais fáceis de se evitar o conteúdo duplicado é não criar um link para estas páginas
problemáticas, tais como páginas de tag ou ainda de arquivo. Confira se você possui uma tag cloud ou
ainda a listagem de arquivos. Se você possuir, remova estes links, assim o seu controle de páginas
problemáticas fica mais fácil e o robô de busca não encontra um link para este tipo de página.