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Calcular os pilares indicados na figura a seguir para as seguintes

situações:
Fck = 25 MPa;
Carga total = 11kN/m²;
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;
Calcular os momentos das vigas;
Dimensionar o primeiro lance dos pilares para as seguintes situações:
1pavimento;
4pavimentos;
10pavimentos.

RESOLUÇÃO

Cálculo do pilar intermediário para 1 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11kN/m²;
Área; 21,42m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;
Onde a Nk = (Área .carga total)

Nk = (21,42) .(11)

Nk = 235,62 Kn

a) Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 235,62 = 330 Kn, com γn da
tabela da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor
dimensão é maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;

A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 20 x 20 = 400 cm²

b) Índice de esbeltez.

c) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x e y: M1d,mín,x = M1d,mín,y = 330 (1,5 + 0,03. 20) = 693 KN.cm ; e1x,mín =
e1y,mín = 2,1 cm
d) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Nos pilares intermediários não ocorrem momentos fletores e excentricidades de 1ª ordem, daí
e1 = 0 eb = 1,0. Assim:

,x = 1,y = 25  35 1,x = ,y = 35

= 49,30 > ,x = 1,y  são considerados os efeitos locais de 2ª ordem nas duas
direções x e y;

e) Momento de 2a ordem.

e1) Método do pilar-padrão com curvatura aproximada

Determina-se Md,tot com a Eq. :

, e M1d,A  M1d,mín

Força normal adimensional


Curvatura na direção x e y sujeita aos momentos fletores de 2a ordem;

A excentricidade máxima de 2a ordem na direção x e y é;

2,03 cm

Com = 1,0 e fazendo M1d,A = M1d,mín em cada direção, tem-se os momentos fletores totais
em cada direção principal do pilar:

Dir. x e y: Md,tot,x = Md,tot,y M1d,mín,x= M1d,mín,y


M1d,mín,x= M1d,mín,y

M1d,mín,x = M1d,mín,y = 693Kn.cm

Com = 0,46 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo
de μ e d’/h, segundo as direções x e y:

Dir. x e y: Md,tot,x = Md,tot,y , ou seja

⟼ com ábaco A-4: ω = 0,00

e2) Método do pilar-padrão com rigidez  aproximada;

Aplicando a Eq. numericamente para a direção x e y tem-se:

Dir. x e y: Md,tot,x = Md,tot,y

19200 Md,tot² + (3840 h Nd - - 19200b M1d,A)Md, tot - 3840 b h Nd M1d,A =0

19200Md,tot² + (3840 .20. 330 - 49,30² .20. 330 -19200)Md,tot - 384020. 330. 693 =0

19200Md,tot² - 4002834Md, tot - 1,7563 . =0

Md,tot² - 208,48 Md, tot – 914739,58 = 0

A raiz positiva da equação de 2º grau é:

Md,tot = 1006 kN.cm  M1d,mín = 693 kN.cm  ok!

Dir. x e y: Md,tot,x = Md,tot,y , ou seja

⟼ com ábaco A-4: ω = 0,00


f) Detalhamento;

De acordo com os dois métodos e o ábaco A-4: onde o ω = 0,00 , pode se concluir que a área de aço
calculada a ser adotada será a mínima de acordo com a eq;

Armadura mínima

De acordo com a área de aço pode se chegar num total de 4  10 mm, com área efetiva de 3, 2
cm².

Diâmetro do estribo;

 ⟼ 

Espaçamento máximo;

 ⟼ 

A distância entre o eixo de duas barras

Av = + 1,0= 12,0 cm

O comprimento de traspasse nas barras longitudinais comprimidas é determinado


pela seguinte expressão:

L0c = lb,nec ≥ L0c,min


sendo que:

lb,nec é o comprimento de ancoragem necessário;

lb,nec = ≥ L0c,min

lb é o comprimento de ancoragem básico.

lb = ≥ 25

Onde:

=resistência de cálculo do aço= =43,48

= 1. 2. 3.

1=

2=

3=

= =
Para transformar o valor de de MPa para kN/cm², deve-se dividir o valor por 10.

= = = 37,69 cm

lb = ≥ 25

lb = 37,69 cm ≥ 25.0,8cm = 20cm ok.

lb,nec = ≥ l0c,min

lb,nec = ≥ L0c,min

lb,nec = ≥ 20cm

L0c = 18,84cm ≥ 20cm

Logo o comprimento do transpasse L0c sera igual a 20 cm.


RESOLUÇÃO

Cálculo do pilar intermediário para 4 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11kN/m²;
Área; 21,42m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;

Onde a Nk = (Área .carga total) . 4

Nk = (21,42) .(11) . 4

Nk = 942, 48 Kn

g) Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 942,48 = 1319,5 Kn, com γn da
tabela da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor
dimensão é maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;
A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 20 x 40 = 800 cm²

h) Índice de esbeltez.

i) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x : M1d,mín,x = 1319,5 (1,5 + 0,03. 20) = 2770,95 KN.cm ; e1x,mín = 2,1 cm

Dir. y: M1d,mín,y = 1319,5 (1,5 + 0,03. 40) = 3562,65 KN.cm ; e1y,mín = 2,7 cm

j) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Nos pilares intermediários não ocorrem momentos fletores e excentricidades de 1ª ordem, daí
e1 = 0 eb = 1,0. Assim:

,x = 1,y = 25  35 1,x = ,y = 35

49,30 > ,x  São considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção x;
= 24,65 < 1,y  Não são considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção y;

k) Momento de 2a ordem.
e1) Método do pilar-padrão com curvatura aproximada

Determina-se Md,tot com a Eq. :

, e M1d,A  M1d,mín

Força normal adimensional

Curvatura na direção x sujeita aos momentos fletores de 2a ordem;

A excentricidade máxima de 2ª ordem na direção x é;

1,43 cm

Com = 1,0 e fazendo M1d,A M1d,mín em cada direção, tem-se os momentos fletores totais
em cada direção principal do pilar:

Dir. x:

M1d,mín,x = 2770,95 Kn.cm

Dir. y:
Md,tot,y M1d,mín,y = 3562,65 Kn.cm

Com = 0,92 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo
de μ e d’/h, segundo as direções x e y:

Dir. x :

⟼ com ábaco A-4: ω = 0,60

Dir. y:
⟼ com ábaco A-25: ω = 0,27

e2) Método do pilar-padrão com rigidez  aproximada;

Aplicando a Eq. numericamente para a direção x tem-se:

19200 Md,tot² + (3840 h Nd - - 19200b M1d,A)Md, tot - 3840 b h Nd M1d,A =0

19200Md,tot² + (3840 .20. 1319,5 - 49,30² .20. 1319,5 -192002770,95)Md,tot - 384020.


1319,5. 2770,95 =0

19200Md,tot² - 16005271,1Md, tot - 2,8080 . =0

Md,tot² - 833,60 Md, tot – 14625000 = 0

A raiz positiva da equação de 2º grau é:

Md,tot = 4263,71kN.cm  M1d,mín = 2770,95 kN.cm  ok!

Com = 0,92 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo de μ e
d’/h;

⟼ com ábaco A-4: ω = 0,60


l) Detalhamento;

De acordo com o ábaco A-4: onde o ω = 0,60 , pode se concluir que a área de aço calculada a ser
adotada será de

Armadura mínima ok;

As = 19,70 cm² > As,mín 10  16 mm, área efetiva de (20,00 cm²)

Armadura máxima ok;

s = 2,5 % < máx = 4 %

O ábaco A-4 indica que o momento fletor resultante da força normal excêntrica é em torno do eixo x, e
que as barras devem ser distribuídas, simetricamente, nas duas faces paralelas ao mesmo eixo. Ou, de
outro modo, que as barras sejam alojadas nas faces perperndiculares à excentricidade (e) da força
normal. No caso em questão deste pilar , de acordo com essas análises, as barras devem ficar
distribuídas ao longo das faces maiores do pilar, de comprimento 40 cm.

Diâmetro do estribo;

 ⟼ 
Espaçamento máximo;

 ⟼ 

A distância entre o eixo de duas barras ;

Av = + 1,6 = 7,85 cm

Proteção contra a flambagem das barras longitudinais;

Av =7,85 cm;

20. 0,5= 10 cm ⟼ Av =7,85 cm

Será necessário a colocação do estribo em uma barra, visto que o estribo principal protege além
da barra de canto uma outra.

O comprimento de traspasse nas barras longitudinais comprimidas é determinado


pela seguinte expressão:

L0c = lb,nec ≥ L0c,min


sendo que:

lb,nec é o comprimento de ancoragem necessário;

lb,nec = ≥ L0c,min

lb é o comprimento de ancoragem básico.

lb = ≥ 25

Onde:

=resistência de cálculo do aço= =43,48

= 1. 2. 3.

1=

2=

3=

= =
Para transformar o valor de de MPa para kN/cm², deve-se dividir o valor por 10.

= = = 60,30 cm

lb = ≥ 25

lb = 60,30 cm ≥ 25.1,6cm = 40cm ok.

lb,nec = ≥ l0c,min

lb,nec = ≥ L0c,min

lb,nec = ≥ 36,18cm ok.

L0c = lb,nec ≥ L0c,min

L0c = 59,40cm ≥ 36,18cm

Logo o comprimento do transpasse L0c sera igual a 60 cm.


RESOLUÇÃO

Cálculo do pilar intermediário para 10 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11kN/m²;
Área; 21,42m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;

Onde a Nk = (Área .carga total) . 4

Nk = (21,42) .(11) . 10

Nk = 2356,2 Kn

a)Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 2356,2 = 3298,7 Kn, com γn da
tabela da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor
dimensão é maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;
A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 25 x 80 = 2000 cm²

b) Índice de esbeltez.

c) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x : M1d,mín,x = (1,5 + 0,03. 25) = 7422 KN.cm ; e1x,mín = 2,25 cm

Dir. y: M1d,mín,y = 3298,7 (1,5 + 0,03.80) = 12864,90 KN.cm ; e1y,mín = 3,90 cm

d) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Nos pilares intermediários não ocorrem momentos fletores e excentricidades de 1ª ordem, daí
e1 = 0 eb = 1,0. Assim:

,x = 1,y = 25  35 1,x = ,y = 35

39,44 > ,x  São considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção x;
= 12,32 < 1,y  Não são considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção y;

e) Momento de 2a ordem.
e1) Método do pilar-padrão com curvatura aproximada

Determina-se Md,tot com a Eq. :

, e M1d,A  M1d,mín

Força normal adimensional

Curvatura na direção x sujeita aos momentos fletores de 2a ordem;

A excentricidade máxima de 2ª ordem na direção x é;

1,14 cm

Com = 1,0 e fazendo M1d,A M1d,mín em cada direção, tem-se os momentos fletores totais
em cada direção principal do pilar:

Dir. x:

M1d,mín,x = 7422 KN.cm

Dir. y:
Md,tot,y M1d,mín,y = 12864,90 KN.cm

Com = 0,92 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo
de μ e d’/h, segundo as direções x e y:
Dir. x :

= 0,15 ⟼ com ábaco A-3: ω = 0,40

Dir. y:

⟼ com ábaco A-1: ω = 0,15

f) Detalhamento;

De acordo com o ábaco A-3: onde o ω = 0,40 , pode se concluir que a área de aço calculada a ser
adotada será de

Armadura mínima ok;

As = 32,84 cm² > As,mín 12  20 mm área efetiva de (37,80 cm²)

Armadura máxima ok;

s = 1,89 % < máx = 4 %

O ábaco A-3 indica que o momento fletor resultante da força normal excêntrica é em torno do eixo x, e
que as barras devem ser distribuídas, simetricamente, nas duas faces paralelas ao mesmo eixo. Ou, de
outro modo, que as barras sejam alojadas nas faces perpendiculares à excentricidade (e) da força
normal. No caso em questão deste pilar , de acordo com essas análises, as barras devem ficar
distribuídas ao longo das faces maiores do pilar, de comprimento 80 cm.

Diâmetro do estribo;

 ⟼ 

Espaçamento máximo;

 ⟼ 

A distância entre o eixo de duas barras

Av = + 2,0 = 14,2 cm

Proteção contra a flambagem das barras longitudinais;

Av =14,2 cm;
20. 0,5= 10 cm ⟼ Av =14,2 cm

Será necessário a colocação do estribo nas 2 barras intermediarias , visto que o estribo principal
protege além da barra de canto uma outra.

O comprimento de traspasse nas barras longitudinais comprimidas é determinado


pela seguinte expressão:

L0c = lb,nec ≥ L0c,min

sendo que:

lb,nec é o comprimento de ancoragem necessário;

lb,nec = ≥ L0c,min

lb é o comprimento de ancoragem básico.

lb = ≥ 25

Onde:

=resistência de cálculo do aço= =43,48

= 1. 2. 3.
1=

2=

3=

= =

Para transformar o valor de de MPa para kN/cm², deve-se dividir o valor por 10.

= = = 75,37 cm

lb = ≥ 25

lb = 75,37 cm ≥ 25.1,6cm = 50cm ok.

lb,nec = ≥ l0c,min

lb,nec = ≥ L0c,min

lb,nec = ≥ 45,22cm ok.


L0c = lb,nec ≥ L0c,min

L0c = 65,48cm ≥ 45,22cm

Logo o comprimento do transpasse L0c será igual a 65 cm.

RESOLUÇÃO

Cálculo do pilar extremidade para 1 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11 kN/m²;
Área; 8,45 m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Viga= (15x40)
Carga q da viga = 34,3 kN/m²;
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;

Onde a Nk = (Área .carga total) .

Nk = (8,44).(11)

Nk = 92,94 Kn
a)Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 92,94= 130 Kn, com γn da tabela
da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor dimensão é
maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;

A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 20 x 20 = 400 cm²

b) Índice de esbeltez.

c) Excentricidade de 1ªª ordem;

, com Myd = momento fletor de ligação entre a viga e o pilar , na direção y.

O momento fletor solicitante na base e no topo do pilar será avaliado pelas Eq. sendo:

Supondo que a seção transversal do pilar não varia ao longo da sua altura, tem-se:

A rigidez da viga , com seção transversal 15 x 40 cm e vão efetivo de 415 cm, é:

= 80000
Para o momento de engaste apoio da viga no pilar será adotada a carga total de 48 kN/m;

O momento de engaste apoio no pilar é:

Os momentos fletores na base e no topo do lance do pilar resultam:

= 1819,82 Kn.cm

Considerando a propagação dos momentos fletores no pilar, os momentos fletores de cálculo


totais, na base e no topo, são:

A excentricidade de 1ª ordem na direção y é:

c) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x e y:

M1d,mín,x = (1,5 + 0,03. 20) = 273 KN.cm ;


d) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Dir. y : A excentricidade de 1a ordem e1 na direção y é 29,39 cm. Os momentos fletores de 1ª


ordem na direção y são M1d,A,y = − M1d,B,y= kN.cm, maiores que o momento fletor
mínimo nesta direção (630,6 kN.cm), o que leva ao cálculo de b :

≥0,4

= 108,42  com 35 ≤ ≤ 90

 Como resultado de é superior, de forma que não satisfaz a condição de pilar


medianamente esbelto, ou seja para que satisfaça é necessário alterar a altura (h) da viga
que esta engastado no pilar, desde modo será possível a chegar nos resultados mais
concreto.

Cálculo do pilar extremidade para 4 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11 kN/m²;
Área; 8,45 m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Viga= (15x40)
Carga q da viga = 34,3 kN/m²;
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;
Onde a Nk = (Área .carga total) .

Nk = (8,44).(11) . 4

Nk = 371,36 Kn

a)Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 371,36= 520 Kn, com γn da
tabela da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor
dimensão é maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;

A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 20 x 25 = 500 cm²

b) Índice de esbeltez.
c) Excentricidade de 1ªª ordem;

, com Myd = momento fletor de ligação entre a viga e o pilar, na direção y.

O momento fletor solicitante na base e no topo do pilar será avaliado pelas Eq. sendo:

Supondo que a seção transversal do pilar não varia ao longo da sua altura, tem-se:

A rigidez da viga , com seção transversal 15 x 40 cm e vão efetivo de 415 cm, é:

= 80000

Para o momento de engaste apoio da viga no pilar será adotada a carga total de 48 kN/m;

O momento de engaste apoio no pilar é:

Os momentos fletores na base e no topo do lance do pilar resultam:

= 2417,11 Kn.cm

Considerando a propagação dos momentos fletores no pilar, os momentos fletores de cálculo


totais, na base e no topo, são:
A excentricidade de 1ª ordem na direção y é:

e) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x : M1d,mín,x = (1,5 + 0,03. 20) = 1092 KN.cm ; e1x,mín = 2,1 cm

Dir. y: M1d,mín,y = 520 (1,5 + 0,03.25) = 1170 KN.cm ; e1y,mín = 2,25 cm

f) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Dir. y : A excentricidade de 1a ordem e1 na direção y é 9,76 cm. Os momentos fletores de 1ª


ordem na direção y são M1d,A,y = − M1d,B,y= kN.cm, maiores que o momento fletor
mínimo nesta direção (630,6 kN.cm), o que leva ao cálculo de b :

≥0,4

= 74,7 35 1,y= 74,7

= 25 35 1,x = 35

49,30 > ,x  São considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção x ;
= 39,44 < 1,y  Não são considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção y;
g) Momento de 2ª ordem.

e1) Método do pilar-padrão com curvatura aproximada

Determina-se Md,tot com a Eq. :

, e M1d,A  M1d,mín

Força normal adimensional

Curvatura na direção x sujeita aos momentos fletores de 2a ordem;

A excentricidade máxima de 2ª ordem na direção x é;

1,88 cm

Com = 1,0 e fazendo M1d,A M1d,mín em cada direção, tem-se os momentos fletores totais
em cada direção principal do pilar:

Dir. x:

M1d,mín,x = 1092,20 KN.cm

Dir. y:
Md,tot,y = 5075,93 KN.cm M1d,mín,y = 1170 kn.cm
Com = 0,58 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo
de μ e d’/h, segundo as direções x e y:

Dir. x :

⟼ com ábaco A-4: ω = 0,08

Dir. y:

= 0,15 ⟼ com ábaco A-3: ω = 0,50

h) Detalhamento;

De acordo com o ábaco A-3: onde o ω = 0,50 , pode se concluir que a área de aço calculada a ser
adotada será de

Armadura mínima ok;

As = 10,26 cm² > As,mín 6  16 mm área efetiva de (12,00 cm²)

Armadura máxima ok;

s = 2,4 % < máx = 4 %


O ábaco A-3 indica que o momento fletor resultante da força normal excêntrica é em torno do eixo x, e
que as barras devem ser distribuídas, simetricamente, nas duas faces paralelas ao mesmo eixo. Ou, de
outro modo, que as barras sejam alojadas nas faces perpendiculares à excentricidade (e) da força
normal. No caso em questão deste pilar , de acordo com essas análises, as barras devem ficar
distribuídas ao longo das faces maiores do pilar, de comprimento 25 cm.

Diâmetro do estribo;

 ⟼ 

Espaçamento máximo;

 ⟼ 

A distância entre o eixo de duas barras

Av = + 1,6 = 8,2 cm
Proteção contra a flambagem das barras longitudinais;

Av =8,2 cm;

20. 0,5= 10 cm ⟼ Av =8,2 cm

Não será necessário a colocação do estribo na barra intermediaria , visto que o estribo principal
é capaz de proteger.

O comprimento de traspasse nas barras longitudinais comprimidas é determinado


pela seguinte expressão:

L0c = lb,nec ≥ L0c,min

sendo que:

lb,nec é o comprimento de ancoragem necessário;

lb,nec = ≥ L0c,min

lb é o comprimento de ancoragem básico.

lb = ≥ 25

Onde:
=resistência de cálculo do aço= =43,48

= 1. 2. 3.

1=

2=

3=

= =

Para transformar o valor de de MPa para kN/cm², deve-se dividir o valor por 10.

= = = 60,30 cm

lb = ≥ 25

lb = 60,30 cm ≥ 25.1,6cm = 40cm ok.

lb,nec = ≥ l0c,min
lb,nec = ≥ L0c,min

lb,nec = ≥ 36,18cm ok.

L0c = lb,nec ≥ L0c,min

L0c = 59,40cm ≥ 36,18cm

Logo o comprimento do transpasse L0c sera igual a 60 cm.

Cálculo do pilar extremidade para 10 pavimento.


Dados:

Fck = 25 MPa;
Carga total = 11 kN/m²;
Área; 8,45 m²
Classe de agressividade ambiental II;
Menor dimensão dos pilares = 20cm;
Utilizar cobrimento de norma;
d’ = c + t + /2
d’ = 3 + 0,5 + 1,0/2 = 4 cm
d’ = 4 cm ;
= 285 cm
Viga= (15x40)
Carga q da viga = 34,3 kN/m²;
Aço CA 50;
Utilizar apenas brita 1;

Onde a Nk = (Área .carga total) .


Nk = (8,44).(11) . 10

Nk = 928,4 Kn

a)Esforços solicitantes.

A força normal de cálculo é: Nd = n.f . Nk = 1,0 .1,4 . 928,4= 1300 Kn, com γn da
tabela da NBR 6118, sendo que γn de acordo com a tabela é igual a 1,0 pois a menor
dimensão é maior de que 20 cm.

Pré-dimensionamento;

A área mínima de um pilar deve ser de 360 cm² conforme norma;

Então adotar - se um pilar de Ac = 20 x 60 = 1200 cm²

b) Índice de esbeltez.

c) Excentricidade de 1ªª ordem;

, com Myd = momento fletor de ligação entre a viga e o pilar, na direção y.

O momento fletor solicitante na base e no topo do pilar será avaliado pelas Eq. sendo:
Supondo que a seção transversal do pilar não varia ao longo da sua altura, tem-se:

A rigidez da viga , com seção transversal 15 x 40 cm e vão efetivo de 415 cm, é:

= 80000

Para o momento de engaste apoio da viga no pilar será adotada a carga total de 48 kN/m;

O momento de engaste apoio no pilar é:

Os momentos fletores na base e no topo do lance do pilar resultam:

= 3556,31 Kn.cm

Considerando a propagação dos momentos fletores no pilar, os momentos fletores de cálculo


totais, na base e no topo, são:

A excentricidade de 1ª ordem na direção y é:


i) Momento fletor mínimo.

M1d,mín = Nd (1,5 + 0,03 h) , com h em cm.

Dir. x : M1d,mín,x = (1,5 + 0,03. 20) = 2730 KN.cm ; e1x,mín = 2,1 cm

Dir. y: M1d,mín,y = 1300 (1,5 + 0,03.60) = 4290 KN.cm ; e1y,mín = 3,3 cm

j) Esbeltez limite.

, com 35 ≤ λ1 ≤ 90

Dir. y : A excentricidade de 1a ordem e1 na direção y é 5,74 cm. Os momentos fletores de 1ª


ordem na direção y são M1d,A,y = − M1d,B,y= kN.cm, maiores que o momento fletor
mínimo nesta direção (630,6 kN.cm), o que leva ao cálculo de b :

≥0,4

= 65,48 35 1,y= 65,48

= 25 35 1,x = 35

49,30 > ,x  São considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção x ;
= 16,43 < 1,y  Não são considerados os efeitos locais de 2ª ordem na direção y;

k) Momento de 2ª ordem.
e1) Método do pilar-padrão com curvatura aproximada

Determina-se Md,tot com a Eq. :

, e M1d,A  M1d,mín

Força normal adimensional

Curvatura na direção x sujeita aos momentos fletores de 2a ordem;

A excentricidade máxima de 2ª ordem na direção x é;

1,84cm

Com = 1,0 e fazendo M1d,A M1d,mín em cada direção, tem-se os momentos fletores totais
em cada direção principal do pilar:

Dir. x:

M1d,mín,x = 2730 KN.cm

Dir. y:
Md,tot,y = 7468,25 KN.cm M1d,mín,y = 4290 kn.cm

Com = 0,60 e utilizando os ábacos de VENTURINI (1987) para Flexão Reta, faz-se o cálculo
de μ e d’/h, segundo as direções x e y:

Dir. x :
⟼ com ábaco A-4: ω = 0,15

Dir. y:

= 0,05 ⟼ com ábaco A-1: ω = 0,00

g) Detalhamento;

De acordo com o ábaco A-4: onde o ω = 0,15 pode se concluir que a área de aço calculada a ser
adotada será de

Armadura mínima ok;

As = 7,38 cm² > As,mín 10  10 mm área efetiva de (8,00 cm²)

Armadura máxima ok;

s = 0,67 % < máx = 4 %


O ábaco A-4 indica que o momento fletor resultante da força normal excêntrica é em torno do eixo x, e
que as barras devem ser distribuídas, simetricamente, nas duas faces paralelas ao mesmo eixo. Ou, de
outro modo, que as barras sejam alojadas nas faces perpendiculares à excentricidade (e) da força
normal. No caso em questão deste pilar , de acordo com essas análises, as barras devem ficar
distribuídas ao longo das faces maiores do pilar, de comprimento 60 cm.

Diâmetro do estribo;

 ⟼ 

Espaçamento máximo;

 ⟼ 

A distância entre o eixo de duas barras

Av = + 1,0 = 13,00 cm

Proteção contra a flambagem das barras longitudinais;

Av =13 cm;
20. 0,5= 10 cm ⟼ Av =13 cm

Será necessário a colocação do estribo na barra ao meio , visto que o estribo principal protege
além da barra do canto uma outra.

O comprimento de traspasse nas barras longitudinais comprimidas é determinado


pela seguinte expressão:

L0c = lb,nec ≥ L0c,min

sendo que:

lb,nec é o comprimento de ancoragem necessário;

lb,nec = ≥ L0c,min

lb é o comprimento de ancoragem básico.

lb = ≥ 25

Onde:

=resistência de cálculo do aço= =43,48

= 1. 2. 3.
1=

2=

3=

= =

Para transformar o valor de de MPa para kN/cm², deve-se dividir o valor por 10.

= = = 28,23 cm

lb = ≥ 25

lb = 28,23 cm ≥ 25.1,6cm = 50cm ok.

lb,nec = ≥ l0c,min

lb,nec = ≥ L0c,min

lb,nec = ≥ 20 cm ok.
L0c = lb,nec ≥ L0c,min

L0c = 26,04cm ≥ 20cm

Logo o comprimento do transpasse L0c será arredondado a 30 cm.