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Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Centro de tecnologia - CT
MTR0305 - Propriedades físicas dos materiais
RADIAÇÃO
ELETROMAGNÉTICA
INTERAÇÕES DA
LUZ COM SÓLIDOS

POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA
PROPRIEDADES ÓTICAS
E TRANSIÇÃO DE ENERGIA
DOS ELÉTRONS

METAIS

NÃO - METAIS

APLICAÇÕES DOS Estagiário a Docência: Jorge Daniel Araujo Pinto


FENÔMENOS ÓTICOS
Outubro de 2017

UFRN PROPRIEDADES FÍSICAS DOS MATERIAIS 1


RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

RADIAÇÃO
ELETROMAGNÉTICA
INTERAÇÕES DA LUZ
COM SÓLIDOS

POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E
TRANSIÇÃO DE ENERGIA DOS
ELÉTRONS

METAIS

NÃO - METAIS • Natureza ondulatória: Campo elétrico e magnético


APLICAÇÕES DOS • Ex: Luz, calor, ondas de rádio, raios X, ....
FENÔMENOS ÓTICOS

UFRN PROPRIEDADES FÍSICAS DOS MATERIAIS 2


Espectro eletromagnético

• A luz visível se encontra dentro de uma região muito estreita


do espectro. ~ 400 a 700 nm.
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnético

https://www3.epa.gov/radtown/industrial-radiography.html

The radiograph image shows the condition of metal around a welding site. The
welding site shows up bright white because it is thicker than the rest of the
material. It has stopped the rays almost completely from passing through. The
cracks are the darker areas.

X-ray radiography devices are powered by electricity. When the device is turned
off, x-rays are not produced. X-ray radiography generally creates very clear
pictures. The devices are large and good for use in factories.
The gamma rays come from radioactive material inside the radiography device.
Gamma ray devices do not need electricity. They are smaller than x-ray devices.
Their small size makes them useful for checking inside pipes, ships and other
small spaces. However, they cannot be turned off like an x-ray device. The
radionuclides in the device always produce gamma rays. The only way to “turn
off” a gamma ray radiography device is to interrupt the beam by covering the
opening with a heavy metal plate. Workers must be careful to close the opening
when the gamma device is not in use to avoid exposure.
Onde: C = Velocidade da luz
λ = Comprimento de onda
= Frequência

C = 3 x 108 m/s • Toda radiação eletromagnética


atravessa o vácuo a uma mesma
velocidade, a velocidade da luz no vácuo, c.
• Perspectiva Mecânico-Quântica: A radiação é composta por
“pacotes de energia” (fótons):

- Em 1905 explica o efeito fotoelétrico;


- Postula que a luz é composta de “partículas de radiação” ou
“pulsos eletromagnéticos” chamados fótons;
- Fótons não tem massa;
- Fótons são partículas de energia.
• Perspectiva Mecânico-Quântica: O efeito fotoelétrico.

- O problema: A luz composta por pacotes de energia (fótons), ao


atingir uma chapa metálica gera uma corrente elétrica, pois libera
elétrons da placa. Alguns raios provocam o efeito fotoelétrico, outros
não.
- A explicação de Einstein:

- O efeito fotoelétrico não depende da inten-


sidade (amplitude);

- O efeito fotoelétrico depende da energia


da onda (frequência);

- O efeito fotoelétrico depende da função


trabalho do material. Ou seja, a energia
do fóton deve ser maior que a função
Trabalho.
Video efeitofotoelétrico
INTERAÇÕES DA LUZ NO MEIO SÓLIDO

RADIAÇÃO
ELÉTROMAGNÉTICA

INTERAÇÕES DA LUZ
COM SÓLIDOS
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA
E TRANSIÇÃO DE ENERGIA
DOS ELÉTRONS

METAIS

• Quando a radiação luminosa atravessa um meio,


NÃO - METAIS
uma parte será transmitida através dele, uma parte
ATIVIDADES será absorvida e outra parte será refletida na
PROFISSIONAIS interface. Logo:
OU

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 . Transmissividade: T = IT/Io

. Absortividade: A = IA/Io

 . Refletividade: R = IR/Io

 . A intensidade da radiação é expressa em W/m .


2

 . Soma das frações = 1


Espectro eletromagnético

• Materiais transparentes;

• Materiais translúcidos;

• Materiais opacos.
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E TRANSIÇÃO DE
ENERGIA DOS ELÉTRONS

RADIAÇÃO
ELÉTROMAGNÉTICA
INTERAÇÃO DA LUZ
COM SÓLIDOS
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E
TRANSIÇÃO DE ENERGIA DOS
ELÉTRONS
METAIS

NÃO METAIS

APLICAÇÕES DOS
FENÔMENOS ÓTICICOS

• Para faixa de frequência do visível (400 – 700


nm) o campo elétrico interage com a nuvem
eletrônica que circunda cada átomo dentro de
sua trajetória.

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Espectro eletromagnético

• Um elétron pode ser excitado de um


estado ocupado E2 para um estado de
maior energia E4, pela absorção de um
fóton;

• “O elétron estimulado não pode


permanecer indefinidamente em um
estado excitado.”
METAIS

• Os metais são opacos, pois as radiações


incidentes com frequências dentro da faixa do
RADIAÇÃO
ELÉTROMAGNÉTICA espectro visível excitam os elétrons para
INTERAÇÃO DA LUZ estados de energia não ocupados acima da
COM SÓLIDOS
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E
energia de Fermi.
TRANSIÇÃO DE ENERGIA DOS
ELÉTRONS
METAIS

NÃO METAIS

APLICAÇÕES DOS
FENÔMENOS ÓTICICOS

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• A radiação incidente é absorvida;

• A absorção total se dá dentro de uma camada exterior muito fina, com


espessura inferior a 0,1 µm.

• A absorção de fótons é acompanhada de excitação de elétrons que


passam de níveis energéticos preenchidos para níveis não preenchidos
(de maior energia).

• Os elétrons excitados voltam para os níveis de menor energia (níveis


• preenchidos), reemitindo fótons.

• Metais são transparentes às radiações de alta frequência (raios x e


gama).

• 90 a 95 % dos fótons incidentes são refletidos e a energia restante é


dissipada na forma de calor.
Espectro eletromagnético
NÃO - METAIS

• Nos materiais não-metálicos além da transmissão,


absorção e reflexão, o fenômeno da refração
RADIAÇÃO
ELÉTROMAGNÉTICA também deve ser considerado.
INTERAÇÃO DA LUZ
COM SÓLIDOS
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E
TRANSIÇÃO DE ENERGIA DOS REFRAÇÃO
ELÉTRONS
METAIS

NÃO METAIS

APLICAÇÕES DOS
FENÔMENOS ÓTICOS

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• Num material transparente a luz que é
transmitida para seu interior
experimenta uma diminuição de
velocidade, como resultado é mudada
de direção na interface do material.

• O indice de refração n é definido


como sendo a razão entre a
velocidade da luz no vácuo, c, e a
velocidade da luz no meio Ʋ.
• A magnitude de n depende do
comprimento de onda da luz. Esse
efeito pode ser visto pela dispersão de
um feixe de luz branca nas suas cores
correspondentes quando passa
através de um prisma de vidro.
Ʋ- velocidade da luz no meio em questão;
Є - permissividade da substância em questão;
μ - permeabilidade da substância em questão;
Espectro eletromagnético

• ϵr e µr representam respectivamente a constante dielétrica e a


permeabilidade magnética relativa ;

• A maioria das substâncias são ligeiramente magnéticas µ r =1;

• Existe uma relação entre o indice de refração e a contante dielétrica.


Espectro eletromagnético

• Quanto maior for um átomo ou íon, maior será a polarização


eletrônica, menor será a velocidade , e maior será o indice de
refração.

• Ex.: índice de refração de um vidro de Cal = 1,5.

• Adições de íons de bário e chumbo ( na forma de BaO e PbO) que


são íons grandes iram aumentar significativamente o valor de n.

• Vidro com 90 % PbO n = 2,1

• para cristais não-cúbicos o indíce de refração (n) é anísotrópico.


Espectro eletromagnético
• Vídeo que ilustra a Birrefringência causada por um cristal de Calcita. A
Espectro eletromagnético
birrefringência é a formação de dupla refração apresentada por certos
cristais intimamente ligada com a velocidade e direção de propagação
da luz. Os materiais cristalinos revelam propriedades anisótropas(ou
anisotrópicas) face à luz.
Espectro eletromagnético

• Em materiais transparentes com


índices de refração diferentes,
quando a radiação luminosa incide,
parte da luz é dispersada entre os
dois meios. E a refletância vale:

• Ou
;
Se a direção da luz se dá em uma
direção perpendicular à interface.
Espectro eletromagnético

• Ou ainda ;

Quando a luz é transmitida do vácuo ou do ar para o interior de um


sólido.

Ex.: Deseja-se que a refletividade da luz sob condições de incidência


normal com a superfície de um meio transparente seja menos de 5%.
Quais dos seguintes materiais da tabela a seguir são possíveis
candidatos para tal: vidro de cal de soda, vidro Pyrex, periclase,
espinélio, poliestireno e polipropileno? Justifique as suas seleções.
Ex.: Deseja-se que a refletividade da luz sob condições de incidência normal com a superfície de um
meio transparente seja menos de 5%. Quais dos seguintes materiais da tabela a seguir são possíveis
candidatos para tal: vidro de cal deEspectro
soda, vidroeletromagnético
Pyrex, periclase, espinélio, poliestireno e polipropileno?
Justifique as suas seleções.

Para este problema devemos calcular o valor


Máximo de ns de acordo com a equação:

Em que o valor de R = 0,05. Em seguida


devemos consultar a tabela para verificar
Quais dos materiais listados têm índices de
Refração inferiores ao valor máximo.
Logo:

ou
Ex.: Deseja-se que a refletividade da luz sob condições de incidência normal com a superfície de um
meio transparente seja menos de 5%. Quais dos seguintes materiais da tabela a seguir são possíveis
candidatos para tal: vidro de cal de soda, vidro Pyrex, periclase, espinélio, poliestireno e polipropileno?
Justifique as suas seleções.

Resolvendo ns usando a solução da equação


Quadrática obtemos ns = 1,576.

Logo dos materiais listados, vidro de cal de


Soda, vidro Pyrex e polipropileno possuem
Índices de refração menores que 1,576, e
são indicados para essa aplicação.
Espectro eletromagnético

• Materiais não – metálicos podem ser opacos ou transparentes a luz


visível, e em caso de serem transparentes exibem geralmente uma
aparência colorida.

• Ex.:

Técnica tradicional:
Adições de bismuto,
cádmio, cobalto, ouro, o
cobre e outros, à massa
de vidro em fusão.
Espectro eletromagnético

• Materiais não – metálicos a absorção se dá por dois mecanismos


básicos que são : Polarização eletrônica e o mecanismo envolvendo
transições eletrônicas entre bandas.

TRANSIÇÃO ELETRÔNICA

• A absorção de um fóton de luz pode ocorrer pela excitação de um


elétron de uma banda de valência praticamente preenchida, através
do espaçamento entre bandas, para um estado vazio dentro da
banda de condução.
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnético

• O mecanismo de transições eletrônicas depende das estruturas das


bandas de energia dos elétrons do material.

• “Essas excitações, com suas consequentes absorções de energia,


podem ocorrer somente se a energia do fóton for maior do que a
energia do espaçamento entre bandas.”
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnético

• Se:

• Logo:

Em termos do comprimento de onda


Espectro eletromagnético

• Ex: O λmín para a luz visível é de aproximadamente 0,4 μm e


sabendo que C = 3 x 10 8 m/s e que h = 4,13 x 10 -15 eV*s , a energia
máxima do espaçamento entre bandas para qual é possível se ter
uma absorção da luz visível é:
Espectro eletromagnético

• Logo concluisse: Nenhuma luz visível será absorvida por materiais


não metálicos que possuam energias do espaçamento entre bandas
maiores do que aproximadamente 3,1 eV;

• Caso sejam materiais de alta pureza, irão exibir aparência


transparente e incolor.
Espectro eletromagnético

• Ex: O λmáx para a luz visível é de aproximadamente 0,7 μm e


sabendo que C = 3 x 10 8 m/s e que h = 4,13 x 10 -15 e V*s, o cálculo
para a energia mínima para qual existe absorção da luz visível:

• Logo: A luz visível é absorvida por transições eletrônicas da banda de


valência para a banda de condução em materiais semicondutores
que possuem energias de espaçamento entre bandas menores do
que aproximadamente 1,8 eV.

• Sendo de um material opaco.


Espectro eletromagnético

• A dissipação da energia eletromagnética pode, por exemplo, ocorrer


através de uma recombinação direta de elétrons e buracos de acordo
com a reação:

Elétron + buraco energia


Espectro eletromagnético

• Podem ocorrer também transições eletrônicas em múltiplas etapas.


Espectro eletromagnético 2

• Para um feixe I0 que cai sobre a superfície anterior de uma amostra


com espessura l e com um coeficiente de absorção β, a intensidade
transmitida na face posterior, IT vale:

IT = I0 (1 – R)² е –βl

Onde:
R = Refletância.

Logo:
• A fração de luz incidente que é transmitida através de um material
transparente depende das perdas que são incorridas pela absorção e
reflexão.
Espectro eletromagnético 2
• É consequência da absorção seletiva de faixas específicas de
comprimento de onda da luz.

• A cor observada é resultado da combinação dos comprimentos de


onda que são transmitidos.
• A absorção ou transmissão de um material cerâmico depende da sua
composição:
• Vidros de alta sílica transmitem até ~200nm
• Vidros de borosilicatos transmitem até ~300nm
• Vidros de janela (soda lime) transmitem até ~350 nm
• Fe2o3 reduz a transmissão no ultravioleta
• FeO reduz a transmissão no infravermelho longo.
Espectro eletromagnético 2

• Se a absorção de luz é uniforme para todos os comprimentos de


onda visíveis, o material exibe uma aparência incolor.
Espectro eletromagnético 2

• Novamente a cor do material é uma função das distribuições de


comprimentos de onda que são encontradas no feixe transmitido.

• O monocristal de óxido de alumínio de


alta pureza ou safira é incolor.

O rubi, que possui uma coloração


verde brilhante, consiste simplesmente
na Safira à qual foi adicionado um teor
de 0,5 a 2% de óxido de cromo.
• O grau de tanslucidez e opacidade
são dependentes em grande parte
das suas caracteristicas internas de
refletância e transmitância.
APLICAÇÕES DOS FENÔMENOS ÓTICOS

LUMINESCÊNCIA
RADIAÇÃO
ELÉTROMAGNÉTICA • Alguns materiais são capazes de absorver energia
INTERAÇÃO DA LUZ e depois reemitir luz visível em um fenômeno
COM SÓLIDOS
POLARIZAÇÃO ELETRÔNICA E
conhecido por luminescência.
TRANSIÇÃO DE ENERGIA DOS
ELÉTRONS
METAIS

NÃO METAIS

APLICAÇÕES DOS
FENÔMENOS ÓTICOS

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• Fótons são gerados a partir de
transições eletrônicas no sólido.

• O elétron absorve energia quando é


promovido para um estado de energia
excitado. Há emissão de luz visível
quando os elétrons decai para um
estado de menor energia
( 1,8<hv<3,1 eV).
• A luminescência é classificada de acordo com o tempo de
retenção/remissão do fóton

• Se a reemissão ocorre para tempos muito menores que 1 s, o fenômeno é


conhecido por fluorescência
• .
• Para tempos mais longos o fenômeno é conhecido por fosforescência.
• LASER: light amplification by stimulated emission of radiation.

• Ou seja, diferentemente do que foi visto até agora, nos lasers uma luz
coerente é gerada por transições eletrônicas que são iniciadas por
um “estímulo externo”.

• Características: Luz monocromática, coerente, direcional e de alta


intensidade.
• Theodore Harold Maiman foi o inventor do primeiro laser em 1960,
um laser de três níveis, que utilizava um cristal de rubi como meio
ativo. O rubi a laser produz luz pulsada na ordem de milissegundos
com comprimento de onda de 694.3 nm, que corresponde à cor
vermelha.
FUNCIONAMENTO

• Átomos de cromo (Cr+3 ) formam


o meio átivo.

• São excitados por uma luz


externa muito intensa (Flash).

• O átomo de Cr é um sistema de
3 níveis.
FUNCIONAMENTO
FUNCIONAMENTO

a) Antes da excitação.

b) Excitação de alguns
átomos.

c) Emissão espontânea
de fótons.

d) Fótons continuam a
estimular emissões.

e) Emissão do feixe
coerente e intenso.
FUNCIONAMENTO
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO
Lasers e suas aplicações

 Diversas substâncias podem ser usadas


para lasers, entre elas: gases e vidros.

 Procedimentos cirúrgicos (energia focalizada


- aquecimento );

 Procedimentos de solda e usinagem de


metais;

 Sistemas de comunicação óptica.


• Atualmente no ambiente virtual todas as
telecomunicações são transmitidas
através desse meio ( em substituição ao
cobre).

• Transmissão do sinal é “fotônica” em


substituição a eletrônica nos metais
( através de elétrons).
Fibras Ópticas em
comunicações

Velocidade

1 segundo = três episódios de um programa de televisão

Densidade de informação

Duas pequenas fibras ópticas podem transmitir simultaneamente o


equivalente a 24.000 chamadas telefônicas (30 toneladas de fios
de cobre).
VANTAGENS

• Velocidade de transmissão, densidade de informação e distância de


transmissão melhoradas.

• Redução na taxa de erros.

• Sem interferência eletromagnética.


Fibras Ópticas - componentes e operação do sistema de transmissão

A informação é primeiro digitalizada em bits


(1 e 0)  Decodificador

O sinal elétrico é convertido em sinal óptico (laser semicondutor que emite


uma luz monocromática e coerente), cujo λ é característico da radiação
infravermelha.
• A saída desse conversor laser se dá na forma de pulsos de luz.

• 1 binário (pulso de alta potência).

• 0 representa um pulso de baixa potência.


• Esses sinais são alimentados e conduzidos através de um cabo de
fibra óptica
 Por fim, o sinal fotônico é reconvertido em sinal eletrônico e então é
“desdigitalizado”.

 A estação repetidora confere amplificação e regeneração ao sinal; Ultiliza-


se em transmissões à longa distância.

 O coração desse sistema é a fibra óptica.


COMPONENTES

• O sinal passa através do núcleo.

• O recobrimento (casca) que envolve o


núcleo restringe a trajetória dos raios de
luz.

• O revestimento externo protege o núcleo


e o recobrimento (abrasão, pressões
externas).

• Utilizado vidro de sílica de alta pureza


como material da fibra (D = 5 a 100 µm).
FUNCIONAMENTO

• A contenção interna da luz se dá por reflexão interna total.

• Há reflexão para o interior do núcleo (raios de luz/ ângulos


oblíquos).

• A reflexão é obtida variando o índice de refração dos materiais


( vidro do núcleo/ recobrimento).
FUNCIONAMENTO

• No tipo de concepção conhecido como “índice em degrau” temos:

n do recobrimento < n do núcleo


“Índice em degrau” - η (recobrimento) <<<< η (núcleo)

Indesejável, limitando a taxa transmissão.

Isto ocorre porque os raios de luz chegam ao ponto de saída depois de


transcorridos intervalos de tempos diferentes, trajetos diferentes e vários
comprimentos no percurso.
“Índice em grau” – Impurezas (B2O3 ou GeO2) adicionadas ao vidro de
sílica.

O índice de refração passa a variar de acordo com um perfil parabólico ao


longo da seção reta da fibra.

As impurezas ou outros defeitos não podem absorver, dispersar e por sua


vez, atenuar o feixe de luz.
cdavFIM DO MÓDULO!