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MEU VIZINHO
Muito Sexy

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Copyright © 2017 Flávia Cunha Santos.


Todos os direitos reservados. Proibidos a reprodução, o armazenamento ou a transmissão total ou
parcial, sob qualquer forma. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com
pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência.
Contato: http://www.flaviacunha.com
Beta reader: Rebecca Agra Revisão: Fabíola Attademo Criação de capa: Flávia Cunha Imagem:
Shutterstock

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Sumário Kate
Alec
Kate
Alec
Kate e Alec
Alec e Kate
O Casamento

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Kate

Tudo começou quando chegou uma mudança na casa ao lado...

Kate acordou e caminhou até a cozinha, ainda meio dormindo, para


ligar a máquina de café. Foi dormir de madrugada finalizando um importante
projeto para um cliente exigente. Ele pagava bem e isso era muito importante.
Caminhou para o banheiro e logo se enfiou na banheira de água morna, uma
indulgência que proporcionou a ela mesma quando conseguiu acumular a
quantia de cem mil dólares em sua conta. Aquele dinheiro, fruto do seu
trabalho, era a garantia de que não voltaria a depender de outra pessoa. Nunca
mais.
Cresceu em um bairro pobre, filha de pais violentos e sem estudos,
antes de ser enviada pelo serviço social a um orfanato. E apesar do que as
pessoas poderiam pensar, foi a melhor coisa que aconteceu em sua vida.
Estudou muito e conseguiu uma bolsa de estudos para a faculdade de
arquitetura. Devido ao seu talento, foi contratada ainda antes de se formar por
uma empresa de arquitetura.
De estagiária a sócia em oito anos. Não havia se saído nada mal.
Conseguiu realizar sua meta - sim, ela havia escrito um plano de metas para
sua vida - dois anos antes do tempo. E agora, quinze anos após se formar, era
uma mulher bem sucedida e estável financeiramente. Quanto a sua vida
amorosa... Gemeu desgostosa.
Seu último namorado poderia ser descrito como um homem
inteligente e bonito. Uma pena que ele não estava interessado em uma relação
permanente e duradoura. O sexo com ele era realmente algo acima da média.
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Depois do banho e café da manhã, Kate vestiu seu terninho vermelho


- que valorizava sua bunda e elevava sua autoestima, e depois de verificar se
os projetos estavam bem acondicionados, trancou a porta e caminhou para o
seu carro.
Não sem antes notar a movimentação na casa vizinha. Desde que o Sr.
e Srª Grymper, o casal de idosos que moravam na casa, haviam se mudado
para uma casa de repouso quatro meses atrás, a casa estivera vazia. Esperava
que o novo casal a morar na casa fosse tão simpático quanto eles. O veículo
utilitário não lhe dava muitas pistas.
Aquela era uma vizinhança tranquila, a maioria dos moradores
aposentados ou casais com filhos já crescidos. Havia alguns poucos casais
recém-casados e com crianças em idade escolar. Kate era uma das poucas,
senão a única, mulher solteira em vários quarteirões.
Faria uma torta para dar as boas vindas aos novos moradores, pensou,
enquanto se dirigia ao trabalho. Ainda podia lembrar-se de como se sentiu
bem-vinda ao chegar e ser acolhida pelos moradores locais. E sim, recebera
muitas tortas de seus vizinhos.

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Alec

Tudo começou quando se mudou para a antiga casa dos seus avós.

Alec guardou os objetos da última caixa no espaço que estava vazio


— e que iria utilizar como escritório — antes de finalmente sentir-se em casa.
Havia passado bons momentos de sua infância naquela residência, em
companhia dos avós e não foi nenhum sacrifício comprar a propriedade,
possibilitando que os dois fossem para a casa de repouso.
Não, não era um neto ingrato, ansioso por se livrar dos avós. A
decisão de seus avós o surpreendera tanto quanto a toda família. Seu avô
sempre fora um homem ativo e independente. Alec entendia o orgulho de seu
avô em não querer depender da família na velhice. Ele mesmo não ia querer
depender de sua mãe. Ambos — ele e seu avô — a conheciam bem demais
para aventar essa possibilidade. Não, de jeito nenhum.
Por isso, quando o avô entrou em um processo de depressão por não
ter condições de ir viver na casa de repouso, onde ele e sua avó haviam
decido passar o restante de suas vidas, ofereceu-se para pagar todos os custos.
O orgulhoso do seu avô recusou o dinheiro — não sem antes
agradecer sua boa intenção — a mesma resposta que ele recebeu quando
sugeriu um possível empréstimo — o velho sabia que não ia cobrar o
dinheiro de volta — e então informou que venderia a casa.
Alec então se ofereceu para comprar o imóvel, embora na época não
soubesse o que iria fazer com uma casa no subúrbio, por um valor acima do
normal. Feliz que conseguiram entrar em um acordo, viu seus avós se
acomodarem felizes na casa de repouso — que lhe pareceu muito com um
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SPA para a terceira idade — e voltou feliz para o seu trabalho.


E foi o seu trabalho que exigiu que ele desaparecesse por algum
tempo. Não pôde pensar em um lugar melhor para ficar, afinal quem o
imaginaria vivendo em um bairro como aquele?
Aos 35 anos, Alec estava pensando que talvez a compra da casa fosse
um sinal para uma mudança de vida. Ex-Marine, durante os últimos anos
havia feito trabalhos de investigação para uma empresa de segurança, que um
grupo de amigos (um Marine, dois SEALs e um mercenário) havia construído
em Washington. Só que depois de sua última missão — bem sucedida, que
isso ficasse claro — seu rosto havia aparecido em todos os meios de
comunicação do país, destruindo uma parte fundamental de seu trabalho: o
anonimato.
Isso também desenhou um alvo em sua cabeça para antigos — e
recentes — desafetos. Mudar de cidade e de estilo de vida parecia o certo a
fazer nesse momento.
Mais tarde, depois de organizar suas coisas pela casa — e não eram
tantas coisas assim, devido a sua vida nômade — estava terminando seu
banho quando a campainha tocou. Devia ser mais um vizinho trazendo algo e
desejando boas vindas. Já havia recebido algumas tortas, uma garrafa de
vinho e um cozido — que seria o seu jantar — e conversado alguns minutos
com todos. Pareciam boas pessoas e além do evidente carinho pelos seus
avós, realmente o fizeram se sentir bem-vindo.
Depois de vestir-se — afinal, não queria chocar a vizinhança —
desceu as escadas e abriu a porta para uma jovem extremamente sorridente.

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Kate

Tudo começou quando meu vizinho abriu a porta...


Kate nunca em sua vida vira um homem mais bonito — e sexy, muito
sexy — que o que estava a sua frente. A bandeja em suas mãos vacilou, ao se
sentir impactada quando os quase dois metros de homem a sua frente sorriu.
Que sorriso! Fez um esforço enorme para não babar e deixar muito evidente
que estava há seis meses sem sexo. Por que estava pensando em sexo, pensou
e tornou a observar o homem que parecia ter a palavra sexy tatuada por todo
o corpo. Lambeu os lábios repentinamente ressecados e obrigou-se a falar
alguma coisa antes que ele a considerasse alguma espécie de idiota.
— Olá!
— Oi.
A voz do homem — rouca e profunda — era pura sedução e Kate
pode sentir sua vagina se umedecer. Bem, a falta de sexo estava realmente
fazendo coisas com o seu corpo. Seus olhos desceram pelo corpo a sua frente,
dos cabelos úmidos aos dedos dos pés, parando sutilmente pelo volume entre
suas pernas. Uh lá lá! O moço era tão... muito... Bem, ele era algo a se
desejar, pensou.
— Eu sou Katerine Bentell... Kate... sua vizinha... da casa ao lado. —
falou de forma vacilante e estendeu-lhe a torta. — Seja bem-vindo!
— Kate. — falou e o seu nome pareceu diferente saindo dos seus
lábios. — Eu sou Alec Grymper.
— O neto de Cecil e Albert?
— Em pessoa. — confirmou com um sorriso. — Quer entrar?
— Não sei se...
— Vamos! — pediu. — tenho certeza que você tem tempo para um
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café.
Ele entrou e Kate teve uma visão de suas costas e benza Deus! O
homem era delicioso tanto indo quanto vindo. Riu baixinho ao observar a
bunda bem feita e imaginar-se mordendo aquela carne...
— Kate?
Sentiu o rosto aquecer ao perceber o divertimento em sua voz e a
presunção em seu olhar ao perceber para onde estava olhando. Bem poderia
ter ficado constrangida por ser pega em flagrante, mas jamais se arrependeria
de ter dado uma boa olhada na bunda de Alec.
Seguiu-o através da casa — que não mudara muito desde a última vez
que estivera ali visitando os Grymper — e sentou-se no banco alto da bonita
ilha da cozinha, enquanto ele pousava a sua torta ao lado de outras que
provavelmente recebeu ao longo do dia e ligava a cafeteira de ultima geração
novinha em folha, que com certeza não herdou dos avós. Um homem sexy e
que amava café. Alec parecia ser perfeito para ela... e se não fosse ao menos
poderia ter algumas sessões de sexo suado.

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Alec

Tudo começou quando ela surgiu na sua porta...

Alec ficou sem fôlego ao abrir a porta e encontrar uma mulher linda e
jovem — o que parecia ser pouco comum naquele bairro — a sua porta. A
pele negra acetinada estava suficientemente exposta pela camiseta que ela
usava para que desejasse tocar pra sentir se era tão macia quanto parecia.
Era bem mais baixa do que ele, o corpo compacto bem feito, seios
generosos e um rosto de uma beleza singular emoldurado por cachos que
balançavam a cada movimento dela. Seu corpo reagiu no mesmo instante a
mulher a sua frente. Encarou os olhos negros por uns instantes, antes de sua
atenção se voltar para os lábios vermelhos generosos. Quase gemeu quando
viu sua língua deslizar por eles, umedecendo-os.
— Olá!
— Oi.
A voz dela era bonita. Suave. Podia apenas supor como seriam seus
gemidos de prazer. Quando estivessem nus em sua cama. Não tinha certeza
se fez algum ruído ou se algo em suas feições deu alguma pista dos seus
pensamentos, mas os olhos da mulher passearam por seu corpo detendo-se de
forma explícita no volume entre suas pernas. Um volume que definitivamente
estava aumentando sob seu olhar.
— Eu sou Katerine Bentell... Kate... sua vizinha... da casa ao lado.
Hum. Ela estava decididamente afetada pela incrível e instantânea
atração que surgiu entre eles. Não pôde deixar de achar cativante a forma
vacilante com que ela se apresentou.

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— Seja bem-vindo!
Segurou a torta que ela empurrou em suas mãos e forçou-se a agir
como uma pessoa normal e apresentar-se. Fez isso durante grande parte do
dia afinal, qual era a dificuldade?
— Kate. — Saboreou o nome em seus lábios e demorou alguns
segundos para lembrar-se do seu próprio nome. — Eu sou Alec Grymper.
— O neto de Cecil e Albert? — ela perguntou e pôde perceber o
carinho por seus avós.
— Em pessoa. — confirmou e achando que sua aparente agitação
significava que estava prestes a ir embora, convidou. — Quer entrar?
Kate o encarou como se estivesse pensando sobre o convite.
— Não sei se...
— Vamos! — pediu, desejando um pouco mais de sua companhia. —
Tenho certeza que você tem tempo para um café.
Sem dar-lhe tempo para recusar o seu convite, entrou em casa
esperando que ela o seguisse. Quando não ouviu seus passos, virou-se e
percebeu que ela estava parada observando-o. Ou melhor: Olhando para sua
bunda. Não pôde evitar sentir-se lisonjeado.
— Kate?
Chamou e podia jurar que ela enrubesceu, mesmo que aquela
distância e com seu tom de pele não fosse fácil afirmar.
Colocou a torta no balcão e ligou a cafeteira — um presente de seu
ex-chefe — antes de virar-se para encará-la do outro lado da ilha, parecendo
mais apetitosa do que qualquer torta que recebeu.

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Kate e Alec

Tudo começou quando ele a olhou como se fosse algo delicioso...


Kate não era uma jovenzinha tímida e virginal. Era uma saudável
mulher de trinta e poucos anos (quem estava contando?) com uma vida
sexual que se encontrava estagnada. Mas tinha desejos e nesse momento
estava desejando o seu vizinho.
Alec a olhava como se estivesse com fome e a sua frente estivesse
uma deliciosa sobremesa: ela. Kate sentiu seu corpo latejar em lugares
adormecidos e imaginou aquele homem que a encarava do outro lado do
balcão devorando-a.
Quando estava prestes a abrir a boca e interromper o silêncio cheio de
tensão sexual que se instalou entre eles, a cafeteira apitou e Alec virou de
costas para cuidar do café.
— Como gosta do seu café?
— Com duas colheres de açúcar, por favor.
— Doce.
— Sim. — Kate sorriu ao receber a caneca com desenho de flores e
lembrar-se dos Grymper. — Como estão seus avós?
Levar o assunto para algo confortável era a atitude mais sensata
quando Alec, depois de cortar duas fatias de torta, sentou-se a sua frente. O
cheiro de sua loção estava fazendo coisas estranhas com ela.
— Eles estão bem. — respondeu e sua voz se suavizou. — O lugar
onde estão é bem conceituado e eles estão se adaptando muito bem.
— Eu fui visitá-los.
— Foi?
— Cecil se tornou uma boa amiga, uma espécie de avó postiça para
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mim. — Kate comentou. — Mas entendi que ficar aqui estava se tornando
difícil para eles.
— Sim, a casa de repouso foi a melhor solução. — disse, ainda
afetado pela decisão. — Eles nunca falaram sobre você.
— Já eu... sei tudo sobre você. — Kate riu. — Sei que cantou no coral
da igreja quando era criança, que tem uma cicatriz no quadril de uma queda
de bicicleta e que não come peixe de jeito nenhum.
— Ah, minha avó encheu você com as histórias da minha infância.
— E com algumas de sua vida adulta também. — disse e arqueou a
sobrancelha. — Como um jantar em que sua namorada teve um problema
com a roupa.
Alec riu ao lembrar-se do episódio. Levou seus avós para jantar em
seu apartamento e ao chegarem, sua namorada da época — que chegou sem
avisar — estava aguardando-o com uma lingerie sexy e transparente. Apesar
de constrangedor, o episódio ainda rendia gargalhadas quando encontrava os
avós.
— Ronda não teve sorte com a sedução planejada. — suspirou. — Me
fale de você, Kate.
— Eu sou arquiteta e nas horas livres, pinto algumas telas.
— K. Bentell. — Alec exclamou. — Eu tenho uma obra sua e é
maravilhosa.
— Obrigada.
Agradeceu um tanto sem jeito. Não era nenhuma artista espetacular,
mas tinha algumas boas obras. Sabia qual pintura ele tinha. Foi uma
encomenda de Cecil para um de seus aniversários. Um mar revolto em uma
noite de tempestade e um único barco solitário entre as ondas.
— Venha.
Viu Alec parado ao seu lado, com a mão estendida em um convite e

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aceitou. Seguiu-o escada acima até o quarto — que um dia pertenceu aos
avós dele e ali, em cima da grande cama king size, estava a tela, em um lugar
de destaque.
— Você realmente gostou.
— Sim.
E foi então que Kate percebeu que estavam os dois sozinhos, a poucos
passos de uma enorme e convidativa cama. Girou o corpo e o encarou, vendo
o seu desejo ali refletido.

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Alec e Kate

Tudo começou quando ela o olhou como se fosse algo delicioso...


Alec encarou Kate e a forma como ela parecia atraente ao olhá-lo
daquela forma. Como se fosse uma doce iguaria e quisesse lambê-lo dos pés
a cabeça. Gemeu em silêncio. Trazê-la até o seu quarto talvez não tenha sido
uma boa ideia. Deu um passo a frente e segurou-a pelo braço.
— Alec... — ela suspirou.
E como se fosse um sinal para que ele seguisse em frente, inclinou-se
em sua direção. Sem hesitar, Alec a tomou em seus braços e a beijou.
Não foi um beijo tímido ou inocente. Era um beijo quente, lascivo e
repleto de desejo. Saqueou seus lábios e sua boca até senti-la derreter em seus
braços. Logo estavam agarrados como se quisessem fundir-se em um só.
— Isso é loucura. — Kate murmurou enquanto Alec mordiscava o
lóbulo de sua orelha.
— Sim. — Alec enfiou as mãos por debaixo de sua camiseta. — Uma
loucura deliciosa.
Beijou os seus lábios, seu queixo e sua clavícula antes de lamber a
junção com o seu ombro. Suas mãos foram para o botão de sua calça jeans,
disposto a abri-la e tocar a suavidade quente entre suas pernas.
— Me diga que quer isso. — sussurrou em seu ouvido.
Kate estremeceu ao som da voz rouca e carregada de desejo. Se ela
queria isso? Não havia outra resposta que pudesse dar.
— Sim.
No instante seguinte Alec abriu sua calça, puxando-a para baixo junto
com sua calcinha e deixando-a parcialmente nua. Kate apoiou-se contra a
parede quando ele ajoelhou-se a sua frente e gemeu quando ele começou a
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lamber e mordiscar sua vagina.


— Tão gostosa.
Alec moveu dois de seus dedos penetrando-a enquanto chupava seu
clitóris, deixando-a trêmula e a um passo da liberação.
Elevou a vista e foi presenteado com a visão de uma Kate ofegante,
lábios entreabertos e o rosto corado com prazer. A blusa amontoada sobre os
seios rijos e pesados, as mãos apoiadas em seus ombros como se a parede não
fosse suficiente para sustentá-la.
Quando ela gritou seu nome ao explodir em um orgasmo poderoso,
que a fez balançar antes de enrijecer com a força do prazer, Alec podia sentir
sua vagina apertando seus dedos e só pôde imaginar como se sentiria quando
estivesse enterrado profundamente dentro do seu corpo, sendo ordenhado até
que estivesse seco.
Levantou e beijou-a de forma lenta e apaixonada, dividindo com ela o
gosto de seu prazer, antes de movê-la pelo quarto até desabarem na cama.
Despiu sua camiseta e foi a vez de dar atenção àqueles seios maravilhosos.
Os seios de Kate estavam gloriosamente sensíveis, as mãos dela
segurando sua cabeça firme enquanto chupava os mamilos rosados.
Afastou-se apenas os segundos necessários para remover suas roupas
e pegar um preservativo na cabeceira da cama, congratulando-se por ser tão
esperançoso e precavido.
Kate pegou o pacotinho de suas mãos e o fez deitar, antes de dar
atenção ao seu pênis. Alec era um homem grande e seu pênis também o era.
Grossas veias ladeavam seu membro e a cabeça avermelhada — e mais larga
— gotejava líquido pré-seminal, que ela usou para ajudar sua mão a mover-se
de cima abaixo por toda a longitude.
Beijou a cabeça de seu pênis provando-o antes de com cuidado rolar o
preservativo sobre ele. Alec segurou suas mãos e rapidamente inverteu suas

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posições, deitando-se sobre ela, seus corpos suados e escorregadios, enquanto


a penetrava em uma única e poderosa estocada.
O barulho de sua vagina extremamente úmida dando as boas vindas à
invasão ecoou no silêncio do quarto. Logo só se ouviam o som ritmado de
suas estocadas e os gemidos cada vez mais altos.
Quando Alec apertou seus mamilos foi demais para Kate que
explodiu em um novo orgasmo, contraindo-se ao redor dele e levando-o a
alcançar seu próprio prazer, grunhindo e gemendo junto ao seu ouvido, antes
de estocar uma última vez dentro dela.
E então o silêncio, enquanto uma brisa suave penetrava através das
cortinas, resfriando seus corpos suados.
— Uau. — Kate exclamou quando recuperou o fôlego.
— Uau! — Alec repetiu.
Moveu-se para retirar-se dela e aquilo foi o suficiente para que ela se
contraísse uma última vez, um resquício de prazer.
Alec removeu o preservativo e deu um nó antes de levantar e lhe dar a
mão.
— Que tal um banho.
Kate o olhou e não pôde deixar de admirar o corpo de Alec. Seu
vizinho era muito, muito sexy. Sexy demais para que ela fosse tola e deixasse
passar a oportunidade de desfrutar de todo o prazer que ele poderia lhe dar.
Já havia passado da idade de se preocupar com regras e convenções
sociais. Ela estava atraída por ele. Ele estava atraído por ela. O sexo entre os
dois era o mais explosivo e gostoso que já experimentara. Com um sorriso,
levantou e se juntou a ele.
— Só se você esfregar minhas costas.
Alec riu, enquanto a levava até o banheiro com um enorme box.
— Prometo esfregar você todinha.

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O Casamento

Fazia seis meses que o seu vizinho sexy havia se mudado para a casa
ao lado. Seis meses em que Kate foi deliciosamente amada de todas as
formas possíveis. Depois do primeiro encontro que acabara em sexo,
passaram a ter uma espécie de namoro.
Fizeram sexo antes do primeiro encontro, mas quem se importava
com isso? Certamente não Alec que a convidou para sair e perguntou se ela
queria tentar levar essa coisa carnal entre eles a outro nível.
Alec se surpreendeu ao pensar em um compromisso com Kate. Mas
ao que parecia, não só a sua vida profissional havia mudado, como sua vida
pessoal também. Quatro meses após se mudar para a casa dos seus avós, não
podia imaginar sua vida sem Kate. E assim surgiu o pedido de casamento
com um jantar romântico, flores, velas e um anel.
Organizaram o casamento em dois meses e ali estavam eles, diante do
altar e proferindo seus votos para o pastor e os cerca de cinquenta convidados
que enchiam a pequena igreja, seus avós entre eles.
Depois do jantar festivo onde receberam os parabéns dos convidados,
dividiram um bolo e dançaram uma canção abrindo o baile, escapuliram para
casa para sua noite de núpcias. No dia seguinte viajariam para o Havaí em lua
de mel, mas passariam a primeira noite deles em casa.
Decidiram morar na residência que foi de seus avós e alugarem a casa
de Kate. Quando chegaram, correram apressados e excitados, mas Alec
alcançou Kate e a pegou em seus braços para atravessar a soleira da porta
com ela em seus braços.
— Oh, olhe! — Kate exclamou, apontando para sua antiga casa. —
Nosso novo vizinho chegou. — Será que eu devo levar uma torta?
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— Não. — Alec disse e entrou em casa pressionando-a contra a porta.


— De jeito nenhum.
Kate riu e beijou-o apaixonadamente e logo estavam envolvidos em
preliminares deliciosas.
— Não seja ciumento.
— Sou somente precavido. — beijou-a outra vez. — Vai que esse
novo vizinho seja um cara sexy?
— Nenhum homem pode ser mais sexy que você. — Kate disse, seus
olhos brilhando de amor ao encará-lo. — Eu te amo, meu ex-vizinho sexy!
Meu marido sexy.
— Eu também te amo. Vamos. — chamou enquanto se dirigia a
escada. — É nossa noite de núpcias!
— Que tal um banho? — Kate perguntou matreira.
— Só se você esfregar minhas costas. —Alec disse e piscou um olho.
Kate riu e o seguiu escada acima em direção ao quarto. Sua voz soou
cheia de malícia quando afirmou.
— Prometo esfregar você todinho.

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Meus Livros
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Trilogia Irmãos Angelis Anjo da Sorte
Anjo da Esperança
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Trilogia A Espera de um Anjo Um Anjo ao Amanhecer
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Duologia Irmãos Baker Segunda Chance para o Amor Livros Individuais Antes que a Luz se apague
Segredos de um Coração Indomável Link: http://tinyurl.com/FlaviaCunhaNaAmazon

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Sobre a Autora
Flávia Cunha nasceu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, porém adotou
Aracaju/SE, onde vive há muitos anos como sua cidade. Formada em Artes
Visuais pela Universidade Federal de Sergipe em 2006 é professora de Artes
das Redes Municipal e Estadual da Educação.
Começou a escrever na adolescência, mas foi em 2007 através de uma
Comunidade do Orkut chamada “Adoro Romances” que começou a publicar
suas histórias usando o pseudônimo Lady Graciosa. Autora independente
tem mais de mais de dezoito livros publicados no formato impresso e em
ebook.
Sobre os ebooks, ultrapassou a marca de dez mil unidades vendidas e figurou
durante algumas semanas na lista da revista VEJA, de ebooks mais vendidos
pela Amazon no Brasil. Falando nisso, seus ebooks figuram constantemente
entre os mais vendidos na categoria romance no site da Amazon.
A autora participou da Bienal do Livro de São Paulo em 2014, para o
lançamento do seu romance “Jacob”. Em 2015 participou da Bienal do Livro
do Rio de Janeiro, Bienal do Livro de Recife e Bienal do Livro de Alagoas
com o lançamento de “Escolhida pelo Lobo”. Em 2016 participou da Feira do
Livro de Joinville.
Site: www.flaviacunha.com
Email: escritoraflaviacunha@hotmail.com Facebook: Escritora Flavia
Cunha
Instagram: @escritoraflaviacunha
Twitter: @ByFlaviaCunha

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