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Aula 05

Geografia p/ Polícia Militar-PE


Professor: Sergio Henrique
Urbanização e perfil socioeconômico da população.
Prof. Sérgio Henrique.

SUMÁRIO

00. Bate papo inicial. Pág. 02

1. O espaço rural: a organização da estrutura Pág. 03


agrária.

2. Principais produtos. Pág. 04

3. Urbanização e perfil socioeconômico da Pág. 12


população.

4. Tabela para consulta. Pág. 16

5. Exercícios Resolvidos. Pág. 24

6. Exercícios Propostos. Pág. 32

7. Considerações finais. Pág. 36

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00. BATE PAPO INICIAL.


Olá amigo concurseiro. É com muita alegria que o recebo
novamente para falarmos de geografia. Estudar as aulas anteriores é
fundamental para que você possa compreender muitas das coisas que
vamos tratar aqui. Leia com atenção seu texto de apoio, releia e
pratique exercícios. Aos poucos o conteúdo básico vai ficar retido na
sua memória. Claro que para isso é muito importante você fazer suas
próprias anotações, ou em forma de resumo ou anotações nos
exercícios, não importa, você escolhe. O importante é estudarmos
bastante e nos concentrarmos nos estudos. Estimule sua disciplina e
procure motivação pensando em seus sonhos. Bons estudos.

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1. O ESPAÇO RURAL: A ORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA


AGRÁRIA.

A modernização agrícola possui efeitos muito amplos na


sociedade e as transformações agrícolas pelas quais passou pelos
últimos anos. Com a mecanização da agricultura principalmente na
grande lavoura na zona da mata e no Vale do Rio São Francisco, o
panorama foi:

 Um grande aumento na produtividade.


 Dispensa de mão de obra, causando êxodo rural, o que está
diretamente relacionado ao crescimento desordenado das
cidades.
 A agricultura irrigada transformou regiões do sertão em áreas
com uma produtividade agrícola alta e desenvolveu polos
regionais.
 A fruticultura e a cana de açúcar são os principais cultivos.
 O modelo agrícola predominante é o plantation, ou seja, grandes
latifúndios monocultores que produzem para exportação, ou
seja, o mercado interno.
 A fruticultura nas cidades no vale do rio são Francisco são
lavouras comerciais de exportação, ou seja, plantation.

No agreste e no interior do sertão há o predomínio da agricultura


de subsistência e familiar. Normalmente associadas à produção de
alimentos. A produtividade é menor, bem como o tamanho médio das
propriedades. Alguns cultivos chamamos de lavouras perenes, ou
seja, aquele que dá em árvores, plantas com raízes profundas e longo
tempo de duração e produção, como café, cacau, látex. Lavouras
temporárias são aquelas que dão em ramos e são de colheita anual,
retirando toda a planta do solo. Cultivos permanentes são menos
impactantes pois provocam menos erosão, isso porque a terra não é

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arada todo o ano. De acordo com o novo código florestal não pode
plantar cultivos temporários em topos de morros. Justamente para
evitar a erosão e o assoreamento dos rios. A legislação ambiental
também prevê que devem ser preservados ao menos 15 metros da
mata ciliar. Se o rio for de maior porte este valor aumenta.

2. PRINCIPAIS PRODUTOS.

Lavouras permanentes:

Observe que o algodão, nem mesmo dados disponíveis possui.


Alguns produtos são muito importantes em algumas épocas, sendo o
principal produto, em outras ele é inexpressivo. Observe que
atualmente o algodão não tem representatividade nenhuma na
produção agrícola atual. Observe na próxima tabela a produção de
látex (borracha). Tem também uma expressiva produção de café,
principalmente nos brejos.

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Há produtos agrícolas típicos como a castanha de caju. A


produção agrícola, você pode observar na tabela abaixo, que uma
produção de 2.745 toneladas de castanhas, rendeu 3.430 mil reais.
1,25 mil a tonelada. É um produto que após o beneficiamento e
industrialização possui maior valor agregado sendo vendido nos
mercados consumidores urbanos a um alto preço, mas na lavoura
trata-se de um produto agrícola, como qualquer outro no campo,
possui baixo valor agregado. Quanto maior a quantidade de trabalho
embutida no produto, aumenta seu valor agregado. Por exemplo, a
castanha embalada vale mais que in natura, se for embalagem
metálica, maior o valor agregado. Passou por uma campanha
publicitária para aumentar as vendas ... aumenta o valor agregado.
Quanto mais trabalhado mais valioso.

A fruticultura é o maior destaque da agricultura e nela o maior


destaque é a produção da goiaba, manga, maracujá e uva (logo
abaixo).

O limão possui no estado uma maior importância que a laranja.

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Lavouras temporárias:

A cana de açucar é o cultivo mais tradicional de Pernambuco, e


a história do estado, na colônia se confunde com a história da produção
da cana de açúcar. Cultivada sobretudo na zona da mata
(modernizada) e sertão (convivência de lavouras modernas e
arcaicas). Atualmente é a segunda produção nordestina, atrás da
produção canavieira de Alagoas.

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A pecuária:

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3. URBANIZAÇÃO E PERFIL SOCIOECONÔMICO DA POPULAÇÃO.

De olho no conceito:

Urbanização: quando a população urbana cresce num ritmo


maior que a rural. Urbanização refere-se ao ritmo de crescimento da
população urbana. Observe a tabela:

É só observarmos o total de população para verificarmos se o


local é ou não urbanizado. Se a população urbana é maior que a rural,
o perfil é urbano. Isso pode confundir, pois se num pequeno município
mais da metade da população morar na cidade o perfil populacional é
urbano, mesmo com uma enorme população rural.

Observe o perfil populacional em cada mesorregião. Observe


seus perfis, se são rurais ou urbanos

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Qual das mesorregiões é a mais populosa e a mais urbanizada?


Cuidado com uma comum confusão. A RMR está geograficamente na
região da Mata, mas é uma mesorregião administrativa, mas suas
características naturais originalmente são as da mata, mas foram
profundamente desmatados tornando a paisagem quase totalmente
antropizada, ou seja, transformada pelo homem. A mais populosa é
também a mesorregião mais urbanizada que á a mesorregião
administrativa da RMR (região metropolitana de recife). Na sequência
a mesorregião mais populosa urbanizada é o agreste.

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O que é uma região metropolitana?


É quando a malha urbana de dois ou mais municípios se junta. A
esse processo de união das malhas urbanas chamamos de
conurbação, ou metropolitanização. Uma região metropolitana
também é uma área administrativa, e deve criar políticas públicas em
conjunto e para tanto temos o Estatuto Metropolitano, que rege as
políticas comuns a serem tomadas pelos municípios da metrópole,
como por exemplo transporte público, coleta de lixo, segurança pública
e mobilidade urbana. Tudo que envolver problemas em comum.

A RIDE Petrolina/Juazeiro (Região Integrada de Desenvolvimento do


Polo Petrolina/PE e Juazeiro/BA) é composta por municípios das
unidades da federação Pernambuco e Bahia;

Uma população do tamanho da Região metropolitana de Recife,


com os ritmos de crescimento desordenado nos últimos anos, (toda a
área urbana conurbada, ou seja as cidades unidas na malha da
metrópole) e do município (enquanto menor unidade administrativa,
município de Recife), não há dúvidas, que considerando os problemas
do subdesenvolvimento do país, no decorrer do crescimento urbano
foram surgindo inúmeros problemas de ocupação do espaço urbano
e nas formas de sociabilidade (as formas pelas quais as pessoas se
integram na sociedade) e convivência (violência, mobilidade, conflitos
culturais, etc.). A distribuição da riqueza no estado, destacadamente
na RMR é ruim, com uma grande concentração de riqueza, em poucas
famílias. Há muitos núcleos muito pobres e com maior quantidade de
aglomerados subnormais, mas eles são encontrados por todo o

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município. São aglomerados subnormais cortiços, favelas e áreas de


ocupação irregular no espaço urbano, motivados pela extrema
pobreza. A região metropolitana de Recife influência por todo o
território do estado, não somente por sua grande população, mas
também por ser um grande polo econômico e concentrar a maior parte
do capital investido e em circulação do estado.

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BDE - BASE DE DADOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO


Indicadores
demográficos

4. TABELA PARA CONSULTA.

2010

Taxa média
Municípios Densidade
Taxa de geométrica de
demográfica ¹
urbanização (%) incremento anual
(hab/km²)
(% aa)

Abreu e Lima 724,90 91,74 0,59

Afogados da
92,90 78,10 0,64
Ingazeira

Afrânio 11,80 33,33 1,59

Agrestina 112,58 74,77 1,25

Água Preta 62,05 56,66 1,49

Águas Belas 45,41 61,05 0,94

Alagoinha 63,16 56,46 0,94

Aliança 137,16 54,11 0,06

Altinho 49,18 57,16 0,10

Amaraji 93,38 73,13 0,29

Angelim 86,43 59,66 1,17

Araçoiaba 196,74 84,09 1,85

Araripina 40,84 60,68 0,87

Arcoverde 196,05 91,10 1,11

Barra de
111,44 89,15 1,56
Guabiraba

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Barreiros 174,54 83,43 0,40

Belém de Maria 153,96 70,39 0,66

Belém do São
11,06 62,12 0,02
Francisco

Belo Jardim 111,83 80,40 0,53

Betânia 9,65 30,93 0,60

Bezerros 119,53 84,78 0,22

Bodocó 21,75 36,48 1,03

Bom Conselho 57,44 65,44 0,78

Bom Jardim 173,17 40,17 0,22

Bonito 94,96 69,77 -0,05

Brejão 55,35 40,30 -0,08

Brejinho 68,76 46,34 0,04

Brejo da Madre de
59,26 77,74 1,72
Deus

Buenos Aires 134,54 63,15 0,43

Buíque 38,66 40,68 1,67

Cabo de Santo
414,32 90,68 1,92
Agostinho

Cabrobó 18,62 64,13 1,45

Cachoeirinha 104,98 80,80 1,00

Caetés 80,66 28,30 0,97

Calçado 91,23 34,25 -0,51

Calumbi 31,50 38,60 -2,23

Camaragibe 2.821,93 100,00 1,16

Camocim de São
236,00 83,76 1,24
Félix

Camutanga 217,39 80,11 0,39

Canhotinho 57,96 57,53 -0,16

Capoeiras 58,26 31,97 0,02

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Carnaíba 43,42 41,05 0,49

Carnaubeira da
11,73 16,82 1,25
Penha

Carpina 516,51 96,26 1,61

Caruaru 342,07 88,78 2,19

Casinhas 118,81 12,38 0,31

Catende 182,49 76,31 1,92

Cedro 62,79 58,37 1,22

Chã de Alegria 255,98 77,11 1,12

Chã Grande 237,33 67,99 0,90

Condado 270,87 93,23 1,09

Correntes 53,00 59,30 0,22

Cortês 122,90 63,45 -0,18

Cumaru 58,80 46,78 -4,59

Cupira 221,58 88,87 0,44

Custódia 24,11 64,14 1,23

Dormentes 11,00 35,49 1,62

Escada 183,07 84,96 1,03

Exu 23,65 51,53 -0,25

Feira Nova 190,96 79,30 0,87

Fernando de
154,55 100,00 2,52
Noronha

Ferreiros 127,93 80,16 0,64

Flores 22,27 42,24 0,63

Floresta 8,04 68,20 1,71

Frei Miguelinho 67,20 23,71 0,97

Gameleira 109,05 69,88 1,52

Garanhuns 282,21 89,14 0,95

Glória do Goitá 125,17 53,19 0,52

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Goiana 150,72 76,71 0,61

Granito 13,13 46,36 1,16

Gravatá 151,36 89,44 1,29

Iati 28,91 42,04 0,37

Ibimirim 13,79 55,26 1,03

Ibirajuba 39,74 41,68 0,13

Igarassu 333,88 92,07 2,17

Iguaracy 14,05 51,87 0,25

Inajá 16,14 41,71 3,69

Ingazeira 18,45 54,63 -0,16

Ipojuca 151,39 74,06 3,12

Ipubi 32,64 61,44 2,01

Itacuruba 10,16 84,87 1,76

Itaíba 24,23 36,90 -0,20

Ilha de Itamaracá 328,18 77,65 3,27

Itambé 116,13 83,12 0,12

Itapetim 34,29 60,70 -0,62

Itapissuma 320,19 77,08 1,68

Itaquitinga 151,73 76,88 0,49

Jaboatão dos
2.493,06 97,82 1,03
Guararapes

Jaqueira 131,88 61,58 -0,13

Jataúba 23,53 58,06 0,77

Jatobá 50,25 43,56 0,60

João Alfredo 222,34 48,86 1,30

Joaquim Nabuco 129,39 72,93 -0,10

Jucati 87,92 26,67 0,90

Jupi 130,54 60,97 1,06

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Jurema 98,08 60,20 0,57

Lagoa do Carro 229,77 72,67 -2,29

Lagoa de Itaenga 360,65 82,86 4,65

Lagoa do Ouro 61,04 49,70 1,01

Lagoa dos Gatos 70,06 55,34 -0,31

Lagoa Grande 12,29 45,76 1,75

Lajedo 193,70 72,06 1,29

Limoeiro 202,53 80,38 -0,16

Macaparana 221,43 62,00 0,62

Machados 226,46 62,18 3,30

Manari 47,43 21,11 3,33

Maraial 61,19 69,98 -1,35

Mirandiba 17,41 49,91 0,87

Moreno 289,16 88,54 1,43

Nazaré da Mata 204,95 88,26 0,52

Olinda 9.068,36 98,03 0,27

Orobó 164,99 35,99 0,18

Orocó 23,76 35,03 1,99

Ouricuri 26,56 50,65 1,27

Palmares 175,44 78,77 0,65

Palmeirina 51,82 63,23 -1,51

Panelas 69,14 54,45 -0,09

Paranatama 47,65 20,37 0,61

Parnamirim 7,79 41,42 0,47

Passira 87,61 48,71 -0,17

Paudalho 185,07 70,74 1,30

Paulista 3.086,01 100,00 1,37

Pedra 26,08 57,29 0,34

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Pesqueira 63,21 71,71 0,87

Petrolândia 30,75 72,70 1,75

Petrolina 64,49 74,57 3,01

Poção 45,56 62,16 0,06

Pombos 117,84 66,58 0,29

Primavera 121,97 63,84 1,59

Quipapá 104,88 48,84 0,89

Quixaba 31,98 37,02 -0,17

Recife 7.037,61 100,00 0,78

Riacho das Almas 61,03 45,73 0,55

Ribeirão 154,36 76,52 0,70

Rio Formoso 97,39 60,37 0,65

Sairé 58,85 56,09 -1,92

Salgadinho 104,84 32,88 2,69

Salgueiro 33,57 80,72 0,94

Saloá 60,73 50,09 0,20

Sanharó 81,71 56,93 3,29

Santa Cruz 10,82 32,71 1,90

Santa Cruz da
102,39 44,84 0,78
Baixa Verde

Santa Cruz do
261,23 97,73 4,02
Capibaribe

Santa Filomena 13,30 16,65 0,99

Santa Maria da
13,14 37,72 0,66
Boa Vista

Santa Maria do
141,31 25,15 1,04
Cambucá

Santa Terezinha 56,20 62,56 0,70

São Benedito do
86,87 51,34 2,90
Sul

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São Bento do Una 74,03 52,40 1,62

São Caitano 92,23 76,77 0,54

São João 82,50 45,31 0,77

São Joaquim do
88,39 68,93 0,32
Monte

São José da Coroa


262,19 73,91 2,67
Grande

São José do
22,13 49,57 0,30
Belmonte

São José do Egito 39,84 65,85 0,77

São Lourenço da
392,49 94,05 1,30
Mata

São Vicente
149,14 65,89 0,61
Ferrer

Serra Talhada 26,59 77,34 1,12

Serrita 12,10 34,67 0,27

Sertânia 13,95 54,92 0,65

Sirinhaém 109,18 53,32 2,00

Moreilândia 27,52 61,43 0,01

Solidão 41,50 31,88 0,38

Surubim 231,42 75,26 1,52

Tabira 68,11 74,81 0,94

Tacaimbó 55,91 55,68 -0,16

Tacaratu 17,45 41,65 2,59

Tamandaré 96,66 73,23 1,83

Taquaritinga do
52,41 72,12 2,34
Norte

Terezinha 44,48 42,45 0,67

Terra Nova 28,87 54,04 2,13

Timbaúba 184,16 86,14 -0,56

Toritama 1.383,21 95,98 5,01

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Tracunhaém 110,27 84,02 0,52

Trindade 113,77 86,02 1,76

Triunfo 78,35 52,94 -0,09

Tupanatinga 27,62 34,94 1,62

Tuparetama 44,38 80,14 0,20

Venturosa 50,05 64,43 1,78

Verdejante 19,20 29,45 0,33

Vertente do Lério 106,93 23,03 -0,81

Vertentes 92,82 71,02 1,99

Vicência 134,78 44,92 0,64

Vitória de Santo
349,58 87,27 1,00
Antão

Xexéu 127,18 65,07 0,36

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Agência


Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco.
Nota: As taxas de crescimento da população apresentadas no ano de
2010, corresponde ao período de 2000 a 2010, a de 2000 ao período
de 1991 a 2000. (1 ) A densidade demográfica de 2010 é do IBGE -
Sinopse do Censo Demográfico 2010.

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5. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS.

1. (G1 - ifpe 2014) Analise os textos a seguir.

“A estrutura fundiária do Brasil continua a mesma do período colonial”.


A afirmação de Gilmar Mauro, dirigente nacional do Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, não é mera retórica. Está
calcada em estudos que comprovam que pouco se avançou em termos
de distribuição da terra desde os tempos da Coroa Portuguesa. O
coeficiente de Gini, índice utilizado em pesquisas científicas para medir
o grau de desigualdade social, revela que a concentração de terra no
país até aumentou, se os dados analisados forem os do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Disponível em:<http://guebala.blogspot.com.br/2011/11/estrutura-
fundiaria-do-brasil-continua.html>
Acesso em: 04set.2013.

Com base nas informações acima e nos seus conhecimentos sobre a


estrutura fundiária brasileira, assinale a alternativa correta.

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a) Constitui uma questão primordial para a sociedade brasileira que,


no entanto, não avança no que diz respeito à aplicação efetiva de
uma ampla reforma agrária.
b) Tal como vem ocorrendo nas últimas décadas, tem promovido a
inclusão social dos trabalhadores rurais e sua absorção pelo mercado
de trabalho.
c) Tem contribuído para aumentar a capacidade produtiva das
pequenas propriedades rurais, garantindo, assim, as condições de
subsistência para a agricultura familiar.
d) Contribui para acentuar a degradação ambiental, provocada pelas
monoculturas de exportação, realizadas, em geral, nas pequenas e
médias propriedades.
e) A legislação agrária proibiu a compra de terras por empresas
estrangeiras, de modo que as áreas agrícolas ociosas passaram a ser
ocupadas pelos trabalhadores rurais, democratizando o acesso à
terra.

Resposta:

[A]

Como mencionado corretamente na alternativa [A], a


questão fundiária envolve aspectos sociais e produtivos,
entretanto, ao longo da história tem permanecido inalterada em
sua tendência de concentração.
Estão incorretas as alternativas:
[B], [C] e [D], porque em razão da concentração fundiária,
ou seja, do predomínio das grandes propriedades comerciais,
posterga-se a exclusão social do trabalhador rural, reduz-se

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investimento e capacidade da agricultura familiar, e


potencializa-se a degradação ambiental;
[E], porque a terra é uma mercadoria e tal qual, tem valor
de mercado, o que impossibilita o acesso democrático a ela.

2. (IAUPE/Upe 2013) Leia o texto a seguir:

No Brasil e em boa parte da América Latina, o crescimento da produção


agrícola foi baseado na expansão da fronteira, ou seja, o crescimento
sempre foi feito a partir da exploração contínua de terras e recursos
naturais, que eram percebidos como infinitos. O problema continua até
hoje. E a questão fundiária está intimamente ligada a esse processo,
em que a terra dá status e poder, com o decorrente avanço da fronteira
da produção agrícola, que rumou para a Amazônia, nos últimos anos.

Berta Becker, IPEA, 2012.

Com base no texto e no conhecimento sobre a expansão da fronteira


agrícola no Brasil, é CORRETO afirmar que
a) a agropecuária modernizada no Brasil priorizou a produção de
alimentos em detrimento dos gêneros agrícolas de exportação. Esse
fato contribuiu para o avanço das fronteiras agrícolas em parte da
Amazônia localizada no Meio-Norte.
b) houve grande destruição tanto das florestas como da biodiversidade
genética, ambas causadas pelas transformações da produção
agrícola monocultora, além de complexos impactos socioeconômicos
determinados pelo modelo agroexportador.

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c) a maior parte das terras ocupadas no Brasil concentra-se nas mãos


de pequeno número de proprietários os quais vêm desenvolvendo
mecanismos tecnológicos para evitar os impactos ambientais
causados pelo avanço do cinturão verde, sobretudo no Sul do Piauí.
d) as atividades do agrobusiness no Brasil, com destaque para a
produção de soja, vêm provocando uma rápida expansão agrícola do
Rio Grande do Sul até o Vale do São Francisco, sem causarem
prejuízo aos seus recursos naturais.
e) com o aumento da concentração fundiária nas últimas décadas, a
expansão das terras cultivadas obteve uma grande retração
agropecuária em decorrência das inovações tecnológicas,
desenvolvidas no campo brasileiro, apesar dos impactos ambientais.

Resposta:

[B]

Nas últimas décadas, a expansão da fronteira agrícola do


Brasil avançou sobre os domínios do Cerrado e Amazônico,
causando expressiva devastação dos ecossistemas e perda de
biodiversidade. No caso da Amazônia, a atual fronteira agrícola,
20% da floresta foi destruída devido à expansão da pecuária
bovina de corte e dos cultivos de soja destinados às
exportações para países desenvolvidos e emergentes.

3. (G1 - ifpe 2016) O processo de modernização de alguns países


subdesenvolvidos é marcado pela concentração de renda, propriedades
e serviços, o que acarretou uma precariedade da moradia urbana para

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a maior parcela da população, sobretudo nas grandes cidades. Isso


pode ser observado na imagem abaixo, que retrata a realidade
contrastante entre os bairros de Paraisópolis (no primeiro plano) e
Morumbi (no segundo plano), na cidade de São Paulo.

A imagem e o texto retratam um processo conhecido como


a) especulação imobiliária.
b) desmetropolização.
c) conurbação.
d) favelização.
e) segregação espacial.

Resposta:

[E]

Como mencionado corretamente na alternativa [E], a


imagem remete ao conceito de segregação espacial, ou seja, a
concentração de setores da sociedade em espaços definidos por
sua faixa de renda.

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Estão incorretas as alternativas:


[A], porque especulação imobiliária é a reserva de
espaços em áreas privilegiadas das cidades objetivando o
aumento do valor de mercado;
[B], porque desmetropolização é o processo de redução
do ritmo de crescimento das metrópoles em detrimento do
crescimento das cidades médias;
[C], porque conurbação é o processo de integração físico-
espacial entre duas ou mais cidades;
[D], porque o texto e a figura indicam a desigualdade
socioeconômica do espaço urbano e não somente a favelização.

4. (IAUPE/Upe 2015) “Nenhum aspecto da sociedade brasileira poderá


ser jamais explicado/compreendido, se não for considerada a enorme
desigualdade econômica e de poder político, que ocorre em nossa
sociedade. O maior problema do Brasil não é a pobreza, mas, a
desigualdade e a injustiça a ela associada. Desigualdade econômica e
desigualdade de poder político. Daí decorre a importância da
segregação na análise do espaço urbano de nossas metrópoles, pois a
segregação é a mais importante manifestação espacial-urbana da
desigualdade que impera em nossa sociedade.”

(VILLAÇA, Flávio. São Paulo: segregação urbana e desigualdade.


Estudos. Avançados. vol. 25 N°. 71, São Paulo, jan./abr. 2011)

Com relação às medidas a serem adotadas pelo Poder Público para


combater a segregação no espaço urbano referida no texto, analise os
itens a seguir:

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I. Expansão dos serviços de coleta de lixo e limpeza de ruas


II. Aumento da rede de esgotos
III. Avanço do controle da segurança
IV. Expansão da infraestrutura de transportes
V. Incremento dos serviços de educação

Estão CORRETOS
a) apenas I e V.
b) apenas II e V.
c) apenas I, II e III.
d) apenas II, III e IV.
e) I, II, III, IV e V.

Resposta:

[E]

O Brasil é caracterizado por uma profunda desigualdade


social e pela segregação socioespacial dos mais pobres nos
centros urbanos. Assim, as medidas do poder público para
combater a segregação envolvem a melhoria de acesso ao
saneamento básico (água potável, rede coletora de esgotos e
coleta de lixo), moradia, segurança pública, transporte coletivo
de qualidade, além de educação e saúde.

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5. (IAUPE/Upe 2014) Observe o diagrama e analise os itens a seguir:

I. O crescimento das metrópoles brasileiras teve seu círculo concêntrico


organizado a partir do centro em direção às periferias, fato que
agravou, consideravelmente, até os dias atuais, a mobilidade da
população.
II. Em países pobres, as periferias tiveram seus círculos concêntricos
organizados territorialmente em grupos comunitários de bairros
afastados dos grandes centros e próximos dos polos modais de
transporte público.
III. Somente após a década de 1950, o planejamento urbano das
grandes metrópoles brasileiras foi organizado, considerando-se os
postos de trabalho situados em locais próximos às moradias dos
trabalhadores.
IV. Os núcleos metropolitanos possuem seus círculos concêntricos
organizados a partir das periferias para os grandes centros urbanos.
Essa dinâmica no espaço geográfico brasileiro dificultou a mobilidade
diária da população.

Está CORRETO o que se afirma em


a) I.
b) II.
c) I e III.
d) II, III e IV.
e) I, II, III e IV.

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Resposta:

[A]

Os itens incorretos são:


[II] Nos países subdesenvolvidos, o crescimento da periferia
das cidades foi desordenado com graves problemas de
mobilidade urbana devido à precariedade do transporte
coletivo.
[III] Após a década de 1950, a urbanização foi acelerada e com
graves problemas de moradia, a exemplo da favelização.
[IV] Os núcleos metropolitanos são formados por uma cidade
principal e cidades vizinhas, muitas delas conurbadas.

6. EXERCÍCIOS PROPOSTOS.

1. (Ufpe 2005) Existe, em diversos países do mundo, um sistema de


criação que é feito em amplas áreas cercadas, onde o gado é solto para
se alimentar da pastagem natural ou de restos de cultura, após a
colheita das mesmas. Qual a denominação que é dada, em Geografia
Agrária, a esse sistema de criação?

a) Pecuária Intensiva
b) Pecuária Ultra-extensiva
c) Pecuária Ultra-intensiva
d) Pecuária Nômade

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e) Pecuária Extensiva

Resposta:

[E]

2. (Unifesp 2009) A cana de açúcar produzida nos estados de São Paulo


e do Paraná alcança produtividade mais elevada por hectare, quando
comparada à produzida nos estados de Pernambuco, Paraíba e
Alagoas. A desvantagem que se verifica no Nordeste deve-se:
a) Aos baixos investimentos na melhoria genética das plantas.
b) À introdução recente daquela cultura nessa região do país.
c) Às frequentes secas que assolam o semiárido nordestino.
d) À estrutura fundiária concentrada naquela área do Brasil.
e) À baixa altitude do relevo, que dificulta a mecanização.

Resposta:

[A]

3. (Pucsp 2006) Leia com atenção:

"Um novo, desconhecido e próspero Nordeste, uma nova fronteira


agrícola que se consolida ano a ano com a produção de grãos no oeste
da Bahia, sul do Maranhão e sudeste do Piauí. É esta a nova aposta da
Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) para tirar do papel o secular

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projeto da Transnordestina. Com investimentos de R$ 4,5 bilhões em


reforma ou ampliação de 1.860 quilômetros de trilhos, o governo
federal planeja interligar as áreas produtoras de soja, milho e algodão
aos Portos de Suape, em Pernambuco, e de Pecém, no Ceará."
("Jornal do Comércio. Nova fronteira agrícola aguarda a
Transnordestina". 14/05/2006).

Sobre essa nova realidade nordestina, é correto afirmar que

a) os grãos mais produzidos nessa área são o milho e o algodão, por


serem lavouras que se adaptam melhor ao cerrado do que a soja.
b) o progresso agrícola na região mencionada é uma demonstração da
adaptação das lavouras modernas às regiões de caatinga e à seca.
c) os investimentos na ferrovia serão bem-vindos, mas não precisarão
ser muito grandes em razão da proximidade das áreas de plantio em
relação ao litoral.
d) no cerrado nordestino as chuvas são regulares, em especial nas
chapadas; os terrenos são planos e facilitam a mecanização das
lavouras. Essas são virtudes importantes da área.
e) embora a ferrovia seja um bom investimento por garantir um acesso
direto a portos marítimos dos produtos agrícolas, a região já está
bem assistida por rodovias federais.

Resposta:

[B]

4. (Ufpe 2003) No último quartel do século XX, particularmente na


década de 90, uma nova forma de organização empresarial tem

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agregado os centros de formação de pessoal de alto nível às unidades


de produção e de serviços, empregando os mais modernos recursos de
microeletrônica. Em tais centros estão se implantando atividades de
alta tecnologia, como em Campinas e São José dos Campos, na região
Sudeste do Brasil.

Qual a denominação dada a esses centros?

a) centros megalopolitanos
b) centros-acrópoles
c) regiões metropolitanas
d) tecnopolos
e) edifícios empresariais urbanos

Resposta:

[D]

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7. CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Muito bem, querido concurseiro. Se chegou até aqui é um bom
sinal: o de que tentou praticar todos os exercícios. Não se esqueça da
importância de ler a teoria completa e sempre consultá-la. Não esqueça
dos seus objetivos e dedique-se com toda a força para alcança-los.
Sonhe alto, pois “quem sente o impulso de voar, nunca mais se
contentará em rastejar”. Te encontro na nossa próxima aula.
Bons estudos, um grande abraço e foco no sucesso.

Até logo...

Prof. Sérgio Henrique Lima Reis.

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