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FACULDADE FREIRE

AVALIAÇÃO – P 1 CURSO: DISCIPLINA

DOCENTE:
NOTA:
SEMESTRE/PERÍODO

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DISCENTE: Nº DATA: ___ / ___ / 2018

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INSTRUÇÕES E OBSERVAÇÕES:

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1. Preencha o seu nome e número cabeçalho corretamente.
2. Assinar a lista de presença na prova
3. Verifique se sua prova está completa. Verifique, após autorizado o início da avaliação, se existem falhas ou
imperfeições gráficas que lhe causem dúvidas.
4. Não rasure. Questões rasuradas equivalem a questões erradas.
5. As respostas devem ser grafadas com caneta azul ou preta.
6. Não é permitida a utilização de livros, cadernos, calculadoras, dicionários, etc. Não é permitida a troca de
material entre os alunos.
7. A fraude, a indisciplina e o desrespeito ao professor(a) são faltas passivas de correção disciplinar.

“Bom desempenho! Boa prova!”

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1. São características do gênero narrativo:

a) No gênero narrativo, há sempre um eu que se expressa, elemento que é responsável pelo subjetivismo
atribuído a esse tipo de composição.

b) O gênero narrativo é marcado pela afetividade e pela emotividade do clima lírico, sempre relacionado
com o íntimo e a introspecção.

c) O gênero narrativo apresenta um enredo, no qual existe uma situação inicial, a modificação da situação
inicial, um conflito, o clímax e o epílogo. Os elementos que compõem o gênero narrativo são narrador,
tempo, lugar, enredo ou situação e as personagens.

d) O gênero narrativo faz referência à narrativa feita em forma de versos, contando histórias e fatos
grandiosos e heroicos sobre a história de um povo. O narrador fala do passado, o que justifica os verbos
sempre empregados no tempo pretérito.

(ENEM 2009)

Leia o texto abaixo para responder à questão 2.

Nestes últimos anos, a situação mudou bastante e o Brasil, normalizado, já não nos parece tão mítico, no
bem e no mal. Houve um mútuo reconhecimento entre os dois países de expressão portuguesa de um lado
e do outro do Atlântico: o Brasil descobriu Portugal e Portugal, em um retorno das caravelas, voltou a
descobrir o Brasil e a ser, por seu lado, colonizado por expressões linguísticas, as telenovelas, os
romances, a poesia, a comida e as formas de tratamento brasileiros. O mesmo, embora em nível superficial,
dele excluído o plano da língua, aconteceu com a Europa, que, depois da diáspora dos anos 70, depois da
inserção na cultura da bossa-nova e da música popular brasileira, da problemática ecológica centrada na
Amazônia, ou da problemática social emergente do fenômeno dos meninos de rua, e até do álibi ocultista
dos romances de Paulo Coelho, continua todos os dias a descobrir, no bem e no mal, o novo Brasil. Se, no
fim do século XIX, Sílvio Romero definia a literatura brasileira como manifestação de um país mestiço, será
fácil para nós defini-la como expressão de um país polifônico: em que já não é determinante o eixo Rio-São
Paulo, mas que, em cada região, desenvolve originalmente a sua unitária e particular tradição cultural. É
esse, para nós, no início do século XXI, o novo estilo brasileiro.

STEGAGNO-PICCHIO, L. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004 (adaptado).

2.No texto, a autora mostra como o Brasil, ao longo de sua história, foi, aos poucos, construindo
uma identidade cultural e literária relativamente autônoma frente à identidade europeia, em geral, e à
portuguesa em particular. Sua análise pressupõe, de modo especial, o papel do patrimônio literário e
linguístico, que favoreceu o surgimento daquilo que ela chama de “estilo brasileiro”. Diante
desse pressuposto, e levando em consideração o texto e as diferentes etapas de consolidação da
cultura brasileira, constata-se que:

a) o Brasil redescobriu a cultura portuguesa no século XIX, o que o fez assimilar novos gêneros artísticos e
culturais, assim como usos originais do idioma, conforme ilustra o caso do escritor Machado de Assis.

b) a Europa reconheceu a importância da língua portuguesa no mundo, a partir da projeção que poetas
brasileiros ganharam naqueles países, a partir do século XX.

c) ocorre, no início do século XXI, promovido pela solidificação da cultura nacional, maior reconhecimento
do Brasil por ele mesmo, tanto nos aspectos positivos quanto nos negativos.

d) o Brasil continua sendo, como no século XIX, uma nação culturalmente mestiça, embora a expressão
dominante seja aquela produzida no eixo Rio - São Paulo, em especial aquela ligada às telenovelas.

e) o novo estilo cultural brasileiro se caracteriza por uma união bastante significativa entre as diversas
matrizes culturais advindas das várias regiões do país, como se pode comprovar na obra de Paulo Coelho.
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3. Explique o motivo da utilização dos “porquês” neste trecho: “Estou cansada, porque trabalho o dia
inteiro. Além disso, não gosto de shows ao vivo e todos sabem o porquê.”
a) Os dois porquês são utilizados aqui para trazer a explicação para o cansaço do sujeito e para o fato de
não gostar de ir ao show ao vivo, um estando sem acento porque está no início da frase e o outro levando
acento porque está no final da frase.
b) A primeira forma indica a explicação para o sujeito estar cansado, tendo o valor de “pois”. A segunda é
um substantivo, o qual indica que o sujeito não gosta de shows ao vivo e que todos sabem disso, podendo
ser substituído por “motivo”.
c) A primeira forma indica motivo, tendo o valor de “pois”, não sendo acentuado porque não é um
substantivo. A segunda também indica um motivo, não sendo substantivo e levando o acento apenas porque
está no final da frase.
d) A primeira forma indica causa, tendo o valor de “pois”, não estando acentuado porque é um substantivo e
que está no início da frase. A segunda também indica causa, estando acentuado porque é um substantivo
que está no final da frase.
e) A primeira forma indica causa, tendo o valor de “porém”, não estando acentuado porque é um substantivo
que está no início de frase. A segunda indica explicação, estando acentuado porque é um substantivo que
está no final da frase.

4. Indique qual é a frase cujo uso do “porquê” está correto.


a) Ontem fomos à praia porquê fazia sol.
b) Por que recebi ontem, fui ao mercado fazer compras.
c) Fernanda não foi trabalhar hoje porque está doente.
d) Mudei de canal por quê quis.
e) O paciente não entendeu o por que de tanta preocupação.

5.Complete as lacunas utilizando por que, por quê, porque, porquê.

a – Não sei o ----------- de tanta euforia.


b – Você não compareceu à reunião -----------------?
c – Os caminhos ---------- percorremos são tortuosos.
d - --------------- não desiste dessa aventura maluca?
e – Voltamos ---------------- estávamos com muita saudade.

6. Levando em consideração o contexto atribuído pelos enunciados, empregue corretamente um dos


termos propostos pelas alternativas entre parênteses.

a – O atacante aproveitou a jogada distraída e deu o ___________ no adversário. (cheque/xeque)


b – O visitante pôs a _____________ no cavalo, despediu-se de todos e seguiu viagem. (cela/sela)
c – No presídio, todos os ocupantes foram trocados de _____________. (cela/sela)
d – O filme a que assisti pertence à ______ das dez. (seção/sessão/cessão)

7. Ao considerarmos que o discurso presente nas tiras humorísticas tem por finalidade retratar uma
crítica ligada aos fatos sociais, recorra aos seus conhecimentos sobre as relações de significado
estabelecidas entre as palavras, relacionando-as com base no referido diálogo, o qual retrata a
modalidade citada.

- Pai, qual é a diferença entre infração e inflação?


- Bem, infração é quando alguém sabe que cometeu um erro e... É punido!
- E inflação?
- Bem, aí é quando ninguém sabe quem cometeu um erro e... Todos são punidos!

a – A explicação proferida pelo pai em resposta ao questionamento do filho está correta?

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b – Qual a crítica implícita no discurso retratado?

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