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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

CENTRO DE EDUCAÇÃO, FILOSOFIA E TEOLOGIA.


CURSO DE PEDAGOGIA

NANCI BOSCHI TEODORO

RELATÓRIO DE ESTAGIO

SÃO PAULO, 2014


UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
CENTRO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO DE PEDAGOGIA PA RFOR 2

NANCI BOSCHI TEODORO

RELATÓRIO: ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Nas disciplinas Teorias clássicas e


contemporâneas sobre Brinquedo, Jogo e
Brincadeira e Fundamento da Alfabetização
Estética sobre a Supervisão dos Professores:
Prof. Adriano Castro
Prof. Cynthia Campelo Schneider
Curso de pedagogia da 3ª etapa do parfor.

SÃO PAULO, 2014

LISTA ILUSTRAÇÃO
Ilustração 1 cartaz da 31ª edição da bienal de São Paulo -----------------4
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
CENTRO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO DE PEDAGOGIA PA RFOR 3
Ilustração 2 Dark Clouds of the Future 1----------------------------------------5
Ilustração 3 Dark Clouds of the Future 2----------------------------------------5
Ilustração 4 Dark Clouds of the Future 3----------------------------------------7
Ilustração 5 Apres. dos MC’s da Casa do Hip Hop de D.-------------------7
Ilustração 6 Afro -UFO – Tiago Borges e Yonamine ------------------------8
Ilustração 6 Afro -UFO – Tiago Borges e Yonamine ------------------------8
Ilustração 7 Não é sobre sapato 2014, (1) Gabriel Mascaro --------------9
Ilustração 8 Não é sobre sapato 2014, (2) Gabriel Mascaro -------------10
Ilustração 9 Sem título 2014 –Eder Oliveira ----------------------------------11
Ilustração 10 Imagem - Ana Murça Blog---------------------------------------19
Ilustração 11 Educação Matemática em revista Nº5,ano 3 p.16--------19
Ilustração 12 Sala de aula --------------------------------------------------------24
Ilustração 13 Sala de aula---------------------------------------------------------24
Ilustração 14 Sala de aula---------------------------------------------------------24
Ilustração 15 Sala de aula---------------------------------------------------------24
Ilustração 16 Sala de aula---------------------------------------------------------24
Ilustração 17 Sala de aula---------------------------------------------------------24
Ilustração 18 Sala de aula---------------------------------------------------------25
Ilustração 12 Entrada da biblioteca Monteiro Lobato ----------------------30
Ilustração 13 Terraço Periódico -------------------------------------------------30
Ilustração 14 Transformando espaço -----------------------------------------31
Ilustração 15 Teatro na biblioteca-----------------------------------------------32

SÃO PAULO, 2014

SUMARIO

Resumo------------------------------------------------------------------1
Introdução - Histórico da Instituição----------------------------- 2
Desenvolvimento----------------------------------------------------- 3
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
CENTRO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO DE PEDAGOGIA PA RFOR 4
Conclusão--------------------------------------------------------------13
Projeto-------------------------------------------------------------------15
1 Projeto----------------------------------------------------------------16
2 Projeto----------------------------------------------------------------17
Introdução relatório projeto ----------------------------------------21
As instituições ---------------------------------------------------------21
Considerações Finais -----------------------------------------------26
Introdução Brinquedoteca -----------------------------------------28
Desenvolvimento ----------------------------------------------------30
Conclusão -------------------------------------------------------------35
Referência bibliográfica --------------------------------------------37
Referencia da internet ----------------------------------------------37

SÃO PAULO, 2014


1

Resumo

O estágio de Pedagogia é uma exigência da lei de diretrizes e bases da


educação nacional1 (nº 9394/96) e o cumprimento de se sua respectiva carga horária
é requisito exigido para conclusão de curso. O presente trabalho tem por objetivo
relatar as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado 3ª etapa na
Educação Básica I /2º 2014 do curso de Licenciatura Plena de Pedagogia. Neste
documento está inserido todo o trajeto do meu estágio que ocorreu entre o período
de 01/08 a 24/11 a, Universidade Presbiteriana Mackenzie - Centro de Ciências e
Humanidades da 3ª Etapa – parfor.
Nas Disciplinas de Teorias clássicas e contemporâneas sobre Brinquedo,
(Jogo e Brincadeira) e Fundamentos da Alfabetização Estética, com uma carga
Horária de Cinquenta sendo dividida em duas partes uma de trinta horas para
Teorias clássicas e contemporâneas sobre Brinquedo, Jogo e Brincadeira e vinte
horas para Fundamentos da Alfabetização estética. Com a supervisão dos
Professores responsáveis: Prof.º Adriano Castro e a Prof.ª Cynthia Campelo
Schneider.
Cujo processo teve início na 31ª Bienal São Paulo, com a observação da
exposição, uma projeto para ser aplicado em sala de aula para alunos de três anos
desenvolvidos na escola onde a colega da sala Maria Rita trabalha, onde a diretora
não nos permitiu ficar a vontade para aplicação, outro projeto individual aplicado ,
em uma sala de alunos com sete anos onde tive melhores condições para
desenvolver o projeto, fui sucedida, este conteúdo contempla a matéria de
fundamentos da alfabetização estética.
Para Atender o olhar da disciplina de Teorias clássicas e contemporâneas
sobre Brinquedo, (Jogo e Brincadeira) Visitamos duas brinquedoteca. A primeira foi a
biblioteca monteiro Lobato que foi uma surpresa conhecer aquele espaço
maravilhoso a outra foi a brinquedoteca do Parque infantil do Mackenzie, trazendo
uma visão de uma clientela de um sistema publico e outro privado.

Introdução

1
BRASIL. Lei N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação e dá outras
providências. Brasília, D.F., 1996.
2

Histórico da Instituição

O pavilhão da Bienal de São Paulo foi projetada por Oscar Niemeyer,


idealizada para promover a primeira exposição em 1951 pelo Museu de Arte
Moderna (MAM),a segunda ocorreu em 1953 no parque e estendeu-se até 1954
para fazer parte dos festejos do Quarto Centenário. Ela separou-se do Museu de
Arte Moderna (MAM) e foi transformada em fundação em 1962. Não tem acervo
permanente, e é aberta apenas quando há exposição.
O Projeto de Conservação da Coleção Fotográfica do Arquivo Histórico
Wanada Svevo, tombado pelo Condephaat, organiza, preserva e difunde a
documentação gerada a partir da realização dos eventos bienais (Bienal de Artes e
de Arquitetura), além da documentação produzida pela fundação. O projeto Wanda
Svevo também possui vasta Coleção de Referência a respeito da produção artística
brasileira e internacional a partir da década de cinquenta.
‘’ Atuando como elo entre o Brasil e o cenário internacional, a Bienal não
apenas apresenta aos diferentes públicos locais a produção artística
contemporânea internacional, mas também atrai os olhares do mundo para
a arte contemporânea produzida no país. Um dos papéis da Bienal é o de
ser instrumento de educação e inserção social. Cada um de seus eventos
recebe centenas de milhares de alunos e professores e amplia seu
conhecimento e convivência com a arte. A instituição possui, desde 2010,
um programa educativo permanente que atua não apenas em escolas e
centros culturais da grande São Paulo, mas também realiza cursos para
educadores nas cidades para onde leva suas mostras itinerantes. A Bienal
também se dedica a outras iniciativas voltadas ao fomento e à difusão da
arte ‘’2
Dentro das características gerais da região, o edifício está localizado no parque
do Ibirapuera, localizado na Avenida IV Centenário, sendo o coração verde de São
Paulo. Em um bairro nobre, próximo dos melhores hotéis, restaurantes, lojas e
serviços da cidade. O Pavilhão tem três pavimentos, sendo que no térreo temos uma
área total de 4512 m², tendo de pé direitos sete, 35m. No mezanino temos uma área
total de 1.193m², ainda tem a cozinha, bar e balcão com uma área de 76m², com o
pé direito 3,80m.Lounge Bienal e um espaço para palestras tem a capacidade de
atendimento para 336 pessoas.

2
Site oficial da 31ª Bienal de São Paulo
3

O Horário de funcionamento, para o público acontece de Terça-feira a sexta-


feira. Tendo visitas monitoradas a cada 60 minutos, a partir das 9h30. Sábado e
domingo as visitas monitoradas a cada 30 minutos, a partir das 9h30. Tendo a opção
de agendamento em grupos a partir de 15 pessoas, Sendo que as Visitas em inglês,
espanhol ou francês e necessário agendar com 48h de antecedência pelo e-
mail agendamento.linguaestrangeira@bienal.org.br.O espaço da Bienal Proporciona
visitas de pessoas que necessitam do uso da linguagem de libras e multissensoriais.
Para as pessoas do primeiro grupo, as visitas acontecem aos sábados das 9h às
13h30, as quartas-feiras e sextas-feiras das 9h às 12h30. Para pessoas com
deficiência visual total ou baixa visão, as visitas são aos sábados e quartas-feiras
das 9h às 20h30, terça-feira, quinta-feira, sexta-feira e domingo das 9h às 17h30. As
visitas em libras e multissensoriais são feitas com agendamento prévio.

Desenvolvimento

A visita na 31ª Bienal de São Paulo, onde segundo pesquisa da equipe da


Bienal, o perfil do público alvo são pessoas de cultura erudita de vanguarda que faz
parte de uma elite social, econômica, política e cultural e seu conhecimento ser
proveniente do pensamento científico, dos livros, das pesquisas universitárias ou do
estudo em geral visando museus, críticos de arte, propostas revolucionárias ou
grandes exposições e público.

Segundo os curadores o tema trata de uma proposta revolucionaria apontada


para as diversas ações que precisam ser desenvolvidas para que as coisas que não
existem venham tornar-se presentes em diferentes tempos e plataformas. Por causa
desta pesquisa citada acima esta Bienal teve a intenção de inovar trazendo a cultura
popular para dentro da cultura erudita. Voltando seu olhar para as classes excluídas
socialmente. A cultura popular não está ligada ao conhecimento científico, pelo
contrário, ela diz a respeito ao conhecimento inadequado ou
espontâneo, ao senso comum. Fui à bienal no dia
12/10/2014. Lá chegando, me deparei com a imagem do
cartaz da 31ª Bienal de São Paulo.
4

Foto 1Cartaz da 31ª edição da Bienal de São Paulo


Fonte de arquivo pessoal

Desenhada por Prabhakar Pachpute, é uma frágil estrutura no formato de torre


de Babel ou concha, contendo um conjunto de corpos humanos dos quais vemos
apenas os pés descalços e partes das pernas. Ela nos faz pensar as relações entre
o visível e o invisível, a coletividade e o conflito, o trauma e o sublime, o forte e o
fraco, à adversidade do mundo. Olhei para a imagem no cartaz e pensei o que fica
para min, como esta imagem me marco, de qual forma eu poderia contar a minha
experiência.

Segundo Larrosa, a experiência é cada vez mais rara por excesso de


opinião. O sujeito moderno é um sujeito informado que, além disso, opina. É
alguém que tem uma opinião supostamente pessoal e supostamente própria
e, às vezes, supostamente crítica sobre tudo o que se passa, sobre tudo
aquilo de que tem informação. Para nós, a opinião como a informação se
converteu em um imperativo. Nós, em nossa arrogância, passamos a vida
opinando sobre qualquer coisa sobre que nos sentimos informados. E se
alguém não tem opinião, se não tem uma posição própria sobre o que se
passa, se não tem um julgamento preparado sobre qualquer coisa que se
lhe apresente, sente-se em falso, como se lhe faltasse algo essencial. E
pensa que tem que ter uma opinião. Depois da informação, vem a opinião.
No entanto, a obsessão pela opinião também anula nossas possibilidades
de experiência, também faz com que nada nos aconteça 3.

3
BONDIA, Jorge L, Notas sobre a experiência e o saber de experiência - tradução de ,Geraldi , W. João.
5

Figura 2- Dark Clouds of the Future 1 [Nuvens escuras do futuro]


Fonte – arquivo pessoal

Os mesmos motivos estão presentes em Dark Clouds of the Future [Nuvens


escuras do futuro], o trabalho com que Pachpute contribui para a exposição. Os
desenhos murais se estendem até o espaço em torno deles, incorporando com
humor leve, imperturbável, seus adereços e particularidades.

Figura 3 - Dark Clouds of the Future 2 [Nuvens escuras do futuro]


Fonte arquivo pessoal

“Um prego enferrujado, paredes úmidas, uns soquetes


são absorvidos pelo seu desenho, criando metáforas intensas, inesquecíveis. O uso
de esculturas tridimensionais feitas de cerâmica e papel-machê e de um filme de
animação que deve muito às técnicas artesanais de montagem acrescenta
dimensões conceituais e formais aos desenhos.”4 A obra é desenhada com carvão
sendo um material clássico de desenhos, talvez o mais antigo. Usa-se para esboçar
ou para desenhos definitivos de acordo com o suporte e a intenção. “O desenho está
associado às atividades dos mineiros de carvão, entretanto, o suporte não age
apenas como uma ponte entre o físico, literal, e o político, mas é também o suporte
do pensamento, para alguém que quase foi um mineiro.” 5 Edward tylor propõe um
conceito de cultura como sendo ‘’ complexo que inclui conhecimento, crenças, arte,

4
Site oficial da 31ª Bienal de São Paulo
5
Site oficial da 31ª Bienal de São Paulo
6

moral, leis, costumes e quaisquer outros hábitos


adquiridos pelo homem como membro da sociedade’’ (LARAIA,
2001, p. 25), a explicação de determinismo biológico ou
geográfico para a obra não explica o talento, mas a
endoculturação que é um processo permanente de
aprendizagem de uma cultura que se inicia com assimilação de
valores e experiências a partir do nascimento de um indivíduo e
que se completa com a morte.

‘’ O artista graduou-se em 2009 em Artes Plásticas pela I.K.S. University,


Khairagarh (Chhattisgarh, Índia) e obteve título de mestre pela Maharaja
Sayajirao University of Baroda (Gujrat, Índia) em 2011. Expôs
intensivamente na Índia e, em 2013, participou da mosta Black and White,
no Van Abbemuseum, Eindhoven (Holanda), curada por Galit Eilat.’’ 6

O trabalho de Pachpute parece viver numa fronteira entre imobilidade e


movimento, a escolha do papel fui fundamental para o aspecto do trabalho, pois o
carvão comporta-se diferentemente em papéis mais lisos ou mais regulares ou mais
rugosos, acentuando a sua textura.
É importante também que o papel seja suficientemente sólido para resistir à
borracha sem o esfolar. As minas de carvão fazem eco à cidade em que ele nasceu
Chandrapur (Maharashtra, Índia), também conhecida como “a cidade do ouro
negro”, e aparecem agenciando conflitos pessoais e políticos que se revelam
nos títulos do artista, “como Canary in a Coalmine [Canário em uma mina de carvão]
(2012) – referência aos mineiros que levavam canários para o interior das minas
como alerta dos gases tóxicos e The Land Eaters [Os comedores de terra]
(2013).Com cada trabalho, Pachpute sonda terreno novo, novas saídas, novos
modos de ser coletivo, que ele descobre, frequentemente, na vida intelectual dos
próprios mineiros’’.

6
Site oficial da 31ª Bienal de São Paulo
7

Figura 4 - Dark Clouds of the Future 3 [Nuvens escuras do futuro]


Fonte – arquivo pessoal
Na minha visão esta ausência de cor, de rosto, tem seu sentido, na arte popular
porque nesta não é o objeto produzido, e sim o próprio artista, o homem do povo, do
meio rural ou das periferias das grandes cidades. Por isso também a arte popular é
sempre contemporânea a seu tempo. Por exemplo, a arte popular do século XVIII
(as cantigas, poemas e estórias registradas pelos estudiosos) é bem diferente de
outras formas de arte popular hoje, como o rap, o hip hop e o grafitti, que acontecem
nas periferias dos grandes centros urbanos como São Paulo. O rap e o hip hop
aparecem associados quase especificamente à população negra, excluída
socialmente. O Educativo Bienal preparou uma Programação Paralela especial para
a exposição 31ª bienal, com professores e parceiros que já fazem parte das ações
do Educativo ao longo do ano. Essa programação inaugurou com um encontro entre
MC’s da Casa de Hip Hop de Diadema e o grupo de afoxé Obá Inã, sendo que
ambos fazem parte do Projeto Bienal com as Comunidades, do Educativo Bienal.A
noite começou com uma apresentação dos MC’s da Casa do Hip Hop de Diadema
para fechar, os grupos se apresentaram juntos, num encontro improvável que uniu o
rap e o afoxé, ora improvisando rimas com o batuque afro, ora dançando afro ao
som do rap.

Figura 5 - Apresentação dos MC’s da


Casa do Hip Hop de Diadema
Fonte – arquivo pessoal

Na bienal o produtor de cultura popular e o de cultura erudita podem ter a


mesma sofisticação, mas na sociedade não possuem o mesmo status social - a
8

cultura erudita é a que é legitimada e transmitida pelas escolas e outras instituições.


É importante ressaltar que os produtores da cultura popular não têm consciência de
que o que fazem têm um ou outro nome e os produtores de cultura erudita têm
consciência de que o que fazem tem essa denominação e é assunto de discussões,
mesmo porque os intelectuais que discutem esses conceitos fazem parte dessa
elite, são os agentes da cultura erudita que estudam e pesquisam sobre a cultura
popular e chegam a essas definições. Outra obra que provoca o público e a Afro
-UFO – Tiago Borges e Yonamine.

Figura 6 - Afro -UFO – Tiago Borges e Yonamine.


Fonte –arquivo pessoal

Bourdieu utiliza o conceito de capital cultural com enorme ambiguidade e


abrangência, servindo para indicar todas as maneiras em que a cultura reflete ou
atua sobre as condições de vida dos indivíduos. A obra é representada por
uma nave espacial que veio do futuro e trouxe referências do tempo que vivemos
hoje. Dentro, tudo é feito com spray neon e possui desenhos desde Jesus até
escrituras, todos de difícil interpretação e completamente fascinantes.

Figura 7 - Afro -UFO – Tiago Borges e Yonamine.


Fonte – arquivo pessoal
Quando olho para esta obra vejo que faz
parte do nosso cotidiano, o que está na
9

rua, nos prédios da cidade, a existência da Indústria Cultural e de uma nova cultura
veiculada por esta e a chamada cultura de massas, que não está vinculada a
nenhum grupo específico e é transmitida de maneira industrializada para um público
generalizado, a mesma interfere na existência de uma cultura erudita da elite e de
uma cultura popular do povo. Hoje, a maioria da população vive aglomerada nos
centros urbanos, assim, os setores sociais excluídos se aproximam geograficamente
dos setores privilegiados, são as diferentes classes sociais vivendo relativamente no
mesmo espaço.

Figura 8 –Não é sobre sapato 2014 –


Gabriel Mascaro
Fonte – arquivo pessoal

“Para realizar” Não é sobre sapatos, Gabriel Mascaro pesquisou imagens feitas
durante as manifestações de 2013 em diversas cidades do Brasil. Assim como em
outros países, como uma alternativa à imprensa oficial, os manifestantes criaram
uma maneira própria de comunicar suas ações em território público, articulando
ações via redes sociais e registrando a presença do corpo coletivo nas ruas com
suas próprias câmeras. Essa documentação, que circulou amplamente pela internet,
além de inaugurar certa ruptura na produção e compartilhamento de discurso,
também denunciou a violência policial exercitada contra manifestantes. Segundo
George Orwell, ‘’A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia
controla a massa’’. Podemos analisar a cultura de massas como um ponto de
intersecção entre a cultura erudita e a cultura popular porque os elementos próprios
da cultura de massas são consumidos tanto por setores mais excluídos da
sociedade quanto por elites, é como se representasse algo em comum entre esses
setores. A cultura de massas funciona como uma ponte entre a cultura erudita e a
cultura popular, mas uma ponte prejudicial, porque na verdade ela ignora totalmente
10

as diferenças entre os produtores dessas duas culturas e se direciona para um


público abstrato e homogêneo.

Figura 9 - não é sobre


sapato 2014 – Gabriel Mascaro
Fonte - arquivo pessoal

Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ator evolucionário


( George Orwell).“Mas em vez de usar seus próprios registros ou aqueles realizados
por manifestantes, o artista se interessou pelas imagens sob a ótica da polícia,
invertendo o narrador do protesto e ao mesmo tempo questionando: Como pensar o
postulado estético, político e autoral das imagens produzidas pelo estado a partir de
seus agentes que estariam sendo filmado com o princípio de policiar e fiscalizar a
ordem pública e de enquadrar rostos para a criminalização?. O jogo estabelecido
entre duas instâncias – a do Estado e o do cidadão – que se confrontam munidas do
mesmo instrumento ou arma a câmera7”.

Segundo George Orwell, os sentimentos elevados vencem sempre no


final; os líderes que oferecem sangue, trabalho, lágrimas e suor conseguem
sempre mais dos seus seguidores do que aqueles que oferecem segurança
e diversão. Quando se chega a vias de fato, os seres humanos são
heroicos8.

Desta forma, não podemos encarar essa difusão da cultura erudita entre
parcelas da população antes privadas dela pelos meios de comunicação de massas
uma democratização dessa cultura, isso porque os públicos populares não têm a
mesma instrução que as elites, que cresceram em meio a essa cultura e foram
instruídos para entendê-la.

7
Site oficial da 31ª Bienal de São Paulo
8
ORWELL, George. A revolução dos bichos. São Paulo: Globo, 2003.
11

Como costuma fazer na cidade em que mora, Belém do Pará, Éder Oliveira
realizou para a 31ª Bienal pinturas murais de retratos em grandes proporções.
Pode-se afirmar que os retratos são monumentais, em detrimento do uso do termo
monumento como algo relativo a eventos e personagens hegemônicos na história. O
artista torna monumental justo aqueles personagens que a dinâmica social
estigmatiza: envolvidos em crimes e cujas imagens são estampadas de modo
sensacionalista nas páginas policiais de jornais paraenses. Transpostos para os
muros de Belém, e agora também de São Paulo, eles se tornam amplamente
visíveis, embora ainda anônimos. A despeito de detalhes da sua identidade e do
lugar onde são originalmente fotografados – dados dos quais Éder Oliveira abre mão
–, a pintura evoca uma reflexão sobre como os direitos civis são desrespeitados
socialmente, aqui de modo mais evidente na cobertura foto jornalística.

Figura 10 – Sem título 2014 –Eder Oliveira


Fonte – arquivo pessoal

Chamados corriqueiramente pela imprensa de bandidos ou criminosos, a maior


parte desses retratados são caboclos, com traços de índios e negros. O dado
demográfico denota, além de problemas éticos nas coberturas policiais, a
abordagem racista com que a mídia divulga os problemas de insegurança e
violência no Brasil e sua conversão em um dos agentes de discriminação racial no
país.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de


comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob
o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão,
ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os
padrões da cultura. Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade
12

econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela


está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A
serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando
tão somente os gostos culturais da massa. Outro importante pensador
contemporâneo, o francês Edgar Morin (2010) 9, define a cultura de massa ou
indústria cultural como uma elaboração do complexo industrial, um produto definido,
padronizado, pronto para o consumo. Mas, ainda conforme este estudioso, uma
industrialização secundária se processa paralelamente, mais sutil e, portanto, mais
ardilosa, a da alma humana, pois ela ocorre nos planos imagético e onírico.

Conclusão

9
Silva, M. D. Educação Ideologia e Complexidade: contribuição para a crítica ao pensamento de Edgar Morin e
sua interface com a Educação Brasileira. Tese de Doutoramento defendida pela Faculdade de Educação da
Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP). Campinas 2010.
13

A 31º bienal de São Paulo com o tema “Como procurar coisas que não
existem” esta se baseia em um evento de artes plásticas acessível à população que
normalmente não frequenta exposições de arte. A Bienal, para esse público, aparece
como algo inusitado, incomum e completamente novo. Pensando nesta ideologia da
bienal pretendo expressar a minha conclusão refletindo sobre esta palavra.
O que é Ideologia:
Ideologia é um termo que possui diferentes significados. No senso comum
significa ideal, e contém um conjunto de ideias, pensamentos, doutrinas ou
de visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações
sociais e, principalmente, políticas. Diversos autores utilizam o termo sob uma
concepção crítica, considerando que ideologia pode ser considerada um instrumento
de dominação que age por meio de convencimento; persuasão, e não da força
física, alienando a consciência humana. Hegel 10 abordou a ideologia como uma
separação da consciência em relação a si própria. Marx 11 (1846) utilizou essa
concepção hegeliana para diferenciar dois usos diferentes do conceito de ideologia:
um que expressa a ideologia como causadora da alienação do homem através da
separação da consciência; e outra que contempla a ideologia como uma
superestrutura composta por diversas representações que compõem a consciência.
Para Karl Marx, a ideologia mascara a realidade. Os pensadores adeptos dessa
escola consideram a ideologia como uma ideia, discurso ou ação que mascara um
objeto, mostrando apenas sua aparência e escondendo suas demais qualidades.

Marilena Chauí12, analisando a questão da Ideologia afirma que “A função


principal da ideologia é ocultar e dissimular as divisões sociais e políticas dar-lhes a
aparência de indivisão e de diferenças naturais entre os seres humanos”. Indivisão:
apesar da divisão social das classes, somos levados a crer que somos todos iguais
porque participamos da ideia de “humanidade”, ou da ideia de “nação’ e “pátria”, ou
da ideia de “raça”, etc. Diferenças naturais: somos levados a crer que as
desigualdades sociais, econômicas e políticas não são produzidas pela divisão
social das classes, mas por diferenças individuais dos talentos e das capacidades,
da inteligência, da força de vontade maior ou menor”.
10
Hegel Friedrich ,Reflexão sobre a alienação e a ideologia no pensamento
11
Karl Marx e Friedrich Engels, A ideologia alemã tradução Luiz Claudio de castro e costa editora Martins fontes
São Paulo 2001.
12
Chauí, M. O Que é Ideologia. São Paulo: Brasiliense.
14

A Bienal não significa uma democratização da obra de arte, nem contribui


para a conscientização das massas. Isso não acontece com a reprodução das obras
de arte e nem com outro fenômeno que aproxima as massas da obra de arte: as
megas exposições. Mais um de seus traços característicos é um Autoritarismo
disfarçado, sob falsa aparência de Democracia.
15

Projetos

1 PROJETO

Objetivos: Estabelecer e ampliar as relações sociais, limites e fortalecer a


comunicação e interação social.
16

Conteúdos: Exploração das possibilidades de gestos e habilidades manuais e


aperfeiçoamento dos movimentos de encaixe e lançamento.

Planejamento da atividade
Fazer uma roda de conversa para falar a respeito da brincadeira, como será
feito na sala de aula e os objetivos. Começamos falando com as crianças sentadas
no chão com elas, como seria feita a brincadeira, no primeiro dia elas não
entenderam como seria e algumas tiveram dificuldades. No segundo dia já houve
uma participação de todas e a brincadeira foi mais bem desenvolvida por elas. E no
último dia já teve mais sucesso e todas brincaram. É uma turma tranquila, tem
algumas crianças que conversam bastante, mas quando estamos fazendo atividades
sabem ouvir e acatar algumas regras.

Material utilizado: bola


Faixa etária: 2 a 3 anos de idade
Tema: Passando a bola
Desenvolvimento:

Foi feito um círculo onde as crianças ficaram sentadas e passaram a bola para
o colega do lado, até que todos participassem. Aplicamos esta atividade num
período de 20 minutos durante 3 dias. Por se tratar de uma turma onde as crianças
são pequenas com idade entre 2 e 3 anos de idade e logo elas se cansam e querem
fazer outras coisas.

2 PROJETO

Tangram no ensino de matemática


17

Dentro do projeto trabalhamos as disciplinas envolvidas: Matemática, História,


Língua Portuguesa, Arte. Os alunos envolvidos foi 2º ano do ensino Fundamental I,
utilizamos texto em quadrinho de apoio com a história do tangram.

Objetivos

1. Auxiliar a coordenação motora.


2. Incentivar a concentração, a imaginação e a criatividade.
3. Colaborar para a memorização das formas geométricas.
4. Criar desenhos, usando as formas geométricas.
5. Trabalhar a habilidade de manipulação, recorte e colagem.
6. Valorizar a criatividade por meio da colagem.

Justificativa

Sabemos a importância da utilização de atividades lúdicas para aquisição


habilidades necessárias para o ensino de Matemática. O jogo é um recurso que
desperta o interesse dos alunos, pois é uma atividade diferente da que geralmente é
proposta em sala de aula, além disso, os alunos aprendem brincando. Segundo os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN):

Os jogos constituem uma forma interessante de propor problemas,


pois permitem que estes sejam apresentados de modo atrativo e favorecem
a criatividade na elaboração de estratégias de resolução e busca de
soluções, além de possibilitar a construção de uma atitude positiva perante
os erros, uma vez que as situações sucedem-se rapidamente e podem ser
corrigidas de forma natural, no decorrer da ação, sem deixar marcas
negativas (BRASIL, 1998, p. 46).

O ensino da geometria tem sido objeto de discussões e controvérsias. É um


assunto de grande importância na escola, mas tem ficado em segundo plano no
Ensino Fundamental e Médio. Assim, é preciso resgatar o espaço da geometria na
escola. Para isto utiliza-se o Tangram, um quebra-cabeça chinês muito antigo,
composto de 7 peças que permitem explorar diversos conceitos geométricos e
desenvolver habilidades imprescindíveis ao processo de ensino aprendizagem da
geometria.
18

Enfoque pedagógico

Este projeto seguirá a linha pedagógica do Construtivismo, já que o Tangran é


um jogo que possibilita ao professor assumir o papel de provocador e estimulador de
novas experiências e permite ao aluno buscar soluções não padronizadas, ou seja,
diferentes soluções para um mesmo problema, fazendo com que este participe
ativamente do processo de aprendizagem, através da interação com o ambiente.
Segundo COSTA (2008):

No enfoque construtivista, mais do que a transmissão e/ou fixação de conteúdos


específicos, visa-se a exploração de atividades que propiciem o desenvolvimento de
habilidades como estratégias de solução de problemas, estruturas cognitivas,
criatividade, ou seja, aprendizagem por descoberta através da manipulação livre do
sujeito objeto da aprendizagem, sob o controle do próprio aluno.

Como vimos, o Construtivismo visa a construção do conhecimento do aluno


através da manipulação do objeto, esta aprendizagem acontecerá com a interação
com alguns recursos.

Etapas e suas estratégias de realização

Montagem de um Portfolio com as diversas peças criadas pelos alunos com o


tangram colorido que eles montaram com cartolina. E Montar um mural para
exposição das atividades, imagens, desenhos, montagens feitas pelos alunos
utilizando o tangram.

Na primeira etapa
Contar a historia se apropriando da história levando os alunos a imaginarem o
cenário, personagens e o tempo que a história tem.
19

Imagem - Ana Murça Blog

Na segunda etapa

Distribua para cada aluno um pedaço de papel-espelho com o desenho do


contorno das sete peças do tangram e deixar que eles criem seu próprio tangra.

Educação Matemática em revista Nº5,ano 3 p.16

A terceira etapa

Para isso os alunos irão construir Tangrans e formarão com as peças figuras de
animais, pessoas, entre outras.

Material a ser usado

1. Xerox do molde do tangram ,em sulfite A4 colorida


2. Tesoura
3. Lápis de escrever (grafite)
4. Borracha
5. Apontador
6. Cola

Procedimentos
1. Distribua para cada aluno o sulfite colorido com o desenho do contorno das
sete peças do tangram.
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2. Ajude e oriente o aluno a recortar e a montar um animal, um quadrado ou


uma criança.
3. Depois de montado com a forma de sua preferencia e preciso colar.
4. No dia seguinte, o aluno deverá colar o tangran nas folhas de papel manilha
,para a montagem do mural, com seu nome.

Avaliação

A avaliação será feita em todas as etapas através da participação e


desempenho de cada aluno, já que todo o projeto será desenvolvido com o
gerenciamento do professor.

Cronograma
Cada encontro descrito acima foi desenvolvido na sala de aula em dois dias, 07
e 14 de novembro de 2014.

Introdução

Frustrada pela tentativa de interagir com as crianças, porque só deu para ir um


dia, neste ficamos por volta de 30 minutos, a distancia entre a escola e meu
trabalho e muito grande quase 3 horas de percurso, sendo que trabalho em dois
períodos não foi possível ter um resultado. Comentei com minha filha Claudia
Boschi Teodoro que e professor formada no Centro Específico de Formação e
Aperfeiçoamento do Magistério (CEFAM), com Graduação em licenciatura Plena
em pedagogia. E leciona em um sala de 2º ano nesta escola, mas as aulas são
no período da tarde, faltei duas sextas – feiras na faculdade Mackenzie, para
colocar em pratica o projeto. Com a possibilidade de que, não teria problema
21

com o acesso porque também sou professora na escola, não teria a rejeição dos
alunos porque sou professora no período da manhã de muito irmão e primos
destas crianças são meus alunos, o único problema e que os alunos tem 7
anos.

As instituições

A Primeira instituição foi CEMEI Rubens Bandeira, localizada Rua Joaquim


Severino Alves, 180- Vila Menck Osasco/SP, dentro das características gerais da
região e da comunidade atendidas a unidade recebe crianças da Vila Menck e
arredores. A Vila Menck é um bairro localizado no município de Osasco, São Paulo.
O seu nome se dá em homenagem para Antônio Menck ,cidadão que lutou pela
emancipação de Osasco. Sua clientela é composta na sua maioria por crianças da
comunidade local e sua cidades vizinhas (Barueri, Cotia e Jandira).
Entretanto, grande parte é oriunda das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A
escola oferece atendimento a 182 crianças na creche e 270 na Pré- escola. O prédio
é composto por dois pavimentos. No térreo funcionam duas salas de berçários, a
cozinha, o refeitório, uma sala da direção, uma sala da vice direção, dois banheiros
para uso dos professores, uma sala de reunião, a sala as secretaria, dois banheiros
para os alunos do EMEI (Jardim e Pré ), tendo a opção de(masculino e feminino)
para os funcionários do apoio, dois parques. No pavimento superior funciona
quatorze salas, sendo três para o Jardim, três para o Pré, três para os Maternais I
(a, b e c) e cinco para os Maternais II (a, b, c, d, e), dois banheiros para as crianças
e uma brinquedoteca. Tendo um total de 80 funcionários.
A Segunda instituição foi a Escola Estadual Douglas Teixeira Monteiro
Professor, localizada na Avenida Professor Oscar Campiglia, 529, Parque Ipê, São
Paulo - SP,CEP: 05762-230. Dentro das características gerais da região e da
comunidade atendida, o subdistrito é conhecido pela presença de uma grande
divisão social, onde vivem pessoas de baixa renda em favelas, residências de baixo
padrão e conjuntos habitacionais populares, ao lado de condomínios horizontais e
verticais de classe média e média alta. Além disso o bairro possui grandes áreas de
22

comércio popular e uma atividade industrial em processo de declínio, com alguns


galpões e fábricas ainda em atividade.
A escola oferece atendimento a crianças do ensino fundamental I e II ,ensino
médio. O prédio é composto por três andares. No térreo funcionam as salas da
administração, ( direção, secretaria, vice direção, dois banheiros) no subsolo 1
temos uma sala e dois banheiros ambos para uso dos professores, uma sala de
informática e oito salas de aulas, a biblioteca. Depois temos no subsolo 2 , o
refeitório a cozinha e mas seis salas de aula sendo uma sala de vídeo tendo. No
subsolo 3 temos o pátio fechado ,dois banheiros (masculinos e feminino),a cantina
da escola e a saída para a quadra que esta interditada pelo FDE a dois anos. Tendo
um total de 14 sala de aulas por período, um total de 1383 alunos matriculados este
ano, destes 514 são do ensino fundamental I , temos 7 professores de educação
básica efetivos ,não tendo o numero de professores contratados em educação
básica no total de funcionários da escola são101.

Interação entre as crianças

Cumprir a exigência do estagio, e pensando como larrosa segundo ele a


informação não é experiência. Para poder vivenciar a Zona de desenvolvimento
proximal (ZDP) de Vygotsky que é a criança se relacionando com a diferença entre o
que a criança consegue realizar sozinha e aquilo que, embora não consiga realizar
sozinha, é capaz de aprender e fazer com a ajuda de uma pessoa mais experiente.
Neste contexto eu me apoiei na minha amiga Maria Rita para fazermos o projeto,
apesar de ser professor não tenho experiência com as crianças nesta fixa etária.
A interação entre as crianças era muito boa, como as crianças tem a idade de 2
a 3 anos. Na teoria piagetiana, esta criança está em pleno desenvolvimento pré-
operatório, com o surgimento da função simbólica. Nesta fase, a criança interage
socialmente de maneira mais elaborada, pois faz uso da linguagem verbal como
forma de expressão. Além disso, é capaz de atribuir diferentes significados aos
objetos, agindo de forma criativa sobre os mesmos.
No segundo projeto aplicamos a teoria piagetiana que segundo ele. O terceiro
período é dos 7 anos aos 12 anos, aproximadamente é o das operações concretas,
a criança conhece e organiza o mundo de forma lógica ou operatória. Sua
organização social é a de bando, podendo participar de grupos maiores, chefiando e
23

admitindo. A conversação torna-se possível (já é uma linguagem socializada), pois a


fala egocêntrica desapareceu devido o desejo de trabalhar com os outros, sem que
no entanto possam discutir diferentes pontos de vista para que cheguem a uma
conclusão comum. Dentro deste ponto de vista, percebemos nas fotos tiradas que
as crianças montaram os tangram, mas não tiveram formas diferentes, na grande
maioria, sendo que foi sugeridas formas de diversos animas ou pessoas.
Mas percebi que gostaram e interagiram souber aproveitar, como larrosa
explica muito bem que esta situação e cada vez, mas raras por falta de tempo.
E com a professora da primeira e segunda escola? Pude perceber que havia
afeto entre a professora e as crianças, podendo ser traduzida em gestos simples,
como o de olhar nos olhos ao conversar, não gritando jamais, não desrespeitando o
outro, mas sim acolhendo suas demandas de aprendizagem e de cuidados. Desta
forma vi que todas estas questões que defendemos como sendo direito à creche vai
além do direito a uma matrícula. Mas deve, antes, estar calcado na busca pela
qualidade do trabalho profissional docente, visto que nos norteamos pela formação
de sujeitos críticos, autônomos e transformadores da realidade, como nos sugere
Paulo Freire.

Registro e arquivo das produções

Na primeira escola, tivemos uma dificuldade porque não podemos fazer


nenhum registro da atividade porque quando cheguei na escola e procurei a
professora Maria Rita tínhamos pouco tempo porque as crianças tem horário dentro
da rotina diária, a direção da escola não permitiu tirar foto ou ter uma participação
mas intensa porque não estava com nenhuma carta de apresentação de estagio era
atividade não oficial ,podendo ficar na sala mas só como observadora. Estas fotos
são os registros das produções das crianças que se observar com um olhar mas
atento confirma a teoria piagetiana citada na parte interação entre as crianças.

Imagens do da aplicação do projeto em sala de aula


24

Foto 12 sala de aula


Foto 13 sala de aula
F onte arquivo
pessoal Fonte arquivo
pessoal

F oto 14 sala de
aula Foto 15 de
sala
Fo nte Arquivo
pessoal Fonte Arquivo
pessoal

Foto 16 sala de
aula Foto 17
sala de aula
Fonte Arquivo pessoal Fonte arquivo pessoal
25

Foto 18 sala de aula


Fonte Arquivo pessoal

Considerações finais
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Para avaliarmos o que foi realizado, nos reunimos na faculdade, percebemos


que ao começamos projeto, pesamos em ter um tempo maior para acabar acaba
projeto, as crianças estranharam ou ficaram tímidas de alguma forma incomodadas
com a presença de uma pessoa diferente e de forma relâmpago, tivemos em media
30 minutos para brincar e observar. Foi bom porque vai despertando em nós a
vontade de trabalhar em um cargo que tenha mais feição.
Prestei um concurso público para educadora infantil, em Osasco vou ser vizinha da
minha colega de classe. No segundo projeto foi, mas próximo da minha pratica me
senti, mas a vontade, mesmo assim eles são muito pequeno qualquer coisa chora,
como citei anterior mente a professora são extremamente calmas, falam baixinho e
com firmeza, penso que se chora eu choro junto, difícil. E qual foi minha surpresa
quando, tendo que trabalhar com as crianças, tive um sentimento absoluto de estar
despreparada, fora desta realidade, que oportunidade maravilhosa.
27

Visita Brinquedoteca

Introdução
28

Trazendo um pouco de historia, a criança era vista como um ser passivo,


incapaz de discernir o verdadeiro do falso. A partir do romantismo “a criança, não é
mais um adulto em miniatura, mas um adulto em germinação” (BROUGÈRE, 1998 a,
p.73). A criança não é vista mais como uma tábula rasa que o adulto deve manipular,
ela passa a ser valorizada e respeitada como fruto da nossa futura sociedade. Esse
novo olhar sobre a criança vai valorizar a infância, e consequentemente, passa-se a
pensar em espaços para a integração da criança na comunidade social. Ao mesmo
tempo em que os movimentos feministas, começam a transformar a sociedade.
Segundo mannheim a sociedade passa a fazer uma revisão do ponto de vista do
lugar e função da mulher na sociedade moderna. Os espaços de cuidar e educar
que eram mantidos em caráter médico/assistencial se transformam com a
necessidade da “estruturação do capitalismo, a crescente urbanização e a
reprodução da força de trabalho feminina, nasce as creches. Chegam às creches os
discursos pedagógicos e aparece a primeira ideia de brinquedoteca. segundo
(Friedmmann, Adriana ,1998) surge em 1934 em ‘’Los Angeles’’, a fim de
solucionar o problema de uma loja de brinquedos, onde crianças de uma escola
municipal estavam roubando os produtos da loja. Com isso, criou-se um serviço de
empréstimo de brinquedos, chamado de Los Angeles ‘’Toy Loam’’, como um recurso
comunitário, utilizado até os dias atuais. Esse recurso comunitário expandiu-se na
década de sessenta para a Europa, especificamente na Suécia, Inglaterra, Bélgica e
França. Na Suécia em 1963, em Estocolmo surgiu à primeira Lekotec (Lucoteca), e
tinha como objetivo o empréstimo de brinquedos e orientação às famílias com
necessidades especiais, tendo a estimulação através do brinquedo como filosofia. E
na Inglaterra, em 1967 surgiram as Toys Libraries (Bibliotecas de
Brinquedos).Nascem as funções da brinquedoteca: a educacional e a terapêutica.
Em 1987, ocorreu o Congresso Internacional de Toy Libraries em Toronto, Canadá.
Onde foi discutido e questionado a adequação do nome Toy Libraries, visto que esta
instituição realizava outras funções, como apoio as famílias, orientação educacional,
estimulação à socialização e resgate da cultura. Tudo isso motivou o próprio Canadá
a alterar o nome para Centro de Recursos para a Família¹.
No Brasil, em 1971, realizou-se no Centro de Habilitação da Associação de
Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), em São Paulo, uma exposição de
brinquedos pedagógicos, direcionados aos pais de crianças ditas excepcionais, aos
profissionais e aos estudantes. A adesão ao projeto tomou proporções tão
29

significativas que a APAE criou um Setor de Recursos Pedagógicos para atender o


público, ou seja, instituiu uma ludoteca nesta instituição, que objetivava a circulação
de brinquedos entre as crianças. Percebe-se então nesta, que a brinquedoteca
surgiu com objetivos educacionais e terapêuticos, que obtinha o apoio tanto do setor
público, como privado para o funcionamento e atendimento às crianças que
visitavam o espaço educacional. Após a implantação, em 1973, a APAE adotou o
Sistema de Rodízio de Brinquedos e Materiais Pedagógicos, os brinquedos foram
centralizados com maximização no uso de todos os recursos existentes.
Conforme Ramalho (2000, p. 76), na Escola Indianápolis, em São Paulo, "foi
instituída a primeira brinquedoteca brasileira, com propósitos voltados ao ato de
brincar, com empréstimos de brinquedos e orientação direcionada à criança, com
assistência direta".Em 1984, foi fundada a entidade Associação Brasileira de
Brinquedoteca (ABBri) por Nylce Helena da Silva Cunha, sem fins lucrativos, com o
objetivo de assessorar as pessoas e as instituições que visavam implantar
Brinquedotecas, estabelecer parcerias, incentivar e promover o desenvolvimento de
estudos relacionados à área, com oferta de cursos preparatórios para formar os
mediadores deste local, o Brinquedista. Após a criação da ABBri, houve expansão
de Brinquedotecas por todo Brasil, mas, foi em São Bernardo do Campo em São
Paulo que se implantou a primeira Brinquedoteca pública. Segundo os
apontamentos feitos por Ramalho (2000, p. 76), no Brasil, existem cerca de "180
brinquedotecas inscritas, desde 2005, em diferentes regiões do país, com variados
objetivos e características". Desde então, diante de diferentes propósitos e
características, as Brinquedotecas aperfeiçoaram e cresceram, com obtenção do
reconhecimento e sua relevância à educação, que a torna um agente provocador de
mudança no trato educacional, com inovações no atendimento à população, mais
precisamente à criança.

Desenvolvimento
30

Foto entrada do biblioteca Monteiro Lobato


Fonte arquivo pessoal

Como parte do estagio supervisionado, visitamos a biblioteca Monteiro Lobato


esta localizada na Rua General Jardim, 485 centro, acompanhada dos professores
do Mackenzie responsáveis pelo estagio, a biblioteca Infantil Municipal foi criada em
14 de abril de 1936, como parte de um amplo projeto de incentivo à cultura,
elaborado por um grupo de intelectuais liderado por Mário de Andrade, então diretor
do Departamento Municipal de Cultura. É a mais antiga biblioteca infantil em
funcionamento no Brasil e precursora de outras similares, tanto no município como
no interior do estado de São Paulo. Em 1955, a biblioteca passou a denominar-se
Monteiro Lobato em homenagem ao escritor que tanto encanta crianças, jovens e
adultos. Apesar do nome biblioteca ela e uma brinquedoteca.

O que e uma brinquedoteca

Foto: Terraço Periódico


Acervo pessoal

A brinquedoteca é um local privilegiado, embora a criança tenha deveres e


obrigações, ela aprende de maneira alegre e interativa. Conforme aponta
31

Friedmmann (1992), na
brinquedoteca a criança tem
chances de descobrir-se e
descobrir também suas
capacidades e habilidades
específicas, ao passo que
ela percebe o outro e vê que não é a única no mundo, que o espaço é para
cooperar, partilhar e também competir atitudes que surgem naturalmente durante a
atividade lúdica. Nesse sentido Santo (1997, p.97) aponta que:

Foto: Transformando espaço


Fonte Arquivo pessoal

A brinquedoteca é sempre um lugar prazeroso, onde os jogos, brinquedos e


brincadeiras fazem a magia do ambiente. Todas elas têm como objetivo comum o
desenvolvimento das atividades lúdicas e a valorização do ato de brincar,
independente do tipo de brinquedoteca e do lugar onde está instalada, sejam num
bairro, numa escola, no hospital, numa clínica ou numa universidade. Cada um
destes ambientes tem sua função definida e usam os jogos e brinquedos como
estratégias para atingir seus fins, portanto cada brinquedoteca apresenta o perfil da
comunidade que lhe dá origem.
32

Foto Teatro na biblioteca


Fonte arquivo pessoal

Segundo Cunha (1992) a brinquedoteca é um ambiente planejado para incitar a


criança a brincar, permitindo o acesso a uma diversidade de jogos e brincadeiras.
Estimula também a curiosidade, criatividade e o seu desenvolvimento cognitivo. A
escola se torna um importante local para intensificar o convívio entre as crianças
além da sala de aula. Dentro deste contexto o segundo espaço visitado foi à escola
de educação infantil do Mackenzie. Um dos espaços privilegiados é a brinquedoteca,
que, mais do que diversão, também se caracteriza por ser um ambiente de aprendizagem e,
portanto, deve ser usada mediante um planejamento adequado. É um grande desafio conciliar a
aprendizagem e o livre brincar. Fundamentados em Brougère, construímos um quadro comparativo,
diferenciando a brincadeira como fim em si mesmo e a brincadeira utilizada como recurso didático,
sendo esse primeiro, defendido pelo autor.

JOGO/BRINCADEIRA COMO JOGO/ BRINCADEIRA COMO


RECURSO DIDÁTICO
FIM EM SI MESMO
 Jogo como preparação para a vida  Jogo como um suporte de
coletiva. aprendizagem.
 Visa favorecer o jogo livre: permite que  Está em função das atividades
as próprias crianças se organizem, estruturadas, daí a noção de jogo
privilegiando sua autonomia, educativo.
socialização e sociabilidade.
 Focado nas aquisições necessárias à  Focado nas aquisições escolares:
vida coletiva: aptidão para comunicar- preocupação de antecipar as futuras
se, respeito pelo outro, aceitação das aprendizagens.
restrições da vida coletiva e autonomia.
 A brincadeira livre é a atividade  Jogos educativos com fins didáticos
principal e os jogos educativos ocupam ocupam lugar principal e a brincadeira
lugar secundário. livre não tem valor pedagógico.
33

 Jogos são atividades pertinentes à  Jogo apresenta-se limitado a um


cultura lúdica da criança, é um lugar de tempo e um espaço através dos
experiência específica quanto à cantinhos de jogos, ou transformado
linguagem. O jogo é um espaço de em uma atividade educativa: o jogo
inovação, de criação para a criança. educativo. Trata-se de pensar o objeto
lúdico em função dos objetivos que se
quer atingir.
O professor age nos bastidores:  O professor age controlando e
estimulando o jogo, intervindo quando determinando as ações que as
necessário ou aceitando o papel que a crianças devem tomar com o intuito de
criança lhe pede para desempenhar. se atingir o objetivo proposto por ele.
 A escolha do material é de suma  A escolha do material é pensada de
importância para o desenrolar da acordo com o intuito de apreender os
brincadeira e deve estimular atitudes conteúdos didáticos, dessa forma, tudo
de descoberta e de manipulação. assume a forma de jogo.

"Primeiro, é preciso qualificar as atividades que serão propostas, criando


condições adequadas para estimular a criatividade", Neste sentido o Mackenzie
optou por instalar cantos temáticos de Atividades e brincadeiras internas, outras ao
ar livre, oficina de exposição dos trabalhos, de leitura, estória, música, dança, para
ter um maior numero de opções a oferecer. Contudo, a brinquedoteca não tem uma
infraestrutura sofisticada é montada numa sala, com as adaptações necessárias
para garantir o conforto e a segurança das crianças. Móveis, decoração, brinquedos
e os jogos seguem as sugestões de brinquedos de acordo com a faixa etária.
Cavalinhos de pau, carrinhos de puxar e empurrar, blocos de construção
simples, cadeiras de balanço, veículos sem pedais, que se movem pelo impulso dos
pés, veículos com pedais, triciclos, bonecas com pés e mãos articulados, jogos de
memória, roupas de fantasia, super-heróis, máscaras, miniaturas de figuras simples,
soldados de chumbo, maquiagem, bolsas, bijuterias, móveis do tamanho da criança
aviões, barcos e autoramas, Jogos de xadrez, damas, simulação e mistério, kits para
experimentos científicos, miniaturas diversas e objetos que simulem a vida cotidiana
dos adultos, como móveis de escritório, de casa e de hospital, entre outros.
34

Conclusão

Como observamos, antes da ruptura romântica não havia relação direta entre
jogo e educação. A ideia de que o jogo enquanto tal teria um valor educativo não
parece poder ser enunciada. É a partir de uma mudança da representação da
criança que a concepção de jogo passa a oscilar. O discurso romântico começa a
atribuir ao jogo um valor educativo. Mas, se através do que convencionou chamar de
jogo educativo, o professor intervém com a vontade de dominar o seu conteúdo e
35

resultado, são as características específicas do jogo que desaparecem, passando a


ser então, um recurso didático.
As análises realizadas por Brougère nos sistemas pré-escolares franceses em
comparação com outros sistemas nos permitiram constatar a presença de dois
paradigmas existentes: a brincadeira como fim em si mesmo e a brincadeira como
recurso didático. Brougère (1998 a) ressalta esse segundo paradigma como
dominante na França na época de sua pesquisa. Outros estudos realizados em
diferentes regiões aqui no Brasil como os de Wajskop (1995), Kishimoto (2001) e
Vilela (2007), dentre outros, também apresentam indícios do predomínio desse
segundo paradigma. No cenário de Educação Infantil encontrado aqui no Brasil
também não é diferente. O jogo/ a brincadeira só parece ter importância se estiver
relacionado a um objetivo didático a ser atingido pelo professor, de forma que o
brincar da criança só encontra espaço nos momentos de recreação.
Apesar de a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996, art.29),
estabelecer que a educação infantil tenha como finalidade “o desenvolvimento
integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico,
intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”, e as
Diretrizes Nacionais Curriculares da Educação Infantil- DNCEI (2009, art. 9º)
estabelecerem que a brincadeira, ao lado das interações, figura como eixo norteador
das práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da educação infantil, o
que se observa é uma tendência de se privilegiar o aspecto intelectual e cognitivo,
em detrimento dos demais. Essa tendência é fruto de questões muito mais amplas,
que perpassam por concepções históricas, políticas, sociais e culturais, que
influenciam as representações dos educadores acerca do brincar e da função da
instituição de educação infantil e que, por conta do tempo e do espaço não nos cabe
aqui discorrer sobre essas questões.
Contudo, vale ressaltar que a brincadeira é uma das atividades sociais da
criança, efeito de uma aprendizagem específica, no qual o conteúdo importa menos
que a possibilidade de estar com os outros.
36

Referências Bibliográficas

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Tecnológica,1997.
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educação: algumas classificações e diretrizes – Material de Estudo, 2008.
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Silva, M. D. Educação Ideologia e Complexidade: contribuição para a crítica ao
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Doutoramento defendida pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de
Campinas-SP (UNICAMP). Campinas 2010.
ORWELL, George. A revolução dos bichos. São Paulo: Globo, 2003.

Referencia da internet

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Paulo: Paz e Terra, 1996, 41ª reimpressão (coleção leitura)
http://www.google.com.br
http://www.baixaki.com.br/download/peces.htm
http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/como-construir-tangram.