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Tratado de Roma

Universidade dos Açores


Disciplina de Direito Comunitário
Discente: Ana Cláudia Araújo

Direito Comunitário 08/ Novembro/ 04

1. Enquadramento Histórico

Integração e cooperação política


Tratado de Paris (1951)
Alargar horizontes
Tratado de Roma (1957)

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2. Identificação do Tratado

Assinado a 25 de Março de 1957


Entra em vigor a 1 de Janeiro de 1958
Instituiu a CEE e a CEEA ou EURATOM
República Federal da Alemanha; Bélgica;
França; Itália; Luxemburgo; Países Baixos.

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2. Identificação do Tratado
Os Estados Membros declararam-se:
Determinados a estabelecer os fundamentos de uma união cada
vez mais estreita entre os povos europeus,
Decididos a assegurar, mediante uma acção comum, o progresso
económico e social dos seus países, eliminando as barreiras que
dividem a Europa,
Fixando como objectivo essencial dos seus esforços a melhoria
constante das condições de vida e de trabalho dos seus povos,
Reconhecendo que a eliminação dos obstáculos existentes requer
uma acção concertada tendo em vista garantir a estabilidade na
expansão económica, o equilíbrio nas trocas comerciais e a
lealdade na concorrência,

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Preocupados em reforçar a unidade das suas economias e
assegurar o seu desenvolvimento harmonioso pela redução das
desigualdades entre as diversas regiões e do atraso das menos
favorecidas,
Desejosos de contribuir, mercê de uma política comercial comum,
para a supressão progressiva das restrições ao comércio
internacional,
Pretendendo confirmar a solidariedade que liga a Europa e os
países ultramarinos, e desejando assegurar o desenvolvimento da
prosperidade destes, em conformidade com os princípios da Carta
das Nações Unidas,
Resolvidos a consolidar, pela união dos seus percursos, a defesa da
paz e da liberdade e apelando para os outros povos da Europa que
partilham dos seus ideais para que se associem aos seus esforços.

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Artigo 1º
«Pelo presente Tratado, as Altas Partes Contratantes instituem
entre si uma Comunidade Económica Europeia.»

Artigo 2º

«A Comunidade tem como missão promover, pelo


estabelecimento de um mercado comum e pela aproximação
progressiva das políticas económicas dos Estados membros, um
desenvolvimento harmonioso das actividades económicas no
seio da Comunidade, um maior grau de estabilidade, um
aumento acelerado do nível de vida e relações mais estreitas
entre os Estados que a integram.»

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Princípio de Subsidiariedade

Idealizado como princípio no Tratado de Roma

Colocado em prática no Tratado de Maastricht (Artigo 3º-B)

Vertente positiva e negativa

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3. Objectivos do Tratado

Os fins do Tratado vão-se desenvolver


através das 4 liberdades:liberdades

– Liberdade de circulação de Capitais;


– Liberdade de circulação de Serviços;
– Liberdade de circulação de Mercadorias;
– Liberdade de circulação de Pessoas.

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3. Objectivos do Tratado
Artigo 3º
«Para alcançar os fins enunciados no artigo anterior, a acção da
comunidade implica, nos termos do disposto e segundo o
calendário previsto no presente Tratado:

a) A eliminação, entre os Estados membros, dos direitos


aduaneiros e das restrições quantitativas à importação e à
exportação de mercadorias, bem como de todas as medidas de
efeito equivalente;

b) O estabelecimento de uma pauta aduaneira comum e de uma


política comercial comum em relação aos Estados terceiros;

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c) A abolição, entre os Estados membros, dos obstáculos à livre


circulação de pessoas, de serviços e de capitais;

d) A adopção de uma política comum no domínio da agricultura;

e) A adopção de uma política comum no domínio dos transportes;

f) O estabelecimento de um regime que garanta que a concorrência


não seja falseada no mercado comum;

g) A aplicação de processos que permitam coordenar as políticas


económicas dos Estados membros e sanar os desequilíbrios das
suas balanças de pagamentos;

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h) A aproximação das legislações nacionais na medida em que tal
seja necessário ao bom funcionamento do mercado comum;

i) A instituição de um Fundo Social Europeu destinado a melhorar


as possibilidades de emprego dos trabalhadores e a contribuir
para o aumento do seu nível de vida;

j) A instituição de um Banco Europeu de Investimento destinado a


facilitar a expansão económica da Comunidade mediante a
criação de novos recursos;

k) A associação dos países e territórios ultramarinos com o


objectivo de incrementar as trocas comerciais e de prosseguir
em comum o desenvolvimento económico e social.»

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Mercado Comum

Artigo 8.º
«1. O mercado comum será progressivamente estabelecido ao
longo de um período de transição de doze anos.
O período de transição será dividido em três fases, de quatro anos
cada, cuja duração pode ser modificada nos termos das disposições
seguintes.
(...)
3. A passagem da primeira para a segunda fase ficará condicionada
à verificação de que o essencial dos objectivos expressamente
definidos no presente Tratado para a primeira fase foi
efectivamente atingido e de que, sem prejuízo das excepções e dos
procedimentos previstos neste Tratado, os compromissos foram
respeitados.(...)»

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União Aduaneira

Artigo 12.º

«Os Estados membros abster-se-ão de introduzir entre si novos


direitos aduaneiros de importação e de exportação ou encargos
de efeito equivalente e de aumentar aqueles que já aplicam nas
suas relações comerciais mútuas.»

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Artigo 13.º

«1. Os direitos aduaneiros de importação, em vigor entre os


Estados membros, serão por estes progressivamente suprimidos
durante o período de transição, nos termos dos artigos 14.º e
15.º.

2. Os encargos de efeito equivalente aos direitos aduaneiros de


importação, em vigor entre os Estados membros, serão por estes
progressivamente suprimidos durante o período de transição. A
Comissão fixará, por meio de directivas, o calendário desta
supressão, regulando-se pelas disposições constantes nos n.ºs 2 e
3 do artigo 14.º , bem como pelas directivas adoptadas pelo
Conselho nos termos do n.º 2 do mesmo artigo.»

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Artigo 18.º

«Os Estados membros declaram-se dispostos a contribuir para o


desenvolvimento do comércio internacional e para a redução dos
entraves às trocas comerciais, concluindo acordos que visem,
numa base de reciprocidade e de vantagens mútuas, a redução dos
direitos aduaneiros abaixo do nível geral do que poderiam
prevalecer-se, pelo facto de haverem instituído entre si uma união
aduaneira.»

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Eliminação das restrições quantitativas


entre os Estados membros:

Artigo 30.º

«Sem prejuízo das disposições seguintes, são proibidas, entre os


Estados membros, as restrições quantitativas à importação, bem
como todas as medidas de efeito equivalente.»

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PAC

Artigo 39.º

«1. A política agrícola comum tem como objectivos:

a) Incrementar a produtividade da agricultura, fomentando o


progresso técnico, assegurando o desenvolvimento racional da
produção agrícola e a utilização óptima dos factores de
produção, designadamente da mão-de-obra;
b) Assegurar, deste modo, um nível de vida equitativo à população
agrícola, designadamente pelo aumento do rendimento
individual dos que trabalham na agricultura;

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c) Estabilizar os mercados;
d) Garantir a segurança dos abastecimentos;

2. Na elaboração da política agrícola comum e dos métodos


especiais que ela possa implicar, tomar-se-á em consideração:

a) A natureza particular da actividade agrícola decorrente da


estrutura social da agricultura e das disparidades estruturais e
naturais entre as diversas regiões agrícolas;
b) A necessidade de efectuar gradualmente as adaptações
adequadas;
c) O facto de a agricultura constituir, nos Estados membros, um
sector intimamente ligado ao conjunto da economia.»

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Os Trabalhadores

Artigo 48.º

«1. A livre circulação dos trabalhadores deve ficar assegurada, na


Comunidade, o mais tardar no termo do período de transição.
2. A livre circulação dos trabalhadores implica a abolição de toda e
qualquer discriminação em razão da nacionalidade, entre os
trabalhadores dos Estados membros, no que diz respeito ao
emprego, à remuneração e demais condições de trabalho.
3. A livre circulação dos trabalhadores compreende, sem prejuízo
das limitações justificadas por razões de ordem pública,
segurança pública e saúde pública, o direito de:

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a) Responder a ofertas de emprego efectivamente feitas;


b) Deslocar-se livremente, para o efeito, no território dos Estados
membros;
c) Residir num dos Estados membros a fim de nele exercer uma
actividade laboral, em conformidade com as disposições
legislativas regulamentares e administrativas que regem o
emprego dos trabalhadores nacionais;
d) Permanecer no território de um Estado membro depois de nele
ter exercido uma actividade laboral, nas condições que serão
objectivo de regulamentos de execução a estabelecer pela
comissão.
4. O disposto no presente artigo não é aplicável aos empregos na
administração pública.»

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O Direito de Estabelecimento

Artigo 52.º
«No âmbito das disposições seguintes, suprimir-se-ão
gradualmente, durante o período de transição, as restrições à
liberdade de estabelecimento dos nacionais de um Estado membro
no território de outro Estado membro. (…)
A liberdade de estabelecimento compreende tanto o acesso às
actividades não assalariadas e o seu exercício, como a constituição
e a gestão de empresas e designadamente de sociedades, na acepção
do segundo parágrafo do artigo 58.º, mas as condições definidas na
legislação do país de estabelecimento par aos seus próprios
nacionais, sem prejuízo no disposto no capítulo relativo aos
capitais.»

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Os Serviços
Artigo 59.º

«No âmbito das disposições seguintes, as restrições à livre


prestação de serviços na Comunidade serão progressivamente
suprimidas, durante o período de transição, em relação aos
nacionais dos Estados membros estabelecidos num Estado da
Comunidade que não seja o do destinatário da prestação.
O Conselho, deliberando por maioria qualificada, sob
proposta da Comissão, pode determinar que as disposições do
presente capítulo são extensivas aos prestadores de serviços,
nacionais de um Estado terceiro e estabelecidos na
Comunidade.»

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Artigo 60.º

«Para efeitos do disposto no presente Tratado, consideram-se “serviços”


as prestações realizadas normalmente mediante remuneração, na medida
em que não sejam reguladas pelas disposições relativas à livre circulação
de mercadorias, de capitais e de pessoas.
Os serviços compreendem designadamente:
a) Actividades de natureza industrial;
b) Actividades de natureza comercial;
c) Actividades artesanais;
d) Actividades das profissões liberais.
Sem prejuízo do disposto no capítulo relativo ao direito de
estabelecimento, o prestador de serviços pode, para a execução da
prestação exercer, a título temporário, a sua actividade no Estado onde a
prestação é realizada, nas mesmas condições que esse Estado impõe aos
seus próprios nacionais.»

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Os capitais

Artigo 67.º

«1. Os Estados membros suprimirão progressivamente entre si,


durante o período de transição, e na medida em que tal for
necessário ao bom funcionamento do mercado comum, as
restrições aos movimentos de capitais pertencentes a pessoas
residentes nos Estados membros, bem como as discriminações de
tratamento em razão da nacionalidade ou da residência das partes,
ou do lugar do investimento.
2. Os pagamentos correntes relativos aos movimentos de capitais
entre os Estados membros ficarão livres de quaisquer restrições, o
mais tardar no final da primeira fase.»

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Disposições sociais

Artigo 117.º

«Os Estados membros reconhecem a necessidade de promover a


melhoria de vida e de trabalho dos trabalhadores, de modo a
permitir a sua igualização no processo.
Os Estados membros consideram que tal evolução resultará não só
do funcionamento do mercado comum, que favorecerá a
harmonização dos sistemas sociais, mas também dos
procedimentos previstos no presente Tratado e da aproximação das
disposições legislativas regulamentares e administrativas.»

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Disposições sociais

Artigo 130.º-R
«(...)
- preservar, proteger e melhorar a qualidade do ambiente;
- contribuir para a protecção da saúde das pessoas;
- assegurar uma utilização prudente e racional dos recursos
naturais. (...)»

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Associação dos países e
territórios ultramarinos

Artigo 131.º

«Os Estados membros acordam em associar à Comunidade os


países e territórios não europeus que mantêm relações especiais
com a Bélgica, a Dinamarca, a Itália, os Países Baixos e o Reino
Unido.(...)
A finalidade da associação é promover o desenvolvimento
económico e social dos países e territórios e estabelecer relações
económicas estreitas entre eles e a Comunidade no seu conjunto.
(...)»

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4. Orgãos do Tratado

O Parlamento Europeu
O Conselho
A Comissão
O Tribunal de Justiça
O Comité Económico e Social

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Quadro comparativo

Tratado de Roma Tratado de Maastricht

Parlamento Europeu Parlamento Europeu


Conselho Conselho
Comissão Comissão
Tribunal de Justiça Tribunal de Justiça
Comité Económico e Social Tribunal de Contas
Comité Económico e Social
Comité das Regiões

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Parlamento Europeu

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Composto por representantes dos povos dos Estados, eleitos por
sufrágio universal directo;

Exerce os poderes de deliberação e controlo;


Realiza uma sessão anual na 2.ª Terça-feira de Março em sessão
extraordinária, a pedido:
•da maioria dos seus membros;
•do Conselho;
•da Comissão.

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Parlamento Europeu

Designa entre os seus membros o presidente da mesa;


Pode colocar questões por escrito ou oralmente à Comissão,
respeitando o regulamento interno;

Delibera por maioria dos votos expressos;


Pode apreciar a moção de censura apresentada sobre as
actividades da Comissão.

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Conselho

Coordenação das políticas económicas gerais dos Estados-


membros;
Poder de decisão;
Atribui à Comissão as competências de execução das normas
que estabelece, reservando o direito de excepção;
Composto por 1 elemento de cada Estado-membro, designado
pelo mesmo;
Presidência rotativa e exercida por um período de 6 meses;

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Conselho

Reúne-se por convocação: do seu presidente; de um dos seus


membros; da Comissão;
Deliberações por maioria dos seus membros ou maioria
qualificada;
Deliberando por unanimidade: alterar uma proposta da
Comissão e o seu n.º de membros;
Por maioria qualificada: Fixação de vencimentos, subsídios,
abonos e pensões.

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Comissão
Garantir o desenvolvimento do Mercado Comum:
– Fazer cumprir os princípios do Tratado e as medidas tomadas pelas
Instituições;
– Formular recomendações e pareceres;
– Poder de decisão próprio;
– Executar regras estabelecidas pelo Conselho;
Publicar todos os anos 1 relatório geral sobre as actividades das
Comunidades;
Composta por 17 membros nacionais dos Estados-membros, nomeados
por 4 anos;
Deliberações por maioria do número.

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Tribunal de Justiça

Garante o respeito do direito de interpretação e aplicação do


Tratado;
Composto por 13 juízes, assistido por 6 advogados gerais,
substituídos de 3 em 3 anos;
Tipos de recursos apresentados:

• Por incumprimento
• De anulação não têm efeitos suspensivos
• Por omissão
• Reenvio Prejudicial

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Comité Económico e Social

Natureza consultiva;
Composto por representantes dos diferentes sectores da vida
económica e social, nomeados por 4 anos, pelo Conselho,
deliberando por unanimidade;
Contém secções especializadas para os principais sectores
abrangidos pelo Tratado.

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Normas Comunitárias
Artigo 189.º

«Para o desempenho das suas atribuições e nos termos do presente


Tratado, o Conselho e a Comissão adoptam regulamentos e directivas,
tomam decisões e formulam recomendações ou pareceres.
O regulamento tem carácter geral. É obrigatório em todos os seus
elementos e directamente aplicável em todos os Estados membros.
A directiva vincula o Estado membro destinatário quanto ao resultado
a alcançar, deixando, no entanto, às instâncias nacionais a
competência quanto à forma e aos meios.
A decisão é obrigatória em todos os seus elementos para os
destinatários que ela designar.
As recomendações e os pareceres não são vinculativos.»

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5. Êxitos do Tratado
Sucesso rápido e evidente

Do comércio intra-comunitário;
Comercial com países terceiros;
Aumento acelerado do nível de vida;
Maior grau de estabilidade dos países;
Relações mais estreitas entre os Estados membros;
Desenvolvimento harmonioso das actividades económicas.

Vontade de adesão à CEE

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6. EFTA

4 de Janeiro de 1960, Convenção de Estocolmo (Grã-


Bretanha, Dinamarca, Noruega, Suécia, Suíça, Áustria e
Portugal);
Objectivos:

Estabelecer 1 mercado comum entre 19 estados, criar uma zona


de comércio livre;
Eliminar os direitos aduaneiros e restrições quantitativas nas
relações entre os seus membros;
Manutenção de 1 regime preferencial britânico em relação à
Commonwealth.

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6. EFTA
Orgãos:
Conselho
Secretariado
Comités

Fracasso
Produtos industrias
Inexistência pauta aduaneira comum
Adesão dos seus membros à CEE
Ausência de orgãos supra estatais permanentes e de processos de
integração económica e política

Criação do Espaço Económico Europeu (EEE)

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7. Porquê a revisão do Tratado:

Desaparecimento do bloco de leste;


Projecto do Mercado Interno;
Combate contra o terrorismo, a criminalidade e a droga;
Crescente actividade dos principais parceiros comerciais;
Exigência do reforço da coesão económica e social;
Grandes questões da defesa do ambiente;
Desafios na esfera das relações internacionais;
Reforçada dimensão política.

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