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2.8
2.8

Na questão é dado que:

ε x = 0,002 ε y = - 0,004 ε xy = 0,001

01
01

Assim como referenciado na questão, podemos ver nas equações 2.3.6 SAAD, as equações de transformação:

do

livro do

2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001

*A partir de agora utilizarei os recursos de processamento algébrico, cálculo e gráficos do programa MAPLE para resolução da questão:

2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
Definindo a relação de transformação extraída da seção 2.3.6 dada por:

Definindo a relação de transformação extraída da seção 2.3.6 dada por:

Definindo a relação de transformação extraída da seção 2.3.6 dada por:
Definindo a relação de transformação extraída da seção 2.3.6 dada por:
2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001

Agora atribuindo os valores pré-determinados:

2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001

Assim:

2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
2.8 Na questão é dado que: ε = 0,002 ε = - 0,004 ε = 0,001
2.8
2.8
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
02
02

Podemos gerar um gráfico com as deformações:

2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os

Agora, podemos determinar para cada curva os valores de ε máximos e os valores de θ (em

radianos) que tornam as deformações máximas:

2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8 02 Podemos gerar um gráfico com as deformações: Agora, podemos determinar para cada curva os
2.8
2.8
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
02
02
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os
2.8 02 Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os

Agora para resumir temos a tabela abaixo que demonstra as deformações máximas, e os ângulos em radianos e sua conversão em graus:

Deformações máximas

Valor

θ [rad]

(θ) °

 

0,0022

0.1608752772

9,2°

ε x máx

  • 3.302467931 189,2°

 
 

0,0022

  • 1.731671604 99,2°

 

ε y- máx

  • 4.873264258 279,2°

 
 

0,0032

  • 2.517063762 144,2°

 

ε xy- máx

  • 5.658662421 324,2°

 
2.10
2.10
01
01

Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de deformações devemos encontrar seu autovalor e autovetor:

*A partir de agora utilizarei os recursos de processamento algébrico, cálculo e gráficos do programa MAPLE para resolução da questão:

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita /
Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita /
Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita /
Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita /
Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita /

Trata-se de um problema envolvendo Valor principal e que teremos como resultado um par (incógnita / Vetor), esse par pode ser interpretado como: (Autovalor ε e o Autovetor {n}, representando os valores de deformações principais e direções principais, respectivamente. A resolução abaixo seguirá através da solução intuitiva até o resultado de autovalores para a matriz expressa anteriormente e também abaixo teremos a solução através de comando implementado do MAPLE que já retorna o valor direto.

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de

Para esta solução nós chamaremos a variável já que o primeiro já condiz a matriz:

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de

de λ para não confrontar símbolos de entrada

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de

Inserindo uma matriz identidade após a igualdade para poder realizar operações entre os membros:

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de

Como o autovetor não pode ser nulo então a outra parcela do produto ( igual a 0:

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de

) precisa ser

2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
2.10 01 Nesta questão estamos diante de um problema de valor principal, dada uma matriz de
02
02
2.10
2.10
02 2.10 Então, encontramos os autovalores que refletem as deformações principais: Então, tem-se as deformações principais:

Então, encontramos os autovalores que refletem as deformações principais:

02 2.10 Então, encontramos os autovalores que refletem as deformações principais: Então, tem-se as deformações principais:

Então, tem-se as deformações principais:

02 2.10 Então, encontramos os autovalores que refletem as deformações principais: Então, tem-se as deformações principais:
2.10
2.10

E as respectivas direções principais associadas:

2.10 E as respectivas direções principais associadas: 03
03
03
3.8
3.8

No exercício anterior, 3.7 prova-se que:

01
01
3.8 No exercício anterior, 3.7 prova-se que: 01 A questão já delimita as seguintes regiões: 0

A questão já delimita as seguintes regiões:

0 x L -c y c

E atribui também os seguintes valores:

L = 1 c = 0.1 P = 1

*A partir de agora utilizarei os recursos de processamento algébrico, cálculo e gráficos do programa MAPLE para resolução da questão:

3.8 No exercício anterior, 3.7 prova-se que: 01 A questão já delimita as seguintes regiões: 0
Agora vamos substituir na equação da tensão máxima, com L sendo o comprimento da igual a
Agora vamos substituir na equação da tensão máxima, com L sendo o comprimento da igual a
Agora vamos substituir na equação da tensão máxima, com L sendo o comprimento da igual a

Agora vamos substituir na equação da tensão máxima, com L sendo o comprimento da igual a 1; e -c ≤ y ≤ c, com c = 0.1. Além disso tem-se o carregamento P unitário, P = 1. Dessa forma temos que a Tensão Principal Máxima:

Agora vamos substituir na equação da tensão máxima, com L sendo o comprimento da igual a
3.8 No exercício anterior, 3.7 prova-se que: 01 A questão já delimita as seguintes regiões: 0
3.8 No exercício anterior, 3.7 prova-se que: 01 A questão já delimita as seguintes regiões: 0

Com isso o gráfico demonstra a plotagem dos contornos da tensão principal:

3.8 No exercício anterior, 3.7 prova-se que: 01 A questão já delimita as seguintes regiões: 0
3.8
3.8
02
02
3.10
3.10
01
01

Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que :

3.10 01 Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que : Para o plano: A questão

Para o plano:

3.10 01 Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que : Para o plano: A questão

A questão trás as componentes de tensão como:

3.10 01 Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que : Para o plano: A questão

*A partir de agora utilizarei os recursos de processamento algébrico, cálculo e gráficos do programa MAPLE para resolução da questão:

3.10 01 Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que : Para o plano: A questão

Vamos atribuir as variáveis:

3.10 01 Usando os resultados da questão 3.4, demonstramos que : Para o plano: A questão
3.10
3.10
3.10 02 Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:
3.10 02 Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:
02
02
3.10 02 Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:

Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:

3.10 02 Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:
3.10 02 Agora da questão 3.4 concluímos que a tensão máxima de cisalhamento é dada por:
3.10
3.10
03
03

O gráfico gerado pode ser comparado com a figura 8.28 de contornos fotoelásticos mostrados no livro do SAAD.

3.10 03 O gráfico gerado pode ser comparado com a figura 8.28 de contornos fotoelásticos mostrados
3.10 03 O gráfico gerado pode ser comparado com a figura 8.28 de contornos fotoelásticos mostrados