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UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

PLANO DE ENSINO

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso: Ciências Biológicas


Componente curricular: Ecologia de Organismos e Populações
Fase: Terceira
Ano/semestre: 2018 / I
Número da turma:
Número de créditos: 5
Carga horária – Hora aula: 90 h
Carga horária – Hora relógio: 75 h
Professor: Daniela Oliveira de Lima
Atendimento ao Aluno:

2. OBJETIVO GERAL DO CURSO

O Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas se volta à formação de cidadãos críticos e reflexivos, com
capacitação profissional na área específica, envolvidos com as temáticas da educação, do meio social, recursos
naturais e com o ambiente. O curso viabilizará a titulação de um profissional com concepção científica, atitude
consciente, com fundamentação teórica, para a atuação docente no ensino fundamental e médio, sem descuidar de
suas outras atribuições como biólogo. Entre as competências específicas, se destaca a capacidade de atuar de
forma ativa como mediador da aprendizagem, participando com o aluno do processo de produção do conhecimento,
propondo soluções e ações estratégicas através da utilização de recursos inovadores na área do ensino
considerando a realidade sócio econômica-cultural da comunidade em que está inserido.

3. EMENTA

Introdução à ecologia e níveis de organização dos seres vivos. Fatores abióticos e bióticos. Fatores Limitantes.
Condições e recursos. Níveis de tolerância e adaptações ao ambiente físico. Nicho ecológico. Parâmetros
demográficos e estruturais de populações. Crescimento e regulação populacional. Seleção r e k. Generalistas
versus especialistas. Metapopulação. Interações ecológicas negativas e positivas. Coevolução. Manejo e
conservação de fauna: criação; caça e tráfico de animais silvestres. Manejo e conservação de flora: recursos
madeireiros e não madeireiros. Espécies exóticas. Métodos básicos de amostragem, coleta e análise de dados para
o estudo de hipóteses em ecologia de organismos e de populações.
4. OBJETIVOS

4.1. GERAL
Compreender os níveis de organização dos seres vivos. Compreender os objetivos e métodos da ecologia.
Compreender os principais conceitos de ecologia de organismos e de populações. Ter conhecimento dos principais
métodos de manejo de biodiversidade e suas consequências. Exercitar o raciocínio do teste de hipótese em
ecologia.

4.2. ESPECÍFICOS
 Propiciar um momento de formação e consolidação de conceitos importantes em ecologia de organismos e
populações;
 Desenvolver atividades educativas variadas com vistas a sensibilizar os acadêmicos em relação às
questões éticas e ambientais;
 Interligar conceitos e conhecimentos acerca da compreensão de processos de conservação da natureza;
 Promover a autonomia e a curiosidade científica;
 Contribuir para a formação do raciocínio investigativo nos alunos através do método científico.
5. CRONOGRAMA E CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Encontro DATA CONTEÚDO


Apresentação da disciplina, da ementa e formação dos grupos de trabalho (desastres
1 16/03/2018 ambientais, interações ecológicas, manejo e conservação de fauna e flora e espécies exóticas).
Introdução à Ecologia.
2 16/03/2018 Formação grupos de trabalho do PI. Atividade sobre desastres ambientais.
Fatores abióticos e bióticos. Fatores Limitantes. Condições e recursos. Níveis de tolerância e
3 23/03/2018
adaptações ao ambiente físico. Nicho ecológico.
4 06/04/2018 Saída de campo: fauna e flora regional e suas relações ecológicas com o meio e entre si.
Filme: Charles Darwin and the Tree of Life narrado por David Attenborough
https://vimeo.com/39225113
5 06/04/2018
Trazer computador para explorar o site http://www.onezoom.org/ e elaborar uma síntese
evolutiva para uma espécie a sua escolha (invertebrado ou planta)
6 13/04/2018 Leitura de artigos de opinião da revista Nature do ano de 2016.
7 13/04/2018 Apresentação artigos lidos na última aula.
Espécies exóticas. Filme O pesadelo de Darwin (2004 - 107 min) e discussão sobre o impacto
8 20/04/2018
socioambiental da introdução de espécies exóticas.
9 27/04/2018 Lista de exercícios fatores bióticos e abióticos e Lista de exercícios Townsend et al. 2006.
10 27/04/2018 Atividade em grupo espécies brasileiras e fatores determinantes de sua distribuição geográfica.
11 04/05/2018 Projeto interações ecológicas.
12 04/05/2018 Projeto interações ecológicas.
Correção lista de exercícios.
13 11/05/2018
Prova 1 - Fatores bióticos e abióticos, espécies exóticas, listas de exercícios e filmes.
14 18/05/2018 Ecologia de populações I.
15 25/05/2018 Lista de exercícios - ecologia de populações.
16 25/05/2018 Ecologia de populações II.
17 01/06/2018 Projeto espécies exóticas em Cerro Largo.
18 01/06/2018 Projeto espécies exóticas em Cerro Largo.
19 08/06/2018 Ecologia de Populações III.
20 15/06/2018 Seminários manejo e conservação de fauna e flora.
21 15/06/2018 Seminários manejo e conservação de fauna e flora.
Correção lista de exercícios.
22 22/06/2018
Prova 2 - Ecologia de populações, interações ecológicas, lista de exercícios e filmes.
23 29/06/2018 Recuperação.

6. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Esta disciplina será baseada em aulas expositivas-dialogadas, aula de campo, listas de exercícios, dinâmicas
de discussão em grupo, projeto de investigação científica em ecologia, discussão de filmes e apresentação de
seminários.
As aulas expositivas-dialogadas têm por objetivo discutir temas amplos e de aplicação prática dentro da
ecologia de organismos e populações. As listas de exercícios complementam os temas abordados em aula. Os
projetos de investigação científica, além de propiciar momentos para discussão dos conceitos ecológicos, também
propiciam um momento de formação de lideranças e autonomia nos alunos, além de aproximar os alunos do método
científico. Os seminários têm por objetivo principal discutir questões ecológicas em relação às espécies brasileiras.
Os filmes servem de base para discussão de temas que relacionam a ecologia com questões sociais relevantes e
atuais.
No início da disciplina será realizada uma aula de campo com o objetivo de incentivar que os alunos
questionem o que veem na natureza. A mesma será executada da seguinte maneira: em uma área com vegetação
nativa e os alunos devem encontrar uma espécie (se for planta coletar e fotografar, se for animal apenas fotografar)
e imaginem o que ela precisa pra viver. Todos alunos farão isso e nós iremos discutir o ambiente e as interações
dessas espécies.
Abaixo seguem informações detalhadas sobre como serão realizadas as diferentes atividades propostas:

1. Leitura de artigos da revista Nature


Selecionei entre os artigos de opinião publicados na revista Nature no ano de 2016 aqueles relacionados a
temática ambiental (Anexo). Os alunos terão um turno de aula para fazer a leitura desses textos. Os mesmos estão
disponíveis na internet em língua inglesa e suas referências constam no anexo desse plano de ensino. Após a
leitura, os alunos deverão fazer uma apresentação dos artigos lidos , esta deve ter aproximadamente 15
minutos, deve enfatizar os principais pontos e apresentar gráficos e figuras, quando houver no texto, ou mesmo
outros gráficos e figuras relacionadas que possam colaborar para a explicação do tema. Os grupos poderão ter até
três integrantes.

2. Atividade espécies brasileiras e sua distribuição geográfica


No início da aula cada grupo receberá como tema uma espécie nativa do Brasil. Os grupos deverão buscar
na internet informações sobre a distribuição geográfica e características da história de vida dessas espécies, como
por exemplo, que locais habitam, quais épocas se reproduzem, qual clima conseguem viver, quais são os itens de
sua dieta, etc. Essa pesquisa ocupará os dois primeiros períodos da aula. Na sequência, os alunos terão entre 5 e
10 minutos para apresentar para os colegas a pesquisa feita. Os alunos devem relacionar as características da
história de vida das espécies com a sua distribuição geográfica. Os grupos poderão ter até três integrantes.
As espécies a serem estudadas são as seguintes: (1) Araucaria angustifolia; (2) Dicksonia sellowiana; (3)
Syagrus romanzoffiana; (4) Inia geoffrensis; (5) Potamotrygon motoro; (6) Harpia harpyja; (7) Leontopithecus
rosalia; (8) Myocastor coypus; (9) Lycalopex gymnocercus e (10) Megaptera novaeangliae.
3. Atividade desastres ambientais
No início da aula cada grupo receberá como tema um desastre ambiental de grandes proporções. Os grupos
deverão buscar na internet informações sobre o referido desastre. Essa pesquisa ocupará os dois primeiros
períodos da aula. Na sequência, os alunos terão entre 5 e 10 minutos para apresentar para os colegas a pesquisa
feita. Os alunos devem apresentar o desastre ambiental e suas consequências sociais e ambientais. Entre
as consequências ambientais devem estar ressaltadas as consequências para o ambiente físico (solos, atmosfera e
água), para os animais e para as plantas. Os grupos poderão ter até três integrantes.
Os desastres ambientais que serão estudados são os seguintes: (1) Hiroshima e Nagasáki – 1945; (2)
Doença de Minamata – 1956; (3) Mar de Aral – desde 1960; (4) Chernobyl – 1986; (5) Césio 137 em Goiânia –
1987; (6) Navio Exxon Valdez – 1989; (7) Desastre no rio Doce – 2015; (8) Incêndios na Indonésia – 2015; (9)
Gases tóxicos em Bhopal – 1984; (10) Queima de petróleo no Kuwait – 1991; (11) Derrame do Prestige – 2002;
(12) Fukushima – 2011.
Esses serão os temas para os projetos interdisciplinares, os quais serão explicados em maiores detalhes
pelo professor da Prática de Ensino. Os planos de aula referentes ao projeto interdisciplinar deverão ser entregues
no dia 08/06.

4. Seminário e projeto interações ecológicas


As interações ecológicas são sempre tema das aulas de ecologia na escola básica. Buscando dar a devida
importância a este conteúdo, os alunos deverão fazer um projeto teórico-prático sobre uma das interações
ecológicas. Este projeto teórico-prático deverá ser apresentado para a turma em forma de seminário, o mesmo
deverá ter entre 20 e 30 minutos de duração.
A apresentação deve conter: (1) apresentação teórica da interação estudada, conceituando a interação,
mostrando as adaptações das espécies para essas interações e enfatizando sua importância para os ecossistemas;
(2) apresentação de exemplos da interação oriundos das pesquisas bibliográficas; (3) apresentação de exemplos
da interação oriundos de observação direta em campo desta interação (tentar buscar ao menos 10 exemplos) e (4)
sugestão de alguma atividade envolvendo a interação estudada para trabalhar com alunos de educação básica.
As interações a serem investigadas serão: (1) competição intraespecífica; (2) competição interespecífica; (3)
predação, incluindo herbivoria; (4) comensalismo, incluindo epifitismo; (5) colônias e sociedades; (6) mutualismo
obrigatório; (7) dispersão de sementes; (8) polinização.

5. Projeto espécies exóticas em CL


Atividade prática envolvendo levantamento populacional de censo e/ou de amostragem de espécies exóticas
e espécies nativas no município de Cerro Largo. Cada grupo fará o levantamento populacional de uma
planta/animal exótico(a), este levantamento populacional deverá ser relacionado com as características abióticas
dos locais visitados.
O levantamento será realizado nos seguintes locais: (1) na rua Coronel Jorge Frantz, desde o restaurante
Dallas Grill até o final do cemitério (mas não contar as árvores do interior da praça); (2) na rua Neco Januário,
desde o posto Sausen até a esquina com a tua Gen. Daltro Filho; (3) interior da praça municipal; (4) na mata atrás
do antigo seminário e (5) na mata nos arredores da Escola Municipal Padre José Schardong, conhecido como
colégio agrícola. Nos pontos 1 e 2, ruas Jorge Frantz e Neco Januário, o levantamento deve incluir as árvores e
animais presentes nas calçadas, na rua e no interior das casas, desde que seja possível a visualização da calçada,
sem entrar em propriedade privada.
Os grupos estudarão as seguintes espécies: (1) uva-do-japão; (2) Pinus spp.; (3) eucalipto; (4) Citrus spp.;
(5) Ligustrum spp.; (6) Canis lupus familiaris; (7) Passer domesticus; (8) Apis melífera; (9) Aedes aegypti; (10)
Achatina fulica.
Este projeto deverá ser apresentado na forma de seminário com duração entre 20 e 30 minutos. Devem ser
apresentadas as características de história de vida da espécie, o local de origem da espécie, os motivos de sua
introdução no Brasil, os principais impactos ambientais que esta espécie causa nos ecossistemas e o resultado do
levantamento no número de indivíduos encontrados no diferentes locais amostrados.

6. Apresentação seminários manejo e conservação de fauna e flora


Atividade onde os alunos devem apresentar as características biológicas, as ameaças que sofre e
o status de conservação de espécies da fauna e flora brasileira. A apresentação deverá durar entre 15 e 20
minutos.
As espécies para este seminário são: (1) Alouatta guariba guariba / Bugio ruivo; (2) Gênero
Leontopithecus / Mico-leão; (3) Balaenoptera musculus / Baleia-azul; (4) Trichechus manatus / Peixe-boi; (5)
Bothrops alcatraz e Bothrops insularis / Jararaca; (6) Anodorhynchus leari / Arara-azul-de-lear; (7) Gubernatrix
cristata / Cardeal-amarelo; (8) Pristis perotteti / Espadarte ou Peixe-serra; (9) Caesalpinia echinata / Pau-brasil; e
(10) Euterpe edulis / Palmito Juçara.

7. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

A avaliação da aprendizagem será se dará através de inúmeros métodos avaliativos, utilizando questões objetivas,
discursivas, pesquisas em sala de aula, projetos de investigação científica e seminários.
Os instrumentos avaliativos e seus respectivos pesos na nota final da disciplina serão os seguintes:

Instrumento avaliativo Peso


Apresentação artigos da Nature 0,5
Atividade espécies brasileiras e distribuição geográfica 0,5
Projeto interdisciplinar desastres ambientais 1,0
Seminário e projeto interações ecológicas 1,0
Prova 1 2,5
Projeto espécies exóticas em CL 1,5
Seminários manejo e conservação de fauna e flora 0,5
Prova 2 2,5

7.1 RECUPERAÇÃO: NOVAS OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO


Para os alunos que não obtiverem nota 6,0 será possível realizar recuperação da aprendizagem e notas.
Essa será realizada através de uma avaliação escrita. Esta nova prova será utilizada para compor uma
nova média com a nota anterior.

8. REFERÊNCIAS

8.1 BÁSICA
BEGON, M., C. R. TOWNSEND E J. L. HARPER. Ecologia de Indivíduos a Ecossistemas. 4.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007.
DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
RICKLEFS, R. E. Economia da natureza. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001
TOWNSEND, C.R.; BEGON, M.; HARPER, J.L. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006.

8.2 COMPLEMENTAR
PRIMACK, R.B. & RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. São Paulo: Editora Vozes, 2001.
WILSON, E.O. (Org). Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

9. ANEXOS

Lista de artigos da Nature que serão utilizados durante o CCR:

1. John Bongaarts. Development: Slow down population growth. Nature 530, 409–412 (25 February 2016)
doi:10.1038/530409a - http://www.nature.com/news/development-slow-down-population-growth-1.19415
2. Klaas-Douwe B. Dijkstra. Natural history: Restore our sense of species . Nature 533, 172–174 (12 May 2016)
doi:10.1038/533172a - http://www.nature.com/news/natural-history-restore-our-sense-of-species-1.19870
3. Fanny Douvere. Conservation: The seas cannot be saved on a budget of breadcrumbs. Nature 534, 30–
32 (02 June 2016) doi:10.1038/534030a - http://www.nature.com/news/conservation-the-seas-cannot-be-saved-
on-a-budget-of-breadcrumbs-1.19991
4. Stéphane Hallegatte & Katharine J. Mach. Make climate-change assessments more relevant. Nature 534,
613–615 (30 June 2016) doi:10.1038/534613ª - http://www.nature.com/news/make-climate-change-assessments-
more-relevant-1.20155
5. Ray Hilborn. Policy: Marine biodiversity needs more than protection. Nature 535, 224–226 (14 July 2016)
doi:10.1038/535224ª - http://www.nature.com/news/policy-marine-biodiversity-needs-more-than-protection-
1.20229
6. Anna M. Michalak. Study role of climate change in extreme threats to water quality. Nature 535, 349–350
(21 July 2016) doi:10.1038/535349a - http://www.nature.com/news/study-role-of-climate-change-in-extreme-
threats-to-water-quality-1.20267
7. Sean L. Maxwell, Richard A. Fuller, Thomas M. Brooks & James E. M. Watson. Biodiversity: The ravages of
guns, nets and bulldozers. Nature 536, 143–145 (11 August 2016) doi:10.1038/536143a -
http://www.nature.com/news/biodiversity-the-ravages-of-guns-nets-and-bulldozers-1.20381
8. David Wachsmuth, Daniel Aldana Cohen& Hillary Angelo. Expand the frontiers of urban sustainability. Nature
536, 391–393 (25 August 2016) doi:10.1038/536391a - http://www.nature.com/news/expand-the-frontiers-of-
urban-sustainability-1.20459
9. Richard T. T. Forman& Jianguo Wu. Where to put the next billion people. Nature 537, 608–611 (29
September 2016) doi:10.1038/537608a - http://www.nature.com/news/where-to-put-the-next-billion-people-
1.20669
10.William McDonough. Carbon is not the enemy. Nature 539, 349–351 (17 November 2016)
doi:10.1038/539349a - http://www.nature.com/news/carbon-is-not-the-enemy-1.20976
11. Pavan Sukhdev, Peter May & Alexander Müller. Fix food metrics. Nature 540, 33–34 (01 December 2016)
doi:10.1038/540033a - http://www.nature.com/news/fix-food-metrics-1.21050
12.Daniela Schmidt& Philip W. Boyd. Forecast ocean variability. Nature 539, 162–163 (10 November 2016)
doi:10.1038/539162a - http://www.nature.com/news/forecast-ocean-variability-1.20934
13.Erle Ellis, Mark Maslin, Nicole Boivin& Andrew Bauer. Involve social scientists in defining the Anthropocene.
Nature 540, 192–193 (08 December 2016) doi:10.1038/540192a - http://www.nature.com/news/involve-social-
scientists-in-defining-the-anthropocene-1.21090

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Professor Coordenador do curso