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": 1° ediçÉio- 2003

2° edição -2003
2°rêimpressão -20·04 .
;'. -. .. '.,':""
> Coordenação editoriql_:<,
Ana Montenegro e Gisela

Coordenação musical
Paulo Aragãoé Ccrlos Chaves

Supervisão musical
Guinga

> Revisão das músicos


Guinga, Paulo Aragão e Carlos Chaves (música)
Ana Montenégro(letras)

Revisão do texto em português


Maria Helena dá Silva ..

Versão para inglês


Pedra de Sermo

Copydesk do texto em inglês


Aindam Hamilton -

Projeto grófico e capa


Victor Hugo Cecotto

Foto da capa
Gulo Costà

Os direitos autorais das fotografias do livr? são. reserv':1dos e garantidos

CIP-BRASIL. CATALOGAç:;\O-NA-FONTt
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

c122m

03-0580.

GRypHuS
Um selo d~ Companhia Editorc Forense
Originalidade com muito talento ~ Sérgio Cabr al., 9
Originality and much talent ~ Sérgio Cabra]. ... 21

Partituras
Ária de Opereta 31
Balão de Lacan 33
Canibaile .... 37
Catavento e Girassol. 4°
Chá de Panela. 45
Cheio de Dedos 5°
Choro Breve .. 52
Choro pro Zé .... 53
Choro-Réquiem 56
Cine Baronesa. 61
Constance . 64
Destino Bocaiúva 66
Dichavado 7°
Di Maior. 72
Di Menor. 74
Dissimulado . 78
Dos ~"Jv> . 80
Dá o Pé, l.oro. 82

Exasperada. . . 85
Fox e Trote 88
Guia de Cego . 91
Henriquieto 94
Igreja da Penha 96
Lendas Brasileiras. 99
Melodia Branca ...102
Mingus Samba . ....1°4
Nem Mais Um Pio. 109
Nítido e Obscuro. 111

No Fundo do Rio. 115

Noturna 119
Noturno Leopoldina . 122
Nó na Garganta. 12 5
O Coco do Coco ... 128

Orassamba . 131

Par Constante .. 134


Parsifal 137
Passarinhadeira . 142
Perfume de Radamés 145
Picotado 147
Por Trás de Brás de Pina . 149
Pra Quem Quiser Me Visitar 152
Rasgando Seda . 155
Saci . .160
Samba de Um Breque. 162
Sargento Escobar . .... 165
Senhorinha. ... 167
Sinuoso. 169
Valsa pra Leila 171
Vã Alfredo .174
Você, Você. 177
Yes, Zé Manés 180

Discografia . 182

Editoras . ..188
Fotos . . 19°
Agradecimentos . ...192

li

"''I'

~'

>'. J.;
ORIGINALIDADE COM
MUITO TALENTO
,
SERGIO CABRA"I_~
Em sua última passagem pelo Brasil, pouco antes de morrer em Los Angeles, onde vivia desde
1939, Aloísio de Oliveira ouviu pela primeira vez um disco de Guinga. "Nos últimos 20 anos, nenhum
país do mundo produziu um compositor com essa grandeza", disse ele, do alto da sua biografia de
grande conhecedor da música popular internacional, de principal produtor de discos da bossa nova e
de profissional da música desde o início da década de 1930.
Aloísio não foi o único a entusiasmar-se com esse carioca nascido no dia 10 de junho de 1950
em Madureira, filho de um sargento enfermeiro da Aeronáutica (a quem homenagearia com a com-
posição "Sargento Escobar" no CD Suíte Leopoldina) e que passou a maior parte da sua infância e da
juventude em Jacarepaguá. Muita gente boa recorreu aos melhores adjetivos na tentativa de definir a
sua obra de compositor e de instrumentista. Quanto mais o tempo passa, mais ela cresce, mais
aumenta o seu prestígio. O tempo atua a favor de Guinga.
Carlos Althier de Souza Lemos Escobar tornou-se Guinga ainda bem criança, em casa, por
causa de uma tia que o achava muito branquinho e que, por isso, resolveu chamá-Io de Gringo, palavra
facilmente transformada em Guinga na linguagem infantil. Foi criado como um típico menino subur-
bano, ou seja, jogando pelada na rua (e divertindo-se com os frangos do goleiro Sabiá), saboreando o
sorvete de milho verde da padaria da esquina, freqüentando as matinês do Cine Baronesa, na Praça
Seca, e cortando o cabelo com o barbeiro Léo. Aos domingos à tarde, estava com o ouvido colado no
rádio acompanhando os jogos do seu querido C. R. Vasco da Gama, com a narração de Oduvaldo
Cozzi, Waldir Amaral, Jorge Cury e outros, que faziam do futebol uma batalha apaixonante. Mas o rádio
não lhe era próximo apenas pelo esporte. Gostando muito de música, estava sempre ligado nos pro-
gramas musicais para ouvir Elisete Cardoso, Lúcio Alves, Dick Farney, Jorge Veiga, Ângela Maria e tan-
tos outros que, uns mais outros menos, iriam fazer a sua cabeça de grande criador da nossa música.
Aos 11 anos, pegou o violão do seu tio e seresteiro Marco Antônio e executou as três notas que se
repetiam na música do seriado Bonanza, exibido na época pela televisão. Não havia dúvida: tratava-se
de um músico em potencial. E ganhou o seu primeiro violão.
- Não fui eu que escolhi o violão. Ele que me escolheu. Menino pobre, não tinha dinheiro para
comprar um instrumento mais caro - ressalva ele.
Na verdade, não cabe agora saber quem teve a iniciativa da aproximação, se ele ou o violão. O
fato é que houve uma paixão entre os dois, que se aprofunda cada vez mais e que não deixa dúvida de
que é para sempre. Paixão não só pelo instrumento, mas pela música e pelos grandes músicos. Aos
12 anos, Guinga não podia freqüentar os eventos noturnos do Jacarepaguá Tênis Clube, mas ninguém
o segurava quando ele sabia que, lá dentro, tocavam Pixinguinha e a Velha Guarda (Donga, João da
Baiana, Bide da Flauta e outros) ou Jacob do Bandolim com o seu conjunto. Ele pulava o muro do clube
e se instalava num canto, discretamente, para ouvir a música executada pelos dois geniais per-
sonagens de choro. Guinga, por sinal, sempre muito discreto no comportamento, nos gestos e na lin-
QDGUINGAi.!)
guagem, não se contém quando expõe as suas admirações. De Chico Buarque de Holanda, o mínimo
que diz é que gostaria de ser ele, o maior criador de canções do mundo, desde Cole Porter. Quando
entrou em contato com a obra de compositor e instrumentista de Garoto (Aníbal Augusto Sardinha),
sentiu-se tão atingido que o considera a maior influência na sua formação musical.
Aos 13 anos, conheceu o violonista Hélio Delmiro, morador do Méier e um pouco mais velho
do que ele (Guinga o tem na conta, simplesmente, de um dos melhores instrumentistas do mundo.
"Tive a honra de aprender muito com ele", confessa). Nasceu uma amizade em torno do violão que
teve, entre outras conseqüências, o crescimento do seu universo musical, pois Hélio conhecia o jazz
e suas grandes figuras, entre as quais o guitarrista Barney I<essel, outra grande influência na formação
de Guinga. Aos 16 anos, nasceram as primeiras composições e a primeira tentativa de se tornar um
profissional da música. Andou tocando em bares, o que resultava em imenso sacrifício, já que,
convencido de que a atividade musical não lhe renderia o suficiente para sobreviver, nunca
interrompeu os seus estudos visando - quem sabe) - um título de doutor. Além disso, enfrentava
graves dificuldades para receber a remuneração pelo trabalho noturno. "Tinha de correr atrás das
pessoas para que pagassem o que deviam. Era uma loucura", recorda ele.
Em 1967, portanto, aos 17 anos, conseguiu classificar sua música "Sou só solidão" no Festival
Internacional da Canção. Sem dúvida, uma façanha, pois talvez tenha sido o mais jovem autor de uma
das 36 músicas classificadas num festival em que o número de concorrentes chegava a alguns
milhares. Mas, com o seu jeito tímido, não se interessou em entrar em contato com os cantores,
compositores, instrumentistas e produtores da época, o que, certamente, o ajudaria a dar início à sua
carreira. Continuou tocando com os amigos, ouvindo muita música e estudando, até que, concluído o
curso científico, ganhou uma bolsa de estudos num curso pré-médico. Fez o vestibular para o curso
de odontologia da Universidade Federal Fluminense e foi aprovado. Resolvera ser dentista. "Logo eu,
que até perdi dente por ter medo de dentista", diverte-se. Mas valeu a pena. Com isso, conheceu Maria
de Fátima na faculdade, namorou, casou (do casamento, nasceram Constance e Branca) e
tornaram-se sócios num consultório de muito sucesso no Grajaú. Sendo assim, restou o que
poderia ser chamado de dilema: música ou odontologia? Havia sérios conflitos entre as duas
carreiras, até em matéria de horário. A música é boêmia, é da noite, enquanto a odontologia é do dia.
Por isso, mesmo depois de ganhar fama na música, Guinga nunca mudou os seus horários: dorme
muito cedo, acorda às cinco horas da manhã e trabalha até a chegada da noite. Sua grande farra são
os saraus de fim de semana na casa do seu vizinho, o violonista Turíbio Santos, no Leblon, onde
G uinga passou a morar na década de 1990. E tem mais: ele não bebe nem fuma.
Entrou firme na carreira de dentista, a partir de 1975, quando se formou, mas nunca deixou de
compor. E compor bem. Tão bem que Paulo César Pinheiro, tão jovem quanto ele, mas já com uma
história de muitos êxitos musicais (era o grande parceiro de Baden Powell), resolveu colocar letras em
suas melodias, nascendo então uma belíssima parceria que, pouco depois, se tornaria pública com as
primeiras gravações das obras da dupla. Coube ao conjunto MPB-4 o privilégio da estréia, gravando
duas músicas no long-play Palhaços e Reis, lançado em 1974: "Conversa com o coração" e "Maldição
de Ravel". No mesmo ano, o próprio Paulo César Pinheiro gravou "Bandoneon" e a inesquecível Clara
Nunes incluiu "Punhal" no LP Alllorecer.

"Ele é fora de série corno violonista ou corupositor.


Teve Iot-mnçâo infor-mal, mas muito estr-urur-ada.
Ninguénl cumpô« duquolc, jcito. Não há nada 111<11-
fcito C.11 sua obra." TURIBIO SANTOS
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@línica. ~,.a;aú
CGC~ /-t2.·530.~:30:3/0001-66 Inscrição 648.096-00

Rua Barão do Bom Retj"" 2786 - G! aja..


Em 1975, coube a Clara Nunes gravar "Valsa
de realejo", no LP Claridade. Foi o ano tam-
,r',,+. ,',f-'bém em que Guinga conheceu seu grande
:,.:~.r))~.ídolo, Chico Buarque de Holanda, na casa de
Miltinho, do MPB-4. Tornaram-se imediata-
mente amigos não só pelas afinidades musi-
k·k-,
,
~.'., cais como também pelo amor ao futebol
praticado nos campos de pelada. Em 1976,
continuaram as gravações das músicas nasci-
das da parceria com Paulo César Pinheiro. O
próprio Paulo César gravou "Dança da força"
e "Canto do beato louco" na segunda edição
-r"
do LP O importante é que a nossa emoção
sobreviva, que contava também com a
participação da cantora Márcia e do
compositor Eduardo Gudin. E "Valsa
do realejo" recebeu uma extraordinária
interpretação instrumental no LP Chorando
pelos dedos, que marcou a estréia do grande
bandolinista Joel Nascimento em disco.
Naquela altura, resolveu estudar
violão clássico com Jodacil Damasceno,
mestre de tantos outros importantes
violonistas brasileiros. Permaneceu com ele
durante seis anos, estudou também com
João Pedro Rosa, mas percebeu que sua vocação não era a de concertista, mas que, em compensação,
a música clássica lhe proporcionaria importantes recursos para as suas atividades de violonista e
compositor de música popular.
Em 1977, Márcia gravou "Valsa maldita" e, em 1979, Elis Regina dividiu com Cauby Peixoto a
interpretação de "Bolero de Satã", num um dos melhores discos da sua carreira, Etis, essa mulher. Foi
a primeira música de Guinga e Paulo César Pinheiro a atingir, de fato, o grande público. No mesmo
ano, Cláudia Savaget gravou "Passos e Assovios", música que, seis anos depois, entraria no disco do
cantor brasileiro Pepê Castro Neves, produzido e arranjado pelo maestro e compositor francês Michel
Legrand.

"Tem eompositor- ruim, compositor médio, uns


bons, um ou outro genial. E tem o Guinga."
~/I()ACYR tUZ

Maurício Tapajós, outro grande nome da música popular brasileira, juntou-se à dupla Guinga-
Paulo César Pinheiro para comporem "Resta sobre o bar", gravada inicialmente pelo próprio Maurício,
em 1980, e por Nélson Gonçalves, dois anos depois. Ainda em 1980, Paulo César gravou Quadrão, na
Odeon. Guinga e Paulo César estavam presentes no último LP de Clara Nunes, Nação, gravado em
1982, com a música "Cinto cruzado". Na festa de lançamento do disco, Guinga seria apresentado pelo
violonista Raphael Rabello a Aldir Blanc, com quem comporia grande parte de sua obra e que seria um
(!jGUINGA@
dos principais responsáveis pela gravação do primeiro disco inteiramente dedicado a ele. Aldir já
estava alerta em relação ao talento do futuro parceiro, desde a advertência feita pelo próprio Raphael:
"Você precisa conhecer o Guinga."
"Bolero de Satã" levou ao exterior a parceria com Paulo César Pinheiro, graças ao disco Brazil
song, gravado em 1983 por Mark Murphy. E, em 1986, foi a vez de entrar com uma música na
telenovela Sinhá Moça, da TV Globo, um privilégio geralmente destinado aos compositores de muito
sucesso. A música chamava-se "Sinhaninha" (Senhorinha) e foi cantada por Ronnie Von.
,
"E se Guinga fosse () úuico aluno vivo de
e0l110
unja escola cujos professores er-am Villa- Lobos,
Pixinguinha e Tom Jobim." DJAVAN

A dupla continuava firme em 1988, quando Miúcha gravou, de uma só vez, "Chorando as
mágoas", "Por gratidão", "Non sense" e "Porto de Araújo" e quando Raphael Rabello levou
"Comovida" para o disco, em mais uma das suas espetaculares atuações como violonista. Em 1989,
foi a vez da cantora Amélia Rabello, irmã de Raphael, gravar "Noturna".
Selma Reis foi a cantora que, pela primeira vez, gravou uma obra de Guinga e Aldir Blanc. O
ano era o de 1990 e a música chamava-se "Oliúndi-Fox". A segunda foi Ithamara Koorax, que, além de
realizar um belo show no Mistura Fina e no Rio Jazz Club baseado quase todo nas músicas da dupla,
gravou, em 1991, com Art Farmer, "Lendas brasileiras". A terceira foi Leila Pinheiro, que, em seu LP
Outras caras, cantou "Esconjuro" (Guinga e Aldir Blanc) e "Noturna" (Guinga e Paulo César Pinheiro).
Eis que chegou para Guinga a oportunidade de gravar o seu primeiro CD, resultado de uma doce
conspiração liderada por Aldir Blanc e que contou com a participação da dupla Ivan Lins e Vitor
Martins, sócios proprietários da gravadora Velas, e do produtor de discos Paulinho Albuquerque.
O CD, com músicas da parceria Guinga-Aldir, recebeu o título de Simples e absurdo e contou com a par-
ticipação de vários intérpretes. Ei-Ios:
"Canibaile", Leila Pinheiro
"Sete estrelas", Paulo Malaguti, Eveline & Jackier Hecker
"Lendas brasileiras", Chico Buarque
"Paixão descalça", Lúcia Helena
"Ramo de delírios", Cláudio Nucci
"Zen-Vergonha", Beth Bruno
"Rio-Orleans", Ivan Lins
"Simples e absurdo", Lúcia Helena
"Quermesse", Zé Renato
"Odalisca", Be Happy
"Nem cais, nem barco", Leni
Andrade.
O disco teve uma excelente
repercussão, particularmente na
imprensa escrita, já que o rádio e a
televisão estavam, já há muito
tempo, afastados da boa música
popular brasileira. O lançamento
foi feito no Rio jazz Club, onde
CIDGUINGAk!J
VJ.A_ Gt>
,- "\
lnL.. /

~-------------------
meu z ab urnb a
Guinga aventurou-se
r- f .~\> (-~
a cantar para uma casa lotada (na verdade, composta
~J! I
de amigos e admiradores),
com a ajuda de Leila Pinheiro e Cláudio Nucci, além do tecladista Paulo Malaguti e do saxofonista e
flautista Zé Nogueira. O crítico de música popular e publicitário Franco Pau lino, seu cliente na clínica
odontológica, ficou de tal maneira entusiasmado com o disco Simples e absurdo que sugeriu a Guinga
cantar em São Paulo, onde ainda era um desconhecido. O próprio Franco Paulino entrou em entendi-
mento com Hélton Altman, proprietário da legendária casa noturna Vou Vivendo, e a apresentação foi
feita. Teria corrido tudo bem se, a certa altura do show, Guinga não fosse atingido por um "branco"
que o fez esquecer das suas próprias músicas, tão nervoso ele estava. E teria corrido tudo mal se não
estivesse na platéia a cantora Leila Pinheiro, que foi ao palco socorrê-Io e cantou nada menos do que
oito músicas.

"Eu trocaria o m e u u n ive r s o m u s ieal pelo


u nive r-so d e le , ~~PAC() I)E LUCIA

Não havia dúvida de que estávamos diante de um compositor que impressionava pela beleza
da sua obra e pela absoluta originalidade. "De onde saiu esse cara?", era a pergunta daqueles que
tomavam conhecimento das suas músicas. Evidentemente, era um estilo muito dele com alguns ingre-
dientes fornecidos por algumas das suas paixões musicais, como Chico Buarque de Holanda, Augusto
Calheiros, Nat King Cole, Hermeto Pascoal, Barbra Streisand, Paulinho da Viola, Luís Gonzaga, Mílton
Nascimento, Ella Fitzgerald, Victor Young, Garoto, Pixinguinha, uma constelação. O sucesso do disco
também o levou a ser muito procurado pelos jornais e, numa das entrevistas, ocorreu aquela tragédia
que costuma ser fatal para os políticos e, às vezes, embaraçoso para artistas como ele: o entrevistado
pensa uma coisa e diz outra. É que falando sobre a sua fase com Paulo César Pinheiro, comparando-
a com a que vivia com o novo parceiro Aldir Blanc, disse, entre outras coisas, que custara a perceber
que Paulinho tinha a carreira dele e que precisava que ele, Guinga, tivesse a sua. O problema foi que,
para explicar tal ponto de vista, acabou falando outras coisas que desagradaram inteiramente Paulo
César Pinheiro. Resultado: fim da parceria. Guinga diria mais tarde que aprendera a lição e que, nas
entrevistas, seria bem mais cuidadoso.
(!jGUINGAC!D
"(:OIlIO é possível haver músico (IUC~ a cada
UIlI
frase de cada me lo di«, consegue .·csunlir
mome-ntos inteiros da rnúxiea popular? 'J~
rflll~() DE BARH(}S

Quem também recebeu com o maior entusiasmo a obra de Guinga foi Sérgio Mendes, que, em
1992, gravou "Esconjuro" e "Jurado", dividindo a interpretação com Gracinha Leporace e o próprio
Guinga. Naquele ano, foram gravadas também "Saci", com Zé Pinheiro, e "Nítido e obscuro", com
Mônica Salrnaso, a primeira da parceria com Paulo César Pinheiro e, a segunda, com Aldir Blanc. E o
conjunto Boca Livre incluiu "Zen-Vergonha" em seu CD Dançando pelas sombras. Aliás, durante a
década de 1990, gravação foi o que não faltou. Em 1993, foi lançado o segundo CD de Guinga, Delírio
carioca, com uma bela surpresa: ele cantou em quase todas as faixas. E nem todas as músicas eram
da parceria com Aldir Blanc. Duas delas, "Pas sarinhadeira" e "Saci", vinham do tempo de Paulo César
Pinheiro. Djavan cantou "Delírio carioca", Lúcia Helena, "Choro pro Zé", Guinga dividiu com Fátima
Guedes a interpretação de "Passarinhadeira" e Leila Pinheiro cantou "Baião de l.acan". Foram incluí-
das duas músicas instrumentais, "Henriquieto" e uma versão de "Delírio carioca" (com vocalise de
Djavan) e Guinga cantou em todas as demais faixas:
"Saci", "Par ou ímpar", "Nítido e obscuro", "Canção
do lobisomem", "Catavento e girassol", "Viola varia-
da", "Age Maria", "Mise-enscene" e "Visão de cego".
O disco foi, mais uma vez, lançado no Rio [azz
Clube, onde Guinga viveu uma das maiores emoções
da sua carreira: ao cantar "Catavento e girassol", o
imenso público que superlotava a casa cantou com
ele em coro, numa alegria digna do velho auditório da
Rádio Nacional. Naquele momento, ele deu a
impressão de que se sentia um Francisco Carlos ou
um Cauby Peixoto em pleno Programa César de
Alencar. Estava desfeita a lenda que, para sua tristeza,
o acompanhava há muitos anos, a de que era um
compositor difícil e que, além dele e dos cantores
profissionais, ninguém seria capaz de cantar as suas
músicas, tão difíceis eram. Naquele momento, quem
teve dificuldade de cantar, porém, foi o próprio
Guinga, que caiu em prantos, levando a platéia a can-
tar com mais entusiasmo, criando, enfim, um clima
de intensa emoção.
Mas 1993 não se limitou ao CD Delírio
carioca. Naquele ano foram gravadas músicas de
Guinga com Aldir Blanc ("Mise-en-scene", com
Chiquito Braga; "VÔ Alfredo", "Diluvianas", "Destino
Bocaiúva" e "Sete estrelas", com Fátima Guedes e o
próprio Guinga; "Nem cais, nem barco" e "Lendas
brasileiras", com lthamara Koorax e "Choro pro Zé",
com Rita Peixoto e Carlos Fuchs, que gravaram tam-
bém "Noturna", da parceria com Paulo César
Pinheiro) e foram programadas algumas apresen-
tações, entre as quais uma no Rio [azz, outra no
Teatro Municipal do Rio de janeiro, num espetáculo
coordenado por Herbert de Souza, o saudoso
Betinho, e algumas delas na Espanha, quando Guinga
recebeu os primeiros elogios fora do Brasil. Foi ele a
principal atração do encerramento do Festival
Brasiliana, realizado no Colégio Mayor San juan
Evangelista. No dia seguinte, o crítico Pedro Calvo
registrou: "Gran sorpresa causó a Guinga e sus
magnificos acompaPiantes, el pianista Leandro Braga
y el saxofonista Carlos Malta." Segundo o crítico, "el
público madrilePio celebraba el final de su actuación
puesto en pie y aplaudiendo a rabiar". já Carlos
Galilea, do importante jornal EI Pais, assinalou: "La
riqueza armónica y melódica de temas a cual más
hermoso y original dejaran ai público encantado."
Em março de '994, apresentou-se com
Selma Reis no Seis e Meia do Teatro João Caetano, no
Rio, a sua cidade querida. "Todo artista", disse ele,
"precisa de um pretexto para trabalhar. O Rio de
janeiro é o meu." Em outubro, foi uma das atrações
do Free [azz, tocando com Leandro Braga (teclados),
Chiquito Braga (violão), Zé Nogueira (sax soprano),
Paulo Sérgio Santos (clarinete), Carlos Malta (sopros
diversos) e o americano David Finck (baixo).

"Passei a "ida inteira


procurando algu é 111
COlllO o Guinga."
IIEHMETO PASCOAt

Em '994, mais gravações de musicas da


parceria com Aldir Blanc: "Vô Alfredo" e "Non sense",
com Márcia Maria; "Choro pro Zé", com Marco
Pereira; "Balão de l.acan", com Paulo Sérgio Santos;
"Chorado", com Richard Stoltzman e nada menos do
que cinco músicas com Turíbio Santos, em seu CD
Fantasia Brasileira: "Sete estrelas", "Sinuoso" e
"Igreja da Penha" (ambas somente de Guinga),
"Nítido e obscuro" e "VÔ Alfredo". já em '995, as
gravações não foram muitas: uma internacional -
"Bolero de Satã", com Mark Murphy e o Karlheinz
(!jGUINGA@)
M iklin Quartet - e três nacionais: uma com o M PB-4,
"Sépia e Flash", e duas com o saxofonista Zé
Nogueira, "Senhorinha" e "Futuramente".
Importantes também em 1995 foram suas apresen-
tações no Vou Vivendo, em São Paulo, e no Museu do
Telefone, com Carlos Malta e Leandro 8raga, e na Sala
Cecília Meireles, com Hermeto Pascoal, ambas no
Rio.
1996 foi um ano de ouro. O lançamento do
disco Cheio de dedos, com 13 faixas instrumentais,
uma cantada por Chico Buarque de Holanda e outra
por Ed Motta, obteve uma repercussão magnífica. E,
como se não bastasse, Leila Pinheiro gravou um CD
inteiramente dedicado à dupla Guinga-Aldir Blanc
(Coiavemo e Girassol). Cheio de dedos rendeu nada
menos do que dois Prêmios Sharp, um deles por ser
considerado o melhor disco instrumental do ano e o
baião "Dá o pé, loro", que Guinga compôs em home-
nagem a .Hermeto Pascoal, ganhou o título de melhor
música instrumental do ano. E não foi só: "Chá de
panela", que Leila Pinheiro cantou no CD Catavento e
girassol, foi considerada a melhor música brasileira de
1996.
Cheio de dedos teve 12 músicas .assinadas ape-
nas por Guinga: "Dá o pé, loro", "Inventando moda",
"Nó na garganta" (homenagem ao conjunto Nó em
Pingo D'Água), "Cheio de dedos", "Picotado" (home-
nagem a Raphael Rabello), "Divagar, quase pairando",
"Rio de exageros", "8Ianchiana" (homenagem ao
parceiro Aldir Blanc), "Por trás de Brás de Pina",
"Desconcertante" (homenagem a Leandro Braga) e
"Sinuoso". Da parceria com Aldir Blanc foram
gravadas "Impressionados", que Chico Buarque
cantou, "Me gusta a lagosta" e "Ária de opereta",
cantada por Eu Motta.

"Um ,'irtuosislllO diloigido


pela in t u i n , que ç â

tangcl](~ia o eloudito sem


pClodelo o molejo poptrlar , "
'1'\ B II~ I) L SOL Z\

O belo disco de Leila Pinheiro \;enueu mais de


100 mil exemplares, desfazendo de vez a velha
história de que Guinga é um compositor "difícil". Mas
@GUINGAl!]
o próprio compositor foi surpreendido por tanto êxito. Disse ele: "Desde "Bolero de Satã" na voz de
Elis Regina, não experimentava a sensação de ouvir minha música no rádio como acontece com
"Catavento e girassol". Isso é tudo que quero na vida. Nada de ficar preso na gaveta. Não quero ser
cult." Além de "Catavento e girassol", Leila gravou "Canibaile", "Coco do coco", "Neblina e flârnulas",
"Valsa para l.eila", "Chá de panela", "Barão de l.acan". "Pra quem quiser me visitar", "Samba de um
breque", "Exasperada","Cordas", "Exílio e paraíso", "Luas de subúrbio" e "Madeira de sangue".
As músicas de Guinga também foram gravadas em 1996 por Renato Braz, Sérgio Mendes e
Gracinha Leporace, Cláudio Roditi com l.eila Pinheiro e Guinga, Carol Saboya e o próprio Aldir
Blaric, que naquele ano comemorava o seu primeiro cinqüentenário de vida e gravou um disco
antológico, com a participação de vários intérpretes. Mas foi ele mesmo quem cantou "Carta de
pedra" (Igreja da Penha). Em 1997, gravaram músicas do Guinga: Vânia Bastos, Eduardo Gudin,
Afonso Machado e Bartolomeu Wiese, Quarteto Maogani, Peri Ribeiro e, mais uma vez, Turíbio
Santos. Naquele ano, ele participou do programa Ensaio, dirigido por Fernando Faro na TV Cultura
de São Paulo, e o áudio do programa foi gravado em CD para um projeto comandado por João
BotizeJli, o Pelão, para o SESC de São Paulo, intitulado A música brasileira deste século por seus
autores e intérpretes. Em 1998, gravaram músicas de Guinga o conjunto Água de Moringa, Chico
Buarque ("Você, você", uma parceria Guinga-Chico), Ilka e Roland Hoffmann, Hamílton de
Holanda, JP Sax, Carlos Malta, Marco Pereira, Leila Pinheiro, Garganta Profunda, Mônica Salmaso e
Richard Stoltzman.
,
"E mais irupor-tunte
O cornpoxitor- da déeada e
UI11 dos autores
.
mais expruss Ivos de todos os
tempos." l\IAURO IllAS

Saiu em 1999 mais um CD de Guinga, Suíte Leopoldina. É que, embora nascido em Madureira
e criado em Jacarepaguá, ele sempre teve vínculos com a zona carioca da Leopoldina, razão pela qual
aparecem citações em suas músicas de pontos como a Igreja da Penha, o bairro de Brás de Pina ete.
Tudo isso tem uma explicação: seu pai nasceu na Penha e sua mãe em Olaria. Alem disso, nunca
deixou de freqüentar a Leopoldina desde a infância. Ainda era um jovem músico quando iniciou sua
amizade com um ilustre morador da Penha, o bandolinista Joel Nascimento. Guinga era um dos
freqüentadores do Sovaco de Cobra, o botequim que reunia a fina-flor do choro carioca.
O disco Suíte Leopoldina manteve a sua tendência de valorizar a música instrumento. Dessa
vez, das 14 músicas gravadas, apenas cinco foram cantadas por Chico Buarque e Nei Lopes ("Parsifal",
parceria com Nei Lopes), Alceu Valença ("Chá de panela"), Ivan Lins ("Guia de cego"). Uma parceria
de Guinga com Mauro Aguiar), Ed Motta ("Par constante") e Lenine ("Mingus samba"). As demais
faixas foram instrumentais: "Dos anjos", "Di menor" (parceria com Celso Viáfora), "Sargento
Escobar", "Choro perdido" (homenagem de Guinga à sua mãe), "Noturno l.eopoldina", "Perfume de
Radamés" (Gnattali, é claro), "Cortando um dobrado", "Dissimulado" e "Constance".
Em 1999, Guinga foi gravado também por Carlos Malta e Pife Mudemo, Nó em Pingo D'Água,
Leila Pinheiro, Carol Saboya, Mônica Salmaso, Chico Saraiva, Celso Viáfora e Karrin Allyson. Em 2000,
pela Banda Mantiqueira, Duo Panting-Blagden, Adriana Capparelli, Alaíde Costa, Heather Davis e Jill
Russel, Ernán Kópez e Nussa, Quinteto Villa-Lobos (cinco músicas do disco Fronteiras), Carol Saboya
e Mônica Salmaso.
Em 2001, ele fez mais uma viagem à infância e trouxe de volta o Cine Baronesa, título do seu
CD e nome do cinema que freqüentava em Jacarepaguá. A música com este nome recebeu letra de
(!jGUINGAC!D
Aldir Blanc e foi gravada por Fátima Guedes e Guinga. Também cantaram no disco Chico Buarque
("Yes, Zés Manés"), Nei Lopes, o próprio Guinga e Sérgio Cabral - este falando apenas, naturalmente
("No fundo do Rio", parceria com Nei Lopes) e o próprio Guinga ("Nem mais um pio", parceria com
Sérgio Natureza, "Fox e trote", parceria com Nei Lopes, e "Orassamba", parceria com Aldir Blanc
(aliás, todas as demais músicas, todas instrumentais, com exceção de "Como eu imaginara", parceria
com Hermínio Belo de Carvalho) ou são apenas de Guinga ou foram feitas em parceria com Aldir. São
elas: "Melodia branca", "Vô Alfredo", "Caiu do céu", "Estonteante", "Geraldo no Leme" e "Melodia
branca".
Em 2001, grávaram músicas de Guinga: Zé Paulo Becker, Cris Delano, Simone Guimarães,
PauloSérgio Santos, Cláudio Tupinambá, Ana de Holanda, Maogani e Tastho Guitar Trio. Em 2002,
Miúcha, Maogam e Graça Alan.
Em 2150, quando Guinga estiver fazendo 200 anos, o número de gravações será bem maior.

P. s. -Baseei-me no trabalho realizado pela pesquisadora americana Daniella Thompson para incluir
a discografia de Guinga no texto acima. A ela, meus agradecimentos .

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ORIGINALITY AND MUCH
TALENT
,
SER(;IO CABRAL
During his last visit to Brazil, and shortly before his death in Los Angeles - where he had lived
since 1939 - Aloísio de Oliveira listened to a record by Guinga for the first time. "No country in the
world has produced a composer of such stature in the last 20 years", he said from his position of expert
in the field ofinternational popular music, foremost producer ofbossa nova records and in the music
business since the beginning of the 1930's.
Aloísio was not alone in his enthusiasm for this Carioca born on ioth June, 1950, in the Rio sub-
urb of Madureira. The son of an Air-force nursing sergeant (to whom he would pay tribute with the song
Sargento Escobar 011 the Suíte Leopoldina CD), Guinga spent most of his childhood and youth in
Jacarepaguá. Many respected people had to resort to superlatives in an attempt to define his oeuvre as
a composer and instrumentalist The more time passes, the more the output grows; and his prestige
increases. Time favours Guinga.
Carlos Althier de Souza Lemos Escobar became 'Guinga' while still a child, at horne, because of
an aunt that thought him to be very white and, for that reason, decided to call him Gringo: which was
easily transformed into Guinga in the way children speak. He was raised a typical suburban boy, that
is, playing football on the streets (and being amused by the easy goals let in by goalkeeper Sabiá),
enjoying sweet-corn ice cream from the corner shop, going to matinees at Cine Baronesa in Praça Seca
and having his hair cut by Leo, the barber. Sunday afternoons, he'd have his ears glued to the radio, lis-
tening to the matches ofhis beloved C.R. Vasco da Gama, with commentary by Oduvaldo Cozzi, Waldir
Amaral, Jorge Cury and others, who made football sound like a passionate battle. But he wasn't drawn
to the radio just for sport. As he loved music, he would always be tuned in to the music programmes,
to listen to Elisete Cardoso, Lúcio Alves, Dick Farney, Jorge Veiga, Ângela Maria and many others who,
to a greater or lesser extent, would mould him into one of the great creators of our music. Aged 11, he
picked up the guitar of his uncle Marco Antônio, who played serenades, and plucked the three notes
that were repeated in the signature tune for the TV serial Bonanza, being aired at that time. There was
no doubt: he had great potential as a musician. And he was given his first guitar.
- 1 didn't choose the guitar. It chose me. A poor boy, 1 couldn't afford a more expensive instru-
ment - he notes.
In truth, it doesri't matter now who was responsible for them coming together, he or the guitar.
The fact is, there was passion between the two, a passion that grows deeper and deeper and leaves one
in no doubt that it is eternal. A passion not only for the instrument, but for music and for the great
musicians. At 12, Guinga was not allowed to attend the evening events at the Jacarepaguá Tênis Clube,
but nobody could keep him out when he knew who was performing there - Pixinguinha and the Velha
Guarda (Donga, João da Baiana, Bide da Flauta and others), or Jacob do Bandolim. He would jump
over the wall ofthe club and sit in a corner, quietly, and listen to the music played by those two genius-
es, masters of choro. Guinga, by the way, who is always very reserved in his behaviour, gestures and
®GUINGA~

language, can't contain himself when talking about those he admires. Of Chico Buarque de Holanda,
the least that he says is he'd like to be him, the greatest song writer in the world since Cole Porter. When
he first heard the work of composer and instrumentalist Garoto (Aníbal Augusto Sardinha), he was 50
touched, he considers Garoto to be the biggest influence on his music studies.
Aged 13, he met guitarist Hélio Delmiro, who lived in Méier and is slightly older than him
(Guinga considers him, quite simply, one of the best instrumentalísts ín the world. "I had the honour
to learn a lot from hirn", he confesses). A fríendshíp was born around the guitar, one that had, among
other consequences, the expansíon of his musícal uníverse - for Hélío knew jazz and its greats, líke
guítarist Barney Kessel, another bíg influence on Guínga. At 16, he composed for the fírst time and
made a first attempt to become a professíonal musician. He played in bars, which meant ímmense sac-
rifíce, since, convínced that hís musícal activíty would not earn him a livíng, he never gave up studying,
aimíng at - who knows? - the títle of Doctor. Besídes, he had great díffículties in getting paíd for thís
eveníng work. "I had to run after people to get paíd what they owed me. It was crazy", he recalls.
In 1967, aged 17, he managed to get hís song "Sou só solidão" selected for the Festival
Internacional da Canção. Undoubtedly an achíevement, as, of the 36 songs chosen, he may have been
the youngest composer - ín a festival for which there were as many as a few thousand entries. But, given
his shyness, he showed no ínterest ín contacting the singers, composers, instrumentalists and pro-
ducers of the tíme, whích would certainly have helped him launch his career. He continued to play with
friends, lístening to a lot of music and studying; until, when he had finished high school, he was
awarded a scholarshíp for a pre-medicine course. He took his exams for the dentistry course at
Universidade Federal Fluminense and passed. He had decided to become a dentist. "Fancy me, who
even lost a tooth for beíng afraid of going to the dentist", he muses. But it was worth it. There in the
Faculty, he met María de Fátima; they dated, got married (from the weddíng Constance and Branca were
born) and became partners in a successful dental surgery in Grajaú. 50, that which could be called a
dílemma remaíned: musíc or dentistry? There were serious conflícts between both careers, even
timetable-wise. Music is bohemían, it belongs to the night, while dentístry is a day-time occupation.
Because of that, even after acquiring fame in the music business, Guínga never changed hís schedule:
he goes to bed very early, wakes up at five ín the morníng and works tíll dusk. He líkes to let his haír
down at the weekend soírees at the house of guítarist Turíbío Santos, hís neíghbour sínce the 1990's,
when he moved to Leblon. And somethíng else: he doesn't drink or smoke.
Guínga started hís career as a dentist in 1975, when he graduated, but never stopped compos-
íng. And doíng ít well. 50 well in fact, that Paulo César Pínheíro - as young as him, but already wíth a
hístory of many successes ín musíc (he was Baden Powell's great partner), decíded to put Iyrics to hís
melodíes, givíng bírth to a partnershíp that, soon afterwards, would become public wíth the fírst record-
ings ofthe pair's work. The prívílege ofthe premíere was given to the group MPB-4, who recorded two
songs on the LP Palhaços e Reis, released in 1974: "Conversa com o coração" and "Maldição de Ravel".
That same year, Paulo César Pínheiro himself recorded "Bandoneon", and the unforgettable Clara
Nunes included "Punhal" on her LP Alvorecer.

"De is outstanding as a guitarist and composer,


De has had ao Infor-mal, but verv siruetured 4

musical background. NobodJ cornposes like Irim,


The-.:e is nothing badly done in hfs wor-k ;'
TURIBIO SANTOS
(!jGUINGA@
In 1975, Clara Nunes recorded "Valsa de Realejo"
on the LP Claridade. That was also the year in which Guinga
met his great idol, Chico Buarque de Holanda, at the house
of M PB-4's Miltinho. They became friends on the spot, not
only for their musical affinities, but also for the love of foot-
ball kickabouts. In 1976, the recording of songs written in '1·~·
L;r-
partnership with Paulo César Pinheiro continued. Paulo
César himself recorded "Dança da força" and "Canto do
beato louco" for the second edition of the LP O importante
é que a nossa emoção sobreviva, which also included singer
Márcia and composer Eduardo Gudin. And there was an
extraordinary instrumental version of "Valsa do realejo" on
the LP Chorando pelos dedos, the debut album of the great
mandolin-player Joel Nascimento.
At that point, he decided to study classical guitar
with Jodacil Damasceno, the teacher of so many other
important Brazilian guitarists. He stayed with him for six
years, then studied with João Pedra Rosa, but realised his
vocation was not to play concertos, though classical music
would provide him with important resources for his activi- / .~,
!
ties as a guitarist and composer of popular music. i
I'
In 1977, Márcia recorded "Valsa Maldita" and, in /
\, I
1979, Elis Regina shared with Caubi Peixoto a recording of
"Bolero de Satã", in one of the best albums of her career,
I\
\
Elis, essa mulher. It was the first song by Guinga and Paulo
César Pinheiro to reach a wider audience. In that same year,
Cláudia Savaget recorded "Passos e Assovios", a song that
six years later would be included on the album by Brazilian
singer Pepê Castro Neves, produced and arranged by
Frenchcomposer and conductor Michel Legrand.

"Ther-e are bad composers,


average corupo ser s, sorne
good, a genius here and
there. And ther-e's (;uinga."
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Maurício Tapajós, another great name in Brazilian
popular music, joined the Guinga-Paulo César Pinheiro i; éG'l~)
duo to compose "Resta sobre o bar", initially recorded by
Maurício himself in 1980, and by Nélson Gonçalves, two -" l'
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years later. Still in 1980, Paulo César recorded "Quadrão",


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for Odeon. Guinga and Paulo César were also on Clara
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N unes's last LP, Nação, recorded in 1982, with the song "Cinto cruzado". At the albums release party,
Guinga was introduced by guitarist Raphael Rabello to Aldir Blanc, with whom he would com pose a
great part of his oeuvre and who would be chief1y responsible for the recording of the first album entire-
Iy dedicated to him. Aldir was already alert to the talent of his future partner, since Raphael himself had
warned him: "You must meet Guinga."
"Bolero de Satã" took the partnership with Paulo César Pinheiro abroad, thanks to the album
Brazil song, recorded in 1983 by Mark Murphy. And, in 1986, he had the chance to have a song in TV
Globo's soap opera Sinhá Moça, a privilege normally reserved for well-established composers. The
song was called "Sinhaninha" (Senhorinha) and was sung by Ronnie Von.

"I t Is as ir (;uinga "Tere the onl)T liying student In


a school whose reachers worrlrl be Villa -tobos,
»ixinguinha and 10tH Jobfrn, ,., )).IAVl\N
The two were still very much together in 1988, when Miúcha recorded, in one go, "Chorando as
mágoas", "Por gratidão", "Non sense" and "Porto de Araújo", and when Raphael Rabello recorded
"Comovida" in another of his spectacular performances as a guitarist. In 1989, it was Raphael's sister
Amélia Rabello's turn to record "Noturna".
Selma Reis was the singer who first recorded a song by Guinga and Aldir Blanc. The year was
1990 and the song was called "Oliúndi-Fox". The second was Ithamara Koorax who, as well as fine con-
certs at Mistura Fina and the Rio Jazz Club, based almost entirely on songs by the pair, recorded
"Lendas brasileiras" in 1991 with Art Farmer. The third one was Leila Pinheiro who, on her LP Outras
caras, sang "Esconjuro" (Guinga and Aldir Blanc) and "Noturna" (Guinga and Paulo César Pinheiro).
And so, finally, Guinga had the opportunity to record his first CD, the result of a gentle conspiracy led
(!jGU1NGAQ})
ly Aldir Blanc and aided and abetted by Ivan Lins and Vitor Martins,
.wners of the Velas label, and record producer Paulinho
dbuquerque. The CD, with songs by the Guinga-Aldir partnership,
v a s given the title Simples e Absurdo. A number of artists
.a r t ic i p a t ed. Here's the list:
Canibaile", Leila Pinheiro
Sete estrelas", Paulo Malaguti, Eveline & [ackier Hecker
Lendas brasileiras", Chico Buarque
Paixão descalça", Lúcia Helena
Ramo de delírios", Cláudio Nucci
Zen-Vergonha", Beth Bruno
Rio-Orleans", Ivan Lins
Simples e absurdo", Lúcia Helena
Quermesse", Zé Renato
Odalisca", Be Happy
Nem cais, nem barco", Leni Andrade.
The album was very well received, especially in the press,
ince radio and television had for a long time been ignoring good
.razilian popular music. The launch was at the Rio Jazz Club, where
;uinga ventured to sing for a packed house (in truth, full of friends
nd admirers), supported by Leila Pinheiro and Cláudio N ucci, as
'ell as keyboard-player Paulo Malaguti and saxophonist and flutist
.é Nogueira. The rnusic critic and advertising executive Franco
aulino, Guinga's patient at the dental surgery, was so enthusiastic
bout the album Simples e absurdo that he suggested Guinga should
ing in São Paulo, where he was still unknown. It was Franco Paulino
imself who made the arrangements with Hélton Altman, owner of
'ie legendary nightclub Vou Vivendo, and the concert took place.
verything would have gone fine, were it not for the fact that, during
te show, Guinga had a "block" that made him forget his own songs,
C) nervous was he. And everything would have gone badly, if Leila
inheiro had not been in the audience - leaping to his rescue and
inging no less than eight songs.

"I ,,'ould cxchauue 111" tmrsioal <-- •

urriver-se fOI" lris " Pi\f:()I)E LUCIA

There was no doubt that this was a composer who impressed


1 the beauty and absolute originality of his work. "Where did this guy
orne frorn?", asked those who were introduced to his music. He
bviously had a style that was very much his own, with ingredients
:Jded by some of his musical passions, like Chico Buarque de
lolanda, Augusto Calheiros, Nat I<ing Cole, Hermeto Pascoal,
arbra Streisand, Paulinho da Viola, Luís Gonzaga, Mílton
ascimento, Ella Fitzgerald, Victor Young, Garoto, Pixinguinha, a
onstellation. The album's success led to him being very much
sought after by the press, and during an interview, one of
those tragedies happened that tend to be fatal for politi-
cians and many times embarrassing for artists: the inter-
viewee thinks one thing but says another. While speaking of
his phase with Paulo César Pinheiro, and comparing it with
the one he now enjoyed with new partner Aldir Blanc, he
said, among other things, that it had taken him a while to
realise that Paulo had a career of his own, and that he,
Guinga, needed to have his. The problem was, in order to
explain that point of view, he ended up saying things that
entirely displeased Paulo César Pinheiro. The result: end of
partnership. Later, Guinga would say he had learned the
lesson and would be much more careful in interviews.

"Ilow is it possibfe fOI" thcre to be a musiician


who , in C,7(~I"~· plu-ase o f cl'ery m e.l o d y, can
encompass ("11 tiJ"e momcrrrs of our popular
music?" rrlll~() I)E IJAllROS
One who also received Guinga's work with much enthusiasm was Sérgio Mendes who, in 1992,
recorded "Esconjuro" and "Jurado", sharing these versions with Gracinha Leporace and Guinga himself
In that year, "Saci" was also recorded by Zé Pinheiro and "Nítido e obscuro", by Mônica Salmaso; the first,
from the partnership with Paulo César Pinheiro and the second, with Aldir Blanc. And the group Boca Livre
included "Zen-Vergonha" on their CD Dançando pelas sombras. In fact, during the 1990S there were record-
ings aplenty. In '993 Guinga's second CD, Delírio Carioca was released, with a beautiful surprise: he sang
on most tracks. And not ali of the songs were partnerships with Aldir Blanc. Two of them,
"Passarinhadeira" and "Saci", were from his time with Paulo César Pinheiro. Djavan sang "Delírio cario-
ca"; Lúcia Helena, "Choro pro Zé"; Guinga shared with Fátima Guedes the version of "Passarinhadeira";
and Leila Pinheiro sang "Baião de t.acan". Two instrumental tracks were included: "Henriquieto" and a
version of"Delírio carioca" (with Djavan on vocais). Guinga sang on ali the other tracks: "Saci", "Par ou
ímpar", "Nítido e obscuro", "Canção do lobisomem", "Catavento e girassol", "Viola variada", "Age
Maria", "Mise-en-scene" and "Visão de cego".
The record launch was, again, at the Rio [azz Club,
where Guinga experienced one of the greatest emotions in
his career: while singing "Catavento e girassol", the huge
audience that packed the place sang together with him,
with joy worthy of the old Rádio Nacional auditorium. At
that moment, one had the impression that he felt like
Francisco Carlos or Caubi Peixoto performing in the
Programa César de Alencar. The myth, which to his sadness
had followed him for many years, had been exploded - the
myth that he produced songs that only he and profession-
ai singers could sing. At that point, though, the one person
who had problems singing was Guinga himself, his tears
causing the crowd to sing with even more enthusiasm,
(!jGUINGA(]JJ
creating an atmosphere of intense emotion.
But 1993 was not just about the CD Delírio Carioca. In that year, many Guinga and Aldir Blanc
songs were recorded ("Mise-en-scene", by Chiquito Braga; "Vá Alfredo", "Diluvianas", "Destino
Bocaiúva" e "Sete estrelas", by Fátima Guedes and Guinga himself; "Nem cais, nem barco" and
"Lendas brasileiras", by Ithamara I<oorax; and "Choro pro Zé", by Rita Peixoto and Carlos Fuchs, who
also recorded "Noturna", from the partnership with Paulo César Pinheiro) and there were some con-
certs, among which one at the Rio Jazz Club, one at the Theatro Municipal do Rio de Janeiro, in a show
coordinated by Herbert de Souza (our late Betinho), and some in Spain, where Guinga earned his first
international praise. He was the main attraction at the closing ceremony of the Festival Brasiliana, at
the Colégio Mayor San Juan Evangelista. The following day, critic Pedro Calvo wrote: "Guinga and his
magnificent accompanists, pianist Leandro Braga and saxophonist Carlos Malta, were a great sur-
prise." According to the critic, "the Madrid audience greeted his performance with a standing ovation".
For Carlos Galilea, of the leading daily EI Pais: "The wealth of harmony and melody of the beautiful and
original themes enchanted the audience."
In March, 1994, he performed with Selma Reis at the Seis e Meia at Teatro João Caetano, Rio,
his beloved city. "Every artist", he said, "needs a pretext to work. Rio de Janeiro is mine." In October,
he was one of the attractions at the Free Jazz Festival, playing with Leandro Braga (keyboards), Chiquito
Braga (guitar), Zé Nogueira (sax soprano), Paulo Sérgio Santos (clarinet), Carlos Malta (various wind
instruments) and the American David Finck (bass).

"I s p e n i m Y 'v h o Ie I if (~ Io {)k i n g f {)r s o 111 C -


o n e like Guinga.~~ IIERMETOPASCOAl

In 1994, there were more recordings of songs written with Aldir Blanc: "Vá Alfredo" and "Non
sense", by Márcia Maria; "Choro pro Zé", by Marco Pereira; "Balão de Lacan", by Paulo Sérgio Santos;
"Chorado", by Richard Stoltzman; and no less than five pieces with Turíbio Santos, on his CD Fantasia
Brasileira: "Sete estrelas", "Sinuoso" and "Igreja da Penha" (both only by Guinga), "Nítido e obscuro"
and "Vá Alfredo". In 1995, though, there weren't many recordings: an international one - "Bolera de
Satã", by Mark Murphy and the I<arlheinz Miklin Quartet - and three in Brazil: one by MPB-4, "Sépia e
Flash", and two by sax-player Zé Nogueira, "Senhorinha" and "Futuramente". Also important in 1995,
were his performances at the Vou Vivendo in São Paulo, at the Museu do Telefone, with Carlos Malta
and Leandro Braga, and at Sala Cecília Meireles, with Hermeto Pascoal, the latter two in Rio.
1996 was a golden year. There was a magnificent response to the release of the album Cheio de
dedos, with 13 instrumental tracks, one sung by Chico Buarque de Holanda and another by Ed Motta.
And, as if that weren't enough, Leila Pinheiro recorded an album entirely dedicated to the Guinga-Aldir
Blanc partnership (Catavento e girassol). Cheio de dedos was awarded no less than two Sharp Awards,
one for best instrumental album ofthe year; and the balão "Dá o pé, lora", a tribute to Hermeto Pascoal,
won the award for best instrumental track of the year. And that wasn't ali: "Chá de panela", sung by Leila
Pinheiro in the CD Catavento e girassol, was considered the best Brazilian song of 1996.
Cheio de dedos had 12 tunes penned by Guinga alone: "Dá o pé, loro", "Inventando moda", "Nó
na garganta" (a tribute to the group Nó em Pingo D'Água), "Cheio de dedos", "Picotado" (a tribute to
Raphael Rabello), "Divagar, quase pairando", "Rio de exageros", "Blanchiana" (a tribute to partner
Aldir Blanc), "Por trás de Brás de Pina", "Desconcertante" (a tribute to Leandro Braga) and "Sinuoso".
From the partnership with Aldir Blanc, "tmpressionados", sung by Chico Buarque, "Me gusta a
lagosta" and "Ária de opereta", sung by Ed Motta, were recorded.
@)GUINGAl!J
"Vil"íuosií~' guided b)' iníuition, wlrioh íou{'hes
the el"udite wif hrnrt losing the popular s,,,iillg."
'rf\ltlK I)E S()UZA

The beautiful album by Leila Pinheiro sold over 100 thousand copies, demystifying once and for
ali the old "difficult" composer story. But Guinga himself was surprised by such success. He said:
"Since Elis's version of "Bolero de Satã", I had not experienced the sensation of hearing my music on
the radio, as it happens with "Catavento e girassol". This is ali I want in life. None ofthis being kept in
a drawer. I dori't want to be 'cult'." As well as "Catavento e girassol", Leila recorded "Canibaile", "Coco
do coco", "Neblina e flâmulas", "Valsa para l.eila", "Chá de panela", "Baião de l.acan", "Pra quem quiser
me visitar", "Samba de um breque", "Exasperada", "Cordas", "Exílio e paraíso", "Luas de subúrbio"
and "Madeira de sangue". Guinga's music was also recorded in 1996 by Renato Braz, Sérgio Mendes
and Gracinha Leporace, Cláudio Roditi with Leila Pinheiro and Guinga, Carol Saboya, and Aldir Blanc
himself, who celebrated his fiftieth birthday that year and recorded an anthological álbum, with many
special guests. But it was he himselfwho sang "Carta de pedra" (Igreja da Penha). In 1997, the follow-
ing artists recorded music by Guinga: Vânia Bastos, Eduardo Gudin, Afonso Machado and Bartolomeu
Wiese, Quarteto Maogani, Peri Ribeiro and, once again, Turíbio Santos. In that year, GuingajTuríbio
took part in the programme Ensaio, directed by Fernando Faro for TV Cultura, São Paulo, and the
recording of the programme was put on CD for a project led by João Botizelli, aka Pelão, for São Paulos
SESC, called A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes (This century's Brazilian
music - by its composers and its musicians). In 1998, Guinga's songs were recorded by the group Água
de Moringa, Chico Buarque ("Você, você", a Guinga-Chico partnership), Ilka and Roland Hoffmann,
Hamílton de Holanda, JP Sax, Carlos Malta, Marco Pereira, Leila Pinheiro, Garganta Profunda, Mônica
Salmaso and Richard Stoltzman.

"lle is íhis decade's IIIOSt Imp or-rarrt COnlpOS(~'"


and one 01' the 1110St e xp r esxive son.g,vriters of
ali titnc.·" lllA URO DIAS

In 1999, Guinga released another CD, Suíte Leopoldina. This is due to the fact that, despite being
born in Madureira and raised in Jacarepaguá, he always had a connection with the Leopoldina area, the
reason for which many of his songs have references to places such as the Penha Church, the neigh-
borhood of Brás de Pina, etc. There's a reason for this: his father was born in Penha, and his mother
in nearby Olaria. Besides, hes never stopped going to Leopoldina since his childhood days. He was
still a young musician when he became friends with an illustrious Penha dweller, mandolin-player Joel
Nascimento. Guinga was one of the regulars at the Sovaco de Cobra, the bar that hosted the cream of
the Rio choro scene.
The Suíte Leopoldina album was a further example of Guinga's valuing instrumental music. This
time round, of the 14 tracks recorded, only five were sung, by Chico Buarque and Nei Lopes f'Parsifal",
a partnership with Nei Lopes), Alceu Valença ("Chá de panela"), Ivan Lins ("Guia de cego", a partner-
ship with Mauro Aguiar), Ed Motta ("Par constante") and Lenine ("Mingus samba"). The other tracks
were instrumental: "Dos anjos", "Di menor" (a partnership with Celso Viáfora), "Sargento Escobar",
(!jGUINGA@
"Choro perdido" (Guinga's tribute to his mother), "Noturno l.eopoldina", "Perfume de Radamés"
(Gnattali, of course), "Cortando um dobrado", "Dissimulado" and "Constance".
In 1999, he was also recorded by Carlos Malta and Pife Muderno, Nó em Pingo D'Água, Leila
Pinheiro, Carol Saboya, Mônica Salmaso, Chico Saraiva, Celso Viáfora and Karrin Allyson. In 2000, by
Banda Mantiqueira, Duo Panting-Blagden, Adriana Capparelli, Alaíde Costa, Heather Davis and Jill
Russel, Ernán Kópez and Nussa, Quinteto Villa-Lobos (five tracks on the album Fronteiras), Carol
Saboya and Mônica Salmaso.
In 2001 he took another trip back to his childhood and returned with Cine Baronesa, naming his
CD after the movie-theatre he used to go to in )acarepaguá. Aldir Blanc wrote the Iyrics for the title track
and it was recorded by Fátima Guedes and Guinga. Also singing on the record are Chico Buarque ("Yes,
Zés Manés"), Nei Lopes, Guinga himself and Sérgio Cabral - the latter speaking only, naturally ("No
fundo do Rio", a partnership with Nei Lopes) and Guinga himself ("Nem mais um pio"), partnered by
Sérgio Natureza, "Fox e trote", a partnership with Nei Lopes, and "Oras samba", a partnership with
Aldir Blanc (ali, by the way, instrumental - with the exception of "Como eu imaginara", in partnership
with Hermínio Belo de Carvalho) are either by Guinga alone or with Aldir. They are: "Melodia branca",
"Vô Alfredo", "Caiu do céu", "Estonteante", "Geraldo no Leme" and "Melodia branca".
In 2001, these artists recorded music by Guinga: Zé Paulo Becker, Cris Delano, Simone
Guimarães, Paulo Sérgio Santos, Cláudio Tupinambá, Ana de Holanda, Maogani and Tastho Guitar
Trio. In 2002, Miúcha, Maogani and Graça Alan.
In 2150, when Guinga would have been 200, the number of recordings will be much higher.

P. S. - In order to include Guinga's discography in the above text, I referred to research done by an
american, Daniella Thompson. To her, a big thank you.
PARTITURAS

As músicas que compõem esta coleção foram selecionadas pelo próprio Guinga: são canções
e peças instrumentais, dentre as quais muitas para violão solo. As partituras foram elaboradas tendo
como referência versões caseiras gravadas pelo compositor especialrnenteparatàl fim. O resultado
final tevea supervisão de Guinga e dos respectivos parceiros. . ;....... ; . ..:
O violão de Guinga foi transcrito integralmente, nota a nota, t~ntóna-s.rhúsicasin~trumentais
quanto nas canções, de modo a registrar da forma mais fiel possível a riquéiadc)s acompanhamentos
. criados pelo compositor - um dos pontos de maior interesse em s~a mús'lêá,anosso ver .
. Optamos por utilizar cifras em todas as músicas (exceto nas ' , , priorizando a
intenção de colocar as partituras ao alcance do maior número algumas músi-
G1S, acifragem deu conta perfeitamente do acompanhamento exemplo: "Par
constante", "Choro pro Zé"). Houve vários casos, porém, em que não sim-
plificar a cifra, especialmenteem elaborações mais horizontais do acorn de notas
de passagem e dissonâncias praticamente impossíveis de serem do, pentagrama
("ÇhorQ-Réquiem" é um exemplo),
Muitas vezes, nas canções, preferimos rião definir notas ""v"t"c l:ltistln;ns de
. havia uma clara definição melódica nesse sentido. Por isso YrlIIITr\C

sílaba por nota. Essa última sílaba em muitos casos é quase taLad;a,lpeir.cLltí<:ja;;jJ~lO
rigorosamente definida, apenas complementando a palavra e
ma sílaba da palavra "alegremente", no compasso 2 de "Canibaile", IIU">ll ..Cl

Agradecimentos especiais a Leila Pinheiro, pelainestil11ável cóntribuiçãoe:


elaboração deste trabalho.
ARIA DE OPERETA(!jGUINGAQD

Aria de opereta
Guinga e Aldir Blanc

Canto

Às vc zes. tu és Gil dei em Ri - !!o le lto e eu sou teu


mi ga lei - to a pOI11 h;\ no meu bar co em Lu - hCI1

Violão ~~==I~=---i=-._,=EE
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paI. [Ill ou tras, tu - a SI na e a de Ma da me Bu - ucr
gnn, Vai qui na do Cre pus eu - 10 dos Deu SCS que.há em

fty. Dis far ça teu a mor, A 111 é lia em Bal Mas-


1111111 .. Nós jun tos 50 - 111 os Tra - VI na e Tro - va -

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que, CI ga na és I - gual a Car - men de J3i


dor. Nào fll - ja. não. Já lal Prin - ce - sa Tu - ran

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20 A?7M(6) G 7(713) G'7(;) A 7(9)

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24 A~7(9) b D'7(~9) G~7(;) F7(::~,)

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32 E add9 E7M(9)

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BAlÃO DE lACAN(!jGUINGACID

Baião de Lacan
Guinga e Aldir Blanc

Canto

Violão

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lrc i - ra. so: - ta e Mas o Bra - sil in - da ba - tu - ca 113 Ia -

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I dei - ra: Ba - fo, Con - go,_f: - Xtt, Tai - ei - ra mais Ca - ci - que_e o () - 10 - dUllL. Deus sal - H~ o bu-

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Q!)GUINGAt!)BAIÃO DE LACAN

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mui - to c - 10 - gio à bar - ri - ,.,) - da I'ro - eu - 1'0 as nos - sa ror a - qui. não ve - jo

sá - rio quis que _eu tos - se a ~~i - chutis. 0- quêi. my boy! che - gue: rr3 re - bcn - tar e

na da. Só to -1110 ar - ro - to e per - di - go - to 110 meu molho. Se teu - to ver mais

putz! Vol - tei sem cal - çae 'lua se Cjueum me se - ques Ao con - íe - rir o

C"~m7M C~m7 F~ C~m7

1011 - gc. ta - cam o de - do no meu olho. Quem li - ca na bar - rei - ra po - dc_in - té ti - ear ron-

sal - do. no ver me - lho fui pa rar, Tô com o João L' bal - do: ehe - ga des - sa Cal - eu -

CI

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BAlÃO DE lACAN(!jGUINGA(ID

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lÚ Eu tô !\ mil por a i, a - tle - ta do Ju - que - ri. ti 111 só - cio a
C 111

F~ 7 Ft7(~9) C 7(~11) F~ C 7(~11)

2~7 ~~~---~~~==--~*±r~~f=Rf~=~1C-ffiF-ct=M
=O~J~§
mais da Gol - dcn Cn)SS de ciu - lei ri - Ilha .. Tem - 10 50 - hi IlCS - se a - ta

dor de La - can di - a - g - nos - li - cou s - trcss e me man dOLl pra ro -

G7M/O
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Eu rui pra Li mo ei -
OOGUINGA[!JBAIÃO DE lACAN

1'0 l' 1211 ~ CO!l uci o Paul Si rnon 1:'\ ter: lall

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do se pro ela má n..:'1l - - te do ma fu -

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Se o pc - :10 não chi - á.

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45
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() Boi BlIlll' bá \·i - rar va ca.


CANIBAllE(!jGUINGA@)

Canibaile
Guinga e Aldir Blanc

5.S
B F~7 86

Canto ,-~~W=t]i=j~~r~~~~~
~~,-I',~~jjH~~~~.1~~'~i~-;;;;.;.~·~f1~~.
Qüérn, qüém. an - dei can - tan - cio a - le - grl..' - mente e a cn· dn

sen - li o dra - ma do 111 a nela: LI - 111<1 d:h

Violão

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l:l vez: lacel -_...

A;m7(11) D~7(sUS4)

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pac - to. eu, o pa - to, e - ra Ulll fran go de n la - cumba. Vi -Ilha_os tu - risia. \'1 -

mãos to - rnou Bus - chc - ta e com a ou - tra (l queé 'lu Vi - rei pa - lhaço no

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nun - ca SL' v iu Jl~1 (;1:-; ca vcl O gui - lU de - Ia en - gUI - çar.

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Catavento e girassol
(juÍnga e AIJÍr Blanc

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Meu C1 - ta - \'l;'1l - to tem den lro o to cs - em - ca - ra do do Ar


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CATAVENTO E GIRASSOL(!jGUINGA®

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Quan - do ,j> - 50 \/1 - o u


-- ma se - rcs - ta. \"0 cê dan - çaJlâ - vai - a na.

eu tu - do quan to lil - ço, vo - cê é tà() cs pon 15 1H.:-~1.

Quan - do eu
- res rei - to - os si - nais. ve -jo vo - cê de pa - tins
Eu vou de tê nlS e icans, en - con - tro vo - cê de - ma
Sei que_ ..um de - pen de do ou tm só pra ser di - k - ren

vin - do na con - tra - mão mas quan - do - a - ta - co de macho.


is _s - car - pino 50 - i - rée. QU3n - do - o pau que - bra na - es - qui -
te, pra se com - pie - tar. Sei qucum se - a - fas - ta do ou -


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@GUINGAt!)CATAVENTO E GIRASSOL

F7M/A G~ ("13)
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vo c': Se faz de ca pa cho c não quer con - tu - são.
na, \"0 - (L- a - l<l ca de fi na e me o - ten de em in - glês:
tro no Su - fo co. so - men te pra se a pro - Xl - mar.

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G add9 (b13)
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IB B 7
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Nc - nhurn dos dois se cn - trc ga. Nós não ou - vi -rnos con-selho:


é jú - ck ..\'011, ba te bro nha .. e nin-guém me-te_o be - delho,
C" tem Ulll jei to ver de de ser e eu sou me - io ver-melho

fi jj I I I I I
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E 7(:) Bm/O d7(~9) Am/C


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eu sou vo cé que se vai no su - rui - dou - ro do _cs- pe
vo - cé sou eu que me vou no su - lFl i - dou - ro do _éS- pe
mas os dois jun - tos se vão no su - mi - dou - ro do _cs- pc

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lho. eu sou vo - cé que se vat
lho. vo - cê sou eu que me \-OU

lho. mas os dois .Iun - tos se vão

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<ATAVENTO E GIRASSOl(!jGUINGA@

Arn/c B 7(~9) E rn7(9) /. $

r4~,-~g--::=-I~~3,c::<i_~l~=:§',===g=tL-~- .•:=:~
! no 'LI rni dou ro do cs - pc lho.
110 su IHI dou ro do v-. - pé lho.
no SlJ lho.

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~di~~1
A paz c ki - ta nUIH lHO - tel de ai - ma Ia - \'3 - da_c' pas - Si! - da

pra dcs - co - brir 10 - go de pois que não ser - viu pra na-

G add9 D6/F~ /.
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@GUINGAl!JCATAVENTO E GIRASSOL

Cm/E~ ;/. A7/F~ A7/E

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fh;;::-':_=:
~~#==;;;_
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au - I1kll - iam os de - SCIl - ganos: \"t) - cê vai pra Pa - ra - li

A 7/D C~m7(b5) Bm/D B 7(1,13)

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mas os dois [un - tos se vão 110 su - mi - dou - ro does-pc lho.

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CHÁ DE PANElA(!jGUINGA@

Chá de Panela
Guinga c Aldir Blanc

A 7(13)

Canto

Her - me - to roi na eo - zi - nha pra pc - gar o ins - tru - men - tal:

Trou - xc eon - cha e es - cu - ma dei - ra, ra - Ia - dor, eo - lher de pau,

Violão

4 ~ lo! H
,
--_#~- J=.-

do fa - cão à co - lhe n - nha tu - do é coi - S3 Il l Ll - 51 - cal.


bar - ri I, tir - ri - na e pe nel ra tu - do é coi - 53 lllU - 51 -

I I I

qr-
r I
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I 2.
E7 E 7(#9)
A7 A7

~§§~~1~f§)~~_h~~~~~~~Rj~1r~Fjqr~~
j
~
! cal Me eon - vi - dou pra u - ma p1l1 ga. Meu não pe - sou com

Guin ga . se ves - te de ti-

.
'

r r
ffi)GUINGA~CHÁ DE PANELA

E7 A7 E7 A7

quecu ti da se nn ga.
fcr ~ rào nem reS J111l ga:

A7 E7 A7

;~~ ,
Fc--{~t:~=W·
I que 110 - me que não bebe 'c !lC - ga mo - co tó, J - ca - ba qucll - gacl11 \el de
i
Cll - C'O- lhe fci - to UI11 IlÓ e vai fi - cm me -

j;~-----
% E7/G~

As - SO - prou IlU - l11a cha lei - Id , ba - teu nu - ma ba - ci - a. Je .. sus. A - vc Ma-

~
I
I
I
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dei - ra ell - tra - ralll no com-


CHÁ DE PANElA(!jGUINGA(ill

r
pas - so, dan-çoll a I'l - ri - nhe: - ra, sa - lei - ro no re da ço C tu do e - ra

coi - S,l IllU SI cal ru - nil Il'l d l l - dan - do: úi! 1'0 - gão gri - tan - do:

F
lia li I E III do e - ra coi - sa 111li si - cal lu - nil man - dan - do:

E7 $- E7 E7(~9) A7

~~~~~r-zr=fl:.~ C ~~p=~~~ l
...
oi ~ 1'0 - gão gri - ran - do: uau' Fez um cho - ca - lho de ar - rol.
@GUINGAl!)CHÁ DE PANELA

A7 E7 A7 E7

e ou - tro de rei - jão. No ta - 10 do mn - mão cor tou J trau - ta que Jú

A7 A7 E7 A7

to - cá m.u-; do - el:. ir mão. di - ré - to ao co - r~ -

40
E7

ção. As - 50 - prou nu - ma cha


r'~f~---:-f-~-'~~~~d~
o E7

AO %E $ lle: - me to Pas

-t r i r 'i --
'---L í j
--,-
l r r-

7M
Bm

ne - Ia que eu sen ti a \"0 ca cão: \1 que mil - si - ca e


coal que ma - gis trai me deu o dom de cn - teu - der que do

r
J
CHÁ DE PANElA(!jGUINGA®

;/. Bm7M B7(;)


46

~~L~=!~~-q~,-~~~€-~~,~~F-=-~:2~m
I li - xo ao a-\'1 ào em lu - - (~) hú 10111·

111 dú b0111 som

-------1
E7 E7 E7 A 7 (1 3) D 7 (13) G 7 ( 1 3) ,
51

~~-~~~Jt:=_t=fd--1~r~--~=~-- ~ ~~-.~
se a cri - a - cão é mais se o mú - si co for b0111.

- : b"~~~
vU~j
.~-~~~=--k~
r---r- T~LJ---f r-: r .•~.~~
i

I 2
54 E7

bom.
®GUINGAt!JCHEIO DE DEDOS

Cheio de Dedos
Guinga

Violão

't"b;+ci~lc=~~~--
. ,= CC=$_~C~-J OC"C c-<> . , ~_.. ~~Ft~,-c_-=--=_=~
= - '- --='lt-5,~~
-=::=U===-CC7'-c~
~ _~. q~;-.~. b~·~
I ~ --- ~--=-- 1
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(5DGUINGAl!)CHORO BREVE

Choro Breve
Guinga

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Violão

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CHORO PRO Zt(!jGUINGAC}D

Choro pro Zé
Guinga c Aldir Riam:

Violão

C m7M(9)
4

A i, por que cho - ras Si! - x tal1- to 3S - sim? Con - ta pra mim o que te l'lI ;0 - Irer.

Violão

SOU teu a - 111i - go, tii' por me re ~ cer: sem - pre jun -toa ~Oll o co - râ -

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@G UI N G A k!) (H O R O P R O Z E

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G add9
/B BO Am7

so - lan-do UI11 cho-ro ou UIll blues rue faz lern - brar de ou - lras noi - les

ou - vin - do o 5a -:\ 111ur - 111li - ra r num bai -Ie ao lu - ar


CHORO PRO ZÉ(!jGUINGAffi)

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34

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1'0 - nc IrUIl1 bar me :\L'1ll . prc qUl' u __~l - mOi" pro - \"0 - ca em lllllTl j~ll - ta de
(IDG U I N GA l!) (H O R O - R É a U I EM

Choro- Réquiem
Guinga e Aldir Rlanc

Canto

80m. a - 1~ 'ma - I1h5. a - té rm sem - preou 1111...'$ - lllU ;1 já.

Violão

a té o di lcm - brc ou vol te a lem brar.

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QU311 - 10 mai ar o au sén - ela mais eu pcr cor

ro, mi - nha COllS - ci cn ela te rc morro.

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luz do meu céu, tão pe· que -nin.r no São .10 - 50, ba .

F' G/F Ebadd9

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Guinga e Aldir Blanc

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(IDGUINGA l!)CONSTANCE

Constance
Guinga

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Melodia

Violão

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Destino Bocaiúva
Guinga e Aldir Blanc

Melodia

Violão

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DESTINO BOCAIÚVA(!jGUINGA@

Canto

Violão

eu ~ Cci - to as - sim
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bo - eu es tú o ma - pa do te -';0 li 1"0 meu ti - 11" c 110 Quin - ti - no de me

B~6 C m/Bb A m7(t'5) BS6

2~O qll=_:=-_~~'=:==-3;~#~=rFtF~=t='ih-t===b--==t=t.§t~t~~~:~
1'0. man - .10 cn - ná 1"10. ti - co ti co e que - ro que 1"0. o
bo Ia. ma - ri o - Ia e lá tem eho 1"0.

clu- bc de Quin -ti -no c" pa re - ci do com -a mu \U ca da gente. que


có - Ie-ra me tez 111í:1IS de 1I-1l1a \ ez. Horn hau - seu em pie no ::;~1 - lão. lu

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(IDGUINGAi.!JDESTINO BOCAIÚVA

Ia Fcr-nan-do é h\1\ nào Illan - da na .- da c o To - ni - nho se em- pos sou pre - si - dente En - tão sai
J<Í eu - rei dou - 1<' - Ia de sa - Ir pc - Ia ne - Ia. va - rão,

l-I. .-------- ..----.l


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da frente Por na mão. Ca- fe - tão de gra - va -

32

ta é de Quin - ti - no 130 - cai - li - va. In - \-a - são de ba - ra ta') IS-50 3-con - te - ce se cho-

"l I

I.

6 Ay<"5) 6
G m IB~ G m 19b

ver. Ca _. pi - tão de fra - ga ta em 80 - cai - li - \'a ram- bem dá. Um mon - tão de ba - ba -
DESTINO BOCAIÚVA(!jGUINGA@

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ca nas- cc em to - do O lu - gar.

is é O me-Ihor car-na-val. Que-roa-qui rc-pe-tir que_o nos-so qua-dro so-ci - ai vai da tri-bu-na_à gc-ral.

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nOI - lc. nc - nhum (ali to pra Ir Sou - be dum ror-
guar - da se che - g.Ol! pra di - Ler: "E - Ia é di me-

Violão

ro Bcm per to da qUI Di, - se: só vai ler bal za eu e ve - lho bla - sé
nor vê o que \':ll LI zcr., Três da l11a - dru ga da j,í não dá pra Si! - ber:

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Tó nu - ma JlI or Fui pra co - nhe cer Lo - go na caI-


c - Ia é de me nor eu sou de bc bcr.. Meu an - .10 com

~rE-~~F qUT~~ITrr~~ê·.
~R~q~~Yb:u
DI MENOR(!jGUINGA@

Ft-tt::-=~~:==;~~r=)-=tt--~~:':::I~~J-=:-,~J;:cid
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11' \~~l <.1;1 deu pr.: \ cr qlle __eu er - rei: a mo - ça - di - Ilha nào li Ilha mais que de - /c-. - :-.C1S

Gl - n.l de quctu pcn sa: "SlI - jou.. Cha - mci ~1 g.a - \;.1 pra dan - C1 l" a cri - an - LI to - pOLI

I ~ ~

~--ITFr~(1=~t~f~~o-r·~i=~rÍ~
Gm(11) B~~/F D7(~5)/F~ Gm(11) E7

=i~~~3S_~d~l~::==~--~--_ .._~~=;=- =-..:;:C=·.·=~#:;:


.•}?d=-~~=_=-~--:(~l
Sei." On de pa - rei" /\ que
Vou!" FOI ba tcn - do um C:I - 101 .r: rou a ,ia

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B~7(H11)

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ti nha tá me o - 1 han do por que') Não ti - rol! nem () R - (i

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Po de crer .. Sá ba - do de \"er ... " Viu co - mo não


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dá pra S3 - ber o que.é bom pra Ie ri da')

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briu a mi - nha ga ta gn - tou:

C VI

37

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A 7(~11) Ab7(~11)/A

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41 ~ G 7(~11)/A G 7(~11)/A F 7(#11)/A O m7 (11)

-=-~~~_==-~---~====ê~~r_
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Sá ba - do de
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~-~J-~~ r ~-=&--+=d. F~.~ '-21
I~ Ti· ,_,,,., fó de san v ! m"qoc e pa v riul

If& ~~ffiJ~ 8.iF~~~


@G U I N GA l!J D I S SIM Ul A DO

Dissimulado
Guinga

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Violão

cv 4
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2 I
DISSIMULADO (!j GUINGA(JjJ

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Violão
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DOS ANJOS(!jGUINGAC!D

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17 E~ Eb/O Cm D 7/F~

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Dá o pé, loro
Guinga

Melodia

Violão

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DÁ O PÉ, lORO(!jGUINGA@

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39
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50 D7(~~J Bm7(9} C7(#~1) Bm7(9} D7(;~1) C7(9} B~7(~9} C7(9} E(~11}

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Ifb íF/F I 'fJJ9~ " hft ? ±1~


EX A 5 P ER A O A (!j G U I N G A(]D

Exasperada
Guinga e Aldir B lanc
6 6
Em /G em /p

Violão

Canto

Teu VéS -li - do preto quer en - ver - de - cer, teu ca - be - 10 pre so quer es - tre-me - cer
Teu ca - ri - nho em garra de-se-Fi ,e a-brir CO-1110 rO-5as l OfI - tas dc_e-xas-pe - ra - cão

Violão

10

ao ca - I r da lar de pro o - Ihar dos ho mcns


IlUI11 jar - dim se - cre to pro o - Ihar de um ho 111
C111

B(~5)
14

B"._ 'T~-' .. ~

e en - tão rcs - plan - de cer. dan çar ...


e re - ju ve ne ccr. to caL ..
@G U I N GA l!J EX A S P ER A OA

Tu - a dor no ventre quer ';t.'r di - I~ - rente da que no ras - sa do te' lan - çou ao

Cm/ G add9
F

~~-~~~~==:~-ML~-~:
--~_J-~~~~=;-~=~~_-- -:~--~' =~
xão, mor der. ai. hei pr
chão cho ran do ao ver

a bo - ca in - ti m Ia da i lu
os den - les moI' - lais ela so li

G add9

\ão S~ irans ror - lllar


EXASPERADA (!j G U I N G A(E

C= (11) B71Vl/D~ C= (11) B ?i\'~jD::


34
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elll III do que ...pu.:!"

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38
C/E BlllíD AIll/C

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c a mais lan - ci - nan· te de lO - das as do - rc-; cru leu rc \LI"

42 Em9/B A 1116(9) A D7/A A B~ A

~.~~·B~85:.~;~jJ~-~r---~=1i;-~:=-t~·~{~~L~~~.~::~=
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nas - ce - r.i sem nome pra cres - cer c - norlllc c se cha mar pra

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G.
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®GUINGA~fOX E TROTE

3··
Fax e trote
. .....,.. . Guinga e Nci Lopes

% c6/G D7/F~ G/F C add9/E Cm/E~ A~/Gb G/F c6/G D7/F~ G/F

Canto .-=-~~-f~~11E~-- ~=T-!4tOi=fJ~f==-1.--=td


Ira - nha li - ga - ção, tão des C<I - bi dai Que COI - sa sem ra - zào e

Violão

C add9

4~f!o
--f---
'-)~ .
/E
r
sem me di- dai gual a .J3zz ou a - to nais Sons
Co 1110 ... o ra ções pen te cos tais Lou
gual a jazz ou a - to nais Sons

6 G7(;) G7(9)

~=a-[.J
I de De - bu - SS) um 1110 co lá ou num fOI ró E 111
' van do ZUI11 - bi Co mo lree ways 1110 r.-cl men tais Pra
[
de De - bu - 5Sy Co - 1110 o - ra ções pcn te cos tais LOll

~.
dt- ;L
~r i V~r
FOX E TROTE(!jGUINGAC![)

Pa ra carn bi. Mu m CI pai, um re Cl tal E eu


da - qUI a 3 li Ou cer tas leis ho mem faz Pra
x an - do Zum bi Mu nl Cl pai, re ci tal E eu

~~~~F~'~f.~'~~_.1
1

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1-I'~7IIr---=-=~~W
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E 7(b13) 6
Cm/Eb F9
10

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-[
..

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de (ai - \3 lee ... Foi co 111() Mi les Da vis, doi do
IlJi.) se cum - prir. Foi co mo um tri o e lé tri co em
de cal ça Ice. FOI co 1110 um tri o e lé tri co des

g~ ~C @
~ ~~
1.
6
em /G C7M(9)

no car - na - vaI. To can - do no - Or· fe - ão Por - tu - gal. Es -

um fu - ne ral Man dan - do fu - nk ra - p ge - ral.


cen - do o Pc - ló Des - res - pe: - tan - do Do - na Ca - nó.

Gol - pc de a - zar. SI - na de es - tar


CV
OOGUINGAl!JfOX E TROTE

num mau lu - gar N" IlO- ra cr - ra da. Eu que pen ,,,'

Dt>7M(6)

~ .....-r.
I mais Que do. que na b-

1eu
AO %

add9
24 e /E em/E~

De Dom Qui - .\0 te Dan - cou no fim do 1'0.\: Le -

27 eadd9/E em/E> A'o/G~ G/ ;/. ;/.


F

I;'~·-···~,~~~'t];~r'~_~i ~J~2g~-=-C4_ .._i_=m~=---~'' ·-kr~:~bJê:~";~J1


VCI um tro te Le um tro te Le - vci um tro te l.e -

fade out
GUIA DE CEGO(!jGUINGA(9T)

Guia de Cego
Guinga c Mauro Aguiar

Violão

Al/E

Canto
u
~J ~:L ..~~~~~f~)J1
o lha a vi· o Ia Màe de vis ta '·3 . I' Quan - do
A bre a \'1 o
- Ia Não rc pa ra_on - (k_l~~-pi Se e· Ia en
Tan ,., - o Ia Com es [10 ra e eu - (o - ri En car
Sol ta 3 vi - o Ia Pé na lu a sem ~ui a Que tI () -

l~
CI.- 11,....--, ~ o ,-
4
i I 1

r-----'r~r-·--:r d) -LF!
~~~~~~~~~~~~~~~~·~-~'~-~·~~··~-~·
.--~~r '--- 4 1..2 1 I 3 1 I

Violão
E 11 ,
0) ®
6
G m/F A l/E C m /Eb G m/F
9

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~~=-~~f=~=.~-~k~- ~.~~I_~
..~:~[.~~
.._'.~
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jo ga_ e - Ia em - bo Ia Co - Ia - a mão na a go - 111 a Sl~ dis-


ca ra. a pa - vo ra Se .. e Ia cho ra. a lu - 111i a co - mo o
ce ra a se - nho ra ()ue_ c-Ia 1111 pio ra ai ror - ri a Va - ra a
lhar de sal' - vo ra Só lou eu ra Ir - ra - di a Co - mo o

2 ~l.-----p=r
-•••
, --- -----
®

k~~ª~~·
Al /E 6
C m/E> Gl ./.
/0 /.

i'® Ü_ ªJ~--~f~-+-~~·_·:~t~~j
~~.gI.-~~~~~
trai ta - te - an do a 111
e 10 di a.
de mo ré zan do a a ve ma ri a.
noi te cha 111al1 do a luz do di a
sol pon te an do 3 ven ta 111 a.

,----,
: I
®GUINGAl!)GUIA DE CEGO

Po de a - té san grar
Po de a - lu - CI nar

4
3

25 F IEb Ob7/F

~ê:: :~==--===~ ~-f=-- ..~


1'0 - de en san - de cer Re eu sar .o céu de es - mo
Po de in - can - des cer De - san - dar tu a me - mó

®
I 6 6
BOm 10b O mIe Gm 10
-~--~ -~. __ ._~
----
Ia. Po de tra - pe çar
na. 1'0 - de i - ma gi nar
CI

4r1
C 11I
3 1 ri

r t-:
33
Om
6
IF Obm6/Fb Om7(1 ,)
9 /.
_.
Quan - do es - eu re eer Nas en tra - nhas da VI - o
O que não se vê Nas en - tra - nhas da VI - o

l ~nn, ~nn .ri .ri • 1


GUIA DE CEGO(!jGUII'lGA®

i4-~L
E~7M/Bb

Ia Se Vi - o Ia o
Ia. D. C.

41

lhar Si len - c: a Mas en xer ga on - de mo ra Tan - ta

me lan - co - li a Como um ce go 50 - nhan - do a es - tre - Ia -

G7/ ;/.
49 D

=--e~-=:=--=--=-===ttl=------
gu: 3.
(IDG U I N G A l!J H E N R I a U I ET o

Henriquieto
Guinga e Aldir Blanc

Violão

~Pp
Q) 4

~ r~t±~=Q ..~~~D==i_P
HENRIQUIETO(!jGUINGAGI)

2~O
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~1~~t-~T~'~~~§ -~:f~

rrusgnl'IU/I)}

t:'\

~-DqpJ=p~=4tE-4f-==J
@GUINGAl!)IGREJA DA PENHA

Igreja da Penha
(Letra de Carta de Pedra) Guinga e Aldir Blanc

F7M(9) Gb7(13)

Canto ~~-4-: 1 2118-- =c==r:; d==~±=-~~~r~


~==---:-=p----------=---- ---===t==-+=-=J--~- - r; ~~~~- -------==------ ----1---::-::--

I Pre - za - dO_3 - rui - go __es - cre - vo praes - ela - re - cer que,


I rru - go __eu VI sa Ir do pa pel a

Violão ~~.~=~~g~d§J ~~~3~?=ê.4=~

Gm7 A 7(b13) Om7


3

...
~ ..ffil- ti:=r~t--f:::t::r~~f=1.'=::
mes - mo an res de nas cer, meu co ra ção se fez hu
pc eira e o to go que_ há no céu e tu do pa - re - Cl - a

C 111
3
----+---~
.
...• Ir 41 ~ ~) Q
----

qr' r·

ma no por ser su - bur ba nO,_e_o H v deu po - si


le Ira de cho - ri - nho e en tão tam - bém cho rei.. Os meus a -


IGREJA DA PENHA(!jGUINGA®

7M 7"1
Gm Gm Iso

li vo por que meus Ir mãos pa de - cem de do


vós e () pai sào os de graus aonde eu p: 50 em di re ção ao

7M
Gm /Sb
12

gual e Ulll de grau a - trás de ou tro de grau me le va de jo


caos mas pOS 50 ver na bei ra goi a bei - ras, li mo - ei - ros,

15
Dm/F
I')
-----
U
e lhos à
~ -
gre ja on de Deus me diz que o Hu -
pés de sa po ti e a Pe nha vol ta a - qui fei to o

I') or--l - r--"1 I

v.
~
r"
Gb7(13)
18
"l
F7M
3
I ~.
Gm7
,....--,
f.. -----.J
ma no me é es - tra - nho, sim, por que é meu pai e. ai de
Mi to de u ma Rcs - sur - rei ção. A Hós - tia é pe - dra hei de ra

f'l r I I I I ~ ~
-. --, 11
'g
r b
r" qP"
I
(98)GUINGAi!JIGREJA DA PENHA

Dm7

J?:
-----.
• !_~:::-c-.~-~~~:-.~.~:-:,
•.
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------:-_._'-=-".~--'--~--
.
------'-.
----""--
.....
---_._----
_ _-- -- -- .. ..

1111111, Jlih ~1.'11l Sllll

1:11". dl' cum "rir que 11;10 me cris

que de pois 11;1" SI - ta -1110S

ra. val - sa cho - ra e eu sei que

(j) ,
29 E7 G7(9) . C7 F7M DI'lcb

~~"'~f~~··=vtf--4=:~.~·fE~.J:=~,~::::-==.~y:~=f'*:ry=l
I II~Jis U:io dc nós o 111<' - lhor tcs te - munho. Prc - za-do a-
I AO%E~
I chora pc Ia..; 1\.' - nhas í.jUC._ eu \OU 111 vcn-
i

If;~,~~~F
.;C1f~C=~~~f~.::=é~-:="~~""J~i"J.~1{~~~~
lENDAS BRASllEIRAS(!jGUINGA~)

Lendas brasileiras
Guinga e Aldir Blanc

Canto
Di - zem len - das que o Ia - hro ma - r,l - dor viu IlUIll lu - zei - ral a
Pci - xe de _5 - gua do ce qui" lu - ce - lis - sá jun-jo ao st.!-rin-gal do

Violão

6
Gm /Sb
8

Sa - ru - i tcn - do ao Ia do de - Ia UIll par de Fran - ça com a lan

Xa - pu - ri mas a - pa re - ceu um par de Fran= ça e dis - se 3 c lc:

F7 S~ E~

el - mo em fo - go de san tel mo. Ven - do o ma - ra - dor

f's - se 1Tn - dez - vouz. can lei [ le - vou o - pel


~GUIHGA~LENDAS BRASILEIRAS

B,6
. 10 G7

Illt?! ~ ga Sa - ["LI - j tr,ms -!(lr 110U - Sê em flor de cam - hu - CI

6 .
G m 'B' F7

tin gl da de a - nis ma - ri .lU ;1 - na que a - 71111 bra as 111al - vi - nas das

011 de. roi gra - du - a do eis - llc do I - ta - ma ra -

Bm7
20

gua l1âS .. /vh. o ar - co i - ris vi - rol! que bra


ti. r: a í. o pel - ~e do - ce vi - rol! ca shi

o o
J

(7'
F
.. .• - -1
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Em7 Bb7 Eb
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.....L.---l,.J-

luz. tu- ma - ar - d! lou - se C 111 pe nas de a \'es truz ê a mi= nha a-


11111'. a 011 da trou- xe U111 Guin - ga - c Ulll AI dir. .. E, foi en-

-0.. I I I I I I I
1

._+-+ -+ +-
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LEHDAS BRASILEIRAS(!j&lJINGAC@D

26

ba - ti a pão - de ló no

l30 ceu. Va -

_ -i,
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~I no da I - gre - .Ia do .13 - ri ao ver ca - sar
leu. To - das as lcn - das são as - slIn: pra re - lem - brar

, (D5)
B~7 ~9
32

Nhá - ri ná o ni.
o que 1150 a - COIl te- AO 55 E O

---~-----------H
CIQDGUINGAl!)MELODIA BRANCA

Melodia branca
Guinga

Violão

(§)
MEL O D I A B R A N CA ~ G U I N G A rTõ3)
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Mingus samba
Guinga e Aldir Blanc

Violão

"l ~
-

.~~
-
-----I
Canto
, «:»
!3a - lari-gan - dã da bai - a - na ___ Ma - ra - ca - nã - do Car - va - na ___

Ma-né Gar- rin - cha 5a - ca - na ___ tá bem, nós 50 - mos ha - na - nas

"l J.I ~
.
h.J ~~
.
~
~
b~ h.J ~r ~
Violão .

-t- 'I .",[ j-
~-- .q---t.. 'I
~~[j~
11. 6
12 G

dei - xa a Chi - qui - ta Ba - ca na vol - lar'


mas não é pre - CI - so se em ha na - nar-

b~ b

~t (Em) (G)

•.
Min-gus ve - io ao Man - gue:_ô my god, ai, que bo - de que vai dar..

7If

"I ~.
MINGUS SAMBA(!jGUINGA(~

(Eml IGI D/F~ D~/F C/E

(E rrI D7/F~

~!=Hcg~~±c{Jr===. ==r.it~~_~
--===-
I ivlin-gus, sen tao pau que_o pi -te - cân - tro - pus (em que ma - má

~~-~;~~~~=S~1Ê
U~llJ~
E7/G~

Mam - ba, Min gus, ma nl - pl - - cao:

Min - gus me sa - eu diu: tchan, tchau! Ó - Ô, mo - re na fa-


Ai, ca - bo - cli Ilha, me a-
G]I)G U IN G A t!J M IN GU S S AM BA

FIE> D/C D/C E77/G

~~-.~-.=~-_-~-i-_._--_~~.~
qUI! ça.
.~~,~:.~~~~1~
lrans - Cor - Ina_ a quin - ta é a ter ça elll re - ri - a - dos do

[---1 - ... ---- ._-_._-.


I D7(b13)/F~ C7/E
41

meu car na - vaI. Min - gus de sol'

F~ (11) G~
46

-.---- ===8-
--
.
_. ... -
- .
-

Ai. que mis - tu - ra que dá ... ói. zum - LUI1l - zum re - se dá ...
Ai. ai. Ia - ia de 10 - ió. Min - gus le man-Ja UIll he - //0.

"'
-ry_ ...~- ~r
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===----=- .
I~
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I
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ItJtT . '-' -

!~
MINGUS SAMBA(!jGUINGAC!QD

1
Em7(9)

vou com o Miu - ~L1S C um ]Jrl - mo do Nei no do - 1ll11l - go pra Pi - ~l - 1012 - 1:1.

Jú to - ma - mo LI ma

2.

59

<J)2 F~ (11 ) G add9


65
(@G lJ I N G A i!) M I N G U S_ S A M B A

E7/GP

!
I~-t===-==~.._~
~.--- _._-
'- :

Min - gus me - sa - eu - diu: ichan, ichau!

E7/G~
~ F~,(11 ) E 7M(~5)
75

Marn - ba, Min - gus, ma nI - - p' eao'

E7 A7
79

[ in - gus sam - ba_e pin - ga jazz de eo - rin ga na ge - ral'

A~7M(~11)/G G6 Ab7M(~11)/G G6 A~7M(~11)/G G6


33

_~ ~~1;-~lj
NEM MAIS UM PIO(!jGUINGA(@

Nem mais um pio


Guinga e Sérgio Natureza

B B Al'5) B

Canto

On - da de - sa - ba ai - va gri - nal - da bor - da do a bei ra - mar. ..


Ro - S3 com - bi - na com a-zul pis - ci - na céu da ma - nhã so - lar

6
07(:) B7M/F~ Om /F

-,;~*$I' ..~r ~_ §Mgg=~~~±±t5J


tom sa - li ra á - gua que gi - ra re - co - lhe e a - ti ra
re - pcn - ti na ... luz e re - si - na ou - ro e a ni - li na

J.j H -
,

-
~
~
pren - das pra Ic - m8n - já
---
Co - ro de - a- ra - ras em re - vo - a
- - da
li - ru - cum e -a - lu
á

La-men - ta a
- e - ma na Bor - bo - re - ma

.., j.! H
3
?f i - '"i
I
r--i
1
3
'-o
2 11 :- I , il
o
3",
4 - 4 ri
-r--
---

---~---~- "'0"'

I ~i í ,. - ... - -.1--""---
-
----'

Ju - qlll pro "Deus da rá" o - lhos. bi - cos de

,~~I~
Ju - re ma sal do no ce - ga 8

i1
r
C!:IQ)GUINGAIl!JNEM MAIS UM PIO

pe na cn tos no ar
13 - ra rem ca jll - \:1 ra no cio

Cai u - ma es= tre - 1;1 bre .10 o 10 - (1;1 - pl sea - lu - mi

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tem ro - ma - ri - a de \ a - ga - III - 111<: si - I0n - cio nem um pio
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NíTIDO E 08SCURO(!jGUINGAC@

N-ítido e obscuro
Guinga c Aldir Blanc

Violão
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Canto - J{ - ~--=<t~~~~a~J-ªf*i=:L~i~;~=f--=!=-=~ª~~ "lIf "lIf

!\ por - ce - la-na_c_o a - la - bas - lro na pc - le que_eu vou bci - jar, o -- es - eu - ro - :, - Irás elo

Violão

G7/F o
12

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as - tro na bo - ca que me_a - to gar, nos lei - os que_há no mar -more nos se, - os de C011 - cei -
(®GUINGAl!}cíTIDO E OBSCURO

B m7(bS)

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ção c de sa - fe - to e mais pai xào, ~ por - que sim e por que não'?

G7
18
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Por - que_em vo - cé o que me prcn - de VI - vc li - vrc eo - mo tu - do que há llO. es - pc - lho. ~-


Pou - co - e - xis - ten - te fei - to - as per - Ilas da se - re - Ia- c o ea - \'a - 10 de São Jor - ge pl -

"l II O~4 I I ~J I O I L J I I J I I L J I I J I
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21

xis - te mas não ti - vc: o barn bual de ou - ro no dor> 50 do ti - gre o fa - rol de A - lc - xan -
san - do a lu - achei - a,_i - gual a chu - va que jiá no fun - do da ba le - ia: 0 tão pOLI - ca_e for - mo -

C7
24

dri - a va - ran - do a 50 - Ii dão.. Tu me in - cen - de . Ia, c o ci ú - me ell - tra na ,·c - ia. a pai-

. .
se - Ia o a - gua - rão do mar. o a - mor Vâ - re Ia, o pn mei - ro VI - ra a - rei - a o se-
NiTIOO E OBSCURO(!jGUINGACI:!}j

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C m6 :/. : I
27 i G

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.\Jn ri (:() - che - 1e I~L so - bc in o co - r~l \30. e': bào! ..
~ll]) do sa - C1 - I1C Ia. mas o pró .'\i - mo e i - lu são: que bào ' ..

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I·:u quem- do cho - IO. do O - lho Sâ l me te o - ro c Rl - go. de ea da


fi - u l~lZ li'i - o de ca Ia fri o, as mo - ças tem ar ru

ro - rn um vu] - cão. (: dor ca paz de tOI11- bar a Vi - a Lác tea no mar as


111 ca - be

pi - O c ler - cão: ~I - le gn C3 - paz de a - eo - var dar 10 - bi i e qll3n


- s<, - 111 - cio

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V V
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I den - lto do o - lho de um gri - 10 num l11an- gue - zal. Eu quan= do í que_c-Ia some. Eu jo - go
mais se_es - rc - ra de - Ia C a-

2 1 4
Q.H: 2 1 o o o

~=4~~F=Y~J~;~1 ~d~J§5)4Ef-yifr"";~~
9~~~.
OflS:!lO compasso 36;l melodia original (da versão instrumental) é a que S~ encontra no vinicio.
!o/
®
Quando cunrada. <.l violão dt'\\.' dobrar a melodia do canto (oitava abaixo:
C!..!.'DGUINGA~NiTIDO E OBSCURO

E7

lcn v to e 1lI1 - rào. ba - lO !111! i - to fir - ll1e. dan - ço jon - go can- don -

~*~;;t=~~~=l~.=:J~
o
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E ;/.

·~f~·~='t=t,-tf~JE-~l~~F

~-=-ª~
~UCI ro ... pau pr<l nós dois: tu se a - iCi

t~jjÊb~n~~~?~sj
• .t~,,~Cc~~~i=§==~itA=~.1~:f~!i
i J :§. o
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Ç(\ - ~L !:l/. cn - ri - nho (' 111(' cn -Icia .. l.u gns-to. ma", 11lL'.;!·-pcr-rcia o de - pcn - der de mil -Ihcr,

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SI.~1l1 • prL' nl CII - ro o '-Iuc quer

1 '.

~~CC=~f~.;:in::f;~~j~:i'::~=h~r~·=i~~f~
NO fUNDO 00 RIO(!jGUINGA@

No fundo do Rio
Ciuinga ê Nci l.opes

Bb7M(:) G~7/B~ B 7M(:)


0

Canto \:I-I+--'--------;-l~r ~-~-~t:]?~~f-;~=-::::~:~=~~~~~=~~=-=~~~~=;~~~:~~d:~~:q


Ri - o de Ia RI - \l h"i1 - do loiro.
nerro, RI - o prc' - se pciro.

C IV

Violão

Ri - o VI - II leiro (Mo - CI d~l-de __)


Ri - o (la - go dciro {Dcn - Si da - de __ )

B 7M(:) A 7(713)
7

,u_=~~:.-r-±_ l -

N,lS CI no lun do do Rio. ;;ou um pci - xc_ar - re - dio Ca-ran-gue-.io_e SI - fi

Mi - nha al- ma can - ta Ulll pa - godc. Mas o car - tal diz "não rode C an - lar nes - te bar"

i C 111

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CITI)GUINGAt!)NO fUNDO DO RIO

10 G7(:11) E7m6/G? B~7M A7C'13) A!>7(:~J G

~~1;'Ícji<'~~3f .,.:=;:t:~=;;~ér
~'!=="'~~-k~-CCt",r~=r~=~ ~:. ._~-,-'
.;-'~'~~
(.\ - e<l ri. lia - ri - ri) Meu rc ri - 5tH I 111li I - to barro mas li - rei 111111 to sarro
(Seu 1\L1 - nucl o_que que há) Vir - gCI11 :---1;1 - ri - a da Cir;l<;a 111 e bci -.I" me a- braça

, 6 '6 ~
13 E'm 1Gb Fm7 Gm7(D5) Ebm IG~ Fm7 E(~11)

~=rr=Ycv~~=r::g
r~!t:::'i-c:.c~~~t~:c..ic::Ji± <o>f==-~-:-]
Com a mãe do A - mau ri (bem peno da - li. no Andu ra i)

!lvL1S 1130 quer me dar (se na mo - rar, pra ca - sal')

16 ['7M E m7(~5) 07(;)


~·~~:-);i~~~=b~=-~2::'1'C=j.:r~ ..~=-:-d-7-ap~l
r nos do - min - gos de Ra (sou mais ('1.1) [-\úi - a de p - !leU

r mui - ta a·· rei - a pI'O 111':U ca - mi - nhào Mas que suS - pcn - s50

j r' r r-=d
(COI11 a Ir - mã do A - It S lCU) Que bre - nhas c pc Ilhas SlI - bi 110 \ '~\1 vém

(Ai meu Sã" Cov-rne e Da - nu "·Ie le - \3 con - ti go de kom bi .. ou de \3n


NO fUNDO DO RIO(!jGUINGA(JJI)

22 C 7(9) O'lIA? OJ7íA?

f~f=:5:~=~-:--5l~(i~~~-C-~~~~~==t:=;Hu~:~~:':~~~~~:=~~;~~~E-f~~~=--::.·._
I U
__~~~~:_~-#~_·] ~
I Da li - ilha do trem Ri - () de .1:1

I'rn Gl ~ li:)

25 Bi>7M(:) G?7/Bb Q B~7M(:)


l~.:-~b_=~~-q7~~:~~i:~:~~_:~---~~-~~~~~--~-ftt==:~:1S+~~=~~~~~t=~:~~~~~:~
ncuo. Ri - " G1S - ca l('irll.

ti - da - de bo - ill ti - ilha" ma
lo - \ c....yoll \1:b () meu sarn - ba não c de l3an
(!}!)GlIINGA~NO FUNDO DO RIO

1----------------------------
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6
36 F /Eb E"/O> - oo/C> E'/ob E07(9) Oom 'Fb

~l~::@~~---:~r----~:~~~~=-=-~~*í=:~~~~~~~t---~--~---~~~:~f
Fi - lha de Cu - 111;<11\1 bc hl' 13,1 - bv. ba - by, ba - hv. I
"vIi - Ilha 111<1 - \-'1 bo 111-

111<10

pro Lar go do Tanquc Li tem hai le


Tu do sal1 - guc hào Nào rem a le
Ri o ele Ja ncuo Ri - o de Ja - (neiro )
N o T U R N A l!i G U I N G A ':~!J)

Noturna

Canto

Violão ,_ .. IL.:: ...'

F~m

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/leu cor - po. 111 i - nh'al - ma \'.s - tão a iu - a.cs - pc - rei ()h' Bem a -

~I=H=.:::j-lfj • ~ c:F
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F~m7 A7M

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10

ma da. lu? LII


@Q)G UI N GA i!J NOTURN A

6
Em /B Bm7
13

,\ - cor - da OS SOllS da pas - sa - ra da

D~' D" F#rn7/C" !l

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17

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I'()r-qll~_a b~-Ic-ül_c_u-Illa qui - 1l1~-ra Jun-ju u ti. ca pri-ma - vc -

~4P~-~·~··~f1-tE~~
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na da na Fi - ca co - mi - gO,_oh! Sau - ta i - ma- gelll dos vi - trais

~ (b9)
Fi'7 A~ Bm
N orU R N A (!j G U IN G ACIT!)

G7
27

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~~~~'L~\ ..~~~f~~I~r~'
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ras 11\) a - char

D/A d/A dm7(bs) Ath3)

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1 Pc - 10 rui - gOl" que lu dcs - prcn - d~s na,llll- pli - dão Pe - 10 per - ru - 11l~ que tu

~.~~::t-=t~f~~~*-Jrí~

dei - ~as pc - 10 Cl130 E com mi -nh'al- ma me quei Illan - do de pai - xào Te en

Brn/A
@)GUINGAl!JNOTURNO lEOPOlDINA

Noturno Leopoldina
Guinga

Violão

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NÓ NA GARGANTA(!jGUINGA@

Nó na garganta
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Violão
@G U IN G A i!) N Ó NA G A R G A N TA

(11) (11) (11) (11)


C m7 IG C m6 IG C m7 IG C m6 IG

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NÓ NA GARGANTA(!jGUINGA@Z)

C~m7
38

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C@GUINGAl!J0 COCO DO COCO

o COCO do coco
Guinga e Alclir Blanc
I----------.--.-~
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Violão
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Canto

Mo-ça don - zc - Ia não ar - n: - nc - ga UIll bom coco 1l1'1l1 ~l mâc

---~

r r!
,
Violão
- I 1/1-

de - Ia. nem as li - a. nem a ma - dri - nha. Num co - co IÓ com quem faz mui - to e a - cha pouco,

I 1.
I
B:' G add9

m
Am7

r I ~r ,. rI
,.- J
I
J d ~ ~ tJ ----tr,
,

Fm ra - Ia - ra Ia é que se c - du - ea a 1110 - lha - dinha. \10 ça dou-

j~J~

~
o COCO DO COCO(!jGUINGA@j

14 G7M Am7 G Am7 G

~-~~~~~~#)-
~~!:=
dinhu SI...' tu não p" - ca. rncu bem. te - ca. Ih..
' - nem. \ 1 - ra pO

li cta da 'c' - rc - ca da 7.1 nha. Se lu se guar - da e 118.0 tem tú cn - cru -


(TW G U 1 N G A i!) O (O (O DO (O ( O

C7 G

/3.)11 que .eu ca - se: \<éu com meu 1113 -

,
-

ri - llD c - lc ll Lll l - Gl r~ - ela . 1ll011. Pra ser SJn - ce - ra eu

a cho c: li tou.. \10 ça dou AO %E FIM


o R AS S AM BA (!j G U IN G A@

Orassamba
Guinga c Aldir Blanc

Fm

Canto

0- rlls - SUOl hu não per - do c' cs IJler . gll - lhor - glf - llm,

CI 1 1 o
~~~==~. 3 2

Violão
~~~~~~~=~~
4

jci com a luz u - IJm - re ben - lu ('(/0 con - ks - sei:


/J(:'.~ - L 'LI dllr que deu - ma ou - Ira ve7. com São Pcdro

.,
r;B"lg
,_,_,_---1J
J

o mar e meu pc - ca - cio' Eu cr - rei. 'luis ser ré L so - ber - hei ...

ell 311 - do so bre as á


guas:
(0D G U I N G A i!) O R A S S A M B A

D:>7M

() - I"flS - \"<111I VI

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30

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Fm7 F::/E Fm/E~ Orn7()5) D~7M Cm7C'5) 87(:::11)

~C[,\2C:l1'~~==-t;-'~-~ ;j:~~=~2_~;~c;L::---=
-r ,~~-;'-,--=::,;icc::;:=/~I~C.:~~:.
I,
do pC~ - L'~l - dUI de 7'I~11li
CImGUINGAl!)PAR CONSTANTE

Par constante
Guinga

Violão

5
PAR CONITANTE[!jGUINGAÚm

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PARSIFAl (!j GUIN GA~

Parsifal
Guinga c Nei Lopes

6 6
87M 87(?5) E /8 Em /8 87M B

Canto r~~~~l~±F~~
i ~)
__
j.·~}-~=~-.~-~n~=i~id1~-=.t~~~~i=~...~.iJL~=-E_~===~-=-~=~~==~-1~j
i Mor- rcu lú em PCI - ci - ên cia, ho ,je deu 110 jor - nal De \e-lha in- SLI 11 - CI - 011 -

VillJ30

6 6 6 6
E /8 Ern /8 87M 87("5) E /8 Ern /8

~~~i?'~c-~--=lj~-4~c4--=-~~V ....[=5l~L~~
I cia da su pra - IC - na! Na nlai~ com - pie - ta __in - di - gên cia,_ o ma - jor Par - si - Ial.

~~itd~~-=j~q&")c=r~~;:-j
'S ! i i
ti=I#~-~c
r
..
8,=;f~=%~EJ~
í í
@)G U I N GA l!) P A R 5 I FA l

dêu - cia de li - 111" eS - Ia lal rc - de . ral, ca - [li - tal na - cio - nal in - le - gral.

6
B /F~
19

~~.- _.B~-.~~.~~~~~~~-- -.. ±fft======i@


Ncs - sa es - ta - tal. ~ que a Fi - ló. pas - sis - ta da Man - guci ra

--çq
80 - [3 - \ a fo - go 110 pai - 01. rei - 11311- do de co - pei ra ...
P A R SI FAl (!j G U I N G A(®

27
% G~m7(9) G7M(9) G7(9) F~7(13) D7rv1/F~ Bm6/F~ D7M/F~ Bm6/F~

V
-~f=i$FF~~==r-.!~~~;~~~~~~.=~;-=~
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-~~:~~.~~~~
._~~=:~:~.~~-:~
I

I·: I()I as - SIIll que () Par - si - tal. em pie - na di· ta du ra.

De for - ma len - ta _e gra - du - ai. .;n - trou pe - la_a - her - tu ra ..

Pois a - con - te - ce que _3 - Fi - 10 não e - ra 1110 - le. nJo ;\ - vi - 30. com - bus - tão.

G~m91D~
38

e~ - pio - sào. Ulll \-ul- do. Jói - a~. \-"1 - li - gClls. nHH - do - mi - ~$. com - pras no C(j[ tão
C®G U I N G A ~ PA R S I f A L

o (713)

Um mi -Ihão, um bi -11150. não diz "não": 11,) - mcrn de Sol - pi -

C~m7(6) F;6/C~ B7M D:;7(A~ A 7M(6)


44

-~h~~_~-?f~~~~=-~~~;f-i~--~:d±~E~-~-~1=;i~ª~i-~_';
u
-------{

ên cia ~ ai - lL) va - lor mo rul, () 111~1 - jor 1"11 - si - l~rI

Hos - pi - tal. fu - nc - rJI .. Deu ho - jc no .1'11 nal.

~~~~~-._~JfF...;==b~1~\;§-i"-'~11~
~~l~~~ iFr~,i-Jc#=')'=~=r1-:-;r=Ci
;=gJI8~:~.

I rl:!=i' I, - i '

B (~5) ;/. ;/. ;/.


50

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u
~=~:=~~~_~~~~;;~-2E~~~~~-:--~~~~-=
PARSIFAl(!j GUINGACITI)

V1as 1<', me I i - gou de ,vi i - a 1111

ri - do lá em Pa - ci - én

Fi .. COU s:l - bCIl - do q ue o "Fal" ti - nha ti - do um der - ra 111~.

na - que -!J \T - lha e mal eu ra - da in - SlI - fi - ci - ên era.

M ..
B add 9 .. B add 9 (·;11) B add 9 .. B add 9 (:i 11)
ID~ ID~ ID~ ID~
62

[~t{t::t~:=f'J:~~ ..~!:L4am~~gi".l~.:=;:
l I··:ao ou= vir a t~I-131 con-clu-são Ain-da in= da v gou de pe v cú - lio.epen-são

I L _ lc que fOI fer-ra-bras C0I1-lu-m8Z Que co - man-dou u-mas dez cs - ta - tais.

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Em7(9) D~7(~13) G~m7 G~m/F-
- E add9 D~7C'13)

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F deu lIlll pu-ta fá - ni - qui - 10 quan-do
-
eu lhe COI1 - lei

Hor- reli COIll LI' - a mão na fren-te e a ou - Ira Il1~O Ia a -trás.


(@)G U I N GA t!J P A S S A R I N H A O EI R A

Passarinhadeira
Guinga e Paulo César Pinheiro

Canto

Sa hi - .i. Vai. diz pra c - Ia to - do () meu pc - nar

Violão ···~~·~.~·=-~-=frt-cc~-·lf~~~d=JªLL~.(=1
p O r F
4

diz pru e - Ia qucvu vi \'0 a cs ré - rar Sa bi - ú

~"'ª=-~c=~~~~1=~g~~!·~,.~~··;
F f r p
Gm7(11)

To - do mé - io - di - a. no ba ten - lL' da Céln - cc h POLI - Sã um ti - CO - ti - CO. e eu pnr

To - da mci - a - noi - te. nUIl1 can ti - nho da Jll - ne Ia. Dor - me UIl1 pas - sa - ri - nho no seu

r
;/. Gm7(11)
!O
~ ~: -g-;- -, '9:=_...L-";---j..~~--;-d
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=1-- ~-==-=t==-.-- --
,

e - Ia li-co_il_C;; - pc' ra. F - Ia t raz a 11m da mo - e i da - de den - ll'O de Ia

ni - nho dê qui - me ra. Quem me de - ri! a su - a 1"0 - sa bran - ea de don - zc Ia


PASSARINHADEIRA(!jGUINGA~

G m7(11)
13

~~]=$±I'-"J.~~=-~~':=f~~~c:c~=~~'=~=-=~--~~j
I Fci - to (1 li - co - ti - (O traz no bi - co il pn ma vc ra. Ó.

Por de - trás da tran - ca da.ia ne - la._ai. quem me de r.i! O.


I :--,
lf Y~l=-ia9~J%J*~~~~C:'.~$~c;t~
F F F o

16

pas - sa - ri - nho can - ta dor


o pas - Si! - ri - nho 50 - nha dor

Des per- iou de - nUI1 - ci - 311 - do a 111 i - nha dor.

23

f--"-'1L-~-47~~-1=~~~~~-Fr:-:~lt-~--=-~_! =-~~ -~
E a cor - da - to - da a pas - sa - ra - da - Re - \"() - an - do na ro sei ra
(@G UI N GA l!) PA SSA RI N HA DEI RA

A 7M A 7M(=5) A 7M A 7(~)
26, ,' _

rf~~f:if~- '"c:=rEr ~-_- --C~~=;:;::~~~ _~iHi~-,t-'Ec~1


I Da 1110- ça pa,s - sa - ri - Ilha - (ki ra i Sal- \ ~ o belll - I,' - \ I.

lfL,-
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-6 e e -6

30

Sal-ve_o sa-riha-co, .o co-Iei - ri-11110._0 co-li-bri, o eu-ri - ó.


Ro - li-11ha c cho-ro-rú' D.C.
Si repct icào

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r r
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E m6(9) E m6(9)
34

bi - á,
Vai_ diz pru c - Ia to - do (l meu p~ - nar


r f

E m6(9)

E diz pra e - Ia queeu \'I pc - rar.. Sa bi - a


PERFUME DE RADAMÉS(!jGUINGA@

Perfume de Radamés

VioU'lo

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C®GUINGAk!JPERFUME DE RADAMES

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PICOTADO (!j GUINGAillI)

Picotado
Guinga

Violão

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@)GUINGAl!)PICOTADO

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POR TRÁS DE BRÁS DE PINA(!'jGUINGA(i49)

Por trás de Brás de Pina


Guinga

Violão

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Dm IA D7 Dm IA

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07 07 F G7
CTIQ)GUINGA~POR TRAS DE BRAS DE PINA

F G7
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G7 BO? O m6 07
21
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POR TRÁS DE BRÁS DE P I NA (!j G U I N G A C151)

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I 2.

07 07
35

Ao)$Ee
ci repetições
@)GUINGAl!JPRA QUEM QUISER ME VISITAR

Pra quem quiser me visitar


Guinga e Aldir Blanc

add9 ~ (11)
A F ~m /c~ F~m7 Am7(9) F~m7
/c~

Violão

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Fiz o meu ran - cho Li Ilas

A 7M(6)

nu \ ens 011 de pu sal'.

can ta. diz pro Me - ni no: Ti o TOI1l.

I CI C"

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'T;::=hi--V'! ~.; :i@.~~_n-~.:=r;;Th
~ - = _-=~?'3~~~- -~ 9-~ ~
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PRA QUEM QUISER ME VISITAR(!'jGUINGA(@

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C
B 7/F~ G~7(?9)/C:: C~7/Ft
10

r~!~Íc5·~p-;t~r·~=r-c::ti=;f~LJ~~J.··'Ej~l~~~
,I 01] - de Ch an - -
ii - nhos são cor de cho - pc.. To - mo cui - da - do só ao
i Scn - 'a Ú \-011 - Ia - de c a co - xa san - Ia lIle dá S,lll - da - de do l.e -

I C IV--- 2 1 4 2 I

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OPm7(~5) 07(9) d7/
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i 2A m6(9) G 7M(t~1)

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I de - bro-car '-cl1-do_o mar, ar.. hlon.

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I 4 3 2 131 33

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1::- -- -~=~~::~;=~~~~--~F~---,~--""-~U=j -~----
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C~ ® ! I I

Sei das ma - nhãs que só nas - c em de tarde

Gm(11)

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I
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cl1 - tre si lén - cios de a larde. que o Sol


@GUINGAl!)PRA QUEM QUISER ME VISITAR

sen das a - sas do U - ru - bu ...

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F~m FH~m7M F#m7 G~/F~

"~~FF~ ~/Fr'---F*+==ti=& ~
Aos meus a - mi - gos que li ca ram um por - ta - dor há de Ic-

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..- -"----~~~I~
-------+--j:j-.i- -- - - - ·
r·" r r r
29

var um par de a sas e um pá - ra - que das

A m6(9)

pra quem qui - ser me VI - si - lar.

fl •• H r I I I I I I J
"

I
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RASGANDO SEDA(!jGUINGA@)

Rasgando seda
Guinga e Simone Guimarães

Bm/F=
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Canto
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/\ 1111 - t!0 te l:()!l - cc - do \"i - ,·as ncs - sa ho ra Pe - 10 ex - ci - tan te can 10

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4 3 O 4 O
1 J O 3 O
2
~ 3 O
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I I I J I I r ] I I ~ I I
Violão
~ ~I ---- -------- I I
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;/. B~= ;/.

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, '.
que me dcs - te .3 - gora Que se Stl - C1I1l1 - barn bar - cos cor - Te - rão os n os

A7/C:' ;/.
7 1\ 1.1

E os ho - meus par - ti rão em rll - mo aos des - '-a - rios Em leu SI - lên - cio ha pai

- I T
..., .J I I I J I r -J
--.r-
f--- -'- r ®I
C=7(?9) 06 C:'7(>9)
10
1\ 1.1

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53 - - - gcns Cor na - Illll sas c ela rões

1\ JJ r I I ri I J I í J ri
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~GUINGAk!)RASGANOO SEOA

F 6(sus4)

Dcs - GlIl - s~s 0n - 10 - an - do GIIl

Bm/F::
17

Mas que in - rri - gan - te vul - to to - IlWS POll-C-O a PI)lI - Çl) La - \-a - 10;'; d\..' se'llIS chc - gam ha - hi - tau - do (lC(lS

Can - ti - gas qui - 111e - ras do íun - do de lu' - ai - nw Mo - Ji - uha« viu - cc - ras li.! eu - tu - can - do ~l palma

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G7M/D Bm Bm/A
2S

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~ EIll quais 110 - tur - nas lL'.a -!lU - vi as E L'O - mo raz nas noi - rcs fri

4 3
RASGANDO SEDA(!jGUINGA@

G:::(11) D7M/A G G~-


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29
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J.I I I J J J J 1 1 1 r ] I I I -~-I
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36
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nho- to em 1- 1''' - ncma nra - si - lei - ri - nho já do 01 - to da 1ll()1l - ta - Ilha cho - m3n - do Ma - () -!ll~ 1''' .

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F7/C Bm/F:
44

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J~J~~~~.Jj J J W ~~~~--=t~--i
I plall - 10 que to - da a l.c - gi - ão dos 10 - ru - bás piO - te - J3 lua can - cào

L 2

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41 I

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F::add9 O 7M(6) F::add9

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1\ zu - 1;1(") Des - plen - dcs tu as a - sas na -- a 111 pl: - dão

An CI 30 Tu és o an JO no - \'0 da em - ~:ãu

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Gil

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G)I = -# -#

Bm6/F: Aadd9 F6/A

Cf#~~-:;t=::::=f"OE'P~J-.~~j~F~J~f LgJgf=======:~- ~
L eo lhe tu - as 1'0 sas na C3n - ção. 011 de é bom vo
ou - I'O do meu po YO pro ruis - são ou - ro de ()

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I G:m7(11) G7(:11) 1I 2
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be a - te' dos b(1r· dões. das pri - m~ls pri - sio - nei - ro dos rn - mos que sus ri - f31l1 o

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lu - so - can - C\() - 1h.'lJ'\l das )113 - gas que te a - do - m n po - \'0 bra - si - lei

I I
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A7/C~ A7/D A7/Dt: A7/E


65

on de os a - Il::ns pro - eu - mm mais. abri - sa traz tu - a C31l-

11

68
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ção

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~G U I N GA l!J S A (I

Saci
Guinga e Paulo Ccsar Pinheiro

Fl: E

Canto

Quem vem vin - do a - li um pre - 10 rc li - mo e Ll l l - da nu

Quem vem vin - do a li ca - rcll - gan do nu - 11U1 pcr - na só

Violão

E C~m7 Am7(9)
4

80 - né co brin - do o p: xa 1111 pi - lan - do UI11 C3 -

Só po - de ser coi 5;J ru 1111 Co 1110 bem já di

4
_0 o 11
21
r _ 3
° I
.~_._JiI':...
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--~------ ---- A
r_o ..:il---
F

chim . ho de bam bu Vem me a eu dir A cho que Oll .

zi - a mi . nha vó Diz que e - le Mon Ia do

3
S A (I
l~
~ G UIN G A(f6Ti
'--_/

A~m7 07M(~) 07 Bm7


10

~~~~-~~i~~=~~~~~~~"·"-~=~~~~~~(-~5~f-=~f=-=--~~~~~~"~-~~~t~_
I U .,.. o _.

1 \1 Seu a;-; so \1 I.) !:i-qUL'i :1 - k~ ('()Jli Cl b;".' Il) 1..'J1l

num Ro da - 1110 • 1 11110 \1 11" .

pé Me deu ar rc 1'; o Fr; ()ll(lll- d" " . le


né SUl' - gir no ca nu nho

me bCI1 - ZI do Cruz Cre do' Sol - Ia lI-

E E

ga - lha - da So - me na cs -uu da L - ra o Sa - ci ~

-j=1-=t~
~_ ... j.~~~~~~ii~l·_:~~:_~~-=~==~=g~l
i
•• I

.• : :ti~?i
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V
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:.i§?)GUINGA ~j).~MBA DE UM BREQUE

Samba de Ul11 breque


Guinga e Aldir Blanc

Canto r~~~1?--=-~~r=fE=-~---n7I7-~
~~~~==: ~- ----=~-_ r r_
'u
I Ouern tt'm o dOI11, pe - ga IlO ar, quem sal do tOl11,

Violão
~f~b~~~~i;~~
D° Ob7
5

~~:!>-f-f;=~~=:~fT~-==c--~--~~~
~~~3t=1--~ts=:EtEd.
!u ~
LJP? J d E±tç:J J
Mú - SI - C3 pra mim é fei to
-o ar que_ eu sor - VO, a 111ão que_eu
O meu bre que - blue é as snn u Illa star tre k no m fi
Mil - SI - ca pra IllIIll é Ulll gri to de so cor ro, se ter

não é UI11 me gae ven to, é um

~
4i í

ra cão I1U sís to le e di ás to le é a


I!l t(1 de gu. um be que de su bur bio que sur
nu - na C'u ldlll bérn morro. E Ia é my bo dyand soul ou vem o
IX' L!.~l - pw ca - par, ques tão de sen ti rncn to: o a fo
SAMBA OE UM BREQUEC!jGUINGA@

A?7M(6) o 0>7
9
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-.-.- ,-
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! -- - - :I., - _
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pn - ma c L1 hor dão. o Ir8 çu de u n: 50 que há
t~lS - Se' em 110 no lu lu. CIll IC guc que no .10<: ke\ Club
cor \0 do AI lan Poc e pre - ga - um ne \ er more g~ ral

ga do em pk IlO mar que_ a g,lr - ra a mão do ven - to ..e n.

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G m7(11)

11 "r 1

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en {n...
• blues. Ka lu. a ín - dia e _o Ca - ra - IllU - ru ...

com fiei () nos dcn te> der ro- 18S se a Ia - zàes ...

cin zas. F~ mx rc ci clan do o meu car na vaI.

u sa o 50 tir mcn to pra pu der flu lu ar..

[
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Chu - \·3 na~ m3 - nhãs e a mu - si - ca so a: no or - fe 50 de rãs sol -

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Obm7C'g) obmiS) C 7(05) Fm7 C7/G


16
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fe - ja a Ia - go a, so - Ia UIll S3 bi - á, mo -

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du -Ia a g;l - ro - a, Ií - rios pe - dem - bis ... _._e quem tem o dom,

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SARGENTO ESCOBAR (!j GUINGA@

Sargento Escobar
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12301230

, ~-dd~JÀb~J'T§~.
~ J~r r- f---- r - - r--~-. l=1
~

rir a tempo

C 111 3
@I)GUINGAi!)SARGENTO ESCOBAR

3
SENHORINHA (!j GUINGA@)

Senhorinha
Guinga e Paulo César Pinheiro

Canto

Se - nho - ri Ilha. Mo - ça de li1 - zen -da an li - ga. Prcn - da nu Ilha.


Si - Ilha - zi Ilha. No ha - lan ço da ca dei - ra De pa - Ihi Ilha.
f'rill - ce si nha '10 - ça dos C(ln - tos de 3 mor Da ca - ro - chi Ilha.
Sinhá -1110 - ci Ilha. Com seu brin - co c seu co lar De á - gua - ma - ri nha,

Violão

6
Dm IA
4

Gos - ta de pas - sear De cha - réu - som - br: Ilha Co - mo quem fu


Gos - ta de tran car Seu re - trós de li Ilha Co - mo quem pa
Gos ta de brin - car De fa da ma - dri Ilha Co - mo quem quer
Gos ta de me .- o-Jhar Da ca sa VI ZI Ilha Co - mo quem me

A add9

f.-
t
I J
giu de u - ma mo di nha. Se rá que e - Ia quer ca-

re ce quea - di VI Ilha -\ rnor, Se rá que eu vou SU - bir o ai

ser ml Ilha ra - i Ilha.


quer Ila ca - 111<1 ri Ilha A 111ar.

"l ~ i
4;1
1 1 1

•• b-
I
's
qr 77
I
QIDG U I N G A l!) SE N H O R I N H A

A add 9 (~5)
G7 C7M
10

rr--=
h~~'.~~~'~~,.~~~~~~~~~~~~~~~.~~--~l~.~-~·~~"~.~~.
1 q- ,;;, •. .• I
~~~~,:~í'~'~~~~~~~-
4 o _..I d- =:J
I sar? Se rá que ,eu \"()1I ta sal" ('0111 e Ia')

~! ~~~~_q~q~~T~1
. ,

nu - ma ea pc De ca sa de an . do ri - Ilha')

es - S3 don ze Ia') A m LI - S<1 des - se tro - V;.l - D.e.


cV t:\

~JJU··W~~.~
r---- -
DI?
._
e- rall.
p..--
I
I I

G G7M
16

dor') Oh' prcn da il1' - ilha,

on: meu a - rnor. Se ter - ne a illi - nha Se - nho - ri nha ..


SI N U oSo (W'l
l~ GUINGA~

Sinuoso
Guinga

Violão
C!ZQ)GUINGA i.!)SINUOSO

C VII

l ~.~W-"
'f,,~jjj~~~
rall.
VALSA PRA LEILA(!jGUINGA@

Valsa pra Leila


Guinga c Aldir 81anc

Gm7(9) ~ (~5)
C~m7 9

Canto

Violão


1

Am7 A 7(13)

Tu le es - tu ma rás ... me ne - bli - na - rei ...


i\la ri - C' ta - rás. eu bu - ar - qui rei,

B add9
ID~

50 ore os te - lha dos. ga lá - xias a - zuis.


dois ca 10:; com a - sas de luz.
@)G UI N GA [!J VA LSA PRA L EI LA

o add9j ,.
A 7
(b13)
j ~
F~ C~
17

So nam - hu - Ia te vol - te - a rei,


Tu te nu - bla - rás, me e - clip - S3 rel. ..

tos Iam - ben do as es trelas ...


vens em nos sa ca beça.

A 7(13) E m7(11)
25

Wcn dy _ c Pe - ter Pan sem o a - ma nhã nun ca, pra nós


To ma, Pe - ter Pan, só um le - xo tan pra que tan-to a-

gp3;A1~' ~g±g-J ~
f

30
fl 11
Gm7(11) F~ " E 7(#9)

~
"
Eb~(~11)

~
dois, e
i...---I
sem - prc cedo.
- rás
~
Va ga - lu - ma por so - bre O

mor não te en - lou queça.

~ 11 ri li hJ Cy
L~

~
o
J' ::::
,. I.
p'
I
qr ®
2
VAlSA PRA LEILA(!jGUINGA@

D9
6
" ("5)
C~m7 9

- ~~l'?~r~'.ê~ª~~~JJÇ=v~.
3~ff~#r?J~'~I"~. -'+=C]+=+j~_==t~j=~-=
....=.- ·===+=-t=-O='=---=f=--ª
I cam po, eu vi - rei do mar. leu pl - ri Iam - JlO .. -

add9
87M 8 Em7(9)
/D~
41

eu - 1110 um Cir - co 3 - ceso, o céu da ma nhã. sau da rá o a -

C VI
.J

~f" r" r
6 A~ (b13)
A9 D 7M(P5) A 7(13)
46 F#7(;1
9
J A 7(O~it3) Am7

mor que não dor - mtr. Tu de - S3 - ba - rás ...


3

I~#
V
~ ~~
=l~_~(ª~"~;
j".
~l$l~i,. ~.~-~~r_" - ~j~~r~"~~[I~ ~-p~~~~-'-'~~:~~
P" ~f
\.2) i i

8m7(9) Em7(11) G m7(11)

L ~
-...-! t~r"======='~
eu des - pen - ca - rei ... e o mar a - zul Vai nos co brir.
CII!)GUIHGA~VÔ ALfREDO

Vô Alfredo
Guinga e Aldir Blanc

Violão

Canto
Vã AI frc do ti - nha fe bre só na lín - gua do frê
Fricn d shi p frorn Re CI - fe SI - tu se o Mis - ter POLI

Violão
" ..

F7 E7 E7

~--~E f
e da na - va a dan - çar o trevo nu - ma a - fri ção a - fri - ca
fra jo lá pr 'ar - ri - ba da gente com seu fru fru fri - co tei-

t" ~---ç r
E 7(b9) o m6/F Am E7 E7 A
13
r-f)~- --.--- ------.
--'c -

na u - ma ma CUIll ba fre men te


~----#

'-----J
que não se vê mais
~.
não.
ro um ca nhão de ke chup ~m on - da de tu ba - rão.

~~J1ri r I I J---JI r--1 -


'd
t i t" ~~r ~
..
I -; ~~
VÔ ALFREDO(!jGUINGA@

17

!vii - ilha lin - glla se sol la - va do Irei o e Ia - va em te são


,1i - ilha lín - gua man-da à mer - da es se freio trcis sal - ve o te - são

IIUI11, hum, hUI11, hUI11 Ai, ai, co - 1110 e - ra


Hurn. hU1l1, hurn. hUI11 Ai, ai, fre - vo e bai -

25

bão pu lar no cor - dão. a cor - da o za - bUI11 -

ão, To - a da c sam - bão.

,._--_ .. _-,_.- --'---"--~


, ..

r ~.

29 87 E7
I'j -

~ fU==itftqçç~ª~F~qE!Jª?~~i4===JiJ
ba fre - e,
111 ire - me o ser - tão, Ca - na - rim, ca - na - rim, eu des fral-

1')-

-- •.~ ,
(®G U I N G A l!J v Ô A LFR EOO

do O i'rc - \'0 no co - ra - cão Ca - na - rim. (;1 - na - rim. fra - ler - nal

ra a fron - lei - r;I. ir - mão. Vo vô AI trc - do eu \'ou ao

----... m~. ._-


4~1 B7 ~. E7 ~A Io!B_~ E7 ~
-~-~C--=i~~
~_~_
0;--..
__~ __~_--:--~
__== ===- ~·ê- .-l

I fre - \'0 fre - ven - do de_e - mo - ção fre - ven - do de_e - mo - ção

~#~n~-=C~~~~

Ire ven - do de e mo - cão.

I l

Ir'
~.
VOCÊ, VOCÊ(!jGUINGAC!m

Você, você
Guinga e Chico Buarque

fJ I ...----. I" I
., -
Canto
~ r r'
., L
~ ---
-,I
-
Que rou - pa vo - cê ves - te, que a - néis? Por quem \'~) - cê se tro
bei - jo nos meus o - lhos, seus pés Que_o chão Se - quer não to

50 - pre no - va - mcn - te - as can ções Com que \0 ce me CI1 ga

C IV
fJ I 21 4j o F' ;1 41 F' J!
--
4
1

_-L. __
~ -#
Violão •• --

\' 1
2 í-------- [ r~1
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G? Cm? C4 '81>,
4
r, I
~ .. ..
f'
...•...• ~
- t::::::::::J -
U
ea? Que bi - cho fe - roz são seus ea - be - Ias Que_à noi - te vo - cé sol -
carn A se - da - a ro - çar no quar - to es - eu - ro
- E- a rés - tia sob a por
na Que blu - sa VQ - cê, com o seu ehei - ro Dei - xou na mi - nha ea -

fJ I "i r--- 1 .J J r-l /"


•• --l,
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(- s-: r--[L}~ ~

G add9

-
FC
8
fJ ~ ~
I
•. . .
.'
-~~-
u l..---' ......., .~_!

ta? De que_é que \'0 - cé brin - ea') Que ho - ras vo - cê vai - ta" Seu
ta On - de - é que \'0 - cê so - me') Que ho - ras vo - cê vai -

ma? Vo - cê. quan - do não dor - me Quem é que \"0 - cê cha -

~ I ~ I- "\ --r---: 1
~ I

4 -
-- - -
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CImGUINGA~VOCÊ' vo ci

13

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--=-:p=.!
.
o •••

.
! \3') Quem é es - sa voz? ,Que as - som - bra - cão Seu cor - po car - rc - ga? Te -

18

Que ho - ras v() - cê chc ga'? Me


AO %E {jj

••

22

~ bl,,:fJE-
ma') Pra quem vo - cê tem o lhos a - zuis E com as ma - nhãs re - mo -

=-
---+-+- 9 •• I i I F I , C IV
-~~-":
-----,---~- J
PI í

Gm(11)

ça E à noi - te. pra quem Vo - cé ~ u - ma luz De - bai - :\0 da por -

r I ., . !

r i
VOCÊ, VOCÊ(!jGUINGA~

30

.J ~~~~~~'-·~~~t~--Jft~t~-- -~.~~-I~=r~·sg~·
~j$É#-----c~r~~+j
ta') No 50 - nho de quem Vo - cê va: c vem Com os ca - bc

-_~~~_~-#~
4

_-~:C?{_~;.--:-_-=_ 7g1tb -----L.1

, 6
A~m 1Gb
34

Que V() - cê sol ta'! Que ho - raso me di - ga que

E~

IllC di - gJ Que ho - ras vo - cê \'01

(§)

A~ miEi>
6(7M) ,
@Q)G UI N G A l!) M US ICA

Yes, Zé Manés
Guinga e Aldir F3lanc

add9
E7 B E7
/D~

Canto

\ a - I-mm-Ic ra I.e-n.l ;\ gco-gra - 11- a: eu ou - ço na Ba-hi - a sons de:

"li ks na Ual - ~a - da, bai - lcs e J su - bi-da 00 Piio de J'. - cú - car, du - ca a lou
"
- ra-

Violão

Geor-gia ou Illy min-d, num hl - 11, ou. 50 - me - day you'H come,

moon-Iiglu. ca - ra ta - ra.

\\i - ck - boi - ds 110 - Vê S, prin - gle pop él1 - go - \5, Mis - t - mus-t o amor dos po
MUSICA~GUINGA@D

bres: tó cor - rén - do a - trás de uns co - bre-, rra com - rrar IXC -

3 3 3

16

sen - te pra \0 - cê, 111)' 10 - Con

C VI

know, 111)' soul, Ro - má - r;o_ e 111 fren - teao gol, scm vin - térn. be l11y

guest. 1110-ro-le55, i - gual a Por Bess.


SllVIPLES E ABSUllDO
GUINGI\ & ALDIR IlLl\NC

CANIBAILE (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Leila Pinheiro

SETE ESTRELAS (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Paulo Malagutti, Eveline Hecker e Jackie Hecker

LENDAS BRASILEIRAS (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Chico Buarque

PAIXÃO DESCALÇA (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Lucia Helena

RAMO DE DELíRIOS (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial Claudio Nucci

ZEN·VERGONHA (Guinga / Aldir Blanc)

Participação Especial Beth Bruno

RIO·ORLEANS (Guinga / Aldir Blanc)

Participação Especial de lvan Lins

SIMPLES E ABSURDO(Guinga / Aldir Blanc)

Participação Especial de Lucia Helena

QUERMESSE (Guinga / Aldir Blanc)

Participação Especial de Zé Renato

ODALlSCA (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial do Be Happy (Ana Leuzinger, Kika Ttlsiãoclvtarcio Lott e Chico Pupo)

NEM CAIS, NEM BARCO (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Leny Andrade

PRODUZIDO POR PAULlNHO ALBUQUERQUE


GRAVADO NOS ESTÚDIOS CHORUS / RJ em 1991
PRODUTOR FONOGRÁFICO: VELAS PRODUÇÕES ARTíSTICAS E MUSICAIS LTDA.
(!jGUINGA@
CI-IEIO DE DEDOS
GUINGA
:1
'I
:1
I
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i
I

CHEIO DE DEDOS (Guinga)

DÁ O PÉ, LORO (Guinga / Aldir Blanc)

IMPRESSIONADOS (Guinga)
Participação Especial de Chico Buarque "
I
INVENTANDO MODA (Guinga)

NÓ NA GARGANTA (Guinga)

ME GUSTA A LAGOSTA (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Chano Domingues, Diapasón, José Eladio e AMAT

PICOTADO (Guinga)

ARIA DE OPERETA (Guinga / Aldir Blanc)


Participação Especial de Ed Motta

DIVAGAR, QUASE PAIRANDO (Guinga)

RIO DE EXAGEROS (Guinga)


Participação Especial de Chano Dominguez

BLANCHIANA (Guinga)

POR TRÁS DE BRÁS DE PINA (Guinga)


Participação Especial do Nó em Pingo D'Água

DESCONCERTANTE (Guinga)
Participação Especial de Diapasón

SINUOSO (Guinga)

CHEIO DE DEDOS (Guinga)

PRODUZIDO POR PAULlNHO ALBUQUERQUE


GRAVADO NOS ESTUDIOS DISCOVER / RJ em agosto/setembro 1996
PRODUTOR FONOGRÁFICO: VELAS PRODUÇÕES ARTlsTICAS E MUSICAIS LTDA.
Q!!)G UI NG A k!)
C!jGUINGAC!!D
CINE BARONESA
GUINGA

MELODIA BRANCA (Guinga)


Participação Especial de Fátima Guedes e Quarteto Maogani

CINE BARONESA (Guinga / Aldir Blane)

VÔ ALFREDO (Guinga / Aldir Blane)


i

NEM MAIS UM PIO (Guinga / Sergio Natureza) I


I:
I,
I
YES, ZÉ MANÉS (Guinga / Aldir Blane)
Participação Especial de Chico Buaroue
I
CAIU DO CÉU (Guinga)
I
NO FUNDO DO RIO (Guinga / Nei Lopes)
Participação Especial de Nei Lopes e Sergio Cabral
I
ESTONTEANTE (Guinga)
!

GERALDO NO LEME (Guinga)

FOX E TROTE (Guinga / Nei Lopes)


Participação Especial do Quarteto Maogani

COMO EU IMAGINARA (Guinga / Herminio B_ de Carvalho)

ORASSAMBA (Guinga / Aldir Blane) !


i
!1
MELODIA BRANCA (Guinga) I
1

I
PRODUZIDO POR PAULlNHO ALBUQUERQUE I
GRAVADO NOS ESTUDIOS DISCOVER / RJ dezembro de 2000 e janeiro de 2001 I,
PRODUTOR FONOGRÁFICO: VELAS PRODUÇÕES ARTíSTICAS E MUSICAIS LTDA.

I'
r
!:
!
1 ÁRIA DE OPERETA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL
C!i GUINGA@)

!.
2 BAlÃO DE LACAN (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

3 CAN IBAI LE (Guinga-A/dir B/ane) Universal


4 CATAVENTO E GIRASSOL (Guinga-A/dir B/ane)EMI PUBLlSHING DO BRASIL

5 CHÁ DE PANELA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLISHING DO BRASIL

6 CHEIO DE DEDOS (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

7 CHORO BREVE (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

8 CHORO PRO ZÉ (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL /UNIVERSAL PUBLlSHING

9 CHORO-RÉQUIEM (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

10 CI N E BARON ESA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

11 COCO DO COCO (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

12 CONSTANCE (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

13 DÁ O PÉ, LORO (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

14 DESTINO BOCAIÚVA (Guinga-A/dir Blanc] EMI PUBLlSHING DO BRASIL

15 DI MAIOR (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

16 DI MENOR (Guinga-Ce/so Viáfora) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

17 DICHAVADO (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

18 DISSIMULADO (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

19 DOS ANJOS (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

20 EXASPERADA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

21 FOX E TROTE (Guinga-Nei Lopes) EMI PUBlISHING DO BRASIL

22 GUIA DE CEGO (Guinga-Mauro Aguiar) EMI PUBlISHING DO BRASIL

23 HENRIQUIETO (GuingajA/dir B/ane) Guinga/Aldir Blanc (só violão) EMI PUBlISHING DO BRASIL

24 IGREJA DA PENHA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

25 LENDAS BRASILEIRAS (Guinga-A/dir Blanc] UNIVERSAL PUBlISHING

26 MELODIA BRANCA (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

27 MINGUS SAMBA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

28 NEM MAIS UM PIO (Guinga-Sergio Natureza) EMI PUBLlSHING DO BRASIL/ABRIL MUSIC PUB

29 N iTI DO E OBSCURO (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL/UNIVERSAL PUBLlSHING

30 NO FUNDO DO RIO (Guinga-Nei Lopes) EMI PUBlISHING DO BRASIL

31 NÓ NA GARGANTA (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

32 NOTURNA (Guinga-Paulo César Pinheiro) EMI PUBlISHING DO BRASIL

33 NOTURNO LEOPOLDINA (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

34 ORASSAM BA (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

35 PAR CONSTANTE (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

36 PARSIFAL (Guinga-Nei Lopes) EMI PUBlISHING DO BRASIL

37 PASSARI N HADEI RA (Guinga-Pau/o Cesar Pinheiro) EMI PUBlISHING DO BRASIL /UNIVERSAl PUBLlSHING

38 PERFUME DE RADAMÉS (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

39 PICOTADO (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

40 POR TRÁS DE BRÁS DE PINA (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

41 PRA QUEM QUISER ME VISITAR (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

42 RASGAN DO SEDA (Guinga-Simone Guimarães) EMI PUBlISHING DO BRASIL /NOWA EDiÇÕES MUSICAIS LTDA

43 SACI (Guinga-Pau/o César Pinheiro) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

44 SAMBA DE UM BREQUE (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

45 SARGENTO ESCOBAR (Guinga) EMI PUBlISHING DO BRASIL

46 SENHORINHA (Guinga-Pau/o César Pinheiro) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

47 SINUOSO (Guinga) EMI PUBLlSHING DO BRASIL

48 VALSA PARA LEILA (Guinga-Aldir B/ane) EMI PUBlISHING DO BRASIL

49 VÔ ALFREDO (Guinga-A/dir B/ane)EMI PUBlISHING DO BRASIL

5° VOCÊ, VOCÊ (Guinga-Chico Buorque de Ho/anda) EMI PUBLlSHING DO BRASIL/MAROLA EDiÇÕES MUSICAIS LTDA.

51 YES, ZÉ MANÉS (Guinga-A/dir B/ane) EMI PUBLlSHING DO BRASIL


(!j G U IN GA@)
GUTO COSTA
PAG 5 Guinga
PAG 12 Guinga e Hermeto Pascoal
PAG 12 Chico Buarque e Guinga
PAG 17 Guinga e Nelson Motta
PAG 25 Guinga
PAG 26 Eduardo Cudin e Guinga
PAG 26 Tutibio Santos e Guinga

FERNAN DO LEMOS
PAG 13 Guinga e Ed Motta
PAG 24 lvan Lins e Guinga

BETI NIEMEYER
PAG 3 Guinga
PAG 20 Guinga
PAG 25 Guinga

O GLOBO
PAG 29 Guinga no Maracanã

ARQUIVO PESSOAL GUINGA


PAG 8 em baixo à esquerda Cartola, em baixo à direita João
Nogueira e com violão à direita Guinga
PAG 15 Paulinho Albuquerque e Guinga

VICA NABUCO
PAG 19 Aldir Blanc, Leita Pinheiro e Guinga
MUSICA(!jGUINGAQiI)

A todos os músicos e poetas que participam deste trabalho, a Leila Pinheiro pelo amor e dedi-
cação à obra de Guinga e pela incansável e imprescindível colaboração, à Fátima Escobar pelo seu
companherismo e disponibilidade, a Mari Blanc, a Luciana Rabello, a Sergio Cabral pelo seu prefácio
delicioso, aos fotógrafos Guto Costa e Beti Niemeyer que registraram instantes tão preciosos, a Paulo
Aragão e Carlos Chaves que criteriosos e precisos resgataram todas estas pérolas, a Victor Hugo pelo
seu empenho no design, à EM I Publishing Brasil e sua equipe, à Universal Music do Brasil, à Abril
Music, à Cristina Parada, à Marola Edições Musicais, à Nowa Edições Musicais pelo gentil atendi-
mento, a toda equipe da Gryphus Editora e da Gráfica Forense.

Nossos sinceros agradecimentos,

Gisela Zingoni e Ana Montenegro

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ROCK BOOK I OS PARALAMAS DO SUCESSO


ROCK BOOK II RAUL SEIXAS
ROCK BOOK 111BIQUINI CAVADÃO
ROCK BOOK IV I<ID ABELHA
ROCK BOOK V A COR DO SOM

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A ARTE DE PRODUZIR MÚSICA R I C H A R D J A ME S B U R G E S S

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97885751005161
MUS;CA DE GUINGA,A