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  Cinthya Rebouças Carvalho
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$" Eng de Teleinformática
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mortaleza, outubro de 2010


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› estudo e a verificação das relações entre velocidade da reação e a concentração de reagentes e
de produtos;

Discutir mecanismos de reação;

Verificação da diferença entre catalisador e reagentes;

Compreenção do comportamento do equilíbrio tomando como base o princípio de Le Chatelier.

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°V Vidrarias;
°V odeto de potássio (K ;
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°V Cloreto de potássio (KCl ;
°V Tiossulfato de potássio (K S › ;
°V Sulfato de cobre (CuS› ;
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A , tambm conhecida como '()",  uma ciência que estuda a


velocidade das reações químicas de processos químicos e os fatores que as influenciam.

V = | variação da quantidade de uma substância | / intervalo de tempo.

A unidade da velocidade pode ser expressa em:

* mol / L x s

* mol / L x min

* mol / L x h

A velocidade de produção ou consumo de um substância, está diretamente relacionada com


os coeficientes da reação, devidamente balanceada.

Reação: a A + b B ----------> c C + d D

Velocidade: VA / a = VB /b = VC / c = VD / d.

Cintica química inclui investigações de como diferentes condições experimentais podem


influenciar na velocidade de uma reação química e informações de rendimento sobre o mecanismo
de reação e estados de transição, assim como a construção de modelos matemáticos que possam
descrever as características de uma reação química.

A velocidade da reação, chamada tambm de taxa de reação, está relacionada com: as


concentrações dos reagentes e seu estado particular. › fato dos reagentes estarem ou não em solução,
que neste caso a natureza do solvente irá influir na velocidade da reação, a temperatura, a
eletricidade, a luz, a pressão, a presença de catalisadores entre outros exemplos podem alterar a taxa
de reação.

A aplicação dessa área da química  bastante vasta, como podemos relacioná-la com a
eficácia de um medicamento atuando em um organismo.

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- Superfície de contato: Quanto maior a superfície de contato, maior será a velocidade da reação.

- Temperatura: Quanto maior a temperatura, maior será a velocidade da reação.

- Concentração dos reagentes: Aumentando a concentração dos reagentes, aumentará a velocidade da


reação.
Numa reação química, a etapa mais lenta  a que determina sua velocidade. ›bserve o exemplo a
seguir: › peróxido de hidrogênio reagindo com íons iodeto, formando água e oxigênio gasoso.

 - H2 ›2 + - ------> H2 › + ›- (Lenta

 - H2 ›2 + ›- ------> H2› + ›2 + - (Rápida

Equação simplificada: 2 H2›2 ------> 2 H2 › + ›2.

A equação simplificada corresponde a soma das equações  e . Como a etapa   a etapa lenta, para
aumentar a velocidade da reação, deve-se atuar nela. Tanto para aumentar ou diminuir a velocidade
da reação, a etapa  (rápida não vai influir; sendo a etapa  a mais importante.

› estado físico - sólido, líquido, ou gás - de um reagente  tambm um importante fator da


taxa de reação. Quando reagentes estão na mesma fase, como em solução aquosa, o movimento
trmico os coloca rapidamente em contato. Entretanto, quando eles estão em diferentes fases, a
reação  limitada a interface entre os reagentes. A reação somente pode ocorrer na área de contato,
no caso de um líquido ou gás, na superfície de um líquido. Agitação vigorosa e/ou turbilhonamento
podem ser necessários para conduzir a reação a realizar-se completamente. sto significa que quanto
mais finamente dividido um sólido ou líquido reagente , a sua maior área de superfície, mais rápida
a reação. Em química orgânica existe a exceção que reações homogêneas (no mesmo meio e fase
podem ocorrer mais rapidamente que reações heterogêneas.

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Considere a seguinte reação: a A + b B ----------> c C + d D

Segundo a lei de Guldberg-Waage; V = k [A]a [B]b.

›nde:

°V V = velocidade da reação;
°V [ ] = concentração da substância em mol / L;
°V k = constante da velocidade específica para cada temperatura.

A ordem de uma reação  a soma dos


expoentes das concentrações da equação da
velocidade. Utilizando a equação anterior,
calculamos a ordem de tal reação pela soma de (a +
b.

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ë a energia mínima necessária para que os reagentes possam se transformar em produtos. Quanto
maior a energia de ativação, menor será a velocidade da reação.

Ao atingir a energia de ativação,  formado o complexo ativado. › complexo ativado possui entalpia
maior que a dos reagentes e dos produtos, sendo bastante instável; com isso, o complexo  desfeito e
dá origem aos produtos da reação. ›bserve o gráfico:

›nde:

°V C.A.= Complexo ativado.


°V Eat. = Energia de ativação.
°V HR. = Entalpia dos reagentes.
°V H. = Entalpia dos produtos.
°V DH = Variação de entalpia.

› catalisador  uma substância que aumenta a


velocidade da reação, sem ser consumida durante tal
processo, a principal função do catalisador  diminuir a
energia de ativação, facilitando a transformação de
reagentes em produtos. ›bserve o gráfico que demonstra
uma reação com e sem catalisador:

nibidor:  uma substância que retarda a velocidade da reação.

Veneno:  uma substância que anula o efeito de um catalisador.

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Dependendo de quais substâncias reagem o tempo de tais reações variam mais


detalhadamente, a rapidez ou velocidade com que se formam ou se rompem as ligações depend da
natureza dos reagentes, como reações ácidas, troca iônica e formação de sais são exemplos de
reações rápidas.

Exemplos típicos de reações rápidas são as reações dos explosivos, muitas vezes ocorrendo
inicialmente dentro da própria molcula de uma única substância. ›utro exemplo de reações rápidas
são as oxidações de metais nobres, que produzem óxidos extremamente resistentes e aderentes que
impedem a continuidade da reação, como com o ouro ou o cromo, presente no aço inoxidável.
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ocupa. › número de mols representa a quantidade de matria e, por isso, ele  proporcional a massa;
assim o número de mols dividido pelo volume  proporcional à massa dividida pelo volume.

A densidade de algo  ustamente calculada dividindo-se a sua massa pelo seu volume
ocupado. No caso de uma substância pura, toda a sua massa corresponde à de uma única substância,
e assim a sua "concentração" do seu número de mols dividido pelo volume  proporcional a sua
densidade .

A densidade de uma dada substância em dadas condições  uma propriedade intensiva, ou


sea,  a mesma independentemente do quanto dessa substância houver. Dessa forma pode-se
concluir que a concentração de um sólido ou um líquido puro, que são virtualmente incompressíveis,
 a mesma independentemente de quanto houver deles, á um gás, que pode ser comprimido sem
dificuldade, tem a sua concentração variada facilmente. or essa razão se simplifica as expressões
das constantes de equilíbrio omitindo-se a concentração de sólidos e líquidos puros.

Com isso, a expressão para a constante do último equilíbrio apresentado fica:

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ela equação dos gases perfeitos tem-se que para cada gás de uma mistura gasosa:

›nde   a pressão parcial de um gás  qualquer, ou sea, a pressão que ele teria caso
estivesse apenas ele no recipiente,   o volume ocupado pela mistura,   o número de mols do gás,
  a constante dos gases perfeitos, e  a temperatura em kelvin.

Rearranando a equação, teremos:

› membro esquerdo (/  a fórmula para o cálculo da concentração molar do gás. A


constante   sempre a mesma e a temperatura  não varia em um sistema que permanece em
equilíbrio químico, assim o único fator que pode variar na equação em um equilíbrio  a pressão
parcial . Dessa forma pode-se dizer que a concentração do gás  proporcional à sua pressão parcial.

Com base nisso, tambm  possível escrever a fórmula da constante de equilíbrio usando-se
as pressões parciais dos gases envolvidos, no lugar de suas concentrações. or exemplo:
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rimeiramente, nota-se que como esperado, a concentração influência diretamente na


velocidade da reação, pois ao olhar para a tabela (do tubo 4 ao 7 , vemos que, dependendo da
quantidade de K adicionada, a reação torna-se mais devagar ou mais rápida.

Tendo em vista esta informação, pode-se concluir que a formação de  influência com
maior intensidade a velocidade da reação, fazendo com que na reação: 2 + S ›  Ö  +
2S› 
A etapa de formação de  sea a mais rápida, fazendo assim, com que a etapa determinante da
velocidade sea a etapa: 2S›  +  Ö  + S› 
Assim, prevalecendo o mecanismo 1 que  mostrado do manual.

ode-se notar tambm, que a presença de CuS› 0,1M teve papel fundamental na alteração
da velocidade da reação, pois a presença de apenas 1 gota deste composto fez com que a velocidade
da reação caísse para um tempo quase instantâneo.




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a No tubo de ensaio com 1 ml de Na›H 2,5M, ao se adicionar 2 ml de solução de H › 2M, 


percebida uma reação de velocidade intermediária com relação às outras duas.

b No tubo de ensaio com 1 ml de H S› 2M + 1ml de CuS› 0,2M, após adicionar-se 2 ml de


solução de H › 2M observa-se uma reação com baixa velocidade, lenta em relação às outras
duas.

c No tubo de ensaio com 1 ml de H S› 2M + 1 ml de KMn› 0,1M, após adicionar-se 2 ml de


solução de H › 2M observa-se uma reação de alta velocidade comparada às dos outros tubos.

Neste experimento, pode-se notar que a presença de H S› 2M + 1ml de CuS› 0,2M e


H S› 2M + 1 ml de KMn› 0,1M foram responsáveis pela aceleração da reação, sendo estes os
catalisadores. No entanto, pode-se observar que o tubo que continha KMn› 0,1M apresentou uma
reação ainda mais rápida, mostrando o KMn› como um melhor catalisador, fazendo com que a cor
mudasse de roxo para transparente com pouco tempo depois de ter sido adicionado 2 ml de solução
de H › .

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Após ter em mãos a 20 ml da solução de 15 ml de me(N› 0,1M adicionado de 15 ml de KSCN


0,1M seguido de diluição em água at o volume de 250ml (chamaremos de solução A , demos início
ao experimento, para ser adicionado à me(N› 0,1M, KSCN 0,1M e Na›H 6M em tubos de
ensaio, respectivamente.

Ao adicionar 5 ml da solução A em um tubo de ensaio com 1 ml de me(N› 0,1M, observamos


que a cor se intensifica: vai de vermelho para vermelho profundo, quase amarronzado.
Ao adicionar 5 ml da solução A em um tubo de ensaio com com 1 ml de KSCN 0,1M observamos
que a cor se intensifica ainda mais do que com me(N› , tornando-se marrom.

Em um terceiro tubo de ensaio com a solução A, adicionamos 5 a 6 gotas de Na›H 6M. ›bservamos
que a cor clareia progressivamente com agitação; varia de amarelo at quase transparente com a
decantação de um precipitado avermelhado, o me(›H .

ë colocado 5 ml da solução A em um outro tubo de ensaio, a título de comparação e controle da cor.

Com me(N› , nota-se que a cor vermelha se intensifica, isso mostra que o aumento de
nitrato de ferro faz com que a reação encontre um novo equilíbrio ³mudando de cor, que se deve ao
aumento da presença de íons de me.

Com KSCN, nota-se que a cor se intensificou ainda mais, tornando-se próximo do marrom.
ode-se dizer que com o aumento de tiocianato de potássio, a reação tendeu a encontrar equilíbrio
consumindo maiores quantidades deste reagente na reação, causando um aumento de me(SCN + , o
que intensificou ainda mais a cor.

Com Na›H, a cor clareou progressivamente, o que implica a formação de me(›H que
decantou, devido à formação de nitrato de sódio, NaN› , na reação. Com a diminuição de íons de
me(N› na reação, pois grande parte decantou, a reação tornou-se mais clara.

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De acordo com os experimentos realizados, pôde-se concluir que são diversos os fatores que
podem interferir na velocidade de uma reação, como visto tanto na teoria quanto na prática, tudo
deve ser levando em consideração para obtermos os resultos esperados, a concentração de reagentes
 de fundamental importância, podendo cortar at pela metade o tempo de reação entre outros
fatores,com a temperatura, a pressão e a natureza dos reagentes. A presença de catalisadores tambm
 um fator bastante importante, pois diminuindo a energia de ativação da reação, fazendo com que os
processos da cintica das molculas seam melhor aproveitados. Com relação ao equilíbrio químico,
pode-se concluir que assim como na teoria, com o princípio de Le Chatelier, as reações tendem a
seguir para um estado de maior equilíbrio, tentando rearranar suas molculas da melhor forma para
minimizar as perturbações do sistema. E com realação a velocidade da reação podemos concluir que
a lei de Gulberg-Waage  essecial para melhor compreenção e aproveitamento dos resultados
envolvendo a velocidade das reações.

°V C! ",&

°V http://pt.wikipedia.org/wiki/Equil%C3%ADbrio_qu%C3%ADmico
acessado em: 11/10/2010
°V http://www.scribd.com/doc/3395703/Quimica-Aula-14-Cinetica-Quimica
acessado em: 11/10/2010
°V http://labvirtual.eq.uc.pt/siteJoomla/index.php?option=com_content&task=view&id=227&te
mid=439#inicio acessado em: 11/10/2010
°V Atkins, .; Jones, L. rincípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3ª Ed. orto Alegre: Bookman, 2006.
°V http://dicasdequimica.vilabol.uol.com.br/cinetica.html
acessado em: 11/10/2010
°V http://www.colegioweb.com.br/quimica/lei-de-guldbergwaage-lei-da-acao-das-massas.html