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Novo Sistema Modificador de Reologia para Cosméticos James V. Gruber, Ph.D., Lisa Bouldin, Fiona Lam
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Novo Sistema Modificador de Reologia para Cosméticos

James V. Gruber, Ph.D., Lisa Bouldin, Fiona Lam

Arch Personal Care Products, South Plainfield NJ, USA

Jadir Nunes, Ph.D.

Arch Química Brazil Ltda., São Paulo SP, Bras

Neste artigo os autores apresentam um novo sistema modificador de reologia, que, comparado a dois outros sistemas disponíveis no mercado, demonstrou

qualidade superior quanto a: funcionalidade

e eficência do sistema

espessante, tolerância à agitação, estabilidade ao pH, compatibilidade com sal e AHA, e avaliação sensorial.superior quanto a: funcionalidade e eficência do sistema En este los autores presentan un nuevo sistema

En este los autores presentan un nuevo sistema modificador de reologia que comparado

a dos otros disponibles en el mercado, demostró calidad superior cuanto la:

funcionalidad e eficiencia del sistema espesante, tolerancia a la agitación, estabilidad al pH, compatibilidad con la sal y AHA, y evaluación sensorial.

In this article the authors present a new rheology modifier system which compared with two others available in the market, show superior quality related to:

thickener system functionality and efficiency, mixing tolerance, pH stability, salt and AHA compatibility, and sensorial evaluation.

O objetivo deste artigo é discutir as aplicações de um novo sistema

modificador de reologia, nome INCI: So-

diumAcrylate/SodiumAcryloyldimethyl

Taurate Copolymer (and) Hydrogenated Polydecene (and) Sorbitan Laurate (and) Trideceth-6 (ViscUp EZ, marca comerci-

al da Arch Chemical Care Products, pa- tentes pendentes US 2004/0028637 e WO 01/97772) aqui denominado de po- límero acrílico 1, que foi desenvolvido para formulações processadas a quente

e a frio. Oferece facilidade de uso, esta-

bilidade, boa tolerância na agitação, efi-

cácia com baixa concentração de uso e alta flexibilidade na faixa de pH.

O novo sistema compara-se a dois outros já disponíveis no mercado, ofere- cendo atributos similares, e observou- se que o polímero acrílico 1 tem desem- penho superior nas áreas mais críticas nas quais estes sistemas poliméricos oferecem seus benefícios.As caracterís- ticas de desempenho e benefícios des- tes sistemas poliméricos permitem ao formulador desenvolver uma gama de produtos inovadores especialmente

para cremes e loções para rosto e corpo, cremes para as mãos, produtos infantis

e loções fotoprotetoras.

INTRODUÇÃO

Os consumidores de cosméticos estão cada vez mais à procura de produtos com maior desempenho, melhorando

a qualidade da pele e reduzindo, tanto os fatores intrínse-

cos quanto extrínsecos, os danos ocasionados pelo tem- po, o envelhecimento cutâneo. Também esperam produtos multifuncionais que contenham múltiplos ingredientes ati- vos. Infelizmente, muitos ativos biológicos benéficos à pele contêm altos níveis de sal e sua presença pode afetar desvaforavelmente as características reológicas na maio- ria dos espessantes cosméticos. Sendo assim, os consumi- dores criam uma demanda e desafios para os formuladores de cosméticos e os formuladores precisam pesquisar ingre- dientes de desempenho mais eficientes para estabilizar e es- pessar formulações contendo eletrólitos. A má escolha de um agente espessante pode facilmente contribuir para de- sencadear características indesejáveis no produto, tais como: má espalhabilidade, excesso de pegajosidade e aspe- reza ou desconforto durante e após a aplicação do produto.

DISCUSSÃO

Em estudo realizado com três espessantes do mercado (detalhes comparativo dos três ingredientes na Tabela 1)

e comparados quanto à eficiência no espessar, atributos

sensoriais e tolerância a agitação, pH e sal. O polímero acrí- lico 1 demonstrou melhor desempenho comparado aos ou- tros produtos disponíveis no mercado utilizados em impor-

tantes áreas da Cosmetologia, conforme descrito a seguir.

Tabela 1. Composição dos espessantes estudados

Espessante

Composição (INCI Name)

Polímero acrílico 1

Sodium Acrylate/Sodium Acryloyldimethyl Taurate Copolymer (and) Hydrogenated Polydecene (and) Sorbitan Laurate (and) Trideceth-6

Polímero acrílico 2

Sodium Acrylate (and) Sodium Acrylate Acryloyldimethyl taurate Copolymer (and) Isohexadecane (and) Polysorbate 80

Polímero acrílico 3

Polyacrylamide (and) C13-14-isoparaffin (and) Laureth-7

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& Toiletries (Edição em Português)

Vol. 18, mai-jun 2006

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Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a
Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a

Figura 1. Ação de espessamento de dispersões poliméricas

Polímero
Polímero

Tensoativo

Óleo

de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a Água Óleo + tensoativo

Água

de espessamento de dispersões poliméricas Polímero Tensoativo Óleo Á g u a Água Óleo + tensoativo

Água

Óleo + tensoativo Polímero

Funcionalidade do sistema espessante

Os três espessantes do mercado avaliados neste estudo são dispersões poliméricasA/O (água-em-óleo) que empregam seus próprios óleos e agentes tensoativos específicos nos seus sis- temas. Todos são polímeros pré-neutralizados, pré-dispersos e pré-umectados, o que permite que sejam de rápida adaptação a processamentos tanto a quente quanto a frio. No contato com a água, a emulsão A/O se inverte, liberando os polímeros que se expandem e rapidamente confere corpo e viscosidade no meio aquoso (Figura 1).

Eficiência do sistema espessante

Uma vez formulado todos estes sistemas reológicos são pseudoplásticos (isto é, a viscosidade decresce quando se au- menta o estresse de agitação e cisalhamento) e não tixotrópicos (isto é, a viscosidade retorna ao seu valor inicial instantanea- mente após o término da agitação). As medições de viscosida- de foram feitas em temperatura ambiente com várias concentra- ções do espessante em água: 0,5, 1,0, 2,0, e 3,0%. Os resultados

Figura 2. Dependência da concentração Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico 3
Figura 2. Dependência da concentração
Polímero acrílico 1
Polímero acrílico 2
Polímero acrílico 3
Concentração (%)
* Spindle # 6, 10 rpm** Spindle # 95, 10 rpm para o polímero 1
Brookfield DV-1+
Viscosidade (cPs @ RT)

de viscosidade estão na Figura 2. Os resultados dos testes in- dicam que o polímero acrílico 1 promove eficiência superior no espessar comparado aos outros dois produtos do mercado, cu- jos níveis de viscosidade foram dependentes da concentração no produto.

Tolerância à agitação

A maioria dos modificadores reológicos deteriora-se quan- do expostos a altas agitações mesmo por reduzidos períodos de tempo. Para determinar a capacidade de um novo sistema teste resistir à degradação do polímero, um estudo de tolerância à agi- tação foi conduzido com 3% de cada espessante dispersos em água e após cada amostra ser submetida à mesma condição de agitação, utilizando-se o misturador Silverson HSH (high spe- ed homogenization) por 1, 3, 5 e 10 minutos. O polímero conti-

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3, 5 e 10 minutos. O polímero conti- ????????????????????? Vol. 18, mai-jun 2006 CT648_Sistema.pmd 61 Cosmetics

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Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico
Figura 3. Estudo da resposta ao cisalhamento
Polímero acrílico 1
Polímero acrílico 2
Polímero acrílico 3
Tempo (minuto)
Brookfield DV-1+ Spindle T-E, 10 rpm
Viscosidade (cPs @ RT)

Figura 5. Resposta ao sal

 

Viscosidade (cPs @ RT)

Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico 3
Polímero acrílico 1 Polímero acrílico 2 Polímero acrílico 3
Polímero acrílico 1
Polímero acrílico 2
Polímero acrílico 3
 
 
 
 
 
 
 
 

Solução salina 25% (%)

 

* Spindle # 95, 10 rpm para o polímero 1 a 0,5% ** * Spindle # 6, 10 rpm Brookfield DV-1+

 

do na solução foi resfriado a temperatura ambiente e a viscosi- dade medida. Observou-se que todos os sistemas espessantes são tolerantes a agitação, mas o polímero acrílico 2 começa a se degradar após 5 minutos, indicando que este sistema poliméri- co se quebraria. Isto é muito importante nos parâmetros de “sca- le up” dos processos produtivos, visando a utilização de siste- mas estáveis e que mantenham a viscosidade até o produto aca- bado. O sistema reológico interfere diretamente na mudança de escala das formulações, quando parte de uma fase laboratorial (bancada) para piloto e depois industrial. Os dados deste estu- do estão na Figura 3.

Estabilidade ao pH

Outra área delicada para a maioria dos sistemas espessan- tes é a sua sensibilidade ao pH. Para determinar como estes sis- temas poliméricos se comportam frente a variações de pH, foi realizado um estudo. Solução 3% de cada espessante foi ajus- tada em pH na faixa de 2-12, usando ácido cítrico e hidróxido de

Tabela 2. Comparação de viscosidades

 

Espessante

Viscosidade

(cPs)*

 

Ácido glicólico

Ácido lático

Polímero acrílico 1

70,000

78,000

Polímero acrílico 2

200,000

300,000

Polímero acrílico 3

1,000

2,000

* (Brookfield DV-I+, spindle 6, 10 RPM @RT)

 

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Figura 4. Resposta ao pH pH Brookfield DV-1+ Spindle # 95, 10 rpm para pH
Figura 4. Resposta ao pH
pH
Brookfield DV-1+
Spindle # 95, 10 rpm para pH 3 e
Polímero acrílico 1
pH 5 para o polímero 1
Spindle T-E, 10 rpm para pH 5 e
pH 7 para o polímero 3
Spindle # 6, 10 rpm
Polímero acrílico 2
Polímero acrílico 3
Figura 6. Resumo consolidado do estudo
Espalhabilidade
Polímero acrílico 1
Polímero acrílico 2
Polímero acrílico 3
Grau de
Tempo de
brilho
aplicação
Composição
Água
87/88%
Polímero
2,5/3,5%
Óleo mineral
6%
Glicerina
3%
Preservante
0,5%
Pegajosidade
Maciez
Viscosidade (cPs @ RT)

sódio como agentes neutralizantes. Os resultados deste estu- do estão resumidos na Figura 4. O polímero acrílico 1 promoveu maior compatibilidade numa maior faixa de pH comparado aos outros dois produtos. Além disso, observou-se que o políme- ro acrílico 1 teve maior eficácia em baixos pH, faixa de 3-5, o qual é especialmente desafiador para estes sistemas em geral.

Compatibilidade com sal

Um estudo de resposta ao incremento da concentração de sal na formulação foi conduzido para comparar a tolerância dos três sistemas espessantes. Soluções aquosas a 3% foram pre- paradas e 0,5% de cloreto de sódio (solução 25%) foi adiciona- da a esta solução do polímero. Cada sistema foi agitado por al- guns minutos e medida a viscosidade. Mais solução de cloreto de sódio foi adicionada para chegar ao equivalente a 2%. Os re-

Tabela 3. Formulações de teste

Composição Água Polímero acrílico (1, 2 ou 3) Óleo mineral Glicerina Ácido glicólico ou lático NaOH (solução)

Conc. (%)

qs

3,00

6,00

3,00

2,50

pH 4,5

3/7/2006, 16:28 Ácido glicólico ou lático NaOH (solução) Conc. (%) qs 3,00 6,00 3,00 2,50 pH 4,5 Vol.

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ou lático NaOH (solução) Conc. (%) qs 3,00 6,00 3,00 2,50 pH 4,5 3/7/2006, 16:28 Vol.
ou lático NaOH (solução) Conc. (%) qs 3,00 6,00 3,00 2,50 pH 4,5 3/7/2006, 16:28 Vol.
ou lático NaOH (solução) Conc. (%) qs 3,00 6,00 3,00 2,50 pH 4,5 3/7/2006, 16:28 Vol.
sultados deste estudo estão resumidos na Figura 5 e demons- tra-se que o polímero acrílico
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sultados deste estudo estão resumidos na Figura 5 e demons- tra-se que o polímero acrílico
sultados deste estudo estão resumidos na Figura 5 e demons- tra-se que o polímero acrílico

sultados deste estudo estão resumidos na Figura 5 e demons- tra-se que o polímero acrílico 1 é mais compatível com sal do que outras formulações que contêm os outros 2 sistemas, quando expostos a concentração de 0,5%, e têm comportamento simi- lar na faixa de 1 a 2%. Este atributo de desempenho faz do polí- mero acrílico 1 uma boa opção nas formulações que contêm ine- vitáveis altas concentrações de sais.

Compatibilidade com AHA

Alfa-hidróxi-ácidos (AHA) são muito freqüentes em produ- tos antienvelhecimento atualmente na Cosmetologia, precisam de um baixo pH para ter sua eficácia e geralmente contém eletró- litos. Estes tipos de formulações criam dificuldades tanto no espessar quanto no estabilizar. Seis formulações contendoAHA foram preparadas para se provar o conceito da adição de polí- meros acrílicos nestas desafiadoras condições. Hidróxido de sódio foi usado como agente neutralizante para pré-ajustar as soluções ácidas (ácido glicólico e ácido lático) em pH de apro- ximadamente 4,5.Asolução ácida foi adicionada a uma emulsão simples contendo 3% de espessante. Viscosidade medida após a emulsão ser bem homogeneizada. Os resultados deste estudo estão resumidos na Figura 6 e de- monstram que o polímero acrílico 1 é altamente compatível com ambos os ácidos lático e glicóli- co comparado aos outros dois sistemas.

Avaliação sensorial

Um screening de estudo subjetivo foi condu-

zido para avaliar o sensorial estético de uma emul- são simples contendo estes polímeros acrílicos. A viscosidade das três formulações foi ajustada e comparada na faixa de 55.000 cps.

Os níveis de viscosidade foram fixos em 2,5%

de polímero acrílico 1, enquanto 3,5% para os ou- tros dois foram requeridos para se chegar a mes- ma viscosidade. Isto sugere que o polímero acrí- lico 1 oferece melhor habilidade de construir uma viscosidade comparado aos outros dois sistemas espessantes. Cinco voluntários participaram desta avalia- ção, que foi classificada como estudo de uso com- parativo, cego e randomizado. Foi solicitado a cada participante aplicar as três formulações no antebraço, usando seu dedo indicador para espa- lhar o creme. Cada participante respondeu aos questionári- os durante e após a aplicação do produto.As ques- tões tinham escalas de 0 a 10 com o menor valor, sendo mais favorável ao atributo. Compilando-se os dados, verificou-se que a formulação com po- límero acrílico 1 foi preferida por 80% dos volun- tários porque ofereceu melhor sensorial geral, es-

tética superior e, na aplicação, maior facilidade e melhor espalhabilidade.

O creme preparado com o polímero acrílico 1

também teve os menores índices de pegajosidade (“tack”) e brilho após secagem. Um resumo deste estudo está consolidado no gráfico da Figura 7, que mostra as avaliações subjetivas de espalha- bilidade, tempo de aplicação, grau de brilho, pega- josidade e maciez.

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CONCLUSÃO

Os estudos realizados e apresentados neste artigo demons- traram e confirmaram que os sistemas espessantes podem ofe- recer diferentes comportamentos reológicos em alta gama de formulações. As medidas de viscosidade demonstraram que o polímero acrílico 1 desempenhou melhor sua eficiência no es- pessar comparado com os outros dois produtos comerciais dis- poníveis no mercado hoje em dia. Tolerância a agitação e cisa- lhamento, pH e resposta à presença de sais também foram mui- to bem avaliadas. Finalmente, o estudo subjetivo feito em con- dições de uso em voluntários humanos demonstrou preferên- cia de 80% dos participantes devido, principalmente, aos atri- butos facilidade de aplicação, espalhabilidade e não-pegajosi- dade comparado aos outros sistemas.

e não-pegajosi- dade comparado aos outros sistemas. Agradecimentos Gostaríamos de agradecer a Kevin Lou e

Agradecimentos Gostaríamos de agradecer a Kevin Lou e Rachel Daus do La- boratório de Aplicações da Arch Personal Care Products pelo suporte na realização das avaliações descritas neste artigo.

Cosmetics & Toiletries (Edição em Português)/6363636363 3/7/2006, 16:28
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