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UEM – CTC – DEC

HIDRÁULICA II
DEC 2577

PROFA. DRA. CLÁUDIA TELLES BENATTI


AULA 01

DEC 2577 UEM 02/2019 Profa. Dra. Cláudia Telles Benatti


Hidráulica II
• Ementa: Escoamento em condutos livres.

• Objetivos: Analisar o comportamento dos fluidos nas condições de


escoamento em condutos livres.

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Conteúdo da disciplina
1. Escoamento em superfície livre
2. Escoamento permanente e uniforme em canais
3. Energia e carga específica
4. Rugosidade equivalente e seções compostas
5. Ressalto hidráulico
6. Escoamento permanente gradualmente variado
7. Escoamento variável em canais

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Referências básicas

Porto Baptista Azevedo Netto

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Referências complementares

Çengel & Cimbala Gribbin Potter

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Referências complementares

Quintela White Fox

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Referências complementares

Hibbeler Munson Chadwick

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Referências complementares

Houghtalen Chow Subramanya

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Referências complementares

Chaudhry Nalluri Ávila

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Verificação da Aprendizagem
Avaliação Periódica
• Primeira Avaliação: 23/11
Capítulos 7, 8 e 10 [Porto]
Notas de aula
• Segunda Avaliação: 25/01
Capítulos 9, 11, 13 e 14 [Porto]
Notas de aula

Avaliação Final: 04/02


Capítulos 7 a 14 [Porto]
Notas de aula

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Observações gerais
• Access Code: M6TC9-BHG7D

• Não há prova substitutiva para a disciplina

• As aulas começam às 7:45h (turma 03), 13:30h


(turma 02) e 15:20h (turma 01)
• Frequência obrigatória (>75%)
• Alunos reprovados por falta não poderão realizar a
avaliação final
• Os alunos que não fizerem as avaliações nas
datas marcadas, e que tiverem o requerimento
de solicitação de segunda oportunidade
deferidos, terão a segunda oportunidade no
final do semestre
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CAPÍTULO 7
PORTO

ESCOAMENTOS EM SUPERFÍCIE
LIVRE

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Escoamentos em superfície livre
Escoamento em condutos livres:
• Escoamentos caracterizados pela presença de uma superfície em
contato com a atmosfera  submetida a pressão atmosférica.
• Escoamento pode ocorrer em uma seção aberta ou fechada.
• O escoamento se processa necessariamente por gravidade.

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Exemplos de condutos livres

Canal Natural – rio Paraná Canal artificial – Pereira Barreto

Canal artificial – Canal de piracema


(barragem de Itaipu) Conduto livre de seção fechada
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Escoamentos em superfície livre
Os conceitos relativos às linhas de energia e piezométrica são
utilizados nos canais de forma análoga aos condutos forçados

piezômetro
1 P.C.E. 2
𝑉1 /2g H12

𝑝1/ 𝑉2 /2g

𝑝2/
A

𝑧2
𝑧1 tubo Seção AA
A PRH

Conduto forçado
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Escoamentos em superfície livre
Devido à presença da pressão atmosférica:
• Considerando:
– Fluxo paralelo
– Possui uma distribuição de velocidade uniforme
– Declividade baixa do canal
1 2
P.C.E.
𝑉1 /2g H12
B 𝑉2 /2g
𝑦1
𝑦2
𝑧1
𝑧2 Seção BB
B PRH

Conduto livre
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Escoamentos em superfície livre
Devido à presença da pressão atmosférica:
• Linha piezométrica geralmente coincide com a linha d´água
• Carga de pressão  do conduto forçado será substituída ela
altura d´água na seção considerada

1 2
P.C.E.
𝑉1 /2g H12
B 𝑉2 /2g
𝑦1
𝑦2
𝑧1
𝑧2 Seção BB
B PRH

Conduto livre
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Escoamentos em superfície livre
Rugosidade da parede:
• As rugosidades dos canais apresentam maior variabilidade devido
à um maior número de materiais
• Valor do coeficiente de rugosidade dificultado pelo controle de
qualidade industrial dos canais e mais ainda nos canais naturais

Parâmetros geométricos:
• Canais apresentam seções variadas, que podem variar no espaço e
no tempo

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Escoamentos em superfície livre
Responsabilidade técnica:
• Erro de no plano piezométrico em uma rede de
distribuição de água não traz muitos problemas, mas essa
diferença no nível d´água em um projeto de sistema de esgotos ou
galerias de águas pluviais pode ser desastroso

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Escoamentos em superfície livre

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Elementos geométricos dos canais
𝑓

0
V
𝜃
𝑥
0

: altura de escoamento da seção (perpendicular ao fundo do canal);


: altura d´água (distância na vertical do ponto mais baixo da seção do canal até a
superfície livre.

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Elementos geométricos dos canais
𝑓

0
V
𝜃
𝑥
0

0: declividade de fundo;
𝑎 : declividade da linha d´água ou declividade piezométrica;
𝑓 : declividade da linha de energia.

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Elementos geométricos dos canais
𝑓

0
V
𝜃
𝑥
0

: área molhada ;
: largura de topo;
: perímetro molhado.

: altura hidráulica, altura de um retângulo de área equivalente à área molhada;


ℎ : raio hidráulico.

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Elementos geométricos dos canais
• Canal de seção trapezoidal: utilizado para canais não revestidos
• Canal de seção retangular: utilizado para canais estáveis (concreto,
alvenaria, rocha ou metal, p. ex.)
• Canal de seção triangular: utilizado para pequenas vazões (canais
de drenagem de estradas, p. ex.)
• Canal de seção circular: utilizado para águas pluviais e esgotos
• Canal natural irregular

• Canal prismático: quando a seção transversal do conduto livre e a


declividade do fundo permanecem invariáveis

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Exercício: Calcular , , , ℎ, 𝑚 para os canais:
a) retangulares, b) trapezoidais, c) triangulares e d) circulares.

𝐵 𝐵
𝐵 𝐵
𝑍𝑦 𝑍𝑦 𝑍𝑦 𝑍𝑦

𝑦 𝜃 𝐷
𝑍 1 𝑦 𝑦
𝑍 𝑍
𝑏 𝑏
(a) (b) (c) (d)

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2𝑦
Exercício (Respostas) 𝜃 = 2 𝑎𝑟𝑐 𝑐𝑜𝑠 1 −
𝐷
𝐵 𝐵
𝐵 𝐵
𝑍𝑦 𝑍𝑦 𝑍𝑦 𝑍𝑦

𝑦
1 𝜃 𝐷
𝑍 𝑍 𝑦
𝑦
𝑍
𝑏 𝑏 (c) (d)
(a) (b)

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Tipos de escoamento
Escoamentos em canais têm por parâmetros de variabilidade o
espaço e o tempo
• Características hidráulicas como altura d´água, área molhada, raio
hidráulico podem variar no espaço, de seção para seção, e no
tempo

Tipos de escoamentos
• Livre ou forçado
• Permanente ou não permanente (transiente ou variável)
• Uniforme ou variado
• Laminar ou turbulento
• Unidimensional, bidimensional ou tridimensional

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Tipos de escoamentos
Uniforme
a) Qto ao
𝑉, 𝑦 𝑐𝑡𝑒𝑠
tempo e espaço Permanente
𝜕𝑄 𝜕𝑦
𝑄 = 𝑐𝑡𝑒 em uma =0 =0
determinada seção 𝜕𝑥 𝜕𝑥 Gradualmente
𝐼0 = 𝐼𝑎 = 𝐼𝑓 (Remanso)
𝜕𝑣 𝜕𝑄
=0 =0 Não Uniforme ou
𝜕𝑡 𝜕𝑡 Variado
𝜕𝑦
=0 𝑉 = 𝑉(𝑥)
𝜕𝑡 𝜕𝑄 𝜕𝑦
Escoamento ≠0 ≠0
𝜕𝑥 𝜕𝑥 Bruscamente
em condutos 𝐼0 ≠ 𝐼𝑎
livres (Ressalto e Queda
Uniforme (raro) brusca)
𝑉 = 𝑉(𝑡)
Não permanente 𝜕𝑄 𝜕𝑦
𝑄 variável =0 =0
𝜕𝑥 𝜕𝑥
𝐼0 = 𝐼𝑎 = 𝐼𝑓
𝜕𝑣
≠0 Variado
𝜕𝑡
𝜕𝑦 𝑉 = 𝑉(𝑥, 𝑡)
≠0
𝜕𝑡 𝐼0 ≠ 𝐼𝑎
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Tipos de escoamentos
Escoamentos permanente, uniforme e variado

Queda
brusca Ressalto
Remanso

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Tipos de escoamentos
Escoamento não permanente ou transiente
1) Para um tempo ,

2
1 Profundidade variada
3

𝑎
0 𝑓

0
Uniforme (raro)

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Tipos de escoamentos
Escoamento não permanente ou transiente
2)

Onda de cheia (GV) Pororoca (RV)

onda

Fechamento brusco de uma


V comporta de fundo (RV)
1
2

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Tipos de escoamentos
b) Qto à trajetória das partículas ou estado de agitação das mesmas
• Laminar:
– Trajetória bem definida: partículas do fluido percorrem
trajetórias paralelas
– Predominante a ação da viscosidade do fluido no
amortecimento da tendência ao surgimento de turbulência
– Baixas velocidades e fluidos viscosos
• Turbulento:
– Trajetória das partículas são curvilíneas e irregulares
– Água possui viscosidade relativamente baixa
– Escoamentos turbulentos são os mais frequentes

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Tipos de escoamentos
O critério usado para determinar se o escoamento é laminar ou
turbulento é o Número de Reynolds ( ):

em que:
= massa específica [ 3]

= velocidade do fluido [ ];
= comprimento característico [ ];
= viscosidade dinâmica [ ];
 = viscosidade cinemática [ 2 ].

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Tipos de escoamentos
De acordo com o número de Reynolds, os escoamentos nos condutos
forçados podem ser classificados como:
• Escoamento laminar,
• Escoamento turbulento,
• Escoamento de transição,

Para tal, utilizou-se como comprimento característico na definição


do Número de Reynolds o diâmetro da tubulação.

em que:
= Diâmetro da tubulação [ ]

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Tipos de escoamentos
Para um tubo com seção de escoamento cheia .
Como no canal o é tomado como comprimento característico

Logo,
• para um escoamento laminar em um canal:
• para um escoamento turbulento em um canal:

Na prática, o limite superior de não é muito bem


definido para canais, como o é para tubos, e é normalmente
considerado igual a
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Tipos de escoamentos
De acordo com o número de Reynolds, portanto, os escoamentos em
condutos livres podem ser classificados como:
• Escoamento laminar,
• Escoamento turbulento,
• Escoamento de transição,

(7.2)

em que:
= velocidade média do líquido [ ]; Aplicações práticas ,
ℎ = raio hidráulico = [ ]; caracterizando o escoamento
 = viscosidade cinemática [ 2 ]. turbulento em canais.

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Tipos de escoamentos

Obs.:

• No escoamento em condutos livres, o raio hidráulico constitui a


dimensão hidráulica característica usada para o cálculo do número
de Reynolds

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Tipos de escoamentos
c) Qto ao regime de escoamento e às perturbações de onda

O número de Froude é utilizado para classificar os escoamentos livres

(7.4)

em que:
= velocidade média do líquido [ ];
= aceleração da gravidade [ 2];

𝑚 = altura hidráulica - [ ].

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Tipos de escoamentos

Segundo o número de Froude, os escoamentos livres que ocorrem


nas aplicações práticas podem ser classificados como:
• Escoamento subcrítico ou fluvial,
• Escoamento supercrítico ou torrencial,
• Escoamento crítico,

O escoamento é dominado pelas forças inerciais no


escoamento rápido e pelas forças gravitacionais no
escoamento tranquilo
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Tipos de escoamentos

Obs.:

• No escoamento em condutos livres, a altura hidráulica da seção


constitui a dimensão hidráulica característica, usada para o
cálculo do número de Froude

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Tipos de escoamentos
d) Qto à classificação dos leitos:
• Naturais
• Artificiais

e) Qto à seção transversal:


• Prismáticos: não mudam a seção transversal no sentido da
corrente
• Não prismáticos

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Problema 7.1 [Porto] Classifique quanto a variabilidade no espaço e
no tempo, os seguintes escoamentos:
a) Escoam. em uma sarjeta de uma rua durante uma chuva
Escoamento não permanente variado
b) Escoam. em um longo canal prismático, de dimensões fixas, com
declividade e rugosidade ctes.
Escoamento permanente e uniforme (se Q for cte no t)
c) Escoam. em um vale após o rompimento de uma barragem
Escoamento não permanente e variado
d) Escoam. com Q cte no tempo em uma tubulação na qual a seção
reta aumenta na direção do fluxo.
Escoamento permanente e variado

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Problema 7.2 [Porto] Em um canal regular de seção trapezoidal de
declividade constante, com largura de fundo igual a , inclinação
dos taludes ( ), a altura d´água é igual a e a
velocidade média, . Verifique a influência das forças
viscosas e da gravidade avaliando os regimes do escoamento através
da determinação dos números de Reynolds e Froude.
Viscosidade da água 2

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Problema 7.2 [Porto] Solução
Dados:
Z𝑦 = 0,8

0,80
𝑍=1
1

Influência das forças:

- ViscosaCalcular o número de Reynolds: é

- GravidadeCalcular o número de Froude: é

Cálculo do :

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Problema 7.2 [Porto] Solução
Cálculo do :

Cálculo do Número de Reynolds:

Regime Turbulento: escoamento


dominado por Forças inerciais

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Problema 7.2 [Porto] Solução
Cálculo do Número de Froude:

Regime Fluvial: escoamento


dominado por Forças gravitacionais

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Regimes de escoamentos
Efeito combinado das Forças devido a viscosidade e gravidade podem
produzir os regimes de escoamento
• Subcrítico-laminar: e na faixa laminar
• Supercrítico-laminar: e na faixa laminar
• Subcrítico-turbulento: e na faixa turbulenta
• Supercrítico-turbulento: e na faixa turbulenta

Os regimes subcrítico-laminar e supercrítico-laminar


escoamento são raros (fluxo normalmente turbulento em
canais abertos) Ex.: escoamento em profundidade muito
pequena, importante para estudo de modelos
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Bibliografia para consulta
• Porto, R.M. Hidráulica Básica, São Carlos: EESC-USP, 2006. (Livro texto)
• Baptista, M. Lara, M., Fundamentos de Engenharia Hidráulica, 3. ed. Belo
Horizonte: editora UFMG, 2012.
• Chadwick, A. et al. Hidráulica para engenharia civil e ambiental, 5. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2017.
• Chow, Ven Te. Open-channel Hydraulics. New York: McGraw-Hill, 1959.
• Subramanya, K. Flow in open channels. 3.ed. New Delhi: McGraw Hill, 2009.
• Ávila, G.S. Hidráulica de canales. México: UNAM, 2002.
• Cengel, Y.A.; Cimbala, J.M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações. 3.
ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.
• White, F.M. Mecânica dos fluidos, 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011.

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