Você está na página 1de 11

CBEC - TEOLOGIA

Resumo dos
capítulos VII - XIV
Soteriologia – Doutrina da salvação
Pr Silvino Candido
Thiago Lopes
12/03/2011
Contents
Contents.........................................................................................................2

Salvação - Soteriologia...................................................................................3

1 - O que é, e o que não é a Salvação de Cristo?...........................................3

2 – Salvação: a principal necessidade de todos os homens...........................4

3 – a provisão de Cristo para salvar a humanidade........................................5

Como “Sacrifício Substituto”.......................................................................5

4 – Salvos de Quê?.........................................................................................5

5 – A Salvação de Cristo recebida pelo Pecador.............................................6

6 – O que evidencia a nossa salvação em Cristo............................................6

7 – Os três aspéctos da salvação...................................................................7

1 - A Justificação (Rm 5:1)...........................................................................7

2 - A Regeneração (1Pe 1:3,23; Tt 3:5).......................................................7

3 - A Santificação (Hb 12:14;1Pe 1:13, 16; Ap 22:11).................................7

9 – A Salvação em Três tempos......................................................................8

1 - Justificação (no passado – livres da condenação do pecado).................8

2 - Santificação (no presente – livres do domínio e influência do pecado). .8

3 - Glorificação (no futuro – livres da presença do pecado)........................8

10 - A Grandeza da Salvação.........................................................................9

1 – Em quantidade demográfica..................................................................9

2 – Em alcance............................................................................................9

3 – Em bênçãos espirituais..........................................................................9

11 – O poder da salvação.............................................................................10

12 – O cálice da salvação.............................................................................10

13 – O capacete da salvação........................................................................10

14 – A alegria da salvação............................................................................11
Salvação - Soteriologia
A “tão grande” e “Poderosa ” SALVAÇÃO, que nos foi dada por nosso
Senhor JESUS CRISTO, deve ser conhecida em todos os seus aspectos
através da Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada.

Infelizmente, muitos crentes desvalorizam a Salvação, por desconhecer a


sua grandeza, chegando ao ponto de trocá-la por coisas vãs e perecíveis, tal
qual fez esaú (Gn 25:29, 34; Hb 12:16, 17)

• A Salvação foi planejada por Deus – o Pai (Ef 1:3, 4)

• A Salvação foi consumada por Jesus Cristo – o Filho (Jo 19:30; Hb 5:9)

• A Salvação é aplicada ao pecador pelo Deus Espírito Santo (Rm 8:14)

• A Salvação é a doutrina-chave da Bíblia Sagrada, também chamada


Soteriologia (Soterio => Salvação/Libertação; Logia => Estudo)

• A palavra Salvação aparece 46 vezes no Novo Testamento.

1 - O que é, e o que não é a Salvação de Cristo?


• A Salvação é a Justiça de Deus imputada ao pecador; não é a justiça
imperfeita do homem (Is 64:6)

• A Salvação é o cancelamento de todos os nossos pecados; não é a


eliminação de alguns pecados. (Is 43: 25)

• A Salvação é a Regeneração Divina no homem; não é uma reforma


humana promovida por ele mesmo (Gl 5:22)

• A Salvação é ser aceitável a Deus; não é tornar-se excepcionalmente


bom (2Co 5:18)

• A Salvação é Perfeição em Cristo; não é a prória competência de


caráter (Rm 7:19)

• A Salvação sempre e somente procede de Deus; nunca procede do


homem(Cl 1:21)

“Deus forma o home; o pecado o deforma; a escola o informa; mas


somente Cristo o trasnforma” W. B. Knight
2 – Salvação: a principal necessidade de todos os
homens
• A necessidade de salvação no homem (Sl 54:1; Jr 17:14; Jo 3:17)

• A culpa do homem diante da Lei de Deus (Rm 3:9-23)

• A morte espiritual do homem (Ef 2:1; 5:14; Cl 2:13)

• A separação entre o homem e Deus (Is 59:2)

• A escravidão do homem pelo poder do pecado (Rm 7:15-25)

• A impossibilidade do homem salvar-se a si(Mt 19:25, 26)


3 – a provisão de Cristo para salvar a humanidade
• Sua autonomia (vontade própria) – Lc 22: 42; Jo 5:30; 6:38

• Seu sangue – Mt 26:28; Lc 22:44; Jo 6:55

• Sua Graça – Jo 1:16, 17; 2Co 8:9

• Seu Amor – Jo 13:1; 15:9, 13; 2Co 5:14; Ef 3:19

• Sua Vida – Jo 10:17, 18

Como “Sacrifício Substituto”


• O Senhor Jesus Cristo livrou-me da culpa do pecado (2Co 5:21; Hb
9:11-14,28; 10:10-12; Is 53:5)

• Pelo poder (ou virtude) da sua ressurreição, o Senhor Jesus Cristo


livrou-me da morte espiritual (Fp 3:10; Rm 6:5)

• Jesus Cristo: O Redentor, livrou-me da escravidão do pecado (Is 44:6;


47:4)

• Jesus Cristo: O Mediador entre Deus e os homens livrou-me da


separação para com Deus (1Tm 2:5; Jo 14:6c; Ef 2:12-18)

• Jesus Cristo: O Salvador (Mt 1:21; Lc 2:11; Jo 4:42; At 4:12; 5:31;


13:23; 2Tm 1:10; 1Jo 4:14; Is 25:9; 43:3-11; 45:21, 22; Zc:9:9)

4 – Salvos de Quê?
1 – Salvos do poder do pecado e suas consequências (Rm 6:14; 6:18; 8:2,5;
1Jo 3:8,9)

• Opressões vícios e etc.

• O pleno livramento da presença do pecado e suas consequências,


somente ocorrerá quando estivermos na glória celestial

2 – Salvos do juízo vindouro de Deus (At 24:24,25: Hb 9:27; 2Pe 3:7)

• Trata-se aquido juízo universal de Deus, sobre aqueles que rejeitaram


a salvação em Cristo Jesus. Será Deus manifestando a sua justiça
sobre os impenitentes (Ap 20:12,15).

• Os salvos já foram julgados e absolvidos quando receberam a Cristo,


portanto não sofrerão o juízo de Deus (Jo 3:18).

• Há um dia predeterminado para este acontecimento, portanto, ele


virá (At 17:31).
• Várias passagens testificam do juízo divino (Rm 2:1-16; 3:6; 2 Ts 1: 1-
10)

• Deus Julgará os impuros e adúlteros (Hb 13:4)

• O Juízo de Deus é Cristo (Jo 9:39)

• O juízo de Deus é segundo a verdade (Rm 2:2)

• O Juízo de Deus é sem misericórdia (Tg 2:13) – ver Sodoma e


Gomorra (Jd 7, 8)

3 – Salvos da condenação eterna (Jo 5:24; Mt 23:33; Mc 16:16; Rm 8:1; Tg


3:10; Jd 15)

• A condenação eternatem a ver com inferno (Mt 23:33; !Ts 1:9)

5 – A Salvação de Cristo recebida pelo Pecador


 Eis a fórmula estabelecida por Deus para que o pecador receba a
salvação em Cristo:

1. Crer no evangelho (Mc 1:15;16:15,16;1Co 1:21)

2. Reconhecer-se verdadeiramente pecador (Rm 3:23; 1Tm 1:15)

3. Arrepender-se da sua condição de pecador (At 3:19)

4. Crer em Jesus Cristo como seu suficiente salvador (At 16:31)

5. Confessar que Jesus Cristo é seu salvador pessoal (Rm 10:10)

6 – O que evidencia a nossa salvação em Cristo


• O testemunho do Espírito Santo em nosso interior (Rm 8:16)

• O testemunho da Palavra de Deus (At 16:31)

• O testemunho da nossa conciência (1Jo 3:19)

• O testemunho da transformação da nossa vida (2Co 5:17)

• O testemunho dos frutos produzidos (Mt 5:18)

• O testemunho da repulsa ao pecado (1Jo 3:9)

• O testemunho do amor fraternal (1Jo 3:14)

• O testemunho da comunhão fraternal (At 2:42; 1Jo 1:7)


7 – Os três aspéctos da salvação
• Quando consideramos Deus como o Doador da salvação e o homen
como o receptor, a salvação apresenta-se em três aspectos definidos:
a Justificação, a Regeneração e a Santificação.tais aspéctos
acontecem simultâneamente, no pecador que se arrepende.

1 - A Justificação (Rm 5:1)


Se noutro tempo éramos “inimigos” “irreconciliáveis”, atravez da
justificação em Cristo fomos reconciliados com Deus, a justificação nos
exime de toda e qualquer culpa considerando que a sentença já foi
cumprida por Cristo no calvário. Se nossos pecados faziam divisão entre nós
e Deus, a justiça de Deus, em Cristo, quebrou toda barreira nos abrindo um
“novo e vivo Caminho”, justiça que nos é imputada atravez da Fé salvadora,
justiça e Fé que não buscamos, mas recebemos, que nos alcançou estando
nós “mortos em nossos delitos”, logo, é a misericórdia de Deus atuando
atravez do sacrifício de Cristo na vida do pecador. A justificação do pecador
não atende a critérios da justiça humana, já que o mesmo não paga por
seus pecados, nem é devido a méritos pessoais, já que é concedida de
graça, esses fatores deixam explícitos a soberania de Deus em fazer justiça
a todos quantos recebem a Cristo.

2 - A Regeneração (1Pe 1:3,23; Tt 3:5)


Desde a queda do homem, no Éden, a Imagem de Deus no homem ficou
degenerada, e com o passar dos anos o homem foi-se tornando cada vez
mais distante de Deus, além da nessecidade de perdão, a natureza
pecaminosa herdade de Adão precisava ser removida, a Lei de Moisés,
apesar de informar mostrando o erro, não era capaz de fazer com que o
homem deixasse a vida de pecado, para sermos salvos, não bastava que
nossos pecados fossem apagados, havia a necessidade de vivermos como
filhos de Deus, para isso, proveu Deus uma nova natureza em Cristo,
alcançada por um novo nascimento, que não se dá pela vontade do homem,
mas de Deus, e todo aquele que é nascido de Deus não peca, pois está
morto para o pecado e vive para Deus. No batismo, o cristão confessa sua
aceitação e compromisso com esta nova vida, que não é apenas uma
mudança de atitude, ou decisão de mudar, “mas aquele que está em Cristo
nova criatura é”.

3 - A Santificação (Hb 12:14;1Pe 1:13, 16; Ap 22:11)


Vivendo a nova natureza o homem torna-se propício a habitação do Espírito
Santo, essa comunhão nos santifica “em tudo”, de forma que todo o nosso
“espírito, alma e corpo” são preparados para o encontro com Cristo. Pela
renovação do nosso entendimento, o Espírito nos leva a perceber a
ignomínia das coisas deste mundo, também nos revela coisas que olhos não
viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais se imaginou, que contrastam com
as efêmeras coisas mundanas, nos levando a viver para Deus.
• Quando recebemos a Salvação imediatamente somos justificados,
consequentemente somos regenerados e também santificados (1Co
6:11)

9 – A Salvação em Três tempos


• Quando o homem como o receptor e Deus como o Doador da
Salvação, a Salvação passa a ser vista na experiência humana. Assim
ela apresenta-se em três tempos definidos:

1 - Justificação (no passado – livres da condenação do


pecado)
O perdão dos pecados não é algo que se alcance com esforços, ou pelo qual
se possa pagar com sacrifício ou penitências, toda e qualquer culpa merreu
com o velho homem. No momento em que nascemos de Deus nascemos
sem pecado e muito menos culpa. Éramos culpados até aceitarmos o
sacrifício de Cristo como expiação por nossos pecados. Por seu sangue
fomos remidos, e onde há remissão já não há oblação(oferta) pelo pecado,
ou seja, além do sacrifício de Cristo, não há nada mais que possa ou precise
ser feito para a remissão de pecados.

2 - Santificação (no presente – livres do domínio e


influência do pecado)
Apesar de sermos postos na posição de santos, não alcançamos, ainda, a
“estatura de varão perfeito”, há ainda a necessidade de pelo Espírito
mortificar as obras do corpo para que possamos viver, de nos transformar
pela renovação no nosso entendimento, e pelo Espírito nos enclinarmos
para as coisas do Espírito, o que não se dá por métodos ou força humana,
mas pelo revestimento do poder do alto, representado na armadura de
Deus unica e exclusivamente atravez da qual podemos estar firmes e
resistir no dia mau.

3 - Glorificação (no futuro – livres da presença do


pecado)
Finda a carreira, as dificuldades do tempo presente não se comparam com a
glória que em nós ha de ser revelada, pois com Ele padecemos para que
com Ele também sejamos glorificados, quando seremos libertos da servidão
da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Os que
morreram em Cristo ressucitarão, depois nós, os que estivermos vivos,
seremos transformados, o que é corruptível se revestirá de
incorruptibilidade, nos encontraremos com Cristo nos ares, e nos
assentaremos com Ele no seu trono, como Ele venceu e se assentou no
trono com o Pai.
10 - A Grandeza da Salvação
1 – Em quantidade demográfica
No dia de pentecostes, na primeira pregação de Pedro, milhares de pessoas
receberam a Cristo. Pouco depois os gentios também receberam a Cristo,
sendo testificado pelo Espírito Santo. Após as viagens de Paulo, haviam
comgregações em todas as principais províncias do império romano, hoje
são pooucos os países nos quais não haja uma congregação. O evangálho
não só tem alcançado, como tem salvado milhões de pessoas em todo o
mundo.

2 – Em alcance
Do Senhor é a Terra, mas esta foi manchada pelo pecado, tem sido
destruída enquanto aguarda a manifestação dos filhos de Deus, grande
parte dos Teólogos crêem que Cristo, como nosso parente remidor, pagou
não só por nossas vidas, mas também pela reintegração de nossa herança,
e que os novos céus e a nova Terra não representam a destruição do
anterior, mas como no próprio homen, uma profunda transformação.

3 – Em bênçãos espirituais
• As Riquezas da Graça

Fomos adotados por Deus, consequente mente, fomos feitos co-herdeiros


de Cristo, além do cuidade e zelo de Deus já no presente século, o apóstolo
Paulo fala de coisas que jamais foram vistas, ouvidas ou subiram a o
coração do homem, no apocalipse, vemos a herança dos filhos de Deus, aos
coríntios, Paulo fala da glorificação de nossos corpos através de um
revestimento espiritual, são incomparáveis as bênção recebidas através da
graça.

• As riquezas da Glória

Cristo nos outorgou sua autoridade sobre espíritos, enfermidades e tudo o


mais, Espírito nos habilita a realizarmos estas maravilhas, atravéz do
revestimento de poder somos capacitados a resistir e enfrentar as
adversidades, isto não se encontra em nenhum outro meio, mas é dados de
graça por nosso Pai.
11 – O poder da salvação
A vinda de Cristo não se deu naturalmente, mas uma virgem concebeu pelo
poder do Espírito Santo, Cristo não se exaltou, veio a nascer em uma
estrebaria, mas os anjos anunciaram aos pastores, a estrela de belém
anunciou sua chegada, naquele momento a criação regozijou-se em Cristo,
sua redenção. Durante sua vida a natureza o obedecia, os demônios o
temiam, as enfermidades não lhe resistiam, assim como em sua morte, a
Terra tremeu, houve trevas, e o véu to templo anunciou a reconciliação.

Após sua morte, um grupo de desacreditados tomam lugar nas sinagogas,


pescadores, publicanos com a mesma autoridade de seu mestre pregam a
chegada de um novo reino, homens sem instrução convencendo multidões,
desconhecidos realizando sinais e maravilhas, era o poder de Deus na vida
dos apóstolos.

Após estes, surgiu um povo não apegado às filosofias mundanas com


respeito ao dinheiro, política, religião e pensamento, tantas vezes
entregavam seus bens a comunidade cristã, repartindo o que tivessem,
deixavam o que tinham para entregarem-se à obra, consideravam-se
forasteiros onde quer que estivessem, ensinando sobre sua pátria celestial,
não se prendiam a rituais judaicos ou deuses pagãos.

12 – O cálice da salvação
Apesar de todas as bênçãos que nos aguardam, estas são alcançdos por
uma porta estreita, temos que vencer a nós mesmos, mortificar nossa
carne, não nos apegarmos ao mundo e resistir suas afrontas ao nome do
Senhor. Todo auqele que se entrega ao Senhor ganha o mundo como
inimigo, e este usa de todas as armas que lhe estiverem ao alcance.

13 – O capacete da salvação
Ao beber o cálice da salvação muitos voltam atrás, devido ao fata de a
semente não ter germinado perfeitamente em seus corações rochosos. Para
não retroceder ante as ciladas de satanás e os nossos próprios desejos
carnais, é necessário ter a mente voltada para as coisas que são do alto, o
cenhocimento das coisas que nos aguardam, a certeza de que as aflições
deste tempo não se comparam a glória do século porvir, de Cristo, não
retarda a sua vinda e de que a mesma ainda vale para nós, de que ainda
que morramos, se com Cristo morrermos, nossa experença não terá sido vã.
Enchermos nossa mente com a salvação de Cristo é a proteção de que
precisamos para nossas cabeças.
14 – A alegria da salvação
Paulo destaca nosa alegria como um dos frutos do Espírito, e realmente, a
alegria que encontramos em Cristo não é uma alegria qualquer, ela vem de
dentro, baseia-se na fé, é independente de circunstância, não é uma alegria
gerada por um fato ou situação, mas é uma alegria natural, ou seja,
proveniente da nova natureza do crente, é infindável, pois é alimentada
pelo amor de Deus uqe não se separa de nós nem mesmo pela morte e até
a eternidade.