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CONCEITOS E DEFINIÇÕES DO CTB

Para efeito deste Código adotam-se as seguintes definições:

ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estaciona-


mento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não
houver local apropriado para esse fim.
AGENTE DA AUTORIDADE DE TRÂNSITO - pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autorida-
de de trânsito para o exercício das atividades de fiscalização, operação, policiamento ostensivo de
trânsito ou patrulhamento.
AUTOMÓVEL - veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade para até
oito pessoas, exclusive o condutor.
AUTORIDADE DE TRÂNSITO - dirigente máximo de órgão ou entidade executivo integrante do Sistema
Nacional de Trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada.
BALANÇO TRASEIRO - distância entre o plano vertical passando pelos centros das rodas traseiras
extremas e o ponto mais recuado do veículo, considerando-se todos os elementos rigidamente fixa-
dos ao mesmo.
BICICLETA - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste
Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.
BICICLETÁRIO - local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas.
BONDE - veículo de propulsão elétrica que se move sobre trilhos.
BORDO DA PISTA - margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que
delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos.
CALÇADA - parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de
veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano,
sinalização, vegetação e outros fins.
CAMINHÃO-TRATOR - veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro.
CAMINHONETE - veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e
quinhentos quilogramas.
CAMIONETA - veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento.
CANTEIRO CENTRAL - obstáculo físico construído como separador de duas pistas de rolamento,
eventualmente substituído por marcas viárias (canteiro fictício).
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO - máximo peso que a unidade de tração é capaz de tracionar,
indicado pelo fabricante, baseado em condições sobre suas limitações de geração e multiplicação de
momento de força e resistência dos elementos que compõem a transmissão.
CARREATA - deslocamento em fila na via de veículos automotores em sinal de regozijo, de reivindica-
ção, de protesto cívico ou de uma classe.
CARRO DE MÃO - veículo de propulsão humana utilizado no transporte de pequenas cargas.
CARROÇA - veículo de tração animal destinado ao transporte de carga.
CATADIÓPTRICO - dispositivo de reflexão e refração da luz utilizado na sinalização de vias e veícu-
los (olho-de-gato).
CHARRETE - veículo de tração animal destinado ao transporte de pessoas.
CICLO - veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.
CICLOFAIXA - parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por
sinalização específica.
CICLOMOTOR - veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja
cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade
máxima de fabricação não exceda a cinqüenta quilômetros por hora.
CICLOVIA - pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.
CONVERSÃO - movimento em ângulo, à esquerda ou à direita, de mudança da direção original do
veículo.
CRUZAMENTO - interseção de duas vias em nível.
DISPOSITIVO DE SEGURANÇA - qualquer elemento que tenha a função específica de proporcionar
maior segurança ao usuário da via, alertando-o sobre situações de perigo que possam colocar em
risco sua integridade física e dos demais usuários da via, ou danificar seriamente o veículo.
ESTACIONAMENTO - imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou
desembarque de passageiros.
ESTRADA - via rural não pavimentada.
FAIXAS DE DOMÍNIO - superfície lindeira às vias rurais, delimitada por lei específica e sob responsa-
bilidade do órgão ou entidade de trânsito competente com circunscrição sobre a via.
FAIXAS DE TRÂNSITO - qualquer uma das áreas longitudinais em que a pista pode ser subdividida,
sinalizada ou não por marcas viárias longitudinais, que tenham uma largura suficiente para permitir a
circulação de veículos automotores.
FISCALIZAÇÃO - ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislação de trânsito,
por meio do poder de polícia administrativa de trânsito, no âmbito de circunscrição dos órgãos e
entidades executivos de trânsito e de acordo com as competências definidas neste Código.
FOCO DE PEDESTRES - indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa
apropriada.
FREIO DE ESTACIONAMENTO - dispositivo destinado a manter o veículo imóvel na ausência do
condutor ou, no caso de um reboque, se este se encontra desengatado.
FREIO DE SEGURANÇA OU MOTOR - dispositivo destinado a diminuir a marcha do veículo no caso de
falha do freio de serviço.
FREIO DE SERVIÇO - dispositivo destinado a provocar a diminuição da marcha do veículo ou pará-lo.
GESTOS DE AGENTES - movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos agen-
tes de autoridades de trânsito nas vias, para orientar, indicar o direito de passagem dos veículos ou
pedestres ou emitir ordens, sobrepondo-se ou completando outra sinalização ou norma constante
deste Código.
GESTOS DE CONDUTORES - movimentos convencionais de braço, adotados exclusivamente pelos
condutores, para orientar ou indicar que vão efetuar uma manobra de mudança de direção, redução
brusca de velocidade ou parada.
ILHA - obstáculo físico, colocado na pista de rolamento, destinado à ordenação dos fluxos de trânsito
em uma interseção.
INFRAÇÃO - inobservância a qualquer preceito da legislação de trânsito, às normas emanadas do
Código de Trânsito, do Conselho Nacional de Trânsito e a regulamentação estabelecida pelo órgão ou
entidade executiva do trânsito.
INTERSEÇÃO - todo cruzamento em nível, entroncamento ou bifurcação, incluindo as áreas formadas
por tais cruzamentos, entroncamentos ou bifurcações.
INTERRUPÇÃO DE MARCHA - imobilização do veículo para atender circunstância momentânea do
trânsito.
LICENCIAMENTO - procedimento anual, relativo a obrigações do proprietário de veículo, comprovado
por meio de documento específico (Certificado de Licenciamento Anual).
LOGRADOURO PÚBLICO - espaço livre destinado pela municipalidade à circulação, parada ou esta-
cionamento de veículos, ou à circulação de pedestres, tais como calçada, parques, áreas de lazer,
calçadões.
LOTAÇÃO - carga útil máxima, incluindo condutor e passageiros, que o veículo transporta, expressa
em quilogramas para os veículos de carga, ou número de pessoas, para os veículos de passageiros.
LOTE LINDEIRO - aquele situado ao longo das vias urbanas ou rurais e que com elas se limita.
LUZ ALTA - facho de luz do veículo destinado a iluminar a via até uma grande distância do veículo.
LUZ BAIXA - facho de luz do veículo destinada a iluminar a via diante do veículo, sem ocasionar
ofuscamento ou incômodo injustificáveis aos condutores e outros usuários da via que venham em
sentido contrário.
LUZ DE FREIO - luz do veículo destinada a indicar aos demais usuários da via, que se encontram atrás
do veículo, que o condutor está aplicando o freio de serviço.
LUZ INDICADORA DE DIREÇÃO (pisca-pisca) - luz do veículo destinada a indicar aos demais usuá-
rios da via que o condutor tem o propósito de mudar de direção para a direita ou para a esquerda.
LUZ DE MARCHA À RÉ - luz do veículo destinada a iluminar atrás do veículo e advertir aos demais
usuários da via que o veículo está efetuando ou a ponto de efetuar uma manobra de marcha à ré.
LUZ DE NEBLINA - luz do veículo destinada a aumentar a iluminação da via em caso de neblina, chuva
forte ou nuvens de pó.
LUZ DE POSIÇÃO (lanterna) - luz do veículo destinada a indicar a presença e a largura do veículo.
MANOBRA - movimento executado pelo condutor para alterar a posição em que o veículo está no
momento em relação à via.
MARCAS VIÁRIAS - conjunto de sinais constituídos de linhas, marcações, símbolos ou legendas, em
tipos e cores diversas, apostos ao pavimento da via.
MICROÔNIBUS - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros.
MOTOCICLETA - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em
posição montada.
MOTONETA - veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada.
MOTOR-CASA (MOTOR-HOME) - veículo automotor cuja carroçaria seja fechada e destinada a
alojamento, escritório, comércio ou finalidades análogas.
NOITE - período do dia compreendido entre o pôr-do-sol e o nascer do sol.
ÔNIBUS - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de vinte passageiros,
ainda que, em virtude de adaptações com vista à maior comodidade destes, transporte número menor.
OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA - imobilização do veículo, pelo tempo estritamente necessário
ao carregamento ou descarregamento de animais ou carga, na forma disciplinada pelo órgão ou
entidade executivo de trânsito competente com circunscrição sobre a via.
OPERAÇÃO DE TRÂNSITO - monitoramento técnico baseado nos conceitos de Engenharia de Tráfe-
go, das condições de fluidez, de estacionamento e parada na via, de forma a reduzir as interferências
tais como veículos quebrados, acidentados, estacionados irregularmente atrapalhando o trânsito,
prestando socorros imediatos e informações aos pedestres e condutores.
PARADA - imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar
embarque ou desembarque de passageiros.
PASSAGEM DE NÍVEL - todo cruzamento de nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de bonde
com pista própria.
PASSAGEM POR OUTRO VEÍCULO - movimento de passagem à frente de outro veículo que se
desloca no mesmo sentido, em menor velocidade, mas em faixas distintas da via.
PASSAGEM SUBTERRÂNEA - obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível subterrâ-
neo, e ao uso de pedestres ou veículos.
PASSARELA - obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de
pedestres.
PASSEIO - parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou
elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e,
excepcionalmente, de ciclistas.
PATRULHAMENTO - função exercida pela Polícia Rodoviária Federal com o objetivo de garantir
obediência às normas de trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes.
PERÍMETRO URBANO - limite entre área urbana e área rural.
PESO BRUTO TOTAL - peso máximo que o veículo transmite ao pavimento, constituído da soma da
tara mais a lotação.
PESO BRUTO TOTAL COMBINADO - peso máximo transmitido ao pavimento pela combinação de um
caminhão-trator mais seu semi-reboque ou do caminhão mais o seu reboque ou reboques.
PISCA-ALERTA - luz intermitente do veículo, utilizada em caráter de advertência, destinada a indicar
aos demais usuários da via que o veículo está imobilizado ou em situação de emergência.
PISTA - parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por elementos
separadores ou por diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou aos canteiros centrais.
PLACAS - elementos colocados na posição vertical, fixados ao lado ou suspensos sobre a pista,
transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, mediante símbolo ou
legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas como sinais de trânsito.
POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO - função exercida pelas Polícias Militares com o objetivo
de prevenir e reprimir atos relacionados com a segurança pública e de garantir obediência às normas
relativas à segurança de trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes.
PONTE - obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer.
REBOQUE - veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor.
REGULAMENTAÇÃO DA VIA - implantação de sinalização de regulamentação pelo órgão ou entidade
competente com circunscrição sobre a via, definindo, entre outros, sentido de direção, tipo de esta-
cionamento, horários e dias.
REFÚGIO - parte da via, devidamente sinalizada e protegida, destinada ao uso de pedestres durante
a travessia da mesma.
RENACH - Registro Nacional de Condutores Habilitados.
RENAVAM - Registro Nacional de Veículos Automotores.
RETORNO - movimento de inversão total de sentido da direção original de veículos.
RODOVIA - via rural pavimentada.
SEMI-REBOQUE - veículo de um ou mais eixos que se apóia na sua unidade tratora ou é a ela ligado
por meio de articulação.
SINAIS DE TRÂNSITO - elementos de sinalização viária que se utilizam de placas, marcas viárias,
equipamentos de controle luminosos, dispositivos auxiliares, apitos e gestos, destinados exclusiva-
mente a ordenar ou dirigir o trânsito dos veículos e pedestres.
SINALIZAÇÃO - conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública
com o objetivo de garantir sua utilização adequada, possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior
segurança dos veículos e pedestres que nela circulam.
SONS POR APITO - sinais sonoros, emitidos exclusivamente pelos agentes da autoridade de trânsito
nas vias, para orientar ou indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres, sobrepondo-se ou
completando sinalização existente no local ou norma estabelecida neste Código.
TARA - peso próprio do veículo, acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento, do combustível,
das ferramentas e acessórios, da roda sobressalente, do extintor de incêndio e do fluido de arrefe-
cimento, expresso em quilogramas.
TRAILER - reboque ou semi-reboque tipo casa, com duas, quatro, ou seis rodas, acoplado ou adap-
tado à traseira de automóvel ou camionete, utilizado em geral em atividades turísticas como alojamen-
to, ou para atividades comerciais.
TRÂNSITO - movimentação e imobilização de veículos, pessoas e animais nas vias terrestres.
TRANSPOSIÇÃO DE FAIXAS - passagem de um veículo de uma faixa demarcada para outra.
TRATOR - veículo automotor construído para realizar trabalho agrícola, de construção e pavimenta-
ção e tracionar outros veículos e equipamentos.
ULTRAPASSAGEM - movimento de passar à frente de outro veículo que se desloca no mesmo
sentido, em menor velocidade e na mesma faixa de tráfego, necessitando sair e retornar à faixa de
origem.
UTILITÁRIO - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada.
VEÍCULO ARTICULADO - combinação de veículos acoplados, sendo um deles automotor.
VEÍCULO AUTOMOTOR - todo veículo a motor de propulsão que circule por seus próprios meios, e
que serve normalmente para o transporte viário de pessoas e coisas, ou para a tração viária de
veículos utilizados para o transporte de pessoas e coisas. O termo compreende os veículos conecta-
dos a uma linha elétrica e que não circulam sobre trilhos (ônibus elétrico).
VEÍCULO DE CARGA - veículo destinado ao transporte de carga, podendo transportar dois passagei-
ros, exclusive o condutor.
VEÍCULO DE COLEÇÃO - aquele que, mesmo tendo sido fabricado há mais de trinta anos, conserva
suas características originais de fabricação e possui valor histórico próprio.
VEÍCULO CONJUGADO - combinação de veículos, sendo o primeiro um veículo automotor e os demais
reboques ou equipamentos de trabalho agrícola, construção, terraplenagem ou pavimentação.
VEÍCULO DE GRANDE PORTE - veículo automotor destinado ao transporte de carga com peso bruto
total máximo superior a dez mil quilogramas e de passageiros, superior a vinte passageiros.
VEÍCULO DE PASSAGEIROS - veículo destinado ao transporte de pessoas e suas bagagens.
VEÍCULO MISTO - veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro.
VIA - superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada,
o acostamento, ilha e canteiro central.
VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO - aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interse-
ções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.
VIA ARTERIAL - aquela caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo,
com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as
regiões da cidade.
VIA COLETORA - aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou
sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade.
VIA LOCAL - aquela caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas
ao acesso local ou a áreas restritas.
VIA RURAL - estradas e rodovias.
VIA URBANA - ruas, avenidas, vielas, ou caminhos e similares abertos à circulação pública, situados
na área urbana, caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua
extensão.
VIAS E ÁREAS DE PEDESTRES - vias ou conjunto de vias destinadas à circulação prioritária de
pedestres.
VIADUTO - obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de
passagem superior.
RESUMO DE SINALIZAÇÕES:

1. SINALIZAÇÃO VERTICAL.

É um subsistema da sinalização viária, que se utiliza de placas, onde o meio de


comunicação (sinal) está na posição vertical, fixado ao lado ou suspenso sobre a
pista, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis,
mediante símbolos e/ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas. As pla-
cas, classificadas de acordo com as suas funções, são agrupadas em um dos seguin-
tes tipos de sinalização vertical:

- Sinalização de Regulamentação;
- Sinalização de Advertência;
- Sinalização de Indicação.

1.1. SINALIZAÇÃO DE REGULAMENTAÇÃO.

Tem por finalidade informar aos usuários das condições, proibições, obrigações ou
restrições no uso das vias. Suas mensagens são imperativas e seu desrespeito cons-
titui infração.

1.1.4. CONJUNTO DE SINAIS DE REGULAMENTAÇÃO.


1.1.5. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES.

Sendo necessário acrescentar informações tais como período de validade, caracterís-


ticas e uso do veículo, condições de estacionamento, além de outras, deve ser coloca-
da uma placa adicional abaixo do sinal de regulamentação.
Esta poderá estar incorporada a principal, formando uma só placa e sempre nas cores
branca (fundo), vermelha (tarjas) e preta (símbolos e letras).
Exemplos.:
1.2. SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA.

Tem por finalidade alertar aos usuários da via para condições potencialmente perigo-
sas, indicando sua natureza. Suas mensagens possuem caráter de recomendação.

1.2.3. CONJUNTO DE SINAIS DE ADVERTÊNCIA.


2. SINALIZAÇÃO HORIZONTAL.

É um subsistema da sinalização viária que se utiliza de linhas, marcações, símbolos e


legendas, pintados ou apostos sobre o pavimento das vias.
Tem como função organizar o fluxo de veículos e pedestres; controlar e orientar
os deslocamentos em situações com problemas de geometria, topografia ou fren-
te a obstáculos; complementar os sinais verticais de regulamentação, advertên-
cia ou indicação.

2.1. CARACTERÍSTICAS.

Diferentemente dos sinais verticais, a sinalização horizontal mantém alguns padrões


cuja mescla e a forma de colocarão na via definem os diversos tipos de sinais.

2.1.2. CORES.

- Amarela: utilizada na regulação de fluxos de sentidos opostos, na delimitação de


espaços proibidos para estacionamento e/ou parada e na marcação de obstáculos;
- Branca: utilizada na regulação de fluxos de mesmo sentido; na delimitação de
espaços especiais, de trechos de vias, destinados ao estacionamento regulamentado
de veículos em condições especiais; na marcação de faixas de travessias de pedes-
tres; na pintura de símbolos e legendas; utilizada na regulação de fluxos de mesmo
sentido; na delimitação de espaços especiais, de trechos de vias, destinados ao esta-
cionamento regulamentado de veículos em condições especiais; na marcação de fai-
xas de travessias de pedestres; na pintura de símbolos e legendas;

2.2. CLASSIFICAÇÃO.

2.2.1. MARCAS LONGITUDINAIS.

Separam e ordenam as correntes de tráfego, definindo a parte da pista destinada ao


rolamento, a sua divisão em faixas, a divisão de fluxos opostos, as faixas de uso
exclusivo de um tipo de veículo, as reversíveis, alem de estabelecer as regras de ultra-
passagem.
De acordo com a sua função as marcas longitudinais são subdivididas nos seguintes
tipos:

a) LINHAS DE DIVISÃO DE FLUXOS OPOSTOS (COR AMARELA):


2.2.3. MARCAS DE CANALIZAÇÃO.

Também chamadas de “Zebrado ou Sargento” orientam os fluxos de tráfego em uma


via, direcionando a circulação de veículos pela marcação de áreas de pavimento não
utilizáveis.
Podem ser na cor branca quando direcionam fluxos de mesmo sentido e na cor ama-
rela quando direcionam fluxos de sentidos opostos.

3.3.7. PAINEL ELETRÔNICO.

São dispositivos eletrônicos dispostos verticalmente à via que fornece informações


diversas ao motorista e ao passageiro, que se referem principalmente à:
- advertência de situação inesperada à frente, tais como, obras na pista, interdição
parcial da via, desvios, entre outros;
- mensagens educativas ao comportamento dos usuários da via, tais como, “motoci-
clistas use capacete”, “use o cinto de segurança”, entre outros;
- placas de regulamentação de velocidade em função do volume de veículos ou de
situações perigosas à frente;
- mensagens sobre pátios públicos de estacionamento tais como, “Estacionamento
Central Lotado, utilize o Estacionamento da Lapa”;
- mensagens sobre o volume das vias principais orientando o trânsito para a utilização
de outras vias alternativas.
7. SINAIS SONOROS
INFRAÇÕES DE TRÂNSITO MAIS COMUNS
Dirigir Inadequadamente:
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente ou que
determine dependência física ou psíquica:(Redação dada pela Lei nº 11.275, de 2006)
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa - retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado
e recolhimento do documento de habilitação.
Parágrafo único. A embriaguez também poderá ser apurada na forma do art. 277.
Art. 167. Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme
previsto no art. 65:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.
Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Art. 172. Atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias:
Infração - média;
Penalidade - multa.
Art. 173. Disputar corrida por espírito de emulação:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes), suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo;
Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo.
Art. 252. Dirigir o veículo:
I - com o braço do lado de fora;
II - transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas;
III - com incapacidade física ou mental temporária que comprometa a segurança do
trânsito;
IV - usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos
pedais;
V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de
braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo;
VI - utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefo-
ne celular;
Infração - média;
Penalidade – multa

Documentos
Art. 162. Dirigir veículo:
I - sem possuir Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes) e apreensão do veículo;
III - com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir de categoria dife-
rente da do veículo que esteja conduzindo:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes) e apreensão do veículo;
Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação;
V - com validade da Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de trinta dias:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação e retenção do
veículo até a apresentação de condutor habilitado;
Estacionar Veículo
Art. 181. Estacionar o veículo:
V - na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito rápido e das
vias dotadas de acostamento:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - remoção do veículo;
VII - nos acostamentos, salvo motivo de força maior:
Infração - leve;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - remoção do veículo;
VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem
como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de
rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - remoção do veículo;
XIV - nos viadutos, pontes e túneis:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - remoção do veículo;
XV - na contramão de direção:
Infração - média;
Penalidade - multa;
Conduzir Motocicleta, Motoneta ou Ciclomotor
Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:
I - sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de
acordo com as normas e especificações aprovadas pelo CONTRAN;
II - transportando passageiro sem o capacete de segurança, na forma estabelecida no
inciso anterior, ou fora do assento suplementar colocado atrás do condutor ou em carro
lateral;
IV - com os faróis apagados (para Motocicleta e Motoneta);
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa - Recolhimento do documento de habilitação;
Obs: Conduzir ciclomotor com o farol apagado
Infração – média.

Iluminação
Art. 223. Transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a
perturbar a visão de outro condutor:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização;
Art. 230. Conduzir o veículo:
XXII - com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas:
Infração - média;
Penalidade - multa.
Percurso
Art. 180. Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível:
Infração - média;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - remoção do veículo.
Art. 195. Desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou
de seus agentes:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Art. 206. Executar operação de retorno:
I - em locais proibidos pela sinalização;
II - nas curvas, aclives, declives, pontes, viadutos e túneis;
III - passando por cima de canteiros de divisões de pista de rolamento
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Art. 208. Avançar o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Art. 210. Transpor, sem autorização, bloqueio viário policial:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa, apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa - remoção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Transitar com o veículo


Art. 188. Transitar ao lado de outro veículo, interrompendo ou perturbando o trânsito:
Infração - média;
Penalidade - multa.

Art. 191. Forçar passagem entre veículos que, transitando em sentidos opostos, este-
jam na iminência de passar um pelo outro ao realizar operação de ultrapassagem:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Art. 192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo
e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento,
a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo:
Infração - grave;
Penalidade - multa.
Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, acos-
tamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes).
Art. 231. Transitar com o veículo:
II - derramando, lançando ou arrastando sobre a via:
a) carga que esteja transportando;
b) combustível ou lubrificante que esteja utilizando;
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização;
IV - com suas dimensões ou de sua carga superiores aos limites estabelecidos legal-
mente ou pela sinalização, sem autorização:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização;
V - com excesso de peso, admitido percentual de tolerância quando aferido por equipa-
mento, na forma a ser estabelecida pelo CONTRAN:
Infração - média;
Penalidade - multa acrescida a cada duzentos quilogramas ou fração de excesso de
peso apurado, constante na seguinte tabela:
a) até seiscentos quilogramas - 5 (cinco) UFIR;
b) de seiscentos e um a oitocentos quilogramas - 10 (dez) UFIR;
c) de oitocentos e um a um mil quilogramas - 20 (vinte) UFIR;
d) de um mil e um a três mil quilogramas - 30 (trinta) UFIR;
e) de três mil e um a cinco mil quilogramas - 40 (quarenta) UFIR;
f) acima de cinco mil e um quilogramas - 50 (cinqüenta) UFIR;
Medida administrativa - retenção do veículo e transbordo da carga excedente;
VI - em desacordo com a autorização especial, expedida pela autoridade competente
para transitar com dimensões excedentes, ou quando a mesma estiver vencida:
Infração - grave;
Penalidade - multa e apreensão do veículo;
Medida administrativa - remoção do veículo;
VII - com lotação excedente;
Infração - média;
Penalidade - multa;
Art. 236. Rebocar outro veículo com cabo flexível ou corda, salvo em casos de emer-
gência:
Infração - média;
Penalidade - multa.

Velocidade
Art. 218. Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por
instrumento ou equipamento hábil:
I - em rodovias, vias de trânsito rápido e vias arteriais:
a) quando a velocidade for superior à máxima em até vinte por cento:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
b) quando a velocidade for superior à máxima em mais de vinte por cento:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes) e suspensão do direito de dirigir;
II - demais vias:
a) quando a velocidade for superior à máxima em até cinqüenta por cento:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
b) quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50% (cinqüenta por cento):
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (três vezes) e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação.

Ultrapassar
Art. 191. Forçar passagem entre veículos que, transitando em sentidos opostos, este-
jam na iminência de passar um pelo outro ao realizar operação de ultrapassagem:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.
Art. 199. Ultrapassar pela direita, salvo quando o veículo da frente estiver colocado na
faixa apropriada e der sinal de que vai entrar à esquerda:
Infração - média;

132
Penalidade - multa.
Art. 202. Ultrapassar outro veículo:
I - pelo acostamento;
Infração - grave;
Penalidade – multa
Art. 203. Ultrapassar pela contramão outro veículo:
I - nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;
III - nas pontes, viadutos ou túneis;
V - onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do tipo linha
dupla contínua ou simples contínua amarela:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa.

Veículo
Art. 221. Portar no veículo placas de identificação em desacordo com as especifica-
ções e modelos estabelecidos pelo CONTRAN:
Infração - média;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização e apreensão das placas
irregulares.
Art. 230. Conduzir o veículo:
I - com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de
identificação do veículo violado ou falsificado;
III - com dispositivo anti-radar;
IV - sem qualquer uma das placas de identificação;
V - que não esteja registrado e devidamente licenciado;
VI - com qualquer uma das placas de identificação sem condições de legibilidade e
visibilidade:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa e apreensão do veículo;
Medida administrativa - remoção do veículo;
VII - com a cor ou característica alterada;
VIII - sem ter sido submetido à inspeção de segurança veicular, quando obrigatória;
IX - sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante;
X - com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN;
XVIII - em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avali-
ação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído, prevista no art. 104;
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização;
EXERCÍCIOS
01. Complete:
A - Via Arterial;
B - Via Coletora;
C - Via Local;
D - Via de Trânsito Rápido.

• Via caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinadas ape-


nas ao acesso local ou a área restritas, é denominado: ( )
Ex.: ruas calmas de um bairro pacato.

• Via destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar


ou sair da vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das
regiões da cidade, é denominado: ( )

• Via caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções
em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedes-
tres em nível: ( )
Ex.: Linha Amarela, Linha Vermelha...

• Via caracteriza por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo,


com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibili-
tando o trânsito entre as regiões da cidade: ( )
Ex. Av. Pres. Vargas., Airton Senna.

02. De acordo com as Instituições, coloque os números de 1 a 11 para as seguintes


competências:

Instituições:
1 - CONTRAN;
2 - CÂMARAS TEMÁTICAS;
3 - CETRAN E CONTRANDIFE;
4 - JARI;
5 - DENATRAN;
6 - POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL;
7 - DNIT;
8 - DER;
9 - DETRAN;
10 - POLÍCIA MILITAR;
11 - ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS.

( ) Normatizar os procedimentos sobre aprendizagem, habilitação, expedição de


documentos de condutores, de registro,...
( ) Tem como objetivo estudar e oferecer sugestões e embasamento técnico sobre
assuntos específicos do CTB.
( ) Vistoriar, inspecionar quanto às condições de segurança veicular, registrar, em-
placar, selar a placa, e licenciar veículos, expedindo o Certificado de Registro e
o Licenciamento Anual, mediante delegação do DENATRAN.
( ) Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos
Municípios.
( ) Designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese de reavaliação dos exa-
mes, junta especial de saúde para examinar os candidatos à habilitação para
conduzir veículos automotores.
( ) Organizar e manter o Registro Nacional de Carteiras de Habilitação - RENACH.
( ) Órgão normativo que tem como competência estabelecer as normas regulamen-
tares referidas neste código.
( ) Executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas
cabíveis, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste
Código, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito no âmbito dos
municípios.
( ) Indicar um representante para compor a comissão examinadora de candida-
tos portadores de deficiência física à habilitação para conduzir veículos au-
tomotores.
( ) Criar Câmaras Temáticas.
( ) Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito da União,
dos Estados e do Distrito Federal.
( ) Expedir a Permissão para Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação, os Cer-
tificados de Registro e o de Licenciamento Anual mediante delegação do
DENATRAN.
( ) Organizar e manter o Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM;
( ) Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operação relacionadas com a
segurança pública nas Rodovias Federais.
( ) Assegurar a livre circulação nas rodovias federais.
( ) Registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de tração e
propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalida-
des e arrecadando multas decorrentes de infrações.
( ) Implantar, manter e operar o sistema de sinalização nas Rodovias Federais.
( ) Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipa-
mentos e controle viário no âmbito dos municípios.
( ) Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar (AET)
nas Rodovias Federais.
( ) Realizar, fiscalizar e controlar o processo de formação, aperfeiçoamento, recicla-
gem e suspensão de condutores, expedir e cassar Licença de Aprendizagem,
Permissão para Dirigir e Carteira Nacional de Habilitação, mediante delegação
do DENATRAN.
( ) Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos
automotores ou pela sua carga.
( ) Executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como
agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários,
concomitantemente com os demais agentes credenciados.
( ) Compete aos órgãos planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veícu-
los, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e
da segurança de ciclistas no âmbito dos municípios.
( ) Aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circu-
lação, estacionamento e parada previstas neste Código, notificando os infratores
e arrecadando as multas que aplicar.

MARQUE: C - Certo ou E - Errado

03. ( ) Aprovar, complementar, ou alterar os dispositivos de sinalização e os dispo-


sitivos e equipamentos de trânsito é competência do DNIT.

04. ( ) Dirigindo o seu veículo, o condutor que encontrar crianças, pessoas idosas
ou deficientes físicos atravessando a via deverá diminuir a velocidade, desviar e
seguir em frente.

05. ( ) Todo condutor de veículo deve dar preferência ao pedestre em qualquer


situação.

06. ( ) O cinto de segurança poderá ser utilizado por mãe e criança ao mesmo tempo.

07. ( ) Em imobilização ou situação de emergência, o condutor deverá utilizar as


luzes de posição.

08. ( ) “A utilização de faróis de luz baixa, para todos os veículos, durante o dia e à
noite é obrigatório nos túneis providos de iluminação pública.

09. ( ) A utilização de faróis baixos durante o dia e à noite é obrigatório para todos os
veículos de transporte coletivo regular.

10. ( )A utilização de sinais sonoros é importante para o desempenho das funções


do policial rodoviário. Ao emitir dois silvos breves, o policial determina que o
motorista pare para a fiscalização de documentos ou outro fim.

11. ( ) A autorização dada por autoridade com circunscrição, a título precário, para
o transporte de passageiros em veículo de carga, não poderá exceder a 18
meses.

12. ( ) Os Veículos novos, antes do registro e licenciamento, só poderão sair da


concessionária com a “autorização especial”.

13. ( ) A “autorização especial”, válida apenas para o deslocamento para o municí-


pio de destino, será expedida para o veículo que portar os Equipamentos Obriga-
tórios previstos pelo CONTRAN.

14. ( ) A “autorização especial” terá validade de 30 dias.

15. ( ) Antes do registro e licenciamento, o veículo novo, nacional ou importado que


portar a nota fiscal de compra e venda, poderá transitar da concessionária ao
Órgão de Trânsito do Município de destino, nos dois dias úteis seguintes à expe-
dição da Nota Fiscal ou documento alfandegário correspondente.

16. ( ) Se o condutor conduzir o veículo que não esteja registrado e devidamente


licenciado, ficará sujeito à Penalidade de multa gravíssima e apreensão do veícu-
lo e Medida Administrativa de retenção do veículo.
17. ( ) A baixa do registro de veículo é obrigatória sempre que o veículo for retirado
de circulação nas seguintes possibilidades: veículo irrecuperável; veículo definiti-
vamente desmontado; sinistrado com laudo de perda total; e vendido ou leiloado
como sucata.

18. ( ) Na BAIXA DE REGISTRO, os documentos dos veículos bem como as partes


do chassi que contém o registro VIN e suas placas, serão obrigatoriamente reco-
lhidos aos órgãos responsáveis por sua baixa.

19. ( ) A baixa do registro do veículo somente será autorizada mediante quitação de


débitos fiscais e de multas de trânsito e ambientais, vinculadas ao veículo, inde-
pendentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas.

20. ( ) Uma vez efetuada a baixa, sob nenhuma hipótese o veículo poderá voltar a
circulação.

21. ( ) O veículo poderá voltar a circulação, desde que se faça uma vistoria de
segurança veicular.

22. ( ) O responsável de promover a baixa do registro de veículo terá o prazo de vinte


dias, após a constatação da sua condição através de laudo, para providenciá-la.

23. ( ) Para transitar em veículos automotores, os menores de dez anos deverão ser
transportados nos bancos traseiros e usar, individualmente, cinto de segurança
ou sistema de retenção equivalente.

24. ( ) Excepcionalmente, nos veículos dotados exclusivamente de banco dianteiro,


o transporte de menor de dez anos poderá ser realizado neste banco, observa-
das, rigorosamente, as normas de segurança.

25. ( ) Na hipótese do transporte remunerado de crianças menores de dez anos


exceder a capacidade de lotação do banco traseiro, será admitido o transporte
daquele de maior estatura no banco dianteiro.

26. ( ) O uso de espelho retrovisor interno é facultativo em caminhões, ônibus e em


microônibus, quando portarem espelhos retrovisores externos esquerdo e direito.

27. ( ) Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro
de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependên-
cia física ou psíquica é uma infração gravíssima; com penalidade de multa (cinco
vezes) e suspensão do direito de dirigir, que pode variar de quatro a doze meses,
na primeira suspensão.

28. ( ) Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou


os demais veículos é uma infração gravíssima; com penalidade de multa e sus-
pensão do direito de dirigir, que pode variar de quatro a doze meses, na primeira
suspensão. E também medida administrativa de retenção do veículo e recolhi-
mento do documento de habilitação.

29. ( ) Disputar corrida por espírito de emulação é uma infração gravíssima, com
penalidade de multa (três vezes), suspensão do direito de dirigir, que pode variar
de um a três meses e de apreensão do veículo, que pode variar de onze a vinte
dias; e medida administrativa de recolhimento do documento de habilitação e
remoção do veículo.

30. ( ) Um dos requisitos para os veículos de coleção é ter sido fabricado há mais
de trinta anos;

31. ( ) As cores das placas dos veículos de coleção terão fundo preto e caracteres
cinza.

32. ( ) O Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV, é o Certificado


de Licenciamento Anual de que trata o Código de Trânsito Brasileiro.

33. ( ) As Combinações de Veículos de Carga - CVC com mais de duas unidades,


incluída a unidade tratora, só deverão circular portando Autorização Especial de
Trânsito - AET.

34. ( ) A Permissão para Dirigir, instituída pelo CTB, será expedida no mesmo
modelo e especificações da Carteira Nacional de Habilitação, diferenciando-se
apenas pela palavra “PERMISSÃO”.

35. ( ) A expedição da Permissão para dirigir dar-se-á somente no ato da primeira


habilitação das categorias “A” , “B” , “AB”, “C”, “D” ou “E”.

36. ( ) A aposição de inscrições ou anúncios, painéis decorativos e pinturas nas


áreas envidraçadas das laterais e traseiras dos veículos não serão permitidos.

37. ( ) O transporte de passageiros em veículos de carga, remunerado ou não,


poderá ser autorizado eventualmente e a título precário.

38. ( ) É obrigatório o uso do registrador inalterável de velocidade e tempo para os


veículos de transporte de cargas de produtos perigosos, escolares e de passa-
geiros (aluguel) com mais de 10 (dez) lugares (ônibus e microônibus).

39. ( ) Para a circulação de ciclomotores no território Nacional é obrigatório o porte


da Autorização ou da Carteira Nacional de Habilitação Categoria “A”.

40. ( ) Fica permitida a tolerância máxima de 7,5%, sobre os limites de peso bruto,
transmitido por eixo de veículos à superfície das vias públicas.

41. ( ) Quando o peso aferido, estiver igual ou inferior ao PBT ou PBTC estabelecido
para o veículo, acrescido da tolerância de 5% embora havendo excesso de peso
em algum dos eixos ou conjunto de eixos, não será aplicada a multa. Nesse
caso, a carga deverá ser remanejada ou ser efetuado transbordo, de modo a que
os excessos por eixo sejam eliminados.

42. ( ) Quando o peso aferido estiver acima do PBT ou PBTC estabelecido para o
veículo, acrescido da tolerância de 5%, aplicar-se-á a multa correspondente, não
considerando como peso excedente a parcela relativa à tolerância.

43. ( ) Os veículos de transporte de carga com Peso Bruto Total – PBT superior a
4.536 kg, somente serão registrados, licenciados e renovada a licença anual se
tiverem afixadas em parte integrante dos mesmos, em toda a extensão das
laterais, da traseira e nas extremidades do pára-choque traseiro, dispositivo
de segurança.

44. ( ) Os proprietários e condutores, cujos veículos circularem nas vias públicas


desprovidos dos requisitos estabelecidos acima, ficam sujeitos às penalidades
de multa e apreensão.

45. ( ) Fica estabelecido que o proprietário do veículo será sempre responsável pelo
pagamento da penalidade de multa, independente da infração cometida, até mesmo
quando o condutor for indicado como condutor- infrator, excetuando-se as infra-
ções resultantes de excesso de peso.

COLOQUE V - Verdadeiro ou F - Falso:

46. Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima permitida


para o trânsito, nas vias rurais, será de:
( ) 110 km/h para ônibus e microônibus – nas rodovias.
( ) 110 km/h para automóveis e camionetas – nas rodovias.
( ) 60 km/h –nas estradas.
( ) 90 km/h para ônibus e microônibus – nas rodovias.

47. São de competência da Polícia Rodoviária Federal:


( ) Estabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e habilitação de condutores
de veículos, a expedição de documentos de condutores e licenciamento de
veículos.
( ) Efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços de aten-
dimento, socorro e salvamento de vítimas.
( ) Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a
segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, incolumidade das pes-
soas, o patrimônio da União e de terceiros.

48. ( ) A obrigação de sinalizar a execução ou manutenção da obra ou de evento é


do DNIT.

49. ( ) São sanções aplicáveis, segundo o código de trânsito, por inobservância à


sinalização, quando esta for insuficiente ou incorreta a multa leve.

50. ( ) Respeitada a capacidade de lotação, veículos com capacidade para quatro


passageiros mais o motorista, poderão, no caso dos quatro passageiros serem
crianças menores de 10 anos, transportar no banco do carona, a criança de
maior idade.

51. ( ) três silvos breves emitidos pelo agente da autoridade de trânsito significa que
o condutor deve ascender as lanternas do veículo.

52. ( ) Quando um trecho de um via composta de uma pista única de mão dupla for
dividido ao centro por duas linhas amarelas contínuas, significa que nesse trecho
é proibido ultrapassar nos dois sentidos.

53. ( ) Quando um trecho de uma via composta de uma pista única de mão dupla for
dividido ao centro por marca amarela seccionada, significa que nesse trecho é
proibido ultrapassar pela esquerda.
54. ( ) O sinal sonoro usado pelo policial de trânsito para informar ao condutor que
o trânsito está impedido em todas as direções é um silvo breve.

55. ( ) Em via de pista simples de mão dupla, a circulação pela contramão é


possível quando a sinalização permitir.

56. ( ) De acordo com o CTB, transitar em marcha- a- ré é permitido somente para


fazer pequenas manobras.

57. ( ) O veículo que circular desenvolvendo velocidade de 30 km/h em uma via de


trânsito rápido, sem sinalização indicadora de velocidade estará obedecendo ao
limite de velocidade, desde que esteja na faixa da direita.

58. ( ) Quando se aproximam veículos do Corpo de Bombeiros, ambulâncias, veícu-


los de Polícia e outros, o policial pode ter necessidade de impedir o trânsito em
todas as direções e depois, ao voltar à normalidade, determinar o movimento
normal de seguir em frente. Para tanto, o policial deverá usar dois sinais de apito,
que são um silvo longo e um breve / um silvo breve.

59. ( ) Um condutor estava dirigindo o seu veículo normalmente sem a devida


permissão ou habilitação. Esse condutor, necessariamente, está cometendo um
crime, pelo fato de estar sem a habilitação.

60. ( ) Conduzir veículo automotor, na via pública, sob a influência de álcool, será
sempre crime, com penas de detenção, multa e suspensão ou proibição de se
obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

61. ( ) Um condutor habilitado na categoria C, estava conduzindo o seu veículo em


uma via rural, formada de duas pistas sul-norte e norte-sul. Cada pista formada
por duas faixas de rolamento. Este condutor estava sem a sua habilitação no
momento, a qual estava suspensa, devido a uma infração cometida há algum
tempo atrás. Este condutor está cometendo um crime, sem nenhuma exceção,
por estar violando a suspensão para dirigir veículo automotor.

62. ( ) Em uma “Barreira Eletrônica” situada em uma rodovia de pista única e mão
dupla, um veículo é flagrado e fotografado. Além de ultrapassar a velocidade má-
xima acima de 20%, registrou-se que estava na contramão, ultrapassando outro
veículo que respeitou a sinalização. Considerando que no trecho há uma marca-
ção dupla amarela contínua. O motorista do veículo infrator está sujeito as pena-
lidades de multa e apreensão do documento de habilitação.

63. ( ) O motorista do exercício anterior está cometendo duas infrações, puníveis


com multa e medida administrativa de recolhimento do documento de habilitação.

64. ( ) Um condutor, habilitado para categoria B, estava dirigindo um caminhão de


grande porte sem o devido uso do cinto de segurança. Este condutor estará
cometendo duas infrações puníveis com multas e medida administrativa de reco-
lhimento da habilitação.

65. ( ) De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, nos crimes de trânsito, a


penalidade de suspensão ou proibição de se obter a CNH vai de 1 mês a 1 ano.

140
66. ( ) No crime de homicídio culposo, cometido na direção de veículo automotor, a
pena é aumentada se o agente, por vontade própria, estiver drogado ou embriagado.

67. ( ) Conduzir um veículo automotor, na via pública, sob a influência de álcool ou


substância de efeitos análogos, expondo a dano potencial a incolumidade de
outrem, não se configura um aumentativo de pena para outros crimes, mas sim
um crime punível com multa, restrição de liberdade e suspensão ou proibição de
se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

68. ( ) Um condutor não habilitado, em uma rodovia federal, atropelou um pedestre


e depois evadiu-se do local. Sabe-se que este pedestre não tinha a preferência,
pois estava atravessando a via em baixo da passarela. Este condutor, responsá-
vel pelo atropelamento, somente vai responder por estar dirigindo o veículo sem
habilitação, pois, como não tinha habilitação e assim não conhecia o Código de
Trânsito Brasileiro, não poderia ser condenado por outros crimes.

69. ( ) Em um acidente com vítima, o policial rodoviário federal solicitou ajuda a um


condutor, que estava passando pelo local e não tinha nada a ver com o acidente.
Como este condutor estava com pressa, não quis ajudar. Este condutor, de acor-
do com o CTB, não estará cometendo um crime, mas uma infração grave punível
de multa.

70. Coloque em ordem de 1 a 4 de prevalência, em relação a sinalização:


( ) Normas de circulação.
( ) Indicação do semáforo.
( ) Outros sinais.
( ) Ordens do agente de trânsito.

Marque entre parênteses C (certo) ou E (errado), indicando a seqüência


para cada questão:

71. Um condutor, habilitado para categoria B, estava dirigindo um caminhão de gran-


de porte sem o devido uso do cinto de segurança:
( ) Penalidade: Multa de 900 UFIR e apreensão do veículo;
( ) Medida Administrativa: Apreensão do documento de habilitação através de recibo
(recolhimento da habilitação);
( ) Multas totais de 660 UFIR e 12 pontos no prontuário;
( ) Dirigir veículo sem a devida habilitação é uma infração gravíssima;
( ) Dirigir veículo sem usar o cinto de segurança também é uma infração gravíssima.

72. Em relação à sinalização Vertical:


( ) É considerado infração o desrespeito às placas de Regulamentação;
( ) A velocidade máxima permitida para a via, é indicada por meio de Placas de
Indicação;
( ) “Na dúvida não ultrapasse” é uma mensagem de placa: Educativa;
( ) A frase “Use o cinto de segurança” é uma mensagem das placas: Educativas;
( ) A placa “Ônibus, caminhões, veículos de grande porte, mantenha à direita” é de:
Regulamentação.

73. Um condutor foi flagrado, em uma fiscalização da Policia Rodoviária, totalmente


embriagado. E, após o policial verificar os seus documentos, descobriu-se que
sua habilitação estava vencida a mais de trinta dias.
( ) Multas: 1440 UFIR e 14 pontos no prontuário;
( ) Multas de 1080 UFIR e 14 pontos no prontuário;
( ) O Policial deverá recolher a habilitação através de recibo;
( ) Penalidades: multas e suspensão do direito de dirigir;
( ) O Policial deverá suspender a habilitação.

74. São infrações gravíssimas deixar de dar preferência de passagem a pedestre:


( ) que se encontre na faixa a ele destinada;
( ) que não haja concluído a travessia, mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
( ) portador de deficiência física;
( ) crianças, idosos e gestantes;
( ) quando houver iniciado a travessia, mesmo que não haja sinalização a ele desti-
nada, ou que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo.

75. Em relação aos crimes de trânsito:


( ) Nos crimes de trânsito, a penalidade de suspensão ou proibição de se obter a
CNH vai de 1 mês a 1 ano;
( ) Socorrendo a vítima, não será feito a prisão em flagrante do condutor do veículo;
( ) No crime de homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena
é aumentada de um terço à metade, se o agente estiver embriagado;
( ) Praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor: Penas - deten-
ção, de seis meses a dois anos e suspensão ou proibição de se obter a permis-
são ou a habilitação para dirigir veículo automotor;
( ) Conduzir veículo automotor, na via pública, sob a influência de álcool ou substân-
cia de efeitos análogos, expondo a dano potencial a incolumidade de outrem:
Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição
de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

76. São circunstâncias que sempre agravam as penalidades dos crimes de trânsito:
( ) Estar embriagado;
( ) Não possuir CNH ou Permissão para Dirigir;
( ) Estar Drogado;
( ) Utilizando-se de um veículo sem placas, ou com placas falsas ou adulteradas;
( ) Com dano potencial para duas ou mais pessoas ou sobre faixa de pedestres.

77. Um condutor não habilitado atropela e mata um pedestre em uma rodovia federal.
Qual é a pena, a penalidade e a medida administrativa a ser tomada:
( ) Penas - detenção, de dois a quatro anos, suspensão ou proibição de se obter a
permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor, aumentada de um terço
a metade;
( ) Somente a Pena de detenção, de dois a quatro anos e suspensão ou proibição
de se obter a permissão;
( ) Penalidade - multas e apreensão do veículo;
( ) Penalidade - multa de 180 UFIR;
( ) Medida Administrativa - Depois de periciado, não aparecendo condutor habilitado
o veículo vai ser recolhido ao depósito.

78. Agora suponhamos que no problema anterior, o dono do veículo, que é habilitado,
esteja do lado do condutor. Qual seria a pena relativa ao dono do veículo? E as
penalidades totais e as medidas administrativas totais tomadas pelo agente da
Autoridade, em relação ao veículo:
( ) O condutor vai responder somente por não possuir a Permissão para dirigir, ge-
rando perigo de dano;
( ) O proprietário do veículo somente vai responder por entregar, confiar ou permitir a
direção do veículo a pessoa não habilitada;
( ) Penalidades - Multa de 540 UFIR e apreensão do veículo;
( ) Penalidades - Multa de 1080 UFIR e apreensão do veículo;
( ) Medida Administrativa - recolhimento da documento de habilitação do proprietário.

79. Agora suponhamos que o condutor não habilitado, que atropelou e matou o
pedestre, esteja sob a influência de álcool e o proprietário habilitado do veículo
esteja do lado desse condutor:
( ) O condutor vai responder por praticar homicídio culposo na direção do veículo
automotor, com agravante de não possuir Permissão para dirigir;
( ) O condutor vai responder somente por não possuir a Permissão para dirigir, ge-
rando perigo de dano;
( ) O proprietário do veículo somente vai responder por entregar, confiar ou permitir a
direção do veículo a pessoa não habilitada;
( ) O proprietário vai responder por entregar, confiar ou permitir a direção do veículo a
pessoa, que por embriaguez, não esteja em condições de conduzir com segurança;
( ) Medida Administrativa - recolhimento do documento de habilitação do proprietário
do veículo.

80. Um condutor não habilitado atropelou um pedestre e depois evadiu-se do local :


( ) O condutor vai responder somente por lesão corporal culposa;
( ) O condutor vai responder por lesão corporal culposa;
( ) O condutor vai responder por não ter prestado socorro imediato à vítima;
( ) O condutor vai responder por afastar-se do local do acidente, para fugir à respon-
sabilidade penal ou civil;
( ) O condutor vai responder por dirigir não habilitado, gerando perigo de dano.

81. Em relação à Suspensão do Direito de dirigir e Cassação da Habilitação ou Per-


missão:
( ) A Cassação da CNH será aplicada quando o condutor for flagrado dirigindo com
o Direito de dirigir suspenso;
( ) No caso de reincidência, no prazo de 12 meses, quando o condutor for flagrado
dirigindo com CNH ou Permissão para Dirigir de categoria diferente do veículo, a
CNH será suspensa novamente;
( ) No caso de reincidência, no prazo de 12 meses, quando o condutor for flagrado
dirigindo sob a influência de álcool, em nível superior a 6 dg/l de sangue, a CNH
será cassada;
( ) Quando condenado judicialmente por delito de trânsito, a carteira pode ser sus-
pensa , dependendo da Autoridade;
( ) Após 1 ano de cassação da CNH, o infrator pode reabitar-se fazendo novos exa-
mes.

82. Sobre o Sistema Nacional de Trânsito:


( ) Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito da
União, dos Estados e do Distrito Federal é competência do CETRAN e do CON-
TRANDIFE;
( ) O Coordenador Máximo do Sistema Nacional de Trânsito é o CONTRAN;
( ) O Órgão Máximo Consultivo e Normativo do Sistema Nacional de Trânsito é o
CONTRAN;
( ) O DENATRAN é o órgão responsável pela regulamentação e normatização do
CTB;
( ) Ao CETRAN compete indicar um representante para compor a comissão exami-
nadora de candidatos portadores de deficiência física à habilitação para conduzir
veículos automotores.

83. Sobre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito:


( ) O CONTRAN tem como atribuição julgar os recursos interpostos contra penalida-
de impostas por órgãos ou entidades executivos de trânsito ou rodoviário;
( ) O DNIT tem a responsabilidade de construir, manter e sinalizar as rodovias fede-
rais e fiscalizar aquelas concedidas à iniciativa privada;
( ) A Polícia Rodoviária Federal tem com atribuição a fiscalização nas rodovias e
estradas estaduais;
( ) O CONTRAN é responsável por designar, em caso de recursos deferidos e na
hipótese de reavaliação dos exames, junta especial de saúde para examinar os
candidatos à habilitação de veículos automotores;
( ) O DENATRAN é o órgão que tem como responsabilidade a normatização dos
procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de
condutores, e registro e licenciamento de veículos.

84. Em relação às normas de circulação e conduta:


( ) Os veículos de polícia e os de fiscalização e operação de trânsito, além de prio-
ridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, em qual-
quer situação;
( ) A utilização de faróis baixos durante o dia e à noite é obrigatório para todos os
veículos de passageiros, quando tiverem circulando na faixa própria;
( ) Ao ser ultrapassado, o condutor deverá diminuir a velocidade do seu veículo;
( ) O motorista não é obrigado a dar passagem pela esquerda, quando solicitado;
( ) A velocidade máxima permitida para as rodovias, onde não existir sinalização
regulamentadora, para todos tipos de veículos é de 110 km/h.

85. Dirigir veículo sem possuir CNH ou Permissão para dirigir:


( ) Penalidade: Multa 540 UFIR e apreensão do veículo;
( ) É crime em todas as situações;
( ) É crime se o condutor estiver gerando perigo de dano;
( ) É crime permitir ou entregar a direção à pessoa não habilitada;
( ) Vai ocorrer a suspensão do direito de dirigir de 1 mês e até 1 ano, para pessoa
que for flagrada dirigindo sem possuir a habilitação ou permissão.

86. Dirigir veículo com carteira de habilitação ou permissão para dirigir de categoria
diferente do veículo que esteja conduzindo:
( ) Multa de 180 UFIR;
( ) Infração gravíssima;
( ) Medida Administrativa: Apreensão do documento de habilitação;
( ) É crime;
( ) O Agente de trânsito terá que recolher a sua habilitação através de recibo.

87. Em relações às infrações:


( ) Dirigir sob a influência de álcool - Penalidade : Multa 900 UFIR e suspensão do
direito de dirigir;
( ) Dirigir sob a influência de qualquer substância entorpecente: Multa de 540 UFIR
e suspensão do direito de dirigir;
( ) Dirigir ameaçando os pedestre que estejam atravessando a via pública: Multa de
540 UFIR;
( ) Disputar corrida por espírito de emulação: Penalidade: Multa de 540 UFIR e sus-
pensão do direito de dirigir e apreensão do veículo;
( ) Ultrapassar e transitar pelo acostamento são infrações graves.

88. Transitar em rodovias ... em velocidade superior a 20% acima da velocidade má-
xima permitida no local:
( ) Penalidade: Multa de 540 UFIR e suspensão do direito de dirigir;
( ) Medida Administrativa: recolhimento da habilitação;
( ) É crime em todas as situações;
( ) A Suspensão do direito de dirigir poderá variar de um mês a um ano;
( ) A habilitação do condutor será cassada em caso de reincidência do cometimento
desta infração, se o condutor for flagrado com a habilitação já suspensa.

89. Deixar o condutor envolvido em acidente com vítima de prestar ou providenciar


socorro à vítima, podendo fazê-lo:
( ) É crime;
( ) Penalidade: Multa 900 UFIR e Recolhimento da habilitação;
( ) Medida Administrativa: Recolhimento da habilitação ou Permissão;
( ) Tem como uma das suas Penalidade a Suspensão do direito de dirigir;
( ) É uma infração grave.

90. São documentos de porte obrigatório do condutor do veículo:


( ) Permissão para dirigir ou Carteira Nacional de Habilitação, no original ou cópia
autenticada pela repartição de trânsito;
( ) Certificado de Registro e Licenciamento Anual - CRLV, no original, ou cópia au-
tenticada pela repartição de trânsito;
( ) Certificado de Registro do veículo - CRV, no original, ou cópia autenticada pela
repartição de trânsito que o expediu;
( ) Comprovante de pagamento atualizado do Imposto sobre Propriedade de Veícu-
los Automotores - IPVA e do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados
por Veículos Automotores - DPVAT, no original, ou cópia autenticada;
( ) O não cumprimento das disposições, referente aos documentos obrigatórios,
implicará nas sanções previstas no art. 232 do CTB. (Conduzir o veículo sem os
documentos de porte obrigatório) (multa: 50 UFIR) (Medida Administrativa: Re-
tenção do veículo).

91. Em relação à ordem de prevalência aos sinais de trânsito:


( ) As ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais;
( ) As indicações do semáforo sobre os demais sinais;
( ) As indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito;
( ) Serão aplicadas as sanções previstas neste Código por inobservância à sinaliza-
ção quando esta for insuficiente ou incorreta;
( ) As normas de trânsito sobre os demais sinais.

92. É obrigatória a expedição de novo Certificado de Registro de Veículo (CRV) quando:


( ) Transferência de propriedade: a transferência tem que ser imediata;
( ) Transferência de endereço no mesmo município;
( ) Alteração de característica do veículo: transferência imediata;
( ) Mudança de categoria : transferência imediata;
( ) Em caso de transferência de propriedade, o proprietário anterior têm 30 dias para
comunicar ao DETRAN a venda do veículo.
93. Sobre o LICENCIAMENTO:
( ) É feito anualmente pelo DETRAN, quando quitado todos os débitos do veículo;
( ) No caso de transferência de residência ou domicílio, é válido, durante o exercício,
o licenciamento de origem;
( ) No caso de transferência de propriedade, o proprietário antigo deverá encaminhar
ao órgão executivo de trânsito do Estado dentro de um prazo de trinta dias, cópia
autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devidamente assi-
nado e datado, sob pena de ter que se responsabilizar solidariamente pelas
penalidades impostas e suas reincidências;
( ) Uma das exigências para condução de escolares é a inspeção anual para verifi-
cação dos equipamentos obrigatórios e de segurança;
( ) Veículo zero, em seu primeiro licenciamento, não precisa vistoria.

94. Em relação à sinalização emitida pelo apito do agente da Autoridade de Trânsito:


( ) Três silvos breves significa que o condutor deve parar o veículo para ser
fiscalizado;
( ) Um silvo longo e um breve significa que o condutor deve parar o veículo;
( ) Um silvo longo significa que o condutor deve diminuir a marcha do veículo;
( ) Dois silvos breves significa que o condutor deve ascender as lanternas do veículo;
( ) Um silvo breve significa que o condutor deve seguir em frente com atenção.

95. Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local
não sinalizado, terá preferência de passagem:
( ) No caso de rodovia, aquele que estiver circulando pela direita;
( ) No caso de rotatória, aquele que estiver circulando pela direita;
( ) Nos demais casos, o que vier pela direita do condutor;
( ) Deixar de dar preferência de passagem a veículo que estiver circulando pela rota-
tória, pela rodovia ou que via pela direita é uma infração grave, punida com 5
pontos e multa de 120 UFIR;
( ) Deixar de dar preferência de passagem em interseções sinalizadas com placa
“Dê a Preferência” é uma infração gravíssima, punida com 7 pontos e multa de
180 UFIR.

96. Em relação a equipamento e habilitação:


( ) Os veículos escolares devem ter o equipamento registrador instantâneo inalterá-
vel de velocidade e tempo;
( ) São exigências para conduzir veículo escolar: ser maior de 18 anos e ter
categoria D;
( ) Para habilitar-se nas categorias D ou E, o candidato não poderá ter cometido
nenhuma infração gravíssima, grave ou média durante os últimos doze meses;
( ) Para dirigir veículo de produtos perigosos deverá habilitar-se pelo menos na
categoria C;
( ) O candidato deverá estar no mínimo há dois anos na categoria B, ou no mínimo
há um ano na categoria C, quando pretender habilitar-se na categoria D.

97. Novamente, em relação à habilitação:


( ) O candidato deverá estar no mínimo há um ano na categoria C, quando pretender
habilitar-se na categoria E;
( ) O candidato deverá estar no mínimo há três anos na categoria B, quando preten-
der habilitar na categoria E;
( ) O candidato aprovado no exame de habilitação para a categoria C deve receber a
Carteira Nacional de Habilitação, com validade de um ano;
( ) Um condutor de um guincho carregando um ônibus enguiçado deverá ser habilita-
do na categoria E;
( ) A validade da CNH está condicionada ao prazo de vigência do exame de vista.

98. Em relação às Infrações:


( ) Transportar criança menor de 10 anos no banco dianteiro - infração gravíssima;
( ) Dirigir o veículo sem usar o cinto de segurança - infração gravíssima;
( ) Conduzir o veículo transportando passageiro no compartimento de carga - infra-
ção grave;
( ) Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre os seu veículo e
os demais - infração grave;
( ) Ter o seu veículo imobilizado por falta de combustível / Rebocar outro veículo
com cabo flexível ou corda - infrações leve.

99. Em relação ao trânsito de veículos:


( ) Transitar na contramão de direção em vias com sinalização de regulamentação
de sentido único de circulação: Penalidade: Multa: 180 UFIR;
( ) Deixar de dar passagem ou seguir os veículos de polícia ou de operação e fisca-
lização de trânsito, quando em serviço de urgência e devidamente identificados
por dispositivos regulamentados de alarme sonoro e iluminação vermelha intermi-
tentes são infrações gravíssimas;
( ) Transitar com o veículo em calçadas ou acostamentos: Penalidade: Multa de
180 UFIR;
( ) Ultrapassar pela contramão outro veículo onde houver marcação viária longitudi-
nal de divisão de fluxos opostos, do tipo linha dupla contínua ou simples contínua
amarela é uma inflação grave;
( ) Transpor, sem autorização, bloqueio viário policial - Infração gravíssima.

100. Novamente, em relação às infrações:


( ) Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado - infração média;
( ) Ultrapassar pela direita outro veículo - infração grave;
( ) Transitar com o seu veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxi-
ma estabelecida pela via, retardando e obstruindo o trânsito - infração leve;
( ) Portar no veículo placas de identificação em desacordo com as especificações e
modelos estabelecidos pelo CONTRAN - infração média;
( ) Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança - infração
grave.

101. O motorista que tem o hábito de transitar no acostamento para ultrapassar veícu-
los retidos em engarrafamentos está cometendo simultaneamente duas infra-
ções, sujeitando-se à:
( ) Medida Administrativa: recolhimento da habilitação;
( ) Penalidade: Multa e suspensão do direito de dirigir;
( ) Transitar no acostamento - penalidade: multa de 540 UFIR ;
( ) 660 UFIR em multas e perda de 12 pontos;
( ) Ultrapassar pelo acostamento - penalidade: multa de 120 UFIR.

102. São classificadas como médias, com a penalidade de multa e medida adminis-
trativa de retenção do veículo, as seguintes infrações:
( ) Lotação excedente ou com motor desligado ou desengrenado, em declive;
( ) Documento de habilitação ou identificação do veículo falsificado ou adulterado;
( ) Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível;
( ) Usar facho de luz alta em vias providas de iluminação pública ou neblina;
( ) Rebocar outro veículo com cabo flexível em casos de emergência.
103. Em uma “Barreira Eletrônica” situada em rodovia de mão dupla, um veículo é flagra-
do e fotografado. Além de ultrapassar a velocidade máxima acima de 20%, regis-
trou-se que estava na contramão, ultrapassando outro veículo que respeitou a sina-
lização. Considerando que no trecho da barreira há uma marcação dupla amarela
contínua, o motorista do veículo infrator está sujeito às seguintes penalidades:
( ) Penalidades: somente Multas;
( ) Penalidade: Multas e apreensão do documento de habilitação;
( ) 720 UFIR em multas e perda de 14 pontos;
( ) Penalidade: Multas e Suspensão do direito de dirigir;
( ) Medida Administrativa: Recolhimento da habilitação.

104. Visando a segurança dos condutores de veículos e usuários de motocicletas, o


Código de Trânsito Brasileiro determina o uso das seguintes equipamentos e
regulamentações, e define o tipo de infração que sua desobediência causa:
( ) Falta do extintor / infração grave;
( ) Sem qualquer uma das placas ou placa ilegível / infração grave;
( ) Sem o capacete com viseira ou com óculos de proteção e faróis acesos / infra-
ção gravíssima;
( ) Sem tacógrafo ou tacógrafo viciado / infração grave;
( ) Falta de inscrição da tara e demais inscrições / infração leve.

105. Um caminhão foi flagrado cometendo uma infração de excesso de velocidade


numa rodovia, cujo trecho não estava sinalizado quanto às placas de regulamen-
tação de velocidade. A sua velocidade era de 95 km/h. A pista possuía duas
faixas em mão única( no mesmo sentido) e ele trafegava na faixa da esquerda. A
penalidade é de:
( ) Multa de 200 UFIR;
( ) Perda de 7 pontos;
( ) Perda de 9 pontos;
( ) Tem como uma de suas penalidades a suspensão do direito de dirigir;
( ) Tem como uma de suas medidas administrativas a retenção do veículo.

106. São circunstâncias agravantes para o condutor nos crimes de trânsito:


( ) Não possuir permissão para dirigir;
( ) Deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, a vítima do
acidente;
( ) Dirigir sob a influência de álcool em mais de 6 dg/l;
( ) Estar habilitado na categoria D;
( ) Estar armado.

107. São infrações punidas com penalidades de multa grave e medida administrativa
de retenção de veículo:
( ) Conduzir o veículo com a cor ou característica alterada;
( ) Conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou
inoperante;
( ) Conduzir o veículo em mau estado de conservação, comprometendo a segurança;
( ) Transitar com o veículo com suas dimensões, ou de sua carga superiores aos
limites estabelecidos legalmente, ou pela sinalização, sem autorização;
( ) Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório.

108. Em relação às infrações de trânsito, são infrações graves, punidas com pena-
lidade de multa e com medida administrativa de retenção do veículo para
regularização:
( ) O motorista que conduzir o veículo com descarga livre ou silenciador de motor de
explosão defeituoso, deficiente ou inoperante;
( ) O condutor que transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de
forma a perturbar a visão de outro condutor;
( ) Conduzir veículo com registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo
viciado ou defeituoso, quando houver exigência desse aparelho;
( ) Transitar com o veículo derramando, lançando ou arrastando sobre a via: a carga
que estiver transportando, combustível ou lubrificante que esteja usando, qual-
quer objeto que possa acarretar risco de acidente;
( ) Portar no veículo placas de identificação em desacordo com as especificações
e modelos estabelecidos pelo CONTRAN.

109. São infrações gravíssimas, punidas com penalidades de multa e apreensão do


veículo e com Medida Administrativa de remoção do veículo:
( ) com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de
identificação do veículo violado ou falsificado;
( ) transportando passageiros em compartimento de carga por motivo de força maior e
com permissão da autoridade competente e na forma estabelecida pelo Contran;
( ) sem qualquer uma das placas de identificação ou com qualquer uma das placas
de identificação sem condições de legibilidade e visibilidade;
( ) Retirar do local veículo legalmente retido para regularização, sem permissão da
autoridade competente ou de seus agentes;
( ) Recusar-se a entregar à autoridade de trânsito ou a seus agentes, mediante
recibo, os documentos de habilitação, de registro, de licenciamento do veículo e
outros exigidos por lei, para averiguação de sua autenticidade.

110. Um condutor com habilitação vencida a mais de 30 dias, sem lentes corretoras
de visão impostas por ocasião da concessão da licença para dirigir e dirigindo
sem o devido cinto de segurança foi parado em uma fiscalização pelos Agentes
da Autoridade de Trânsito:
( ) 21 pontos em seu prontuário;
( ) Medida Administrativa: Retenção de veículo até apresentação de um condutor
habilitado;
( ) Tem como Penalidade: suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo;
( ) Penalidade: Multas de 480 UFIR e 19 pontos em seu prontuário;
( ) São todas infrações gravíssimas.

EM TODOS OS ITENS DAS QUESTÕES MARQUE VERDADEIRO OU FALSO:

111. Compete ao DETRAN:


( ) expedir a Permissão para Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação, os Certifica-
dos de Registro e o de Licenciamento Anual, mediante delegação do DENATRAN;
( ) Organizar e manter o Registro Nacional de Carteiras de Habilitação - RENACH;
( ) Organizar e manter o Registro Nacional de Veículos Automotores -RENAVAM;
( ) Julgar os recursos interpostos contra penalidade impostas por órgãos ou entida-
des executivos de trânsito ou rodoviário;
( ) Criar as Câmaras Temáticas.

112. Sobre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito:


( ) O DNIT tem a responsabilidade de construir, manter e sinalizar as rodovias fede-
rais e fiscalizar aquelas concedidas à iniciativa privada;
( ) A Polícia Rodoviária Federal tem como atribuições o patrulhamento ostensivo,
executando operações relacionadas com a segurança pública;
( ) A Polícia Rodoviária Federal tem como atribuição realizar perícias, levantamento
de locais, boletins de ocorrência;
( ) A Polícia Rodoviária Federal tem como atribuição o combate e repressão ao
roubo de veículos e cargas, e aos crimes como narcotráfico e contrabando;
( ) A Polícia Rodoviária Federal tem com atribuição a fiscalização nas rodovias e
estradas estaduais.

113. De acordo com as normas de trânsito do CTB:


( ) Transitar em marcha a ré é permitido somente para fazer pequenas manobras;
( ) Quando, dirigindo um veículo numa via de mão única com entrada a esquerda, o
condutor que estiver à frente indicar, por sinal, que vai entrar para esse lado,
você poderá ultrapassar pela direita;
( ) Pisca - alerta : situações de imobilizações emergência; ou regulamentação
da via;
( ) Durante a noite, as luzes de posição (lanterna) devem estar ligada para embar-
que ou desembarque de passageiros ou carga e descarga de mercadorias;
( ) Os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em
faixas próprias a eles destinadas, e os ciclos motorizados deverão utilizar-se de
farol de luz baixa durante o dia e a noite.

114. Em relação às placas (sinalização vertical) :


( ) De advertência - alertam para as condições potencialmente perigosas;
( ) De regulamentação - indicam proibições e obrigações;
( ) Indicativas - informam direções e distâncias;
( ) Especiais - apontam a ocorrência de situação de emergência;
( ) Educativas - educam condutores e pedestres quanto ao seu comportamento no
trânsito.

MARQUE C - Certo ou E - Errado

Obs.: Acompanhar o C.T.B

115. ( ) Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas e veículos, para fins
de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.

116. ( ) Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de


Trânsito darão prioridade em suas ações à segurança dos condutores dos
veículo.

117. ( ) Para os efeitos deste Código, são consideradas vias terrestres somente as
praias abertas à circulação pública.

118. ( ) As disposições do C.T.B. são aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos
proprietários e condutores dos veículos nacionais.

119. ( ) Compete ao CONTRAN coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trân-


sito, objetivando a integração de suas atividades.

120. ( ) Então o CONTRAN é o coordenador máximo do Sistema Nacional de


Trânsito.

121. ( ) O CONTRAN, com sede no Distrito Federal, é presidido pelo dirigente do


Órgão Executivo Rodoviário da União.
122. ( ) Compete ao CONTRAN proceder à supervisão, à coordenação, à correição
dos órgãos delegados, ao controle e à fiscalização da execução da Política Na-
cional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito.

123. ( ) Compete ao DENATRAN estabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e


habilitação de condutores de veículos, a expedição de documentos de conduto-
res, de registro e licenciamento de veículos.

124. ( ) Compete à Polícia Rodoviária Federal, no âmbito das rodovias e estradas


federais, coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsi-
to e suas causas, adotando ou indicando medidas operacionais preventivas e
encaminhando-os ao órgão rodoviário federal.

125. ( ) Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Esta-
dos, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição, fisca-
lizar, autuar, aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis, relativas
a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como
notificar e arrecadar as multas que aplicar.

126. ( ) Compete à Polícia Rodoviária Federal, no âmbito das rodovias e estradas


federais, implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educa-
ção de Trânsito.

127. ( ) Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos


Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscri-
ção, vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar
e estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação
desses veículos.

128. ( ) A circulação far-se-á sempre pelo lado direito da via.

129. ( ) O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o


seu e os demais veículos, bem como em relação ao bordo da pista, independente
da velocidade, das condições do local, da circulação, do veículo e das condições
climáticas.

130. ( ) Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no


mesmo sentido, são as da esquerda, destinadas apenas à ultrapassagem.

131. ( ) O trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos são


sempre infrações.

132. ( ) Pelo C.T.B. , o condutor manterá aceso pelo menos o farol baixo do veículo
quando sob chuva forte, neblina ou cerração.

133. ( ) Sempre que o trânsito parar de repente, o condutor deverá utilizar imediata-
mente o pisca-alerta para alertar os outros condutores.

134. ( ) O condutor só poderá frear bruscamente o seu veículo por razões de


segurança.

135. ( ) Em nenhum momento, o condutor deverá frear bruscamente o seu veículo.


136. ( ) O condutor só deverá frear bruscamente o seu veículo por razões de segu-
rança.

137. ( ) A operação de carga ou descarga será considerada uma parada mais longa,
regulamentada pelo CONTRAN.

138. ( ) Quando proibido o estacionamento, o condutor, sob nenhuma hipótese,


poderá parar o seu veículo.

139. ( ) Nenhum proprietário ou responsável poderá fazer ou ordenar que sejam


feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.

140. ( ) O veículo identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira,


lacradas em sua estrutura.

141. ( ) Os caracteres das placas serão individualizados para cada veículo e o


acompanharão até a baixa do registro, podendo ser aproveitada em outro veículo.

142. ( ) A inspeção técnica de veículo escolar será anual.

143. ( ) Os veículos especialmente destinados à condução coletiva de escolares


somente poderão circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entida-
de executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, exigindo-se, para
tanto a inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de
segurança.

144. ( ) Dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão


para Dirigir – somente penalidade de multa.

145. ( ) Dirigir o veículo com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para


Dirigir cassada ou com suspensão do direito de dirigir - Penalidade - multa de
540 UFIR e apreensão do veículo.

146. ( ) Dirigir o veículo com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para


Dirigir de categoria diferente da do veículo que esteja conduzindo - Penalidade -
multa de 540 UFIR, apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir e
Medida Administrativa de recolhimento da habilitação.

147. ( ) Entregar a direção do veículo a pessoa não habilitada para dirigir veículo
automotor – Penalidade: multa, apreensão do veículo e suspensão do direito de
dirigir.

148. ( ) Permitir que pessoa com a CNH vencida tome posse do veículo - Penali-
dade : somente multas e Medida Administrativa de recolhimento do documento
de habilitação.

149. ( ) Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro
de sangue, é sempre crime.

150. ( ) Dirigir sob a influência de qualquer substância que determine dependên-


cia física ou psíquica. Infração – gravíssima; Penalidade - multa de 900 UFIR
e suspensão do direito de dirigir; Medida administrativa - retenção do veículo
até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de
habilitação.

151. ( ) Confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por
seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com seguran-
ça: Penalidade: multa e suspensão do direito de dirigir e medida administrativa
de recolhimento do documento de habilitação.

152. ( ) Disputar corrida por espírito de emulação – penalidade – multa, apreensão


e suspensão do direito de dirigir. Não tem Medida Administrativa.

153. ( ) Deixar o condutor envolvido em acidente com vítima de prestar ou providen-


ciar socorro à vítima, podendo fazê-lo; de adotar providências, podendo fazê-lo,
no sentido de evitar perigo para o trânsito no local; – Penalidade- multa de 900
UFIR, suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo. E Medida Adminis-
trativa - recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo.

154. ( ) Deixar o condutor de prestar socorro à vítima de acidente de trânsito quando


solicitado pela autoridade e seus agentes ou deixar o condutor, envolvido em
acidente sem vítima, de adotar providências para remover o veículo do local, quando
necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito: São
infrações punidas com penalidade de multa e sem Medida Administrativa.

155. ( ) Constitui infração fazer ou deixar que se faça reparo em veículo na via
pública, nos casos de impedimento absoluto de sua remoção e em que o veículo
esteja devidamente sinalizado.

156. ( ) Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível: Infração - média;
Penalidade – multa; Medida Administrativa - remoção do veículo.

157. ( ) Estacionar o veículo na contramão de direção: Infração - média; Penalidade -


multa; Medida Administrativa de remoção.

158. ( ) Parar o veículo na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de
trânsito rápido e das demais vias dotadas de acostamento: Infração - grave; Pe-
nalidade - multa; e Medida Administrativa de remoção.

159. ( ) Transitar com o veículo na faixa ou pista da direita, regulamentada como de


circulação exclusiva para determinado tipo de veículo, é sempre infração.

160. ( ) Transitar com o veículo na faixa ou pista da direita ou na faixa ou pista da


esquerda, regulamentadas como de circulação exclusiva para determinados ti-
pos de veículo, são infrações graves.

161. ( ) Um caminhão, de grande porte, está transitando direto na faixa da esquerda.


- Infração média.

162. ( ) Transitar pela contramão de direção em vias com duplo sentido de circula-
ção é sempre infração.

163. ( ) Transitar pela contramão de direção em vias com sinalização de regulamen-


tação de sentido único de circulação é sempre infração.
164. ( ) Transitar ao lado de outro veículo é infração.

165. ( ) Deixar de dar passagem aos veículos precedidos de batedores, de socorro


de incêndio e salvamento, de polícia, de operação e fiscalização de trânsito e às
ambulâncias é uma infração gravíssima.

166. ( ) Transitar com o veículo em cima de gramados e jardins públicos é uma


infração gravíssima.

167. ( ) Desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou


de seus agentes é uma infração grave e não tem medida administrativa.

168. ( ) Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço


ou luz indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da mano-
bra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação é uma
infração grave.

169. ( ) Deixar de deslocar, com antecedência, o veículo para a faixa mais à esquer-
da ou mais à direita, dentro da respectiva mão de direção, quando for manobrar
para um desses lados é uma infração grave.

170. ( ) Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado é uma infração média.

171. ( ) Uma moto ao ultrapassar pela direita veículo de transporte coletivo ou de


escolares, parado para embarque ou desembarque de passageiros, em que
não há refúgio de segurança para o pedestre, está cometendo uma infração
gravíssima.

172. ( ) Ultrapassar pela contramão outro veículo onde houver marcação viária longi-
tudinal de divisão de fluxos opostos do tipo linha dupla seccionada ou simples
seccionada amarela - Infração - gravíssima.

173. ( ) Executar operação de retorno ou operação de conversão à direita ou à es-


querda em locais proibidos pela sinalização – são infrações gravíssimas.

174. ( ) Transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a
perturbar a visão de outro condutor ou fazer uso do facho de luz alta dos faróis em
vias providas de iluminação pública – são infrações graves, sem medida adminis-
trativa.

175. ( ) Deixar de sinalizar a via, de forma a prevenir os demais condutores e, à noite,


não manter acesas as luzes externas ou omitir-se quanto às providências neces-
sárias para tornar visível o local, quando tiver de remover o veículo da pista de
rolamento ou permanecer no acostamento ou a carga for derramada sobre a via e
não puder ser retirada imediatamente – são infrações graves e não tem medida
administrativa.

176. ( ) Conduzir o veículo em mau estado de conservação – infração grave.

177. ( ) Conduzir o veículo sem acionar o limpador de pára-brisa sob chuva - Infração
média.

178. ( ) Conduzir o veículo de carga, com falta de inscrição da tara e demais inscri-
ções previstas neste Código; - infração média.
179. ( ) Conduzir o veículo com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou
com lâmpadas queimadas - Infração média.

180. ( ) Transitar com o veículo derramando, lançando ou arrastando sobre a via carga
que esteja transportando ou combustível ou lubrificante que esteja utilizando - Infra-
ção – grave e Medida Administrativa - retenção do veículo para regularização.

181. ( ) Um caminhão com excesso de peso de 2 toneladas, quando aferido por


equipamento, - Infração - média; Penalidade; multa de 380 UFIR e Medida
Administrativa - retenção do veículo e transbordo da carga Excedente.

182. ( ) Conduzir motocicleta, motoneta sem usar capacete de segurança; transpor-


tando passageiro sem o capacete de segurança; com os faróis apagados e sem
placas – são todas infrações gravíssimas; Penalidades: multa total de 720 UFIR
e suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo; Medida Administrativa
de recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo.

183. ( ) Dirigir o veículo com incapacidade física ou mental temporária que compro-
meta a segurança do trânsito; Infração - média.

184. ( ) A aplicação das penalidades previstas neste Código elide às punições


originárias de ilícitos penais decorrentes de crimes de trânsito, conforme dispo-
sições de lei.

185. ( ) A cassação do documento de habilitação dar-se-á sempre quando, suspen-


so o direito de dirigir, o infrator conduzir qualquer veículo;

186. ( ) A critério do agente, não se dará a retenção imediata, quando se tratar de


veículo de transporte coletivo transportando passageiros ou veículo transportando
produto perigoso ou perecível, desde que ofereça condições de segurança para
circulação em via pública.

187. ( ) Ocorrendo infração prevista na legislação de trânsito, lavrar-se-á auto de


infração. A autoridade de trânsito, na esfera da competência estabelecida neste
Código e dentro de sua circunscrição, julgará a consistência do auto de infração
e aplicará a penalidade cabível.

188. ( ) A suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação para


dirigir veículo automotor não pode ser imposta como penalidade principal.

189. ( ) O motorista que tem o hábito de transitar no acostamento para ultrapassar


veículos retidos em engarrafamentos está cometendo simultaneamente duas in-
frações, sujeitando-se a 540 UFIR em multas e perda de 15 pontos;

190. ( ) O proprietário de veículo irrecuperável ou definitivamente desmontável


deverá recorrer a baixa do veículo ao DETRAN.

191. ( ) O órgão executivo de trânsito competente só poderá efetuar a baixa do


registro do veículo após prévia consulta ao CONTRAN.

192. ( ) Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, constitui


infração média.
GABARITO

01. C B D A

02. A seqüência correta é:


1; 2; 9; 3; 3; 5; 1; 11; 3; 1; 1; 9; 5; 6; 6; 11; 7; 11; 7; 9; 9; 10; 11; 11

03. E (Correto = CONTRAN)


04. E (Preferência sempre do pedestre)
05. C
06. E (Somente usado por uma pessoa)

07. E 08. C 09. E 10. C 11. E


12. E 13. C 14. E 15. C 16. E
17. C 18. C 19. C 20. C 21. E
22. E 23. C 24. C 25. E 26. C
27. C 28. E 29. C 30. C 31. C
32. C 33. C 34. C 35. E 36. E
37. C 38. C 39. C 40. C 41. C
42. C 43. C 44. E 45. C

46. F V V V
47. F V V

48. F 49. F 50. F 51. V 52. V


53. F 54. F 55. V 56. V 57. F
58. V 59. F 60. F 61. V 62. F
63. F 64. V 65. F 66. F 67. V
68. F 69. V

70. A seqüência correta é:


4; 2; 3; 1.

71. E E C C E 72. C E C C C 73. E C C C E


74. C C C C E 75. E C E C C 76. E C E C C
77. C E C E C 78. E C E C C 79. C E E C C
80. E C C C C 81. C E C C E 82. E E C E C
83. E C E E E 84. E E E E E 85. C E C C E
86. E C E E C 87. E E E C E 88. C E E C C
89. C E C C E 90. E C E C C 91. C C C E E
92. E E C C C 93. C C C E C 94. E C C E C
95. E E C C E 96. C E E E C 97. C E E C E
98. C E E C E 99. C E E E C 100. C E E C E
101. E E C C C 102. C E E E E 103. E E C C E
104. C E C C E 105. C E C E E 106. C C E E E
107. C C C C E 108. C C C E E 109. C E C C C
110. E C E C E 111. V F F F F 112. V V V V F
113. V V V V V 114. V V V V V

115. E 116. E 117. E 118. E 119. C


120. E 121. E 122. E 123. C 124. C
125. C 126. C 127. C 128. E 129. E
130. E 131. E 132. E 133. E 134. E
135. E 136. C 137. E 138. E 139. E
140. E 141. E 142. C 143. C 144. E
145. E 146. E 147. E 148. C 149. E
150. C 151. E 152. E 153. E 154. C
155. E 156. C 157. E 158. E 159. E
160. E 161. C 162. E 163. C 164. E
165. E 166. C 167. C 168. C 169. E
170. C 171. C 172. E 173. E 174. E
175. C 176. C 177. E 178. C 179. C
180. E 181. C 182. C 183. C 184. E
185. C 186. C 187. C 188. E 189. E
190. C 191. E 192. E
EXERCÍCIOS BASEADOS NA PROVA DA PRF DE 2002:

01. ( ) Considere a seguinte situação hipotética. Um policial rodoviário federal identi-


ficou que um carro movia-se além da velocidade máxima permitida na via e orde-
nou ao condutor que parasse. Porém, essa ordem não foi obedecida e o policial,
embora não tivesse conseguido identificar o motorista, anotou a placa do veículo.
Nessa situação, com base no CTB, o policial não deve lavrar auto de infração,
mas lavrar ocorrência policial, para que a autoridade competente possa apurar a
autoria da infração.

02. ( ) Se um agente de trânsito constatar que um condutor apresenta oito decigra-


mas de álcool por litro de sangue, ele deve recolher o documento de habilitação
desse condutor e reter seu veículo até que se apresente um outro condutor habi-
litado para conduzir o automóvel.

03. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Gustavo, motorista devidamente habilitado, levou seu primo Wilson a um chur-
rasco na casa de um amigo comum, onde o primeiro bebeu um pouco além da
conta. Porém, apesar de ter consciência de que Wilson não tinha Carteira Naci-
onal de Habilitação (CNH) nem Permissão para Dirigir, Gustavo sabia que o primo
tinha habilidade para dirigir e, percebendo que seus reflexos estavam alterados
pelo álcool, Gustavo repassou a Wilson as chaves do carro e pediu que ele os
levasse de volta para casa. Nessa situação, Gustavo incorreu não apenas na
prática de uma infração gravíssima às leis de trânsito, mas também em um crime
que pode ser punido com pena restritiva de liberdade.

Questões 4 e 5

A tabela abaixo ilustra o nível máximo de alcoolemia — presença de álcool no


sangue — aceitável para os motoristas no Brasil e no Estados Unidos da América.

PAÍS ALCOOLEMIA LEGAL


Brasil 6 dg/L
Estados Unidos da América (EUA) 0, 1 g/ 100 mL

04. ( ) O condutor de um automóvel poderia ser considerado impedido de dirigir veí-


culo automotor no Brasil, mas estar legalmente apto a dirigir nos EUA.

05. ( ) Se o condutor de um veículo no Brasil for flagrado, por um agente de trânsito,


dirigindo sob a influência de álcool em nível igual a 0,001 kg por dm 3 de sangue,
ele estará sujeito ao pagamento de multa no valor de 900 UFIR.

Questões 6 a 10:

As ações de respeito para com os pedestres


→ Motorista, ao primeiro sinal do entardecer, acenda os faróis. Procure não usar
a meia-luz.
→ Não use faróis auxiliares na cidade.

158
→ Nas rodovias, use sempre os faróis ligados. Isso evita 50% dos atropelamen-
tos. Seu carro fica mais visível aos pedestres.
→ Sempre, sob chuva ou neblina, use os faróis acesos.
→ Ao se aproximar de uma faixa de pedestres, reduza a velocidade e preste
atenção. O pedestre tem a preferência na passagem.
→ Motorista, atrás de uma bola vem sempre uma criança.
→ Nas rodovias, não dê sinal de luz quando verificar um trabalho de radar da
polícia. Você estará ajudando um motorista irresponsável, que trafega em alta
velocidade, a não ser punido. Esse motorista, não sendo punido hoje, poderá
causar uma tragédia no futuro.
→ Não estacione nas faixas de pedestres.

À luz das informações contidas no texto e da legislação de trânsito, julgue os


itens a seguir:

06. ( ) A propósito do incremento da segurança do trânsito advindo do adequado uso


dos faróis dos veículos, conforme referido no terceiro tópico, é correto afirmar
que, exceto ao cruzar e seguir outros veículos, o uso de luz alta à noite deve ser
utilizado nas vias não-iluminadas, urbanas ou rurais.

07. ( ) A par da recomendação aos motoristas contida no terceiro tópico — cuja


inobservância, durante o dia, não caracteriza infração de trânsito —, os pedes-
tres devem observar a regra, também desprovida de sanção, de que devem circu-
lar pelos bordos da pista, na ausência de acostamento, em fila única, no sentido
contrário ao deslocamento de veículos.

08. ( ) Não é absoluta a preferência, referida no quinto tópico, dos pedestres que
atravessam a via sobre as faixas delimitadas para esse fim, já que, havendo
sinalização semafórica no local, eles só poderão atravessar a via quando o sinal
luminoso autorizar. Entretanto, é absoluta a preferência em faixas onde não este-
jam posicionados agentes de trânsito nem semáforos, requerendo- se,contudo,
que os pedestres dêem um sinal de advertência aos motoristas antes de inicia-
rem a travessia.

09. ( ) O procedimento de advertência descrito no sétimo tópico, embora moralmen-


te reprovável, não caracteriza infração de trânsito.

10. ( ) Se a faixa de pedestres estiver localizada em uma esquina, o condutor que


desobedecer à ultima recomendação do texto não cometerá dupla infração, haja
vista as infrações relativas às condutas descritas no tipo infracional “estacionar o
veículo” não serem cumulativas.

Questões 11 a 14:

Você sabia que ser atropelado a uma velocidade de 60 km/ h, equivale a uma
queda do 11.º andar de um prédio, e a uma velocidade de 80 km/ h, a uma queda
do 20.º andar e já a 120 km/ h, a uma queda do 45.º andar?

11. ( ) Considerando que um atropelamento tenha ocorrido em uma estrada sem


sinalização vertical, quando o veículo se deslocava à velocidade máxima permiti-
da para aquela espécie de via, então o pedestre terá experimentado o impacto de
uma queda do décimo primeiro andar de um prédio.

159
12. ( ) Ao conduzir um veículo com a maior das velocidades referidas no primeiro
tópico do texto, o condutor estará, necessariamente, incorrendo em infração por
excesso de velocidade — na melhor das hipóteses, uma infração grave, já que o
excesso não chega a atingir 20% da velocidade máxima admitida em uma via
rural.

13. ( ) Se o veículo escolar fosse uma Kombi com oito lugares para passageiros, um
motorista habilitado na categoria B não poderia conduzi- lo, ainda que o transpor-
te ocorresse somente em via urbana. Se o fizesse, cometeria infração gravíssi-
ma, sujeita à penalidade de apreensão do veículo e à medida administrativa de
recolhimento do documento de habilitação.

14. ( ) O CTB prevê que constitui circunstância agravante para o infrator o fato de a
vítima de crime de trânsito ter menos de 21 anos de idade na data do evento.

15. ( ) Os novos parâmetros curriculares nacionais estimulam as escolas a traba-


lharem temas como educação para o trânsito em vários momentos e de modo
interdisciplinar, sem que haja necessidade de se criar uma disciplina específica
para tanto.

16. ( ) Os programas de educação para o trânsito deveriam ensinar que constitui


infração de trânsito um pedestre atravessar uma rodovia em local proibido. Nesse
sentido, se um policial observar a prática desse ilícito, deverá autuar o infrator,
que pode ser punido com multa, sanção essa que, em nenhum caso, poderá ser
convertida em advertência escrita ou em participação do infrator em curso de
segurança viária.

17. ( ) Se Maurício, esquecendo- se de que havia um defeito no marcador do nível de


combustível de seu automóvel, deixasse que o combustível de seu veículo aca-
basse e, com isso, desse causa a que o automóvel ficasse imobilizado na via,
então Maurício cometeria infração leve, à qual deveria ser aplicada pena de multa
e medida administrativa de retenção do veículo.

18. ( ) Em uma blitz, se o condutor ouvir o policial emitir sinal de apito consistente de
três silvos breves, então deverá, em atendimento ao comando, interromper o
funcionamento do veículo e apresentar os documentos pessoais e de registro do
veículo à fiscalização.

19. ( ) A perseguição dos dois homens que fugiram para dentro da mata, suspeitos
de terem praticado roubo, poderia ser realizada pelos policiais rodoviários fede-
rais, sem violação da competência legalmente atribuída à PRF.

20. ( ) Ao reter o veículo abandonado, a PRF terá praticado ato definido no CTB
como medida administrativa.

21. ( ) A conduta de abandono do carro na estrada não caracteriza crime tipifica-


do no CTB.

22. ( ) Na situação em que o condutor do veículo evadir- se do local, a notificação da


penalidade de multa porventura imposta, decorrente da infração de desobedecer
ao comando policial para parar, será encaminhada ao proprietário do veículo. O
notificado deverá, então, depositar 50% do valor da multa, para efeito de recorrer
contra a imposição dessa penalidade pecuniária. A autoridade que impôs a multa

160
não poderá exercer juízo de retratação, devendo encaminhar o recurso para julga-
mento por uma das juntas administrativas de recursos de infrações (JARI).
Questões de 23 a 26:

Em frente a uma mercearia, há um cartaz que diz o seguinte.


Entregam- se pedidos feitos por telefone

As entregas são feitas por Alberto, que utiliza uma bicicleta para realizar o serviço.
A partir da situação descrita, julgue os itens a seguir:

23. ( ) Alberto somente poderia conduzir o referido veículo pelo passeio caso hou-
vesse sinalização adequada autorizando esse tipo de circulação.

24. ( ) Caso houvesse grande movimentação de pessoas em um passeio em que


não fosse expressamente permitido conduzir bicicletas, configuraria infração de
trânsito o fato de Alberto, mesmo não estando montado na bicicleta, empurrá-la
sobre o referido passeio.

25. ( ) Se Alberto conduzir sua bicicleta pelos bordos de uma pista de rolamento,
em sentido contrário ao dos carros, então ele cometerá infração para a qual a lei
não prevê penalidade específica e, portanto, se um agente de trânsito flagrar
Alberto cometendo essa infração, deverá ser- lhe imposta a multa aplicada às
infrações de natureza leve.

26. ( ) Se Alberto estivesse montado em sua bicicleta, ele não teria prioridade de
passagem, em relação aos automóveis, em uma faixa de pedestres sem sinali-
zação semafórica, prioridade essa que somente lhe caberia caso ele não estives-
se montado na bicicleta e estivesse empurrando- a.

27. ( ) Se um policial rodoviário federal identificar que um condutor dirige um carro


estando com seus pés descalços, ele deverá multá-lo pela prática de infração
grave, pois o CTB proíbe expressamente que os motoristas dirijam descalços.

28. ( ) Considerando que é moda, em vários locais do país, as mulheres utilizarem


tamancos de sola muito alta e que não se firmam nos pés, é correto afirmar que
a condução de veículos por mulheres que utilizam tais calçados configura infra-
ção de natureza média, punível com multa.

29. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Henrique, após ter dois aparelhos de som furtados de seu carro, decidiu não
mais correr riscos e, em vez de instalar um novo equipamento de som, comprou
um aparelho portátil (walkman) e passou a dirigir com fones nos ouvidos. Assim,
cada vez que ele estaciona o veículo, leva consigo a aparelhagem de som. Nessa
situação, a conduta de Henrique configura infração às leis de trânsito punível com
multa.

30. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Ricardo, recém-casado, viajou para Salvador, onde passou sua lua-de-mel. Du-
rante a viagem, ele dirigiu seu carro, que tem direção hidráulica, com a mão
esquerda ao volante e a mão direita enlaçada à mão de sua esposa. Dirigiu ele
abaixo da velocidade máxima da via e com bastante cuidado, soltando a mão da
esposa cada vez que era necessário mudar a marcha ou acionar equipamentos
do veículo e, após realizar essas operações, voltava a segurar- lhe a mão.

161
Nessa situação, a conduta de Ricardo configurou direção irregular, e, portanto,
um agente de trânsito que a observasse teria o dever de autuar Ricardo pela
prática da infração.
31. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:
Fernando conduzia um caminhão por uma rodovia federal com apenas uma faixa
de rolamento em cada sentido e, devido à carga excessiva que fora posta no
veículo, este não conseguia subir uma determinada ladeira a mais de 35 km/ h,
apesar de a estrada estar em perfeito estado de conservação e de haver ótimas
condições tanto meteorológicas como de tráfego. Gabriel, que conduzia seu au-
tomóvel logo atrás do veículo de Fernando, mantinha a mesma velocidade do
caminhão, pois a sinalização determinava que era proibido ultrapassar naquele
trecho da estrada.

Nessa situação, um agente de trânsito que identificasse essa ocorrência, medi-


ante equipamentos idôneos de medição de velocidade, deveria autuar Fernando
por desrespeito à velocidade mínima permitida na via, mas não deveria autuar
Gabriel.

32. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Roberto solicitou que Helena parasse seu carro em frente ao caixa eletrônico de
um determinado banco, para que ele sacasse algum dinheiro. Helena, então,
parou em frente a uma placa que proibia o estacionamento e, enquanto Roberto
enfrentava a fila do banco, ela esperou dentro do carro, com o pisca- alerta ligado.

Nessa situação, como Helena está esperando dentro do carro com o pisca- aler-
ta ligado, não se configura estacionamento, mas parada, e, portanto, um agente
de trânsito não pode multá-la por ter estacionado em local proibido.

33. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Após a aprovação de Gil em concurso vestibular para ingresso na Universidade
Federal de Minas Gerais, seus pais quiseram presenteá-lo com um automóvel.
Dirigiram- se, então, ao órgão executivo de trânsito competente, objetivando efe-
tivar a troca da placa do veículo usado que haviam adquirido. Foram informados,
então, que a placa iniciada pelas letras GIL, seguida dos números corresponden-
tes ao ano do nascimento do filho, não estava mais afeta a um veículo em circu-
lação, já que, em decorrência da destruição havida em acidente, fora dada baixa
no respectivo registro.

Nessa situação, mesmo com a baixa do registro anterior, não será possível aten-
der à solicitação dos pais de Gil.

QUESTÕES 34 a 37:

Pedro dirigia um veículo automotor que lhe fora emprestado por João e foi parado
em uma blitz, quando um dos agentes de trânsito lhe pediu que exibisse sua
CNH e os documentos de registro e licenciamento do automóvel que dirigia.

A partir dessa situação e sabendo que o CTB define como crime “Dirigir veículo
automotor, em via pública, sem a devida Permissão para Dirigir ou Habilitação” e
como infração “Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório”, julgue
os itens seguintes.
34. ( ) Se o agente de trânsito, ao observar os documentos exibidos por Pedro,
suspeitasse da adulteração de sua CNH e determinasse medida administrativa
de recolhimento desse documento, então Pedro não teria o dever de entregá-lo,
por tratar- se de medida abusiva e ilegal, já que a mera suspeita de adulteração
não pode ser causa de aplicação da referida medida administrativa.
35. ( ) Se Pedro dirigisse um veículo motorizado utilizado em transporte de carga
cujo peso bruto total fosse de 5 t e o agente de trânsito identificasse que Pedro
tinha apenas habilitação na categoria C, então ele deveria lavrar auto de infração
descrevendo o ocorrido, pois Pedro não estaria habilitado para conduzir o referido
veículo.

36. ( ) Se a blitz ocorresse em uma rodovia federal com duas pistas de rolamento,
uma em cada sentido, e o agente de trânsito determinasse que Pedro deveria
estacionar o carro no acostamento da pista de rolamento diversa da que vinha
seguindo, estacionando o carro no sentido oposto ao do fluxo, Pedro deveria
negar- se a realizar tal operação, pois as ordens do agente de trânsito não podem
sobrepor- se ao CTB e este determina que, nas operações de estacionamento, o
veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo.

37. ( ) Se Pedro fosse habilitado, mas houvesse esquecido sua CNH em casa, ele
não teria cometido crime, mas apenas uma infração leve, que o sujeitaria a medi-
da administrativa de retenção do veículo até a apresentação do documento.

38. ( ) Se o condutor de uma motocicleta estiver sob o efeito da substância entorpe-


cente vulgarmente conhecida como cocaína e, em decorrência disso, causar
acidente com vítima fatal, então ele responderá criminalmente pelo homicídio e
pela condução perigosa do veículo. Porém, a conduta do motociclista não poderá
ser enquadrada no tipo que define a embriaguez ao volante, em face da natureza
da substância utilizada.

39. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Rafael vinha se submetendo a tratamento médico, em decorrência de sucessivas
crises de labirintite. Administrada a medicação, as crises, que até então eram
diárias, não mais ocorreram, de modo que, no trigésimo dia de tratamento, Rafa-
el voltou a conduzir o seu veículo, sem consultar o seu médico. Todavia, dois dias
depois, quando se dirigia ao trabalho, houve súbito acometimento da labirintite
em Rafael, que, em decorrência disso, veio a atropelar um transeunte, causando-
lhe lesões corporais graves.

Nessa situação, fica excluída a culpa de Rafael pelo delito, tendo em vista o
acometimento de mal súbito e os cuidados que vinha tendo para o tratamento da
doença.

40. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Ao passar em frente a uma parada de ônibus, conduzindo o seu veículo em
avançada hora da madrugada, Tício avistou um desafeto. Assim, retornou na
avenida, de modo a passar novamente em frente ao inimigo. Quando se aproxi-
mava, então, da parada, acelerou o veículo, arremessando- o contra o pedestre,
causando- lhe morte instantânea.

Para essa situação, há, no CTB, tipo específico que descreve a conduta de Tício,
no qual se prevê, ainda, o atropelamento ocorrido em calçada como causa de
aumento de pena do homicídio.

163
41. ( ) Considere a seguinte situação hipotética.
Um grupo de amigos decidiu realizar um racha, às três horas da madrugada, na
avenida Afonso Pena, principal via da região central de Belo Horizonte – MG.
Acionada, uma equipe de policiais chegou rapidamente ao local, logrando deter
Rodrigo, um dos participantes, em flagrante.

Nessa situação, ao receber a respectiva denúncia, o juiz poderá decretar medida


cautelar de ofício, independentemente de requerimento do Ministério Público ou
de representação da autoridade policial, para efeito de suspender a habilitação
de Rodrigo.

42. ( ) Não comete o crime de omissão de socorro, descrito no CTB, o condutor de


veículo que, passando pelo local de acidente automobilístico imediatamente após
a sua ocorrência, deixa de prestar socorro imediato às vítimas ou de solicitar
auxílio de autoridades públicas.

43. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Fabrício conduzia o seu veículo no sentido norte- sul, em pista urbana sinalizada
com faixa descontínua e desprovida de acostamento. Nessa via coletora, os veí-
culos circulavam nos dois sentidos, cada qual dispondo de apenas uma faixa de
rolamento. Fabrício pretendia entrar à esquerda, em via perpendicular, atraves-
sando o sentido oposto àquele em que transitava.

Nessa situação, Fabrício deverá sinalizar, indicando a intenção de entrar à es-


querda, e, na hipótese de não haver fluxo de veículos no sentido sul- norte, deverá
ceder passagem aos veículos que se deslocam na retaguarda do seu, aguardan-
do que o ultrapassem, para, após, efetuar a conversão.

44. ( ) Considere a seguinte situação:


O eixo rodoviário oeste, em Brasília – DF, é uma via composta de duas pistas
separadas por canteiro — uma para deslocamento no sentido sul- norte e outra,
norte- sul —, cada pista dispondo de duas faixas de trânsito. A velocidade máxi-
ma permitida para o deslocamento de veículos é de 60 km/ h e não existe faixa
exclusiva para ônibus.

Nessa situação, é correto concluir que o condutor de um veículo que circule na


faixa da direita de uma daquelas pistas, ainda que se desloque a 50 km/ h, não
estará obrigado nem a acelerar nem a ceder passagem ao condutor que o siga e
evidencie o propósito de ultrapassá-lo. Todavia, ainda que se desloque a 60 km/ h
pela faixa da esquerda, o condutor deverá tomar a faixa da direita, na mesma
situação de intenção de ultrapassagem mencionada.

45. ( ) Considere o que dispunha o art. 83 do CTB de 1966, revogado pela Lei n.º
9.503/ 1997: “É dever de todo condutor de veículo: (...) Guardar distância de segu-
rança entre o veículo que dirige e o que segue imediatamente à sua frente. Penali-
dade: Grupo 2”. Sabe- se que, sob a vigência daquela norma, a justiça paulista
proferiu julgamento que foi ementado nos seguintes termos: No trânsito pelas ave-
nidas muito movimentadas, não é possível obedecer estritamente à distância de
segurança, pois, se alguém o faz, imediatamente é pressionado pelo condutor que
trafega à sua retaguarda, ou então é ultrapassado por outro motorista que se colo-
ca à sua frente, anulando a disposição regulamentar. Tais informações justificam o
fato de o novo CTB não exigir que o condutor guarde distância frontal de segurança
entre o veículo do condutor e o que se lhe segue à frente.

164
46. ( ) Considere o seguinte trecho, de autoria de Hely Lopes Meirelles.
O desvio de finalidade ou de poder verifica- se quando a autoridade, embora atu-
ando nos limites de sua competência, pratica o ato por motivos ou com fins
diversos dos objetivados pela lei ou exigidos pelo interesse público. O desvio de
finalidade ou de poder é, assim, a violação ideológica da lei, ou, por outras pala-
vras, a violação moral da lei, colimando o administrador público fins não queridos
pelo legislador, ou utilizando motivos e meios imorais para a prática de um ato
administrativo aparentemente legal. Com base nesse trecho, incorre em desvio
de finalidade o policial que aciona o alarme sonoro e a iluminação vermelha inter-
mitente da viatura, sem serviço de urgência que o justifique, para efeito de ter a
circulação facilitada em meio a via de trânsito congestionada.

47. ( ) Considere que, em uma rodovia, o condutor de um veículo veja o sinal vertical
de advertência de parada obrigatória à frente. Nesse caso, o condutor não estará,
sob qualquer circunstância, obrigado a parar no local em que está posicionado o
sinal, por força do seu comando.

48. ( ) Sinais luminosos móveis, posicionados verticalmente, ao lado da pista, com


indicação de saídas, obras, desvios e velocidade permitida, podem ser regular-
mente utilizados nas rodovias brasileiras, e a legislação de trânsito identifica
esse tipo de sinalização como painel eletrônico.

49. ( ) As linhas de divisão de fluxos opostos, contínuas ou seccionadas, são sempre


amarelas, enquanto as de divisão de fluxos de mesmo sentido são sempre bran-
cas. As linhas de bordo podem, excepcionalmente, ser apostas na cor amarela.

50. ( ) Considere a seguinte situação hipotética.


A largura de uma determinada ponte, que liga os bairros A e B, não era suficiente
para a existência de quatro faixas de trânsito. Assim, objetivando aliviar o tráfego
nessa ponte, procedeu- se à criação de uma terceira faixa, de modo que a do
centro foi destinada à utilização nos sentidos A– B e B– A, conforme a intensida-
de do tráfego nos diferentes horários do dia. Com a criação da terceira faixa, a
largura das calçadas laterais foi reduzida e não foi possível a colocação de can-
teiros centrais separando as faixas de fluxos diversos, as quais, por isso, foram
separadas por prismas de concreto apostos em série.

Nessa situação, a ponte não demanda a realização de obra de engenharia, para


efeito de adequar a existência das três faixas de trânsito aos ditames da legisla-
ção, haja vista o CTB admitir a separação de faixas de tráfego por meio de dispo-
sitivos de canalização.

QUESTÕES 51 A 55:
Considere as seguintes situações hipotéticas, envolvendo veículos, velocidades
e vias desprovidas de sinalização regulamentadora de velocidade:

I - trólebus (ônibus elétrico) transitando a 50 km/ h em uma via local;


II - motocicleta transitando a 80 km/ h em via arterial;
III - microônibus transitando a 108 km/ h em uma via de trânsito rápido;
IV - ônibus transitando a 108 km/ h em uma rodovia;
V - caminhão transitando a 80 km/ h em uma via arterial;
VI - camioneta transitando a 95 km/ h em uma estrada;
VII - automóvel transitando a 100 km/ h em uma estrada;

165
VIII -caminhão transitando a 60 km/ h em uma via coletora.
Com relação às situações descritas acima, julgue os itens a seguir, de acordo
com o CTB.

51. ( ) O tipo de veículo que transita nas vias mencionadas nas situações I, II, III e V
é irrelevante para efeito de definição da velocidade máxima permitida.

52. ( ) As situações correspondentes aos dois maiores percentuais de excesso de


velocidade são as de números I e VI.

53. ( ) Somente nas situações I, VI e VII teria cabimento medida administrativa de


recolhimento do documento de habilitação.

54. ( ) As infrações descritas nas situações III e IV são de natureza diversa: grave e
gravíssima, respectivamente.

55. ( ) A infração descrita na situação VIII sujeita o infrator à penalidade de apreen-


são do veículo.

56. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Em uma rodovia em que as velocidades máximas permitidas estão de acordo
com o CTB, embora transitando pela faixa da direita, um trator de rodas passou
por um radar da PRF a uma velocidade de 30 km/ h.

Nessa situação, o condutor do veículo cometeu infração média.

57. ( ) Considere a seguinte situação:


Há algum tempo, já na vigência do atual CTB, alguns telejornais mostraram um
senador argentino, em um posto da PRF no estado do Rio Grande do Sul, receben-
do uma multa por excesso de velocidade. À ocasião, agindo em conformidade com
o comando superior, os policiais condicionaram o prosseguimento do trânsito do
veículo, em direção a Camboriú – SC, ao prévio recolhimento da multa.

Nessa situação, o procedimento adotado estava em consonância com o CTB, que


proíbe o trânsito, pelo território nacional, de veículos licenciados no exterior sem
prévia quitação de débitos de multa por infrações de trânsito cometidas no Brasil.

58. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Em julho de 1999, após o levantamento das informações necessárias, o órgão
competente deliberou construir uma ondulação transversal em determinada rodo-
via, de modo que, no segmento, a velocidade máxima fosse reduzida. Ademais,
em outro segmento, seria colocado um sonorizador.
Nessa situação, a colocação da ondulação e do sonorizador não contrariará a
legislação de trânsito, mas terá de ser realizada em consonância com os pa-
drões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN.

59. ( ) Uma mãe que necessite conduzir os seus quatro filhos, com idades entre
cinco e nove anos, não poderá transportá-los, todos de uma só vez, em um carro
com capacidade para quatro passageiros, pois o CTB proíbe expressamente que
crianças com idade inferior a dez anos sejam transportadas no banco dianteiro.

60. ( ) Em uma via rural de pista dupla, a circulação de bicicletas, no segmento que
atravesse aglomerado urbano, só poderá ocorrer no sentido contrário ao do fluxo
dos veículos automotores se o trecho for dotado de ciclofaixa.

166
61. ( ) Considere a seguinte situação hipotética.
Um automóvel sofreu abalroamento na sua parte traseira, e o serviço de reparos
da lataria foi executado de forma regular, tendo sido necessária, contudo, a reti-
rada da placa, com a conseqüente remoção do lacre, para a realização do servi-
ço. Ao receber o veículo de volta, com a placa colocada no local devido, o propri-
etário não atentou para a ausência do lacre. Meses depois, essa ausência foi
constatada em procedimento de fiscalização durante uma viagem.

Nessa situação, embora não tenha agido com dolo, o condutor cometeu infração
gravíssima, não podendo o veículo ser liberado para a continuidade da viagem em
face da necessária imposição da medida administrativa de remoção do veículo.

62. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Preocupada com os sucessivos aumentos no preço da gasolina, Laura decidiu
alterar o motor do seu veículo para combustão a álcool. Assim, procedeu- se à
modificação em oficina de notória especialização e habilitada a emitir certifica-
ção, após o que Laura dirigiu- se ao órgão executivo de trânsito competente para
efetuar a alteração no registro do veículo, submetendo- o a regular vistoria. Nessa
situação, foi regular o procedimento de Laura, e, não havendo constatação de
problemas na vistoria, o órgão executivo de trânsito competente deverá anotar a
alteração no campo apropriado do Certificado de Registro de Veículo.

63. ( ) Caso a propriedade de um reboque licenciado pelo órgão executivo de trânsi-


to competente seja transferida, o proprietário antigo deverá encaminhar a esse
órgão cópia autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devida-
mente assinado e datado.

64. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Carlos e Júlio, cada qual pai de duas crianças, ajustaram revezar- se no transpor-
te de seus filhos para a escola, no trajeto de ida e volta do município onde resi-
dem ao município onde está sediado o colégio. Atento às idas e vindas diárias
daquelas crianças, um policial, em um posto da PRF, decidiu averiguar a docu-
mentação pessoal de Júlio e do automóvel, de propriedade deste, utilizado no
transporte.

Nessa situação, Júlio deverá apresentar ao policial autorização do órgão execu-


tivo de trânsito do estado da Federação em que reside para transportar escolares
naquele veículo, além de comprovar que é habilitado na categoria D de conduto-
res de veículos automotores.

65. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:


Carlos, proprietário de um veículo com onze lugares para passageiros, faz, se-
manalmente, o transporte de onze colegas para participarem da reunião da insti-
tuição religiosa na qual todos eles se congregam. Cada passageiro paga a Car-
los tão-somente um doze avos da despesa relativa ao combustível gasto no traje-
to de ida e volta entre o município onde residem e aquele em que está sediada a
igreja. Ademais, para a condução de veículos, Carlos é habilitado na categoria C.

Nessa situação, Carlos comete apenas uma infração — a de não estar habilitado
na categoria adequada para o transporte daquele grupo —, já que a situação não
requer licenciamento para transporte de pessoas.

167
66. ( ) Considere a seguinte situação hipotética:
Amanda submeteu- se a todo o processo para habilitar- se na categoria B de
condutores de veículos automotores. Satisfeitos os sucessivos requisitos, foi-
lhe conferida a Permissão para Dirigir, em fevereiro de 2002. Dois meses depois,
quando retirava o veículo da posição em que se encontrava estacionado, Amanda
avançou sem o devido cuidado, abalroando a cadeira de rodas de um transeunte,
arremessando- o ao chão e causando- lhe lesões corporais leves. Essa única
infração cometida foi, então, devidamente anotada no prontuário de Amanda.

Nessa situação, por tratar- se de uma infração de gravidade média, Amanda não
obterá, em fevereiro de 2003, a CNH, devendo reiniciar o processo para a obten-
ção de nova Permissão para Dirigir.

67. ( ) Considere a seguinte situação hipotética.


Deslocando-se pela BR- 050 em veículo utilitário, ao qual fora acoplado um trailer,
Gabriel atendeu ao comando para parar, advindo de policial em um posto da PRF.
Constatada a regularidade da documentação do veículo e do condutor, a viagem
prosseguiu normalmente.

Nessa situação, o condutor apresentou ao policial, certamente, uma CNH, da


categoria C, já que ele não poderia ter apresentado uma Permissão para Dirigir,
pois esta é concedida, previamente à obtenção da CNH, somente na habilitação
inicial, qual seja, às categorias A ou B.

68. ( ) O operador de um trator de esteiras utilizado exclusivamente na derrubada de


árvores de grande porte em uma mata densa localizada em terras particulares
não necessita estar habilitado junto ao órgão executivo de trânsito competente,
em uma das diferentes categorias de condutores de veículos automotores, para
efeito de realizar esse trabalho.

168
GABARITO

01. E 02. C 03. C 04. C 05. C


06. C 07. C 08. E 09. E 10. E
11. C 12. E 13. C 14. E 15. C
16. E 17. E 18. E 19. C 20. E
21. C 22. E 23. C 24. E 25. E
26. C 27. E 28. C 29. C 30. C
31. C 32. E 33. C 34. E 35. E
36. E 37. C 38. E 39. E 40. E
41. C 42. C 43. E 44. C 45. E
46. C 47. C 48. C 49. C 50. C
51. C 52. E 53. C 54. E 55. E
56. E 57. E 58. C 59. E 60. C
61. C 62. E 63. C 64. E 65. C
66. E 67. E 68. C