Jornal da JUVENTUDE MARIANA VICENTINA DE ALFERRAREDE

EDIÇÃO 28

MAIO DE 2011

Maio, mês de Maria
Jesus, na Sua agonia, quis entregar-nos como filhos a Maria, Sua Mãe. Ele sabia que, fracos como somos, precisaríamos sempre de uma poderosa intercessão junto d’Ele e que também seria preciso alguém para nos chamar ao caminho e avisar permanentemente das nossas fraquezas, dos nossos defeitos, das nossas distracções, da nossa falta de tempo para a oração. Por isso, nesse momento, Jesus quis deixar-nos como mãe a Sua Mãe, sabendo já que ao longo dos anos A iria enviar ao mundo, para nos avisar e pedir a oração, a piedade, e a conversão. Sabendo e conhecendo o coração da Sua Mãe, sabia perfeitamente que ao entregar-nos como filhos a Maria, Esta nunca mais deixaria passar um momento que fosse sem que intercedesse por nós, colocando-nos permanentemente frente ao Seu amor e à Sua misericórdia. Jesus conhecia já que a Mãe Lhe iria pedir para visitar os Seus filhos, para os acompanhar e avisar dos perigos e obstáculos dos caminhos do mundo. Sabia bem que a todos Ela estenderia a Sua mão, e a todos mostraria o Seu Filho Salvador, na esperança eterna que nenhum dos seus filhos se perdesse. Jesus conhecia aquele amor de Mãe e sabia que esse amor era inesgotável, pois tinha nascido d’Ele próprio. Conhecia a Sua Mãe e, por isso, sabia que Ela se entregaria totalmente aos Seus filhos, se entregaria totalmente à humanidade, como no momento em que sabendo Sua prima Isabel grávida, tudo tinha deixado para a ir ajudar e servir. Ah, Aquela Sua Mãe!!! Jesus via nitidamente todas as lágrimas que Ela iria chorar por aqueles Seus filhos perdidos nas suas fraquezas. E Ele não resistia às lágrimas da Sua Mãe!!! Por isso, lhe disse: «Mãe, entrego-te todos como teus filhos e dou-te um coração imenso onde todos caberão, todos os dias». Maria, então, abriu os braços e disse: «Vinde a mim meus filhos, encostai-vos ao meu peito. Se estiverdes comigo, estareis sempre com Jesus, porque eu nunca largo a Sua mão, nem mesmo quando desço ao mundo para vos avisar que se vos afastardes do caminho, vos afastais de Jesus, vos afastais do meu regaço e assim é-me mais difícil proteger-vos daquele que vos quer perder». E assim, todos os dias sorrindo, Ela olha para Jesus e diz-lhe: «Vê como são bonitos, vê como Te desejam tanto, mas são tão fracos. Meu Jesus adorado, não olhes às suas fraquezas, mas apenas ao Teu amor e tem misericórdia dos meus filhos». Autor desconhecido VISITE O NOSSO BLOGUE EM: http://www.jmvalferrarede.blogspot.com

Nesta edição:
Maria, Mãe de Deus 2

Curiosidades maria3 nas

JAJ na Comenda

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Encontro Sub16 em Carvalhal Eleição do novo Conselho Nacional da JMV Via Sacra em Alferrarede Dia Jovem Diocesano de EMRC

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XIV Acantonamento JMV em Castelo de 8 Vide

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Pesquisando na Net…

MARIA, MÃE DE JESUS
Apresentação de Maria Maria era a mãe de Jesus de Nazaré, segundo a Bíblia. Acredita-se que tenha nascido em Jerusalém a partir de 15 a.C., embora para alguns estudiosos tenha nascido em Nazaré. Segundo a tradição católica estima-se que a Virgem Maria tenha nascido a 8 de Setembro, num sábado, data em que a Igreja festeja a sua Natividade. Também é da tradição pertencer à descendência de David, sendo seu pai São Joaquim e sua mãe Sant’Ana. De acordo com o costume judaico, aos três anos Maria teria sido apresentada no Templo de Jerusalém, tendo ali permanecido até os doze anos no serviço do Senhor, data em que terá morrido o seu pai. Com esta morte, ter-se-á transferido para Nazaré, onde São José morava. Três anos depois realizar-se-iam os esponsais. E não se encontra mais nenhuma referência ao nome de Maria nos restantes livros do Novo Testamento, salvo em Lucas (11, 27-28): “Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram”.

As sete dores de Maria A historiografia de Maria colhe uma tradição fundada nos evangelhos que venera as Suas Sete Dores; são sete momentos da sua vida em que passou por um sofrimento humano notável: • Primeira dor: A profecia de Simeão; • Segunda dor: A fuga para o Egipto; • Terceira dor: Jesus perdido no Templo; • Quarta dor: Maria encontra o seu Filho com a cruz a caminho do Calvário; • Quinta dor: Jesus morre na Cruz; • Sexta dor: Jesus é descido da Cruz e entregue a Maria nos Evangelhos sua Mãe; O papel que Maria ocupa na Bíblia é bastante discreto. • Sétima dor: O corpo de Jesus é sepultado. Os dados estritamente biográficos derivados dos Evangelhos dizem-nos que era uma jovem donzela virgem, quando concebeu Jesus, o Filho de Deus. Era uma Dogmas da Fé mulher verdadeiramente devota e corajosa. O Evangelho Segundo a doutrina da Igreja Católica, Maria está assode João menciona que antes de Jesus morrer, Maria foi ciada aos seguintes dogmas de fé: • Virgindade Perpétua – Virgem antes, durante e confiada aos cuidados do apóstolo João e a Igreja Católidepois do parto. ca viu aí que nele estava representada toda a humanida• Maternidade Divina – Maria é mãe de Deus. Porde, filha da Nova Eva. que se Jesus é Deus e Maria é mãe de Jesus, logo No total, Maria é dezanove vezes citada no Novo TestaMaria é mãe de Deus. mento, aparecendo nas seguintes passagens: • Imaculada Conceição – Concebida sem a mancha • No aparecimento do arcanjo Gabriel, e no anúndo pecado original. cio de que seria ela a mãe do Filho de Deus, o • Assunção aos Céus – Refere-se à elevação de prometido Messias (ou Cristo) (Lc. 1, 26-56 a Lc. Maria em corpo e alma ao Céu. 2, 1-52; Mt. 1, 2); • Na visitação à sua prima Isabel e Padroeira de Portugal no Magnificat (Lc. 1, 39-56); • No nascimento do Filho de Deus em Belém, na Nas Cortes de Lisboa de 1645-1646, em 25 de Maradoração dos pastores e dos reis magos (Lc. 2, 1- ço de 1646 declarou El-Rei D. João IV que tomava a Nossa Senhora da Imaculada Conceição por padroeira 20); • Na Sua purificação e na apresentação do Menino do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados Jesus no templo (Lc. 2, 22-38); • Na procura do Menino-Deus no templo debaten- de ouro. Ordenou o mesmo soberano que os estudantes da Universidade de Coimbra, antes de tomarem do com os doutores da lei (Lc. 2, 41-50); algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da • Meditando sobre todos estes factos (Lc. 2, 51); Mãe de Deus. • Nas bodas de Caná, na Galileia (João 2, 1-11); D. João IV não foi o primeiro monarca português que • À procura de Cristo enquanto este pregava e no colocou o reino sob a protecção da Virgem Maria, apeelogio que Lhe faz (Lc. 8, 19-21 e Mc. 3, 33-35); nas tornou permanente uma devoção a que os reis por• Stabat Mater - Ao pé da Cruz quando Jesus apon- tugueses recorriam em momentos críticos para o reita a Maria como mãe do discípulo e a este como no: D. João I já tinha deixado nas portas da capital uma seu filho (Jo. 19, 26-27). inscrição louvando a Virgem, e mandado construir • Depois da Ascensão de Cristo aos céus, Maria o Convento da Batalha, na Batalha, e seu companheiera uma das mulheres que estavam reunidas com ro, D. Nuno Álvares Pereira, mandado construir restantes discípulos no derramamento do Espírito o Convento do Carmo, em Lisboa. Santo no Pentecostes e na fundação da Igreja Fonte: Wikipedia Cristã (Actos 1, 14; Actos 2, 1-4).

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Os Mistérios de Maria
A VIRGEM FIEL Em 21 de setembro de 1498 o cardeal francês Jean Bilhères de Lagraulas encomendou a Miguel Ângelo uma imagem da Virgem para a Capela dos Reis de França, para a antiga basílica de São Pedro. Juntando capacidades criadoras geniais a uma técnica perfeita, o artista toscano criou então a sua mais acabada e famosa escultura: a Pietá. O tema vem da Europa do Norte: a dor de Maria sobre o corpo morto do filho. Quando Miguel Ângelo acabou de esculpir a Pietà do Vaticano, alguém lhe perguntou por que representara Nossa Senhora mais jovem que o seu Filho Jesus. O famoso escultor respondeu: “As pessoas enamoradas e fiéis não envelhecem!” Que Nossa Senhora nos ensine a enamorar-nos de verdade e a ser fiéis.

O ROSTO DA MÃE Corria-se a volta à Itália em bicicleta. Na etapa da montanha, os ciclistas escalavam o monte com muita dificuldade. De repente, Bartali saiu do pelotão e, pedalando, pedalando, mantém a fuga e chega isolado a cortar a meta. Fazem-se muitas perguntas, inúmeros comentários sobre a proeza. O próprio Bartali acabou por explicar o sucesso: “Foi muito simples, estava cansado, como todos os meus companheiros. Levantei então a cabeça e olhando a linha do horizonte, fixei a saliência de uma pedra que parecia desenhar o rosto de minha mãe. Veio-me à cabeça a sua preocupação pelos meus irmãos mais novos. Eles precisavam que eu ganhasse aquela etapa. O prémio dos Alpes era muito importante para lhes pagar os estudos. Foi como se eu tivesse tomado uma injecção de energia. Se soubessem como as minhas pernas começaram a pedalar... Vamos, tenho que ganhar! disse para comigo próprio. Quando cortei a meta no meio dos aplausos, senti que aquela etapa tinha sido ganha pela minha mãe. Se ganhamos o Céu, é a nossa mãe do Céu que o ganha para nós. Não o ganhamos sem Ela. Ela puxa-nos para cima, e tem pressa de que o ganhemos. Nas várias etapas da nossa vida, sobretudo se são de montanha, reconheçamos o rosto de Maria, nossa mãe e causa da nossa esperança. Digamos-lhe muitas vezes, ao longo do dia: Minha Mãe, minha confiança.

A BANDEIRA DA EUROPA Em 1950, o Conselho da Europa abriu um concurso para a criação da bandeira da recém-nascida comunidade europeia. Arsene Heitz, artista de 80 anos, de Strasbourg, apresentou vários projectos e um deles representando 12 estrelas sobre fundo azul; foi esta que ganhou. Onde se foi inspirar o artista? Naquela altura andava a ler a história das aparições de Nossa Senhora na Rue du Bac, em Paris, que hoje é conhecida como Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. O artista inspirou-se na imagem de Nossa Senhora da Conceição, que representa a figura do Apocalipse: a mulher vestida de sol, a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa de 12 estrelas. Claro está que nem as estrelas, nem o azul da bandeira da Europa são propriamente símbolos religiosos. Neste sentido Paul Lévy, primeiro director dos serviços de imprensa e informação do Conselho da Europa, quando explicou aos membros da Comunidade Económica o sentido do desenho, interpretou o número das doze estrelas como o algarismo da plenitude, já que na década de 50 não eram 12 nem os membros do Conselho da Europa nem os da Comunidade Europeia. E, talvez sem dar por isso, esta insígnia proposta por Heitz foi adoptada oficialmente no dia 8 de Dezembro de 1955. São muitas coincidências, casualidades, para que não nos seja difícil descobrir, por entre as dobras da nossa bandeira de europeus, o sorriso e o carinho de Nossa Senhora Rainha da Europa, disposta a dar-nos uma mão neste desafio lançado pelo Papa de recristianizar o Velho Continente. Fonte: António Cardigos, “Os Mistérios de Maria”, Editora Rei dos Livros, 1997

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Jornada Arciprestal da Juventude, na Comenda
No passado dia 15 de Janeiro, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede participou na 1ª JAJ (Jornada Arciprestal da Juventude), na Comenda (Gavião), organizada pelo Secretariado da Pastoral Juvenil da Diocese de Portalegre e Castelo Branco. Este encontro reuniu jovens das paróquias do arciprestado de Gavião, mas a JMV de Alferrarede fez questão de estar também presente para dar o seu testemunho de Fé a outros jovens da nossa Diocese. O dia começou bem cedinho, com o acolhimento feito com a animação do MTA (Movimento Teresiano de Apostolado), ao qual se seguiu a apresentação dos objectivos do encontro. Ora, tendo em conta que no mês de Agosto de 2011 decorrerão, em Madrid, as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), onde irão participar alguns jovens da nossa Diocese, um dos objectivos deste encontro era o de reflectir as catequeses propostas para a preparação do grande encontro mundial em Madrid. Por outro lado, esta Jornada visava ainda dar a conhecer a todos os jovens os vários movimentos juvenis existentes na nossa Diocese (JMV, MTA, Convívios Fraternos, Encontros de Pré-Seminário, Movimento da Mensagem de Fátima, entre outros), uma vez que aqueles que pretendem ser pedra viva na Igreja de Cristo e que andam perdidos sem saber como participar, poderão optar por fundar um destes movimentos na sua paróquia, sendo uma forma de viver a sua fé enraizados em Cristo, vivendo os carismas do respectivo movimento. Assim, da parte da manhã os jovens foram divididos em grupos, tendo cada grupo debatido as catequeses propostas, relacionadas com a amizade e os amigos. Da parte da tarde, foi altura para o representante do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil – o Padre Rui Rodrigues – fazer uma apresentação das Jornadas Mundiais da Juventude, em jeito de convite à participação de todos os jovens. Após esta apresentação, seguiu-se uma tarde de testemunhos, em que os responsáveis de cada um dos movimentos juvenis existentes na diocese apresentou o respectivo movimento aos restantes jovens. No final da tarde, os jovens receberam a visita do Senhor Bispo, D. Antonino Dias, que celebrou a Eucaristia na Igreja da Comenda, a qual foi seguida de um jantar-banquete, oferecido pela Comunidade da Comenda. À noite, os jovens puderam aproximar-se mais do Pai, através da oração, uma vez que participámos numa Vigília Taizé, uma experiência bastante diferente daquelas a que estamos habituados, mas bastante profunda, principalmente devido ao espírito que se criou através da adoração com cânticos. Em suma, este dia foi uma óptima experiência, quer pelo facto de termos estado com outros jovens que, como nós partilham o amor a Cristo, quer porque vivemos momentos espiritualmente muito enriquecedores, quer ainda porque tivemos a oportunidade de partilhar com outros jovens o que é ser JMV e porque ficámos a saber a forma como cada um dos movimentos vive a sua Fé em Cristo. António Clemente — Presidente

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Cantares das Janeiras
Nos dias 6 e 7 de Janeiro, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede saiu às ruas da nossa paróquia para cantar as Janeiras a todos os que nos abriram as portas dos seus lares. Contra a chuva que se fez sentir em ambos os dias, e ao som de vozes melódicas, acompanhadas de variados instrumentos, quisemos manter esta tradição, levando a cada casa a mensagem de que Cristo Salvador tinha nascido, nascido para todos nós, sem excepção. Para o próximo ano, podem continuar contar com a nossa presença, para de novo espalhar a mensagem que Ele nos deixou. Afinal, esta é também uma forma de evangelizar! António Clemente — Presidente

Encontro Sub16 da Região Sul da JMV, em Carvalhal
De 4 a 7 de Março teve lugar o Encontro Sub16 da região sul da Juventude Mariana Vicentina. Este encontro, que teve lugar bem perto de nós, no Centro Local do Carvalhal, reuniu os jovens até aos 16 anos, que pretendem iniciar a sua caminhada na JMV ou que iniciaram há pouco tempo. Este encontro incidiu sobre o tema “Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”, e foi desenvolvido no sentido de, em primeiro lugar, alertar os jovens para o papel podem e devem desempenhar na sociedade actual, participando activamente e não alhear-se do que os rodeia. Em segundo lugar, os jovens foram chamados a atenção para o papel que devem desempenhar na Igreja, uma vez que eles são a Igreja de amanhã, são aqueles que, fiéis conhecedores da palavra de Deus, representarão os braços de Cristo. Durante este encontro, fomos convidados a descobrir os vários papéis (serviços) que os jovens podem desempenhar na Igreja: acólito, leitor, salmista, coro, responsável pela ornamentação, comentador da Palavra de Deus, Ministro Extraordinário da Comunhão, entre outros. Foi o espaço propício para conhecermos actividades que, à primeira vista, nos poderiam parecer estranhas, mas que são muito importantes, pois são as “pedras vivas” que sustentam a nossa Igreja. Houve ainda espaços de oração neste encontro, tendo a Celebração Mariana de Sábado à noite sido o ponto alto, no qual os jovens de uniram para rezar a Maria, nossa Mãe do Céu. Nesta celebração foi feita também a admissão e a passagem de etapa de alguns jovens. No Domingo foi dia de grande nervosismo, uma vez que a Eucaristia Dominical, animada pela JMV, foi transmitida em directo pela TVI. Foi uma responsabilidade acrescida, tendo em conta que todos queriam que nenhum pormenor fosse descurado. O dia de Domingo terminou com um festejo típico da época, o tradicional baile de máscaras, no qual cada centro local desfilou de acordo com o tema escolhido. Penso que, após estes quatro dias, todos os jovens regressaram mais cheios às suas casas: os mais novos, porque se sentiram despertos para a missão que lhes é confiada na sociedade em geral e na Igreja em particular; os mais velhos (nos quais eu me incluo), porque foram quatro dias em que nos entregámos de corpo e alma para lhes mostrar o quanto valem e o quanto Cristo conta com as nossas mãos para mudar o mundo. Finalmente, quero deixar um profundo agradecimento ao grupo do Carvalhal, pela excelente organização da logística do Encontro, especialmente às mães que para nós cozinharam durante os quatro dias, à Bruna (“filha” de Alferrarede) e ao Senhor Padre Pedro Tropa. António Clemente — Presidente

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Celebração Mariana em Casais de Revelhos
Com o objectivo de rezar a Maria, nossa Mãe, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede realiza mensalmente uma celebração mariana, aberta a toda a comunidade paroquial. Estas celebrações costumam realizar-se na Igreja de Alferrarede no sábado seguinte ao dia 13 de cada mês. No entanto, tendo em conta que a nossa paróquia abrange Alferrarede, Alferrarede Velha e Casais de Revelhos, e com o objectivo de despertar nos jovens de toda a paróquia o espírito de oração e de entrega a Cristo, a JMV propôs ao nosso pároco, Senhor Padre Carlos Almeida, que estas celebrações marianas se realizassem também em Alferrarede Velha e nos Casais de Revelhos, alternadamente. Assim, no dia 19 de Fevereiro, realizámos uma celebração mariana na Igreja de Casais de Revelhos, que contou com a presença de muitas pessoas da comunidade local, deixando os jovens da JMV cheios de alegria por contagiaram outras pessoas na devoção à Virgem Maria. Nesta celebração, em que orámos a Maria, Mãe dos Doentes, pedimos por todos os que se encontram fisicamente doentes, bem como por aqueles que levam uma vida que os torna espiritualmente doentes, para que Maria ilumine o seu caminho. Queremos continuar a contar com a presença de todos para, juntos, orarmos a Nossa Senhora, tal como Ela pediu aos Pastorinhos quando apareceu em Fátima, em 1917. Ana Lúcia Delgado — Vogal Mariana

Torneio Desportivo JMV no Catujal
Este ano realizou-se mais um Torneio Desportivo JMV, organizado pelo Centro Local do Catujal, nos dias 26 e 27 de Março. Neste torneio participaram seis jovens do grupo JMV de Alferrarede, os quais jogaram nas modalidades de futebol e voleibol. No final do torneio, a equipa de Alferrarede não regressou a casa de mãos a abanar, tendo arrecadado o prémio de equipa com melhor equipamento. Muitos parabéns a todos os que participaram no torneio, e um especial agradecimento ao Centro Local do Catujal, pela excelente organização do evento e por demonstrar o quanto também o desporto pode unir os jovens a Cristo. João Clemente — Tesoureiro

Eleição do novo Conselho Nacional da JMV para o triénio 2011-2014
No Sábado, 2 de Abril, representantes de todos os grupos JMV de todo o país reuniram-se em Fátima, na Casa da Medalha Milagrosa, para a eleição do novo Conselho Nacional da Juventude Mariana Vicentina, para o triénio 20112014. Foram eleitos os seguintes jovens: PRESIDENTE: Ricardo Ferreira (Paialvo) SECRETÁRIA: Cecília Teixeira (Refontoura) TESOUREIRA: Sílvia Fialho (Catujal) Os restantes vogais nacionais irão ser escolhidos pelo Conselho Nacional agora eleito. Desejamos que o Espírito Santo ilumine estes jovens na jornada que irão iniciar e que, inspirados por Maria e São Vicente de Paulo, orientem a associação de acordo com os carismas que presidiram à sua criação. João Pedro — Vogal de Imprensa

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Via Sacra pelas ruas da Paróquia de Alferrarede
No passado dia 9 de Abril a Juventude Mariana Vicentina realizou, em conjunto com os outros grupos e movimentos da paróquia e restante comunidade, a tradicional Via Sacra pelas ruas de Alferrarede. Este ano teve início no Largo do Teatro e terminou na Igreja de Alferrarede Velha. Durante o percurso, foram representadas, através de quadros vivos representados pelos jovens, as catorze estações do percurso que conduziu Jesus ao Calvário. Foi uma excelente oportunidade para vivermos mais intensamente a nossa quaresma, tempo de preparação para a Páscoa, em que recebemos Cristo Ressuscitado. Sofia Aparício – Vogal de Imprensa

Dia Jovem Diocesano de EMRC
No passado dia 5 de Abril realizou-se o Dia Jovem Diocesano de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), em Alcains e na cidade de Castelo Branco. Da parte da manhã as turmas foram divididas em dois grupos, um dos grupos fez as actividades em Alcains, enquanto o outro fazia em Castelo Branco. O objectivo principal era sensibilizar os jovens para a vivência dos valores cristãos e para a importância do voluntariado. Na Vila de Alcains, onde o grupo de Abrantes esteve, fizeram-se várias actividades em que se apelava à ajuda ao próximo e à libertação da vida rotineira e egoísta. Os alunos foram também divididos em pequenos grupos, cada um com sua letra, onde escreveram uma pequena reflexão sobre a melhor forma de ajudar o próximo e porque o fazemos. Depois de almoço, todos os grupos da diocese reuniram-se nas docas de Castelo Branco, vários artistas, grande maioria alunos de moral, demonstraram as suas habilidades. Um grupo musical, os “Dinamite”, cantou algumas músicas e grupos de dança e ginástica rítmica demonstraram o seu talento. Não faltou o discurso do Senhor Bispo, D. Antonino Dias, onde saudou os jovens que invadiram as docas. O espectáculo teve a apresentação e coordenação do secretariado da pastoral juvenil e vocacional, em particular do Padre Rui Rodrigues, que teve um papel muito activo na dinamização dos jovens. Podemos concluir que foi um dia muito enriquecedor, não só para os jovens, mas também para a organização e para os professores e párocos que os acompanharam. A quantidade de jovens ali presente provou que a Igreja católica continua com muito jovens activos e dinâmicos, prontos para inovar e aperfeiçoar a igreja. João Pedro — Vogal de Imprensa

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XIV Acantonamento JMV, em Castelo de Vide
Nos passados dias 15 a 19 de Abril realizou-se o XIV Acantonamento JMV e, desta vez, na vila de Castelo de Vide, onde se contou com a participação de 40 jovens, sendo que, 7 destes jovens eram de Alferrarede. Teve inicio às 19h do dia 15 com a chegada do Expresso que trazia a maioria dos participantes. Fizemos um jantar rápido para que nos pudéssemos juntar à população para participar na Via Sacra (que, saliento aqui, ficou muito bem representada pela comunidade de Castelo de Vide). No Sábado os animadores fizeram a abertura do tema do encontro, que este ano foi: “Tu és a minha Fé, a minha Esperança”. Desde esta altura, e até segunda-feira à tarde, os jovens estiveram a reflectir e a esmiuçar os Sacramentos, pois será que Deus é mesmo a minha Fé e a minha Esperança? Esta foi das perguntas fundamentais de todo o encontro. Quanto às Celebrações realizadas (pois, porque acima de tudo somos jovens católicos), realizou-se no Sábado a Celebração Penitencial, no Domingo animámos a Eucaristia e na parte da tarde participámos com a comunidade na Procissão do Senhor dos Passos; na segundafeira realizou-se a Celebração Mariana para vincar o nosso sentimento por Maria. Na Celebração Mariana, como tem acontecido há já uns anos atrás, dá-se a oportunidade dos jovens fazerem a consagração a Maria. Este ano foram consagrados 13 jovens, dos quais 2 são de Alferrarede. Na segunda-feira de manhã contámos ainda com a boa disposição da Irmã Patrícia, da Congregação das Irmãs Apresentação de Maria, também ela outrora uma jovem Mariana Vicentina, que nos falou um pouco sobre vocação, sobre os Sacramentos e onde nos ofereceu um pouco da sua dinâmica. Terça-feira foi então o dia da tão indesejável despedida pois o encontro foi realmente muito importante para todos nós e que nos deixa a todos com uma grande saudade. Andreia Albino — Vogal de Formação

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Testemunhos do XIV Acantonamento JMV
Para mim, este Acantonamento foi, sem dúvida, o melhor de todos em que estive presente... Foi o Acantonamento onde me diverti, ri, cantei, toquei, eu sei lá... Já não me conhecia assim, não mesmo. E para quem que, como eu, quando entrou para a JMV era um “papa-encontros”, sempre em altas, sempre afundo, me vejo voltar aos meus primórdios de JMV, sinto que foi verdadeiramente espectacular! Mas tal só foi possível devido aos "caloiros". Não me lembro de um Acantonamento onde tenha participado com tantos jovens a participar pela primeira vez: vocês trouxeram alegrias aos nossos corações, dinâmica, simplicidade, simpatia… Confesso que, no início do encontro, estava bastante céptico e com medo que metade dos mais novos fossem embora, porque no início isto assusta, mas depois... é melhor que chocolate Raposa velha que é raposa velha tem de chorar baba e ranho... e a cada ano que passa é pior. Um ano após a minha consagração, ver outros jovens a consagrarem-se foi emocionante. Sentir, não de forma igual, mas muito próximo, o mesmo sentimento que senti... o calor, o amor... foi deveras LINDO. Para terminar, quero agradecer a todos a ajuda incansável e disponibilidade que demonstraram. E, por último, agradecer à minha companheira de trabalho na cozinha, pois fez um trabalho fantástico. Não me consigo imaginar a fazer o mesmo trabalho com outra pessoa da mesma maneira. Pedro Loureiro — Vogal de Liturgia Este já foi o meu 7º acantonamento e quando eu pensei que já tinha vivido e sentido todas as sensações de ser uma JMV, este encontro mostrou-me precisamente o contrário. Não sei se pelo facto de pertencer à organização ou de ter sido animadora, mas recebi muito mais do que aquilo que dei. Senti-me abençoada por Maria durante todo o encontro e isso reflectiu-se bem nos momentos que vivi e nas pessoas que conheci. Quero salientar que houve pessoas muito importantes naquele encontro que me fizeram encher o coração, elas saberão quem são. Este foi um encontro que fez desejar já o próximo. Andreia Albino — Vogal de Formação Olá a todos! Este ano foi a primeira vez que participei no acantonamento. Gostei muito de lá estar, fiz muitas grandes amizades e adorei a minha animadora. Foi tudo excelente e levei para casa todos eles no coração. Tiago Ferrão — Vogal de Caridade O acantonamento foi, sem dúvida alguma, o meu melhor encontro na JMV, não tenho dúvidas disso. Conheci pessoas fantásticas! Pessoas que não se devem esquecer nunca. Este encontro ficou-me marcado pela minha consagração a Nossa Senhora: alguns diziam-me que eu não estava preparado, outros diziam que eu não era capaz, que só ia fazer por fazer, mas não! Eu sentia que tinha de fazer, sentia-me preparado, e foi mesmo muito marcante! Estávamos ainda a ler terceira linha e começámos todos a chorar. Foi mesmo muito marcante. Nunca esquecerei aquele momento. Também gostei muito quando nos juntámos à volta de uma fogueira, onde os que tinham feito a consagração estavam a contar como era. Quase todos diziam que era assustador. Eu não percebo porquê, porque eu não senti medo algum. Simplesmente, naquele momento não se sente nada... É único! Só quem faz a consagração é que sabe como é. Todos os momentos do encontro foram bons. Adorei a minha comunidade. Foi bom, mesmo muito bom estar com eles. No final do encontro começaram quase todos a chorar. Eu também chorei muito e não me arrependo disso. Resumindo: quem nunca foi ao acantonamento, faça o favor de ir, porque é único, não há palavras. David Ribeiro – Vogal de Caridade

JORNAL “SOMOS GRITO” PROPRIEDADE DA JUVENTUDE MARIANA VICENTINA DE ALFERRAREDE FICHA TÉCNICA REDACÇÃO António Clemente Sofia Aparício João Paulo Pedro COORDENAÇÃO E COMPOSIÇÃO António Clemente

Livros sobre Maria
TÍTULO: “Um mês com Maria — 31 imagens bíblicas” AUTOR: Gianfranco Ravasi EDITORA: Paulos ANO: 2010

TÍTULO: “Os Rostos de Maria na Bíblia” AUTOR: Gianfranco Ravasi EDITORA: Paulos ANO: 2008

TÍTULO: “Os mistérios de Maria” AUTOR: António Cardigos EDITORA: Rei dos Livros ANO: 1997

Oração: Magnificat
COLABORADORES Restantes elementos do grupo JMV de Alferrarede
Neste mês de Maio, mês de Maria, nossa Mãe do Céu, partilhamos uma oração/cântico sobejamente conhecido, mas cujas palavras merecem sempre ser recordadas: o Magnificat. O Magnificat (também conhecido como “Canção de Maria”) é um cântico cujo texto vem directamente do Evangelho segundo Lucas, onde é recitado pela Virgem Maria na ocasião da Visitação de sua prima Isabel. Na narrativa, após Maria saudar Isabel, que está grávida com aquele que será conhecido como João Batista, a criança mexe-se dentro do útero de Isabel. Quando esta louva Maria por sua fé, Maria entoa o Magnificat como resposta.

Pode contactar-nos através do e-mail: jmv.alferrarede@gmail.com

VISITE O NOSSO BLOGUE EM: http://www.jmvalferrarede.blogspot.com

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