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ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS

MATERIAIS E PATRIMONIAIS
Unidades 04

Sistemas de Análise
Gestão de Estoques
Gráficos de Estoques
Custos de Estocagem
Análise de Valor

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SISTEMA DE ANÁLISE

Fazer & Comprar


As perguntas que devem ser respondidas, antes desta decisão,
podem ser resumidas da seguinte forma:
• Pode-se fabricar por custo mais barato do que o preço de venda do mercado?
• Pode-se obter, pelo mesmo preço, melhor qualidade no produto por nós
fabricado?
• Fabricando fora, será possível manter o segredo de nossa produção?
• Deve-se assegurar o fornecimento desse artigo ou matéria-prima?
• As instalações e mão-de-obra podem ser utilizadas mais produtivamente e
com maior rentabilidade em outros serviços?
• Tem-se capital suficiente para financiar a própria produção ou seria melhor
comprar?
• Quer-se manter um fornecedor para dispor de uma fonte de suprimento em
caso de acidente ou aumento de produção?
• Não há matéria-prima; tem-na o fornecedor?

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SISTEMA DE ANÁLISE

Fazer & Alugar


Vantagens de se alugar:
2. O aluguel é uma despesa e assim pode ser deduzido do lucro, em proporção
muito maior do que a depreciação de um equipamento comprado, reduzindo-
se desta forma o imposto a pagar.
3. Facilidade de manutenção, pois é feita pelo proprietário.
4. Evita a obsolescência.
5. Evita dispêndio de capital, deixando-o livre para outras atividade e/ou
produtos.

Desvantagens de se alugar:
• Aumento periódico do aluguel.
• Para alguns tipos de equipamento e/ou máquinas, em 30 meses de aluguel
dará para adquirir um novo.
• Dependência técnica do fabricante do equipamento e/ou máquina.

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MÉTODO DE CONTROLE DE ESTOQUES

Custo de posse – é proporcional a quantidade e ao


valor unitário de cada item estocado.

Registro de estoque – são anotações puras de


movimentações existentes no estoque.
É uma “ação estática”.

Controle de estoque – são baseados nos registros e


através dele são tomadas decisões pertinentes ao
planejamento.
É uma “ação dinâmica”.
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MÉTODO DE CONTROLE DE ESTOQUES
Nº Data Documento Operação Quant. Ef Ee Ed Cp Et
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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUE
Dimensionar e controlar os estoques é um tema importante.
Descobrir fórmulas para reduzir estoques sem afetar o processo
produtivo e sem o crescimento dos custos é um dos maiores desafios
que os administrados e empresários estão encontrando nessa época
de escassez de recursos.

A. SISTEMA DE DUAS GAVETAS


• Método mais simples de controle de estoque.
• Imaginemos 02 (duas) gavetas ou 02 (duas) caixas - “A” e “B”.
• O estoque que inicia o processo é armazenado nessas duas caixas ou
gavetas.
• A caixa “A” tem uma quantidade de materiais suficiente para atender ao
consumo durante o tempo de reposição, mais o estoque de segurança
(Es).
Q = [C • Tr] +Es

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Caixa A Caixa B

• A caixa “B” possui um estoque equivalente ao consumo previsto no período.


• As requisições de material que chegam ao almoxarifado são atendidas pelo
estoque da caixa “B”. Quando esse estoque chegar a zero (caixa vazia), isso
indica que deverá ser providenciada uma reposição de material (Pedido de
Compra).
• Para não interromper o ciclo de atendimento, passa-se a atender as
requisições pelo estoque da caixa “A”.
• Nesse intervalo, deverá ser recebido o material comprado quando a caixa “B”
foi a zero.
• Deve-se então, completar o nível de estoque da caixa “A”, e o saldo
complementara caixa “B”, voltando-se a consumir o estoque da caixa “B”.
• A grande vantagem desse método consiste numa substancial redução do
processo burocrático de reposição de material.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
B. SISTEMA DOS MÁXIMOS - MÍNIMOS
• Se tivéssemos conhecimento do consumo exato do material num período
pré-determinado ; a dificuldade de determinar o Ponto de Pedido
(ressuprimento) não existiria.
• As condições ideais são utópicas, porque o estoque estaria zerado assim
que o material comprado fosse recebido (Estoque Teórico).
• Pelas dificuldade para determinação do consumo e pelas variações do
Tempo de reposição é que usamos o Sistema de Máximos e Mínimos,
também chamado de sistema de quantidade fixas.
• O sistema consiste em:
a. Determinar os consumos previstos
b. Fixar o período de consumo previsto
c. Calcular o Ponto de Pedido em função do tempo de Reposição
d. Calcular os estoques máximo e mínimo
e. Calcular o lote de compra

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

• Identificamos todos os níveis de estoque e concluímos que o Ponto


de Pedido (Pp) e o Lote de Compra (LEC), são fixos e constantes, e
as reposições são em períodos variáveis, sempre acontecendo
quando o nível de estoque alcançar o Ponto de Pedido.

• As principais vantagens desse método é uma razoável automatização


do processo de reposição, que estimula o uso do Lote Econômico, em
situações em que ele pode ser usado naturalmente.

• Abrange os itens da Classe A, B e C.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
C. SISTEMA DAS REVISÕES PERIÓDICAS

Nesse sistema o material é reposto periodicamente em ciclos de


tempos iguais, chamados períodos de revisão.

• A quantidade pedida será a necessidade da Demanda (D) do próximo


período. Considera-se também um Estoque de Segurança (Es). Eles
serão determinados de forma a prevenir o consumo acima do norma e os
atrasos de entrega durante o período de revisão e o tempo de reposição.

• Deverá, nesse sistema, ser programadas as datas em que deverão ser


realizadas as reposições de material e os intervalos são iguais.

• A análise deverá ser feita considerando o Estoque Físico (Ef) existente, o


consumo no período de tempo, o tempo de reposição e o saldo de pedido
(compras pendentes) no fornecedor.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

A grande dificuldade desse método é a determinação do período


entre as reposições; diversos aspectos devem ser analisados:

a. Uma periodicidade pequena entre as revisões acarreta um


Estoque Médio (Em) alto ( aumento no custo de armazenagem);

b. Uma periodicidade alta entre as revisões acarreta baixo


Estoque Médio (Em) e como consequência um aumento no custo do
Pedido e risco de Ruptura do Estoque.

• Para minimizar os riscos, devem ser calculadas revisões para cada


material estocado ou para classe de materiais de acordo com os objetivos
operacionais e financeiros da empresa.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

• A escolha de um calendário para as revisões é também de importância


fundamental para:

- Definir o volume dos materiais a comprar;

- Listar os itens de uso comum para serem processados


simultaneamente;

- Executar uma compra única;

- Efetuar compras e entregas programadas, optando pela determinação


das periodicidades mais convenientes das necessidades.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
D. MRP MATERIAL REQUIREMENT PLANNING
CÁLCULO DA NECESSIDADE DE MATERIAL
O MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais) é um sistema de inventário
que consiste em tentar minimizar o investimento em inventário. Em suma, o
conceito de MRP é obter o material certo, no ponto certo, no momento certo. Tudo
isto através de um planejamento das prioridades e a Programação Mestra de
Produção.
Este sistema tem funções de planejamento empresarial, previsão de vendas,
planejamento dos recursos produtivos, planejamento da produção, planejamento
das necessidades de produção, controle e acompanhamento da fabricação,
compras e contabilização dos custos, e criação e manutenção da infra-estrutura de
informação industrial.
A criação e manutenção da infra-estrutura de informação industrial passa pelo
cadastro de materiais, estrutura de informação industrial, estrutura do produto (lista
de materiais), saldo de estoques, ordens em aberto, rotinas de processo,
capacidade do centro de trabalho, entre outras.
A grande vantagem da implantação de um sistema de planejamento das
necessidades de materiais é a de permitir ver, “rapidamente”, o impacto de
qualquer replanejamento. Assim pode-se tomar medidas corretivas, sobre o
estoque planejado em excesso, para cancelar ou reprogramar pedidos e manter os
estoques em níveis razoáveis.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
• Metas do MRP
• De modo geral, a implantação de um sistema MRP visa:

• Diminuir custos de estocagem e movimentação


• Tempo de vida e controle de validade em casos de produtos perecíveis.
Além disto, o produto pode sofrer alterações de modelo, por exemplo.
• Atendimento ao cliente
• Diminuir a improdutividade. A produtividade pode ser atingida e afetada
por falta de materiais, tempo de preparação, quebra de máquina, hora extra,
variação na equipe, etc.
• Previsibilidade, incluindo a manutenção dos equipamentos, a previsão de
compras e produção.
• Capacidade da instalação para o atendimento, ou seja, a capacidade de
atendimento ao cliente.
• Diminuir o custo de materiais e transporte.
• Diminuição do custo de obtenção.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
• Funções e atividades que devem ser analisadas pelo sistema MRP
• Previsão de vendas - Prever e antecipar a necessidade do cliente. Planejar e replanejar com
vistas à previsibilidade constituem-se em uma das funções do MRP. Através desta função do
sistema MRP pode-se programar compras e produção.
• Plano mestre - Para este planejamento ou replanejamento, o desenvolvimento de um plano
mestre se faz necessário para planejar o quanto será produzido esta semana, na semana seguinte,
na outra, etc. No entanto não é porque planejamos vender 100 unidades que iremos produzir 100.
Nem sempre o planejado corresponde a necessidade das vendas. Se há sazonalidade, por
exemplo, por ser produzido mais por um certo período, para atender as necessidades do pico de
vendas. A alta administração também deve perceber que o fluxo de caixa está implícito no plano
mestre, e chamá-lo de plano global.
• Liberação de ordens - Esta atividade envolve compra, produção e a definição, alteração ou
revisão, ou seja, quando e quanto. São decisões tomadas a todo o instante, independentemente do
número de itens envolvidos, se 1.000, 2.000 ou 50.000 itens.
A liberação das ordens está ligada ao plano mestre, sendo ele o responsável pelas decisões
tomadas para o produto final.
• Follow-up ou planejamento de prioridade - Existem normalmente 2 tipos de
seguimentos, ambos consideram as ordens já liberadas para compra ou produção. Eles são
seguimentos de compras, com as ordens de compra, e de controle de produção com as ordens de
produção.
• Planejamento da capacidade - Podemos chamar de Planejamentos da Capacidade a
função do MRP que consiste em constatar se existem altos e baixos ou ainda sobrecarga de
capacidade, podendo se tomar as ações necessárias. Exemplo: Vendas quer um pedido novo. É
possível verificar se ele pode ser atendido sem afetar os já existentes.
• Manutenção dos registros - Além do controle do estoque é importante a atualidade da
lista de material. Através da contagem cíclica ou inventário rotativo podemos conseguir a
proximidade à realidade do estoque.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
• Demonstração
Para evitar falta ou excesso dos materiais envolvidos, a explosão
líquida total por produto finalizado, pode ser demonstrada da seguinte
forma:

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
• Natureza da demanda para o MRP:
Independente
Quando não está relacionada com nenhum outro item. Neste caso deve
ser prevista e projetada através de técnicas específicas de previsões
(vide figura abaixo).
Dependente
Quando está relacionada ou depende de outro item. Esta demanda
deve ser calculada. (vide figura abaixo)

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
• Estrutura do produto ou lista de materiais
Na figura abaixo vemos a estrutura do produto explodida. Esta estrutura
do produto é baseado na emissão de ordens em uma demanda
calculada a partir do programa de montagens. Para que isto aconteça é
necessário uma “Lista de Material”, ou “Lista de Peças Estruturada”.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

• Cálculo das necessidades de materiais


Para o efetivo cálculo das necessidades de materiais deve-se
considerar a estrutura do produto com os níveis de fabricação, a
quantidade do lote de compra, o tempo de reposição para cada
componente (comprado ou fabricado internamente), as necessidades
das peças baseados no programa-mestre, o uso de cada peça,
atentando-se para a sua utilização também em outros produtos, e o uso
de cada peça, levando-se em conta que ela pode ser usada no mesmo
produto em diversos níveis.
Para determinação da quantidade a ser comprada, pode-se escolher
diversos métodos de acordo com as necessidades reais, tais como:
Quantidade fixa, lote econômico, lote a lote, ou reposição periódica.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
Carteira de Previsão de
Pedidos vendas
Programa-mestre
de produção

Listas de Materiais - Planejamento das Capacity


Estrutura do Produto Requirementes Plans
Necessidades de Materiais

Ordens de
compra Registros de
Ordens de
Estoque
fabricação
MRP - Visão Geral:
• Liberação de ordens de compra e fabricação
• Verificação das necessidades de capacidade
• Relatórios diversos
• Registros de estoque (acomp. do inventário) - itens fabricados ou comprados.
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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

E. MRPII MANUFACTURING RESOURCES PLANNING


PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE MANUFATURA

• Objetivos:

Permite o cumprimento dos prazos de entrega dos pedidos dos cliente


com mínima formação de estoques, planejando as compras e a produção
de itens componentes para que ocorram apenas nos momentos e nas
quantidades necessárias, nem mais, nem antes, nem depois.

• Princípios Básicos:

Cálculo de necessidades através do computador, das quantidades e dos


momentos em que são necessários os recursos de manufaturas.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

Onde:
S&OP- Sales and operations planning
Planejamento de vendas e operações
MPS- Master production schedule
Lista de produção padrão
RCCP- Rough cut capacity planning
Planejamento da capacidade aproximada
CRP- Capacity requirements planning
Planejamento dos requisitos de capacidade
SFC- Shop floor control
Controle do chão de fábrica

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

• Vantagens:

DINÂMICO Reage bem às mudanças

Muito útil em situações em que as estruturas de produtos sejam


complexas

Põe em disponibilidade para um grande número de usuários,


grande quantidade de informações.

• Limitações:

Além de caro, não é fácil alterar para adaptá-lo à empresa

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

F. TOC THEORY OF CONSTRANTS


TEORIA DAS RESTRIÇÕES

• OPT- OPTMIZED PRODUCTION PECHNOLOGY


ABORDAGEM COM BASE EM GARGALOS
Década de 70 - ELIAYAHU GOLDRATT (Físico Israelense)

• OBJETIVO:
Ganhar dinheiro
Serviços com respostas rápidas
Balanceamento do fluxo através dos recursos - Gargalos

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

F. TOC THEORY OF CONSTRANTS


TEORIA DAS RESTRIÇÕES

• Tamanho do lote dependendo do recurso restrito crítico


• Uso de dados estatísticos
• Uso de estoque - Time buffer para absorver flutuações
estatísticas
• Ritmo do fluxo de produção
• Redução do Lead - time
• Redução de estoques
• Flexibilidade
• Localização de problemas

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
F. TOC THEORY OF CONSTRANTS
TEORIA DAS RESTRIÇÕES

Segundo Goldratt , a meta da empresa com fins lucrativos deve ser a de


"ganhar dinheiro" tanto no presente como no futuro.

Goldratt apresenta no livro “The Race” a técnica da sincronização da


produção denominada tambor - pulmão - corda, que consiste na imposição
de uma cadência a toda linha de produção.
– O tambor – principal recurso restritivo , dita o ritmo da produção.
– O pulmão – os estoques temporários colocados estrategicamente para o
o abastecimento ser contínuo.
– A corda – obriga os demais componentes do sistema a manter o ritmo
determinado pelo tambor.
Na TOC a palavra-chave deixa de ser gargalo e passa a ser restrição, a
qual é definida por Goldratt como qualquer coisa que limite o sistema na
busca do atingimento de sua meta. (Teoria das Restrições e programação
linear)

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

G. KANBAN
PAINEL - SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO

• Somente após o consumo das peças na linha de montagem é gerada


autorização para fabricação de novo lote.
• Cada lote é armazenado em recipientes padronizados (containers),
contendo um número definido de peças.
• Para cada lote existe um cartão Kanban.
• A medida que se esvaziam os containers, os cartões
correspondentes são colocados em locais próprios, onde serão
recolhidos.
• Cada cartão Kanban representa uma autorização para fabricação de
um novo lote de peças.
• Se houver interrupção na linha de montagem, os cartões kanban não
serão enviados.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

G. KANBAN
PAINEL - SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO

• Literalmente, nenhum investimento adicional em estoque é feito até


que surja nova necessidade de fabricação.
• O Kanban utiliza o Pull Method - Puxar a produção

MRP - EMPURRA KANBAN - PUXA

Fluxo de informação

P P P P

P P P P
M-P Produto Final
K K K K
M-P Produto Final Fluxo de informação

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

H. JUST IN TIME

ENTREGAR E PRODUZIR DA FORMA MAIS ECONÔMICA

• O fornecimento de materiais para o processo produtivo, sob a ótica do


JIT, obedece aos seguintes critérios:
– pequeno número de fornecedores;
– contratos de longo prazo;
– lotes pequenos de fornecimento ;
– entregas freqüentes e confiáveis;
– altos níveis de qualidade;
– tempo gasto com o fornecimento reduzido;
– compartilhamento com o fornecedor de dados do projeto.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
Depoimento de um estudante ao visitar as instalações da Montadora Audi – São José
dos Pinhais/PR que utiliza os mais modernos equipamentos e conceitos técnicos, além
de sistemáticas de trabalho em grupo bastante interessantes.

Conceitos técnicos

São utilizadas técnicas de Kanban e Just-in-time (JIT). No caso do JIT, apenas para algumas
peças, cujas fábricas compõem um parque fabril, ao lado da fábrica principal. Neste parque fabril,
encontram-se fábricas como Pirelli, Delphi, entre outras que não lembro o nome. Nesta fábricas
são produzidos os seguintes produtos: montagem dos pneus nas rodas, dos painéis de
instrumentos, dos bancos dos carros ... são cerca de 6 fábricas.

Para se ter uma idéia, a linha de produção "mistura" Audis e Golfs, para o mercado interno e
externo. Ou seja, cada carro que circula nas esteira tem sua característica própria. O carro, em
determinado momento da linha (pode ser um Audi ou um Golf), recebe um dispositivo eletrônico
que contém o "dna" daquele carro. Ali tem as informações sobre qual o carro que é, quais os
acessórios que o comporão, etc.

Quanto um carro começa a ser produzido, a informação sobre qual o tipo de componente deverá
ser entregue é repassado para as fábricas satélite, que providenciarão o fornecimento daquela
peça para aquele carro.

O lead-time (tempo entre o pedido e a entrega do produto) é de 4 horas para os bancos do carro:
ou seja, desde o envio do pedido (eletrônicamente) até a chegada dos bancos para a montagem
no carro deve durar 4 horas, nem mais nem menos (lógico que com uma pequena margem).

Outros componentes são fornecidos na forma tradicional, gerando algum estoque de material.

(*) Depoimento colhido em 2002, de um aluno de pós-graduação

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
Cada veículo que vai sendo montado é acompanhado de cestos onde estão
ordenadamente dispostos e em número exato, os componentes a serem montados
naquele posto de trabalho (kanban).
Na montagem dos painéis de instrumentos, painéis de portas, os carros são colocados
sobre esteiras parecidas com tapetes rolantes, e as pessoas ficam sobre estes tapetes,
acompanhando os carros enquanto eles seguem a sua trajetória. Se houver algum
problema (por exemplo, torque de parafuso) o problema fica registrado no computador
para verificação e re-trabalho no futuro.
Outra coisa interessante: em determinado posto há um mostrador digital que mostra o
seguinte - um carro deve ficar naquele posto, no máximo 1 minuto e 20 segundos.
Então o mostrador vai fazendo a contagem regressiva ... ficamos ali verificando o
processo e, em três carros, os tempos ficaram em torno de 10 segundos abaixo do
tempo limite.
Robôs
São utilizados principalmente na soldagem. Os carros seguem, por esteiras acima das
cabeças. Em determinado momento ele é baixado por elevador até a estação de
soldagem. Neste ponto, há seis containers, com um pequeno estoque de tetos, sendo
que cada container possui um tipo de teto. Ou seja, neste setor de soldagem, há a
possibilidade de soldar seis tipos de teto. Como cada carro é um carro, por exemplo,
Golf com teto solar, Golf sem teto solar, Audi com teto solar, Audi sem teto solar ..., o
computador é informado eletrônicamente qual o tipo de carro que está naquele exato
momento para ter o teto soldado. Então ele seleciona o modelo certo de teto, passa
cola em determinado ponto do teto, acenta o mesmo no local da solda e inicia o
processo. Ao final de um corredor de uns 60m o processo de soldagem está terminado.
É realizado o controle de qualidade da soldagem, através de lazer. “Índice de erro na
solda é praticamente zero ...”

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING


PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DO NEGÓCIO

Um sistema de informação que permite a integração de processos a


partir da produção e aplicações relacionadas com toda a organização.
Permite à organização gerir os recursos internos e integrar
completamente os sistemas de produção.

Muitas empresas, com o intuito de integrar os processos de negócio,


através de uma base de dados única e centralizada, investem nos sistemas
de Gestão Integrada, os ERP’s.

Integrando os processos logísticos, financeiros, de produção, de


administração, de Recursos Humanos e de Contabilidade, entre outros, as
empresas ganham em velocidade e acuracidade de informação para um
adequado gerenciamento de seus recursos.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
I. ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DO NEGÓCIO

Gerenciamento Sistema de Sistema de


da demanda / planificação e sequenciamento
distribuição otimização dinâmico

Enterprise Resource Planning Gerenciamento


Ferramentas para
pedidos finanças do transporte
previsões
manufatura distribuição e da logística

Sistemas Sistema de
Gerenciamento
interação- clientes gerenciamento
das compras
de depósitos

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DO NEGÓCIO

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
I. SCM SUPPLY CHAIN MANAGEMENT
GESTÃO DA CADEIA DE MATERIAL

Fluxo de produtos e/ou serviços

Fornecedor Distribuidor Consumidor

Fonte Fabricante Varejista

Gestão da cadeia de demanda

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
I. SCM - SUPPLY CHAIN MANAGEMENT
GESTÃO DA CADEIA DE MATERIAL

DEFINIÇÃO MEIOS
Mecanismos de cooperação entre os Previsões de demanda
fabricantes e distribuidores, para Geração de pedidos
assegurar eficiência geradora de ganhos Programação da produção
contínuos no processo de suprimento, Programação da distribuição
desde o primeiro fornecedor até o EDI – Comércio eletrônico
consumidor final. SIG – Sistema de informações gerenciais

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES

O Supply Chain Management foi projetado com elementos que permitem que
suas aplicações estejam integradas com todas as outras aplicações ERP ou
pode ser instalado isoladamente, “stand alone” quando necessário. Como esta
solução foi desenvolvida como um “best of breed” com elementos que facilitam a
sua integração com outros sistemas a sua instalação com sistemas legados ou
outros pacotes é bastante simplificada.
A integração da cadeia Clientes e Fornecedores é completa. São soluções que
auxiliam na previsão e controle da demanda, no planejamento fino de produção,
nas compras, distribuição em ambiente “multi-site”, na programação finita da
produção bem como nas execuções do chão de fábrica.
Para o planejamento muito complexo o SCM possui uma capacidade a mais,
baseada em planejamento de alta performance. As simulações gráficas ajudam a
analisar os efeitos de planos alternativos na área financeira, na capacidade de
produção e estoques. Mais do que uma simples análise, este sistema pode
identificar rapidamente o impacto de qualquer mudança, refazendo planos e
corrigindo ações. O SCM aumenta a visibilidade e o poder de controle da
empresa, porque otimiza e coordena as atividades num eficiente e unificado
processo para todo e qualquer segmento de empresa.

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SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUES
Fornecedores Fornecedores Clientes Clientes
de 2ºchamada de 1ºchamada de 1ºchamada de 2ºchamada

Unidade
Produtiva

Gestão de Suprimentos Gestão de Distribuição Física

Gestão de Materiais Logística

Gestão da Cadeia de Suprimentos


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