Como Investir em NFT - E-Book
Como Investir em NFT - E-Book
Até o início de dezembro, já foram comercializadas mais de 2,3 milhões artes NFT,
ultrapassando a marca de US$1,2 bilhões. Esse crescimento pelo interesse nos
ativos digitais têm despertado uma nova onda de investimento em cripto ativos e
moedas digitais. Afinal, uma coisa está diretamente ligada a outra.
Além disso, a busca pelo termo “NFT” aumentou consideravelmente nos últimos
12 meses, o que demonstra o interesse pelo tema despertado na internet.
Sabendo desse conceito, NFT é como um selo que verifica um bem digital de forma
única. Isso quer dizer que ao adquirir um NFT, ele é somente seu e de mais ninguém.
Essa exclusividade é o que faz o ativo ser tão valioso, devido a sua escassez. Dessa
maneira, nenhum outro usuário consegue ter o código original, só se o detentor
quiser vender.
Uma boa comparação é pensar na Monalisa. É possível comprar uma réplica da obra
com facilidade e por um preço baixo, porém a original, pintada por Leonardo Da
Vinci, pode bater o bilhão devido a sua representatividade. Nas NFTs é a mesma
coisa, mas em vez de algo físico, o que vale é a linha de código que dá propriedade
sobre o produto.
Por serem baseados em Blockchain, é possível ver todo o histórico do bem. Quando
o criador publica algo no blockchain, ele cria um registro imutável , verificável e
público da sua autenticidade.
As NFTs valem tanto porque representam a escassez digital. Por ter como base o
Blockchain, que cria um registro imutável, somente uma pessoa pode ter o código
original da arte. Além disso, essa tecnologia possibilita ver todo o histórico do ativo
desde a sua criação.
Outro ponto que aumenta o valor das NFTs é o cenário de boom das criptomoedas.
Isso porque esses bens são comercializados por meio das moedas digitais, como o
Bitcoin e a Ethereum. Assim, o uso das criptomoedas como forma de pagamento e a
sua crescente valorização favorecem o valor das NFTs.
Open Sea
Super rare
Bakery Swap
Foundation
VIV3
NFT ShowRoom
Como vender um NFT?
Se você é criador de NFT ou tem a posse de uma, é muito simples vendê-la. Para isso,
basta estar cadastrado em um marketplace designado para as cripto artes e
anunciá-la. Assim, quando alguém comprar o seu item, o valor será
automaticamente transferido para a sua carteira digital.
Além disso, o vendedor pode fazer propaganda do item da forma que preferir nas
mais diversas plataformas. Dessa forma, é como vender qualquer outra coisa, basta
encontrar alguém disposto a pagar.
Fácil Negociação
1 Transferir uma NFT para outra pessoa é muito simples, facilitando a negociação
entre as duas partes.
Escassez
2 Tudo o que tem mais procura que oferta se torna valioso. É assim com o ouro e com
os bitcoins. E agora, com as NFTs também. A detenção do código único pode valer
muito dinheiro e se valorizar com o tempo.
Rastreabilidade
3 Algumas NFTs possibilitam o dono ou criador identificarem todas as transações que
ocorrerem, facilitando o controle de ganhos.
Impacto Ambiental
1 O Blockchain é uma tecnologia que consome muita energia elétrica. Para
exemplificar, o gasto energético do Ethereum gasta aproximadamente o consumo de
energia anual de um país como a Áustria, o que demanda altas quantidades de
recursos naturais.
Liquidez
2 Se você comprar uma NFT pensando em lucrar na revenda, cuidado. Isso porque
nesse caso você se torna dependente de outra pessoa disposta a pagar pela obra para
receber o dinheiro.
Falta de conhecimento
3 Por ser uma área muito nova, ainda não há conhecimentos aprofundados e
consolidados sobre o seu funcionamento. Assim, há dúvidas sobre o futuro e como
esse mercado se comportará.
Exemplos de NFTs vendidas
Para entender bem um assunto, é sempre bom ver alguns exemplos, não é? Assim, a
coleção mais famosa do cenário NFT são os CryptoPunks, uma das primeiras
coleções de tokens não-fungíveis criadas. Confira aqui as 5 NFTs mais valiosas:
Além disso, há marcas que já estão investindo nas NFTs. A Gucci lançou o Virtual 25,
um tênis virtual por US$12. Assim, quem adquirir o calçado vai poder usar somente
no ambiente digital, de forma similar a um filtro do Instagram.
As NFTs têm ganhado cada vez mais relevância no cenário digital. Assim, é
importante saber como esse mercado funciona para aproveitar as melhores
oportunidades. Dessa forma, o Invest Mais é o seu lugar para estar sempre por dentro
das últimas tendências e como elas impactam o mercado financeiro.
A relação NFT e Ethereum
As NFTs têm a sua moeda digital favorita, a Ether. Assim, essa é a criptomoeda mais
utilizada para a compra e venda dos tokens não-fungíveis. Ela é ligada na rede da
Ethereum. Nessa perspectiva, quanto maior for o sucesso do mercado NFT, maior
será a valorização da Ethereum.
Nesse contexto, você precisa saber o que é a Ethereum e como ela funciona.
O que é a Ethereum
A Ethereum não é uma moeda digital, mas sim uma rede de blockchain. Lançada em
2015 pelo russo Vitalik Buterin, a rede permite a negociação de contratos inteligentes
e transações financeiras, tudo de forma descentralizada. Dessa forma, essas
transações são pagas pela moeda do próprio sistema, a Ether.
Aplicações Descentralizadas
1 A Ethereum, por ser uma tecnologia blockchain, não depende de intermediários para
fazer suas transações. Assim, o usuário consegue enviar e receber informações de
forma direta com a outra parte envolvida. Por exemplo, para pagar uma NFT, não é
preciso passar por um serviço bancário.
Isso facilita na velocidade e segurança das operações dentro do sistema.
Contratos inteligentes
2 Maior diferencial da rede Ethereum, o desenvolvimento de contratos inteligentes
possibilita que os usuários façam negociações sem a dependência de um meio
intermediário. Dessa forma, a burocracia diminui e os ganhos das duas partes
também. Afinal, ninguém mais aguenta esperar tanto tempo pelos órgãos e
empresas responsáveis pelas intermediações no sistema tradicional.
Segurança
3 A Ethereum utiliza a criptografia para registrar todas as movimentações de dados no
sistema. Assim, os riscos de vazamento ou roubo de informações pessoais e de
trabalho diminuem. Além disso, nos seus seis anos de existência, a rede sofreu
apenas uma fraude, o que fez com que fosse desenvolvido atualizações para evitar
novos problemas.
Possibilidade de programação
4 A rede Ethereum permite a programação dentro do sistema por parte dos
usuários. Nesse contexto, ela não precisa ser utilizada apenas para contratos
e transações financeiras, mas também para o desenvolvimento de todo o
tipo de aplicativo descentralizado.
Esse foi o caso das NFTs que, por esse motivo, escolheram a rede Ethereum
para desenvolver a ideia do projeto ainda no seu começo.
ETHE11
O ETHE11 é um fundo de investimento que possibilita investir em Ethereum por
meio da segurança da bolsa de valores brasileira. Assim, o índice utilizado como
referência é o Nasdaq Ethereum Reference Price, desenvolvido pela Nasdaq (bolsa
americana) para mostrar em tempo real o preço de referência do Ethereum.
O fundo cobra uma taxa de administração de 0,7% e tem 100% de exposição ao Ether.
QETH11
O QR ETHER é um ETF que replica o índice CME CF Ether Reference Rate, da bolsa
de Chicago, como base de performance da carteira. O fundo foi lançado em 2021 na
bolsa brasileira e tem baixa barreira de entrada, com investimento inicial a partir de
R$10. A taxa de administração é de 0,75%.
HASH11
O HASH11 foi o primeiro ETF de criptoativos e utilizou o Nasdaq Crypto Index como
índice de desempenho. O fundo investe a maioria do seu patrimônio em bitcoins,
porém também tem participação em Ethereum.
Além disso, o HASH11 foi o primeiro ETF de criptos da bolsa de valores brasileira.
Atualmente, conta com um patrimônio líquido de R$1,46 bilhões e mais de 120 mil
cotistas.
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