UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CAMPUS SWIFT

IVO PIERRE XAVIER JOSÉ CARLOS GOMES DE OLIVEIRA JÚNIOR RENATO BATISTA

CAMPINAS, 2011

RA 710082-5 JOSÉ CARLOS G.BETUMINOSOS Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina Complementos de Materiais de Construção Civil.UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CAMPUS SWIFT IVO PIERRE XAVIER . na Universidade Paulista. CAMPINAS.A04640-2 RENATO BATISTA .A0564E-8 MATERIAIS IMPERMEABILIZANTES FLEXÍVEIS . Campus Swift. . 2011 . no Curso de Engenharia Civil. DE OLIVEIRA JR.

SUMÁRIO .

de natureza orgânica. composto de uma mistura de hidrocarbonetos (com consistência solida. São materiais que podem ser encontrados na natureza e usados desde a Antiguidade com a finalidade.MATERIAIS IMPERMEABILIZANTES FLEXÍVEIS . Histórico do uso de betuminosos pelo homem Materiais betuminosos são materiais que tem em sua composição essencialmente betume. 1995. Introdução. 2. Segundo Petrucci. completamente solúveis em dissulfeto de carbono. de origem natural ou pirogênica. impregnando rochas asfálticas ou sob a forma de asfalto natural.BETUMINOSOS Materiais Betuminosos 1. 3. pois os principais materiais de impermeabilização são derivados de petróleo. Apesar de não ser o foco do trabalho. Estes materiais podem ocorrer de forma natural na natureza. líquida ou gasosa) acompanhados de seus derivados não metálicos. O objetivo deste trabalho é apresentar as características dos materiais de impermeabilização betuminosos. também é dissertado sobre asfaltos e seu uso como material de pavimentação. . Desde os primórdios da construção civil o homem tenta resolver o problema de infiltração de água e de umidade. betume pode ser definido “como um produto complexo.

C) começou a ser empregado. como impermeabilizante e aglutinante na Mesopotâmia e Roma. ainda no dias de hoje o maior uso dos materiais betuminosos é feito na pavimentação rodoviária.C. No Egito foram utilizados em mumificações e também é citado o uso de betume na bíblia. 5 . neste último também foi utilizado na pavimentação de pisos. Foram utilizados nas civilizações da Ásia Menor como material cimentante e na impermeabilização de pisos sagrados. Os gregos utilizaram como material de impermeabilização e para acender bolas de fogos utilizadas em guerras.Imagem 1 .Asfalto Natural Historicamente.00 A. por Noé na construção da arca. ainda na forma de asfaltos naturais. os materiais betuminosos são utilizados pela humanidade desde a Antiguidade (3.800 (D. A partir de ano de 1. na pavimentação rodoviária.). Nesta última finalidade teve seu uso muito aumentado.

Quimicamente inertes. 2. 2. sendo empregados como material de estanqueidade. amolecem com o aumento da temperatura e endurecem quando há o esfriamento.3. Características dos materiais betuminosos.2. 2. São hidrófugos. repelem água. 2.5. Esta é uma das principais virtudes. 6 . 2. em sua propriedades. tais como: agregados secos para garantir a aderência e o cuidado de evitar que a água não desloque o aglomerante depois de aderido.1. de uma forma muito lenta. porém exigem cuidados especiais. não precisando de água para dar inicio à pega. Nas argamassas com estes materiais eles fazem o papel de aglutinante e da água. São aglomerantes. Têm grande sensibilidade à temperatura.Imagem 2 – Pavimentação de rua no município de Jacareí 3. Podem ser obtidos em grande quantidade a um preço relativamente barato.4. isto faz com que sofram pouca alteração.

de material aglutinante escuro e luzidio. Origens do asfalto: 4. com propriedades isolantes e adesivas. impregnadas com 10% a 30% de asfalto. Não é um material volátil. de estrutura coloidal. ou em processos industriais de destilação do petróleo. Também denomina a superfície revestida por este betume. Asfalto O asfalto é um betume espesso. além de substâncias minerais.4. é termoplástico a temperaturas entre 150°C e 200°C. constituído de misturas complexas de hidrocarbonetos não voláteis de elevada massa molecular. Rochas Asfálticas: São rochas sedimentares calcarias ou areníticas. é solúvel em bissulfeto de carbono.1. Tem densidade relativa em torno de 1. 4.2.1. resíduo da destilação a vácuo do petróleo bruto. Imagem 3 – Fragmento de rocha asfáltica 7 . em rochas asfálticas e asfaltos naturais. Podem ser obtidos de ocorrências naturais.

São considerados asfalto de destilação aqueles que são subprodutos residuais de destilação da obtenção de produtos leves.3. Asfaltos Naturais: Encontram-se em depósitos de asfaltos semelhantes a lagos.4. podendo ser recolhidos com picaretas e pás.1. em Trinidad e Tobago 4. através de crus selecionados.1. Asfaltos de Petróleo: representam a maior produção de asfalto. como solvente e óleos combustíveis.2. com consistência que permite o transito de equipamentos leves. 8 . Imagem 4 – Depósito natural de asfalto Pitch Lake. ou aqueles que são o produto principal de destilação.

CAP 50-60. Os cimentos asfáltico de petróleo são classificados em dez tipos: CAP 30-40.1. CAP 70-85. CAP 40-50. é obtido quando no processo de destilação faz-se passar uma corrente de ar. CAP 100-120. menor adesividade. menor sensibilidade a 9 . CAP 120-150. Estes asfaltos têm menor ductibilidade.Imagem 5 – Fluxograma de Produção de Cimento Asfáltico Asfaltos produzidos por destilação têm consistência semi-sólida e são denominados cimentos asfálticos CAP. Asfaltos oxidados: também chamados de “asfalto soprado”. consistência sólida.4. CAP 150-200 e CAP 200-300. CAP 60-70. 4.

5. o pavimento de concreto passou a despertar atenção das autoridades e concessionárias de rodovias. 10 . Podem. pois dispensam aquecimento para serem aplicados sendo mais fáceis de manipular e distribuir. Adicionando solventes sou diluentes aos asfaltos de petróleo se obtém o asfalto diluído. Asfaltos diluídos: Todos os asfaltos anteriores exigem aquecimento para liquefazê-los e então poderem ser trabalhados. Atualmente. facilitava a manutenção e conforto ao dirigir.temperatura e maior resistência contra o intemperismo. Rodovias com superfície de concreto são mais resistentes às intensas variações diurnas de temperatura e umidade características do clima tropical. Utilização do asfalto no Brasil Embora em larga utilização no Brasil. o asfalto era prático.1. Além do mais. a maior capacidade de produção da indústria de cimentos. 4. É provável que diminua o uso de asfalto como material de pavimentação no Brasil a médio e longo prazo. 1% de emulsionante e o restante de água. Eliminam o risco de incêndios pelo aquecimento. e novas tecnologias que tornaram as estradas de concretos tão confortáveis quanto às de asfalto.6. já que antigamente as pistas de concreto tinham fendas que criavam pequenos degraus na pista. principalmente em rodovias. o asfalto como solução para as rodovias em regiões tropicais não é ideal. A opção pelo asfalto foi estimulada pelo baixo custo. geralmente algum tipo de sabão. São utilizados na construção civil exatamente por esta maior resistência ao envelhecimento e intempéries. fruto do desenvolvimento da indústria do petróleo. com a elevação dos preços do petróleo. 4. sofrer um tratamento que se diminua o aquecimento necessário para trabalhá-los. Emulsões asfálticas: produtos onde o cimento asfáltico de destilação é emulsionado na água com auxilio de substância emulcionante. transporte e aplicação mais simples. devido ao intenso intemperismo destas regiões. porém. Necessitam de equipamentos de mistura. 4. Tem aproximadamente de 50 a 65% de asfalto.2.1. numa época em que as empresas de cimento tinham outras prioridades.

3. Acrescentaram-se ao longo dos anos nas especificações alguns outros critérios de aceitação que são associados a ensaios empíricos. a princípio. por algum ensaio que meça direta ou indiretamente sua consistência ou viscosidade em diferentes temperaturas. Jorge Barbosa Soares: “Todas as propriedades físicas do asfalto estão associadas à sua temperatura. Influência da temperatura nas propriedades físicas do asfalto Conforme notas de aula do Prof. de durabilidade. À medida que a temperatura aumenta. e a resistência ao fluxo. medida através de ensaios de viscosidade. as moléculas não têm condições de se mover umas em relação às outras e a viscosidade fica muito elevada. algumas moléculas começam a se mover podendo mesmo haver um fluxo entre as moléculas. todos os ensaios realizados para medir as propriedades físicas dos ligantes asfálticos têm temperatura especificada e alguns também definem o tempo e a velocidade de carregamento. pela facilidade de execução nos laboratórios de obras. As duas principais características utilizadas são: a “dureza”. Para se especificar um determinado asfalto como adequado para pavimentação. Essa transição é reversível. O aumento do movimento faz baixar a viscosidade e. 11 . a maioria dos países utiliza medidas simples de características físicas do ligante. Os ensaios físicos dos cimentos asfálticos podem ser categorizados entre ensaios de consistência. o ligante se comporta como um líquido.4.” Em temperaturas muito baixas. Um dos critérios mais utilizados de classificação dos ligantes é a avaliação da sua suscetibilidade térmica. medida através da penetração de uma agulha padrão na amostra de ligante. O modelo estrutural do ligante como uma dispersão de moléculas polares em meio não-polar ajuda a entender o efeito da temperatura nos ligantes asfálticos. nessa situação o ligante se comporta quase como um sólido. de pureza e de segurança. em temperaturas altas. que. tentam avaliar indiretamente o desempenho futuro do ligante nas obras de pavimentação. Portanto. visto que o asfalto é um material termoviscoelástico.

5. 12 . é obtido pela combustão parcial do carvão. Imagem 6 – Hulha Para obter o alcatrão são utilizados dois principais processos industriais. turfa. Alcatrão O alcatrão praticamente não é mais utilizado em pavimentação desde que se determinou o seu poder cancerígeno. um tipo de carvão mineral. Neste caso o alcatrão bruto é um subproduto na produção do coque siderúrgico. Assim. com o abandono do alcatrão. com acesso de ar e vapor. em fornos de coqueria. apresenta pouca homogeneidade e baixa qualidade para ser utilizado como ligante em pavimentação. graxas. fica aceitável a utilização dos termos betume e asfalto como sinônimos. Além disso. mas também podem ser obtidos de materiais como madeira. No segundo processo. São obtidos principalmente a partir da hulha. Neste caso é um subproduto dos gases da hulha no processo de obtenção de gás de iluminação e do gás d’água. linhito. sem acesso de ar. No primeiro é aplicado calor. entre outros. Atualmente é predominante o uso do ligante derivado do petróleo na pavimentação.

principalmente contra a umidade. resistente quimicamente a água.6. assim aumentando a durabilidade dos produtos utilizados na construção civil. que são adicionados aos concretos e argamassas para a impermeabilização. São assim empregadas para a proteção de estruturas e tubulação metálicos contra as ações químicas do concreto e argamassas. A infiltração é um dos problemas mais comuns no ramo da construção civil. Uso de materiais Betuminosos na Construção Civil Os materiais betuminosos são empregados na construção civil como produtos de estanqueidade e como tintas e revestimentos de proteção. Aderentes penetrantes na superfície. Por serem quimicamente inertes se tornam ideal para sobre a forma de revestimento ou tintas de proteção. 7. São destinados a proteção de outros materiais ou partes da construção. resistente a abrasão. Entende por impermeabilidade como sendo a resistência que um revestimento oferece à penetração da água líquida que pode ser água das chuvas ou de águas subterrâneas existente. O conceito de estanquidade não deve ser confundido com o de impermeabilidade. inertes quimicamente aos aglomerantes e agregados. 13 . mais especificamente em edifícios. não devem sofrer grandes alterações as intemperies. Impermeabilização Impermeabilização é o conjunto de providências que impedem a infiltração de água na estrutura construída. os produtos de estanqueidade não devem também ser confundidos com os hidrófugos ou impermeabilizantes de massa. constituem uma camada impermeável não frágil e de envelhecimento lento. A impermeabilidade é apenas uma condição da estanqueidade.

fungos e até a menos visível corrosão das armaduras de betão armado. em tais superfícies de asfalto misturado com fibra. 9. 8. no caso de o assunto ser tratado de forma displicente. manchas.é a aplicação. Tipos de impermeabilizantes 8. de 3 a 6 mantas de fibras de vidro em condições de elevada pressão de água subterrânea. Estes impermeabilizantes asfálticos são aplicados com brocha ou revolver. Pelo contrário. Como em toda a construção. como papeis laminados com asfalto. o aparecimento de água livre. 8. a impermeabilização corretiva poderá chegar a representar até 15% do custo total da obra. para prevenir a penetração de umidade sob condições de pressão hidrostática. representando apenas cerca de 3% do custo total da obra.O objetivo da impermeabilização é proteger as construções contra infiltrações evitando. além dos transtornos aos clientes e dos custos indiretos ao construtor/projetista que vêem a sua imagem afetada pela má prática da construção.3. Impermeabilizantes Betuminosos Não há duvida de que os materiais mais empregados em barreiras contra o vapor d'água. assim. 14 . a impermeabilização preventiva é a mais indicada já que evita o aparecimento dos problemas. geralmente abaixo do nível do solo e pouco exposta à ação da água. Impermeabilização à água . Podem ser utilizadas como reforço. mofo. Impermeabilizantes transparentes – são feitos de silicones e empregados em alvenaria no combate à umidade e não mudam a aparência das paredes. películas de polietileno e outros.1. 8.2. Impermeabilização contra umidade – é a aplicação de asfalto sem reforço a uma superfície de cimento ou de alvenaria.

aço.Camadas de misturas asfálticas são largamente empregadas como impermeabilizantes em edificações. produzida por reação da borracha com cloro. As borrachas butilicas constituem excelente proteção contra a umidade e ataques químicos são aplicadas como líquidos libertadores de solventes em geral pulverizadas. geralmente abaixo do nível do solo e pouco exposta à ação da água. ásperas e desempenadas. Neutrolin. Igol-S. borracha clorada. Negrolim. inclusive madeira. caixas d água. Betol. epóxi. Também é usada para colar ou como primer na aplicação de mastiques e mantas. Isol S. Tintas Betuminosas. São tintas. utilizadas em concreto e alvenaria. espuma de uretano e até mesmo polietileno. borracha butílica. geralmente de cor preta. Quando aplicado em metais a ferrugem deve ser 15 . vigas baldrame. Dentre os impermeabilizantes de superfícies metálicas estão as demãos de vinil. 10. DenverImperbla. estruturas metálicas. para protegê-los da água e do apodrecimento. Impermeabilização contra a umidade significa aplicação do asfalto sem reforço a uma superfície de cimento ou de alvenaria. Adeflex. Carbolástico. em alicerces. cimento. Devem ser aplicadas em superfícies de concreto ou argamassa a completamente secas. embora nesse último caso se use mais combiná-la com a manta asfáltica. muros de arrimo. alvenaria. pisos de áreas molhadas. protege contra muitos agentes corrosivos. A borracha clorada. postes e docas. Pixol Extra. hypalon. São marcas de tintas asfálticas: Neutrol. Aderem a quase todas as superfícies. principalmente para impermeabilização. Pode também ser aplicada em alvenarias e cimento. além de proteger contra a água. tanques.

que vêm enroladas e que uma vez estendidas devem ser soldadas até conseguir uma total continuidade da cobertura. Revestimento de impermeabilização É o elemento essencial de toda a cobertura plana e o que confere a qualidade de não permitir a passagem de água. lâminas e películas impermeáveis realizadas. São aplicada varias demãos Imagem 8 – Detalhe de impermeabilização em alicerce 11. 16 . mas alguns tipos também permitem a aplicação com regador. A indústria oferece duas opções de pôr em obra: lâminas pré-fabricadas.removida com escova de aço. mediante proteção do rolo. Geralmente é aplicada com vassourão ou broxa.

Norma NBR9574 – Execução de impermeabilização Segue-se a norma NBR 9952 – Manta Asfaltica com armadura para impermeabilização: Objetivo . Sistema de aplicação 17 .11.2.Esta Norma especifica os requisitos mínimos necessários para a aceitação de mantas asfálticas com armaduras de reforço envolvidas pela massa asfáltica. utilizadas para impermeabilização.Esta Norma se aplica a mantas asfálticas cuja composição tenha o asfalto como elemento predominante. Imagem 9 - 11. bem como estabelece os métodos de ensaio necessários para a verificação destes requisitos. . Normas de Aplicação de Mantas De modo geral seguem-se as normas usuais das impermeabilizações continuas sendo indispensável que a aplicação seja executada por mão de obra especializada.1.

18 . . processe da década de 60. Colar as mantas a frio. remover o plástico descartável e com o maçarico.60m. . aquecer levemente o asfalto sob a manta. alinhar as bobinas. com cola. Para aderir as mantas às superfícies. desenrolando-a e pressionando sobre a base. esfregando o esparramando quente com boneca(rabicho ou trança de cordas de algodão amarrado em um cabo de enxada à frente da bobina. cortar panos de manta alfáltica. II. pressionando-a do centro para as laterais e de cima para baixo. o procedimento com a proteção depende do tipo de material usado. Não deixar a cola secar. Neste caso. estendendo a cola ainda fresca. retirando as bolhas da manta. e soldá-las com auxilio de maçarico e uma colher aquecida.posicionar a segunda bobina fazendo sobreposição de 10 cm de uma manta sobre a outra. em seguida iniciar a aderência das mantas alfálticas. com comprimento conveniente de no máximo 1. Fazer sobreposições entre uma manta e outra de 10cm. e e uma simultaneamente.Nas paredes verticais. faz-se a aplicação primeiramente do Primer.Quando o desnível é superior a 2% aplica-se a manta asfáltica aderida sobre a superfície a ser impermeabilizada. Aplicação colagem a quente. e deixa secar. sendo que as superfícies deverão estar muito bem acabadas. do seguinte modo: dispor a manta ir asfalto sobre a área. espalhar uma camada imediatamente defronte as bobinas e desenrolar. deve-se adotar um dos seguintes procedimentos: I. Antes de aplicar na parede.

utilizando cola ou cimento Portland e Areia. para a dilatação das argamassas dos revestimentos horizontais não seja transmitida para os revestimentos horizontais verticais. não devem ser arredondados. quando necessário o recobrimento. eles deverão ser arredondados. traço 1:3. Para os cantos externos. 2 camadas sobrepostas. 19 .Para os cantos internos. então a impermeabilização deve ser dupla.

8 .-. /.0807/:5..88...8 34 80. 48 . 97.3948 3907348  34 /0.7.3/070.770/43/.088E74 4 70.8.089203948 47439. 97.074 807 ..884-705489.2.4:.8 0394.4/0.2. 48 .250720./.4-720394  008 /0.770/43/.4.8 /48 70.3/4 30.3948 0907348  6:.02 807.4 /. ./48  5.3829/. 5.4      .3/4.089203948 47439.7./48 :9.20394!479.7.8  !..079.7. !. 48 70.7.9.

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