UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO) CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE (CCBS) INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS (IBIO

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DISCIPLINA DE QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA PROFESSORA CLÁUDIA JORGE DO NASCIMENTO

Aluna:Rafaela Ferreira dos Santos Curso: Biomedicina Turma: B N° da prática 4

Relatório da aula prática

Rio de janeiro Primeiro Semestre Ano:2011

camada delgada. É importante salientar que existem vários subtipos dessa técnica. gasosa liquida. Dentre os subtipos citados irão ser focados os de papel e o de camada delgada. liquida solida. então. Essa fase apresenta ligação química. A cromatografia em camada delgada é caracterizada por fazer uso de placa.Introdução A pratica realizada em laboratório visa à utilização das técnicas de cromatografia. liquida liquida. Os subtipos são: cromatografia de papel. com hidrocarbonetos insaturados por duplas ligações ou no caso substituídos. de exclusão. mas o que de comum apresentam entre si são: fase móvel (líquída ou gás) – essa designada de eluente e a estacionária ( sólida ou líquida). sendo no caso a sílica. tamanho uniforme. A fase móvel então é verificada em função da diferença de velocidade. explanados abaixo. no caso de vidro com a utilização de uma substância em pó ou aglutinante . supercrítica solida. lisa. As partículas devem apresentar. A fase estacionaria ou também chamada adsorvente é a fase na qual o soluto vem a se ligar. purificação dos componentes de uma respectiva mistura por ação de deslocamento de uma fase caracterizada de fase móvel a uma definida de estacionária. Para auxilio também é feito o uso do recurso de filtração a vácuo – método utilizado para separação de substâncias heterogêneas do tipo sólido – liquido. bioafiridade. liquida de fase ligada. por troca iônica. . fase porosa. na preparação da mistura a ser analisada. comumente sendo a sílica. supercritca de fase ligada. em relação a interação com a fase estacionária. gasosa solida. Essa técnica é um método físico-químico que tem como finalidade a separação. que reage com certos grupos hidroxílicos.

A cromatografia em papel é caracterizada pela separação e identificação de componentes de uma mistura ou substâncias em relação a migração observável no processo da fase estacionária. mas uma baixa rentabilidade por cromatografar pouca quantidade de substâncias por vez. Metodologia • Kitassato • Pisete • Papel de Filtro • Funil de Bucher • Becher de 250 • Vidro de relógio • Espatula • Pipeta . Essa experiência portanto visa a realização com a utilização da cromatografia em papel para observação da cores. e em camada delgada para observação da mistura feita em relação a reação aos reagentes utilizados. Essa cromatografia apresenta maior utilidade para separação de substâncias polares. No caso da fase móvel desse subtipo é possível fazer uso de solvente puro ou mistura de solventes. Objetivos Através do método cromatografia de papel e em camada delgada observar a polaridade e apolaridade da mistura e das cores frente aos reagentes utilizados ao longo da experiência.

Ao final foi obtido 20 ml da mistura. de . no qual uma gota foi colocada no centro da lamina. que é composta dos seguintes componentes. mangueira. e posteriormente as folhas foram amassadas com auxilio de pistilo dentro da capela. kitassato. que foi realiado após o processo de filtração vácuo. Após realizada a montagem e adicionado a mistura dentro do funil de bucher.• Pasteur • Laminas • Silica • Gral • Acetona • Etanol • 50 gramas de espinafre • Canetas esferograficas Metodologia Em laboratório foi pesado 25 gramas de espinafre e transferidos para um gral sendo adicionado uma mistura de 10 ml de hexano e acetona na proporção 8:2. Depois de realizado a sessão acima foi coletada a aparelhagem de filtração a vácuo. sendo eles: funil de bucher. torneira. que consequentemente acelerou a filtração. foi obtido o vácuo a medida que a mangueira de água arrastava o ar do interior do frasco. A mistura então preparada deu prosseguimento a fase de coleta do extrato de espinafre. Em seguida duas placas de vidro foram utilizadas junto a mistura de sílica para o processo cromatografia em camada delgada. diminuindo a pressão interna no kitassato.

polar. de forma que o nível do liquido ficasse abaixo das marcas. mas com arrastamento. mostrando ser mais polar. Nesse método foram coletados 4 tiras de papel de filtro. até que atingisse ¾ da altura do papel. Ao final do processo acima. demonstrando ser um solvente bom. permitindo o solvente subir 1cm do topo da lamina. dicloro metano e hexano em bécher diferentes de 250 ml. dentro da câmara cromatográfica. até a completa evaporação do solvente. esferograficas. em reação acetona demonstrou variação da cor verde para um verde claro. Após preparada cada tira foi adicionada em um bécher com 30ml dos respectivos líquidos: acetona. demonstrando que é um solvente ruim. dicloro metano. cada uma com três marcas de canetas de cores diferentes. deixando que o líquido subisse. preta e vermelha. tampando-a com vidro de relógio. formas ovaladas. . mostrando ser um solvente ruim. sendo polar No dicloro metano ocorreu a variação do tom verde para um amarelo. foi retirada a lamina. sem apresentação de arrastamento. acetona. No etanol ocorreu a variação do verde para o amarelo. Ao final da cromatografia em camada delgada iniciou-se a cromatografia em papel. Resultados e Discussões Na realização do experimento foi observado que a cromatografia em camada delgada na placa contendo a gota do extrato de espinafre.forma que não ferisse a camada de sílica. etanol e hexano. e posicionada em pé com a face de maior diâmetro para baixo . Posteriormente retirando o papel e deixando-o secar. Em seguida a lamina já preparada foi colocada na estufa por dois minutos. Enquanto o processo acima se realizava foi preparado a câmara cromatográfica com adicção de 10 ml de hexano. obervando a coloração das regiões. além de arrastar. sendo marcada. sendo elas: verde.

No hexano ocorreu a variação de verde para o amarelo sem presença de arrastamento. caracterizando quais estabelecem atração molecular forte ou fraca. . mostrando apolaridade. logo é apolar. por isso a definição de bom ou ruim foi estabelecida acima em relação a se arrastar ou não. é importante salientar as falhas ocorridas na preparação da aparelhagem relacionado a filtração a vácuo. definindo quais são considerados ou não bons solventes ao longo do processo. No hexano o resultado é diferenciado porque não arrasta nada. as relações de polaridade e apolaridade frente aos reagentes utilizados no bechers. Conclusão Ao final da experiência pelos métodos respectivos de cromatografia focados foi observada a reação do extrato de espinafre nas laminas contendo silica. O dicloro metano segue essa mesma linha de reação. assim como das tiras de papel de filtro marcados com as cores citadas. Antes da observação dos resultados da cromatografia acima. que só obteve sucesso na terceira tentativa com a troca de uma peça do aparelho No processo de cromatografia em papel em reação a acetona foi observada que os pigmentos da caneta são polares. Os solventes então para serem considerados bons precisam formar pontos distintos. porque logo a caneta também é apolar e consequentemente em função disso não puxa. junto ao etanol.

Anexos .

Aparelhagem .

O que ocorreu durante a subida do eluente na lamina? Justifique sua resposta em termos de interações entre as substancias e o solvente (eluente)? Qual a função do hexano nesta experiência? Por que as tintas esferográficas e hidrográficas tem componentes diferentes de acordo com os líquidos empregados? Porque diferentes cores são observadas em posições diferentes no papel? .

Acesso em: 07 de Nov de http://www. Disponível Acesso em: em: Separação de mistura. QUIPROCURA.htm.com.pucrs.htm. Acesso em: 07 de Nov de 2011.net/separa_mistura2. 2011. . Disponível em: http://www.br/quimica/professores/arigony/cromatografia_FINAL/CRO MA_PAPEL. 1. Cromatografia.setor1.quiprocura. Cromatografia. Disponível em: http://www.br/analises/cromatografia/cla_sse. SETOR 07 de Nov de 2011.Referências Bibliograficas PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA.htm.

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