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Prova de Conhecimentos Gerais FUVEST 2022

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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A

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UL
9J
FUVEST 2022

63
1ª Fase - Conhecimentos Gerais

21
19
28
03
S
VE
AL
F V S FUNDAÇÃO

IA
UNIVERSITÁRIA
U E T

UL
PARA O VESTIBULAR
Universidade de São Paulo

9J
Brasil

63
21
19
PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS

28
19/03/2022

03
Instruções

S
VE
1. Só abra este caderno quando o fiscal autorizar.

AL
2. Verifique se o seu nome está correto na capa deste caderno e se a folha de respostas pertence
ao grupo V. Informe ao fiscal de sala eventuais divergências.
IA
UL
3. Durante a prova, são vedadas a comunicação entre candidatos e a utilização de qualquer
9J

material de consulta e de aparelhos de telecomunicação.


63

4. Duração da prova: 5 horas. O(A) candidato(a) poderá retirar-se da sala definitivamente apenas
21

a partir das 1 h. Não haverá tempo adicional para preenchimento da folha de respostas.
19

5. Lembre-se de que a FUVEST se reserva ao direito de efetuar procedimentos adicionais de


28

identificação e controle do processo, visando a garantir a plena integridade do exame. Assim,


03

durante a realização da prova, será coletada por um fiscal uma foto do(a) candidato(a) para
fins de reconhecimento facial, para uso exclusivo da USP e da FUVEST. A imagem não será
S
VE

divulgada nem utilizada para quaisquer outras finalidades, nos termos da lei.
AL

6. Após a autorização do fiscal da sala, verifique se o caderno está completo. Ele deve conter 90
questões objetivas, com 5 alternativas cada. Informe ao fiscal eventuais divergências.
LIA

7. Preencha a folha de respostas com cuidado, utilizando caneta esferográfica de tinta azul.
JU

Essa folha não será substituída em caso de rasura.


39

8. Ao final da prova, é obrigatória a devolução da folha de respostas acompanhada deste


16

caderno de questões.
92
281
03

Declaração
S
VE

Declaro que li e estou ciente das informações que constam na capa desta prova, na folha de
respostas, bem como dos avisos que foram transmitidos pelo fiscal da sala.
AL
IA
UL

ASSINATURA
J
39

O(a) candidato(a) que não assinar a capa da prova será considerado(a) ausente da prova.
6
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01 04

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Um pesquisador estima que, em certa porção de areia, há uma Em um treinamento de uma grande rede de restaurantes, no
quantidade N de grãos expressa por N = 517 × 49. Desse modo, o

63
qual participaram apenas garçons e garçonetes, em um dado
número de algarismos de N corresponde a instante, 31 garçonetes se retiraram e restaram funcionários na

21
(A) 17. razão de 2 garçons para cada garçonete. Um pouco mais tarde,

19
(B) 18. 55 garçons se retiraram e restaram, a seguir, funcionários na ra-

28
(C) 26. zão de 3 garçonetes para cada garçom. Desse modo, o número

03
(D) 34. n de funcionários (garçons + garçonetes) presentes inicialmente

S
(E) 35. no treinamento era igual a

VE
(A) 100.
02 (B) 110.

AL
Na figura abaixo, o triângulo ABD é isósceles com AB = AD, e o (C) 115.

IA
lado BC mede 10 cm. (D) 130.

UL
(E) 145.

9J
05

63
Considere dois quadrados de lados a e b com a > b. A diferença

21
entre as áreas desses dois quadrados pode ser expressa por

19
(A) (a + b) ⋅ (a + b).

28
(B) (a + b) ⋅ (a – b).

03
(C) (a – b) ⋅ (a – b).

S
Sabendo que o ângulo A é reto e que o ângulo C mede 30°, o (D) (a + b)2.

VE
perímetro do triângulo ABD, em cm, corresponde a (E) (a – b)2.

AL
(A) 5 ​​dXX
3 ​​+ 5
(B) 5(2 + d​​ XX
2 ​​) (​​dXX
3 ​​+ 1) 06
IA
(C) 20 + 4 d​​ XX
5 ​​ Considere um triângulo
UL ABC, cujos pontos D e E estão sobre o
​^​
(D) 45 lado AC, o ângulo E​​B ​​D mede 39 e, em relação as medidas, tem-
9J

(E) 50 -se que AB = AD, CB = CE


63

03
21

Na figura a seguir, as retas r e s são paralelas, sendo que r passa


19

pelos pontos A e M, e a reta s passa pelos pontos B e N.


28
03
S
VE
AL

​^​
Desse modo, pode-se afirmar que a medida de A​​B ​​C é
LIA

(A) 100°
JU

(B) 102°
(C) 104°
39

(D) 106°
16

(E) 108°
92
81

07
2

Em uma papelaria, Juliana comprou dois tipos de cadernos. Do


03

caderno tipo 1, ela comprou 6 unidades de determinado valor


S

unitário. Do caderno tipo 2, cujo valor unitário é 3 reais mais


VE

caro que o do tipo 1, Juliana comprou uma quantidade que equi-


AL

vale ao dobro do valor unitário do caderno do tipo 1. Ao fazer o


pagamento, ela deu seis notas de 50 reais para pagar tal compra,
IA

e recebeu 30 reais de troco.


JUL

Dos dois tipos de caderno que ela comprou, Juliana gastou com
39

Dado que o ponto Q ​ corresponde à intersecção das bissetrizes o mais caro, em reais, um total de
​^​ ^​ ​^​
6

dos ângulos A​​M​​P e B​​N​​P, então, a medida do ângulo a = M​​Q​​N é (A) 216.
21

igual a (B) 208.


19

(A) 140°. (C) 200.


28

(B) 120°. (D) 192.


03

(C) 150°. (E) 180.


(D) 110°.
S
VE

(E) 160°.
AL
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3
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08 11

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Dada a expressão algébrica x9 – x, ao fatorá-la completamente Uma caixa contém 20 bolas numeradas de 1 a 20. O menor nú-

63
em polinômios e monômios com coeficientes inteiros, o número mero de bolas que uma pessoa deve retirar dessa caixa para ter
de fatores será certeza de que três das bolas retiradas estejam marcadas com

21
(A) 7. três números consecutivos é igual a

19
(B) 5. (A) 11 bolas.

28
(C) 4. (B) 12 bolas.

03
(D) 3. (C) 15 bolas.

S
(E) 2. (D) 16 bolas.

VE
(E) 18 bolas.
09

AL
A imagem a seguir representa a planta baixa de um quarteirão 12

IA
de um condomínio empresarial, o qual é delimitado pelas Ruas Na imagem abaixo, o ponto G representa o baricentro do tri-

UL
1 e 2 e pelas Avenidas A e B. Esse quarteirão tem a forma de um ângulo equilátero ABC, e o ponto I corresponde ao incentro do


9J

trapézio ADD'A' com ​​AD​​ = 90 m e ​​A'D'​​ = 135 m, como mostra o triângulo AGB

63
esquema da figura abaixo.

21
19
28
03
S
VE
AL
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É correto afirmar que o suplemento do ângulo GAI é igual a:


63

(A) 120°.
21

(B) 130°.
19

Tal área foi dividida em terrenos ABB'A', BCC'B' e CDD'C', todos (C) 145°.
28

na forma trapezoidal, com bases paralelas às avenidas tais que​​ (D) 150°.
  
AB​​= 40 m, BC​​
​​ = 30 m e ​​CD​​= 20 m.
03

(E) 165°.
De acordo com essas informações, a diferença, em metros,​​
S

 
13
VE

A'B'​​– C'D'​​
​ é igual a
(A) 20.
AL

AAS, além de dor e febre também previne


(B) 30. doenças cardiovasculares
LIA

(C) 40.
(D) 25. Disponível desde o início dos anos 1900, o ácido acetilsalicílico
JU

(E) 10. é um dos medicamentos mais usados do mundo para o controle


39

da dor e da febre. Um de seus componentes, o salicilato, deriva


16

10 do salgueiro, e suas propriedades já eram conhecidas há 4.000


anos.
92

Em um condomínio com 242 moradores, sabe-se que:


81

§ 96 são paulistas O AAS possui boa farmacocinética, ou seja, ele é rapidamente


2

§ 64 são mulheres absorvido no trato gastrointestinal, especialmente na sua forma


03

§ 47usam óculos líquida, e é distribuído pelos tecidos, até que chega a seu alvo,
S

§ 51 são mulheres paulistas efetua sua ação, se transforma em um produto excretável (me-
VE

§ 25 são mulheres de óculos tabolização), termina sua tarefa e sai do corpo pela via renal.
AL

§ 36 são paulistas de óculos Disponível em: [Link]


§ 20 são mulheres paulistas de óculos redacao/2020/08/04/aas-alem-de-dor-e-febre-tambem-previne-
IA

[Link]. Acesso em: 29 de jan. 2021.


UL

Desse modo, o número de homens paulistas que não usam ócu-


A quantidade, em mol, de ácido acetilsalicílico (C9H8O4) em um
J

los é
39

(A) 18. comprimido analgésico de 360 mg é


(A) 1 ⋅ 10-3 mol.
6

(B) 24.
21

(C) 29. (B) 2 ⋅ 10-3 mol.


19

(D) 38. (C) 3 ⋅ 10-3 mol.


28

(E) 45. (D) 4 ⋅ 10-3 mol.


(E) 5 ⋅ 10-3 mol.
03
S

Note e adote:
VE

Massas molares (g⋅mol-1): O = 16; C = 12 e H = 1.


AL
LIA

4
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14 16

9J
A conversão dos veículos para o gás natural, principalmente
Explosão em Beirute: quando a negligência nas frotas de táxis dos grandes centros, ajudou a popularizar o

63
se transforma em tragédia GNV. Ele é um combustível fóssil, como o petróleo, porém com

21
Uma explosão devastadora em um porto de Beirute na terça-fei- alguns diferenciais:

19
ra, 4 de agosto, matou mais de 100 pessoas e feriu pelo menos § Ele oferece vantagem no custo por quilômetro rodado;

28
5.000. De acordo com relatos da imprensa local, o acidente pare- § Por ser seco, não provoca resíduos de carbono nas partes
internas do motor, aumentando a vida útil e o intervalo de

03
ce ter ocorrido como resultado da combustão de uma substância
trocas de óleo;
denominada nitrato de amônio, cuja fórmula química é NH4NO3.

S
§ Possui baixa emissão de nitrogênio, dióxido de carbono e en-

VE
As autoridades libanesas informaram que havia 2,7 mil tonela-
xofre, contribuindo para a melhoria do ar nos centros urbanos.
das de nitrato de amônio estocadas em uma unidade de armaze-

AL
Disponível em: [Link]
namento na região portuária da cidade. A explosão inicial provo- atividades/produtos/automotivos/gas-natural-veicular/.

IA
cou um incêndio, enquanto a segunda resultou em uma nuvem Acesso em: 19 de dez. 2020. (Adaptado)

UL
apocalíptica de coloração marrom e com formato de cogumelo.

9J
O deslocamento de ar oriundo da explosão gerou uma onda de O GNV, gás natural veicular, utilizado como combustível, é cons-
choque que se propagou por uma enorme distância, causando tituído majoritariamente pelo gás metano, CH4, que representa

63
destruição generalizada. [...] 90% do volume. O restante do volume deve-se a presença do

21
Bertotti, Mauro. Explosão em Beirute: quando a gás etano, C2H6.

19
negligência se transforma em tragédia, São Paulo, 06, O volume, em litros, de ar atmosférico necessário para a com-

28
agosto, 2020. Disponível em: [Link]
bustão completa de 100 L de GNV é igual a

03
explosao-em-beirute-quando-a-negligencia-se-transforma-
em-tragedia. Acesso em: 11 de nov. de 2021.
(A) 1075 L.

S
(B) 1125 L.

VE
O nitrato de amônio pode ser produzido a partir da reação da (C) 1750 L.

AL
amônia gasosa com uma solução de ácido nítrico, de acordo com (D) 2150 L.
a reação: (E) 2650 L.

IA
UL
NH3(g) + HNO3(aq) → NH4NO3(aq) Note e adote:
Massas molares (g⋅mol-1): O = 16; C = 12 e H = 1.
9J

O volume, em litros, de amônia necessário para produzir 2,7 mil


Volume molar (CNTP): 25 L⋅mol-1.
toneladas de nitrato de amônio é igual
63

Composição atmosférica: 80% de N2 e 20% de O2.


(A) 556.106 L.
21

(B) 656.106 L.
19

(C) 756.106 L. 17
28

(D) 856.106 L. Leia o trecho a seguir sobre a importância do modelo atômico


03

(E) 956.106 L. proposto por Rutherford.


S

Note e adote: A energia nuclear e o exame de Ressonância Magnética são al-


VE

Massas molares (g⋅mol-1): NH4NO3 = 80 e NH3 = 17. guns dos exemplos do nosso dia a dia que devem sua existência à
AL

Volume molar (L⋅mol-1): 22,4 L. descoberta do núcleo atômico pelo cientista neozelandês Ernest
Rutherford, tema do Globo Ciência gravado no museu Catavento
LIA

15 Cultural e Educacional, em São Paulo.


JU

O alcino mais simples – e o mais importante – é o etino, também “O modelo de Rutherford, proposto em 1911, marca o nascimen-
chamado de gás acetileno ou oxiacetileno. Ele é usado como
39

to da ciência nuclear”, conta Carley Martins, professor do Depar-


combustível em maçaricos para a realização de cortes e soldas.
16

tamento de Física Nuclear e de Altas Energias da Universidade


Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que classifica a conclusão do
92

Um método para produção desse composto é a reação de car-


beto de cálcio e água, conforme mostrado na equação química cientista como “um lance de pura genialidade”.
81

a seguir. Disponível em: [Link]


2
03

noticia/2011/05/saiba-como-se-deu-evolucao-de-modelos-atomicos-
CaC2(g) + 2 H2O(l) → Ca(OH)2(aq) + C2H2(g) [Link]. Acesso em: 20 de julho de 2021.
S
VE

O volume obtido, em litros, de gás etino nas condições normais


de temperatura e pressão (CNTP), a partir da reação de 200 g de De acordo com o modelo atômico de Rutherford, podemos afir-
AL

CaC2 com 80% de pureza e rendimento de 80%, é igual a mar que


(A) o átomo é maciço e eletricamente neutro.
IA

(A) 22,4 L.
(B) o núcleo atômico é pouco denso e possui partículas de carga
UL

(B) 44,8 L.
(C) 56,0 L. negativa.
J

(C) o átomo é uma massa de carga negativa e a essa massa esta-


39

(D) 89,6 L.
(E) 112 L. vam partículas positivas encrustadas chamadas de prótons.
6

(D) todos os átomos de um dado elemento são idênticos e apre-


21

Note e adote: sentam uma relação múltipla da massa atômica à medida


19

Massas molares (g⋅mol-1): CaC2 = 64; H2O = 18; Ca(OH)2 = 74 que o número atômico cresce.
28

e C2H2 = 26. (E) um átomo apresenta uma região central pequena, densa e
03

positiva, denominada de núcleo, e na região periférica do


S

átomo estão as partículas de carga negativa, os elétrons.


VE
AL
LIA

5
JU
A
IA
UL
18 Ela, a Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ajudou a siste-

9J
Muitos metais são essenciais para o crescimento de todos os ti- matizar e a organizar o conhecimento científico e é a homena-
geada deste ano de 2019 pela Organização das Nações Unidas

63
pos de organismos, desde as bactérias até mesmo o ser humano,
mas eles são requeridos em baixas concentrações e podem da- (ONU).

21
nificar sistemas biológicos quando presentes em concentrações

19
A ONU proclamou 2019 como sendo o Ano Internacional da Ta-
maiores. Outros metais, no entanto, não são essenciais, isto é, bela Periódica, em um esforço simbólico para "aumentar a sua

28
não são requeridos pelos organismos e pequenas concentrações consciência global e a educação em ciências básicas", conforme

03
podem causar danos aos organismos. Dessa forma, os metais declarou em comunicado oficial.

S
são classificados em: elementos essenciais: sódio, potássio, cál-

VE
cio, ferro, zinco, cobre, níquel e magnésio; e elementos não es- A tabela original reúne os 63 elementos químicos conhecidos,
senciais: arsênico, chumbo, cádmio, mercúrio, alumínio, titânio, listados em ordem de sua massa atômica e agrupados por suas

AL
estanho e tungstênio. propriedades físico-químicas.

IA
Palácio, Soraya M.; Toxicidade de metais em soluções Disponível em: [Link]

UL
aquosas: um bioensaio para a sala de aula. Química voceviu/2019/01/por-que-2019-e-o-ano-da-tabela-
[Link]. Acesso em: 11 de nov. 2021.

9J
Nova na Escola, Vol. 35, Nº2, p. 80, MAIO 2013.

63
O zinco é um elemento químico essencial para o ser humano, pois Com relação a tabela e as propriedades periódicas, podemos

21
é responsável por inúmeras funções metabólicas. Sobre o zinco, afirmar que
(A) as espécies químicas 12Mg2+, 16S2- e 8O2- são isoeletrônicas.

19
é correto afirmar que as distribuições eletrônicas para o estado
(B) o elemento nitrogênio (7N) é mais eletronegativo que o ele-

28
fundamental e para o seu cátion bivalente, são, respectivamente,
(A) 1s22s22p63s23p64s23d10 e 1s22s22p63s23p64s23d8. mento flúor (9F).

03
(B) 1s22s22p63s23p64s23d4 e 1s22s22p63s23p64s23d4. (C) o elemento potássio (19K) apresenta menor raio atômico que

S
(C) 1s22s22p63s23p64s23d6 e 1s22s22p63s23p64s23d6. o elemento bromo (35Br).

VE
(D) 1s22s22p63s23p64s23d10 e 1s22s22p63s23p63d10. (D) o elemento sódio (11Na) apresenta maior energia de ioniza-

AL
(E) 1s22s22p63s23p64s23d8 e 1s22s22p63s23p63d8. ção do que o césio (55Cs).
(E) os elementos magnésio (12Mg) e alumínio (13Al) pertencem à
IA
Note e adote: mesma família da tabela periódica.
UL
Número atômico do zinco (Z) = 30
9J

21
63

19 Em uma aula de Química experimental, um aluno recebeu uma


21

Japão: Níveis de estrôncio 90 na terra na zona de Fukushima amostra desconhecida, X. Ao aluno, também foi entregue uma ta-
19

aumentaram 26 vezes desde meados de março bela com os valores de densidade, em g⋅mL-1, de cinco amostras:
28

O nível de estrôncio 90 na terra de municípios da província de Amostras Densidade (g⋅mL-1)


03

Fukushima aumentou 26 vezes desde meados de março, ainda


que não representem um risco, indicam dados do ministério ja- Água pura 1,00
S
VE

ponês da Ciência divulgados pela televisão NHK. Álcool etílico hidratado 0,81
AL

Um total de 11 amostras de terra recolhidas entre o final de mar- Álcool butílico puro 0,81
ço e meados de maio em 10 localidades de Fukushima, onde Acetona 0,79
LIA

está localizada a central nuclear afetada pelo sismo e tsunami de


Hexano puro 0,65
JU

11 de março, revelaram a presença do material radioativo.


Disponível em: [Link] Prontamente o aluno determinou as quantidades da massa e do
39

de-estroncio-90-na-terra-na-zona-de-fukushima-aumentaram- volume da amostra X e anotou em seu caderno, conforme ilus-


16

26-vezes-desde-meados-de-marco. Acesso em: 02 de out. 2020. trado abaixo.


92

Com relação ao estrôncio, podemos afirmar que ele


Amostra desconhecida Características da amostra
81

(A) encontra-se no quarto período da família dos metais alcali-


2

nos terrosos. Massa (g) Volume (mL)


03

X
(B) encontra-se no quinto período da família dos metais alcali- 6,48 8,0
S

nos terrosos.
VE

Por último, ele aqueceu uma quantidade da amostra e, obteve a


(C) encontra-se no quarto período da família dos metais alcalinos.
seguinte curva de aquecimento:
AL

(D) encontra-se no quinto período da família dos metais alcalinos.


(E) encontra-se no quarto período da família dos calcogênios. Temperatura (°C)
IA
UL

Note e adote:
J

Representação do estrôncio-90 = 90
38
Sr
639

20
21

Por que 2019 é o ano da tabela periódica


19
28

Ela está presente em todos os laboratórios – dos escolares aos


03

mais sofisticados centros de pesquisas científicas do mundo. Es-


tampa livros e apostilas didáticas, pode ser o terror de alunos do
S

Tempo [min]
VE

Ensino Médio, mas também é um ícone pop. As releituras fazem


a alegria de nerds.
AL
LIA

6
JU
A
IA
UL
Logo, a amostra X só pode ser o(a) 24

9J
(A) álcool etílico hidratado. Um corpo inicialmente neutro, ao sofrer atrito, se torna carrega-
(B) álcool butílico puro. do eletricamente adquirindo + 1,92 × 10-15 C de carga. Portanto,

63
(C) hexano puro. esse corpo

21
(D) água pura. (A) perdeu 1,2 × 104 prótons.

19
(E) acetona. (B) ganhou 1,2 × 104 prótons.

28
(C) perdeu 1,2 × 104 elétrons.

03
22 (D) ganhou 1,2 × 104 elétrons.

S
A soldagem de funilaria, como é conhecida em muitas regiões do (E) perdeu prótons e elétrons, porém 1,2 × 104 elétrons a mais

VE
Brasil, refere-se geralmente a reparos ou reconstrução de cha- do que prótons.

AL
pas de aço carbono de veículos em geral. Paralamas, para-cho- Note e adote:
que, chassi e demais partes de veículos são os itens mais comuns Carga elementar = +/– 1,6 × 10-19 C

IA
a serem soldados.

UL
Disponível em: [Link] 25

9J
de-solda-mais-utilizado-em-funilaria. Acesso em: 14 de nov. 2020. Duas cargas elétricas, q1 e q2, apresentam, quando separadas a

63
A solda de funilaria é uma mistura formada por 63% de estanho uma distância r uma da outra, uma intensidade da força de inte-

21
e 37% de chumbo. A mistura se funde a temperatura de 183 °C. ração entre elas igual a F. Se as duas cargas forem triplicadas e
a distância entre elas for reduzida a um terço, a intensidade da

19
Os gráficos mostram a curva de aquecimento dos metais isola-
dos e da liga formada pela mistura dos metais. força de interação entre essas duas cargas será igual a

28
Estanho Chumbo Liga Sn-Pb (A) 1/9 F.

03
Temperatura (°C) Temperatura (°C) Temperatura (°C) (B) 1/3 F.

S
(C) 3 F.

VE
Tebulição
2602 1749 (D) 9 F.

AL
232 327 183 (E) 81 F.

IA
Energia (kJ) Energia (kJ) Energia (kJ) 26 UL
Considere duas cargas puntiformes (q1 e q2) separadas por 4 cm
Com relação as informações acima, podemos afirmar que
9J

no vácuo.
(A) há duas curvas de aquecimento de substâncias puras e uma
q1 q2
63

curva de aquecimento de uma mistura homogênea. A


21

(B) há duas curvas de aquecimento de substâncias puras e uma


Qual é o módulo do campo elétrico resultante que essas cargas
19

curva de aquecimento de uma mistura azeotrópica.


produzem em A?
28

(C) há duas curvas de aquecimento de misturas azeotrópicas e


uma curva de aquecimento de uma substância pura. (A) 0,25 ⋅ 102 N/C
03

(D) há duas curvas de aquecimento de misturas eutéticas e uma (B) 4,41 ⋅ 10 N/C
S

curva de aquecimento de uma substância pura. (C) 0 N/C


VE

(E) há duas curvas de aquecimento de substâncias puras e uma (D) 4,59 ⋅ 10-1 N/C
AL

curva de aquecimento de uma mistura eutética. (E) 9,41 ⋅ 10-2 N/C


Note e adote:
LIA

23 A carga q2 encontra-se a 1 cm do ponto A.


JU

A Camada de Ozônio A carga de q1 vale 9 nC. A carga de q2 vale 1 nC.


Constante eletrostática no vácuo: k0 = 9 ⋅ 109 N⋅m2/C2
39

O ozônio (O3) é um dos gases que compõe a atmosfera e cerca


16

de 90% de suas moléculas se concentram entre 20 e 35 km de al-


27
titude, região denominada Camada de Ozônio. Sua importância
92

O campo elétrico E, gerado por uma carga Q em determinado


está no fato de ser o único gás que filtra a radiação ultravioleta
81

ponto onde está localizada a carga Q', é _____________ ao cam-


do tipo B (UV-B), nociva aos seres vivos. [...]
2

po elétrico E', gerado pela carga Q' no ponto onde está situada
03

Ao nível do solo, na troposfera, o ozônio perde a sua função de a carga Q. A força elétrica F (de Q sobre Q') é ____________ à
S

protetor e se transforma em um gás poluente, responsável pelo força elétrica F' (de Q' sobre Q).
VE

aumento da temperatura da superfície, junto com o monóxido Os espaços delineados são corretamente preenchidos por
AL

de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o (A) superior – igual.
óxido nitroso (N2O). (B) inferior – igual.
IA

Disponível em: [Link] (C) igual – inferior.


UL

protecao-da-camada-de-ozonio/a-camada-de-ozonio. (D) superior – inferior.


J

html. Acesso em: 28 de out. 2020. (Adaptado). (E) inferior – superior.


39

Com relação as substâncias citadas no texto, podemos afirmar que Note e adote:
6
21

(A) todas as substâncias são classificadas como simples. Q' < Q


19

(B) todas as substâncias são classificadas como compostas.


(C) apenas o ozônio e o metano são classificados como substân- 28
28

cias compostas. O isopor


03

(D) o ozônio é a única substância simples, enquanto as demais O nome como o conhecemos é o que caiu no “popular”. Na ver-
S

substâncias são compostas. dade, isopor é a marca registrada da Knauf Isopor LTDA, em-
VE

(E) apenas o monóxido de carbono e o dióxido de carbono são presa que fabrica o poliestireno expandido (ou EPS, na sigla em
AL

classificados como substâncias simples. inglês), descoberto na Alemanha em 1949.


LIA

7
JU
A
IA
UL
O isopor é um tipo de plástico fabricado a partir do estireno, (A) 3 ⋅ 1010 J

9J
derivado do petróleo. O material passa pelo processo de poli- (B) 5 ⋅ 1010 J
merização, formando o poliestireno, composto por carbono e hi- (C) 4 ⋅ 109 J

63
drogênio. Ele é expandido (mais de 95% de ar), por isso pode se (D) 9 ⋅ 109 J

21
transformar em produtos com vários formatos. (E) 2 ⋅ 1015 J

19
O isopor é usado em diversos setores da indústria. Os mais vistos

28
pelos consumidores são as embalagens, caixas térmicas e pro- 30

03
teção para aparelhos e máquinas, como televisão e geladeira, As curvas A e B, na figura, representam a variação de tempera-
e produtos frágeis, como medicamentos, mas também é usado

S
tura (T) em função do tempo (t) de duas amostras A e B, quan-

VE
na construção civil, por ser bom isolante térmico e resistente a do 100 g de cada uma são aquecidas separadamente, a partir
determinadas condições. Entra, por exemplo, na preparação de

AL
da temperatura inicial de 20° C, na fase sólida, recebendo calor
concreto leve, lajes, telhas, forros e câmeras frigoríficas. numa taxa constante de 300 cal/s.

IA
Disponível em: [Link] T(°C)

UL
br. Acesso em: 26 de março de 2015. 320
A

9J
Consideremos uma caixa térmica de poliestireno utilizada para- 280

63
manter as bebidas a uma temperatura refrescante em um dia 240

21
quente de verão na praia. A caixa térmica de base quadrada pos- 200

19
sui medidas 25, 50 e 50 cm, e a espessura da sua parede mede
160
3,0 cm. A caixa está cheia de garrafas de água e latas de refrige-

28
B
rantes a 2 °C. 120

03
Condutividade térmica de materiais 80

S
VE
Materiais Cond. Térmica (J/s⋅m⋅k) 40
0 t(s)

AL
Água 0,61 0 20 40 60 80 100 120 140
Espuma de poliestireno (isopor) 0,03
IA
Com base nas informações e no gráfico, os calores latentes de
UL
Ar 0,026 fusão das amostras A e B valem, respectivamente,
9J

Espuma de poliuretano 0,020 (A) 540 cal/g e 250 cal/g.


(B) 260 cal/C e 150 cal/g.
63

Disponível em: [Link]


Acesso em: 25 de março de 2015. (C) 420 cal/g e 360 cal/g.
21

(D) 600 cal/g e 500 cal/g.


19

Dessa forma, o fluxo de calor para o interior da caixa, conside- (E) 210 cal/g e 180 cal/g.
28

rando que o calor entra por todas as fases da caixa e que a tem-
Note e adote:
03

peratura das faces externas é de 32 °C, vale


(A) 12,5 J/s. valor da gravidade g = 10 m/s²
S
VE

(B) 12,5 cal/s.


(C) 25 J/min. 31
AL

(D) 25 W. Existem várias versões do Caminho de Santiago, que são traje-


tos percorridos anualmente por milhares de peregrinos que se
LIA

(E) 30 J/s.
dirigem à cidade de Santiago de Compostela, na Espanha, com a
JU

29 finalidade de venerar o apóstolo Santiago Maior. Considere que


uma pessoa percorreu um desses caminhos em 25 dias, andan-
39

Os cometas são, geralmente, formados por gases e gelos soli-


do a distância total de 800 km e caminhando com velocidade
16

dificados que envolvem um núcleo metálico ou rochoso. Ao se


aproximar do Sol, o cometa passa a exibir uma cauda longa e média de 3,0 km/h.
92

brilhante, que surge em razão da evaporação de sua superfície O tempo que essa pessoa caminhou por dia, em média, foi de
81

quando exposta ao calor do Sol. A figura a seguir representa um (A) 7 horas e 20 minutos.
2
03

cometa no formato esférico, com diâmetro sólido total D de (B) 8 horas e 20 minutos.
1.000 m. O núcleo metálico interno tem diâmetro Di de 400 m e (C) 7 horas e 40 minutos.
S
VE

é coberto por uma mistura de gelo composto de vários elemen- (D) 8 horas e 40 minutos.
tos leves em estado sólido. A massa de gelo corresponde a 30% (E) 10 horas e 40 minutos.
AL

da massa total do cometa. Nas condições às quais esse cometa


IA

está submetido, o gelo vai diretamente para o estado gasoso à 32


UL

temperatura de 14 K. Uma viagem de ônibus entre Juiz de Fora e o Rio de Janeiro nor-
D
J

malmente é realizada com velocidade média de 60 km/h e tem


39

duração de 3 horas, entre suas respectivas rodoviárias. Uma es-


6

Di tudante fez esta viagem de ônibus, e relatou que, após 1 hora do


21

início da viagem, devido a obras na pista, o ônibus ficou parado


19

por 45 minutos. Depois disso, a pista foi liberada e o ônibus se-


Considere que a massa do gelo sobre o cometa seja igual a
28

guiu sua viagem, mas, devido ao engarrafamento na entrada da


5 ⋅ 1010 kg, que a temperatura inicial do gelo seja 4 K e que os
03

cidade do Rio de Janeiro até a rodoviária, a estudante demorou


calores específico e latente do gelo sejam respectivamente
mais 2 horas e 45 minutos.
S

iguais a 0,05⋅J⋅kg-1 ⋅ K-1 e 0,1⋅J⋅kg-1. Nessas condições, calcule


VE

a quantidade de energia, em joules, necessária para evaporar


AL

toda a cobertura de gelo do cometa.


LIA

8
JU
A
IA
UL
Qual foi a velocidade média do ônibus na viagem relatada pela 36

9J
estudante? O lagartinho-das-dunas (Calyptommatus leiolepis), representa-
(A) 60 km/h

63
do na imagem, é uma espécie de réptil que não possui patas
(B) 72 km/h dianteiras, e as traseiras, em destaque, são atrofiadas. Essa es-

21
(C) 45 km/h pécie apresenta hábitos fossoriais, ou seja, vive sob o solo are-

19
(D) 40 km/h noso, de modo que a presença de patas seria desnecessária para

28
(E) 36 km/h seu modo de vida.

03
33

S
VE
De dentro do ônibus, que ainda fazia manobras para estacionar

AL
no ponto de parada, o rapaz, atrasado para o encontro com a
namorada, observa-a indo embora pela calçada. Quando final-

IA
mente o ônibus para, e o rapaz desce, a distância que o separa

UL
da namorada é de 180 m.

9J
Sabendo que a namorada do rapaz se movimenta com veloci-

63
dade constante de 0,5 m/s e que o rapaz a alcança em 40 s, a

21
velocidade mantida por ele durante o percurso é de ([Link] Adaptada.)

19
(A) 1 m/s.
(B) 3 m/s. Essa evidencia evolutiva pode indicar que

28
(C) 5 m/s. (A) o ancestral do lagartinho-das-dunas poderia ter hábito de

03
(D) 7 m/s. locomoção diferente dele, provavelmente semelhante ao de

S
(E) 9 m/s. outras espécies de répteis que são encontradas ainda hoje.

VE
(B) a atrofia das patas envolve um processo de especiação raro,

AL
34 encontrado apenas nessa espécie de réptil.
(C) existe uma semelhança com as minhocas, e isso indica uma
IA
Um automóvel aproxima-se de uma cidade situada a 200 km
do local de sua partida, deslocando-se a uma velocidade homologia entre eles. UL
de 120 km/h. (D) essa atrofia possui relação com a sua pele queratinizada, ga-
9J

rantindo maior fluidez na sua locomoção.


Qual a distância entre o móvel e a cidade após
63

(E) as patas atrofiadas indicam que essa é uma espécie primiti-


1h 15min minutos? va, prevendo que as espécies descendentes possuirão patas
21

(A) 10 Km bem desenvolvidas.


19

(B) 20 Km
28

(C) 50 Km 37
03

(D) 70 Km Com relação aos ácidos nucleicos, veja as afirmações:


S

(E) 100 Km
VE

I. As bases nitrogenadas do DNA e do RNA são as mesmas.


II. DNA e RNA são compostos por agrupamentos menores, cha-
AL

mados de nucleotídeos.
LIA

III. O DNA é formado por fosfatos, riboses e bases nitrogenadas.


35 IV. O RNA origina-se por um processo de transcrição de um seg-
JU

Um turista, ao passar de barco sob uma grande ponte de concre- mento de DNA.
39

to, observou o que parecia ser uma grande rachadura. O turista V. As ligações de hidrogênio são responsáveis pela união dos
filamentos de DNA.
16

fotografou a ''rachadura'' e publicou a fotografia em uma rede


social, o que provocou certa histeria nos internautas, que fica-
92

Estão corretas
ram preocupados com a segurança dos usuários da ponte. Foi
81

(A) somente as afirmativas II, III e V.


preciso que o engenheiro responsável viesse a público explicar
2

(B) somente as afirmativas I e IV.


03

o fato. O engenheiro disse que não se tratava de rachadura pro- (C) somente as afirmativas II e III.
vocada por algum problema na ponte; era simplesmente uma
S

(D) somente as afirmativas I, II e V.


VE

junta de dilatação, necessária para permitir a movimentação da (E) somente as afirmativas II, IV e V.
estrutura da ponte devido à variação de temperatura.
AL

Considere que o coeficiente de dilatação linear do material de 38


IA

que é feita a ponte (concreto) seja a = 1 ⋅ 10-5 °C-1. Em um dia O gráfico mostra em dois momentos diferentes o comportamen-
UL

de referência, a ponte tem 1 km de concreto e 10 secções se- to de dois tipos de anticorpos (IgG e IgM), após a exposição do
J

paradas por juntas de dilatação. A temperatura local sofre, no paciente a um determinado antígeno.
39

máximo, uma variação de 40°C. Cada junta intermediária deve


2ª Exposição
1ª Exposição
6

Quandade de ancorpos

1000
ter, no mínimo,
21

IgG
(A) 5 cm. 100
19

(B) 4 cm. 10
28

(C) 3 cm. IgM


1
03

(D) 2 cm.
(E) 1 cm.
S

0 7 14 21 28 35 42 49 56
VE

Tempo (dias)
AL
LIA

9
JU
A
IA
UL
Assinale a alternativa correta, em relação à informação e ao Envolvendo esses seres microscópios, assinale o que está correto.

9J
gráfico. (A) As algas são consideradas integrantes do Reino Plantae, visto
(A) É representado no gráfico como funciona uma imunidade que elas fazem fotossíntese.

63
ativa no organismo, e o principal exemplo é quando ocorre (B) O reino Monera é constituído por seres procariontes, e estes

21
picadas de cobras, escorpiões ou aranhas. conseguem um alto rendimento energético em relação aos

19
(B) As respostas evidenciadas no gráfico indicam a dosagem de eucariontes.

28
anticorpos inseridos no paciente, sendo algo não natural em (C) Bactérias possuem altas taxas de mutação, e o fenômeno de

03
uma pessoa saudável. conjugação auxilia nesse processo.
(C) A resposta quantitativa na produção dos diferentes tipos de (D) Protozoários são parasitas obrigatórios, e causam doenças

S
VE
imunoglobulinas independe do número de vezes que o indi- que afetam, em grande parte, populações de países pobres.
víduo recebeu o antígeno. (E) Os fungos são heterótrofos e possuem tecidos organizados.

AL
(D) Macrófagos são essenciais para a resposta específica de an-

IA
tígenos.
42

UL
(E) A memória imunológica favoreceu a maior resposta na 2ª
Sabe-se que todos os seres são formados pelos mesmos compo-

9J
exposição.
nentes químicos básicos. A respeito destes componentes, anali-

63
se cada proposição.
39

21
I. Os carboidratos são compostos que rapidamente podem ser
Do cruzamento entre plantas de trigo de Triticum turgidum (28

19
metabolizados.
cromossomos) e de Triticum tauschii (14 cromossomos) surgiu

28
II. Proteínas possuem ambientes ideais de funcionamento.
um indivíduo estéril de 21 cromossomos. Erros no processo mei-

03
III. O dissacarídeo mais importante na natureza é a celulose que
ótico deste híbrido permitiram o surgimento do Triticum sativum
apresenta estruturas em plantas e fungos.

S
(42 cromossomos) em um evento que denominamos de espe-
IV. A desnaturação proteica é provocada apenas por aqueci-

VE
ciação por poliploidia.
mento.

AL
Um possível erro meiótico para a formação de uma poliploidia V. Os triglicérides auxiliam na temperatura corporal, e são esto-

IA
aconteceria na cados em adipócitos.
UL
(A) anáfase II.
As afirmações verdadeiras são
(B) anáfase I.
9J

(A) I, II e V.
(C) prófase I.
(B) I, IV e V.
63

(D) prófase II.


(C) I, II e III.
21

(E) metáfase II.


(D) II e IV.
19

(E) I e II.
28

40
03

O vírus zika é transmitido por meio da picada do mosquito


43
Aedes aegypti, e a principal ação de combate ao mosquito é evi-
S

Os açúcares são fonte de energia para as células e constituem


VE

tar sua reprodução. O Aedes aegypti se prolifera nos locais onde


as subunidades dos polissacarídeos. Os polissacarídeos, me-
se acumula água. Por isso, é importante não deixar recipientes
AL

diante ligações covalentes, podem conter milhares de unidades


expostos à chuva, além de tampar caixas d’água e piscina. Reco-
dos açúcares mais simples, os monossacarídeos. Polissacarídeos
LIA

menda-se também a instalação de telas de proteção em janelas


podem exercer tanto funções energéticas como estruturais nos
e portas e o uso de repelentes.
JU

seres vivos.
Relacionado aos vírus, eles são
39

Relacionado a isso, a alternativa que indica um polissacarídeo


16

(A) compostos por capsídeo e DNA, apenas. estrutural e o grupo animal beneficiado é:
(B) parasitas intracelulares com variações entre os nucleotídeos, (A) Glicogênio – Mamíferos.
92

usando o maquinário do hospedeiro para sua reprodução. (B) Glicogênio – Artrópodes.


81

(C) envolvidos com uma camada lipídica chamada envelope, que (C) Peptidioglicano – Anelídeos.
2
03

auxilia na formação de proteínas para o vírus. (D) Quitina – Moluscos.


(D) parasitas que, quando inseridos no hospedeiro, utilizam da (E) Quitina – Artrópodes.
S

produção de energia deste para se reproduzir, e quando não


VE

estão no hospedeiro, fazem fermentação.


44
AL

(E) compostos de DNA e RNA em seu capsídeo.


Nos estudos relacionados ao surgimento de espécies, existem
IA

classificações baseadas nas mudanças evolutivas demonstra-


UL

41 das em estudos científicos. A partir desses estudos, consegui-


Por muito tempo, os biólogos consideraram apenas a existência de
J

mos observar como ocorreram as diferenciações das espécies


39

dois grandes reinos de seres vivos: o reino Animalia e o reino Plan- e quais espécies são mais aparentadas. Esses níveis de pa-
6

tae. Com o advento dos primeiros microscópios, novos seres vivos rentesco são representados em cladogramas, que são como
21

foram descobertos, como os protistas e, mais tarde, as bactérias. "mapas" da evolução.


19

Fonte reportagem: [Link]


O cladograma hipotético a seguir representa um diagrama que
28

noticia/2 019/05/fosseisde-fungosde-1-bilhao-de-anos-sao-
indica relações de parentesco entre 10 espécies recentes de
03

de [Link]. Acesso em 03 de set. 2019.


seres vivos.
S
VE
AL
LIA

10
JU
A
IA
UL
A B C D E F G H I J 47

9J
Paraíso

63
Se esta rua fosse minha,

21
eu mandava ladrilhar,

19
não para automóveis matar gente,

28
mas para criança brincar.
Se esta mata fosse minha,

03
eu não deixava derrubar.

S
Se cortarem todas as árvores,

VE
SANTOS, C. M. D. Os dinossauros de Henning: sobre a importância onde é que os pássaros vão morar?

AL
do monofiletismo para a sistemática biológica. Scientiae Se este rio fosse meu,
zudia, São Paulo, v.6 n.2, 2008. p. 179-200. (Adaptado). eu não deixava poluir.

IA
Joguem esgotos noutra parte,

UL
Observando este cladograma, assinale a alternativa correta.
que os peixes moram aqui.

9J
(A) São observados 8 possíveis grupos monofiléticos. Se este mundo fosse meu,

63
(B) O táxon C é evolutivamente mais próximo do táxon B, em Eu fazia tantas mudanças

21
relação ao táxon A. Que ele seria um paraíso
(C) Um exemplo de grupo parafilético pode ser observado no

19
De bichos, plantas e crianças.
parentesco entre os táxons G e H.

28
PAES, José Paulo. Poemas para brincar. Ática, 17ª ed., 2019.
(D) Os táxons I e J possuem uma proximidade evolutiva maior

03
entre si do que os táxons F e G. Considerando a intenção do autor, a maior parte dos verbos está

S
(E) Um grupo monofilético que é encontrado no cladograma é a conjugado no:

VE
união dos táxons D, E e F. (A) indicativo; expressar verdades universais.

AL
(B) imperativo; traduzir ordens ou exortações.
45 (C) subjuntivo; indicar vontade ou desejo.

IA
Uma flor encontrada em regiões do Mediterrâneo, chamada (D) indicativo; relacionar ações habituais.
UL
de erva-abelha (Ophrys apifera) possui uma forma diferente de (E) subjuntivo; sugerir condições hipotéticas.
9J

atrair seus polinizadores: imitando fêmeas de abelhas (espécie


48
63

Eucera nigrilabris). Assim, os machos polinizam as flores.


21

ALGUÉM EU ENTÃO AGUARDE LÁ

Sabendo disso, o mecanismo utilizado por essa planta é NA CLASSE


DESCONHECE
DESCONHEÇO, FORA PELO PRÓXIMOS
25 MINUTOS.
19

PROFESSOR.
O RESTO
(A) atração interespecífica. A PALAVFA
“MEDO”? DA TURMA
28

PERMANEÇA.
(B) mutualismo.
03

(C) mimetismo.
(D) comensalismo.
S
VE

(E) parasitismo.
LAERTE. Piratas do Tietê. Jornal Folha de S. Paulo,
AL

46 19 de setembro de 2021. Disponível em:


LIA

Um determinado segmento de DNA apresenta a seguinte


A palavra "desconheço" tem prefixo com mesmo significado em:
sequência de nucleotídeos:
JU

(A) percorrer.
5’ A – T – C – G – G – C – T – A – A – T – G – C 3’ (B) afônico.
39

3’ T – A – G – C – C – G – A – T – T – A – C – G 5’ (C) desinfeliz.
16

(D) predisposição.
92

Analises as proposições que apresentam os RNA mensageiros no (E) ultrapassar.


81

sentido da tradução 5’ ⇒ 3’.


Leia o texto a seguir para responder às questões 49 a 51.
2
03

I. G–C–A–U–U–A–G–C–C–G–A–U
II. A–U–C–G–G–C–U–A–A–U–G–C O legado de Tóquio
S

III. U–A–G–C–C–G–A–U–U–A–C–G
VE

A saúde mental, o bem estar emocional, a visão dos atletas tor-


IV. C–G–U–A–A–U–C–G–G–C–U–A nam-se também um valor
AL

Desconhecendo-se o lado sense (codificante) do DNA, indique E sem que esperássemos por isso eis que a saúde mental se tor-
IA

a alternativa na qual são apontados, no sentido de sua tradu- nou a principal notícia dessa Olimpíada. Quando Simone Biles, a
UL

ção, os dois segmentos de RNA mensageiro possíveis de serem ginasta americana mais bem-sucedida de todos os tempos, dis-
J

formados. se achar “que a saúde mental é mais importante nos esportes


39

(A) Somente as sequências indicadas em III e IV podem ser for- nesse momento” e anunciou que abandonaria a competição em
6
21

madas. função de seu estado emocional, deflagrou uma enxurrada de


manchetes, análises, opiniões e, como não poderia deixar de ser,
19

(B) Somente as sequências indicadas em II e III podem ser for-


madas. críticas. “Temos que proteger nossas mentes e nossos corpos e
28

(C) Somente a sequência indicada em II pode ser formada. não apenas sair e fazer o que o mundo quer que façamos.”
03

(D) Somente a sequência indicada em I pode ser formada. O tamanho desse gesto só a história será capaz de demonstrar,
S

(E) Somente as sequências indicadas em I e II podem ser for-


VE

mas acredito que ele retrospectivamente será visto como o mar-


madas. co de um movimento que, se já vinha crescendo na sociedade,
AL
LIA

11
JU
A
IA
UL
ganhou novo alcance após essa Olimpíada. Até então uma das 50

9J
cenas mais emblemáticas dos Jogos era a de Gabriela Ander- O posicionamento do autor em relação à sua geração fica claro
sen- Schiess, que em 1984 correu a primeira maratona feminina.

63
em:
Ela sofreu desidratação, teve cãibras, desequilíbrio e confusão (A) "Quer se sacrificar? Tudo bem. Não quer? Tudo bem, tam-

21
mental, terminando a prova com grande sacrifício. As cenas dela bém."

19
cambaleante, se arrastando até a linha, tornaram-se símbolo da (B) "Muitos da minha geração (X) gritarão que é “mimimi” (es-

28
persistência e esforço, no qual a preservação da integridade fí- quecendo-se que nós, geração X, fomos os primeiros a ser

03
sica e mental não poderiam ser empecilho para se conquistar o alcunhados “me generation”)."
objetivo. Bem a cara dos anos 1980.

S
(C) "Bem a cara dos anos 1980."

VE
O cenário agora parece diferente. “Eu não queria ir lá, fazer algo (D) "Não concordo, mas entendo."
(E) "(...) eu vejo um adulto morrendo de medo de não estar pre-

AL
estúpido e me machucar”, disse Biles, ao se referir a um fenô-
meno muito comum entre ginastas, conhecido como twisties, parado para o mundo que esses jovens virão a chefiar."

IA
a perda de referência do próprio corpo em meio às manobras,

UL
colocando em risco não apenas a precisão do movimento, mas 51

9J
a integridade física do atleta. Em vez do sacrifício da saúde em Por que o presente do indicativo é usado no seguinte trecho "Se

63
função dos resultados, o sacrifício dos resultados em função da os Jogos concentram e ampliam o espírito de seu tempo (...)"?
saúde. Bem a cara dos millenials. (A) Indica que é uma opinião frequente.

21
(B) Indica uma informação que será realizada com certeza no

19
São sinais dos tempos. Se os Jogos concentram e ampliam o es-
futuro.

28
pírito de seu tempo, essas situações contrastantes exemplificam
(C) Aponta uma verdade imutável, de grande aceitação.

03
como poucas o ethos de cada uma de suas épocas. E, sincera-
(D) Indica ação simultânea ao momento da fala.
mente, não estamos necessariamente progredindo dos valores

S
(E) Aproxima um fato passado ao momento presente do leitor.
errados para os corretos. Mas também não creio que estejamos

VE
involuindo moralmente. Estamos, isso sim, ampliando nossa li-
52

AL
berdade de ação. Num ambiente que valoriza o resultado acima

IA
de tudo, inclusive da saúde, a atitude de Biles seria simplesmente UL
impensável. Não é só que lhe faltaria coragem para tanto, é mais QUAL PRATO IMPRESSIONA MAIS
profundo: lhe faltaria repertório. Ela sequer vislumbraria a desis- NUMA FOTO PRO INSTAGRAM?
9J

tência como uma opção. Agora é diferente.


63

E para mim esse é o grande legado de Tóquio-2020: abrir nova


21

possibilidade. Não é que o sacrifício em busca de objetivos deixa-


19

GALHARDO, Caco. Daiquiri. Folha de S. Paulo, Ilustrada, 14 de


rá de ter valor. Claro que a persistência, o esforço, a ampliação
julho de 2021. Disponível em: [Link]
28

dos limites continuarão a ser meritórios. Mas já não são a única


03

recompensa. A saúde mental, o bem estar emocional, a visão dos Caco Galhardo faz uma crítica:
atletas - e por extensão, dos trabalhadores, funcionários, exe-
S

(A) à dependência constante da tecnologia para qualquer ativi-


VE

cutivos - como seres humanos, não como máquinas, tornam-se dade cotidiana.
também um valor. Ampliam-se as possibilidades de caminhos. (B) ao menu dos restaurantes que não se adaptaram ao seu pú-
AL

Quer se sacrificar? Tudo bem. Não quer? Tudo bem, também. blico.
LIA

Muitos da minha geração (X) gritarão que é “mimimi” (esque- (C) ao uso frequente das redes sociais.
(D) ao desenvolvimento tecnológico.
JU

cendo-se que nós, geração X, fomos os primeiros a ser alcunha-


dos “me generation”). Dirão que essa postura não levará a lugar (E) às escolhas pessoais baseadas na aceitação nas redes sociais.
39

nenhum no mundo real, no mercado de trabalho e assim por


16

diante. Não concordo, mas entendo. Afinal, por trás de um adul- 53


92

to dizendo que os jovens de hoje não estão preparados para o


81

mundo que nós chefiamos, eu vejo um adulto morrendo de medo


2

de não estar preparado para o mundo que esses jovens virão a


03

chefiar.
S

BARROS, Daniel de. O legado de Tóquio. Jornal O


VE

Estado de S. Paulo, Esportes, 03 de agosto de 2021.


AL

Disponível em: [Link]


IA
UL

49
J

O autor cita as Olimpíadas e Simone Biles para


39

(A) comentar sobre a qualidade do esporte entre gerações.


6

(B) exaltar a sua geração em detrimento das mais novas.


21

(C) falar sobre a atitude dos millenials no mercado de trabalho. PIGNATARI, Décio. beba coca cola. 1957. Disponível em: .
19

(D) mostrar que Simone Biles nunca será esquecida por ter de- O poema tem como principal função da linguagem:
28

sistido de competir. (A) função emotiva.


03

(E) falar sobre as mudanças entre gerações quanto à saúde (B) função conativa.
S

mental. (C) função denotativa.


VE

(D) função fática.


AL

(E) função poética.


LIA

12
JU
A
IA
UL
54 Ambas as alternativas são inadmissíveis e atestam o fracasso da

9J
Assinale a alternativa que contém versos com função emotiva: ciência acadêmica em exercer o grau mais básico de controle de
qualidade – o de saber se um dado publicado é verdadeiro. Algo

63
(A) "Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar que deveria ser um direito de qualquer um, sem a necessidade de

21
O Eduardo sugeriu uma lanchonete senhas, investigações ou súplicas aos autores.

19
Mas a Mônica queria ver um filme do Godard" AMARAL, Olavo. La garantía soy yo. Folha de S. Paulo,

28
LEGIÃO URBANA. Eduardo e Mônica. Dois, 1986. 2021. Disponível em: [Link]

03
[Link]/2021/07/30/lagarantia-soy-yo/?
(B) "Alô alô Marciano

S
VE
Aqui quem fala é da Terra"
ELIS REGINA. Alô alô Marciano. WEA, Saudade do Brasil, 1980. 55

AL
Segundo o jornalista, a recusa em disponibilizar dados originais

IA
(C) "Pai, afasta de mim esse cálice de pesquisas no mundo acadêmico:

UL
De vinho tinto de sangue" (A) torna o perfil de quem fala os dados muito relevante para o
convencimento dos outros.

9J
CHICO BUARQUE; MILTON NASCIMENTO.
Cálice. Chico Buarque, 1978. (B) torna o jornalismo investigativo, que traz dados incontestá-

63
veis, fonte principal de informação.

21
(D) "Eis aqui este sambinha feito numa nota só (C) se dá por conta desses dados não existirem na realidade.
Outras notas vao entrar

19
(D) ocorre por conta da falta de um sistema de auditoria.
Mas a base é uma só"

28
(E) acontece para que a ciência consiga manter a qualidade de
ELIS REGINA; TOM JOBIM. Samba de seu trabalho.

03
uma nota só. Elis & Tom, 1974.

S
56

VE
(E) "Eu não gosto do bom gosto
Eu não gosto de bom senso O autor acredita que:

AL
Eu não gosto dos bons modos (A) o jornalismo investigativo leva a uma menor polarização en-

IA
Não gosto" tre as pessoas.
UL
ADRIANA CALCANHOTTO. Senhas. Columbia, Senhas, 1992. (B) fraudes ocorreriam facilmente mesmo com dados abertos.
(C) é direito dos pesquisadores não divulgar a fonte de seus da-
9J

dos.
63

Leia o texto a seguir para responder às questões 55 e 56.


(D) agências reguladoras disponibilizam dados incompletos para
21

La garantía soy yo pesquisas científicas.


19

(E) qualquer um tem a possibilidade de analisar dados.


Como lidar com dados bons demais para serem verdade?
28

(...) 57
03

Por incrível que pareça, a recusa em disponibilizar dados origi- Observe a xilogravura a seguir:
S

nais de um estudo é uma realidade comum na ciência acadêmi-


VE

ca. Na impossibilidade de acesso a eles, a crença nas afirmativas


AL

de um artigo quase sempre se baseia na palavra dos autores. As


palavras podem parecer de ninguém, mas como dizia um comer-
LIA

cial viral de algumas décadas atrás, “la garantía soy yo”. O que
JU

faz com que a reputação de quem fala conte, e muito, pra decidir
no que acreditar.
39

Com isso, o debate acaba migrando para o jornalismo investi-


16

gativo – ou para as redes sociais, onde virulentos argumentos


92

"ad hominem" de ambos os lados tentam resolver uma questão


81

insolúvel atacando as reputações de autores e críticos. E como


2

em qualquer tema, cada grupo acabará encontrando a verdade


03

que lhe convém, levando à polarização entre médicos e leigos.


S

O primeiro passo para a solução do problema é óbvio – os dados


VE

anonimizados de um estudo devem estar ao alcance de qualquer


AL

um que queira analisá-los. Ainda que estes dados sejam normal-


mente requisitados por agências reguladoras, e que boa parte REGENSBURG, Caspar Von. O poder das mulheres sobre
IA

dos artigos alegue que eles podem ser obtidos, eles raramente o coração dos homens. Berlim, Xilogravura, 1479.
UL

estão disponíveis de fato. A xilogravura de Caspar Von Regensburg comporta uma curiosa
J

Mesmo com dados abertos, porém, fraudes mais bem feitas do


39

representação visual dos sofrimentos amorosos que as mulhe-


que o tosco copy-paste do artigo egípcio podem ser difíceis de de- res causam nos corações de homens apaixonados. Tal represen-
6

tectar. Com isso, é preciso evoluir para sistemas de auditoria que


21

tação dialoga com


permitam checar se o que está escrito em um artigo reflete a reali-
19

(A) a poesia palaciana da segunda época medieval.


dade. Num mundo em que milhões de votos secretos são contados
28

(B) as novelas de cavalaria do ciclo arturiano.


em horas, não deveria ser difícil verificar se pessoas que tomaram (C) a lírica trovadoresca da primeira época medieval.
03

um medicamento num estudo estão vivas ou mortas. (D) a poesia provençal fundada em território português.
S

Estranhamente, porém, essa não parece ser uma prioridade na (E) o drama satírico-amoroso da primeira época medieval.
VE

academia, que se satisfaz com um sistema baseado na confiança


AL

que acaba por semear a discórdia.


LIA

13
JU
A
IA
UL
58 (A) uma temática de linha sentimental, que remete às cantigas

9J
Leia o texto a seguir: de modalidade lírica.
(B) uma estrutura de versificação em redondilhas menores, co-

63
Em seu conjunto, o mundo da grande literatura da época clássica mum no Humanismo.

21
é projetado no passado, no longínquo plano da memória, não (C) um sistema de rimas paralelísticas, organizadas em um siste-

19
dentro de um passado real e relativo, que está ligado ao presente ma ABABACDCDC.

28
por constantes transições temporais, mas no passado dos valo- (D) uma abordagem temática e crítica, que remete às cantigas

03
res dos começos e dos fastígios. Este passado está distanciado, trovadorescas de escárnio.
acabado e fechado como um círculo. (E) uma temática social organizada em versos decassílabos, tal

S
VE
(...) qual a poesia palaciana.
O homem dos grandes gêneros distanciados é o homem de um

AL
passado absoluto e de uma representação longínqua. Como tal, 60

IA
ele é inteiramente perfeito e terminado. Ele é concluído num alto
A Jesus Cristo Nosso Senhor

UL
nível heroico, mas está desesperadoramente pronto, ele está
todo ali, do começo ao fim, ele coincide consigo próprio e é igual Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,

9J
a si mesmo. Da vossa alta clemência me despido;

63
Mikhail Bakhtin. Questões de literatura e Antes, quanto mais tenho delinquido,

21
estética. São Paulo: Editora UNESP, 1998. Vos tenho a perdoar mais empenhado.

19
No texto acima, o pesquisador Mikhail Bakhtin apresenta dados Se basta a vos irar tanto pecado,

28
que correspondem a um modelo de experiência literária da An- A abrandar-vos sobeja um só gemido:

03
tiguidade Clássica, cujo modelo textual primordial é Que a mesma culpa, que vos há ofendido,

S
(A) a tragédia de abordagem dramática. Vos tem para o perdão lisonjeado.

VE
(B) a poesia lírica. Se uma ovelha perdida já cobrada,

AL
(C) a fábula grega Glória tal e prazer tão repentino
(D) a epopeia. Vos deu, como afirmais na Sacra História:
(E) o romance histórico.
IA
UL
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
9J

Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,


59
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
63

Texto I (Poemas escolhidos, 2010).


21

Habituados a opor o humanismo à Idade Média, supomos mui-


19

tas vezes que a adesão ao novo sistema implicou o repúdio do Embora o poema de Gregório de Matos apresente uma temá-
28

outro. O classicismo não apareceu por súbita revelação; cresceu tica que é, por excelência, religiosa, encontramos também um
03

entre a vegetação luxuriante do pensamento medieval. Os mo- elemento satírico relevante, que orienta o poema. Tal elemento
satírico surge quando o eu lírico:
S

dos característicos do pensamento da Idade Média persistem


(A) confessa seu pecado e ressalta que permanece empenhado
VE

por muito tempo durante o Renascimento.


em sua fé.
AL

(Johan Huizinga. O declínio da Idade Média, 1978. Adaptado.)


(B) afirma ter delinquido mesmo considerando-se alguém muito
LIA

Texto II religioso.
(C) diz que Deus pode, quando bem entender, manipular a ira e
JU

Esparsa o perdão.
39

a um fidalgo, na Índia, que lhe (D) compara a si próprio com a ovelha desgarrada que aparece
nos textos bíblicos.
16

tardava com uma camisa galante,


que lhe prometera (E) realiza a supressão da superioridade divina, colocando-a
92

como dependente.
81

Quem no mundo quiser ser


2

havido por singular, Leia o poema a seguir do livro Alguma poesia para responder
03

para mais se engrandecer às questões 61 e 62.


S

há-de trazer sempre o dar


No meio do caminho
VE

nas ancas do prometer.


AL

E já que vossa mercê No meio do caminho tinha uma pedra


largueza tem por divisa, Tinha uma pedra no meio do caminho
IA

como todo mundo vê, Tinha uma pedra


UL

há mister que tanto dê No meio do caminho tinha uma pedra


J

que venha [a] dar a camisa.


Nunca me esquecerei desse acontecimento
39

(Luiz Vaz de Camões, Lírica. São Paulo: Edusp, 1982.) Na vida de minhas retinas tão fatigadas
6
21

O fragmento de texto apresentado (texto I) – do medievalista Nunca me esquecerei que no meio do caminho
19

Johan Huizinga – discute a transição da experiência medieval Tinha uma pedra


Tinha uma pedra no meio do caminho
28

para o Renascimento, ressaltando que certos elementos do pe-


No meio do caminho tinha uma pedra.
03

ríodo mais antigo são preservados na experiência estética pos-


terior. No poema de Camões (texto II) – autor tradicionalmente (Alguma poesia)
S
VE

vinculado ao Classicismo –, percebemos a manutenção de carac-


terísticas da lírica medieval pelo fato de ele apresentar
AL
LIA

14
JU
A
IA
UL
61 64

9J
Na fortuna crítica de Drummond, muitos estudiosos compre- “Os processos tectônicos modificam a morfologia e a composi-
endem a “pedra” do poema “No meio do caminho” como uma

63
ção da superfície terrestre, interferindo física e quimicamente
metáfora de um obstáculo. A partir da organização estrutural do na atmosfera. Em termos físicos, a dinâmica das placas participa

21
poema e do sentido que extraímos de seus versos, é possível decisivamente na formação de grandes cadeias de montanhas

19
afirmar que a referida pedra indicaria: que, por sua vez, determinam a distribuição das precipitações

28
(A) os entraves que surgiriam pontualmente na vida de algum orográficas”.

03
indivíduo.
(FAUSTINONI, Jackeline Monteiro. Movimentos da crosta e
(B) determinada teimosia de um eu lírico que está em desacordo

S
relações entre Tectônica e dinâmica atmosférica. In: TERRAE

VE
com o mundo. DIDÁTICA 11-3,2015. Disponível em: . Acesso em: 17 de set./2018).
(C) as lembranças positivas que sempre vêm martelar a mente

AL
do eu lírico. As imagens abaixo representam o movimento das placas tectônicas.

IA
(D) tropeços que ocorrem por toda a vida e se materializam na

UL
memória.
(E) o desejo constante de esquecer os problemas pelos quais se

9J
PLACA PLACA PLACA
passou em vida. MANTO

63
MANTO MANTO

21
62
Fonte: [Link]

19
O poema apresentado se sustenta em um sistema de reiteração
de informações. Para isso, Carlos Drummond de Andrade se vale

28
Os movimentos de placas ilustrados acima são, respectivamente,
de um recurso de estilo conhecido como:

03
(A) transformante, divergente, convergente.
(A) metáfora, que deixa sugestões frequentes a respeito da rea- (B) convergente, transformante, divergente.

S
parição das informações. (C) divergente, convergente, transformante.

VE
(B) metonímia, em que a pedra indica parte de uma experiência (D) divergente, transformante, convergente.

AL
maior e repetitiva. (E) transformante, convergente, divergente.
(C) eufemismo, que camufla os problemas da vida por trás de
IA
dados que sempre ressurgem. 65
UL
(D) pleonasmo, que insiste em reproduzir informações que já ha- Suponha, para simplificar, que a Terra é perfeitamente esférica e
9J

viam sido apresentadas. que a linha do Equador mede 40.000 km.


63

(E) quiasmo, que recoloca as informações em pontos diferentes


do verso e da vida. O trajeto que sai do Polo Norte, segue até a linha do Equador
21

pelo meridiano de Greenwich, depois se desloca ao longo da li-


19

63 nha do Equador até o meridiano 45°L e, então, retorna ao Polo


28

Leia o trecho do romance Quincas Borba, de Machado de As- Norte por esse meridiano, tem comprimento total de
03

sis, para responder à questão. (A) 25.000 km.


(B) 20.000 km.
S

− Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão


VE

de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; (C) 15.000 km.
mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão (D) 30.000 km.
AL

de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não (E) 35.000 km.


LIA

atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador


e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tri- 66
JU

bos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma


Observe a sequência de imagens abaixo.
das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha
39

e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se


16

as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não che-


92

gam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz,


81

nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das


tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da
2
03

vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os


demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais
S
VE

demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que


o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajo-
AL

so, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma


ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão;
IA

ao vencedor, as batatas.
UL

(Quincas Borba)
J
39

Na obra Quincas Borba, a personagem que dá nome ao livro é


6

apresentada como um filósofo cujas teorias parecem ter uma


21

base de sustentação repleta de equívocos. Essa informação se


19

confirma no trecho apresentado, pois nele vemos que Quincas


28

ilustra sua argumentação por meio de:


(A) uma recordação pessoal
03

(B) um relato histórico.


S

(C) uma hipótese.


VE

(D) um experimento empírico. Disponível em: <[Link]


AL

org/#map=11/-29.9912/-51.1544>. Acesso em: 13 set. 2018.


(E) um sonho.
LIA

15
JU
A
IA
UL
Considerando a sequência das imagens acima, de A a D, pode-se Entre outros fatores, a ocorrência dos fenômenos climáticos está

9J
dizer que associada
(A) a escala das imagens diminui, pois mais detalhes podem ser (A) à atuação da massa Equatorial Continental na Amazônia e

63
vistos na sequência. à perda de umidade das massas de ar que circulam sobre o

21
(B) a escala aumenta na sequência das imagens, uma vez que Sertão do Nordeste.

19
há, na imagem D, uma área maior. (B) à predominância do relevo de planície no Sertão do Nordeste

28
(C) os detalhes das imagens diminuem na sequência de A a D, e e à localização em zona de alta latitude na Amazônia.

03
aumenta a área representada. (C) à posição do Sertão do Nordeste como uma área de conver-
(D) o detalhamento da imagem A é maior, portanto sua escala é gência de massas de ar e à atuação da massa Tropical Atlân-

S
VE
menor que a das imagens posteriores. tica na Amazônia.
(E) a escala pouco muda, pois há a mesma área representada de (D) à posição do Sertão do Nordeste como área de dispersão de

AL
A a D. massas de ar e à localização da Amazônia em zona de baixa

IA
latitude.

UL
67 (E) à atuação da massa Polar Atlântica que ao adentrar no país é
Além dos fatores climáticos estáticos (latitude e altitude), deve-

9J
responsável pela queda de temperatura e consequente per-
se destacar também a atuação dos fatores dinâmicos sobre os da de umidade das regiões onde atua.

63
climas encontrados no território brasileiro: as massas de ar. Elas

21
são grandes extensões de ar que apresentam características de
temperatura, pressão e umidade das regiões onde se formam. 69

19
Por exemplo, as massas que começam a se movimentar da linha As placas litosféricas podem ser de natureza oceânica ou com-

28
equatorial são quentes, uma vez que essa é a região que recebe postas por porções da crosta continental e da crosta oceânica.

03
a mais forte insolação no planeta. As massas que adquirem mo- Analise as afirmações abaixo e assinale com V as verdadeiras e,
vimento vindas dos polos são frias, em função do pouco aqueci-

S
com F, as falsas.

VE
mento daquela parcela do planeta. Cinco grandes massas de ar
agem frequentemente no Brasil. ( ) As características das crostas continental e oceânica são bas-

AL
TAMDJIAN, James e MENDES, Ivan. Geografia – Estudos para tante distintas quanto a suas composições química, litológi-

IA
a compreensão do espaço. São Paulo: FTD, 2011, p. 64. ca, morfológica e dinâmica.
UL
( ) Os limites divergentes dessas placas são marcados por proces-
A respeito das massas de ar que atuam no território brasileiro, sos de intenso magmatismo. Nesses limites podem ocorrer fos-
9J

analise as afirmativas a seguir. sas e províncias vulcânicas, como ocorrem na placa Pacífica.
63

I. A Massa Equatorial Continental (mEc) origina-se na Amazô- ( ) A crosta oceânica tem composição litológica mais homogênea
21

nia Oriental. Ela atua apenas nos meses de verão, ou seja, de do que a continental, sendo formada por rochas ígneas bási-
19

dezembro a março. cas que podem estar cobertas por camadas sedimentares.
( ) Quando placas oceânicas colidem, a mais antiga, mais densa,
28

II. A Massa Tropical Atlântica (mTa) é mais sentida ao longo do


mais fria e mais espessa mergulha sob a outra em direção ao
03

litoral das regiões Norte e Nordeste, pois é formada pelos


ventos alísios que sopram das zonas de altas pressões sub- manto, carregando os sedimentos acumulados sobre ela.
S
VE

tropicais do Hemisfério Norte. A sequência correta, de cima para baixo, é:


III. A Massa Tropical Continental (mTc), quente e seca, atua prin- (A) F, V, V, F.
AL

cipalmente no Centro-Sul do Brasil, influenciando a tempera- (B) V, F, V, V.


LIA

tura e umidade relativa do ar dessa região. (C) F, V, F, F.


É correto o que se afirma em (D) V, F, F, V.
JU

(A) I, apenas. (E) V, V, F, F.


39

(B) III, apenas.


16

(C) II, apenas. 70


92

(D) I e II, apenas. O acordo entre o Mercosul e a União Europeia está sendo discu-
(E) II e III, apenas.
81

tido há cerca de 20 anos e prevê, entre outros elementos, a redu-


ção progressiva das tarifas de exportação entre os blocos. O Brasil,
2

68
03

que é um grande exportador de produtos de origem agrícola para


Os fragmentos textuais a seguir apresentam informações sobre o mercado europeu, teria redução tarifária para a exportação de
S
VE

fenômenos climáticos contrastantes, que ocorrem num mesmo produtos como carnes, açúcar e etanol, dentre outros.
período, em diferentes regiões do Brasil. Para a ratificação do acordo, o parlamento europeu aprovou uma
AL

No Amazonas, mais de 80 mil famílias sofrem com a cheia dos resolução que manifesta a importância do compromisso dos paí-
IA

rios, 50 municípios permanecem em situação de emergência, in- ses do Mercosul com a implementação do Acordo de Paris.
UL

cluindo a capital, e outros 3 continuam em estado de calamida- A relutância em ratificar o acordo entre Mercosul e União Euro-
J

de. Em Manaus, o Rio Negro continua subindo, mas apenas um peia, por parte de alguns países da UE em 2020, deveu-se, entre
39

centímetro por dia. Ontem, a cota foi de 29,97 metros. outros fatores,
6

Disponível em: [Link]


21

(A) às declarações que cogitaram a retirada do Brasil da OMC


News/5960490/. Acesso em: 04 jun. 2012. meses antes da aprovação da resolução.
19

(B) à desigual condição climática para produção de vinhos nos


28

Um total de 800 municípios do Nordeste se encontra em situação


de emergência devido à seca, depois de o Governo declarar, nes- dois continentes.
03

ta sexta-feira, que 25 novas cidades do estado da Paraíba estão (C) à difusão de SAFs, criados com o propósito de produção para
S

nessa circunstância. consumo humano no Cone Sul.


VE

Disponível em: [Link] (D) às políticas de incentivo à agricultura familiar na América La-
AL

internacional. Acesso em: 4 jun. 2012. tina e especialmente ao PRONAF no Brasil.


LIA

16
JU
A
IA
UL
(E) aos graves problemas ambientais no Brasil, tais como desma- 72

9J
tamento e queimadas. Leia com Atenção:

63
Note e adote: São áreas onde o processo de erosão predomina sobre o de acu-
OMC: Organização Mundial do Comércio

21
mulação de sedimentos. Ao contrário do que sugere o nome,
PRONAF: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura

19
apresentam superfícies irregulares formadas por serras, morros
Familiar

28
e chapadas. Por definição, situam-se em cotas altimétricas supe-
SAFs: Sistemas Agroflorestais riores a 300 m. [...] Se distinguem entre si pelas estruturas geo-

03
UE: União Europeia lógicas que os sustentam, [...] em escudos cristalinos e em bacias

S
sedimentares.

VE
71 (MAGNOLLI e ARAÚJO: 2005).

AL
Analise o climograma.
Essa afirmativa se refere corretamente à:

IA
°C mm
35 (A) Planície.

UL
280
(B) Talude.

9J
30 240 (C) Planaltos.

63
(D) Depressão.
(E) Glaciação.

21
25 200

19
73

28
20 160
As estruturas geológicas e as formas de relevo influenciam as

03
15 120 atividades humanas, sejam nas áreas rurais como nas urbanas.

S
VE
Sobre esse tema, analise as afirmações a seguir.
10 80

AL
I. O conhecimento das características do relevo é fundamental
5 para o planejamento das atividades humanas, com destaque
IA
40
para os locais adequados à construção de moradias, formas de
UL
0 0 uso e ocupação do solo, traçado de rodovias, dentre outras.
9J

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12
ll. O relevo é resultante da ação conjunta de agentes internos
(hps://[Link].)
63

ou endógenos, impulsionados por forças tectônicas e agen-


tes externos ou exógenos, também chamados de modelado-
21

Este climograma pode ser associado à vegetação apresentada em:


res do relevo.
19

(A)
lll. O intemperismo é uma fase dos agentes externos que pro-
28

voca a desagregação (intemperismo químico) e a decompo-


03

sição (intemperismo físico), sendo que na segunda o fator


S

principal é a variação da temperatura.


VE

lV. Em relação à estrutura geológica, o Brasil não dispõe dos


AL

dobramentos modernos, mas apresenta as bacias sedimen-


(B) tares que cobrem a maior parte da superfície do país e os
LIA

escudos ou maciços antigos.


JU

Todas as alternativas corretas estão em:


(A) I – II – IV
39

(B) I – II – III
16

(C) II – IV
92

(C)
(D) III – IV
81

(E) II – III
2
03

74
S

A colonização, apesar de toda violência e disrupção, não excluiu


VE

processos de reconstrução e recriação cultural conduzidos pelos


AL

(D) povos indígenas. É um erro comum crer que a história da con-


IA

quista representa, para os índios, uma sucessão linear de perdas


UL

em vidas, terras e distintividade cultural. A cultura xinguana –


que aparecerá para a nação brasileira nos anos 1940 como sím-
J

bolo de uma tradição estática, original e intocada – é, ao inverso,


39

o resultado de uma história de contatos e mudanças, que tem


6
21

(E) início no século X d.C. e continua até hoje.


19

Carlos Fausto. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.


28

Com base no trecho acima, é correto afirmar que


03

(A) a violência do processo colonizador europeu se restringiu à


S

esfera militar, não atingindo o âmbito cultural, dada a sobre-


VE

vivência das culturas dos povos autóctones americanos.


AL
LIA

17
JU
A
IA
UL
(B) dentre as várias formas de resistência dos povos indígenas, (D) apesar de dividida em duas classes, a sociedade colonial era

9J
destaca-se a resistência ao processo de aculturação promovi- complexa e diversificada.
do pelos europeus, que possibilitou a sobrevivência das cultu- (E) a relação entre as duas classes da sociedade colonial era

63
ras indígenas, mesmo com alterações, como a xinguana. marcada pela cooperação, de modo que as riquezas produzi-

21
(C) os contatos com os povos de cultura xinguana só foram es- das eram distribuídas entre os membros da sociedade.

19
tabelecidos nos anos 1940, no contexto da "Marcha para o

28
Oeste", promovida pelo Estado Novo varguista. 77

03
(D) o surgimento da cultura xinguana está associada à interação Se o açúcar do Brasil o tem dado a conhecer a todos os reinos e
entre os indígenas e os portugueses durante o período colo-

S
províncias da Europa, o tabaco o tem feito muito afamado em

VE
nial, de modo que seu processo de formação se iniciou e se todas as quatro partes do mundo, em as quais hoje tanto se de-
concluiu durante esse período.

AL
seja e com tantas diligências e por qualquer via se procura. Há
(E) não há relação direta entre, de um lado, o processo coloni- pouco mais de cem anos que esta folha se começou a plantar e

IA
zador europeu e, de outro, a mortalidade indígena e a perda beneficiar na Bahia [...] e, desta sorte, uma folha antes despre-

UL
de sua identidade cultural. zada e quase desconhecida tem dado e dá atualmente grandes

9J
cabedais aos moradores do Brasil e incríveis emolumentos aos
75 Erários dos príncipes.

63
Comparando os regimes de trabalho adotados e as atividades André João Antonil. Cultura e opulência do Brasil por suas

21
econômicas desenvolvidas nos territórios da América Portugue- drogas e minas. São Paulo: EDUSP, 2007. Adaptado.

19
sa e da América Espanhola entre os séculos XVI e XVIII, é possível

28
O texto acima, escrito por um padre italiano em 1711, revela
afirmar que:

03
(A) que a Coroa portuguesa era a única que lucrava com o cultivo
(A) nos territórios portugueses, predominou a produção açuca-
do tabaco, situação semelhante ao que ocorria com outras

S
reira com mão de obra africana escravizada, já nos territó-
atividades econômicas coloniais.

VE
rios espanhóis predominou a produção agrícola em pequena
(B) a importância do ciclo econômico do tabaco, um ciclo inter-

AL
propriedade com mão de obra assalariada.
mediário entre o ciclo do açúcar e o ciclo do ouro.
(B) tendo em vista a escravização das populações indígenas, não

IA
(C) que a economia colonial foi marcada pela simultaneidade de
houve escravidão de africanos na América Espanhola. UL
produtos, cuja lucratividade se relacionava com sua inserção
(C) em todo o continente predominou a mão de obra africana
em mercados internacionais.
9J

escravizada, empregada sobretudo na produção açucareira


(D) a inserção do tabaco em diferentes mercados, o que resul-
na América Portuguesa e sobretudo na exploração das minas
63

tava em uma lucratividade superior àquela produzida pela


de metais preciosos na América Espanhola.
21

produção açucareira.
(D) a exploração da escravidão africana foi fundamental para o
19

(E) que todas as atividades econômicas desenvolvidas no ter-


desenvolvimento de várias atividades econômicas na Améri-
28

ritório colonial tinham como objetivo o abastecimento do


ca Portuguesa, como a exploração do pau-brasil, a produção
mercado externo.
03

açucareira, a pecuária e a mineração.


(E) a produção açucareira na América Portuguesa utilizava mão de
S

78
VE

obra africana escravizada, distinguindo-se da exploração das mi-


nas de metais preciosos na América Espanhola que se baseava Sobre as invasões holandesas aos territórios portugueses e seus
AL

na exploração do trabalho compulsório dos indígenas. objetivos, assinale a alternativa correta.


LIA

(A) Os holandeses tinham por objetivo se apropriar do complexo


açucareiro escravista português do Atlântico Sul e, por isso,
76
JU

invadiram regiões produtoras de açúcar na América e regiões


É assim extremamente simples a estrutura social da colônia no
39

fornecedoras de escravizados na África.


primeiro século e meio de colonização. Reduz-se em suma a duas
(B) Buscando enfraquecer a Espanha, os holandeses focaram
16

classes: de um lado os proprietários rurais, a classe abastada dos


seus esforços na ocupação de portos e fortes estratégicos
92

senhores de engenho e fazenda; doutro, a massa da população


na América Portuguesa, de onde lançavam ataques contra as
81

espúria dos trabalhadores do campo, escravos e semilivres. Da


frotas espanholas que carregavam a prata americana.
simplicidade da infraestrutura econômica – a terra, única força
2

(C) Com a ocupação do Recôncavo Baiano e capitanias anexas,


03

produtiva, absorvida pela grande exploração agrícola – deriva a


territórios que passaram a ser administrados pela Compa-
da estrutura social: a reduzida classe de proprietários e a gran-
S

nhia das Índias Ocidentais, os holandeses alcançaram seu


VE

de massa, explorada e oprimida. Há naturalmente no seio desta


objetivo de controlar a produção açucareira da América Por-
massa gradações, que assinalamos. Mas, elas não são contudo
AL

tuguesa.
bastante profundas para se caracterizarem em situações radical-
(D) As invasões holandesas no Rio de Janeiro e no Maranhão fo-
IA

mente distintas.
ram consequência dos conflitos religiosos que eclodiram nos
UL

Caio Prado Jr., Evolução política do Brasil. 20ª ed. Países Baixos no contexto da Reforma Protestante e tinham
J

São Paulo: Brasiliense, p.28-29, 1993 [1942].


como objetivo a formação de núcleos de povoamento para a
39

De acordo com o autor do trecho, é possível afirmar que, duran- crescente população protestante.
6
21

te o período colonial, (E) Tendo em vista a União Ibérica e a Guerra dos Oitenta Anos,
as invasões holandesas aos territórios portugueses eram
19

(A) os grandes proprietários estavam excluídos da vida política,


apenas uma distração, buscando desviar recursos militares
28

apesar de constituírem a classe econômica dominante.


(B) a organização da sociedade em duas classes refletia a estru- do continente europeu e facilitar a invasão holandesa do ter-
03

tura econômica, baseada na grande propriedade agrícola. ritório metropolitano espanhol.


S

(C) havia a possibilidade de ascensão social, exemplificada pela


VE

ascensão de trabalhadores livres que se tornavam grandes


AL

proprietários rurais e pela manumissão dos escravizados.


LIA

18
JU
A
IA
UL
79 (A) o pacifismo, caracterizado pela convivência pacífica com os

9J
Não era e não podia o pequeno reino lusitano ser uma potência povos vizinhos e o respeito às diferenças culturais e às dife-
renças de organização política.

63
colonizadora à feição da antiga Grécia. O surto marítimo que en-
che sua história do século XV não resultara do extravasamento (B) a organização política democrática, pois todos os cidadãos

21
de nenhum excesso de população, mas fora apenas provocado poderiam participar da tomada das decisões políticas.

19
por uma burguesia comercial sedenta de lucros, e que não en- (C) o federalismo, dado que havia uma divisão de competência

28
contrava no reduzido território pátrio satisfação à sua desmedi- entre o governo central e as diversas províncias.

03
da ambição. A ascensão do fundador da Casa de Avis ao trono (D) o monoteísmo, já que essa sociedade foi responsável pelo
surgimento da religião judaica.

S
português trouxe esta burguesia para um primeiro plano. Fora

VE
ela quem, para se livrar da ameaça castelhana e do poder da (E) o desenvolvimento agrícola, tendo em vista que a principal
nobreza, representado pela Rainha Leonor Teles, cingira o Mes- atividade econômica desenvolvida era a agricultura.

AL
tre de Avis com a coroa lusitana. Era ela, portanto, quem devia

IA
merecer do novo rei o melhor das suas atenções. Esgotadas as 81

UL
possibilidades do reino com as pródigas dádivas reais, restou O aparecimento da pólis constitui, na história do pensamento

9J
apenas o recurso da expansão externa para contentar os insaci- grego, um acontecimento decisivo. Certamente, no plano inte-
áveis companheiros de D. João I. lectual como no domínio das instituições, só no fim alcançará

63
Caio Prado Júnior, Evolução política do Brasil. Adaptado. todas as suas consequências; a pólis conhecerá etapas múltiplas

21
e formas variadas. Entretanto, desde seu advento, que se pode

19
A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos, assinale a situar entre os séculos VIII e VII a.C., marca um começo, uma

28
alternativa que apresenta corretamente a relação entre a coloni- verdadeira invenção; por ela, a vida social e as relações entre os

03
zação grega no Mediterrâneo durante a Idade Antiga e a coloni- homens tomam uma forma nova, cuja originalidade será plena-
zação portuguesa na América durante a Idade Moderna. mente sentida pelos gregos.

S
VE
(A) São semelhantes, pois ambos os processos colonizadores fo- Jean-Pierre Vernant. As origens do pensamento
ram resultado do crescimento populacional e da necessida- grego. Rio de Janeiro: Difel, 1981. Adaptado.

AL
de de dar vazão ao excedente populacional.

IA
(B) São diferentes, pois a colonização grega foi resultado do A partir do texto e de seus conhecimentos, assinale a alternativa
UL
crescimento populacional e da necessidade de dar vazão ao que apresenta corretamente o momento e o contexto de forma-
excedente populacional, enquanto a colonização portuguesa ção das pólis na Grécia Antiga.
9J

foi movida pelo desejo de expansão das redes comerciais e (A) As pólis surgiram durante o Período Homérico, como conse-
63

do aumento dos lucros dos comerciantes. quência da migração dos povos indo-europeus e do colapso
21

(C) São semelhantes, pois ambos os processos colonizadores ti- da civilização creto-micênica.
19

nham como objetivo promover a expansão das redes comer- (B) As pólis surgiram durante o Período Arcaico e eram carac-
28

ciais e o aumento dos lucros dos comerciantes. terizadas pela organização patriarcal em torno de unidades
(D) São diferentes, pois a colonização grega está vinculada à ex- familiares, pela propriedade comunitária dos bens e pela
03

pansão do modo de produção asiático, enquanto a coloni- prática da agricultura de subsistência.


S

zação portuguesa está vinculada à expansão do capitalismo (C) As pólis surgiram durante o Período Arcaico, como consequ-
VE

comercial. ência da dissolução das comunidades gentílicas e do proces-


AL

(E) São semelhantes, pois ambos os processos colonizadores fo- so de privatização das terras e dos bens.
ram empreendidos por Estados nacionais centralizados. (D) As pólis surgiram durante o Período Clássico, resultando na
LIA

formação de comunidades com distintas formas de organiza-


JU

80 ção política e social.


(E) As pólis surgiram durante o Período Helenístico, após a vi-
39

Ao primeiro brilho da alvorada chegou do horizonte uma nuvem


negra, que era conduzida [pelo] senhor da tempestade (...). Sur- tória dos gregos sobre os exércitos do Reino da Macedônia,
16

giram então os deuses do abismo; Nergal destruiu as barragens liderados por Filipe II.
92

que represavam as águas do inferno; Ninurta, o deus da guerra,


81

pôs abaixo os diques (...). Por seis dias e seis noites os ventos so- 82
2

praram; enxurradas, inundações e torrentes assolaram o mundo; Num processo em que era acusado e a multidão ateniense atu-
03

a tempestade e o dilúvio explodiam em fúria como dois exércitos ava como juiz, Demóstenes [orador político, 384-322 a.C.] jogou
S

em guerra. Na alvorada do sétimo dia o temporal (...) amainou na cara do adversário [também um orador político] as seguintes
VE

(...) o dilúvio serenou (...) toda a humanidade havia virado argila críticas: ‘Sou melhor que Ésquines e mais bem nascido; não gos-
AL

(...). Na montanha de Nisir o barco ficou preso (...). Na alvorada taria de dar a impressão de insultar a pobreza, mas devo dizer
do sétimo dia eu soltei uma pomba e deixei que se fosse. Ela voou que meu quinhão foi, quando criança, frequentar boas escolas e
IA

para longe, mas, não encontrando um lugar para pousar, retor- ter bastante fortuna para que a necessidade não me obrigasse
UL

nou. Então soltei um corvo. A ave viu que as águas haviam abai- a trabalhos vergonhosos. Tu, Ésquines, foi teu destino, quando
J

xado; ela comeu, (...) grasnou e não mais voltou para o barco. Eu criança, varrer como um escravo a sala de aula onde teu pai le-
39

então abri todas as portas e janelas, expondo a nave aos quatro cionava’. Demóstenes ganhou triunfalmente o processo.
6
21

ventos. Preparei um sacrifício e derramei vinho sobre o topo da Paul Veyne, História da Vida Privada, I, 1992.
19

montanha em oferenda aos deuses (...).


A fala de Demóstenes expressa
28

A Epopeia de Gilgamesh, São Paulo: Martins Fontes, 2001.


(A) o funcionamento do regime aristocrático em Atenas, no qual
03

O trecho acima faz parte de um poema épico mesopotâmico do os eupátridas, grandes proprietários de terra, dominavam a
S

século VII a.C. que compilou lendas e mitos da Mesopotâmica. política, enquanto estavam excluídos os indivíduos das de-
VE

A partir do texto e de seus conhecimentos, é possível dizer que mais camadas sociais.
AL

uma das características da sociedade que produziu tal obra era


LIA

19
JU
A
IA
UL
(B) características do regime democrático de Atenas, inspirado rise of the band through their iconic songs and revolutionary

9J
nos ideais de igualdade econômica, que resultou na partici- sound, their near-implosion as Mercury's lifestyle spirals out
pação de todos os cidadãos nos processos decisórios. of control, and their triumphant reunion on the eve of Live

63
(C) que apesar da igualdade política entre os cidadãos durante Aid, where Mercury, facing a lifethreatening illness, leads the

21
o regime democrático de Atenas, as diferenças econômicas band in one of the greatest performances in the history of rock

19
ainda eram centrais para a organização da sociedade, de music. In the process, cementing the legacy of a band that were

28
modo que a independência econômica e o ócio eram atribu- always more like a family, and who continue to inspire outsiders,

03
tos valorizados. dreamers and music lovers to this day.
(D) o descontentamento dos cidadãos atenienses com as políti-

S
From: [Link] Accessed on 11/05/2018

VE
cas reformistas implementadas pelos tiranos, como a refor-
ma agrária e a igualdade jurídica dos cidadãos, que enfra- Considere o começo do texto: "Rhapsody is a foot-stomping

AL
queceram os eupátridas. celebration of Queen". A expressão foot-stomping celebration

IA
(E) uma crítica ao apagamento das diferenças econômicas pro- possui o sentido de:

UL
movida pelo princípio da isocracia que fundamentava o regi- (A) festa do pé descalço.
(B) celebração barulhenta.

9J
me democrático em Atenas.
(C) festa inesquecível.

63
83 (D) celebração de bater os pés com força.

21
(E) festa de ritmo peculiar.

19
28
85

03
Leia a tirinha a seguir.

S
DO YOU THINK I HAVE

YOWLLL!
...AND THEN I PRETENDED

VE
A GOOD YOWLING VOICE? TO GET A PHONE CALL

LOVELY!

AL
IA
UL
9J

Analisando o último quadrinho da história, depreende-se que:


63

(A) A gata rosa fingiu atender uma ligação.


21

(B) Garfield pretende telefonar para a gata rosa.


19

(C) A ação da gata rosa deixou Garfield admirado.


28

(D) Garfield desaprovou a atitude da gata rosa.


03

(E) conversar ao vivo é melhor que telefonar.


(Disponível em:[Link]
S

Ficheiro:Laoco%C3%B6n_and_His_Sons.jpg ) Leia o texto a seguir para responder às questões 86 a 88.


VE

Pre-Crastination: The Opposite of Procrastination


AL

A obra Laocoonte e seus filhos, cuja data de produção se situa


entre os anos de 27 a.C. e 68 d.C., é um dos maiores exemplos David A. Rosenbaum, Edward A. Wasserman June 30, 2015
LIA

da cultura helenística. Dentre as características dessa expressão


Procrastination is a well-known and serious behavioral problem
JU

cultural, destaca-se
(A) a representação da figura humana de forma idealizada, ten- involving both practical and psychological implications.“Don’t
39

do em vista que o indivíduo era considerado a medida de put off until tomorrow what you can do today.
16

todas as coisas. However, the opposite of procrastination can also be a


serious problem — a tendency we call “pre-crastination.” Pre-
92

(B) o surgimento de novas correntes de pensamento filosóficas,


crastination is the inclination to complete tasks quickly just for
81

como o epicurismo e o ceticismo, que tinham como preocu-


the sake of getting things done sooner rather than later. People
2

pações centrais as questões relativas à ética e à política.


03

(C) a ênfase no realismo, resultando em uma produção artística answer emails immediately rather than carefully contemplating
their replies. People pay bills as soon as they arrive, thus failing
S

marcada pela presença da emoção, da violência, da dor e do


VE

sofrimento. to collect interest income.


Pre-crastination clearly adds to the challenge of coping with
AL

(D) a simplicidade da arquitetura, tendo em vista o empobre-


cimento do Império Macedônico como consequência das procrastination. Not only must procrastinators start sooner to
IA

guerras de conquista. begin tasks they’d rather defer, but they must also inhibit the urge
UL

(E) a restrita difusão geográfica, tendo em vista que a cultura he- to complete small, trivial tasks that bring immediate rewards
just for being completed. The discovery of pre-crastination may
J

lenística só se manifestou nos territórios centrais do Império


39

Macedônico. suggest a way to counter the ills of procrastination. Break larger


tasks into smaller ones. Such smaller tasks, when completed,
6
21

will promote a sense of accomplishment, will bring one closer to


84
19

the final goal, and, via trial-and-error learning, may support the
Bohemian Rhapsody - Movie Info
28

discovery of even more adaptive or innovative ways of behaving.


03

Rhapsody is a foot-stomping celebration of Queen, their music ([Link]. Adaptado.)


and their extraordinary lead singer Freddie Mercury, who defied
S
VE

stereotypes and shattered convention to become one of the most


beloved entertainers on the planet. The film traces the meteoric
AL
LIA

20
JU
A
IA
UL
86 Segundo o texto, especialistas em astronomia acreditavam saber

9J
According to the text: a exata composição química das estrelas, mas hoje tal propo-
sição não se mostra verdadeira. Segundo o texto, quais são as

63
(A) The recently discovered pre-crastination is the rescuer to the
ones who pay the bills. consequências deste desconhecimento?

21
(B) Completing smaller tasks will give people a sense of defeat. (A) torna impossível planejar rotas para viagens espaciais.

19
(C) Procrastination and pre-crastination has only practical (B) faz perder-se o referencial de cálculo da quantidade de gases

28
implications. em outras estrelas e galáxias.

03
(D) Only procrastination is harmful for people in general. (C) impossibilita o cálculo da distância entre a terra e outros pla-
netas.

S
(E) Although pre-crastination can be considered a potential

VE
problem, both procrastination and pre-crastination have (D) impede todo saber científico acerca do universo.
negative implications. (E) abre as portas para teorias conspiratórias acerca da origem

AL
do universo.
87

IA
All the expressions below have a similar meaning to the expres- 90

UL
sion "coping with" of the last paragraph. Except: I knew TikTok existed, I didn’t even fully understand what it was

9J
(A) to deal. until a few months ago. I also realized that something radical, yet

63
(B) to manage. largely invisible, is happening on the internet — with implications

21
(C) to handle. we still don’t understand.

19
(D) to address. When I was growing up, I took it for granted that the people who
(E) to understand. became famous enough to be listened to by a crowd had worked

28
hard for that accolade and generally operated with the support

03
88 of an institution or an established industry. The idea that I, as

S
a teenager in my bedroom, might suddenly communicate with

VE
Observe esse trecho do último parágrafo: "Not only must
procrastinators start sooner to begin tasks they’d rather defer, 100,000 people or more, would have seemed bizarre. Today’s kids

AL
but they must also inhibit the urge to complete small, trivial no longer see life in these hierarchical and institutional terms. Yes,
their physical worlds are often constrained by parental controls,
IA
tasks".
a lack of access to the outdoors and insane over-scheduling.
UL
É possível substituir o verbo "must", sem alteração de sentido, But despite that (or, more accurately, in reaction to that), they
9J

por: see the internet as a constantly evolving frontier, where it is still


63

(A) wouldn't. possible for a bold and lucky pioneer to grab some land or find a
(B) ought to.
21

voice. Please use the sharing tools found via the share button at
(C) may. the top or side of articles. Most voices on the internet never travel
19

(D) will. beyond a relatively small network, and much of the content that
28

(E) can. goes viral on platforms such as TikTok, YouTube or Instagram


03

does so because of unseen institutions at work (for example, a


S

89 public relations team aiming to boost a celebrity’s profile).


VE

As astronomers gaze into the depths of space, they do so with Fame can suddenly appear — and then just as suddenly be taken
AL

unease: They don’t know precisely what the universe is made of. away again, because the audience gets bored, the platform’s
Surprisingly, no one knows the stars’ exact chemical composition: algorithms change or the cultural trend that a breakout video
LIA

how many carbon, nitrogen and oxygen atoms they have relative has tapped into goes out of fashion. For a teenager, social media
JU

to hydrogen, the most common element. These numbers are can seem like a summer garden at dusk filled with fireflies: spots
crucial, because they affect how stars live and die, what types of lights suddenly flare up and then die down, moving in an
39

of planets form and even how readily life might arise on other unpredictable, capricious display. Is this a bad thing? We will not
16

worlds. know for several years.


92

Twenty years ago, astronomers expressed confidence in the Financial Times. 5 February 2020. Adaptado.
81

numbers they had been working with. Now, not so much. The
Segundo o autor do texto, atualmente os adolescentes encon-
2

problem lies not in the far corners of the cosmos, but much closer
03

tram refúgio nas redes sociais por:


to home. Astonishingly, scientists don’t know exactly what the
(A) sentirem que é um lugar prazeroso e diverso, em que não
S

sun is made of. As a result, they don’t know what the other stars
VE

existem os problemas do "mundo real".


are made of, either. “The sun is a fundamental yardstick,” says
(B) acreditarem que são capazes de aprender mais via redes so-
AL

Martin Asplund, an astrophysicist at the Max Planck Institute for


ciais do que pela educação formal.
Astrophysics in Garching, Germany. “When we determine the
IA

(C) ser uma forma de reação aos limites impostos por seus pais
abundance of a certain element in a star or a galaxy or a gas
UL

no mundo físico.
cloud anywhere in the universe, we use the sun as a reference
J

(D) viverem uma vida menos angustiante online.


point.”
39

(E) serem incapazes de se comunicar na vida material.


The sun’s location in the Milky Way also makes it a good
6

representative of the entire galaxy. Most stars in the universe


21

reside in giant galaxies like the Milky Way, which makes the
19

sun a touchstone for the entire cosmos. For nearly a century,


28

astronomers have judged stars normal or not by seeing whether


03

their chemical compositions match the sun’s. Most stars near us


S

do; some don’t.


VE

Scientific American. 1 July 2020. Adaptado.


AL
LIA

21
JU
JU
LIA
AL
VE
S
03
28
19
21
639
JUL
IA
AL
VE
S
03
281
92
16
39
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LIA
AL
VE
S
03
28
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