Gestão Integrada de SMSQ

OHSAS 18.001/2007, ISO 14.001/2004, ISO 9.000/2000 Autor: Giovanni Moraes, M.Sc.

Este trabalho está protegido pela Lei de Direitos Autorais (ISBN), não podendo ser copiado, reproduzido e (ISBN), divulgado sem autorização prévia do autor e da Gerenciamento Verde Consultoria. Conteúdo retirado do Livro Verde Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional – OHSAS 18.001/2007 Comentada – Vol 1e 2
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Leis de Murphy Aplicadas a Segurança e Meio Ambiente
• Qualquer operação pode ser feita de forma errada,

não importa o quanto essa possibilidade é remota, algum dia ela ela será feita deste modo; • Não importa o quanto é difícil danificar um equipamento alguém sempre achara uma maneira; • Se algo pode falhar, esta falha deve ser esperada para ocorrer no momento mais inoportuno e com o máximo dano; • Mesmo na execução da mais perigosa e complicada operação, as instruções poderão ser ignoradas.
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Aprendendo com os Acidentes Mudando o Conceito de Negócio
Sistemas Complexos Incertezas geram vulnerabilidades Acidentes geram prejuízos Passivos ambientais e trabalhistas Pressão dos sindicatos, comunidade e governo Aumento de apólices de seguros Perda de credibilidade dos investidores Inviabilidade do empreendimento Objetivo do Sistema de Gestão de SMS: Controle dos riscos para viabilizar empreendimentos
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Teoria do Queijo Suíço de Reason

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Teoria do Queijo Suíço Modificado
entos rocedim os ou P dequad s Ina e z es Decisõ inefica

Deficiência no Sistema de Gestão
ento e Treinam ão aç qualific

iais gerenc s falívei

de Perda ação e Inform precisas im ações

mento Atendi lação a legis nte deficie

sobre r essão P dos resulta ridade

Auto e ercida não ex s cia ao tolerân s desvio

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MS, ra de S etas e dos Cultu Anális os e M v tes e o de Objeti aciden tes Gestã nizar e s n Padro ar ção incide ão Gestão Pessoa Avalia tific ç iden e o de a ortafísica Comp l e plan cos r is gica ó menta psicol Barreiras

Acidente ria e Audito ão ç Tecnologia Inspe
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Acidentes Históricos
Ano 1974 Local Flixborough Inglaterra Seveso Itália Rio d e Janeiro Brasil San Juanico Méxic o Bhopal India Empresa Ind. Químic a Vítimas 28 mortos 89 feridos US$ 150 milhões de p rejuízo 250 lesões 600 pessoas retiradas 6 mortes Pr oduto Ciclohexano Even to Incêndio Explosão Vazamen to Mudanças Exigências legais para licenciamento de in stalações na GrãBretanha 1976 ICMESA CHEMICAL Tetraclorodibenzen o paradioxina (Agen te Laranja) Penatclorofen ato d e sódio (Pó da China) Butano Aprimoramentos das ferramentas de análise Exigências legais para licenciamento de instalações de risco.

1982

Transp ortador

Intoxicação

Surge a primeir a Lei regulamentando o transporte d e produtos perigosos no Brasil (Decreto 88.821/83) Alteração nos projetos de combate à incêndio em tanques sujeitos a B LEVE

1984

PEMEX (Refinaria)

550 mortes 2.000 lesões 350.00 pessoas retiradas 2500 mortes 50.000 lesões

Incêndio Explosão Vazamen to

1984

UNION CARBIDE

Isocianato de metila

Legislações mais ríg idas. Acionistas pressionam sobre aspectos relacionado à segurança e meio ambiente. Elabor ação de polí ticas de segurança. Pesadas indenizações por d anos A ONU incentiva pr ojetos envolvendo indústria, govern o e comunidade visando reverter a degr adação ambiental. Pressão mundial para regulamentar aspectos de segurança mais rigorosos. Aperfeiçoamento dos planos de emergência. Pesquisa em sistemas alter nativos de energia Reavaliação dos riscos en volvendo platafor mas de petróleo.

1984 1986

Cubatã o SP - Brasil Chernobil

PETROBRAS ( Gasoduto) Usina Nuclear Estatal

98 mortes 300 mortes 300.00 0 pessoas retiradas Impactos econômicos em outros países da Europa 167 mortes US$ 6 milhões em prejuízos

NAFTA Plutônio e outros materiais radioativos

Incêndio Explosão Vazamento radioativo

1988

Escó cia

Empresa de petró leo (Plataforma Piper Alfa) Empresa estatal de petró leo Exxon (P etroleiro) PETROBRAS (Plataforma P36)

Petró leo

Incêndio Explosão

1989 1989 2001

URSS Alasca Campos RJ - Brasil

600 mortes Impactos ambientais e econômicos 11 mortes US$ 45 milhões em prejuízos

Gás natural Petró leo Petró leo

Incêndio Explosão Incêndio Explosão Incêndio Explosão

Reavaliação dos riscos envolvendo a comunidade vizinha a gasodutos e instalações industriais. Alteração dos projetos dos petroleiros com a obrigação de casco duplo. Incentivo ao seguro ambiental Reavaliação dos riscos en volvendo platafor mas de petróleo.

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Aprendendo com os Acidentes Mudando do Conceito de Negócio

Bhopal - Índia (1984)
Morte e indenizações bilionárias Política de Segurança

Pemex - 1984
Problemas de zoneamento urbano Revisão das ações - BLEVE

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Aprendendo com os Acidentes Mudando do Conceito de Negócio

Chernobil (1990)
Conseqüências sem fronteiras

Exxon Valdex (1990)
Desastre Ambiental e Econômico Força para o ISM Code

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Acidentes que contribuíram para o conceito de SGI

Exxon Valdez: OPA 90

Estonia: Nova tecnologia de estabilidade

Torrey Canyon: Marpol, STCW

Scandinavian Star: SMS
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Acidentes que contribuíram para o conceito de SGI

Enterprise 647/89

IMO

A-

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Piper Alpha Reformulação projetos

– nos das

P36 – Produção Segurança

x
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Acidentes - Operações Off-shore
Março 1980 Outubro 1981 Setembro 1982 Agosto 1984 Maio 1988 Julho 1988 Setembro 1988 Dezembro 1991 Mar do Norte Mar da China Atlântico Norte Bacia de Campos Brasil Bacia de Campos Brasil Mar do Norte Bornéu São Paulo Brasil Plataforma Keillan naufraga Um navio de perfuração naufraga Ocean Ranger aderna Explosão em plataforma PETROBRS Incêndio em plataforma Enchova - PETROBRAS 123 mortos 81 mortos 84 mortos 37 mortos

Somente feridos

Plataforma Piper Alpha, explode e 167 mortos afunda durante uma retomada de operação - Occidental Petroleum Refinaria explode 4 mortos Total Petroleum Explosão de um navio petroleiro na 1 morto costa brasileira
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Acidentes - Operações Off-shore
Março 1992 Janeiro 1995 Janeiro 1996 Julho 1998 Janeiro 2001 Março 2001 Mar do norte Nigéria Golfo de Suez Mar do norte Bacia de Campos Brasil Bacia de Campos Brasil Um helicóptero cai durante trânsito para uma plataforma o 11 mortos 13 mortos 3 mortos 2 mortos 2 mortos

Explosão de uma plataforma Mobil Explosão de uma plataforma no campo petrolífero de Morgan Explosão na plataforma Glomar Artic Incêndio na P-37 - Petrobras

Incêndio e explosão durante uma operação da plataforma P-36 Petrobras

11 mortos

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Aprendendo com os Acidentes Mudando o Conceito de Negócio

Flixbourough - Inglaterra (1974) Maior rigor na legislação

Seveso - Itália (1976) Análise de Risco e Licenciamento

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Exploração da Mídia Imagem Negativa

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Conceito de Sistema de Gestão

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Conceito de Sistema de Gestão

• Chiavenato (2000) - “Um conjunto de elementos

interdependentes, cujo resultado final é maior do que a soma dos resultados que esses elementos teriam caso operassem de maneira isolada”.
• “Criar as condições para que o gerenciamento dos

riscos possa ser feito de forma consistente e coerente com a natureza das atividades da organização, a fim de eliminar estes riscos e melhorar a consciência da segurança no trabalho”. (Gallagher, Underhill e Rimmer, 2001, p.1).
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Gestão de SSO Necessidade Básica

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Sistema de Gestão
Certif. Obrigatória
ISM Code

Certificação Voluntária

SA 8.000 - ISO 9000 ISO 14.000 - OHSAS 18.001

Sistema de Gestão

RS - SQ SGA - SMS - SSO

Atendimento à legislação

Decretos, Leis, Portarias, Instruções Normativas, Resoluções, Normas

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Atendimento aos Requisitos Legais e Outros Requisitos

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Histórico das Normas dos Sistemas de Gestão

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SGI - Sistema de Gestão Integrada

“É o meio pelo qual um sistema estruturado e documentado permite à empresa implementar sua missão, visão e política minimizando a vulnerabilidade dos negócios”

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Conceito de SGI

• Propicia a utilização de uma serie de metodologias

e ferramentas de antecipação de problemas visando a implementação de um programa consistente e eficaz capaz de minimizar sua vulnerabilidade com relação a ocorrência de nãoconformidades e incidentes. (Moraes, 2006)
• Base teórica: Teoria da Vulnerabilidade de Reason

(1994)

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Conceito de SGI

Parte do sistema de gestão de uma organização (3.14) utilizada para desenvolver e implementar sua política (3.17) e para gerenciar seus riscos (3.20). Um sistema de gestão é um conjunto de elementos interrelacionados utilizados para estabelecer a política e os objetivos. Inclui a estrutura organizacional, atividades de planejamento (incluindo, por exemplo, a avaliação de riscos e o estabelecimento de objetivos), responsabilidades, práticas, procedimentos (3.18), processos e recursos.
Ref: Adaptado da ISO 14001:2004, 3.8.
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Justificativas para Implementação do Sistema Gestão Integrada
Esgotamento dos modelos clássicos que não atendem às complexidades do mundo do trabalho pós-industrial; Alto custo das organizações em função dos acidentes resultantes das inconsistências dos sistemas de gestão da SSO; Pressão pública sobre as organizações e as agências de governo em decorrência de acidentes com grande repercussão externa; Novas experiências vivenciadas pelas organizações, como por exemplo, a gestão da qualidade e a gestão ambiental que se mostraram efetivas; Exigências legais para identificação, avaliação e controle dos riscos para demonstrar junto às autoridades a implementação de uma sistema consistente e eficaz. Reduz dos custos de implementação
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Normas do SGI
Estabelece requisitos que auxiliam a melhoria dos processos internos, a maior capacitação dos colaboradores, o monitoramento do ambiente de trabalho, a verificação da satisfação dos clientes, colaboradores e fornecedores, num processo contínuo de melhoria do sistema de gestão da qualidade. Aplicam-se a campos tão distintos quanto materiais, produtos, processos e serviços. A adoção das normas ISO confere maior organização, produtividade e credibilidade - elementos facilmente identificáveis pelos clientes -, aumentando a sua competitividade nos mercados nacional e internacional. Os processos organizacionais podem ser verificados através de auditorias externas independentes.
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Vantagens do SGI Fonte OIT
Reduções nas taxas de absentismo; Maior produtividade; Economia de recursos através de uma melhor manutenção das instalações; Redução considerável dos pedidos de indenização e das despesas com seguros; Melhoria na relação cliente-fornecedor e maior confiança na imagem externa; Melhoria dos níveis de qualificação prévia para os contratos; Maior satisfação dos empregados e mais concentração no trabalho; Menor rotatividade dos empregados no emprego.
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Competitividade e Eficácia do Sistema de Gestão de SMS

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Limitações do SGI
• Superficialidade das auditorias com abordagem apenas • • • • • • •
documental; Incapacidade de evidenciar o envolvimento da alta administração, gerentes e supervisores com o programa de SGI; Incapacidade de evidenciar a integração com os demais sistemas da organização; Processos de auditorias inconsistentes na identificação, tratamento e acompanhamento das das não-conformidades; Abordagens superficiais e burocráticas feitas por auditores sem experiência, que dificultam a compreensão dos relatórios; Uso das auditorias como a única ferramenta de avaliação do desempenho do sistema de gestão de SMS; Mecanismos de avaliação de desempenho poucos e limitados; Foco nos riscos imediatos, desconsiderando situações com efeitos em longo prazo, como: estresse, doenças ocupacionais, fadiga e risco de violência.
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Limitações do Sistema de Gestão de SMSQRS
• Mudanças
na economia que limitam os investimentos necessários para a melhoria contínua do sistema de gestão; Alta Administração) e os demais gerentes operacionais que podem deixar o grupo gestor em dúvida quanto ao seu desejo de valorizar as ações do sistema de gestão;

• Conflitos de interesses internos entre o RA (Representante da

• Utilização das auditorias para identificar e penalizar “possíveis”
responsáveis pela ineficácia do programa de SGI;

• Falta de humildade tecnológica ao acreditar que o fato de ter um
sistema certificado significa a excelência em gestão de SSO;

• Problemas

advindos da própria gestão estratégica da organização, dificultando o desenvolvimento organizacional;
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Limitações do Sistema de Gestão de SMSQRS
A fragmentação da organização em várias pequenas empresas sem uma definição da estrutura hierárquica central responsável pela centralização das ações de gestão de SSO; A terceirização de serviços e setores é uma alteração estrutural que dificulta a implementação dos SGSSO, pois interfere no diálogo contínuo entre a alta administração e os trabalhadores; Fusões e aquisições podem resultar em corte de investimentos e/ou interrupção de programas de SSO até então bem sucedidos. Nestes casos, podem ocorrer choque de valores de SSO entre as culturas organizacionais.
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Motivos para Certificar um SGI
• Esgotamento

dos modelos clássicos que se mostram insuficientes para dar conta da complexidade do mundo do trabalho no paradigma pós-industrial; inconsistência na forma de gestão;

• Prejuízo em decorrência de acidentes ocorridos em razão da

• Pressão da opinião pública sobre as organizações e agências

regulamentadoras em decorrência de acidentes catastróficos;
• Novas experiências vivenciadas, como por exemplo, a gestão

da qualidade e a gestão ambiental que se mostraram efetivas;
• Evidenciar o atendimento das exigências legais através de um

programa consistente, coerente, capaz de ser avaliado quanto a seu desempenho.
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Princípios Básicos do SGI
Compromisso da alta administração; Foco no desenvolvimento humano; Atendimento aos requisitos legais e interno (procedimentos)

• Reduzir os acidentes e proteger o ambiente, • Conciliar eficiência produtiva com a eficácia de SMS (evitar acidente e proteger o meio ambiente)
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Nível de Implementação
• Primeiro Nível: O objetivo é estritamente legalista.

– Limitado e com poucas ou quase nenhuma ação pró-ativa;
• Segundo Nível: Funciona em todas as áreas da organização, o

objetivo é fazer as coisas da forma certa, sem colocar em risco a segurança e a saúde dos empregados. – Sistemas de Gestão de SSO mandatório, os empregados devem demonstrar que trabalham em conformidade com os requisitos técnicos e legais.
• Terceiro Nível: Exige que o produto produzido na organização

atenda as necessidades e desejos dos usuários. – Sistema de Gestão de SSO mandatório pode melhorar a implementação de medidas de preventivas. – Ele atende as necessidades de todas as partes envolvidas, alta administração e empregados.
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Nível de Maturidade
• Ad hoc: Pouca experiência em Gestão e reage aos problemas quando

eles aparecem;
• Sistemático: Realiza avaliações periódicas dos perigos e riscos,

possui um sistema de planejamento, prioriza os problemas e implementa as medidas de controle planejadas. Neste estágio as pessoas ainda desenvolvem conhecimento e os consultores externos entendem que ela ainda carece de qualificações internas;
• Sistêmico: Implementa e mantém um Sistema de Gestão de SSO, os

requisitos de SSO são pensados antes das atividades. Procedimentos, responsabilidades, obrigações e qualificações estão definidas, a prioridade está nas medidas de prevenção e controle. São realizadas auditorias e inspeções periódicas e sistemáticas;
• Pró-ativo: Integração dos demais sistemas de gestão. Os resultados

das auditorias resultam na implementação de melhorias contínuas. Todas as partes envolvidas participam com iniciativas de melhorias.
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Princípios do Sistema de Gestão SMS
Compromisso com a melhoria continua
Porque as coisas continuam dando errado? Certificação não é o passaporte para o céu!

Estudos de Risco e Procedimentos Acompanhamento de indicadores Investigação e análise de acidentes Auditorias Internas Análise Crítica Plano de ação corretiva ou preventiva
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Desvios na Gestão SGI
Não entender que um sistema gestão envolve uma interação complexa de ferramentas que dependem do compromisso gerencial e dos supervisores. Atribuições e responsabilidades não definidas ou assimiladas Desvios envolvendo a alta administração Problemas de qualificação ou dimensionamento inadequado Recursos materiais inadequados ou insuficientes Foco nas ações reativas somente após a ocorrência de um acidente Não acompanhamento programa de SGI de forma a avaliar dificuldades na sua implementação. Tolerância aos desvios e baixo nível de atitudes próativas Foco nos indicadores reativos que não representam36a realidade. www.gerenciamentoverde.com.br - Copyright by Giovanni Moraes – Reprodução Proibida

Objetivo da ISO 9000

A ISO 9000 não fixa metas a serem atingidas pelas organizações a serem certificadas; as próprias organizações é quem estabelecem essas metas. Uma organização deve seguir alguns passos e atender a alguns requisitos para serem certificadas.

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Critério para Certificação SGI
Padronização de todos os processos-chave da organização, processos que afetam o produto e conseqüentemente o cliente; Monitoramento e medição dos processos de fabricação para assegurar a qualidade do produto/serviço, através de indicadores de performance e desvios; Implementar e manter os registros adequados e necessários para garantir a rastreabilidade do processo; Inspeção de qualidade e meios apropriados de ações corretivas quando necessário; e Revisão sistemática dos processos e do sistema da qualidade para garantir sua eficácia.
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Integração das Normas do SGI

Ver Livro

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Integração da OHSAS 18.001/2007 com Outros Sistemas de Gestão

• Diretriz OIT/2001 - Gestão de SSO (ILO-OSH) • ISO 9001/2000 - Sistema da Qualidade • ISO 14.001/2004 - Sistema Ambiental

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OHSAS 18.001/2007 Proporciona Integração Sistemas de Gestão
QT

Q
ISO 9001

MA

SO & S

RS
SA 8000

$

Normas, Procedimentos & Instruções
ISO 14001 OHSAS 18001 ILO-OSH

?

Responsible Care ISM Code
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Princípios do Sistema de Gestão SMS Compromisso com a melhoria continua
Porque as coisas continuam dando errado? Certificação não é o passaporte para o céu!

Estudos de Risco e Procedimentos Acompanhamento de indicadores Investigação e análise de acidentes Auditorias Internas Análise Crítica Plano de ação corretiva ou preventiva
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Integração da OHSAS 18.001/2007 com Outras Normas de Sistemas de Gestão SSO
Elementos do Sistema de Gestão de SSO Política de SSO Planejamento Implementação e operação Verificação e ação corretiva Análise Crítica pela administração AS/NZS 4801:2001 X X X X X OHSAS 18001:2007 X X X X X ILO-OSH 2001 X X X X X

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Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH)

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O que é Saúde?
O termo saúde segundo a OMS possui uma abordagem mais ampla, não se limitando somente a ausência de doença. Necessidade de adequar os equipamentos e métodos de trabalho às limitações humanas conciliando a necessidade de otimização dos processos com melhoria da qualidade de vida.

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Elementos da OHSAS 18.001/2007
1 Escopo 2 Documentos de Referência 3 Termos e Definições 4 Requisitos do sistema de gestão OH&S 4.1 Requisitos Gerais 4.2 Política de OH&S 4.3 Planejamento 4.3.1 Identificação de Perigos, análise de riscos e determinação de controles 4.3.2 Requisitos Legais e Outros 4.3.3 Objetives e programa(s) 4.4 Implementação e operação 4.4.1 Recursos, papéis, responsabilidade, confiabilidade e autoridade 4.4.2 Competência, treinamento e conscientização 4.4.3 Comunicação, participação e consulta 4.4.4 Documentação 4.4.5 Controle de documentos 4.4.6 Controle Operacional 4.4.7 Prontidão e Resposta a Emergências
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O que significa OHSAS?

• OHSAS 18.001 - Occupation Health and Safety

Assessment Series
• OHSAS 18.002 - Guidance for OHSAS 18.001

Implementation

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Origem da OHSAS 18.001
• • • • • • • • • • BS 8800:1996 - Guide to Occupational Health and Safety Management Systems DNV Standard for Certification of Occupational Health and Safety Management Systems (OHSMS):1997 Technical Report NPR 5001: 1997 Guide to an occupational health and safety management system Draft LRQA SMS 8800 Health & safety management systems assessment criteria; SGS & ISMOL ISA 2000:1997 Requirements for Safety and Health Management Systems; BVQI Safety Cert: Occupational Safety and Health Management Standard; Draft AS/NZ 4801 Occupational health and safety management systems Specification with guidance for use; Draft BSI PAS 088 Occupational health and safety management systems; UNE 81900 series of pre-standards on the Prevention of occupational risks; Draft NSAI SR 320 Recommendation for an Occupational Health and Safety (OH and S) Management System
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Entidades que colaboraram com a OHSAS 18.001/2007
• • • • • • • • • • • •

National Standards Authority of lreland; South African Bureau of Standards; British Standards Institution; Bureau Veritas Quality lntemational; Det Norske Veritas; Lloyds Register Quality Assurance; National Quality Assurance; SFS Certification; SGS Yarsley lntemational Certification Services; Asociación Española de Normalización y Certificación; International Safety Management Organisation Ltda; Standards and Industry Research Institute of Malaysia (Quality Assurance Services); • Intemational Certification Services;
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Estrutura da OHSAS 18.001/2007
MELHORIA CONTÍNUA
ANÁLISE CRÍTICA ALTA ADMINIST.

POLÍTICA

PLANEJAMENTO

VERIFICAÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO

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O que mudou na OHSAS 18.001/2007?
• A

OHSAS 18001/2007 se autodenomina Norma, e não Especificação ou Documento.

• Inclusão de definições e revisão na descrição dos elementos. • Necessidade evidenciar a avaliação da conformidade dos

elementos de gestão e requisitos legais.
• Foi dada maior ênfase à importância da "Saúde. • Mais alinhamento com a ISO 14.001/2004 e ISO 9.001/2000. • O termo "risco tolerável" substituído por "risco aceitável" (ver

3.21).
• O termo "acidente" foi incluído no termo "incidente" (ver 3.8). • O termo "perigo" não se refere mais a "dano à propriedade ou

dano ao ambiente do local de trabalho" (ver 3.16).
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Elementos da OHSAS 18.001/2007

4.5 Verificação 4.5.1 Medição e Monitoramento de Desempenho 4.5.2 Avaliação de Conformidade 4.5.3 Investigação de Incidentes, não-conformidade, ações corretivas e preventivas 4.5.3.1 Investigação de Incidentes 4.5.3.2 Não- conformidades, ação corretiva e preventiva 4.5.4 Controle de Registro 4.5.5 Auditoria Interna 4.6 Análise Critica

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Estrutura da OHSAS 18.001/2007 Implementação – Ciclo do PDCA

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SGI – Responsabilidades

ISO 9.000/2000 ISO 14.001/2004 OHSAS 18.001/2007

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SGI – Definições Ação Corretiva (3.1)
• Ação

para eliminar a causa de uma nãoconformidade identificada ou outra situação indesejável.

• Pode existir mais de uma causa para uma não-

conformidade.
• Implementada para evitar repetição, enquanto que a

ação preventiva ocorrência.

é

executada

para

prevenir
55

a

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SGI – Definições Ação Preventiva (3.2)
• Ação para eliminar a causa de uma potencial não-

conformidade ou outra situação potencialmente indesejável.
• Pode existir mais de uma causa para uma não-

conformidade potencial.
• Ação

preventiva é executada para prevenir a ocorrência, enquanto que uma ação corretiva é executada para prevenir a repetição.
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SGI – Definições Auditoria (3.3)
• Processo sistemático, documentado e independente, para

obter "evidência da auditoria" e avaliá-la objetivamente para determinar a extensão na qual os "critérios de auditoria" são atendidos. ISO 9000:2005, 3.9.1
• Independente não significa necessariamente "externo à

organização". Em muitos casos, particularmente em pequenas organizações, a independência pode ser demonstrada pela liberdade oriunda da responsabilidade para a atividade sendo auditada.
• Para mais orientações sobre "evidência da auditoria" e

"critérios de auditoria", ver a ISO 19011.
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SGI – Definições Avaliação de Riscos (3.4)

Processo de avaliação de risco(s) (3.20) proveniente(s) de perigo(s), levando em consideração a adequação de qualquer controle existente, e decidindo se o risco é ou não aceitável.

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SGI – Definições Desempenho de SSO (3.5)
• Resultados

mensuráveis da gestão de uma organização (3.14) de seus risco(s) (3.20) de SSO.

• Medição do desempenho da SSO inclui a medição da

eficácia dos controles da organização.
• No contexto dos sistemas de gestão da SSO (3.23),

os resultados também podem ser medidos em relação à política de SST (3.17), objetivos de SSO (3.13) e outros requisitos de desempenho da SSO da organização (3.14).
59

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SGI – Definições Documento (3.6)

• Informação e o meio no qual ela está contida. O

meio físico pode ser papel, magnético, disco de computador de leitura ótica ou eletrônica, fotografia ou amostra-padrão, ou combinação destes. [ISO 14001:2004, 3.4]

60

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SGI – Definições Doença (3.7)

• Condição física ou mental adversa identificável,

oriunda de, e/ou agravada por, uma atividade laboral e/ou situação relacionada ao trabalho. Ver também Lei 8.213 e IN 11/2006.

61

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SGI – Definições Incidente (3.8) - Mudança
• Evento relacionado ao trabalho no qual uma lesão ou

doença (3.7) (independentemente da gravidade) ou fatalidade ocorreu ou poderia ter ocorrido. • Um acidente é um incidente que resultou em lesão, doença ou fatalidade. • Um incidente que não resulta em lesão, doença ou fatalidade pode ser denominado de "quaseacidente", "quase-perda", "ocorrência anormal" ou "ocorrência perigosa". • Uma situação de emergência (ver 4.4.7) é um tipo particular de incidente.
62

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SGI – Definições Local de Trabalho (3.10)

• Qualquer local físico no qual atividades relacionadas

ao trabalho são executadas sob o controle da organização.
• Considerar os efeitos de SSO sobre o pessoal que

esteja, por exemplo, viajando ou em trânsito (p.ex.: dirigindo, viajando de avião, ônibus ou trem), trabalhando nas instalações de um cliente ou em casa.

63

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SGI – Definições Melhoria Continua (3.11)
• Processo recorrente de se avançar com o sistema

de gestão (3.23), com o propósito de aprimorar o desempenho de SSO (3.5) geral, coerente com a política (3.17) da organização (3.14).
• Não é necessário que o processo seja aplicado

simultaneamente a todas as áreas de atividade. Adaptado da ISO 14001:2004, 3.2.

64

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SGI – Definições Não Conformidade (3.12)

• Não atendimento a um requisito. (ISO 9000:2005,

3.6.2; ISO 14001, 3.15).
• Qualquer

desvio de normas, práticas, procedimentos, requisitos legais, e outros bem como requisitos do sistema de gestão da SSO (3.23)

65

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SGI – Definições Objetivos (3.13)
• “Meta” de SSO (goal), em termos do desempenho

da SSO (3.5), que uma organização estabelece para ela própria alcançar.

(3.14)

• Convém que os objetivos sejam quantificáveis

sempre que exeqüíveis.
• Devem ser coerentes com a política de SST (3.17).

66

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SGI – Definições Partes Interessadas (3.15)

• Indivíduo ou grupo, interno ou externo ao local

de trabalho (3.10), interessado ou afetado pelo desempenho da SST (3.5) de uma organização (3.14).

67

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SGI – Definições Perigo (3.16)

• Fonte, situação ou ato com potencial para

provocar danos humanos em termos de lesão ou doença (3.7), ou uma combinação destas.

68

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SGI – Definições Política (3.17)
• Intenções e princípios de uma organização (3.14)

em relação ao seu desempenho de SSO (3.5), formalmente expresso pela Alta Direção.
• A política de SST fornece uma base para a ação e

estabelecimento dos objetivos de SSO (3.13). Adaptado da ISO 14001:2004, item 3.11.

69

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SGI – Definições Procedimento (3.18)

• Forma

especificada de atividade ou um processo.

executar

uma

• Procedimentos podem ser documentados

ou não. [ISO 9000:2005, 3.4.5]

70

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SGI – Definições Registro (3.19)

• Documento (3.6) que apresenta resultados

obtidos ou fornece evidências de atividades realizadas.[ISO 14001:2004, 3.20]

71

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SGI – Definições Risco (3.20)

• Combinação da probabilidade de ocorrência de

um evento perigoso ou exposição(ões) com a gravidade da lesão ou doença (3.7) que pode ser causada pelo evento ou exposição(ões).

72

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SGI – Definições Risco Aceitável (3.21) - Mudança

• Risco reduzido a um nível que tolerado pela

organização (3.14), levando em consideração suas obrigações legais e sua política de SSO (3.17).

73

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SGI – Definições Segurança e Saúde Ocupacional (3.22)
• Condições e fatores que afetam, ou poderiam afetar,

a segurança e a saúde dos empregados (incluindo temporários e pessoal terceirizado), visitantes ou qualquer outra pessoa no local de trabalho (3.10).
• Organizações podem estar sujeitas a requisitos

legais de SSO fora de seu local de trabalho (3.10), ou que estejam expostas às atividades do local de trabalho (3.10).

74

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Garantia da Segurança Total

Operação e Processos Seguros
Segurança da Operação – Métodos de trabalho, liderança, responsabilidade, autoridade, aptidão, saúde, valores, carga de trabalho, treinamento, habilitação e experiência. Segurança do Processo – Tecnologia compatível com as habilidades humanas e suas limitações, controles de processo, integração de sistemas e automação.

75

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Garantia da Segurança Total Atividades Próprias

Segurança do Processo

Segurança da Operação
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Garantia da Segurança Total Atividades Terceiros e Visitantes

EPS Fixas, Flutuantes e Autônomos
77

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Política de SGI – Item 4.2
a) b) c) Seja apropriada à natureza e escala dos riscos de SSO da organização; Inclua um comprometimento com a prevenção de lesões e doenças e com a melhoria contínua da gestão e do desempenho da SGI; Inclua um comprometimento em atender, pelo menos, aos requisitos legais aplicáveis e a outros requisitos subscritos pela organização que se relacionem a seus perigos; Forneça a base para o estabelecimento e análise crítica dos objetivos; Seja documentada, implementada e mantida; Seja comunicada a todas as pessoas que trabalhem sob o controle da organização, com o intuito de que elas tenham ciência de suas obrigações individuais em relação ao SGI; Esteja disponível às partes interessadas; Seja periodicamente analisada criticamente para assegurar que permanece pertinente e apropriada à organização.
78

d) e) f)

g) h)

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Política de SGI
A política é a filosofia que a empresa pretende adotar, visando atender as necessidades e expectativas dos seus clientes. A política da qualidade deve: – Estar documentada, aprovada pelo principal executivo, ser apropriada aos objetivos da empresa e fornecer uma estrutura para o estabelecimento e análise crítica dos objetivos da qualidade; – Incluir um comprometimento de atender aos requisitos dos clientes e com a melhoria contínua ; – Ser comunicada e compreendida em toda a organização, o que não significa que os colaboradores devam decorá-las, mas sim conhecê-la e entender de que forma contribuem para seu cumprimento e aplicação; – Analisar, criticamente, para contínua adequação, podendo haver uma freqüência definida para análise e/ou revisão.
79

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Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH) Política de SSO

Seção 4.2

OHSAS 18.001/2007 Política de SSO

Seção 3.1 3.16

Diretrizes ILO-OSH Política de SSO Melhoria contínua

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Premissas de um Sistema de Gestão de SGI
Compromisso Envolvimento dos gerentes e supervisores Informação Conhecimento e qualificação

Preocupação constante com a segurança Responsabilidades Monitoramento Inspeções sistemáticas Motivação Liderança, objetivos e metas, reconhecimento e disciplina
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81

Política de SGI – Mudança
(b) Inclua um comprometimento com a prevenção de lesões e doenças e com a melhoria contínua da gestão do desempenho da SSO; Comentário: Verificação da consistência e eficácia nos programas de Higiene Ocupacional • PPRA • PCA, PPR, PPEOB • PCMAT • PGR • PPP / LTCAT • PCMSO

82

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Política de SGI – Não Conformidades
• • • • • •

Desconhecer as responsabilidades de SGI, sendo a causa mais comum, falha na comunicação e divulgação da Política. O compromisso com a melhoria contínua não é explícito no texto. Não atendimento aos requisitos legais, técnicos, procedimentos e boas práticas ou implementação eficaz Falta de evidencia de implementação formal (reuniões informativas). Inexistência postagem nos acessos das partes interessadas; Não atualização em caso de: alterações, ampliações, mudanças no processo ou métodos de trabalho que apresentem novas situações de perigos e riscos. Inexistência, inconsistência ou ineficácia do programa de Higiene Ocupacional.
83

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Política de SGI – Não Conformidades
• Não divulgar as atribuições e responsabilidades de cada colaborador • Não disponibilizar mão de obra adequada ou suficiente para implementar o programa de SGI • Não disponibilizar recursos (materiais e equipamentos) • Não privilegiar ações preventivas (simulados e treinamentos) • Não acompanhar o desempenho do Sistema de Prevenção • Falta de compromisso com o programa de SGI • Falta de acesso a todos os indicadores reativos e tolerar indicadores “mascarados”.
84

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Política de SGI

O auditor irá verificar se a prática operacional é consistente com a política de SSO
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Planejamento – Item 4.3

4.3 Planejamento
• 4.3.1 Identificação de Perigos, Avaliação dos Riscos e Determinação dos Controles • 4.3.2 Requisitos Legais e Outros • 4.3.3 Objetivos e Programa de SSO(s)

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Seção 4.3 4.3.1

Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH) Planejamento ILO-OSH OHSAS 18.001/2007 Seção Diretrizes
Planejamento Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles. 3.7 3.8 3.10 3.10.1 3.10.2 3.10.5 Planejamento e implementação (título) Análise crítica inicial Planejamento, desenvolvimento e implementação do sistema. Prevenção de perigos Medidas de prevenção e controle Gestão de mudanças Contratação (Análise crítica inicial) (Medidas de prevenção e controle) Planejamento, desenvolvimento e implementação do sistema. Objetivos de SSO Melhoria contínua 3.16
87

4.3.2

Requisitos legais e outros requisitos Objetivos e programa(s)

3.7.2 3.10.1.2 3.8 3.9

4.3.3

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Identificação de perigos, Avaliação de riscos e Determinação de Controles – Item 4.3.1
a) Atividades rotineiras e não-rotineiras; b) Atividades de todas as pessoas que tenham acesso ao local de trabalho (incluindo terceirizados e visitantes); c) Comportamento humano, capacidades e outros fatores humanos; d) Perigos identificados de origem externa ao local de trabalho, capazes de afetar adversamente a segurança e a saúde das pessoas sob o controle da organização no local de trabalho; e) Perigos criados na vizinhança do local de trabalho por atividades relacionadas ao trabalho sob o controle da organização
88

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Identificação de perigos, Avaliação de riscos e Determinação de Controles – Item 4.3.1
f) Infra-estrutura, equipamentos e materiais no local de

g) h)

i)

j)

trabalho sejam eles fornecidos pela organização ou por outros; Mudanças ou propostas de mudança na organização, em suas atividades ou materiais; Modificações no sistema de gestão da SSO, incluindo mudanças temporárias, bem como seus impactos nas operações, processos e atividades; Qualquer obrigação legal aplicável relacionada à avaliação de riscos e à implementação dos controles necessários (ver também Nota na seção 3.12); A disposição das áreas de trabalho, processos, instalações, máquinas e equipamentos, procedimentos operacionais e organização do trabalho, incluindo sua adaptação às capacidades humanas. 89

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Identificação de perigos, Avaliação de riscos e Determinação de Controles – Item 4.3.1

90

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Identificação de perigos, Avaliação de riscos e Determinação de Controles – Item 4.3.1 (Comentários)
• Atividades Rotineiras, Não Rotineiras, Emergência e Futuras:

São todas as atividades, tarefas e sub-tarefas identificadas nos estudos de Levantamento de Aspectos e Impactos: • Atividades Rotineiras: Realização normal das atividades de operação (Ex: análise de vibrações, lubrificação em máquina com ponto externo); Atividades Não Rotineiras: Intervenções planejadas de curto ou médio prazo no processo ou operação envolvendo partida, paradas planejadas e/ou manutenção preventiva e preditiva (Inspeção de ponte rolante, troca de cabo, reparo de telhado, etc);
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Identificação de perigos, Avaliação de riscos e Determinação de Controles – Item 4.3.1 (Comentários)
• Atividades de Emergência: Situações inesperadas não

planejadas caracterizadas por eventos indesejáveis envolvendo acidentes ou incidentes que necessitam intervenção imediata ou ação planejada para solução do problema (Ex: Quebra de cabo; descarrilamento, quebra de telha);
• Atividades Futuras: Intervenções planejadas no longo

prazo (Ex: Ensaio hidrostático, troca de trilho, troca de dormentes).

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Levantamento de Aspectos e Impactos (Normal, Anormal, Emergência e Futuras) Futura)

Normal

Anormal

Emergência

Futuras

Realização normal das atividades / operações de processo

Partidas, paradas planejadas Manutenção preventiva e preditiva (Curto e Médio Prazo)

Paradas não planejadas, manutenção corretiva

Atividades planejadas (Longo Prazo)

Sem Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Com Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Sem Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Com Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Sem Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Com Agentes da Fatalidade De Fatalidade

Procedimento Treinamento Supervisão EPI / EPC

Procedimento Treinamento Supervisão EPI / EPC

Procedimento Treinamento Supervisão EPI / EPC APP PT APR / PTE

Procedimento Treinamento Supervisão EPI / EPC

Procedimento Treinamento Supervisão EPI / EPC APP PT APR / PTE

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Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles – Item 4.3.1
Análise de Vulnerabilidade

APP, Hazop, FMEA

ART, LAI, PCMAT, PPRA, PPEOB, PGR, Check List

Mapa de Risco
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Linhas de Certificação Segurança Operacional e Processo

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Falha Humana
As pessoas em todos níveis estão sujeitas a tomar decisões equivocadas a nível gerencial ou operacional.

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Limitações Humanas

Memória Percepção Concentração Raciocínio lógico
Trabalhar o elemento humano em todos os níveis hierárquicos é fundamental para minimizar a possibilidade de acidente que possam resultar em fatalidades, lesões e impactos meio ambiente e assim minimizar custos e aumentar a produtividade.
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Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles – Item 4.3.1 Gestão de Mudanças
• Para a gestão de mudanças, a organização deve

identificar os perigos de SSO e os riscos de SSO associados, no sistema de gestão da SSO, ou em suas atividades, antes da introdução das mudanças.
• A organização deve assegurar que os resultados dessas

avaliações sejam levados em consideração quando da determinação dos controles.

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Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles – Item 4.3.1

• Ao

determinar os controles ou considerar as mudanças nos controles existentes, deve-se considerar a redução dos riscos de acordo com a seguinte hierarquia: o o o o o Eliminação; Substituição; Controles de engenharia; Sinalização, alertas e/ou controles administrativos; Equipamentos de proteção individual (EPI).
99

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Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles Principais Não Conformidades
• • • • Escolha e aplicação da metodologia; Qualificação das pessoas que usam a metodologia; Registro e divulgação de informação; Identificação de atividades, rotineiras, não rotineiras, futuras e de emergência; • Identificação de mecanismos de controle inerentes aos perigos identificados; • Avaliação e gradação dos riscos, • Identificação de atividades que possuam os agentes da fatalidade, entre outras.
100

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Requisitos Legais e Outros Requisitos Item 4.3.2
A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para identificar e ter acesso à legislação e a outros requisitos de SST que lhe são aplicáveis. A organização deve assegurar que tais requisitos legais aplicáveis e outros requisitos subscritos por ela sejam levados em consideração no estabelecimento, implementação e manutenção de seu sistema de gestão da SST. A organização deve manter essa informação atualizada. A organização deve comunicar as informações pertinentes sobre requisitos legais e outros requisitos às pessoas que trabalham sob seu controle e às outras partes interessadas pertinentes. 101
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Requisitos Legais e Outros Requisitos Não Conformidades - Item 4.3.2
• •

• •

Inexistência ou ineficácia de metodologia para identificar os requisitos legais e outros requisitos aplicáveis. Ineficácia ou inexistência de ferramenta para comunicação / divulgação interna dos requisitos legais e outros aplicáveis. A empresa não tem acesso à legislação e outros requisitos (Internet, Abnt digital, outros). A ferramenta de acesso não garante informação relevante em tempo real. Não foram identificados quais são os requisitos técnicos e legais aplicáveis aos negócios da organização Não estão sendo consideradas as Normas Técnicas (NHO, ABNT, ISO) , para Prevenção e Combate a Incêndio, Inspeção de Equipamentos e Acessórios de Movimentação de Cargas, Escadas, entre outras.
102

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Fontes do Direito
• • • • • • • • • •

Constituição Federal – 1988 Leis, Decretos-Lei e Medidas Provisórias Convenções ou Acordos Coletivos Portarias Ordens de Serviço (INSS), Resoluções (CONAMA e CNEN), Instruções Normativas (INSS), Regulamentos Técnicos (INMETRO) TAC, Requisitos de Licenças, Notificações do MTE Normas Técnicas (ABNT) Normas Internacionais (ISO) Procedimentos de empresa Boas práticas operacionais
103

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Identificação de Documentos Aplicáveis

104

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Requisitos Legais e Outros Requisitos Fontes dos Documentos de SMS
ONU

NAFTA América do Norte

MERCOSUL

OIT

ADR IMO Europa

América -ConeSul Ministério dos Transportes ANTT

DOT

Ministério da Marinha (Off-shore)

ISO DPC

Ministério do Planejamento e Orçamento

Ministério da Justiça

Ministério da Indústria e Comércio

Ministério do Exército

Ministério das Minas e Energia

Ministério da
Agricultura e Saude

Ministério da
do Trabalho e Emprego

Ministério do
Meio Ambiente

Defesa Civil

Polícia Rodoviária

CONTRAN

Polícia Militar

INMETRO

DFPC

CNEN

DRT

IBAMA

IPEM

FEEMA CETESB

ABNT

105

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Atendimento a Outros Requisitos

106

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D o c u m e n to CAI

R e q u is ito Legal NR2

Q u e m fa z E m p re g a d o r

G u a rd a d o s R e g is tr o s D u ra n te a v id a d a in s ta la ç ã o

R e v is ã o S e m p re q u e o c o rre r a m p lia ç ã o o u m udança s ig n ific a tiv a n o p ro c e s s o A tu a liz a ç ã o m e n s a l

Obs P ro to c o la r n a D R T

Q u a d ro s E s ta tís tic o s (III, IV , V e V I) M apa de R is c o s A m b ie n ta is CAT

NR 4

SESMT

Não e s p e c ific a d o Não e s p e c ific a d o Não e s p e c ific a d o

R e g is tro n a D R T a té 3 1 d e ja n e iro S e rv irá d e b a s e p a ra o P P R A . C A T in ic ia l, re a b e rtu ra , c o m u n ic a ç ã o d e ó b ito . E x ig ê n c ia d e m o n ito ra m e n to a m b ie n ta l e b io ló g ic o

NR 5

C IP A

C a d a g e s tã o d a C IP A N ã o a p lic á v e l

IN S S NR 5

PCA

NR 6, NR 7 IN S S O S 6 0 8 /9 9

E m p re g a d o r, s in d ic a to o u ó rg ã o g e s to r de m ão de o b ra . SESMT

30 anos

PPR

IN 0 1 /9 4 – NR 6

SESMT

Não e s p e c ific a d o

PCMSO

NR 7

M é d ic o d o T ra b a lh o

PPRA

NR 9

P e rm is s ã o p a ra T ra b a lh o Laudo A m b ie n ta l d e P o e ira s (A s b e s to )

NR 11 e NR 10 NR 15 A n e xo 1 2

Q u a lq u e r pessoa in d ic a d o p e lo e m p re g a d o r e que conheça a NR 9 E m p re g a d o r

20 anos após a re a liz a ç ã o d o e xa m e 20 anos

S e m p re q u e a s c o n d iç õ e s d o a m b ie n te , p ro c e s s o o u m é to d o s d e tra b a lh o fo re m m o d ific a d a s S e m p re q u e a s c o n d iç õ e s d o a m b ie n te , p ro c e s s o o u m é to d o s d e tra b a lh o fo re m m o d ific a d a s . A nual ou quando o P P R A fo r m o d ific a d o A nual ou quando as c o n d iç õ e s d o a m b ie n te , p ro c e s s o o u m é to d o s d e tra b a lh o fo re m m o d ific a d a s N ã o a p lic á v e l

E x ig ê n c ia d e m o n ito ra m e n to a m b ie n ta l e b io ló g ic o

D e v e e s ta r re la c io n a d o c o m o PPRA D e ve ser c o m p le m e n ta d o p o r m o n ito ra m e n to a m b ie n ta l

Não e s p e c ific a d o 30 anos

SESMT

A c a d a s e is m e s e s

Laudo A m b ie n ta l d e P o e ira s (S ílic a ) PPEOB

NR 15 A n e xo 1 2

SESMT

30 anos

A c a d a s e is m e s e s

G a ra n tia d e s e g u ra n ç a n a s o p e ra ç õ e s . Após o d e s lig a m e n to d o tra b a lh a d o r. M o n ito ra m e n to b io ló g ic o d e v e c o n tin u a r p o r 3 0 a n o s . O b rig a tó rio c a d a s tro d e fo rn e c e d o re s E x a m e s m é d ic o s por 30 anos após o d e s lig a m e n to . E x ig ê n c ia d e la u d o d e p e ric u lo s id a d e – B e n z e n o é L íq u id o In fla m á v e l

NR 15 A n e xo 1 3 A

SESMT

30 anos

Laudo Q u a lita tiv o – In s p e ç ã o d o Local de T ra b a lh o

NR 15 A n e xo s 6 , 7, 9 e 10

SESMT

Não e s p e c ific a d o

S e m p re q u e a s c o n d iç õ e s d o a m b ie n te , p ro c e s s o o u m é to d o s d e tra b a lh o fo re m m o d ific a d a s S e m p re q u e a s c o n d iç õ e s d o a m b ie n te , p ro c e s s o o u m é to d o s d e tra b a lh o fo re m m o d ific a d a s

A v a lia ç ã o q u a lita tiv a

107

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Objetivos e Programa - Item 4.3.3
A organização deve estabelecer, implementar e manter objetivos de SSO documentados para todos os níveis e funções. Os objetivos devem ser mensuráveis, quando exeqüíveis, e coerentes com a política de SSO, incluindo-se os comprometimentos com a prevenção de lesões e doenças, com o atendimento a requisitos legais aplicáveis e outros requisitos subscritos pela organização, e com a melhoria contínua. Ao estabelecer e analisar criticamente seus objetivos, a organização deve considerar os requisitos legais e outros requisitos por ela subscritos e seus riscos de SSO. Deve também considerar suas opções tecnológicas, seus requisitos financeiros, operacionais e comerciais, bem como a visão das partes interessadas pertinentes.
108

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Objetivos e Programa - Item 4.3.3
• A organização deve estabelecer, implementar e manter

programa(s) para atingir seus objetivos. programa(s) deve(m) incluir pelo menos:

O(s)

– Atribuição de responsabilidade e autoridade para atingir os objetivos nas funções e níveis pertinentes da organização, – Os meios e o prazo no qual os objetivos devem ser atingidos. – O(s) programa(s) deve(m) ser analisado(s) criticamente a intervalos regulares e planejados, e ajustado(s) conforme necessário, para assegurar que os objetivos sejam alcançados.
109

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Objetivos do SGI
São as diretrizes da alta administração, que visam a melhoria dos vários processos que tem impacto com a satisfação dos clientes, qualidade dos produtos e serviços, devendo estar documentados. Para definição dos objetivos, deve-se: – Abranger os principais processos que tem impacto na satisfação e requisitos dos clientes. Ex.: melhorar a qualidade dos fornecedores, reduzir o tempo de desenvolvimento de novos produtos, reduzir rejeições e/ou retrabalhos dos produtos em processo e final, melhorar a pontualidade de entregas, reduzir o número de reclamações de clientes etc; – Ter uma consistência com a política da qualidade; – Ter indicadores que permitam mensurar e avaliar o atendimento ou não desses objetivos; – Assegurar a disponibilidades dos recursos necessários; – A definição de ações que estabeleçam um processo de melhoria contínua. 110
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Objetivos e Programa de SSO - Item 4.3.3 Não Conformidades - Objetivos

Inexistência ou deficiência desdobramento dos objetivos pelos diferentes níveis, relevantes, da organização. Desconhecimento dos objetivos pelos colaboradores. Inexistência ou deficiência no acompanhamento dos objetivos e indicadores. Na definição dos objetivos, não foram tidos em consideração os riscos não aceitáveis, por forma a garantir o seu controlo. Não existe coerência entre as medidas de controle para os riscos não aceitáveis e os objetivos estabelecidos.
111

• •

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Objetivos e Programa - Item 4.3.3 Não Conformidades - Programa
• Não inclui todos os objetivos estabelecidos pela

organização.
• Não faz referência aos meios financeiros necessários

para a sua concretização.
• Não se encontram estabelecidos os prazos para o

cumprimento das ações constantes do programa.

112

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Implementação e Operação Item 4.4
4.4 Implementação e Operação 4.4.1 Recursos, Funções, Responsabilidades, Prestações de Contas e Autoridades 4.4.2 Competência, Treinamento e Conscientização 4.4.3 Comunicação, Participação e Consulta 4.4.3.1 Comunicação 4.4.3.2 Participação e Consulta 4.4.4 Documentação 4.4.5 Controle de Documentos 4.4.6 Controle Operacional 4.4.7 Preparação e Resposta a Emergências
113

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Seção 4.4 4.4.1

Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH) Implementação e Operação
OHSAS 18.001/2007 Seção 3.3 3.8 3.16 Diretrizes ILO-OSH Implementação e operação (somente título) Recursos, funções, responsabilidades, prestações de contas e autoridades. Responsabilidade e prestação de contas Planejamento, desenvolvimento e implementação do sistema. Melhoria contínua

4.4.2 4.4.3

Competência, treinamento e conscientização. Comunicação, participação e consulta.

3.4 3.2 3.6 3.5

Competência e treinamento Participação dos trabalhadores Comunicação

4.4.4

Documentação

Documentação do sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Documentação do sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Gestão de mudanças Aquisição Contratação. Prevenção, preparação e resposta a emergências.
114

4.4.5

Controle de documentos

3.5

4.4.6

Controle operacional

3.10.2 3.10.4 3.10.5

4.4.7

Preparação e resposta a emergências

3.10.3

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Implementação e Operação Recursos, Funções, Responsabilidades, A Alta Prestações demonstrar seu comprometimento: 4.4.1 Direção deve de Contas e Autoridades - Item
a) Recursos essenciais para estabelecer, implementar, manter e melhorar o sistema de gestão. Recursos incluem: recursos humanos e qualificações específicas, infra-estrutura organizacional, tecnologia e recursos financeiros. b) Definindo funções, alocando responsabilidades e prestações de contas e delegando autoridades, a fim de facilitar a gestão eficaz (documentadas). A organização deve indicar Representante(s) da Alta Direção com responsabilidade específica, independentemente de outras responsabilidades, e com funções e autoridade definidas.
115

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Recursos, Funções, Responsabilidades, Prestações de Contas e Autoridades – Não Conformidades - Item 4.4.1
• Não se encontram documentadas todas as funções

relevantes para o Sistema de Gestão. • Não comunicação das responsabilidades e autoridade dos diversos colaboradores, particularmente os que desenvolvem atividades de maior risco ou expostos a maiores riscos incluindo EPS. • Falta de envolvimento da alta administração evidenciado pela não implementação do programa de SGI aprovado e criticado continuamente devido a falta de recursos considerados necessários. • Falta de evidência de plano de investimento específico para conduzir e implementar o programa de SGI.
116

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Implementação e Operação Qualificação, Treinamento e Conscientização - Item 4.4.2
A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para que as pessoas que trabalhem sob seu controle estejam conscientes: a) Das conseqüências para o SGI, reais ou potenciais, de suas atividades de trabalho, de seu comportamento, e dos benefícios para a SSO resultantes da melhoria do seu desempenho pessoal; b) De suas funções e responsabilidades e da importância em atingir a conformidade com a política e os procedimentos, e com os requisitos do sistema de gestão, incluindo os requisitos de preparação e resposta a emergências (ver 4.4.7); c) Das potenciais conseqüências da inobservância de procedimentos especificados. Os procedimentos de treinamento devem considerar os diferentes níveis de: a) Responsabilidade, habilidade, proficiência em línguas e instrução; b) Risco.
117

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Implementação e Operação Qualificação, Treinamento e Conscientização – Não Conformidades - Item 4.4.2
Inexistência ou deficiência do programa de treinamento e conscientização estabelecido por requisitos legais. • Existe informação geral sobre o Sistema de Gestão, porém não existem registros que comprovem que o pessoal que executa atividades envolvendo os agentes da fatalidade possui a qualificação adequada. • Alguns trabalhadores desconhecem os procedimentos e os requisitos do Sistema de Gestão aplicáveis, evidenciando que a organização não assegura que estes estão informados e conscientes dos riscos das atividades. • Os treinamentos (próprios e terceiros) recém admitidos que executam atividades envolvendo agentes da fatalidade são realizados após meses da sua admissão.

118

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Implementação e Operação Qualificação, Treinamento e Conscientização – Não Conformidades - Item 4.4.2
Uso de máquina com o sistema de proteção coletiva aberto. Não uso do EPI adequado apesar da existência de termo de responsabilidade e sinalização. • Falta de campanhas de saúde ocupacional ou de saúde. • Não realização de treinamentos necessários para a implementação de boas práticas (ex: segurança em processos oxi-combustíveis). • Inexistência de formalização das responsabilidade em cada nível organizacional que possa impactar o sistema de gestão bem como as penalidades previstas (incluindo EPS).
• •
119

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Interpretação
Deve-se direcionar esforços, no sentido de adequar seus recursos humanos às necessidades da empresa, identificando em todas as funções / cargos, qual o nível de formação escolar, qualificação, treinamento e experiências necessárias, tendo indicadores para monitorar esta adequação. Exemplos: porcentagem de pessoas por nível de escolaridade, quantidade média de horas de treinamento/ano ou mês por funcionário, porcentagem de horas de treinamentos realizadas em relação ao programado, porcentagem de treinamentos eficazes quanto a aplicação na empresa etc.

120

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Interpretação
Deve-se ser identificar e providenciar treinamentos, observando-se as necessidades atuais e futuras da empresa relacionadas as atividades do sistema da qualidade. Deve ocorrer, em tempo hábil, a avaliação da eficácia dos treinamentos, para verificar se atingiram os objetivos previstos. Deve haver registros de educação, treinamento, experiências e qualificações, de todos os colaboradores que executam atividades do sistema da qualidade. Os colaboradores devem ser conscientizados sobre a importância de suas atividades e como eles contribuem para o alcance dos objetivos da qualidade.
121

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Implementação e Operação Comunicação, Participação e Consulta - Item 4.4.3
Comunicação (4.4.3.1) Com relação aos seus perigos e ao sistema de gestão da SGI, a organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para: a) Comunicação interna entre os vários níveis e funções da organização; b) Comunicação com terceirizados e outros visitantes no local de trabalho; c) Recebimento, documentação e resposta a comunicações pertinentes oriundas de partes interessadas externas.
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Importância da Qualificação
Se planejamos para um ano, devemos plantar grãos; Se planejamos para dez anos, devemos plantar árvores; Se planejamos para uma vida, devemos educar o homem. (Kwantus, III a.C)

123

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Implementação e Operação Comunicação, Participação e Consulta - Item 4.4.3
Participação e Consulta (4.4.3.2)
Aorganização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) a) Participação dos trabalhadores através de: – seu envolvimento apropriado na identificação de perigos, na avaliação de riscos e na determinação de controles; – seu envolvimento apropriado na investigação de incidentes; – seu envolvimento no desenvolvimento e análise crítica das políticas e objetivos; – consulta quando existirem quaisquer mudanças que afetem o desempenho do SGI; – representação nos assuntos de SGI. Os trabalhadores devem ser informados sobre os detalhes de sua participação, incluindo quem é(são) seu(s) representante(s) nos assuntos de SGI. b) A consulta aos terceirizados quando existirem mudanças que afetem sua SGI.
124

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Implementação e Operação Comunicação, Participação e Consulta - Item 4.4.3 Evidencias Objetivas

• •

• •

Comunicação da alta administração aos gerentes, supervisores e trabalhadores sobre os rumos do sistema de gestão de SGI; Envolvimento dos colaboradores na identificação de perigos e controle dos riscos; Iniciativas de encorajamento para sugestões de melhoria ao sistema de gestão, revisão e implementação das melhorias e retorno de informação à gestão, acerca das atividades de SGI; Funcionamento da CIPA de acordo com os requisitos da NR 5. Sistema de informação aos prestadores de serviços e visitantes sobre os riscos e o que fazer em caso de emergência.
125

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Implementação e Operação Comunicação, Participação e Consulta - Item 4.4.3 Evidencias Objetivas
• •

• •

Divulgação das atas de reunião do Comitê de SGI (caso exista) e as respectivas ações a serem implementadas; Atas das reuniões com os trabalhadores, EPS e visitantes; Divulgação postada do desempenho do sistema de gestão de SSO e outras informações relevantes (ex: jornais internos, quadro de avisos, intranet, revistas entre outros). Integração das CIPA próprias com as EPS. Inclusão das EPS fixas nas campanhas de saúde e SIPAT.
126

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Implementação e Operação Comunicação, Participação e Consulta Não Conformidades - Item 4.4.3

• • • • •

Não evidência da participação dos representantes dos trabalhadores (CIPA) no processo de investigação de incidentes Trabalhadores não envolvidos na elaboração dos trabalhos de identificação dos perigos e controle dos riscos. Não implementação dos procedimentos para comunicação interna dos assuntos do Sistema de Gestão. As reinvidicações da CIPA não são atendidas ou justificadas a não implementação. Inexistência de um plano de ação. AS EPS não foram informadas dos riscos das atividades a serem exercidas sob responsabilidade do contratante; Não informação às EPS sobre os procedimentos internos a serem seguidos.
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Implementação e Operação Documentação - Item 4.4.4
A documentação do sistema de gestão da SGI deve incluir:
a) A política e os objetivos; b) Descrição do escopo do sistema de gestão; c) Descrição dos principais elementos do sistema de gestão e

sua interação, e referência aos documentos associados; d) Documentos, incluindo registros, exigidos pelas Normas de SGI; e e) Documentos, incluindo registros, determinados pela organização como sendo necessários para assegurar o planejamento, operação e controle eficazes dos processos que estejam associados à gestão de seus riscos.
128

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Implementação e Operação Documentação - Item 4.4.4 Não Conformidades
• Os elementos do Sistema de Gestão encontram-se

documentados de forma dispersa (ex: Manual do Sistema de Gestão).
• Não identificação dos documentos legais que a empresa

identificou como aplicável às suas operações bem como existência de documentos e procedimentos necessários para dar suporte à implementação do sistema de gestão.
• Inexistência de um programa aprovado e analisado

continuamente pela alta administração.
129

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Implementação e Operação Controle de Documentos - Item 4.4.5
A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s): a) Aprovar documentos quanto à sua adequação antes de seu uso; b) Analisar criticamente e atualizar, conforme necessário, e reaprovar documentos; c) Assegurar que as alterações e a situação atual da revisão de documentos sejam identificadas; d) Assegurar que as versões pertinentes de documentos aplicáveis estejam disponíveis em seu ponto de utilização;
130

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Implementação e Operação Controle de Documentos - Item 4.4.5 (cont.)
e) Assegurar que os documentos permaneçam legíveis

e prontamente identificáveis; f) Assegurar que os documentos de origem externa determinados pela organização como sendo necessários ao planejamento e operação do sistema de gestão sejam identificados, e que sua distribuição seja controlada; e g) Prevenir a utilização não-intencional de documentos obsoletos, e utilizar identificação adequada neles, se forem retidos para quaisquer fins.
131

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Interpretaçao
O controle de documentos é o processo que define como cada tipo de documento (desenhos, especificações de materiais, normas, procedimentos, instruções, especificações de regulagens de máquina, montagens e de processos etc.) é emitido, aprovado, distribuído e revisado, de tal forma que as responsabilidades estejam definidas e sejam utilizados somente as revisões mais atualizadas, para execução das atividades que afetam a qualidade do produto e satisfação do cliente. Um documento é todo meio físico ou eletrônico, que define especificações do produto, processo ou do sistema da qualidade. Exemplos: procedimentos, instruções de trabalho, planos de inspeção, folhas de regulagens de máquinas, desenhos, especificações de materiais etc.
132

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Implementação e Operação Controle de Documentos - Item 4.4.5 Não Conformidades

• •

Evidência de informações relevantes para a prevenção de acidentes não comunicados e disponibilizados pelos serviços médicos. Os documentos obsoletos não são prontamente removidos / identificados. Inexistência de prazo e critérios para que os procedimentos internos sejam reavaliados (ABNT sugere no máximo 5 anos).

133

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Implementação e Operação Controle de Documentos - Item 4.4.5 Não Conformidades
Os trabalhadores (em todos os níveis) não têm acesso aos documentos relevantes para suas funções de modo a não ocorrerem desvios à política e objetivos. • Os documentos usados para treinamento ou uso diário não estão identificados como “Cópia Não Controlada”. • Uso e distribuição de cópias das normas técnicas (ABNT, ISO, outras) sem controle de atualização. • Inexistência de acesso a normas técnicas e outros documentos aplicáveis com garantia de atualização (ex: Abnt digital).

134

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Implementação e Operação Controle Operacional - Item 4.4.6
Para tais operações e atividades, a organização deve implementar e manter: • Controles operacionais, conforme aplicável à organização e a suas atividades. • A organização deve integrar tais controles operacionais ao seu sistema de gestão como um todo; • Controles referentes a produtos, serviços e equipamentos adquiridos; • Controles referentes a terceirizados e outros visitantes no local de trabalho; • Procedimentos documentados, para cobrir situações em que sua ausência possa acarretar desvios em relação à política e aos objetivos; • Critérios operacionais estipulados, onde sua ausência possa acarretar desvios em relação à política e aos objetivos. 135
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Interpretações
Deve haver um procedimento definindo um sistema de manutenção de máquinas, dispositivos e ferramentas prevendo: Critérios para aprovação de uma máquina, dispositivo ou ferramenta nova ou modificada; Critérios para classificação de máquinas, dispositivos e ferramentas para definição do tipo de manutenção (preventiva, preditiva ou corretiva) a ser executada; Um programa para execução preventivas / preditivas; das manutenções
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Interpretações

Um cadastro e registros de todas as máquinas, dispositivos e ferramentas quanto as correções e manutenções efetuadas; Lista de sobressalentes que devem ser mantidos em estoque para manutenção em caso de quebra ou dano; Um plano de melhoria contínua para redução das perdas relacionadas as manutenções corretivas referentes a quebras, danos, horas paradas, custos, etc nas máquinas, dispositivos e ferramentas.
137

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Implementação e Operação Controle Operacional - Item 4.4.6 Não Conformidades
• Não identificação dos agentes da fatalidade nos

estudos de risco das operações ou atividades. Falta de sistemática de inspeção planejada nos locais de trabalho, máquinas e equipamentos. • Falta de programa de manutenção para máquinas e equipamentos críticos de processo. • Verificou-se que o pessoal da manutenção desativou algumas proteções de máquinas, a pedido dos operadores, para facilitar as tarefas.

138

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Implementação e Operação Controle Operacional - Item 4.4.6 Não Conformidades (cont.)
• Não foi evidenciada a comunicação acerca dos

procedimentos relacionados com os riscos para a SST aos fornecedores e EPS. • A empresa aprova projetos, realiza obras, ampliações, mudanças no processo sem uma sistemática de participação dos profissionais do SESMT no processo de avaliação e análise na fase de projeto. • Os visitantes da empresa não recebem informação sobre os riscos e procedimento e emergência.

139

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Não Conformidades - Controle Operacional

• Não identificação previa de perigos e controle dos riscos (APP) • Falta de sinalização e bloqueio de equipamento (NR 10 / NR 11). • Inexistência de proteção coletiva • Falta de sinalização na movimentação de carga (NR 18) • Inexistência de Plano de Cargas Cargas (NR 18) • Não uso de andaime
140

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Não Conformidades - Controle Operacional
• Não uso de dispositivo contra retrocesso de chama (NR 18) • Falta de bloqueio e restrição no uso de máquinas e equipamentos por EPS • Não uso de PT • Não uso de permissão para espaços confinados. • Não uso de explosímetro e oxímetro para liberação de área. • Não implementação de inspeção planejada.
141

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Não Conformidades - Controle Operacional

• •

Não implementação PPRA, PPR, PCA, PPEOB, PCMAT, PGR, PCMSO Falta de controle de na entrada de EPS para execução das atividades Inexistência de procedimentos escritos para controle das atividades envolvendo os agentes da fatalidade. Falha no programa de NR 13. Inexistência de inspeção acessórios de movimentação de carga (NR 11/NR 29/ABNT).
142

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Não Conformidades - Controle Operacional

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Não Conformidades - Controle Operacional
Dirigir empilhadeira sem qualificação Exaustão inadequada de gases ou vapores inflamáveis Uso de equipamentos inadequados ou materiais incompatíveis Não utilizar óculos de segurança nos trabalhos de manutenção Não usar proteção respiratória no trabalho com solventes e outros produtos químicos Lavar as mãos com gasolina Não emitir a PT para trabalhos de solda e corte e outros; Não usar protetor auricular na área de produção Não manter programa de inspeção de vasos, caldeiras acessórios de segurança Não manter programa de manutenção de extintores Não envolver os contratados no programa de SMS Falta de compromisso dos gerentes e supervisores
144

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Implementação e Operação Preparaçao e Resposta a Emergências - Item 4.4.7
• A organização deve estabelecer, implementar e manter

procedimento(s) para: a) Identificar o potencial para situações de emergência; b) Responder a tais situações de emergência.
• A organização deve responder às situações reais de

emergência, e prevenir ou mitigar as conseqüências para o SGI adversas associadas. • Ao planejar sua resposta a emergências, a organização deve levar em consideração as necessidades das partes interessadas pertinentes, tais como serviços de emergência e a vizinhança.
145

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Implementação e Operação Preparaçao e Resposta a Emergências - Item 4.4.7
• A organização deve também testar periodicamente seu(s) procedimento(s) para responder a situações de emergência, quando exeqüível, envolvendo as partes interessadas pertinentes, conforme apropriado. • A organização deve periodicamente analisar criticamente e, onde necessário, revisar seu(s) procedimento(s) de preparação e resposta a emergências, em particular após o teste periódico e após a ocorrência de situações de emergência (ver 4.5.3).

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Preparação e Resposta a Emergência Não Conformidades – Item 4.4.7

• • •

O procedimento de emergência não é testado (simulado) e não se encontra fundamentado por metodologia de identificação de perigos (APP). Foi acionado o primeiro sinal de alarme e as equipas de emergência só compareceram nos locais de reunião passado 15 min. Não estão definidos procedimentos para atuação em caso de acidente de trabalho (resgate em espaços confinados). Não foram identificados os cenários de emergência mais prováveis. Inexistência ou falta de evidência que os recursos de emergência estão dimensionados para dimensão dos cenários possíveis (modelagem).
147

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Plano de Emergência e Contingência Eficazes

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Preparação e Resposta a Emergência Não Conformidades – Item 4.4.7

Simulados de resgate em espaços confinados e emergência química
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Garantia de Recursos Adequados para Emergências

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Verificação - Item 4.5
4.5 Verificação 4.5.1 Monitoramento e medição do desempenho 4.5.2 Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros requisitos 4.5.3 Investigação de incidente, não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva 4.5.3.1 Investigação de incidente 4.5.3.2 Não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva 4.5.4 Controle de registros 4.5.5 Auditoria interna
151

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Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH) Verificação Diretrizes ILO-OSH Seção OHSAS 18.001/2007 Seção
4.5 4.5.1 4.5.2 4.5.3 Verificação (título) Monitoramento e medição do desempenho Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros Investigação de incidente, não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva (somente título) Investigação de incidente 3.11 Avaliação (título) Monitoramento e medição do desempenho -

4.5.3.1

3.12

Investigação de lesões, males, doenças e incidentes relacionados ao trabalho e seu impacto no desempenho da segurança e saúde. Melhoria contínua Ação preventiva e corretiva Documentação do sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Auditoria
152

3.16 4.5.3.2 4.5.4 Não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva. Controle de registros 3.15 3.5

4.5.5

Auditoria interna

3.13

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Verificação Monitoramento e Medição do Desempenho - Item 4.5.1
A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para monitorar e medir regularmente o desempenho do SGI. Esse(s) procedimento(s) deve(m) fornecer: a) Tanto medidas qualitativas como medidas quantitativas apropriadas às necessidades da organização; b) Monitoramento do grau de atendimento aos objetivos de SSO da organização; c) Monitoramento da eficácia dos controles (tanto para a saúde quanto para a segurança); d) Medidas proativas de desempenho que monitorem a conformidade com o(s) programa(s) de gestão da SSO, e com os controles e critérios operacionais;
153

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Verificação Monitoramento e Medição do Desempenho - Item 4.5.1
d) Medidas reativas de desempenho que monitorem doenças ocupacionais, incidentes (incluindo acidentes, quaseacidentes, etc.) e outras evidências históricas de deficiências no desempenho; e) Registro de dados e resultados do monitoramento e medição, suficientes para facilitar a subseqüente análise de ações corretivas e ações preventivas. f) Se for requerido equipamento para monitorar ou medir o desempenho, a organização deve estabelecer e manter procedimentos para a calibração e manutenção de tal equipamento, conforme apropriado. Os registros das atividades e dos resultados da calibração e manutenção devem ser guardados.
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Interpretações
Os equipamentos de medição do produto e processo devem ser controlados para assegurar confiabilidade nos resultados das medições efetuadas. Os equipamentos de medição e monitoramento devem: Ser calibrados e ajustados, periodicamente, ou antes do uso, contra padrões rastreáveis nacionais (ex. INMETRO, RBC) ou internacionais; Ser protegidos contra: ajustes que poderiam invalidar a calibração, danos e deterioração durante o manuseio, manutenção e armazenamento; Ter os resultados de sua calibração registrados; Ter a validade de resultados anteriores reavaliados se encontrados como estando fora de calibração; Os softwares usados para medição e monitoramento devem ser validados antes do uso.
155

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Monitoramento e Medição do Desempenho Não Conformidades - Item 4.5.1

• • •

Não existe procedimentos (metodologia) para assegurar a verificação periódica da conformidade com os requisitos legais aplicáveis. Não implementação de monitoramento para implementação dos objetivos(ex: 5W2H1S, Sistema Farol, outros) Os exames médicos periódicos não estão sendo realizados com a periodicidade estabelecida na lei. Inconsistência no tratamento estatístico dos acidentes de trabalho de forma a identificar uma noção real da problemática de acidentária e estabelecer as necessárias ações. Sub-notificaçao de acidentes do trabalho (óbitos, doenças ocupacionais, acidentes com lesão com/sem perda de tempo e trajeto). Não implementação do quadro estatístico da NR 4.
156

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Monitoramento e Medição do Desempenho Não Conformidades - Item 4.5.1
• •

• • • • • •

Inexistência de registro de dados de monitoramento ambiental (agentes ambientais, espaços confinados, iluminação, qualidade do ar, outros) Não implementação de check-list ou metodologia alternativa para a verificação periódica do estado dos equipamentos de proteção e sua utilização. (pode ser controle operacional). Utilização de equipamento de medição sem controle de calibração na RBCInmetro (ex: medidores de pressão sonora, dosímetros, bombas dosadoras, entre outros Estatísticas oficias não cruzam com os Quadros Estatísticos da NR 4 (Quadros III, IV, V e VI). Falta de registro dos Quadros Estatísticos da NR 4 na DRT. Não atualização das avaliações ambientais quando ocorrer mudanças nos processos ou métodos de trabalho. Não fixação da freqüência de reavaliação dos levantamentos ambientais. Não reavaliação anual do PPRA e PCMSO. Não registro de dados históricos dos monitoramentos ambientais e biológicos. 157
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Monitoramento e Medição do Desempenho Pirâmide de Acidentes

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Monitoramento e Medição do Desempenho Atendimento a NR 4 – Quadros III, IV, V e VI
ACIDENTES C. VÍTIMAS ___________________________________________ DATA DO MAPA: ____/____/____ RESPONSÁVEL: __________________________________________ ASS.: _________________________________
SETOR Nº ABSOLUTO Nº ABSOLUTO C/ AFASTAMENTO ≤ 15 DIAS Nº ABSOLUTO C/ AFASTAMENTO > 15 DIAS Nº ABSOLUTO SEM AFASTAMENTO ÍNDICE RELATIVO TOTAL DE EMPREGADOS DIAS/HOMEN PERDIDOS TAXA DE FREQÜÊNCIA ÓBITOS ÍNDICE DE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE

TOTAL DO ESTABELECIMENTO

Quadro V – Insalubridade
INSALUBRIDADE ________________________________________________________ DATADO MAPA___ / ___ / ___

RESPONSÁVEL _______________________________________ ASS.: _______________________________________
INTENSIDADE OU CONCENTRAÇÃO Nº DE TRABALHADORES EXPOSTOS

SETOR

AGENTE IDENTIFICADOS

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Monitoramento e Medição do Desempenho Estatística de Acidentes
18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 1989 1990 AGA 1991 1992 1993 AGAinEIGA 1994 1995 1996 1997 1998

No of Injuries per 106 work hours

Número de acidentados para cada um milhão de horas trabalhadas

EIGA Actual Cat. I,II,III
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Monitoramento e Medição do Desempenho Estatística mostra aquilo que se quer ver!

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Monitoramento e Medição do Desempenho
Gráfico para Acompanhamento de TFCA-CPT com Meta Anual!

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Monitoramento e Medição do Desempenho Estatística de Acidentes
• • • • •

Não registrar acidentes e incidentes Não existir mecanismo de registro Não emitir a CAT Não investigar Não divulgar os resultados da investigação
• • • • • • Não elaborar estatística Não definir indicadores reativos e pró-ativos Não acompanhar evolução dos indicadores Não inserir os contratados no processo Não elaborar plano de ação Não realizar análise crítica
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Monitoramento e Medição do Desempenho Item 4.5.1
Pontos Elementos de Gestão - OHSAS 18.001/2007 Possíveis 1. Política (Item 4.2) 2. I Identificação de Perigos, Avaliação dos Riscos e Determinação de Controles (Item 4.3.1) 3. Requisitos Legais e Outros Requisitos (Item 4.3.2) 4. Objetivos e Programa de SSO (Item 4.3.3) 5. Recursos, funções, responsabilidades, prestações de contas e autoridades (Item 4.4.1) 6. Qualificação, Treinamento e Conscientização (Item 4.4.2) 7. Comunicaçao (Item 4.4.3.1) 8. Participaçao e Consulta (Item 4.4.3.2) 9. Documentação (Item 4.4.4) 10. Controle de Documentos (Item 4.4.5) 11. Controle Operacional (Item 4.4.6) 12. Preparação e Resposta a Emergências (Item 4.4.7) 13. Monitoramento e Mediçao do Desempenho (Item 4.5.1) 14. Avaliação do Atendimento a Requisitos Legais e Outros Requisitos (Item 4.5.2) 15. Investigação de Incidente (Item 4.5.3.1) 16. Não-conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva (Item 4.5.3.2) 17. Controle de Registros (4.5.4) 18. Análise Crítica (4.6) Total 30 159 24 51 12 66 21 29 33 25 303 81 42 2.931 117 129 24 48 4.125 Obtidos 0 15 6 3 0 23 6 21 21 33 95 15 8 1.642 31 117 18 3 2.057164 (%) 0% 9% 25% 6% 0% 35% 29% 72% 64% 132% 31% 19% 19% 56% 26% 91% 75% 6% 50% Pontos IC

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Monitoramento e Medição do Desempenho - Item 4.5.1 Evidencia de Melhoria Continua
Evolução do Índice de Conformidade G estão OHSAS 18.001 (IC) Unidade CCO 1 (IC) - Auditoria Interna SSO 2006
Índice de Conformidade

100% 50% 0% IC 34%

72% IC

2004 34%

2006 72%
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Verificação Atendimento aos Requisitos Legais e Outros Item 4.5.2
De maneira coerente com o seu comprometimento de atendimento (compliance) a requisitos (ver 4.2c), a organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para avaliar periodicamente o atendimento aos requisitos legais aplicáveis (ver 4.3.2). A organização deve manter registros dos resultados das avaliações periódicas. A freqüência da avaliação periódica pode variar para requisitos legais distintos.
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Atendimento aos Requisitos Legais e Outros Item 4.5.2
• Avaliar o atendimento (compliance) a outros requisitos

por ela subscritos (ver 4.3.2). • Pode combinar esta avaliação com a avaliação referida em 4.5.2.1, ou estabelecer procedimento(s) em separado. • Deve manter registros dos resultados das avaliações periódicas. • A freqüência da avaliação periódica pode variar para outros requisitos distintos estabelecidos pela organização.

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Atendimento aos Requisitos Legais e Outros Não Conformidades - Item 4.5.2

• •

Inexistência de metodologia para avaliar a conformidade no atendimento aos requisitos legais e outros requisitos (ex: atendimento a Normas da ABNT). Inexistência ou prazo vencido de licenças (CAI, Corpo de Bombeiros, Policia Federal e outros). Não atendimentos aos requisitos de TAC, Notificações do MTE, corpo de bombeiros, acordos e/ou convenções coletivas.

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Atendimento aos Requisitos Legais e Outros - NR e Outros Documentos 1. NR 1 – Disposições Gerais 2. NR 2 - Inspeçao Prévia 3. NR 4 - SESMT 4. NR 5 - CIPA 5. NR 6 – EPI 6. NR 7 - PCMSO 7. NR 8 – Edificações 8. NR 9 - PPRA 9. NR 10 – Eletricidade 10. NR 11 - Armazenagem e Manuseio de Materiais 11. NR 12 - Proteção de Máquinas e Equipamentos 12. NR 13 – Caldeiras e Vasos sob Pressão 13. NR 14 - Fornos 14. NR 15 – Atividades e Operações Insalubres 15. NR 16 - Atividades e Operações Perigosas 16. NR 17 - Ergonomia 17. NR 18 - Construção Civil 18. NR 20 - Líquidos Inflamáveis e Combustíveis 19. NR 23 - Prevenção e Combate à Incêndios 20. NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho 21. NR 26 - Sinalização 22. NR 32 - Serviços de Saúde 23. NR 33 - Espaços Confinados

Pontos Possíveis 12 6 63 165 51 138 42 123 345 42 99 114 6 39 9 69 207 51 180 246 63 561 300

Pontos Obtidos 4 0 59 129 35 109 34 39 264 26 83 16 5 11 4 26 165 38 94 226 45 217 13

IC-NR (%) 33% 0% 94% 78% 69% 79% 81% 32% 77% 62% 84% 14% 83% 28% 44% 38% 80% 75% 52% 92% 71% 39% 4%

Valor da Multa (R$) 6,308.00 0.00 1,577.00 40,438.50 34,266.50 12,613.00 1,577.00 96,159.00 103,208.00 17,340.50 14,140.00 158,323.50 0.00 57,365.50 4,729.50 42,112.00 18,643.00 12,607.50 70,942.00 4,731.00 17,337.50 336,957.50
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0.00

www.gerenciamentoverde.com.br - Copyright by Giovanni Moraes – Reprodução Proibida 1,051,376.50 Total 2931 1642 56%

Atendimento aos Requisitos Legais e Outros Item 4.5.2 - Evidencia de Melhoria Continua
Evolução do Índice de Conformidade NR (IC-NR) Auditria Legal SSO - CCO1 (IC-NR) 2006
100% 80% IC-NR 60% 40% 20% 0% 2004 IC-N R 50% 2006 81% 50% IC R -N

81%

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Gestão no Transporte de Produtos Perigosos - Exemplo
• Liderança e Administração; • Registro e investigação dos acidentes; • Avaliação e seleção de motoristas; • Qualificação e treinamento; • Monitoramento e análise dos acidentes; • Operação dos veículos e verificação dos equipamentos.

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Avaliação da Conformidade do Sistema de Gestão de SSO Exemplo: Transporte de Produtos Perigosos
Item 1 2 3 4 5 6 Título dos Elementos Liderança e Administração Registro e investigação dos acidentes Avaliação e seleção de motoristas Qualificação e treinamento Monitoramento e análise dos acidentes Operação dos v eículos e verificação dos equipamentos Total Pontos Possíveis 415 240 145 410 230 400 1840
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Ferrovia do Sudeste
0% 1. Liderança e Administraçao 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

52% 48%

2. Registro de Acidentes 3. Avaliaçao e Seleçao de Pessoal 4. Treinamento e Qualificaçao 5.Monitoramento da Taxa de Acidente 6. Inspeçao dos Equipamentos e Operaçoes Total/Media: 41%

93%

63%

60% 57%
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M das Em edia presas comFerrovia Sudeste
100 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% % 1. Liderança e Administraçao 52% 44% 48% 46% 93% 40% 63% 56% 41% 23% 60% 63% 57% 48%
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2. Registro de Acidentes

3. Av aliaçao e Seleçao de Pessoal

4. T reinamento e Qualificaçao

R ating av erage of 4

5.Monitoramento da T de Acidente axa

6. Inspeçao dos Equipamentos e Operaçoes

T otal/Media:

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Estatistica da Auditoria da Em presa de Transporte
0% 1. Liderança e Adm inistraçao 20% 40% 44% 52% 46% 2. Registro de Acidentes 3. Avaliaçao e Seleçao de Motorista 4. Treinam e Qualificaçao ento 5.Monitoram da Taxa de ento Acidente 6. Inspeçao de V eiculo e Operaçoes Total/Media: 48% 57%
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60%

80%

100%

48% 40% 93% 56% 63% 23% 41% 63% 60% M ax Rating average of 4 M in

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OHSAS 18.001/2007 Verificação Investigação de Incidentes - Item 4.5.3.1
• A organização deve estabelecer, implementar e manter

procedimento(s) para registrar, investigar e analisar incidentes a fim de: a) Determinar deficiências de SSO e outros fatores que possam estar causando ou contribuindo para a ocorrência de incidentes; b) Identificar a necessidade de ações corretivas; c) Identificar oportunidades para ações preventivas; d) Identificar oportunidades para a melhoria contínua; e) Comunicar os resultados de tais investigações.
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Verificação Investigação de Incidentes Item 4.5.3.1

• As investigações devem ser realizadas no momento

apropriado. • Quaisquer necessidades identificadas de ação corretiva ou de oportunidades para ação preventiva devem ser tratadas de acordo com as partes pertinentes da seção 4.5.3.2. • Os resultados das investigações de incidentes devem ser documentados e mantidos.
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Verificação Investigação de Incidentes Não Conformidades - Item 4.5.3.1

Falta de metodologia para investigação e análise de acidente, incidente resultando em conclusões subjetivas e superficiais. • Na maior parte dos casos os "quase-acidentes" não são reportados, o que dificulta a sua gestão e prevenção • As ações corretivas e preventivas não por avaliação de riscos, antes da sua implementação. • Não inclusão do processo de investigação e análise a verificação se a atividade do acidentado possuía procedimento e estava identificada no estudo de perigos e riscos (ver o registro de acidente).

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Investigação de Incidentes - Item 4.5.3.1 Metodologia – Árvore de Causas
Motivo de doença Auxiliar ausente

I6

MT6
Pressão produção

Equipe reduzida

MT2
Supervisor ausente

Muito material para subir

MT7

T1
P rocedimento não atendido

MT3
Treinamento deficiente PT não atendida

I3
Não usou cinto de segurança Queda de 4m Lesões múltiplas

MT1
P rocedimento não atendido

MT10

MT8

I2 MT4
Inspeção em outro local Supervisor ausente Não usou luva de segurança

I1

I5
Reparo em linha energisada

C hoque elétrico

MT9

MT5

I4

T2
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Investigação de Incidentes - Item 4.5.3.1 Metodologia – Espinha de Peixe

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Verificação Não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva - Item 4.5.3.2

A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para tratar as não-conformidades atuais e potenciais, e executar ações corretivas e preventivas. O(s) procedimento(s) deve(m) definir requisitos para:
– Identificar e corrigir não-conformidade(s) e executar ações para mitigar suas conseqüências para a SSO; – Investigar não-conformidade(s), determinar sua(s) causa(s) e executar ações para evitar sua repetição. – Avaliar a necessidade de ação(ões) para prevenir nãoconformidade(s) e implementar ações apropriadas para evitar sua ocorrência. – Registrar e comunicar os resultados da(s) ação(ões) corretiva(s) e ação(ões) preventiva(s) executada(s); e – Analisar criticamente a eficácia da(s) ação(ões) corretiva(s) e ação(ões) preventiva(s) executada(s). 181

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Verificação Não-conformidade, Ação corretiva e Ação Preventiva Item 4.5.3.2
Quando a ação corretiva e a ação preventiva identificam perigos novos ou modificados, ou a necessidade de controles novos ou modificados, o procedimento deve requerer que as ações propostas sejam submetidas a uma avaliação de riscos antes de sua implementação. • Qualquer ação corretiva ou ação preventiva executada para eliminar as causas de não-conformidade(s) real(is) ou potencial(is) deve ser adequada à magnitude dos problemas e comensurável com o(s) risco(s) de SSO encontrado(s). • A organização deve assegurar que quaisquer mudanças necessárias resultantes de ações corretivas e ações preventivas sejam feitas na documentação do sistema de gestão da SSO.

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Verificação Não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva Não Conformidade - Item 4.5.3.2

• • • • •

Inexistência de ações corretivas e preventivas, por julgar que os fatores são externos à organização e difíceis de controlar. As ações corretivas e preventivas não por avaliação de riscos, antes da sua implementação. As análises de risco raramente incluem a investigação e levantamento aspectos sócio-económicos. Não avaliação da eficácia das ações corretivas implementadas. Inexistência de controle para acompanhar as responsabilidades e prazos de implementação.

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Interpretações
As não conformidades em produtos no processo e final devem ser registradas; Deve haver um procedimento para tomar ações corretivas, registro das causas, ações corretivas tomadas para eliminar as causas e evitar a reincidência de não conformidades dos produtos nas várias etapas do processo e no final, bem como, para avaliação da eficácia dessas ações; As causas das não conformidades devem ser identificadas, utilizando-se métodos de análise e solução de problemas (MASP), como Diagrama de Causa e Efeito (Ishikawa), Análise de Falha (AF), Análise de Problema Potenciais (APP); Brainstorming , etc;
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Interpretações

Antes da implementação de novos processos ou alterações significativas nos existentes ou em atividades que tenham impacto na satisfação do cliente, deve-se analisar, identificar causas de problemas potenciais e tomar ações preventivas para evitar que ocorram não conformidades nos produtos e serviços, registrando e analisando a eficácia das ações, utilizando, por exemplo, a metodologia APP (Análise de Problemas Potenciais), devendo ser preparado um procedimento para definição desse processo; O planejamento e monitoramento das ações corretivas e preventivas devem ser realizados de forma a promover a melhoria contínua e não ações isoladas ou esporádicas.
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Interpretações

Análise dos possíveis problemas que se tem em atender as especificações dos materiais, componentes e produtos em todas as fases de fabricação e entrega. Recomenda-se a adoção de metodologias como FMEA.

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Registro de Ação Corretiva e Ação Preventiva Modelo
10 IDENT IF ICAÇ ÃO / AN ÁL ISE DA(S) CAU SA(S) F UNDAM ENT AL(IS): M É T O DO DOS "5 PO R Q U ES"
CAUSA PO R QUE ? 1 P OR QUE ? 2 PO R QUE ? 3 P O R Q UE ? 4 PO R QUE ? 5

11

CAUSA(S) F UND AM EN TAL (IS )

12

PL ANO DE AÇÃO / PADRO NIZ AÇ ÃO QUEM ? QU ANDO ? ST AT US

O Q UE FAZE R?

13

AVALIAÇÃO DE BLO Q U EIO - (Para u so d a eq uip e d e ap o io) CAUS A F UNDAM ENT AL
1- N ã o ident ific ada 2- + de um a po ss ív el +/ i den tif ic ada 3- E vi de nte

PL ANO DE IN SPEÇ ÃO F oi prevista revisão ?
Sim N ão

Q UAL IDADE DAS AÇÕES
4- R edu z p os sibi lidade de oc orrênc ia 5- R edu z e feito d a oc orrên. 6- Bloqu eio def initivo

CO NCL USÃO
Va lidar aç õe s propos tas Em itir O S Ac res c enta r n .º no PA F az er análi se co m p l.

Por que ?

14

ASSINAT URAS Aciden tad o Coo rd enad or T écnico d e Segu ran ça

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Controle de Registros - Item 4.5.4

• A organização deve estabelecer e manter registros,

conforme necessário, para demonstrar conformidade com os requisitos de seu sistema de gestão bem como os resultados obtidos. • A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para a identificação, armazenamento, proteção, recuperação, retenção e descarte de registros. • Os registros devem ser e permanecer legíveis, identificáveis e rastreáveis.

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Interpretação
Os registros do SGI devem ser mantidos para demonstrar conformidade com os requisitos especificados e a efetiva operação do sistema da qualidade, arquivados por tempo definido pela empresa, ou pelo cliente, ou por regulamentações governamentais, de tal forma que sejam recuperáveis e legíveis durante este período. Deve haver um procedimento que defina de que forma os registros são identificados, armazenados, recuperados e protegidos, bem como, seus respectivos períodos de retenção e a disposição (arquivo ativo, arquivo morto, destruídos etc). durante e após este período de retenção. Os registros devem ser legíveis, armazenados em condições ambientais que previnam contra danos e deteriorações e sejam prontamente recuperáveis.
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Controle de Registros - Item 4.5.4 Não Conformidades
• • • •

Não atender os tempos de retenção dos registros previstos na legislação. Para os tempos de retenção não previstos na legislação a organização não estabelece regras em procedimento. Não considerar registros internacionais (ex: certificados de vasos sob pressão ou tanques de transporte). Preenchimento incompleto como falta de assinaturas de gerentes, coordenadores e supervisores (incluindo EPS) de forma a evidenciar que estes tomaram conhecimento. Perda ou inacessibilidade de registros não sendo possível evidenciar atendimento a um requisito técnico ou legal (ex: Registros médicos de acesso controlado de acordo com a legislação, exames adminissionais no período de vigência da legislação).
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Controle de Registros - Item 4.5.4 Não Conformidades
• Os tempos de retenção não são respeitados (ex:

registros de monitoramento dos riscos ambientais destruídos após 5 anos). • Os registros evidenciados não asseguram a rastreabilidade à atividade, produto ou serviço de origem. • Falta no controle de validade das licenças e documentos com tempo de revalidação estabelecido pela legislação. • Inexistência de processo para manter registros legíveis e rastreáveis por longos períodos. (ex: PPRA e PCMSO – 20 anos).

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Auditoria Interna - Item 4.5.5
A organização deve assegurar que as auditorias internas do sistema de gestão sejam conduzidas em intervalos planejados para: a) determinar se o sistema de gestão: – está em conformidade com os arranjos planejados para a gestão, incluindo-se os requisitos das normas de SGI; – foi adequadamente implementado e é mantido; e – é eficaz no atendimento à política e aos objetivos da organização. b) fornecer informações à administração sobre os resultados das auditorias. Programa(s) de auditoria deve(m) ser planejado(s), estabelecido(s), implementado(s) e mantido(s) pela organização com base nos resultados das avaliações de riscos das atividades da organização e nos resultados de auditorias anteriores.
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Auditoria Interna - Item 4.5.5
Procedimento(s) de auditoria deve(m) ser estabelecido(s), implementado(s) e mantido(s) para tratar: a) das responsabilidades, competências e requisitos para se planejar e conduzir as auditorias, para relatar os resultados e reter os registros associados; b) da determinação dos critérios de auditoria, escopo, freqüência e métodos. A seleção de auditores e a condução das auditorias devem assegurar objetividade e imparcialidade do processo de auditoria.

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Auditoria Interna - Item 4.5.5 Comentários
O processo de auditoria deve evidenciar os resultados planejados pela organização com atenção para: • Atendimento aos elementos das normas de SGI; • Capacidade para alcançar os objetivos estabelecidos; • Capacidade do Sistema de Gestão em seguir a Política • Nível de conformidade no atendimentos aos requisitos legais • Consistência e nível de implementação do programa; • Manutenção do Sistema de Gestão.

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Interpretações

É necessário a implantação de um programa de auditorias internas periódicas do sistema da qualidade, para verificar se os procedimentos, instruções de trabalho e outras especificações que fazem parte do sistema da qualidade estão implementados e executados conforme descrito. Este programa de auditorias internas deve abranger todas as atividades do SGI, porém considerando, para definição da freqüência, a importância ou situação da área (exemplos: mudanças em sistemas / processos, nível de não conformidades em auditorias anteriores ou de reclamações de clientes etc).
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Interpretações

As auditorias devem: Ser conduzidas por pessoal qualificado (treinado) e diferente dos que realizam as atividades auditadas; Ser registradas com relatos dos resultados e entregues aos responsáveis das áreas; Ter ações corretivas quanto às deficiências (não conformidades) apontadas; Ter ações de acompanhamento para verificação da implementação das ações corretivas e relatório da verificação da eficácia.
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Auditoria Interna - Item 4.5.5 Não Conformidades
As auditorias realizadas por pessoal não qualificado para o efeito, e, em conseqüência os respectivos resultados não garantem uma adequada avaliação do Sistema de Gestão. O planejamento das auditorias não reflete os resultados da avaliação dos riscos, ou seja as atividades com agentes da fatalidade não são auditadas com maior freqüência. O planejamento não reflete os resultados das auditorias anteriores, ou seja as áreas com maior número de não conformidades e/ou não conformidades mais graves, não são auditadas com maior freqüência. Não existem evidências que comprovem que os resultados das auditorias são levados ao conhecimento da gestão da alta administração. As auditorias são sistematicamente adiadas sem justificativa aceitável. Os auditores internos não se encontram devidamente qualificados e não possui aprofundamento de requisitos legais (NR).
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Integração OHSAS 18.001/2007 e OIT SSO - 2001 (ILO-OSH) Análise Crítica da Alta Administração

Seção 4.6

OHSAS 18.001/2007 Análise crítica da alta administração

Seção 3.14 3.16

Diretrizes ILO-OSH Análise crítica pela direção Melhoria contínua

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Análise Crítica pela Alta Administração Item 4.6
• A Alta Direção deve analisar criticamente o sistema de gestão

da organização, em intervalos planejados, para assegurar sua continuada adequação, pertinência e eficácia. • As análises críticas devem incluir a avaliação de oportunidades para melhoria e a necessidade de alterações no sistema de gestão, inclusive da política e dos objetivos. Os registros das análises críticas pela direção devem ser retidos. • As entradas para as análises críticas pela direção devem incluir: a) Resultados das auditorias internas e das avaliações do atendimento (compliance) aos requisitos legais aplicáveis e a outros requisitos subscritos pela organização; b) Resultados da participação e consulta (ver 4.4.3);
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Análise Crítica pela Alta Administração Item 4.6 (cont.)
c) Comunicação(ões) pertinente(s) proveniente(s) de partes interessadas externas, incluindo reclamações; d) O desempenho de SGI da organização; e) Extensão na qual foram atendidos os objetivos; f) Situação das investigações de incidentes, das ações corretivas e das ações preventivas; g) Ações de acompanhamento das análises críticas pela direção anteriores; h) Mudança de circunstâncias, incluindo desenvolvimentos em requisitos legais e outros relacionados ao SGI; e i) Recomendações para melhoria.
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Análise Crítica pela Alta Administração Item 4.6 (cont.)
As saídas das análises críticas pela direção devem ser coerentes com o comprometimento da organização com a melhoria contÍnua, e devem incluir quaisquer decisões e ações relacionadas a possíveis mudanças: a) No desempenho de SGI; b) Na política e objetivos; c) Nos recursos; e d) Em outros elementos do sistema de gestão. As saídas pertinentes da análise crítica pela direção devem ficar disponíveis para comunicação e consulta (ver 4.4.3).
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Interpretação
A Alta Administração deve definir um responsável pela implantação e manutenção do SGI, devendo este ser treinado e qualificado para conduzir os processos, respondendo diretamente à direção da empresa nesta atividade. A Alta Administração deve fazer reuniões e formalizar a análise, ações e decisões tomadas com relação aos seguintes itens do SGI: Continuidade da adequação ou alterações na política de SGI; Cumprimento das metas relacionadas aos objetivos de SGI; Reclamações de clientes; Resultados das auditorias internas; Deve-se utilizar estas análises, para promover a melhoria contínua do sistema de SGI.
202

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Análise Crítica pela Alta Administração Item 4.6 - Não Conformidades

Os registros das atividades não evidenciam que os elementos do Sistema de Gestão foram analisados e/ou quais as decisões tomadas em conformidade com a análise efetuada. Não existe conclusão acerca da eficácia do programa de SSO e/ou acerca da melhoria contínua do desempenho do Sistema de Gestão. A revisão do sistema foi efetuada em conjunto com a revisão de outros sistemas de gestão existentes, ficando o processo de revisão do Sistema de Gestão incompleto, inconsistente ou ineficaz. Não foi evidenciada a presença de todos os indicados como relevantes para a revisão do Sistema de Gestão.
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Análise Crítica Incial
Análise da declaração da política Coleta de dados e informação

Análise Crítica Incial

Desdobramento

Análise externa

Análise das avaliações ambientais

Análise externa

Posicionamento estratégico Objetivos estratégicos

Análise das estratégias e objetivos corporativos

Plano de ação

Indicadores Fatores críticos de sucesso

Indicadores

Avaliação dos recursos

1

Análise Financeira
Análise financeira

Aprovação e Emissão
Proposta enviada para aprovação

Comunicação

Acompanhamento

1

Emissão do relatório final

Divulgação e distribuição do relatório final

Acompanhamento do plano de ação

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Referências Bibliográficas

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FUNDAMENTOS
CICLO DE DEMING ( Ciclo do PDCA)
Segundo Deming, 85% dos problemas que ocorrem nas empresas são causados pelas gerências e somente elas podem corrigi-los. É por isto que as Normas ISO da Qualidade estão voltadas para o sistema. Qualidade rica ou pobre de um produto ou serviço não é o resultado provocado pelas pessoas que fazem o produto ou serviço e sim é o resultado do sistema dentro do qual elas trabalham Os 8 princípios da gestão da qualidade constituem a base das normas da família ISO 9000:2000. A metodologia do Ciclo de Melhoria (Deming), também designada por PDCA (Plan-Do-ActCheck), está sob a abordagem por processos, e pode ser resumidamente descrita do seguinte modo:

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