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Prevenção da corrosão. Professor(a): Maria Adrina. Alunos: Luiz Lopes 08188001701. Daniel Freitas Coelho 10021001601.

Prevenção da corrosão.

Professor(a): Maria Adrina. Alunos: Luiz Lopes 08188001701. Daniel Freitas Coelho 10021001601.

 A chave do sucesso reside no conhecimento do processo de corrosão do ambiente no
 A chave do sucesso reside no conhecimento do
processo de corrosão do ambiente no qual a
estrutura será exposta, e na escolha apropriada do
revestimento. Com esse conhecimento se tem um
preparo apropriado da superfície, a aplicação de
materiais adequados de revestimento e uma
durabilidade requerida, utilizando-se das modernas
tecnologias disponíveis no mercado.
Quanto a umidade e sujeira retida, podemos citar alguns pontos:  Evite a criação de
Quanto a umidade e sujeira retida, podemos citar
alguns pontos:
 Evite a criação de cavidades e frestas. Caso não
haja alternativa, utilize um selante (epoxídico,
poliuretânico ou silicone) para fechar a fresta.
 Juntas soldadas são, como regra geral,
preferidas às parafusadas.
 Providencie furos de drenagem para o escoamento da água, onde necessário.  Feche as
 Providencie
furos
de
drenagem
para
o
escoamento da água, onde necessário.
 Feche as vigas-caixão, exceto quando
forem submetidas à galvanização a quente.
elas
 Permita a livre circulação de ar em torno da
estrutura.
Quanto ao contato com outros materiais:  Evite, sempre que possível, as conexões bimetálicas. Em
Quanto ao contato com outros materiais:
 Evite, sempre que possível, as conexões
bimetálicas. Em caso de necessidade, providencie a
isolação elétrica entre os componentes.
 Providencie o cobrimento adequado da armadura
metálica, no caso das estruturas de concreto
armado.
 Separe o aço e a madeira através do uso de
polímeros adequados ou pintura.
Pontos na hora da realização do projeto para eficiência:  A galvanização a quente não
Pontos na hora da realização do projeto para
eficiência:
 A galvanização a quente não deve ser utilizada
em componentes selados. Estes componentes
devem ser fabricados com furos e drenos
adequados para o escoamento dos líquidos
utilizados no processo.
 Todo componente ou subconjunto deve permitir o acesso à inspeção e manutenção (pintura, metalização,
 Todo componente ou subconjunto deve permitir o
acesso
à
inspeção
e
manutenção
(pintura,
metalização, etc.).
 Grandes superfícies planas ou de geometria simples
são mais fáceis de proteger do que formas
complicadas. Estruturas complexas, assim como
formas complexas, devem propiciar acesso
adequado para a pintura inicial e para as
manutenções posteriores.
Figuras subsequentes (1,2 e 3): Sugestões de detalhamento para a minimização da corrosão.
Figuras subsequentes (1,2 e 3): Sugestões de detalhamento para a
minimização da corrosão.
 Limpeza superficial: Remoção da superfície de materiais que possam impedir o contato direto da
 Limpeza superficial: Remoção da superfície de
materiais que possam impedir o contato direto
da tinta com o aço, tais como pós diversos,
gorduras, óleos, etc.
Graus de intemperísmo:  Grau A : Superfície de aço inteiramente recoberta por carepa de
Graus de intemperísmo:
 Grau A : Superfície de aço inteiramente
recoberta por carepa de laminação, intacta
aderente e sem corrosão.
 Grau B : Superfície de aço com princípio de
corrosão a da qual a carepa de laminação
começa a destacar-se.
 Grau C: Superfície de aço onde a carepa de laminação foi eliminada pela ação
 Grau C: Superfície de aço onde a carepa de
laminação foi eliminada pela ação da corrosão
ou pode ser removida por raspagem, podendo
apresentar pequenas cavidades.
 Grau D: Superfície de aço da qual a carepa de
laminação tenha sido removida pela ação da
corrosão, e que apresenta grande formação de
cavidades visíveis.
Grau A Grau B Grau C Grau D
Grau A
Grau B
Grau C
Grau D
 Ancoragem mecânica: O aumento da rugosidade superficial proporciona um aumento da superfície de contato
 Ancoragem mecânica: O aumento da
rugosidade superficial proporciona um aumento
da superfície de contato entre o metal e a tinta,
contribuindo, desse modo, para o aumento da
aderência.
 A pintura é o principal meio de proteção das estruturas metálicas. Tintas são suspensões
 A pintura é o principal meio de proteção das
estruturas metálicas. Tintas são suspensões
homogêneas de partículas sólidas (pigmentos)
dispersas em um líquido (conhecido como
veículo), em presença de componentes em
menores proporções, chamados de aditivos.
 Proteção por barreira, anódica ou catódica.
 Pigmentos comumente utilizados nas tintas de proteção ao aço carbono :  Fosfato de
 Pigmentos comumente utilizados nas tintas de
proteção ao aço carbono :
 Fosfato de zinco. Em contato com água, dissolve-se
parcialmente, liberando os ânions fosfato que
passivam localmente a superfície do aço, formando
fosfatos de ferro.
 Zinco metálico. Também chamadas de
“galvanização a frio”, conferem proteção catódica ao
substrato de aço (o zinco se corrói, protegendo o
aço, como na proteção pela galvanização
tradicional).
 Óxido de ferro. Não possui mecanismo de proteção anticorrosiva por passivação. Entretanto, por ser
 Óxido de ferro. Não possui mecanismo de proteção
anticorrosiva por passivação. Entretanto, por ser
sólida e maciça, atua como barreira à difusão de
espécies agressivas, como água e oxigênio.
 Alumínio e outros. O alumínio lamelar e outros
pigmentos também lamelares tais como a mica,
talco, óxido de ferro micáceo e certos caulins atuam
pela formação de folhas microscópicas,
sobrepostas, constituindo uma barreira que dificulta
a difusão de espécies agressivas.
 Os solventes dissolvem a resina e facilitam a aplicação da tinta. Os solventes mais
 Os solventes dissolvem a resina e facilitam a
aplicação da tinta. Os solventes mais utilizados são
os líquidos orgânicos e a água.
 Os ligantes mais comuns são as resinas e os óleos,
mas também podem ser inorgânicos, como os
silicatos solúveis. Sua função é envolver as
partículas de pigmento e mantê-las unidas entre si e
o substrato.
 A resina proporciona impermeabilidade,
continuidade e flexibilidade à tinta, além de
aderência entre esta e o substrato.
 Classificação quanto o tipo de resina das tintas:  Alquídicas: Conhecidas como esmaltes sintéticos.
 Classificação quanto o tipo de resina das tintas:
 Alquídicas: Conhecidas como esmaltes
sintéticos. São utilizados em interiores secos e
abrigados, ou em exteriores não poluídos. Não
resistem ao molhamento constante ou à imersão
em água.
 Acrílicas: São tintas monocomponentes à base
de solventes orgânicos ou de água, indicadas
para a pintura de acabamento. São tintas
bastante resistentes à ação do sol.
 Epoxídicas: Bicomponentes de secagem ao ar. A cura se dá pela reação química entre
 Epoxídicas: Bicomponentes de secagem ao ar. A
cura se dá pela reação química entre os dois
componentes. O componente A é à base de resina
epoxídica, e o B, o agente de cura.
 São mais impermeáveis e mais resistentes aos
agentes químicos do que as alquídicas. Resistem à
umidade, imersão em água doce ou salgada,
lubrificantes, combustíveis e diversos produtos
químicos.
 De modo geral, não são indicadas para a exposição
ao intemperismo (ação do sol e da chuva), pois
desbotam e perdem o brilho (calcinação).
 Poliuretânicas: São tintas bicomponentes em que o componente A é baseado em resina de
 Poliuretânicas: São tintas bicomponentes em
que o componente A é baseado em resina de
poliéster ou resina acrílica, e, o B, o agente de
cura, é à base de isocianato alifático.
 São bastante resistentes ao intemperismo,
sendo indicadas para a pintura de acabamento
em estruturas expostas ao tempo.
 São compatíveis com primers epoxídicos e
resistem por muitos anos com menor perda da
cor e do brilho originais.
Sistema de pintura adequado para ambientes de diferentes agressividade
Sistema de pintura adequado para ambientes de diferentes agressividade
 Estruturas metálicas estão sempre sujeitas a agressão de agentes corrosivos, independente do ambiente ao
 Estruturas metálicas estão sempre sujeitas a agressão de agentes
corrosivos, independente do ambiente ao qual estejam expostas.
 Desta forma, busca-se sempre usar formas de se neutralizar ou
reduzir essas agressões, assim tomamos como ponto base deste
estudo, ações de prevenção ou correção de corrosão em aplicações
de aço-carbono principalmente, visto que este seja o material mais
comumente utilizado em detrimento a aço inox e galvanizados,
devido a sua resistência mecânica e seu custo.
 Ações simples onde leva-se em conta, inclusive a posição das vigas
e o formato de juntas soldadas, devem ser tomadas de forma a
evitar a ação dos agentes corrosivos e assim prolongar a vida útil de
estruturas metálicas.
 Site da Nacional – Jato de tinta e Pintura Industrial. Visto em:
 Site da Nacional – Jato de tinta e Pintura Industrial. Visto em:
http://www.nacionalindustrial.com.br/arquivos_internos/index.php?abrir=dica
s_preparo_superficie
 PANNONI, Fábio Domingos. “A Prevenção da Corrosão em Estruturas
Metálicas”. Gerdau Açominas S.A., São Paulo, SP.
 “As Tintas na Proteção Anticorrosiva”. Visto em:
http://www.metalica.com.br/as-tintas-na-protecao-anticorrosiva/
 “Proteção Contra Corrosão”. Visto em:
http://www.lmc.ep.usp.br/people/valdir/pef5736/corrosao/PROTE%C3%87%
C3%83OCORROS%C3%83O.html