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DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE DO CEULP/ULBRA SEMIM ÁGUA
DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE DO CEULP/ULBRA SEMIM ÁGUA
DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE DO CEULP/ULBRA SEMIM ÁGUA

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL

SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE DO CEULP/ULBRA SEMIM ÁGUA MINERAL – CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS
SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO
AMBIENTE DO CEULP/ULBRA
SEMIM
ÁGUA MINERAL – CONSIDERAÇÕES
SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS
ENGº DE MINAS GEAN FRANK FAUSTINO DA SILVA
ENGº DE MINAS GEAN FRANK FAUSTINO DA SILVA

Especialista em Recursos Minerais Superintendência do DNPM no estado do Tocantins

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE DO CEULP/ULBRA SEMIM ÁGUA

Palmas, 22 de maio de 2013

LEGISLAÇÃO MINERAL • Constituição Federal • Código de Mineração – Decreto-Lei 227/67 • Regulamento do Código
LEGISLAÇÃO MINERAL • Constituição Federal • Código de Mineração – Decreto-Lei 227/67 • Regulamento do Código
LEGISLAÇÃO MINERAL • Constituição Federal • Código de Mineração – Decreto-Lei 227/67 • Regulamento do Código

LEGISLAÇÃO MINERAL

Constituição Federal

Código de Mineração Decreto-Lei 227/67

Regulamento do Código de Mineração Decreto 62.934/ 68

Código de Águas Minerais Decreto-Lei 7.841/45

Portarias do DNPM

PORTARIA DG/DNPM Nº 374/2009 APROVA NORMA TÉCNICA Nº 001/2009

Definição de Água Mineral Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente
Definição de Água Mineral Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente
Definição de Água Mineral Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente

Definição de Água Mineral

Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa. (Código de Águas Minerais - Art. 1º, BRASIL, 1945).

A água mineral tem a sua origem subterrânea, confinada ou não nos

CRENOLOGIA

ambientes geológicos do subsolo e, em função do fluxo, determinarão maior ou menor solubilização dos componentes químicos existentes nas rochas e/ou sedimentos;

Definição de Água Mineral - Classificação específica estabelecida (Cap. VII e VIII do CAM) - Captada
Definição de Água Mineral - Classificação específica estabelecida (Cap. VII e VIII do CAM) - Captada
Definição de Água Mineral - Classificação específica estabelecida (Cap. VII e VIII do CAM) - Captada

Definição de Água Mineral

  • - Classificação específica estabelecida (Cap. VII e VIII do CAM)

  • - Captada em condições de ser envasada sem tratamento químico, de modo que seja mantido sua composição original

  • - É um bem mineral, portanto, pertencente à União (Propriedade distinta do solo CF/1988)

Conflito Água Mineral X Água Subterrânea A CF/88 instituiu que todos os corpos d ´ água
Conflito Água Mineral X Água Subterrânea A CF/88 instituiu que todos os corpos d ´ água
Conflito Água Mineral X Água Subterrânea A CF/88 instituiu que todos os corpos d ´ água

Conflito Água Mineral X Água Subterrânea

A CF/88 instituiu que todos os corpos d´água são públicos, existindo apenas dois domínios:

A) Competência da União Rios ou Lagos que se estendam por mais de um Estado, e as Águas Minerais*, enquanto bens minerais, pertencentes à União;

B) Competência dos Estados Água superficiais ou subterrâneas

*MME via DNPM, desde que atenda as condições do CAM e do CM

Uso da Água Mineral ENGARRAFAMENTO  Consumo (Principal)  Ingrediente para preparo de bebidas em geral
Uso da Água Mineral ENGARRAFAMENTO  Consumo (Principal)  Ingrediente para preparo de bebidas em geral
Uso da Água Mineral ENGARRAFAMENTO  Consumo (Principal)  Ingrediente para preparo de bebidas em geral

Uso da Água Mineral

ENGARRAFAMENTO

  • Consumo (Principal)

  • Ingrediente para preparo de bebidas em geral

BALNEOTERAPIA

  • Lazer (Conforto) e/ou Fins Medicinais

    • Termas

    • Balneários

Tipos de Captação POÇO TUBULAR  Duto construído por meio de perfuração no terreno revestido com
Tipos de Captação POÇO TUBULAR  Duto construído por meio de perfuração no terreno revestido com
Tipos de Captação POÇO TUBULAR  Duto construído por meio de perfuração no terreno revestido com

Tipos de Captação

Tipos de Captação POÇO TUBULAR  Duto construído por meio de perfuração no terreno revestido com

POÇO TUBULAR

  • Duto construído por meio de perfuração no terreno revestido com

tubulação.

NASCENTE OU SURGÊNCIA

  • Local de descarga natural de um aqüífero na superfície do terreno.

Considerações Legais • • • • • • Procedimentos para Legalização REGIME DE AUTORIZAÇÃO - (Fase
Considerações Legais • • • • • • Procedimentos para Legalização REGIME DE AUTORIZAÇÃO - (Fase
Considerações Legais • • • • • • Procedimentos para Legalização REGIME DE AUTORIZAÇÃO - (Fase

Considerações Legais

Procedimentos para Legalização REGIME DE AUTORIZAÇÃO - (Fase de Pesquisa) Requerimento Contratação de um Técnico (Hidrogeologia)
Procedimentos para Legalização
REGIME
DE
AUTORIZAÇÃO - (Fase de Pesquisa)
Requerimento
Contratação de um Técnico (Hidrogeologia)
Formulário Padronizado / Informações Básicas Legais e Técnicas (Memorial
Descritivo, Uso Previsto, Área, Localização, etc. )

Plano dos Trabalhos de Pesquisa

Projeto Construtivo da Captação Planta de Situação Emolumentos (R$ 644,28)

Regime de Autorização de Pesquisa Tramitação / Análise pelo DNPM • Instituto da Prioridade / Análise
Regime de Autorização de Pesquisa Tramitação / Análise pelo DNPM • Instituto da Prioridade / Análise

Regime de Autorização de Pesquisa

Tramitação / Análise pelo DNPM

Regime de Autorização de Pesquisa Tramitação / Análise pelo DNPM • Instituto da Prioridade / Análise

Instituto da Prioridade / Análise Cartográfica (Área Livre e Interferências)

Conformidade Documental

Análise do Plano de Pesquisa e do Projeto Construtivo

Conclusão do pedido: Aprovação, Exigência ou Indeferimento

Regime de Autorização de Pesquisa Prazo de Validade e Área Máxima: Alvará de Pesquisa - 02
Regime de Autorização de Pesquisa Prazo de Validade e Área Máxima: Alvará de Pesquisa - 02

Regime de Autorização de Pesquisa

Prazo de Validade e Área Máxima:

Regime de Autorização de Pesquisa Prazo de Validade e Área Máxima: Alvará de Pesquisa - 02

Alvará de Pesquisa - 02 Anos

Área Máxima - 50 ha

Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações: 1 . Pagamento de Taxa Anual por Hectare;
Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações: 1 . Pagamento de Taxa Anual por Hectare;

Regime de Autorização de Pesquisa

Condições e Obrigações:

Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações: 1 . Pagamento de Taxa Anual por Hectare;
  • 1. Pagamento de Taxa Anual por Hectare;

    • 2 .

Ingresso Amigável ou Judicial na Área;

  • 3 . Execução da Pesquisa / Sanções pelo não início ou Paralisação/ Comunicação de Ocorrência de Nova Substância;

    • 4. Renúncia ao Título;

Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações (cont.): 5 . Renovação do Título; 6 .
Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações (cont.): 5 . Renovação do Título; 6 .

Regime de Autorização de Pesquisa

Condições e Obrigações (cont.):

  • 5. Renovação do Título;

Regime de Autorização de Pesquisa Condições e Obrigações (cont.): 5 . Renovação do Título; 6 .
  • 6. Apresentação do Relatório Final de Pesquisa (Sanções pelo descumprimento);

  • 7. Extração Antecipada não se Enquadra (Guia de Utilização)

    • 8. Transferência / Cessão do Título

Regime de Autorização de Pesquisa Principais Trabalhos na Fase de Pesquisa 1. Construção da Captação (poço
Regime de Autorização de Pesquisa Principais Trabalhos na Fase de Pesquisa 1. Construção da Captação (poço

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Principais Trabalhos na Fase de Pesquisa 1. Construção da Captação (poço

Principais Trabalhos na Fase de Pesquisa

  • 1. Construção da Captação (poço ou surgência) Forma definitiva quando da entrega do RFP;

  • 2. Teste de Bombeamento (para poço);

  • 3. Medida de Vazão (para surgência); Ao longo de 1 ciclo.

Vistoria na seca

  • 4. Análises Completas;

    • 5. Definição da Área de Proteção da Fonte;

Regime de Autorização de Pesquisa Relatório Final de Pesquisa (RFP) Estudos Geológicos e Tecnológicos Quantitativos e
Regime de Autorização de Pesquisa Relatório Final de Pesquisa (RFP) Estudos Geológicos e Tecnológicos Quantitativos e

Regime de Autorização de Pesquisa

Relatório Final de Pesquisa (RFP)

Regime de Autorização de Pesquisa Relatório Final de Pesquisa (RFP) Estudos Geológicos e Tecnológicos Quantitativos e

Estudos Geológicos e Tecnológicos Quantitativos e Qualificativos da Jazida e Demonstrativos da Exeqüibilidade Econômica da Lavra

Conclusão do RFP:

  • - Exeqüibilidade Econômica da Lavra Vazão e qualidade da água atendem ao esperado;

  • - Inexistência de Jazida Seja pela vazão ou qualidade da água

  • - Inexeqüibilidade Econômica da Lavra Face fatores conjunturais

adversos (tecnologia e/ou mercado) PODE NÃO SE APLICAR

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 1. Aprovação do
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 1. Aprovação do

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 1. Aprovação do

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM:

  • 1. Aprovação do Relatório (Demonstração da Existência de Jazida) (Prazo de 1 Ano para Requerer Lavra - Prorrogável)

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 1. Aprovação do
  • 2. Não Aprovação do Relatório (Insuficiência dos Trabalhos de Pesquisa ou Deficiência Técnica na elaboração do Relatório)

(Disponibilização da Área para Nova Pesquisa)
(Disponibilização da Área para Nova Pesquisa)
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 3. Arquivamento do
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 3. Arquivamento do

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM: 3. Arquivamento do

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM:

  • 3. Arquivamento do Relatório (Demonstração da Inexistência de Jazida)

  • 4. Sobrestamento da Decisão (Impossibilidade Temporária da Exeqüibilidade da Lavra)

(Prorrogação do Prazo de Requerer Lavra)
(Prorrogação do Prazo de Requerer Lavra)
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA MINERAL

As águas minerais são classificadas quanto à composição química, de acordo com o(s) elemento(s) predominante(s) (estabelecido(s) no CAM) em:

  • 1 OLIGOMINERAIS Quando apresentar comprovada ação medicamentosa;

2 RADÍFERAS Quando conter substâncias radioativas dissolvidas;

  • 3 ALCALINO-BICARBONATADAS Quando existir bicarbonato de sódio (NaHCO 3 );

  • 4 SULFATADAS Quando contiver o ânion sulfato (SO 4 ) combinado com os cátions Na, K e Mg;

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA MINERAL

  • 5 ALCALINO-TERROSAS Quando contiver carbonato de cálcio (CaCO 3 ), distinguindo-se em:

    • a) Alcalino-terrosas cálcicas Cátion Ca sob a forma de bicarbonato de cálcio;

    • b) Alcalino-Terrosas Magnesianas Cátion Mg sob a forma de bicarbonato de magnésio;

      • 6 SULFUROSAS Quando apresentar enxofre (S) dissolvido;

      • 7 CLORETADAS Quando tiver cloreto de sódio (NaCl);

    • 8 NITRATADAS Quando conter o ânion nitrato (NO 3 ) de origem mineral;

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA MINERAL

9 FERRUGINOSAS Quando tiver o cátion ferro (Fe);

10 TORIATIVAS Quando possuir teor de tório (Th) em dissolução;

11 CARBOGASOSAS Quando houver gás carbônico livre dissolvido;

12 RADIOATIVAS Quando conter radônio (Rn) em dissolução, obedecendo os seguintes limites:

  • a) fracamente radioativa (entre 5 e 10 Maches);

  • b) radioativa (entre 10 e 50 Maches);

  • c) fortemente radioativa (> 50 Maches);

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DAS FONTES
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DAS FONTES

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DAS FONTES

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM CLASSIFICAÇÃO DAS FONTES DE ÁGUA MINERAL

Além do critério químico, as fontes de água mineral são classificadas quanto à temperatura:

  • 1 FONTES FRIAS

Temperatura < 25°C;

  • 2 FONTES HIPOTERMAIS Temperatura entre 25°C e 33°C;

  • 3 FONTES MESOTERMAIS Temperatura entre 33°C e 36°C;

  • 4 FONTES ISOTERMAIS

Temperatura entre 36°C e 38°C;

  • 5 FONTES HIPERTERMAIS Temperatura > 38°C;

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÕES
Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÕES

Regime de Autorização de Pesquisa

Regime de Autorização de Pesquisa Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÕES

Análise do Relatório Final de Pesquisa pelo DNPM EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÕES DE ÁGUA MINERAL

  • 1 ÁGUA MINERAL HIPOTERMAL NA FONTE (TO);

  • 2 ÁGUA MINERAL FLUORETADA E HIPOTERMAL NA FONTE (TO);

  • 3 ÁGUA MINERAL NATURAL FRACAMENTE RADIOATIVA NA FONTE (SP);

    • 4 ÁGUA MINERAL FLUORETADA E LITINADA (SP);

    • 5 ÁGUA MINERAL FLUORETADA E VANÁDICA (MG);

    • 6 ÁGUA MINERAL ALCALINO-TERROSA E FLUORETADA (PR);

Considerações Legais • • Procedimentos para Legalização REGIME DE CONCESSÃO – (Fase de Lavra) Requerimento Contratação
Considerações Legais • • Procedimentos para Legalização REGIME DE CONCESSÃO – (Fase de Lavra) Requerimento Contratação
Considerações Legais • • Procedimentos para Legalização REGIME DE CONCESSÃO – (Fase de Lavra) Requerimento Contratação

Considerações Legais

Procedimentos para Legalização REGIME DE CONCESSÃO – (Fase de Lavra) Requerimento Contratação de um Técnico (Engenheiro
Procedimentos para Legalização
REGIME
DE
CONCESSÃO – (Fase de Lavra)
Requerimento
Contratação de um Técnico (Engenheiro de Minas)

Formulário Padronizado / Informações Básicas sobre Empresa Requerente

(CNPJ, Endereço, Registro na Junta Comercial, etc.)

Memorial Descritivo, Plantas de Detalhe e Situação

Servidões Licenciamento Ambiental (Licença de Instalação) Atestado de Capacidade Financeira (Pode ser substituído)

Apresentação do Plano de Aproveitamento Econômico (PAE)

Regime de Concessão de Lavra Plano de Aproveitamento Econômico • Memorial Explicativo, Projetos e Anteprojetos referentes:
Regime de Concessão de Lavra Plano de Aproveitamento Econômico • Memorial Explicativo, Projetos e Anteprojetos referentes:

Regime de Concessão de Lavra

Regime de Concessão de Lavra Plano de Aproveitamento Econômico • Memorial Explicativo, Projetos e Anteprojetos referentes:

Plano de Aproveitamento Econômico

Memorial Explicativo, Projetos e Anteprojetos referentes:

Proteção da Captação, Sistema de Condução e Distribuição (Tubulações), Reservatórios, Complexo Industrial, Equipamentos e Utensílios, Edificações e Instalações, Procedimentos quanto Higienização das Embalagens, Laboratório, Saúde e Higiene do Trabalho, Sinalização e Segurança do Trabalho, Plano de Resgate e Salvamento, Plano de Fechamento da Mina e Estudo de Viabilidade Econômica;

Regime de Concessão de Lavra Tramitação / Análise pelo DNPM • Conformidade Documental • Análise do
Regime de Concessão de Lavra Tramitação / Análise pelo DNPM • Conformidade Documental • Análise do

Regime de Concessão de Lavra

Tramitação / Análise pelo DNPM

Regime de Concessão de Lavra Tramitação / Análise pelo DNPM • Conformidade Documental • Análise do

Conformidade Documental

Análise do PAE

Conclusão do pedido: Aprovação, Exigência ou Indeferimento

Portaria de Concessão de Lavra

Prazo de Validade NÃO TEM

Regime de Concessão de Lavra Particularidades: • Grupamento Mineiro • Cessão, Desmembramento e Renúncia à Concessão
Regime de Concessão de Lavra Particularidades: • Grupamento Mineiro • Cessão, Desmembramento e Renúncia à Concessão

Regime de Concessão de Lavra

Particularidades:

Regime de Concessão de Lavra Particularidades: • Grupamento Mineiro • Cessão, Desmembramento e Renúncia à Concessão

Grupamento Mineiro

Cessão, Desmembramento e Renúncia à Concessão de Lavra

Concessão de mais de uma fonte

Reavaliação de Reservas

Análise completa a cada 3 anos

Lavrar em conformidade com o PAE aprovado

Fluxogramas das Tramitações Legais junto ao DNPM Execução da Pesquisa / Apres.Relatório Requerimento de Concessão de
Fluxogramas das Tramitações Legais junto ao DNPM Execução da Pesquisa / Apres.Relatório Requerimento de Concessão de
Fluxogramas das Tramitações Legais junto ao DNPM Execução da Pesquisa / Apres.Relatório Requerimento de Concessão de

Fluxogramas das Tramitações Legais junto ao DNPM

Execução da Pesquisa / Apres.Relatório Requerimento de Concessão de Lavra Início da Requerimento Lic.Instal. Lavra de
Execução da
Pesquisa /
Apres.Relatório
Requerimento
de Concessão
de Lavra
Início da
Requerimento
Lic.Instal.
Lavra
de Pesquisa
( L.I.)
Análise
Análise
Análise
Lic.Oper.
( L.O.)
Outorga do
Aprovação
Outorga da
Alvará de
do Relatório
Portaria de
Pesquisa
de Pesquisa
Lavra
Distribuição dos Títulos de Água Mineral no Tocantins: Concessão de Lavra Concessão com RRR Alvará de
Distribuição dos Títulos de Água Mineral no Tocantins: Concessão de Lavra Concessão com RRR Alvará de
Distribuição dos Títulos de Água Mineral no Tocantins: Concessão de Lavra Concessão com RRR Alvará de

Distribuição dos Títulos de Água Mineral no Tocantins:

Concessão de Lavra

Concessão de Lavra

Concessão com RRR

Concessão com RRR

Alvará de Pesquisa

Alvará de Pesquisa
  • 04 Requerimentos de Pesquisa

  • 10 Alvarás de Pesquisa

Distribuição dos Títulos de Água Mineral no Tocantins: Concessão de Lavra Concessão com RRR Alvará de
Procedimentos Técnicos - Toda e qualquer obra de captação de água subterrânea é considerada uma obra
Procedimentos Técnicos - Toda e qualquer obra de captação de água subterrânea é considerada uma obra
Procedimentos Técnicos - Toda e qualquer obra de captação de água subterrânea é considerada uma obra

Procedimentos Técnicos

- Toda e qualquer obra de captação de água subterrânea é considerada uma obra de Engenharia
-
Toda
e
qualquer
obra
de
captação
de
água
subterrânea
é
considerada
uma
obra
de
Engenharia
para
a
qual
se
exige
habilitação
legal
nas
diferentes
etapas
da
pesquisa,
projeto
e
exploração.
Fase de Pesquisa
-
Captação de Nascente ou Surgência
Construídas com tubulão de aço inoxidável, assentado diretamente na
rocha e complementado externamente com concreto adensado.
Pré-armazenada numa caixa de aço inoxidável, com cantos
arredondados, localizada logo após a captação, dentro da casa de
proteção da captação
Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa - Captação por Poço O espaço anular do poço deverá ser
Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa - Captação por Poço O espaço anular do poço deverá ser
Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa - Captação por Poço O espaço anular do poço deverá ser

Procedimentos Técnicos

Fase de Pesquisa

  • - Captação por Poço

O espaço anular do poço deverá ser preenchido por uma

cimento;

cinta de

A cimentação é a operação que consiste na colocação de uma pasta de cimento não contaminada numa determinada posição no espaço anelar entre

a parede do poço e o revestimento;

Os tubos de revestimento do poço, conexões, filtros, tubulações e bombas de recalque deverão ser de material que preserve as características naturais da água (aço inoxidável e outros);

Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa ser de - Proteção à Captação Casa de proteção da captação
Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa ser de - Proteção à Captação Casa de proteção da captação
Procedimentos Técnicos Fase de Pesquisa ser de - Proteção à Captação Casa de proteção da captação

Procedimentos Técnicos

Fase de Pesquisa ser de
Fase de Pesquisa
ser
de
  • - Proteção à Captação

Casa de proteção da captação deverá ser construída em alvenaria;

Paredes internas, pisos, janelas e portas devem impermeáveis, não porosos e laváveis;

materiais

Barreiras para impedir a entrada de animais, notadamente insetos;

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Sistema de Condução e Distribuição As canalizações para condução e
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Sistema de Condução e Distribuição As canalizações para condução e
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Sistema de Condução e Distribuição As canalizações para condução e

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

  • - Sistema de Condução e Distribuição

As canalizações para condução e distribuição da água deverão ser colocadas em nível superior ao do solo, a uma altura mínima 30 cm. No caso de ser

tecnicamente inviável o uso da tubulação aérea, será permitida a sua

instalação em calhas fechadas, ao nível do solo, apoiadas sobre suportes;

Ao longo de todo o trajeto por onde passa a tubulação de adução, o terreno deverá ser mantido aceirado ou capinado, numa distância mínima de 1,0 metro para cada lado desta;

As tubulações deverão ser independentes e identificadas com a inscrição “água mineral” ou “água potável de mesa” e com a indicação do sentido do fluxo, sendo proibida a conexão com as outras redes de abastecimento;

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Reservatórios Os reservatórios deverão ser totalmente estanques, construídos em aço
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Reservatórios Os reservatórios deverão ser totalmente estanques, construídos em aço
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Reservatórios Os reservatórios deverão ser totalmente estanques, construídos em aço

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

- Reservatórios

Os reservatórios deverão ser totalmente estanques, construídos em

aço inoxidável polido, de grau alimentício, e estar em nível superior ao

do solo de modo a permitir inspeção visual externa;

deverão ser dotados de tampas de vidro, de forma a permitir inspeção

visual de seu interior;

O tempo de residência da água mineral no reservatório, necessária às operações de enxágüe e envase, não poderá exceder a 03 (três) dias;

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial Instalação obrigatória de hidrômetros, de aço inoxidável, na
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial Instalação obrigatória de hidrômetros, de aço inoxidável, na
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial Instalação obrigatória de hidrômetros, de aço inoxidável, na

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

  • - Processo Industrial

Instalação obrigatória de hidrômetros, de aço inoxidável, na

tubulação de condução de água da captação, na saída do poço ou

após a bomba de recalque no caso de fonte e também antes de cada linha de enchimento;

No processo de recepção, inspeção, pré-lavagem e lavagem dos

vasilhames retornáveis, inicialmente, deverá ser feita a triagem qualitativa dos garrafões com uma inspeção visual e olfativa, verificando prazo de validade e certificação dos vasilhames;

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A sala de envase deverá ser totalmente separada
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A sala de envase deverá ser totalmente separada
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A sala de envase deverá ser totalmente separada

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A sala de envase deverá ser totalmente separada
  • - Processo Industrial

A sala de envase deverá ser totalmente separada das demais

dependências por paredes de alvenaria, revestidas de azulejos de cor

clara até o teto e visores amplos e fixos de vidro;

Na sala de envase, as junções entre as paredes, com o teto e o piso

devem ser arredondadas para facilitar a higienização;

O acesso à sala de envase deverá ser feito exclusivamente por uma ante-sala de assepsia, com as mesmas características da primeira;

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A lavagem e desinfecção interna dos garrafões devem
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A lavagem e desinfecção interna dos garrafões devem
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial A lavagem e desinfecção interna dos garrafões devem

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

  • - Processo Industrial

A lavagem e desinfecção interna dos garrafões devem ser feitas em equipamento automático com jateamento de água de alta pressão e produto desinfetante, utilizando equipamento apropriado, com no mínimo 04 (quatro) estágios assim descritos:

  • - 1º estágio - primeiro tanque: lavagem a 60 °C, com solução de soda cáustica;

  • - 2º estágio - segundo tanque: deverá ser utilizada água proveniente da recirculação do enxágüe final (REUSO DAS ÁGUAS).

  • - 3º estágio - terceiro tanque: desinfecção com solução clorada;

  • - 4º estágio - quarto tanque: enxágüe final realizado exclusivamente com a água mineral proveniente da captação a ser envasada.

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial O envasamento e o fechamento das embalagens deverão
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial O envasamento e o fechamento das embalagens deverão
Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial O envasamento e o fechamento das embalagens deverão

Procedimentos Técnicos

Fase de Lavra

Procedimentos Técnicos Fase de Lavra - Processo Industrial O envasamento e o fechamento das embalagens deverão
  • - Processo Industrial

O envasamento e o fechamento das embalagens deverão ser efetuados

por máquinas automáticas;

Rotulagem e lacre podem ser automáticas ou manuais. Neste último caso, fora da sala de envase.

Outras Considerações • Produção só pode iniciar após aprovação do RÓTULO pelo DNPM - Devem constar
Outras Considerações • Produção só pode iniciar após aprovação do RÓTULO pelo DNPM - Devem constar
Outras Considerações • Produção só pode iniciar após aprovação do RÓTULO pelo DNPM - Devem constar
Outras Considerações • Produção só pode iniciar após aprovação do RÓTULO pelo DNPM - Devem constar

Outras Considerações

Produção só pode iniciar após aprovação do RÓTULO pelo DNPM

  • - Devem constar nome da fonte, local, município/UF, classificação, composição química, número do processo junto no DNPM, “gás carbônico” quando adicionado, data e número da última análise do LAMIN, etc.

  • - Não podem conter informações que supervalorizem a água;

  • - Utilizar rótulo não aprovado Interdição da linha, apreensão do estoque e multa;

CFEM 2%;

RESPONSABILIDADE TÉCNICA - Confiar, obrigatoriamente, a direção dos trabalhos de lavra a técnico legalmente habilitado no CREA com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e dedicação profissional mínima de 20 (vinte) horas mensais;

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES • Não consumir água de procedência duvidosa; • Recusar embalagens violadas, amassadas, prazo de
RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES • Não consumir água de procedência duvidosa; • Recusar embalagens violadas, amassadas, prazo de

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES • Não consumir água de procedência duvidosa; • Recusar embalagens violadas, amassadas, prazo de

Não consumir água de procedência duvidosa;

Recusar embalagens violadas, amassadas, prazo de validade vencida, vazamento, etc;

Verificar no rótulo nome “PORTARIA DE LAVRA” precedido de “DNPM”, e validade do produto e data da análise LAMIM;

Em caso de irregularidades ou venda de produtos que causem confusão ao consumidor, procurar a Vigilância Sanitária ou DNPM;

Colaboradores: • Alípio Agra Lima - Engº de Minas e Hidrogeólogo – DNPM/PE • Sebastião Peixoto

Colaboradores:

Colaboradores: • Alípio Agra Lima - Engº de Minas e Hidrogeólogo – DNPM/PE • Sebastião Peixoto
Colaboradores: • Alípio Agra Lima - Engº de Minas e Hidrogeólogo – DNPM/PE • Sebastião Peixoto

Alípio Agra Lima

-

Engº de Minas e Hidrogeólogo DNPM/PE

Sebastião Peixoto Filho

-

Geólogo e Hidrogeólogo DNPM/GO

Plínio de Sá Moreira

-

Engenheiro Químico DNPM/SC

SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE CEULP/ULBRA ÁGUA MINERAL CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS
SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE CEULP/ULBRA ÁGUA MINERAL CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS
SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE CEULP/ULBRA ÁGUA MINERAL CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS
SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE
SEMANA DE ENGENHARIA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE
CEULP/ULBRA
CEULP/ULBRA

ÁGUA MINERAL

CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS
CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAIS

Engº de Minas GEAN FRANK Faustino da Silva

gean.silva@dnpm.gov.br

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL www.dnpm.gov.br - dnpm-to@dnpm.gov.br (63) 3215 5051 (63) 3215 3001

Palmas, 22 de maio de 2013