Você está na página 1de 58

BIOGEOGRAFIA

INTRODUÇÃO
Conceito:

Preocupa-se em documentar e compreender modelos espaciais
de biodiversidade.

É o estudo da distribuição dos organismos, tanto no passado
quanto no presente, e dos padrões de variação ocorridos na
Terra, relacionados à quantidade e aos tipos de seres vivos.

Estudo dos seres vivos no contexto temporal e espacial.

INTRODUÇÃO
Perguntas norteadoras que caracterizam a biogeografia:

Por que há tantos seres vivos?

Como e por que uma espécie ou um grupo taxonômico superior está(ão)
ocupando a presente área de ocorrência?

O que possibilita uma espécie a viver onde se encontra e o que
impossibilita a colonizar outra área?

Qual o papel do clima, solo, topografia, e interações com outros
organismos limitando a distribuição de uma espécie?

INTRODUÇÃO

Como diferentes tipos de organismos são substituídos por outros
com as alterações nos sítios?

Como dada espécie ficou restrita a uma determinada área de
ocorrência?

Quais são as espécies aparentadas e onde são encontradas? Em
que local vive seus ancestrais?

INTRODUÇÃO

Por que há muito mais espécies nos trópicos do que em latitudes
temperadas ou árticas?

Como ilhas oceânicas isoladas são colonizadas e por que há
quase sempre um número reduzido de espécies em ilhas do que
nos mesmos tipos de habitats no continente?

Como uma espécie se limitou a seu espaço natural?

publicadas entre 1749 e 1804. .Período Clássico (1760-1860) – Este período ficou caracterizado pela publicação de vários volumes sobre história natural. por Georges-Louis Leclerc e Buffon (1707-1788).INTRODUÇÃO A História da Biogeografia A história da Biogeografia pode ser dividida em 3 períodos. marcados por rupturas conceituais: 1 .

.  Nesta concepção transformista da diferenciação das espécies a noção de tempo geológico é fundamental.INTRODUÇÃO  “Transformismo”: as diferentes espécies derivam uma das outras por degeneração num processo lento e progressivo. dado que Buffon admitia que as condições ambientais a que as espécies estavam sujeitas eram fundamentais ao processo de degeneração. existindo espécies intermediárias até surgirem as formas atuais.

contemporâneo de Darwin. utilizou a teoria evolucionista para explicar endemismos e regiões biogeográficas. a existência de variabilidade entre populações de locais próximos levou-o a admitir a possibilidade de cada uma dessas populações ser o resultado de um processo de transformação continuado condicionado às condições ambientais particulares  Dados geológicos – importância da noção do tempo geológico e dos fenômenos geológicos que atuaram e atuam na natureza.INTRODUÇÃO  2 .  Dados biogeográficos – a uniformidade entre os seres vivos levou-o a considerar uma ancestralidade comum. . nos processos de transformação lentos e graduais. e por outro.Período Wallaciano (1860-1960) – Alfred Wallace (1823-1913).

INTRODUÇÃO 3 . as maiores características geológicas são instáveis e a moderna explicação biogeográfica sugere que a vida na Terra tenha evoluído com parte da evolução da geografia da Terra. .  De acordo com a teoria das placas tectônicas. A concepção moderna de Biogeografia baseia-se na premissa de que:  “A evolução da vida ocorreu concomitantemente à evolução geográfica da Terra”.Período Moderno (início 1960): redescobrimento da moderna teoria da deriva continental/placas tectônicas.

ou sobrevivido a dilúvio bíblico.  Uma vez que o dilúvio recuou. . essas espécies migraram da base da montanha e se espalharam. cada uma dessas zonas abrigava um conjunto distinto de espécies. De onde veio a vida. ao longo das encostas do Monte Ararat. Assim. e como se diversificou e se espalhou através do globo?  Carolus Linnaeus (1707-1778): Supôs que a vida tinha se originado.  Á medida que se subia na montanha. os distintos ambientes iam se sucedendo. colonizando seus respectivos ambientes em diferentes regiões do globo.INTRODUÇÃO Principais cientistas na história da Biogeografia  Aristóteles: um dos mais antigos a indagar-se sobre a questão.

. Os trópicos. “Diferentes porções do globo . . continham uma grande diversidade de organismos incomuns. como estas eram imutáveis sua expansão teria sido bloqueada por barreiras.INTRODUÇÃO  Buffon (1707 . mesmo aquelas com condições climáticas e ambientais semelhantes. eram comumente habitadas por tipos distintos de animais e plantas."  A visão de Lineu exigia que as espécies migrassem através de habitats inóspitos depois do dilúvio.1788) : Seguidor de Lineu mas contrariou sua explicação. em particular..

são habitadas por diferentes espécies de animais e plantas. apesar de compartilharem as mesmas condições.INTRODUÇÃO  Buffon acreditava que a vida se originou numa grande massa continental no extremo norte. .  Buffon examinou as espécies de mamíferos do Velho Mundo: a maioria não possuía correspondentes na América. num período anterior onde as condições climáticas eram mais uniformes.  Lei de Buffon: diferentes regiões do globo.

INTRODUÇÃO  Johann Reinhold Forster (1729 . e que o número de espécies nas ilhas aumentava de acordo com recursos disponíveis. .  Tendência de diminuição da diversidade vegetal do equador aos pólos.1798): Fez uma das primeiras deduções iniciais do que viria a ser chamado de biogeografia de ilhas e a teoria da diversidade das espécies.  Ele notou que comunidades insulares possuíam menos espécies vegetais do que no continente. um padrão que ele atribuiu à direções latitudinais de elevação da temperatura na superfície terrestre.

como ponto de origem das espécies . formando assim.1812): Escreveu a maior síntese fitogeográfica. Com o recuo do dilúvio. Cada um desses refúgios montanhenses era habitado por um conjunto distinto de vegetação local criada. as regiões florísticas do mundo.  Sugeriu que havia muitos outros lugares. . essa vegetação pode então se dispersar.montanhas que em tempos passados eram separados por mares.INTRODUÇÃO  Karl Willdenow (1765 .

.INTRODUÇÃO  Alexander von fitogeografia. variando de equivalentes equatoriais tropicais em baixas elevações até equivalentes boreais árticos nos topos. ou cinturões florísticos. Humboldt (1769 - 1859): Pai da  Notou que o zoneamento florístico que Forster descreveu ao longo dos gradientes latitudinais também poderia ser observado em uma escala mais local.  Percebeu que mesmo no interior das regiões. as plantas estavam distribuídas em zonas de altitude.

INTRODUÇÃO  Augustin P.  Foi um dos primeiros a escrever sobre a competição e a luta pela existência. um tema que viria a ser central para o desenvolvimento da teoria evolutiva e ecológica. . vulcanismos.1841): Adicionou que os organismos não são somente influenciados pela luz. Candolle (1778 . calor e água. como também competem por esses recursos. clima e insolação também influenciam a diversidade florística dentro de uma ilha.  Fatores como a idade da ilha.

que o clima da Terra era altamente mutável.  Descobriram que muitas formas de vida. sendo para ele. habitaram as atuais regiões temperadas do norte da Europa. hoje adaptadas a clima tropicais.1875): pai da Geologia. .INTRODUÇÃO  Charles Lyeel (1797 .  Concluiu junto com Adolphe Brongniart.  O nível do mar também mudou e que o soerguimento e a erosão das montanhas alteraram a superfície da Terra. essa a explicação plausível para a presença de fósseis marinhos nos topos das montanhas. pai da Paleobotânica.

Maiores responsáveis pelos avanços em Biogeografia e Biologia Evolutiva. Sclater e Wallace.  Charles Darwin (1809 .INTRODUÇÃO  Darwin. Desenvolveu sua Teoria da Evolução. considerando a seleção natural como o principal mecanismo.1882): Percebeu que o isolamento geográfico facilita a variação dentro e entre populações. Hooker. .

 Hooker compartilhou com Darwin suas ideias sobre distribuição geográfica das plantas e foi um dos poucos a encorajar Darwin a continuar trabalhando. que foi separada por fatores geológicos e climáticos. a dispersão a longa distância era uma explicação insuficiente para as distribuições das espécies.  Os padrões biogeográficos e a peculiaridade da flora do Hemisfério Sul não eram compatíveis com a hipóteses dispersionista de Darwin.  Hooke afirmava que.INTRODUÇÃO  Foseph Dalton Hooker ( 1817 . ao contrário. . na maioria das vezes. acreditava na hipótese de todos serem membros de uma flora extensa e mais contínua de terra.1911): fundador da biogeografia histórica.

INTRODUÇÃO  Philip Lutley Sclater (1819 .1913): famoso ornitologista. . as aves. o que diferenciou sua divisão dos outros cientistas que privilegiavam fatores arbitrários como longitude e latitude.  Propôs um esquema que dividia a Terra em regiões biogeográficas que iriam refletir tanto na fauna quanto na flora.  Baseou seu esquema de divisão num grupo que conhecia bem.

China e Japão. Filipinas e Indonésia ocidental. o norte da África até o deserto do Saara.  Região Neotropical – compreende a América do Sul. norte do Himalaia. região peninsular do sul da Ásia (subcontinente indiano). incluindo o Caribe e a Flórida. a partir do centro de México.  Região Oriental – compreende o sul da China. norte da Península Arábica. inclusive a Groelândia.  Região Paleártica – compreende toda a Europa.  Região Australiana – compreende na Austrália. o planeta Terra é divido em seis regiões faunísticas:  Região Neártica – compreende toda América do Norte. Mapa biogeográfico faunístico De acordo com o mapa zoogeográfico. Nova Guiné e Indonésia oriental.  Região Etíope – compreende a África. excluindo o norte até o deserto do Saara. estendendo-se até a metade do México. Indochina. . Ásia. Nova Zelândia.

.

1913): Considerado o pai da Zoogeografia.  Foi a primeira pessoa a analisar regiões de fauna com base nas distribuições de múltiplos grupos de animais terrestres.INTRODUÇÃO  Alfred Russel Wallace (1823 .  Arquipélago Malaio: espécies que ocupavam a parte norte eram mais relacionadas com as espécies que ocorriam na Ásia.  Desenvolveu um mapa detalhado e muito preciso das regiões biogeográficas da Terra. e as espécies que ocorriam na parte sul eram mais relacionadas com as espécies que habitavam a Austrália. Esta linha imaginária foi batizada de Linha de .

 C.INTRODUÇÃO Outras contribuições no século XIX Mais do que considerar somente nomes e números de espécies. L. alguns desses biogeógrafos pioneiros começaram a analisar a variação geográfica nas características de indivíduos e populações. os indivíduos de habitats mais úmidos tendem a ter uma cor mais escura do que os de habitats mais secos. como exemplo temos a distribuição da cor da pele na espécie humana . Gloger (1833): Regra de Gloger  Dentro de uma espécie.

INTRODUÇÃO .

inversamente. consequentemente. facilitaria a dispersão do calor em regiões quentes . Bergmann (1847): Regra de Bergmann  Em invertebrados endotérmicos as raças de climas mais frios tendem a apresentar um tamanho corporal maior e.  relação mais baixa entre a área da superfície e o volume corporal conservaria o corpo quente em ambientes frios e. uma menor relação superfície-volume.INTRODUÇÃO  C. em comparação às raças da mesma espécie que habitam climas mais quentes. menor porte e uma área superficial relativamente grande.

Allen ( 1878): Regra de Allen  Postula que entre espécies endotérmicas. . A. pássaros e mamíferos de regiões polares tendem a ser robustos e com membros menores.INTRODUÇÃO  J. os membros e outras extremidades do corpo são menores e mais compactas em indivíduos que vivem em climas mais frios.

    Biogeografia Histórica  Estuda como os processos ecológicos que ocorrem a longo prazo atuam sobre o padrão de distribuição dos organismos.BIOGEOGRAFIA De Candolle (1820): Biogeografia Ecológica e Histórica O botânico De Candolle dividiu a Biogeografia em duas sub-áreas:  Biogeografia Ecológica  Estuda como os processos ecológicos que ocorrem a curto prazo atuam sobre o padrão de distribuição dos organismos. .

2001). umidade. 2004. etc. é óbvio que elas estão indissoluvelmente "amarradas" uma à outra.  Diversos são os fatores que influenciaram e têm influenciado o modo como os organismos estão distribuídos no planeta: tectônica de placas. Histórica: uma divisão necessária?  “Ecologia" e "história" têm desempenhado papéis lado a lado desde sempre. clima. tal divisão (e oposição) tem imposto mais obstáculos que benefícios ao desenvolvimento da ciência biogeográfica (Morrone. . torna-se extremamente difícil estabelecer uma linha divisória entre o que seria um fator "ecológico"ou "histórico". glaciações. Sendo assim. 1993.BIOGEOGRAFIA Biogeografia Ecológica vs. estreitamento/ alargamento do leito de um rio. fisionomias vegetacionais. soerguimentos. correntes marinhas. Sendo assim. Crisci.

.

.  Posteriormente. Por fim. ultrapassando barreiras préexistentes. esta população ampliou sua distribuição e se dispersou para outras áreas.BIOGEOGRAFIA  Dispersão  Uma população ancestral de um dado grupo de organismos que originalmente ocorria em apenas uma das áreas hoje ocupadas por tal grupo. as duas populações isoladas pela barreira se diferenciaram com o passar do tempo e se modificaram em duas espécies diferentes.

BIOGEOGRAFIA  Vicariância  A população ancestral ocupava a somatória das áreas atualmente habitadas por seus descendentes. e esta população foi posteriormente subdividida em duas populações pelo surgimento de uma barreira. .

.

POSIÇÃO DAS MASSAS NA TERRA  Deriva Continental:  É uma teoria recente. de como o litoral de ambos os continentes parecem se encaixar como um quebra cabeça. . Ela dita que todos os continentes já formaram um só . gerada pela coerência visual entre a costa sulamericana e a costa da África. e devido a movimentação da litosfera sobre o magma a teoria especifica como essa divisão foi feita. este chamado de PANGÉIA.

  Há 144 ma os continentes do norte separaram-se continentes do sul.   Pangéia. dos Laurásia e Gonduana separadas pelo Mar Tétis. leste – Antártida e Austrália. . Gonduana: oeste – África e América do sul. e Índia.  Início há cerca de 200 milhões de anos (ma).POSIÇÃO DAS MASSAS NA TERRA  Deriva continental:  Movimento da massa externa na superfície da Terra.

POSIÇÃO DAS MASSAS NA TERRA .

 3 – 6 ma: ponte de terra entre as Américas no Norte e do Sul.  17 ma: união da Europa e África com o fechamento do Mar de Tétis.  50 ma: Oceano Atlântico separou a Europa da América do Norte.POSIÇÃO DAS MASSAS NA TERRA  65 ma: América do Sul e África totalmente separadas. .

.

POSIÇÃO DAS MASSAS NA TERRA  A história das conexões dos distribuições de animais e plantas.  Presença de Vicariância. continentes reforça as  Distribuição das aves ratita demonstra a conexão entre os continentes do sul que formavam a Gonduana. .

.

mas com mesmos representantes de gênero e família.REGIÕES BIOGEOGRÁFICAS REFLETEM O ISOLAMENTO EVOLUTIVO  Wallace também reconheceu seis grandes regiões a partir das distribuições de animais que observou.  Poucas espécies iguais.  Florestas europeias são semelhantes às da América do Norte e vice-versa.  Regiões Neárticas e Paleárticas:  América do Norte e Eurásia. .

.

 Muitas formas distintas de vida evoluíram em cada uma.REGIÕES BIOGEOGRÁFICAS REFLETEM O ISOLAMENTO EVOLUTIVO  Regiões Etiopiana e Australiana:  Longos períodos de isolamento.  Região oriental:  Biota do sudoeste da Ásia (isolada das áreas tropicais da África e América do Sul). .

 Troca desigual. .REGIÕES BIOGEOGRÁFICAS REFLETEM O ISOLAMENTO EVOLUTIVO  Região Neotropical:  A conexão permitida pelo Istmo do Panamá permitiu a troca de muitos táxons entre as Américas do Norte e Sul.  América do Norte > América do Sul.

.MUDANÇAS NO CLIMA E DISTRIBUIÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS  América do Norte e Europa eram tropicais (30 – 50 ma).  Distribuição de calor depende da circulação nos oceanos.  As regiões polares eram cobertas por oceanos que se estendiam até as áreas tropicais.

MUDANÇAS NO CLIMA E DISTRIBUIÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS  Antártida derivou para o Pólo Sul.  Distinção entre biomas.  Oceano polar do norte ficou aprisionado entre América do Norte e Eurásia. .  Climas estratificados: zonas tropicais e temperadas.

seco e quente.MUDANÇAS NO CLIMA E DISTRIBUIÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS  Alternância de resfriamento e aquecimento.   Restrição de florestas tropicais a refúgios isolados de alta umidade. Algumas espécies não resistiram à mudança brusca de ambiente na Era Glacial.  Frio. .  Avanço e retração do gelo – Hemisfério Norte. e úmido nos Trópicos.

.

 25km/seg.  10km de diâmetro.CATÁSTROFES E MUDANÇAS EVOLUTIVAS  Asteroides e movimentos geológicos. .  Destruição generalizada de ecossistemas.  Península de Yucatán – México.  Extinção de muitas espécies de vida.

.

Maiores grupos evolutivos de plantas sobreviveram.  Destruição da biomassa imediata ou lentamente.  Sementes . .  Incêndios.CATÁSTROFES E MUDANÇAS EVOLUTIVAS  Ondas de maré.   Dinossauros e organismos marinhos.  Poeira suficiente para bloquear o Sol .resfriamento.  Extinção de muitos táxons mais altos.

.  Promover respostas evolutivas rápidas a novos tipos de condições.CATÁSTROFES E MUDANÇAS EVOLUTIVAS  Consequências:  Diminuição da biodiversidade.  Novos tipos de associações biológicas.

 Formas de crescimento semelhantes.  Plantas de clima subtropical na América Central e Leste da África:  Origens evolutivas diferentes. .  Adaptações ao clima árido semelhantes.CONVERGÊNCIA  Processo pelo qual espécies não aparentadas que vivem sob condições ecológicas semelhantes assemelham-se umas às outras mais do que seus ancestrais.

 Desertos das Américas morfologicamente. mas apresentam formas corporais e estilo de nado semelhantes ao atum. origens do Sul evolutivas e do Norte diferentes.CONVERGÊNCIA  Florestas pluviais da América do Sul e África:  Plantas e animais com semelhantes na aparência.  Golfinhos e pinguins evoluiram de ancestrais terrestres.  Lagartos norte-americanos e australianos. mas assemelham-se .

.

 Substituição seletiva dos genótipos.  Formação de novas espécies .  Expansão e contração das abrangências geográficas das populações.PROCESSOS EM ESCALAS QUE REGULAM A BIODIVERSIDADE  Escala do espaço:  Dispersão geográfica e ecológica de indivíduos.  Escala do tempo:  Movimentos individuais.  Morte e substituição de indivíduos em populações  Interação entre populações.

 Competição e predação  Imigração. .  Taxas de extinção.  Acessibilidade.PROCESSOS EM ESCALAS QUE REGULAM A BIODIVERSIDADE  Condições físicas.

.ESPÉCIES DIFERENTES EM AMBIENTES SEMELHANTES  As histórias específicas e configurações biogeográficas de cada continente também influenciam a diversidade local.  Não – convergência.