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Universidade Católica Dom Bosco

Curso de Graduação em Engenharia Civil

PRÁTICA LABORATORIAL DE
MECÂNICA DOS SOLOS
ADRIANO AZEVEDO DA SILVA
HÉBER LUCAS DA SILVA TAVEIRA
TITO HELDER DIAS RODRIGUES
VALBERICO NERY JUNIOR

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Sumário
1. Introdução 5
2. Metodologia e Resultados 6
2.1 Teor de Umidade 6
2.2 Massa Específica 7
2.3 Análise Tátil Visual do Solo 9
2.4 Limite de Liquidez 10
2.5 Limite de Plasticidade 12
2.6 Análise Granulométrica 13

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Sumário
3. Carta Geotécnica 20
4. Conclusão 22
5. Referências 23

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1. Introdução
 Conhecer o solo;

 Comparar os valores estipulados pela carta geotécnica com


valores calculados em experimentos;

 Calcular teor de umidade, massa específica, LL, LP, curva


granulométrica, classificação do solo;

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1. Introdução
Retiramos uma amostra no bairro Santo Amaro e levamos
ao laboratório;

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2. Metodologia e Resultados
2.1 Teor de Umidade

 Teor de umidade Natural: Com o auxílio de três capsulas e da


estufa foi determinada o teor de umidade natural;
 Wnat = 12,26%.

 Teor de umidade Higroscópica: Após a secagem ao ar


obtivemos o teor de umidade higroscópica;
 Whig = 1,43%.

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2. Metodologia e Resultados
2.2 Massa Específica

 Massa específica natural (in situ): Foi necessário ir até o local


em que o solo foi retirado e o uso do cilindro de cravação;
 ρ = 1,87274 g/cm³

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2. Metodologia e Resultados
Massa específica do solo: Em laboratório determinamos a massa
específica real dos grãos;

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2. Metodologia e Resultados
2.3 Análise Tátil Visual do Solo

 Com a análise tátil visual do solo determinamos que o nosso


solo pode ser um silte arenoso com pedregulhos;

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2. Metodologia e Resultados
2.4 Limite de Liquidez

 Em laboratório determinamos os teores de umidade e com o


auxílio da concha determinamos os números de golpes.

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2. Metodologia e Resultados
 Com esses valores obtivemos o seguinte gráfico:

 Graficamente, LL = 18,9%

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2. Metodologia e Resultados
2.5 Limite de Plasticidade

 Com o solo peneirado foi feito rolinhos e depois colocados na


estufa.
 Com os resultados obtivemos: LP = 18,4%

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2. Metodologia e Resultados
2.6 Análise Granulométrica

Este experimento foi divido nas seguintes fases:


Umidade higroscópica;
Peneiramento grosso;
Sedimentação;
Peneiramento fino;

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2. Metodologia e Resultados

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2. Metodologia e Resultados
 Através do experimento, foi preenchida e calculada a seguinte
tabela:

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2. Metodologia e Resultados
Utilizamos esses dados (Diâmetro dos grãos e Porcentagem
passante na peneira) para a montagem da curva granulométrica:

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2. Metodologia e Resultados
 Após a análise da curva granulométrica obtivemos a
porcentagem composta de grãos no nosso solo:

 12% de Argila;
 10% de Silte;
 34% de Areia Fina;
 43% de Areia Grossa;
 1% de Pedregulhos;

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3. Metodologia e Resultados
 Como o valor do D10 é zero não foi possível determinar o
coeficiente de não uniformidade (Cnu) e o coeficiente de
curvatura (Cc);

 O índice de plasticidade (IP) é 0,5 e portanto classifica-se este


solo como “não plástico”;

 O índice de consistência (IC) é 13,28 e portanto classifica-se as


argilas deste solo como “duras”;

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3. Metodologia e Resultados

 Após todas as análises concluímos que a classificação do nosso


solo pelo método HRB é A-2-4 e pelo método SUCS é SM.

 E pela análise granulométrica determinamos que o nosso solo é


uma areia argila siltosa.

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3. Carta Geotécnica
Pela Carta Geotécnica temos um solo de cor rosa de letra A;

Litologia – Arenitos Intertrapeanos da Formação Serra Geral (A);

Relevo – Platôs e colinas: áreas praticamente planas e suave


onduladas;

Declividade variando de 0 a 15%;

Solos – Latossolo vermelho amarelo e vermelho escuro, mal


drenados, textura média e argilosa;

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3. Carta Geotécnica
Geotécnica – Nível de água muito próximo a superfície (até 3m
da superfície);

Terreno com baixa capacidade de suporte de carga;

Expansão e contração do solo devido a possível presença de


argilas expansivas;

Ocorrência de solos orgânicos ou moles;

Alta erodibilidade do solo de alteração;

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4. Conclusão
 Satisfação em combinar o aprendizado teórico com o
aprendizado prático;

 Ao término da análise granulométrica temos um solo areia


argila siltoso;

 Compatibilidade com a carta geotécnica;

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5. Referências
 CAPUTO, H.P. Mecânica dos solos e suas aplicações. Ao livro
técnico. 3
 CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. 6ª Ed.
v1. São Paulo: LTC Editora, 1998. 234p.
 Tsutsumi, Mitsuo. MECÂNICA DOS SOLOS I. UFJF.
 VALEJOS, Claudio et al, Cálculo de Ensaios Laboratoriais de
Mecânica dos Solos, UFPR, Curitiba 2005 – PR.

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