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Transferência de calor

em aletas
Alunos:
Jacqueline Leão
Marcely Conrado
Victor Soares
INTRODUÇÃO

As aletas são superfícies estendidas que aumentam a taxa de transferência de calor


entre um sólido e um fluido adjacente. Há diferentes tipos de superfícies aletadas:
 
A transferência de calor entre dois corpos, um sólido e um fluido adjacente, pode
ser melhorada de algumas formas, de acordo com a equação abaixo:

o Aumento da velocidade do fluido, aumento do h  utilização de equipamentos de maior


porte para movimentação do fluido.
o Diminuição da temperatura do fluido  impraticável.
o Aumento da área de troca térmica  uso de aletas.
INTRODUÇÃO

• Para obter a distribuição de temperatura ao longo da aleta é necessário fazer um balanço de


energia.

• Hipóteses consideradas:

- Regime permanente e as propriedades físicas constantes.


- Temperatura uniforme ao longo da espessura da aleta.
- A condução de calor no interior da aleta sendo unidimensional.
- Coeficiente de convecção uniforme ao longo da superfície.
- A taxa em que a energia passa para o fluido por convecção deve ser igual à taxa que a
energia atinge aquele ponto por condução.
- Radiação na superfície desprezível.
INTRODUÇÃO

O desempenho do uso das aletas é avaliados de duas formas:


- A efetividade de uma aleta (ε), dada pela razão entre a taxa de transferência de calor pela
aleta e a taxa de transferência de calor sem o uso desta.

- A eficiência de uma aleta (η), dada pela razão entre a taxa de transferência calor de uma
aleta e a taxa de transferência máxima de calor na qual ela poderia dissipar energia se
toda a superfície da aleta estivesse na temperatura da base.
OBJETIVO

• Elucidar a transferência de calor entre uma aleta e fluido.


• Determinar o coeficiente de transferência de calor em função de diferentes
condições.
• Obter o perfil de temperatura da base das aletas ao longo da aleta no
regime permanente.
• Calcular a eficiência e efetividade de cada aleta, e, por meio do cálculo do
coeficiente de convecção para cada aleta, comparar os valores
experimentais com os teóricos, bem como observar as influências do
material e do diâmetro da aleta.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

• Mediu-se com um paquímetro a distância dos orifícios a partir do ponto base (no caso, o
primeiro orifício).
• Ligou-se o controlador de temperatura/resistência na chave seletora, ajustando o set point
para o valor desejado.
• Efetuou-se as medidas de temperatura no orifício mais próximo da caldeira a cada 5 minutos
em cada uma das 3 aletas.
• Essa etapa deve ser repetida do instante inicial (quando o controlador é acionado) até que
seja atingido o regime permanente.
• Atingido o regime permanente, mediu-se as temperaturas nos diferentes orifícios de cada
aleta.
• Após estabilizar a temperatura em cada orifício, seu valor foi anotado.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Informações e Cálculos Iniciais

 
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Informações e Cálculos Iniciais

• Através dos dados apresentados foi possível calcular o coeficiente de convecção


para as três condições (alumínio, aço < D e aço > D) através das equações a seguir:
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Informações e Cálculos Iniciais
Com os valores da tabela ao lado de propriedades
do ar, pode-se calcular os valores de Prandtl, Grashoff,
Nusselt e Rayleigh listados abaixo, e pode- se calcular
os coeficientes de convecção.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
1º caso) Convecção na extremidade:
RESULTADOS E DISCUSSÃO

2º caso) Extremidade adiabática:


RESULTADOS E DISCUSSÃO

3º caso) Extremidade com temperatura conhecida:


RESULTADOS E DISCUSSÃO

4º caso) Aleta infinita:


CONCLUSÃO

Portanto percebe-se que devido ao aumento da área, por


consequência do diâmetro faz com que o aumento da taxa de calor
não seja significativo. Logo, percebe-se que é necessário e mais
vantajoso aumentar mais o diâmetro pois, como visto na prática, as
efetividades de aletas de mesmo material e diâmetros diferentes
foram muito próximas.