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O PÃO QUE DESCEU DO CÉU

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Segundo o Psicólogo chamado Maslow, do grupo do pensamento administrativo chamado “beharioristas”, as nossas necessidades obedecem a uma escala de prioridades. Ele chama isso de hierarquia das necessidades. Isto que dizer que existem aquelas necessidades que vem em primeiro lugar. Só nos preocupamos em satisfazer a próxima da lista quando a anterior estiver satisfeita, e assim por diante.
As primeiras necessidades são chamadas de necessidades básicas, ou de sobrevivência. A primeiríssima delas é a necessidade de alimentção. Se tivermos o que vestir e casa para morar, mas não tivermos alimento, certamente não sobrevivemos. Mas o contrário é possível. Alimentados e sem roupa ou abrigo podemos sobreviver.
Segundo o Psicólogo chamado Maslow, do grupo do pensamento administrativo chamado “beharioristas”, as nossas necessidades obedecem a uma escala de prioridades. Ele chama isso de hierarquia das necessidades. Isto que dizer que existem aquelas necessidades que vem em primeiro lugar. Só nos preocupamos em satisfazer a próxima da lista quando a anterior estiver satisfeita, e assim por diante.
As primeiras necessidades são chamadas de necessidades básicas, ou de sobrevivência. A primeiríssima delas é a necessidade de alimentção. Se tivermos o que vestir e casa para morar, mas não tivermos alimento, certamente não sobrevivemos. Mas o contrário é possível. Alimentados e sem roupa ou abrigo podemos sobreviver.

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Published by: Rev. Alcenir Oliveira, MDiv, MBA, BBA & BPA on Feb 21, 2009
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O PÃO QUE DESCEU DO CÉU

João 6:48-60 Rev. Alcenir Oliveira 12 de março de 2008 Revisão em 29 de março de 2012 “Eu sou o pão da vida. …Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa. Este é o pão que desceu dos céus. Os antepassados de vocês comeram o maná e morreram, mas aquele que se alimenta deste pão viverá para sempre”. Segundo o Psicólogo chamado Maslow, do grupo do pensamento

administrativo chamado “beharioristas”, as nossas necessidades obedecem a uma escala de prioridades. Ele chama isso de hierarquia das necessidades. Isto que dizer que existem aquelas necessidades que vem em primeiro lugar. Só nos preocupamos em satisfazer a próxima da lista quando a anterior estiver satisfeita, e assim por diante. As primeiras necessidades são chamadas de necessidades básicas, ou de sobrevivência. A primeiríssima delas é a necessidade de alimentção. Se tivermos o que vestir e casa para morar, mas não tivermos alimento, certamente não sobrevivemos. Mas o contrário é possível. Alimentados e sem roupa ou abrigo podemos sobreviver. Estamos vivendo momento de crise. Primeiro foi a pressão do preço do petróleo e a euforia em busca de alternativas. Uma das alternativas é usar produtos agrícolas, grãos, para fazer álcool. Isso gerou grandes críticas, porque estava havendo uma inversão de valores. Dizem que dentro de não muito tempo a produção de grãos não será suficiente para alimentar a humanidade. A segunda crise é a que nasceu com a quebra imobiliária e que se expandiu para a área financeira mundial. Essa crise afeta mais diretamente a humanidade porque

os pobres dependem da saúde econômica dos países para terem emprego. E essa crise pode afetar a produção das empresas em muitos países gerar muito desemprego. Nós sabemos que o pão, o alimento básico da sobrevivência, depende de emprego. Falar de pão, de carne, é muito sensível à realidade nossa. Mas era também muito sensível à realidade daquele momento em que Cristo estava pregando para os judeus e seus discípulos em Cafarnaum. O pão simboliza comida, alimento. O pão contém basicamente carbohidratos da farinha de trigo, que é energia para o corpo. Para que nós possamos trabalhar, necessitamos de calorias no nosso organismo. Se não fizermos a reposição de carbohidratos sempre, nosso corpo consume todas as reservas até a gente desfalecer. O pão ou qualquer que seja o alimento que usamos para nos manter vivos, temos que produzi-lo plantando e colhendo, ou comprando para nos suprir. O alimento exige que façamos alguma coisa para consegui-lo. Quando não podemos plantar e produzir o nosso alimento e não temos dinheiro ou emprego que nos possibilite consegui-lo, estamos em problema. Uma das coisas que mais me sensibilizam é o nível de pobreza em que as pessoas passam fome. Esse estado de pobreza é conhecido como miséria. Esse é o estado de maior desespero do ser humano em termos de necessidades. Jesus diz: “eu sou o pão da vida”. Isso parece redundante, pois pão é básico para sobrevivência. A diferença é que aquele que comer desse pão e beber dessa fonte jamais terá fome, nem sede, porque é verdadeira comida e verdadeira bebida.

Jamais terá fome. Imagina se houvesse um alimento que nos alimentasse pelo menos por uma semana! Jesus diz que é para sempre. Então a comida passaria a ser apenas uma diversão, um prazer, algo para compartilhar e festejar. O Pão Espiritual. Jesus se compara ao maná, mas Ele diz que é um maná que alimenta para a vida eterna. Os judeus não entenderam que o alimento a que Jesus está se referindo aqui é o alimento espiritual. Como podemos comer a carne deste homem? Jesus rebate ainda mais forte – comer a minha carne e beber o meu sangue. Isso era uma grande afronta para os judeus porque o cerimonial de Levíticos proibia os judeus de comer sangue. Todo animal deveria ter todo o sangue esgotado. Em Levíticos 7:26-27 diz: “E nenhum sangue comereis, quer de aves, quer de gado, em qualquer das vossas habitações. Toda pessoa que comer algum sangue será extirpada do seu povo”. Agora Jesus está dizendo “se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos”. Isto é demais para os judeus, é um pecado descrito por Deus, comer ou beber sangue. No entanto, Jesus diz que isto vai nos trazer vida. Jesus Cristo, nesse estágio do seu ministério, está se preparando para descer para Jerusalém, pois está aproximando a páscoa. Depois de seu curto ministério em Jerusalém, ele irá celebrar a ceia da páscoa com os discípulos. O sangue nos sacrifícios do pacto feito por Deus em Moisés tem um significado muito grande. O sangue era derramado para perdão dos pecados. Uma vez por ano esse

sacrifício tinha que ser feito. O sangue era aspergido em certos locais do templo para ser completo e ter efeito remidor. Porque a páscoa era tão importante? Este foi o maior evento na vida do povo. É o que marcou a saída do povo do Egito. Um cordeiro foi morto por cada família e o sangue foi passado na soleira da porta para evitar que o anjo entrasse para matar o primogênito como foi instruído por Deus a Moisés. Naquela noite eles fizeram uma ceia na família com pães ázimos, pães sem fermento, e a carne do carneiro. Jesus Cristo se coloca aqui como essa ceia, em que sua carne é comida na ceia. Mas também o seu sangue não é só passado no portal, ele é bebido, o que causa uma grande estranheza nos judeus. O sangue impede que a morte entre, não na casa agora, mas na nossa vida quando o bebemos. O primeiro ensinamento de Jesus que aprendemos aqui é de que Jesus oferece é o alimento da esperança. Jesus direciona o seu ministério para aqueles que sofrem, para aqueles que não acreditam mais na vida, para aqueles que não acreditam mais nas instituições dos homens, para aqueles que não acreditam mais na igreja, para aqueles que não acreditam mais na política, para aqueles que não acreditam mais no sistema sócioeconômico que provê emprego ou renda, para aqueles que não acreditam mais no sistema de saúde; para aqueles que não acreditam mais nos pastores da igreja (o sacerdote passa de longe na parábola do bom samaritano); Quem são esses descrentes e desacreditados? Esses são pessoas como Lázaro à porta do rico; como a família de Lázaro que já tinha morrido e agora não teria mais um homem para ser o suporte da família (as mulheres na sociedade judia eram dependentes dos homens); como a mulher que vivia há anos com fluxo de sangue (o fluxo de sangue no

cerimonial de purificação era considerado imundo, impuro). No período menstrual da mulher ela era considerada impura e até o homem que a tocasse também se tornava impuro. Isto era feio perante a sociedade. São pessoas como os lemprosos, também considerados impuros e banidos da sociedade, só milagre os trariam de volta; como a prostituta que era falsamente apedrejada enquanto o prostituto ficava encoberto; como o aleijado que não tinha como trabalhar para sobreviver; como o coletor de impostos que era visto como ladrão, pecador; como o assaltado na parábola do bom samaritano. Segundo, o que Jesus oferece é o alimento da fé. Agora o povo estava vendo milagres acontecer, vidas sendo restauradas. A vida na sociedade onde o poder era distribuído entre três domínios – o romano, o grego e o israelita – era insuportável, era um “mundo cão”. Gentios eram como animais, eram considerados a vergonha da humanidade. Entretanto, agora Jesus Cristo estende o “pão da vida” a todo e qualquer que quiser comer, seja judeu, grego ou qualquer outro gentio. Aquele que crer ... Basta crer ... Irmãos, não há nada na vida pior do que quando perdemos a fé e não acreditamos em mais nada. Fiquei emocionado com uma reportagem sobre o “CRAQUE” no Brasil. Pessoas que já perderam a fé em tudo, têem que acorrentar os filhos para que não voltem às drogas. Que vida é essa? Como podemos acreditar em alguma coisa nessa situação? Há muita gente lendo a Bíblia, tentando obter algum conforto, tentando manter ainda a sua fé, mas deixam transparecer a pergunta: até quando ainda teremos fé? Então eu pergunto: onde estão os pastores, onde estãos os ministros fervorosos, onde estão os irmãos da igreja, os missionários ... quem pode socorrer? Jesus cristo

oferece o “pão da comunhão, da fraternidade, da generosidade, da hospitalidade, do amor ao próximo, o pão da família de Deus”, mas onde estão aqueles que comeram desse pão? Terceiro, a comida espiritual que Jesus oferece nos dá vida eterna. Ele diz que todo aquele que de mim comer viverá para sempre. Todo aquele que crê tem a vida eterna. Quarto, como poderemos então comer dessa comida espiritual e receber a vida eterna? Nós comemos a carne e o sangue de Jesus Cristo quando nós o aceitamos como nosso salvador, como senhor de nossas vidas. Esse ato acontece como aconteceu no Egito, em que o sangue do cordeiro evitou que a morte entrasse na casa e a carne do cordeio trouxe alimento para a vida, para que tivessem força física para enfrentar a caminhada no que ia acontecer na partida para o deserto. Quinto, passamos a fazer parte da família de Deus. Quando aceitamos Jesus Cristo como o cordeiro de Deus estamos recebendo o seu sangue que nos purifica, nos lava do pecado, que evita que a morte ligada ao pecado se efetive na nossa vida. E estamos comendo a carne que nos traz vida, mas vida eterna, passando assim a fazer parte da família de Deus, através da adoção em Jesus Cristo. Sexto, Ele vai nos ressuscitar no último dia. Jesus Cristo voltará e então o Reino de Deus será efetivado e nós, então ressucitados, viveremos com Ele eternamente. Nós vamos fazer parte eternamente com Jesus no seu Reino, no Reino de Deus, e então vamos poder repetir essa ceia junto com Ele, ministrada por Ele, na glória. CONCLUSÃO Quero reafirmar que nós recebemos a salvação e fazemos parte da família de Deus, do corpo de Cristo, da igreja.

Depois de confessar públicamente Jesus Cristo como o senhor de nossas vidas, nós repetimos aquele encontro familiar que aconteceu no Egito, aquela ceia, agora em uma nova forma ensinada pelo próprio cordeiro de Deus, Jesus Cristo. Quando tomamos a ceia, estamos dizendo uns aos outros e ao mundo que nós pertecemos à família de Deus, e nesta família não entra a morte pelo pecado por que o sangue de Jesus Cristo está derramado nas portas de entrada de nossas vidas e a morte não pode entrar. Nesta família há amor ao próximo, generosidade, hospitalidade, fraternidade ... O mundo não compreende a realidade de Cristo e nos desafia a abandonar a família de Deus. Satanás vai estar sempre tentando nos influenciar, nos inculpar pelos pecados dos quais já fomos perdoados, porque ele é acusador e pai da mentira. Mas o Espírito Santo de Deus está conosco e somos constantemente defendidos das acusações de satanás e ficamos convencidos do perdão que ele nos ofereceu de graça. Portanto, vamos louvar a Deus pelo grande milagre da salvação que aconteceu em nossas vidas, e por ter-nos feito filhos de Deus, filhos do Reino, família de Deus. Louvemos a Deus pelo “Pão que desceu do céu”.

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