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Apresentação (Data Books de Circuitos Lógicos)

Apresentação (Data Books de Circuitos Lógicos)

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Published by: Prof. Rubens Evangelista on Feb 28, 2013
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GRUPO 05
   

Anderson da Silva Nascimento Diones Aparecido dos Santos Itamar Raphael Tostes Junior Januel Pereira da Silva

RA: 1025906834 RA: 1054025326 RA: 1107310809 RA: 1183405513


  

Neilton Carlos Barbosa
Roger Martins Vieira Vitor H. Valentin Dias Wagner Fernando de Souza

RA: 2504044305
RA: 1041983061 RA: 1018828605 RA: 1188420962

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TÓPICOS


   


    

Objetivo Introdução O que é Data Book? O que tem dentro do data book? Como montar? Um pouco de história... Circuitos Integrados (C.Is) Classificação quanto ao nível de integração Especificações Técnicas Especificações dos fabricantes Exemplos de Diferentes CIs e diferentes databooks Referências

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e tendo como objetivo também a aprovação na disciplina de Circuitos Lógicos. como monta um data book e citando alguns exemplos de diferentes Circuitos Integrados e diferentes data books.OBJETIVO Proporcionar aos alunos da disciplina de Circuitos Lógicos um pequeno conhecimento em relação aos data books. lecionada pelo professor engenheiro Rubens Souza Evangelista. qual é a estrutura de um data book. 4 . conhecendo a história.

Elas são usadas para criar circuitos digitais e até mesmo circuitos integrados complexos.INTRODUÇÃO As portas lógicas são os componentes básicos da eletrônica digital. 5 .

Processadores e microcontroladores são os melhores exemplos.Por exemplo. Os data book’s vieram para nos auxiliar e facilitar no uso destes componentes muitas vezes muito complexos. circuitos integrados complexos podem ser um circuito digital completo pronto para serem usados. 6 . Mas internamente estes circuitos integrados foram projetados usando várias portas lógicas.

Técnica e da Qualidade. e pode envolver as áreas Comerciais. Uma coleção de documentos que conta a história de um processo de fornecimento do início ao fim. um dossiê do fornecimento.O que é Data Book? Data book é um livro de dados numa tradução literal. evidenciando tudo o que for importante para o cliente. 7 .

8 . cada cliente especifica seu próprio procedimento com definição de estrutura. formulários e até mesmo a pasta adequada para seus data books. documentação.O Data Book não é coberto por nenhuma norma oficial. portanto. e este é o maior problema com esta documentação: não existe um padrão normativo sobre seu conteúdo ou sua estrutura.

da complexidade do fornecimento. ou seja. e da importância ou criticidade do produto. o data book de uma ponte rolante nunca vai ser tão complicado quanto o de um reator… Mas mesmo nesse campo tão nebuloso alguma coisa dá para afirmar. tais como: 9 . alguns documentos são comuns na estrutura de um data book.O que tem dentro do data book? O conteúdo de um data book depende da necessidade (ou desejo) de um cliente.

 Instruções de Instalação e Operação.  Pedido ou ordem de compra.  Especificação Técnica.  Catálogos e/ou Manuais.  Desenhos (geralmente aprovados pelo cliente). Capa. 10 .  Plano da Qualidade ou Plano de Inspeção e Testes.  Índice (completo e também em cada seção).

 Listas de sobressalentes. 11 . Certificados de Matéria Prima…). RQS…)  Registros de Qualidade (Relatórios de Testes.  Registros dos Instrumentos utilizados.  Relatório de Liberação (Inspeção Final). RQPS. (sobresaslentes) = Diz-se de acessório ou item de reserva com que se substitui outro já usado ou defeituoso.  Documentação de Soldagem (EPS. Procedimentos de Ensaios. Inspeção.  Não Conformidades (se tiverem ocorrido).

A versão digital pode ser feita “em casa”. ou pode ser contratada uma empresa de digitalização para executar. com índice geral na pasta raiz.Como montar? Geralmente o databook é montado em seções (capítulos). cada seção numa pasta virtual. por exemplo) e também em meio eletrônico (CD). ou seja. 12 . nesse caso a estrutura de diretório (pastas) do CD deve reproduzir a estrutura física. numa pasta de capa dura (Pasta A-Z.

os laboratórios da Bell conceberam o primeiro dispositivo lógico recorrendo a relês. 13 . desenvolvido nos anos 40.Um pouco de história.. A invenção do diodo semicondutor e do transistor bipolar permitiu o desenvolvimento de sistemas computacionais de menor dimensão.. O primeiro computador digital. Existem varias maneiras de projetar dispositivos eletrônicos lógicos. “Eniac”. maior rapidez e maior capacidade de processamento. Nos anos 30. utilizava circuitos lógicos baseados em tubos de vácuo.

assim. Surge. baseados no mesmo tipo de circuitos internos e com características de entrada e saída semelhantes. 14 . transistores e outros componentes eletrônicos num único dispositivo. o desenvolvimento tecnológico permitiu a integração de diodos. o circuito integrado (CI). a primeira família de CI’s.Nos anos 60. com capacidade de implementar diferentes tipos de funções lógicas.

destaca-se a família TTL (“Transistor –Transistor Logic”). era reduzida a sua aplicabilidade devido à dificuldade de fabrico e a velocidades reduzidas de operação. introduzida nos anos 60 e utilizada em larga escala. foi patenteado o transistor MOSFET (“metaloxide semiconductor field effect transistor (MOSFET)”) ou apenas transístor MOS. consequentemente de famílias lógicas.De entre os vários tipos de circuitos internos dos CI’s. No entanto. Na altura. 10 anos antes da invenção do transistor bipolar. 15 .

à substituição da tecnologia TTL pela tecnologia MOS e. atualmente. tais como memórias e microprocessadores. pela tecnologia CMOS (“Complementary MOS”). a grande maioria dos circuitos com níveis de integração em larga escala. Hoje em dia.Com os desenvolvimentos tecnológicos nesta área assiste-se. devido à grande popularidade dos CI’s TTL. 16 . No entanto. a maioria das famílias CMOS são projetadas de modo a serem parcial ou mesmo totalmente compatíveis com a família TTL. utilizam a tecnologia CMOS. particularmente.

subfamília TTL-LS. 17 . que implementam funções lógicas elementares ou outras funções mais complexas.Circuito Integrado (C.) O que são? São componentes eletrônicos. Exemplo: 74LS08 O circuito 74LS08 da série 74. integrados num único dispositivo.I. disponibiliza um conjunto de 4 portas AND de duas entradas.

Para entender melhor circuitos como este acima. foram criado os DATA BOOKS. 18 .

De algumas centenas até scale integrated”) 100 milhões 19 .Classificação quanto ao nível de integração Tipo de circuito Nº de portas lógicas integrado SSI (“Small-scale <10 integrated”) MSI (“Medium-scale De 10 a 100 integrated”) LSI (“Large-scale De 100 a algumas integrated”) centenas VLSI (“Very large.

Algumas destas informações vamos especificar nos dados abaixo: 20 . Os databooks são ferramentas ideais para técnicos e engenheiros pois neles que são depositados informações essenciais para o desenvolvimento de circuitos e projetos de grande importância no mercado.Especificações Técnicas Cada fabricante disponibiliza as especificações técnicas e funcionais dos CI’s (“data sheets”/”data book”).

0V para a maioria das sub-famílias. VIHmin – valor mínimo de tensão na entrada reconhecido como estado alto (HIGH-H) . compatibilidade de tensões e margem de ruído A representação física dos níveis lógicos nas entradas e saídas dos CI’s da família TTL tem por base as seguintes características (valores disponíveis pelos fabricantes) : VOHmin – valor mínimo de tensão na saída no estado alto (HIGH-H) .Família lógica TTL Níveis lógicos. 21 .2.7V para a maioria das subfamílias.2.

a tensão de saída.5V para a maioria das subfamílias. nos dois níveis lógicos.VILmax – valor máximo de tensão na entrada reconhecido como estado baixo (LOW-L) – 0. deve estar contida nos intervalos de variação admissíveis para a tensão de entrada. VOLmax – valor máximo de tensão na saída no estado baixo (LOW-L) – 0. 22 . Para garantir a compatibilidade de níveis de tensão.8V para a maioria das sub-famílias.

23 . IIHmax – corrente máxima absorvida pela entrada no estado alto – (20μA para a sub-família LS-TTL).Especificações dos fabricantes IILmax – corrente máxima debitada pela entrada no estado baixo – (-0.4mA para a sub-família LS-TTL). IOLmax – corrente máxima que pode ser absorvida pela saída no estado baixo – (8mA para a sub-família LSTTL).

Exemplos de Diferentes CIs e diferentes databooks 7400 Quad 2-input NAND Gate Quatro Portas NAND de 2 entradas 24 .

7402 Quad 2-input NOR Gate Quatro Portas NOR de 2 entradas 25 .

7404 Hex Inverting Gates Seis Portas Inversoras 26 .

7408 Quad 2-input AND Gate Quatro Portas AND de 2 entradas 27 .

7432 Quad 2-input OR Gate Quatro Portas OR de 2 entradas 28 .

7486 Quad 2-input XOR Gate Quatro Portas XOR de 2 entradas 29 .

ufla.br/  http://en.com.org/wiki/7400_series  http://www.dcc.wikipedia.br/tinha-umdatabook-no-meu-caminho 30 .Referências  http://algol.com/o-que-edata-book/  http://www.qualiblog.databookmanager.

MUITO OBRIGADO BOA NOITE À TODOS! 31 .

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