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DIREÇÃO DEFENSIVA.

• INTRODUÇÃO.
Direção Defensiva é o ato de conduzir o veículo de modo a evitar qualquer tipo de acidente , independentemente da ação incorreta de outros condutores ou pedestres ou ainda de outros elementos do trânsito. Colisões, capotamentos e atropelamentos das várias formas são acidentes que têm por motivos os mais variados fatores., Entretanto, geralmente, uma ação inicial é a desencadeadora de todo o processo. A ação inicial é o fato causador principal. Um erro de avaliação dos outros condutores, o excesso de velocidade, o desrespeito à sinalização ou às normas de trânsito, distração e negligências nas condições adversas podem ser o fator causador principal do acidente. A tendência humana é de sempre ter razão. Assim, com referência a todo e qualquer outro elemento do trânsito, a “nossa” defesa é analisar de quem é a culpa. O condutor defensivo deve se satisfazer em evitar acidentes, independentemente da culpa.

 NEGLIGÊNCIA:
o o o o o Desleixo do órgão com jurisdição sobre a via, quanto à manutenção e sinalização da mesma. Permissão de proprietários para que condutores não habilitados ou sem condições para conduzir. Falta parcial ou completa de conhecimentos para a condução de veículos. Condução de veículos mal conservados, com itens que possam comprometer a segurança. Não obediência às leis do trânsito e falta de prática das técnicas de direção defensiva.

 IMPRUDÊNCIA:
o o o o Sempre ou esporadicamente os condutores expõem a si mesmos ou as demais pessoas a riscos completamente desnecessários. Muitas vezes, ao conduzir em vias de sinalização precária e mal conservada, a velocidade não é compatível. A condução do veículo é efetuada em velocidade superior à permitida. O veículo está sendo conduzido com volume de carga ou número de passageiros em excesso ao recomendado.

 IMPERÍCIA:
A imperícia provém da ausência de habilidade, originada da má formação ou do mau treinamento de condutores. o o Falta de capacidade do condutor ou falta de familiaridade com determinado tipo de veículo. No momento em que se apresenta uma situação de risco, o condutor ignora a atitude a ser tomada.

e para isso existe o manual do proprietário. crianças. Condições Adversas.  CONHECIMENTO. dos dois lados do veículo e na parte traseira. ACIDENTE NÃO EVITÁVEL: É aquele que independe do condutor. POR MENOR QUE SEJA. deve ser objeto de sua atenção.  PREVISÃO. ciclistas e outros veículos não motorizados. através dos espelhos retrovisores. O desenvolvimento dessa leitura fará com que o cérebro leia cada vez mais rapidamente e faça um diagnóstico constante e ininterrupto de ambos os lados da pista. das prováveis situações de perigo. e uma constante verificação das condições laterais. A atenção é um dever do condutor. e manter a atenção dobrada quando passar em frente de uma escola. em velocidade compatível com a segurança. Pois sempre há a possibilidade e probabilidade de condições adversas. do veículo. O cérebro é altamente treinável. da velocidade e outras condições adversas não esperadas. no momento em que ele estiver executando esta atividade. pedestres. É uma necessidade o conhecimento de leis e normas de trânsito. deve parar o veículo e facilitar a travessia. Por isso. A Direção Defensiva exige conhecimento e domínio de: o o o Leis e Normas de Trânsito. o condutor que encontra. Particularidades do Veículo. ele deve ter sua consciência voltada para as condições do trânsito à sua frente. da revisão • OS ELEMENTOS DA DIREÇÃO DEFENSIVA.  ATENÇÃO. ACIDENTE EVITÁVEL: Quando o condutor deixa de fazer tudo o que poderia ter feito para evitar o acidente. . e traseiras. UMA DESATENÇÃO. que.o   Ao se apresentar uma situação adversa. Observar sempre o comportamento de outros condutores. Conduzindo o veículo. o condutor não sabe como enfrentála. PODE SER UM PERIGO IMINENTE. Tudo que está situado ao redor de um condutor de veículos. cumpre também ao condutor de veículos praticar a leitura constante do cenário em que estiver transitando. olhando para todos os lados. motociclistas. incluindo aquilo que acontece nas calçadas ou nos acostamentos. e deve multiplicar-se ao longo do percurso. Outro conhecimento de fundamental importância é conferência ao veículo. CONDUZA SEU VEÍCULO COM CONSCIÊNCIA. inclusive. pessoas idosas ou deficientes físicos atravessando a via. mostra as funções e a localização de comandos quer por vezes não são iguais em todos os veículos. Lembre-se de que alegar desconhecimento da lei ou da norma não é desculpa.

O certo é que um condutor preparado pode prever as eventualidades que o trânsito pode oferecer fazendo uma previsão de determinados acontecimentos enquanto está conduzindo seu veículo. ao nos concientizarmos de sua necessidade. antes da saída para as férias. dar marcha à ré ou manobrar. Por exemplo. para aquisição da habilidade necessária. A previsão imediata é a de que ele vai entrar na via. Ação correta ao determinar os perigos.  DECISÃO: Devemos ter em mente: o o o o o o Reconhecimento do perigo imediato. Essa revisão. PREVISÃO A CURTO PRAZO. Se adequar a velocidade de diferentes características da via que está trafegando.  HABILIDADE. é uma previsão mediata. A previsão pode ser dois tipos: o PREVISÃO IMEDIATA: A previsão que se apresenta em um curto espaço de tempo. O condutor deve possuir percepções e habilidades necessárias para sua própria segurança. o PREVISÃO MEDIATA: A previsão que se apresenta a médio e longo espaço de tempo.  PERCEPÇÃO. • CONDIÇÕES ADVERSAS DE ILUMINAÇÃO: . Um condutor deve possuir habilidade no manuseio dos controles do veículo. ou o freio de estacionamento não está segurando o veículo em qualquer piso. ao sair de uma lateral. Ação utilizando-se do bom senso e de rapidez nas eventualidades. Tomada de decisões que não coloque em risco a sua vida ou a dos demais usuários de uma via.A capacidade de prever acontecimentos durante a condução de um veículo pode ser desenvolvida cada vez mais frequente e mais claramente quanto maior for desenvolvido este talento que todas as pessoas possuem. seguir. É o mesmo que referir-se à capacidade de se prever alguma complicação que se encontra a poucos metros do veículo. deve procurar imediatamente uma oficina mecânica. Deve aprender com seriedade todas as etapas do curso. objetivando uma viagem mais tranquila. manejando-o corretamente. sem ter notado a presença do outro veículo. Muito comum em época de fim de ano são as chamadas revendas e oficinas para a revisão do veículo. tem seu condutor olhando apenas para o outro lado. na teoria e na prática. Exemplificando: estando numa via. são eles: ILUMINAÇÃO-TEMPO-VIAS-TRÂNSITO-VEÍCULO-CONDUTOR. de forma aleatória e perigosa. se o condutor perceber que o freio do veículo está baixo. • CONDIÇÕES ADVERSAS São fatores e condições adversos que podem influenciar no ato da condução do veículo. Decisão e determinação daquilo que deve ser feito em momentos de perigo. com segurança e conforto. um condutor nota que um veículo. sabendo parar. e conhecer as técnicas de direção defensiva.

Entre elas podemos citar: o o o o A incidência de raios solares. mesmo. a redução da velocidade e a atenção redobrada. o seu condutor deverá colocar o triângulo de segurança a uma distância segura (cerca de trinta metros) para que os demais condutores sejam prevenidos antecipadamente. poder ver e ser visto. É o momento em que o contorno dos objetos fica menos determinado. inteiramente da luz artificial emitida pelos faróis dos veículos e da iluminação pública existente nas vias.  CONDIÇÕES ADVERSAS DE ILUNINAÇÃO PELA PENUMBRA: Penumbra é a sombra incompleta. desde o crepúsculo vespertino até o amanhecer. não atenda à solicitação. todavia. na penumbra é aconselhável o uso da luz baixa. uma vez que se torna mais difícil avaliar as distâncias. Em contrapartida. Muitos são os cuidados para uma condução com segurança (e eles são obrigatórios). Compreende-se como noite todo aquele espaço da tempo em que o sol permanece baixo da linha do horizonte. Se acaso o veículo não possua este dispositivo. A luz alta (farol alto) no retrovisor. diminua a velocidade não fixe o olhar na luz que está reincidindo no seu retrovisor e dê passagem para que o mesmo não continue à atrapalhá-lo. um dos equipamentos obrigatórios provenientes de fábrica. Para evitar a luz alta em sentido contrário. tanto em casos de iluminação natural ou artificial. e procurar não olhar diretamente para o outro veículo no sentido oposto. ocorrer esse problema devido a reflexos em vidros de outros veículos. situada na base do espelho.  CONDIÇÕES ADVERSAS DE ILUMINAÇÃO POR OFUSCAMENTO: Antes de mais nada. estiver impedido de ser removido da pista de rolamento ou acostamento. para eliminar-se do ofuscamento pelo retrovisor. o fator essencial de segurança. Finalmente. basta o acionamento da tecla anti-ofuscamento. A incidência direta dos raios solares começa juntamente com o romper do sol e ao final da tarde. Por isso é também conhecida como meia-luz. Permanecer com a luz baixa mesmo que o outro veículo. na PENUMBRA e à NOITE. daí o perigo. diminuir a velocidade e solicitar a luz baixa. A pouca luminosidade verificada na transição do dia para a noite é o mais comum exemplo de penumbra. com breves toques de luz alta. A proteção para tal eventualidade está no quebra-sol. A luz alta (farol alto) em sentido contrário. produzida por um corpo que não intercepta inteiramente os raios luminosos. é uma gradação da luz para a sombra. podendo. Por isso. A visibilidade do condutor depende. ou seja. é a luz normal. ofuscamento é a perturbação da vista causada por forte reflexo de luz diretamente nos olhos e que pode acontecer diversas causas. notadamente por força da limitação da visibilidade ao alcance dos . para vermos e sermos vistos com clareza imprescindível.Luz em falta ou em excesso é o que se entende por condições adversas de iluminação. Os reflexos da luz solar. reconhecer os objetos e obstáculos e. Se um veículo por força maior. As condições adversas de iluminação ocorrem por OFUSCAMENTO.  CONDIÇÕES ADVERSAS DE ILUMINAÇÃO PELA NOITE.

pois lhe trará muitos transtornos e além da probabilidade de você cair num buraco ou vala. A atenção deve permanecer redobrada durante todo o percurso. conforme o caso. ou seja. A distância em relação aos demais veículos deve ser aumentada. Nas curvas e nas frenagens. É uma situação muito especial de perigo. pois vão alterar as condições de condução do veículo. como se fossem óculos de precisão. parar à direita da via e ligar imediatamente o pisca alerta. o procedimento correto do condutor é sinalizar. o cuidado deve ser redobrado. fato causado pela mistura da água com o pó e outras matérias. ou seja. certos cuidados devem ser tomados: o o o o o o o o o Ao começar a chuva.faróis. Além disso. Para que visibilidade fique o menos limitada possível. a intensidade da luz fica limitada ao potencial das lâmpadas e restrita à largura de seu feixe. As condições adversas do tempo são:  CHUVA: É a água que cai da atmosfera em gotas. mais ou menos 100 metros (uma quadra). a aquaplanagem ou hidroplanagem ocorre quando os pneus perdem o contato completo com a pista. é necessário: o o Manter as perfeitas condições do sistema de iluminação do veículo (regulagem e limpeza = faróis). Se o veículo começar a falhar à noite no trânsito. devem ser acesos. Todos os vidros devem ser limpos. Desenvolvendo melhor o assunto. ocasionado por excesso . a pista levemente molhada se torna mais escorregadia. desengordurados e desembaçados. As palhetas do limpador de pára-brisas devem ser mantidas em perfeitas condições. A velocidade deve ser reduzida. • CONDIÇÕES ADVERSAS DE TEMPO. as lanternas ou os faróis baixos. você ainda pode contrair leptospirose. Mesmo com uma simples garoa. quando a água permanece sobre a pista. A capacidade estará grandemente reduzida. assim como acontecerá ama alteração nos padrões do comportamento do veículo. As condições climáticas são outros fatores que muito podem influenciar na segurança devido às condições adversas que as mesmas poderão propiciar. Condução em velocidade de segurança. alteram-se a aderência dos pneus e a estabilidade. pois nunca se sabe do momento da necessidade.  AQUAPLANAGEM OU HIDROPLANAGEM: Aquaplanagem ou hidroplanagem são nomes de um mesmo fenómeno provocado durante ou depois das chuvas. Evite poças ou outros lugares com acúmulo de água. o que poderá se tornar mais grave e até mesmo impedir um deslocamento com segurança. Dependendo da visibilidade. abaixo daquela que se costuma usar durante o dia.

derepente. eles (os pneus) necessitariam remover a lâmina de água sobre a pista. O graniza é um fenômeno que vem acompanhado de outros riscos em relação à chuva. o o  VENTO: . o que evitará que eles caiam para dentro do veículo e por cima das pessoas. utilizado pelas fábricas de veículos. há grandes possibilidades de o mesmo se desgovernar. é um fenómeno que ocorre pela combinação de água e pista. basta conservar todas as demais janelas e vidros do veículo devidamente fechados. Alguns procedimentos são recomendados nestas ocasiões: o o o Interromper a aceleração. uma vez que a direção. Possibilidade de derrapagem. mas não haverá perda de visibilidade. perdem o contato com ela. acontecimentos paralelos: o existe possibilidade de alguns Sendo o vidro do tipo laminado. podem ser geradores de acidentes pela perda do controle do veículo. uma vez que com a sua volta ao contato com a pista. efetuar paradas e estacionamentos em lugares de real segurança. diminuindo a velocidade até voltar o domínio completo do veículo.de velocidade formando uma película de água entre os pneus e a pista de rolamento. fica muito leve. Havendo quebra do pára-brisa. Para conduzir um veículo sem pára-brisa. altas velocidades e pneus com profundidade de sulco insuficiente. Poderá haver rachaduras. para evitar acidentes. Por exemplo: o O barulho que esse tipo de chuva provoca pode ser o causador de sustos e comportamentos imprevisíveis que por sua vez. Sendo o vidro do tipo temperado. Nunca frear o veículo bruscamente. Uma velocidade excessiva ou pneumáticos em mau estado de conservação não oferecem condições de remover a lâmina de água que permanece sobre a pista e. milhares de pequenos fragmentos impossibilitarão uma visão apurada. Como se pode perceber. chamada granizo. por isso. Cabe ao condutor bater no vidro a sua frente para que os estilhaços se desprendam e abram um claro para que o mesmo possa enxergar. Deve-se diminuir a velocidade consideravelmente e. De fundamental importância é reduzir a velocidade e parar em local seguro para a retirada do restante dos vidros.  GRANIZO: Chuva acompanhada com pequenas pedras de gelo é. nem haverá desprendimento de estilhaços. e pode ocasionar: o o o Danos na lataria e na pintura por exposição do veículo ao fenômeno. A aquaplanagem ou hidroplanagem provoca sempre uma dificuldade no controle do veículo. Possibilidade de quebra do pára-brisa. Dai a necessidade de agir com rapidez. Tenha presente na memória que existe uma velocidade a ser desenvolvida num padrão seguro para tal situação. os temores são infundados. para ter esse contato.

o condutor deve: o o o Conduzir o veículo com os vidros fechados. Novamente é recomendado estacionar e parar somente em local seguro. Em caos de fumaça. É melhor sair do outro lado.  FRIO E CALOR: O Frio pode causar entorpecimento dos pés e das mãos. O calor é fenômeno com possibilidade de causar indisposições e sonolência. seja qual for a hora. com possível envolvimento de vários veículos. uma vez que os acidentes provocados por esse fenômeno são de graves proporções. ao ser encontrada. Manter sempre uma distância de segmento segura do veículo da frente. nevoeiro. mas a fumaça acontece numa localização bem definida. As janelas devem ser mantidas abertas pelo menos o suficiente para evitar que se embacem a parte interna do veículo e permitir a circulação do ar. • CONDIÇÕES ADVERSAS DAS VIAS. Utilizar o pisca alerta. Devemos observar os seguintes procedimentos: o o o o Sempre manter a atenção redobrada e efetuar a redução da velocidade. não sendo. Os seguintes cuidados devem ser tomados: o o o o o Atenção redobrada.Ao deslocar-se em determinada direção.  FUMAÇA: É sinônimo da neblina. Como sempre o aconselhável são paradas e estacionamentos apenas em acostamentos e locais seguros. o ar atmosférico recebe o nome de vento. Observar atentamente a sinalização dos demais veículos. a atenção também deve ser redobrada em particular para os possíveis objetos que sejam atirados na pista e no pára-brisa. Caso preveja. pois facilita a visibilidade. sombra. São fatores acentuadores da falta de visibilidade e exigem cuidados e experiência na condução de veículos.  Neblina: Entendemos por névoa densa. . escuridão e também garoa. Manter os faróis de luz baixa acesos. requer que a velocidade seja reduzida. nunca pare. Além disso. o que permitirá um controle Maior do veículo e a manutenção de sua estabilidade. possível prever a sua extensão nem o que poderá ser encontrado em seu interior. diminuir a velocidade antes da chegada à fumaça. Esta condição adversa. além do embaçamento do pára-brisa. Em caso de envolvimento por fumaça.

Sinalização ausente. buracos e outros obstáculos que podem ser danosos a eles. Uma descida deve ser começada com velocidade reduzida.  VIAS MAL SINALIZADAS. O mesmo se aplica a parte inferior do veículo. a fim de não se deparar com surpresas nem se envolver em acidentes. inadequada. requer que o condutor mantenha uma condução em compatibilidade com determinadas condições. as ladeiras íngremes. muitas vezes. Falta de acostamento. como por exemplo:  Congestionamento. deficiente.  VIAS DE ACLIVE E DECLIVE ACENTUADO. lombadas e mesmo a falta da referida pavimentação. o o o o o o o o o São notados diversos defeitos ao longo das vias: Declives e aclives excessivamente selientados. Esta segurança pode ser afetada por diversos fatores. Acostamento ou pista adicional em mal estado de conservação e. • CONDIÇÕES ADVERSAS DO TRÂNSITO. Presença também de água na pista devido a imperfeição da drenagem. Largura das pistas ou das faixas de rolamento em tamanho inferior ao ideal. Angola. tais como ondulações.  VIAS MAL CONSERVADAS. Presença constante de defeitos na pavimentação. a atenção deve ser redobrada. A imprudência e a irresponsabilidade de um condutor são facilmente verificáveis pelo modo de condução do veículo. de pista adicional e de conservação. para a segurança de todos os elementos do trânsito. muitas e muitas vezes. . fato já presente nos diversos itens de segurança. ou ainda. e estes fatores também vão constituir riscos. O Trânsito. pois os danos podem atingir até o reservatório de óleo de motor (cárter). por sua natureza. desníveis. Além da possibilidade de causarem danos ao veículo e acidentes de pequena e grande monta. Os pneus exigem grandes cuidados principalmente devido à presença de pedras. A ausência ou deficiência de sinalização se transforma num fator de risco. subidas e descidas fortes e longas. Pistas escorregadias. vegetação avançando sobre a pista. compatível com as condições das vias. este tipo de vias exigem cuidados especiais: o o o Deve-se equilibrar a velocidade do veículo com o estado da via. além de curvas mal construídas ou de projetos mal traçados. Por isso. Presença de buracos e falhas diversas. utilizando-se o freio motor na mesma marcha que seria utilizada na subida. é um país com relevo bastante acentuado e são comuns as rampas.

pelo menos periodicamente:  Lâmpadas queimadas e faróis desregulados. deve ser mantido em perfeito estado e em condições de funcionamento.  Horário de entrada e saída das empresas. sensação de poder. basta que a parte de MECÂNICA BÁSICA seja vista com uma atenção mais profunda.  Cansaço.  Folga no sistema de direção.  Ingestão de álcool. • CONDIÇÕES ADVERSAS DO CONDUTOR As alterações do estado físico e psíquico do condutor tê a ver com a segurança no trânsito. e que todas as condições adversas podem atrapalhar uma viagem.  Mau estado dos amortecedores. telefone celular. pois estes dois motivos podem predispor um condutor ao envolvimento em acidentes.  Suspensão desalinhada.  Deficiência nos freios. Para tanto.  Defeitos no limpador no limpador de pára-brisa. irritação. medo.  Deficiência dos espelhos retrovisores.  Inexistência ou imperfeição da buzina. porém a condução adversa considerada a pior é a condição adversa do condutor.  Quantidade insuficiente de combustível. .  Balanceamento das rodas. antes de mais nada.  Estados psicológicos e comportamentais. Os principais fatores adversos de um condutor são:  Deficiência da visão. Stress (este também não deve ser confundido com cansaço. drogas ou alimentos que alteram a percepção.  Falta de um ou mais equipamentos obrigatórios ou deficiência nos mesmos. fadiga ou sono (embora sejam estados parecidos não devem ser confundidos). espírito competitivo. distração. • CONDIÇÕES ADVERSAS DO VEÍCULO. Tráfego intenso de veículos pesados.  Finais de semana prolongados.  Rodagem mal calibrada ou gasta. preocupação.  Temos que ter em mente que o grande responsável pela direção defensiva é o condutor. pois se trata de um cansaço mental). A checagem antecipada de determinados detalhes é imprescindível. Um veículo. tais como pressa. da audição e motora.

assentos especiais e outras adaptações produzidas nos veículos. É a maneira pela qual se verifica a dosagem alcoólica contida no vapor que sai dos pulmões e o limite de álcool permitido no organismo é seis decigramas por litro de sangue. No entanto . A ingestão de drogas é uma prática mais ou menos difundida entre condutores e que o fazem para aguentar o tranco. ou seja. De um lado. com o passar do efeito. Quanto às deficiências físicas.  Prática de erros de visão e de consequentes desvios de direção. É um expediente que funciona apenas temporariamente. O álcool provoca também outras falsas sensações. Os problemas particulares são alheios ao trânsito. óculos.  Duplicidade e desfocagem da visão. de outro o ato de conduzir um veículo. o sono ou o cansaço podem reaparecer. necessitam de próteses corretivas. é preciso manter o bom humor. de que os reflexos e as reações pessoais estão funcionando normalmente. Portanto.  Vagarosidade do raciocínio e de reações. ESTADO FÍSICO E MANTAL DO CONDUTOR. .  Prática de erros por demora em ato de reação.  Qualidade de julgamento reduzida. não proceder de forma agressiva e. devem ficar assuntos pessoais. qualquer que seja a causa.  Prática de erros devido à cálculos imprecisos de distância. A ingestão de bebidas alcoólicas provoca comportamentos prejudiciais ao trânsito:  Condução do veículo em excesso de velocidade. pernas ou braços mecânicos. O álcool dá a impressão de que tudo está se desenvolvendo satisfatoriamente. devido à sensação enganosa de leveza e bem-estar provocada inicialmente. saber controlar o nervosismo. excesso de confiança.  Concentração e espírito crítico distorcido.  Perda do controle da situação A adoção do bafometro tem seu funcionamento plenamente aprovado. Devemos evitar a condução de veículo no momento em que estivermos com a mente alterada.  O ÁLCOOL. Entre estas últimas podem ser citadas lentes de contato. Entre os efeitos do álcool no organismo estão:  Coordenação motora diminuída. e suas consequências podem provocar graves acidentes. ausência de noção de perigo e desrespeito à vida (própria e alheia). procurar desarmar ânimos exaltados. adiando por pouco tempo a necessidade real de repouso. ainda. os demais elementos não têm como saber daquilo que lhe vai internamente.  Prática de manobras arriscadas. gíria-sinônimo de afastar o sono ou simplesmente o cansaço.  USO DE DROGAS OU MEDICAMENTOS. Os problemas precisam ser separados.

acontecem possíveis saídas da pista. Isso geralmente provoca fraturas. principalmente nas colisões ocorridas com veículos em sentido contrário.  Os cintos perdem muito de sua eficiência quando se encontram retorcidos. mais do que louvável. A sonolência diminui a capacidade de condução e muitos são os condutores que acreditam (até o momento do desenlace) poderem dominar o seu sono. recaindo a responsabilidade do não uso sobre o condutor. . voltamos a mencionar os veículos de cargas. tanto no banco dianteiro quanto no traseiro. SONO. hemorragias. Entre os sinais de sonolência destacam-se os seguintes:  Concentrar-se em manter os olhos abertos requerem uma força maior.  O transporte de menores deve ser efetuado no banco traseiro. o uso do cinto de segurança é obrigatório. consequentemente. Sobre este equipamento obrigatório e da sua obrigatoriedade. destacam-se os seguintes pontos:  A utilização do cinto de segurança é obrigatória por todos os ocupantes do veículo.  Os pensamentos vão se tornando vagos e desconexos. esmagamentos e outros ferimentos de maior ou menor gravidade. CANSAÇO OU FADIGA.  Bocejar vai se tornando frequente. Os artifícios para espantar o sono são diversos e. momento em que passageiros e condutor são projetados para fora do veículo. Então. fazer paradas ou revezamentos é o recomendável  CINTO DE SEGURANÇA.  A cabeça começa a pesar mais que o normal. num curto período de tempo já evitou muitas mortes e muitos infortúnios. O cinto de segurança tem seu uso como uma obrigatoriedade na condução de veículos.  Os cintos devem ser mantidos limpos. em perfeitas condições de utilização e prontos para sua função.  Mesmo que se trate de mulher grávida. para frente (o mais usual). Aqui. o que geralmente acontece após as refeições e pela madrugada. Não conduzir até o limite das forças. contra o pára-brisas ou para os lados. mesmo com os artifícios.   Respeitar os períodos em que a energia corpórea esteja em baixa. é preferível tomarem-se alguns cuidados:  Conduzir somente se estiver descansado. também com a utilização do cinto.  A parte horizontal deve ser passada por baixo do ventre e a preferência deve ser dada ao cinto três pontos. sendo também obrigatória a verificação das travas de segurança. guardar os cintos sob o banco gera dificuldade na utilização e pode levar ao descaso. são largamente empregados. pelas portas. Esta iniciativa. cada vez mais. passados oralmente de condutor para condutor.  Começa a acontecer a perda do foco da visão e. Entretanto. ele poderá dormir por toda a eternidade. o sono pode chegar sem que o condutor tome conhecimento.

não se consegue uma parada imediata. até a parada do veículo. Entretanto. mesmo numa situação emergencial. além de permitir-lhe fazer manobras de emergências ou paradas inesperadas e involuntárias. tome algo fixo (uma árvore. Para tanto. A maioria delas se dá devido aos condutores não agirem com tempo para a parada definitiva de seu veículo ou. a pressão neles pode gerar ferimentos graves  PROCEDIMENTOS DE PARADA. diminua a velocidade para aumentar a distância e ficar em segurança.) como ponto de referência. Em outros capítulos já se falou a respeito de o veículo continuar sua trajetória mesmo depois de os freios serem acionados. de tempo e de estrada. sem que haja colisão com a traseira do veículo da frente. seja nas cidades. seja um pedestre ou qualquer outro imprevisto na via. até o momento em que o condutor executa todo o movimento para pisar no freio. empregando os recursos normais. Basta seguir os seguintes passos:   Na estrada a sua frente. poste. Caso o seu veículo passe pelo ponto de referência antes de você terminar a contagem. ou seja. tabelas ou cálculos. fazendo o simples uso do ponto de referência. placa. Melhor traduzindo: da retirada do pé do acelerador até a sua colocação sobre a sapata do freio para acioná-lo. abandonando-se a utilização de fórmulas. Canetas. vamos observar quatro itens importantes:  DISTÂNCIA DE SEGMENTO: É aquela que um bom condutor deve manter entre o veículo que conduz e o que vai à frente. isto equivale à dois segundos.   DISTÂNCIA DE FRENAGEM: É aquela que seu veículo percorre depois de tomada a primeira providência. DISTÂNCIA DE PARADA: É aquela percorrida pelo veículo desde que o condutor percebe o perigo e decide parar. uma vez que caso haja colisão. obtendo ainda uma distância segura do outro veículo ou do obstáculo. etc. é comum notar-se grande número e variedades de colisões. nas condições de veículo. a pisada no freio. óculos e outros objetos devem ser retirados dos bolsos. isto significa que a distância é segura.    . então não conseguem desviar-se do obstáculo. O tempo e a distância em que cada uma delas se desenvolve fazem parte dos conhecimentos de um condutor defensivo.  Existe uma maneira de calcular-se uma distância segura a ser mantida entre os dois veículos no mesmo sentido numa rodovia. conte de forma pausada “cinquenta e um. casa. cumpre notar que o macete somente tem validade para veículos pequenos e que estejam desenvolvendo uma velocidade entre 80 e 90 Km/h. Caso o seu veículo venha a passar pelo mesmo ponto de referência após você fazer a contagem. nas estradas e rodovias. sem o ocasionamento de uma colisão. até o momento da parada total. Esta distância tem razão de ser: é ela que vai permitir que o condutor do veículo de trás possa parar. No momento em que o veículo estiver à sua frente passar por este ponto. cinquenta e dois”. Este é tido como o método mais simples e eficaz para ajudar um condutor a manter-se longe o suficiente do veículo da frente em trânsito. é aquela percorrida pelo veículo desde o momento em que é percebida a situação de perigo. ou seja. DISTÂNCIA DE REAÇÃO: Por fim. No dia-a-dia.

ou então. pois o risco é bastante elevado. A recomendação é tirar o pé do acelerador e apoiar levemente o pé no freio alertando-o. cedendo a vez e a passagem e. observar aquilo que estiver acontecendo à frente do veículo que estiver à sua frente. sinalizar e antecipar as intenções do condutor de trás. Evite competições. ainda mais. sempre será de quem colide. permitindo a intercalação. Neste tipo de colisão. O condutor também deve agir sempre com cordialidade. Diminuir a velocidade. se o condutor estiver distraído. e caso ele continue colado. que reduz grandemente as possibilidades de acidentes. caso o condutor tenha que efetuar uma frenagem. Manter distância segura. ficar preparado para freadas bruscas. o ato de colidir. a direção defensiva recomendada é.• COLISÕES. Portanto ele deve sinalizar sempre. cumpre apenas As intenções de um condutor devem ser sempre antecipadas. Este também é o tipo de colisão que ocorre com maior frequência e considerada a mais perigosa. dar sinal e deixar que o mesmo faça a ultrapassagem. se o veículo de trás estiver muito próximo. alguns cuidados são importantes: Observar sempre uma distância segura e velocidade de segurança. com velocidade acima do compatível. Não acelerar para fugir do veículo de trás. COLISÃO COM O VEÍCULO DE TRÁS: Estando à frente. Colisão é o embate recíproco de dois corpos. Fazer mentalmente a avaliação de todos os fatores adversos que possam estar presente. Uma vez iniciada a deformação do veículo. durante a colisão se dá inicio à uma deformação. o . A manobra do veículo da frente não é levada em consideração. caso o mesmo cole no seu veículo. Assim. Utilizar frequentemente os espelhos retrovisores. conforme for se introduzindo sob o amaçado. neste caso. Não efetuar freadas bruscas. permitindo que outros condutores executem manobras. espaço que propicie uma manobra de emergência. citar as precauções que devem ser tomadas:  o o o o o o  o o COLISÃO COM VÁRIOS VEÍCULOS. ou seja. Ser previsível. As colisões podem acontecer:  COLISÃO COM O VEÍCULO DA FRENTE: Está previsto que a responsabilidade. o o o o  EFEITO CUNHA: Leva esse nome devido a forma tomada pela dianteira do veículo quando este colide com a traseira de um caminhão. a certeza é de acontecer um acidente. Usar a luz de freio auxiliar (brake-light). começa também a formação de uma superfície inclinada e todo o veículo passará a transformar-se no desenho de uma cunha. mesmo com veículos parados. Não se distrair. Entretanto.

deve-se desistir da ultrapassagem. principalmente para a esquerda. O condutor deve levar em consideração todas elas. Não efetuar ultrapassagens nos cruzamentos. havendo todas as condições favoráveis. incluindo potência do motor suficiente. As aproximações também exigem cuidados. deve-se chegar o mais próximo possível ao veículo que esteja sendo ultrapassado. Vem daí. não cole no veículo da frente. antes de qualquer ação. sinalizar e entrar. No mesmo caso. A situação do tráfego atrás do veículo que vai iniciar a ultrapassagem deve ser verificada nos retrovisores. o Antes do início de uma ultrapassagem. Caso outro veículo venha em sentido oposto. o o o o o o  COLISÃO NAS ULTRAPASSAGENS. Preferência a quem vem da direita em cruzamentos não sinalizados e também a quem transita em vias superiores ou pelas rotatórias. acontece em cruzamentos e nas entradas e saídas de veículos. Obediência à sinalização e paradas em casos de dúvidas. a importância de se observar certos detalhes: Observar rápida e atentamente todas as direções e todos os procedimentos de convergência. Dar o devido respeito a pedestres e veículos não motorizados. Para efetuar a manobra de forma defensiva. incluindo atropelamentos. uma vez que qualquer erro cometido em qualquer das variáveis pode ser causa de um acidente. O ponto cego do veículo também deve ser verificado. o o o o É muito importante verificar-se a disponibilidade de espaço para a manobra pretendida. Basta o condutor dar um sinal de luz ou dois toques breves na buzina. No entanto. mesmo de quem está na preferencial. Uma parte considerável de acidentes. Para a manobra de volta à sua faixa. COLISÃO NOS CRUZAMENTOS. Havendo condições. o condutor deve verificar: o o Se o local escolhido é permitido e se proporciona completas condições de visibilidade e segurança. Ao tomar as precauções. Sinalizar ao veículo que deseja ultrapassar para avisá-lo é uma boa sugestão. o o o o o . É nessas ocasiões que ocorrem as colisões de maior gravidade. se notar algum outro veículo manobrando para fazer a ultrapassagem de seu veículo. Nunca deve conduzir-se ao acostamento contrário. o condutor deve ceder a vez e aguardar o momento propício para empreender a própria ultrapassagem. na impossibilidade de voltar. o condutor deve verificar antes a possibilidade pelo retrovisor. retornando ao lugar anterior. sinalize e faça a ultrapassagem. A ultrapassagem deve ser efetuada unicamente pelo lado esquerdo. fato que ocasiona a perda do ângulo de visão.

Em esquinas e em outros locais de pouca visibilidade. Mesmo você não tendo culpa. algumas providências devem ser tomadas: Análise da situação taras do veículo. sempre será desagradável e haverá tragédia no atropelamento de um pedestre embriagado. Não se deve dar marcha ré em trechos longos. Na falta de sinalização. simplesmente a preferência é do pedestre. trazem sempre consequências desagradáveis para o condutor. Falta de perícia para a realização de curvas pronunciadas. todo condutor também é um pedestre. animais e crianças de baixa estatura antes do início e durante toda a manobra. além do fato de que podem desequilibrar completamente o veículo. Animais. Estando o local sinalizado pela faixa de pedestre. o o  COLISÃO COM PEDESTRES. nunca usar a marcha ré. COLISÃO EM CURVAS. Isso também vale para a saída de garagens e estacionamentos. merecem uma Quando da aproximação de pedestres. o o o  gravidade deste tipo de colisão. Mesmo assim. o o o o . a velocidade do veículo deve ser diminuída. Quando da aproximação de animais. ou seja. o pedestre deve esperar os veículo passarem e os condutores devem dar prioridade para os pedestres. É enorme a Inabilidade para escapar de situações adversas. físicos.  COLISÃO EM MARCHA RÉ. Trata-se de uma marcha que deve ser utilizada somente para pequenas manobras. a alternativa é manter o controle do veículo e deixar de acelerar. BICICLETAS. torna-se imprescindível o conhecimento de alguns cuidados para evitar esta colisão que leva o nome particular de atropelamento: o o o o o o O pedestre. Use o senso de previsão para precaver-se das possíveis reações de um pedestre. Desse modo. que pode ser causada por: Ultrapassagens mal executadas ou descuidadas. além de outras já citadas. crianças. ainda que de pequeno porte. ANIMAIS. os pedestres têm a preferência sobre os demais veículos. Sem frear bruscamente para não perder o controle do veículo. Entretanto. além da verificação de objetos. antes de entrar numa curva. e em velocidade excessiva para a situação. quando atropelados por um veículo. O condutor deve aguardar a travessia. mesmo alguns condutores de veículo. reduzir a velocidade e redobrar a atenção. devemos diminuir a velocidade. idosos e deficientes oportunidade real de utilização das vias. desconhece ou finge desconhecer o fato de que os veículos têm responsabilidade pela segurança dos pedestres. semáforo ou faixa de pedestre. MOTOS E OUTROS ELEMENTOS DO TRÂNSITO: A maioria das pessoas. se o condutor perceber que já está no meio de uma curva. O sinal luminoso é o principal elemento a determinar de quem é a vez. Faça sempre gentilezas e facilite a vida de pedestres. COLISÃO COM O VEÍCULO EM SENTIDO CONTRÁRIO.

tem seu ponto cego. Redobrar a atenção ao parar ou estacionar em congestionamentos ou cruzamentos. Fechar devidamente os vidros. Caso um veículo de pequeno porte esteja localizado atrás de um veículo grande. É comum verificar-se que uma pseudo-psicologia faz com que os condutores de veículos de grande porte usem o tamanho para impor respeito. tomar as mesmas precauções da ultrapassagem dos demais tipos de veículos. Uma frenagem vai exigir o dobro de tempo ou até mesmo o triplo de espaço até a parada completa. Mantenha atenção voltada para comportamentos fora do normal. por isso gozam de preferência sobre os veículos de maior porte. por serem de pequeno porte. Anunciar a aproximação de seu veículo com um leve toque de buzina. o o o o o o . Tomar o máximo cuidado nas conversões. pois são veículos que transitam nos pontos cegos. que são frágeis e extremamente vulneráveis e. Checar a situação constantemente pelos retrovisores. VEÍCULOS DE GRANDE PORTE: A capacidade de efetuar manobras desses veículos é muito pequena se comparada coma de veículos menores. Todo automóvel ou caminhão. Manter atenção completa ao passar por fazendas ou locais abertos. pois os condutores de veículos de grande porte têm por ideal conduzirem por quitas horas diárias. uma vez que o trajeto percorrido pelas rodas traseiras é menor que o das dianteiras. quando abrir as portas do veículo. no momento de abrir as portas. a área de visão será muito mais limitada conforme seja a aproximação daquele com este. o o o o o  o o Devemos manter sempre a distância desses veículos.o o o o Não buzinar afim de não assustar os animais. Checar constantemente as condições através dos espelhos retrovisores para evitar choques na lateral do veículo. Mantenha também uma distância aconselhável. Devemos dar a preferência e facilitar a passagem de ciclistas. Faça previsões constantemente. gozam de preferência sobre os veículos automotores. Na ultrapassagem das motocicletas. O raio nas curvas é maior e o comportamento nas curvas fechadas é mais inseguro. Procurar manter uma distância lateral de um metro e meio. Nunca dispute espaço com veículos de grande porte. Tomar também cuidados especiais nos cruzamentos e engarrafamentos. e é justamente ali que reside o grande problema com relação as bicicletas. como os demais veículos não motorizados. o o o o o o As motocicletas são veículos muito frágeis.

 COLISÃO COM OBJETOS FIXOS: Cansaço ou sono. desrespeito às leis e à sinalização de trânsito são fatores que ocasionam este tipo de colisão. Em uma situação de emergência.o Use luzes ou toques de buzina para mostrar sua presença. Sem o sistema viva-voz. A pesquisa desenvolvida pela Royal Sociedade Inglesa constatou que. • DIREÇÃO DEFENSIVA NAS RODOVIAS. deve tomar as medidas necessárias à segurança e permanecer com a atenção voltada para tudo que ocorre ao longo da via. . mesmo pelo sistema viva-voz. Quanto maior for a carga. A poupança de tudo que contém um veículo deve ser feita sempre. influência do álcool ou de medicamentos. numa velocidade de 112 Km/h. inicialmente. Esse é o resultado de uma pesquisa feita por um laboratório de estudos do trânsito da Inglaterra. o condutor deve levar em conta:  o o o o O ATRITO: Parte do combustível é gasto para eliminar o atrito existente o solo e os pneumáticos. Frações de segundos podem levar há acidentes graves. Para adiquirir o hábito de conduzir em rodovias. preferencialmente com um condutor mais experiente ou um instrutor ao lado. a reação é ainda mais lenta. excesso de velocidade. As viagens de perdurámos mais longo e em rodovias mais movimentadas somente devem ser enfrentadas a partir do momento em que se possuir uma boa dose de experiência própria. • CONDUÇÃO COM ECONOMIA. não podendo exceder o limite imposto. e maior será o risco de quebra. O uso do celular quando ao volante é proibido em mais de 30 países. Pressão usada incorretamente e desalinhamento aumentam o atrito. a conversa ao telefone. maior será o atrito e o desgaste. Para que isto aconteça satisfatoriamente. os condutores têm mais dificuldade em manter a velocidade constante e a distância de segurança em relação ao veículo da frente. deve-se conduzir em pequenos trechos. por isso o condutor deve observar que: A carga deve ser sempre condizente com o veículo. A pesquisa constatou que. Suspensão alinhada e pneumáticos calibrados são fundamentais. só pára 45 metros depois de frear. em que se verifica culpabilidade constante do condutor. prejudica a concentração e retarda em até 30% os reflexos em situação de perigo. em peso ou quantidade de passageiros. um motorista consegue parar o carro 21 metros depois de usar o freio. com baixo fluxo de veículos. O condutor. só vai parar depois de 35 metros. Se estiver usando o celular. Embriagado. o carro só pára 39 metros depois. mesmo pelo sistema viva-voz comas mãos livres é mais perigoso do que conduzir embriagado. procurando-se obter o máximo de rendimento.  O QUE É MAIS PERIGOSO? O EFEITO DO ÁLCOOL OR O USO DO CELULAR? Conduzir e falar ao telefone celular ao mesmo tempo é mais perigoso do que conduzir depois de beber. O resultado mais surpreendente da pesquisa mostra que usar o celular ao volante.

as quais também provocam uma resistência. então. RESISTÊNCIA AO AR: Um veículo necessita penetrar a camada de ar encontrada à sua frente. o motor tem que produzir uma força. Entretanto. Deve-se. Ao trocar as marchas do veículo ou acelerar o motor do mesmo. o o o o o o o o o . Com janelas abertas. durante o seu deslocamento. As características são alteradas e o consumo aumentado devido a objetos e cargas instaladas fora do veículo. devido ao encontro de uma maior resistência. não acelerar com o carro em ponto morto. O freio motor serve também para desacelerar o veículo. este fato poderá ser reduzido se o condutor seguir duas recomendações: Utilizar corretamente as marchas do veículo. Estacionar o veículo e andar a pé. o arrasto aerodinâmico é maior pela turbulência causada. quanto maior for uma subida a ser enfrentada. é mais econômico que dar várias voltas à procura de estacionamento. As arrancadas violentas também devem ser evitadas. Bom planejamento das atividades que dependem do veículo. nem sempre o mais curto é o mais econômico. o o o  SUBIDAS: Também neste caso. a dificuldade de penetração na camada de ar à frente do veículo é muito maior. Conhecimento detalhado do veículo. mesmo uma quadra de distância. ter presente o raciocínio de que: Em velocidade levada. Use-o com antecedência quando souber que vai parar. Manutenção preventiva. maior será o esforço do motor e maior será o consumo de combustível. Fazer a escolha certa para o melhor trajeto. para evitar deslocamentos incorretos. e para que isso aconteça.