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FACULDADE ANHANGUERA DE RIBEIRÃO PRETO SP

FACULDADE ANHANGUERA DE RIBEIRÃO PRETO – SP CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTATÍSTICA ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTATÍSTICA

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS RELATÓRIO

Aline Daniele da Silva

1108347504

Luci Souza Santos Otani

1106279267

Rodrigo Flávio Teixeira

1187409347

Tabitta Cristina da Silva Oliveira

2505062803

Professora; Daiane Leite Roza

Ribeirão Preto

2012

Ciências Contábeis 4ª Série Estatística Professora Daiane Leite da Roza

1
1

Ciências Contábeis 4ª Série Estatística Professora Daiane Leite da Roza

Sumário

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

2
2

1. RESUMO TEÓRICO

4

1.1. PLT Capítulo 1

4

1.2. Aplicações dos conceitos de Controle e Estatística de Processo (CEP) em uma

indústria de fundição no Norte

5

1.3.

Conceitos e aplicações da Estatística

6

2. LISTA DE APLICAÇÕES DA ESTATÍSTICA NA ÁREA DA ADIMINISTRAÇÃO

7

CAPÍTULO 2 - ESTATÍSTICA DESCRITIVA

(coleta de dados, tabela de frequência)

1. RESUMO

TEÓRICO

8

1.1. PLT - Capítulo 1

8

1.2. Estatística Aplicada à Administração - Unidade 3: Amostragem

9

2. PROCEDIMENTOS PRÁTICOS UTILIZADOS PARA COLETAS DE DADOS

14

CAPÍTULO 3 ESTATÍSTICA DESCRITIV15

(gráficos e representações)

15

CAPÍTULO 4 ESTATÍSTICA DESCRITIVA

(medidas de tendência central e medidas de dispersão)

16

1. RESUMO TEÓRICO

16

1.1. tendência central

Medidas

de

16

1.2. dispersão

Medidas

de

17

2. RESULTADO FINAL; APROVAÇÃO OU REPROVAÇÃO

18

REFERÊNCIAS

19

Ciências Contábeis 4ª Série Estatística Professora Daiane Leite da Roza

3
3

Ciências Contábeis 4ª Série Estatística Professora Daiane Leite da Roza

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

1.

RESUMO TEÓRICO

1.1.

PLT Capítulo 1

1.1.1.

Uma visão geral da estatística

4
4

A Estatística é a ciência que se ocupa de coletar, organizar, analisar e interpretar

dados a fim de tomar decisões. Existem dois tipos de conjunto de dados:

o

População é o conjunto de todos os resultados, respostas, medidas ou contagens que

são de interesse;

o

Amostra é um subconjunto de uma população.

O

estudo da estatística divide-se em dois ramos principais:

o

Estatística descritiva é o ramo que trata da organização, do resumo e da apresentação

 

dos estudos.

o

Estatística inferencial é o ramo que trata de tirar conclusões sobre uma população a partir de uma amostra. A ferramenta básica no estudo da estatística inferencial é a probabilidade.

1.1.2. Classificação de dados

Os dados consistem em informações provenientes de observações, contagens, medidas ou respostas e se classificam da seguinte forma:

o

Dados qualitativos: consistem em atributos, classificações e ou qualidades.

Nominais: são nomes ou rótulos em quenão há uma ordem natural. : são nomes ou rótulos em quenão há uma ordem natural.

Ordinais: são somente qualitativos mais existe uma ordem entre eles. : são somente qualitativos mais existe uma ordem entre eles.

o

Dados quantitativos: Expressam grandezas numéricas.

Discretos: quando o número de valores possível é ou um número finito ou uma quantidade enumerável. quando o número de valores possível é ou um número finito ou uma quantidade enumerável.

Contínuo: resultam de infinitos valores possíveis que correspondem a alguma escala contínua que cobre um intervalo resultam de infinitos valores possíveis que correspondem a alguma escala contínua que cobre um intervalo de valores.

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DADOS

DADOS QUALITATIVOS QUANTITATIVOS NOMINAIS ORDINAIS DISCRETOS CONTÍNUO

QUALITATIVOS

DADOS QUALITATIVOS QUANTITATIVOS NOMINAIS ORDINAIS DISCRETOS CONTÍNUO

QUANTITATIVOS

DADOS QUALITATIVOS QUANTITATIVOS NOMINAIS ORDINAIS DISCRETOS CONTÍNUO

NOMINAIS

ORDINAIS

DISCRETOS

CONTÍNUO

Fig. Classificação dos dados

1.1.3. Planejamento de experimentos

Larson & Farber (2007) afirmam que “a meta de todo estudo estatístico é coletar dados e então usá-los para uma tomada de decisão” e para isso é necessário um

planejamento analisando todas as variáveis envolvidas no estudo. Larson & Farber dão orientações gerais de como realizar um planejamento de um estudo estatístico:

I. Identificar as variáveis de interesse e a população

II. Desenvolver um plano detalhado para coleta de dados

III. Coletar os dados

IV. Descrever os dados estatística descritiva

V. Interpretar os dados inferência estatística

VI. Identificar os possíveis erros

1.2. Aplicações dos conceitos de Controle e Estatística de Processo (CEP) em uma

indústria de fundição no Norte Catarinense. Este artigo, publicado na Revista Produção Online, mostra um estudo de caso em uma indústria de fundição, em que são aplicados conceitos básicos de Controle Estatístico de Processo (CEP). Cujo objetivo é a análise da quantidade e da capacidade de produção da indústria visando identificar particularidades e características do processo.

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o

Produção: blocos para veículos automotores;

o

Medida: Mega Pascal (Mpa). Unidade que mede a dureza, ou seja, o grau de resistência à tração.

Foram realizados testes, para a verificação da presença de anormalidades

na

6
6

distribuição da série e/ou da existência de autocorrelação serial; e foram feitas estimativas

da media e do desvio padrão dos resultados coletados ao longo de 185 dias (amostragem sistemática: primeiro bloco do lote que é produzido). Através deste estudo pode-se concluir que a empresa trabalha com um processo estável, porém ficou evidenciada a presença de diversas variações da média ao longo dos 185 dias em que o processo foi monitorado, onde existem diversas observações muito próximas dos limites do controle o que segundo MONTGOMERY (2004) significa uma falta de qualidade, na medida em que a qualidade é inversamente proporcional à variabilidade. Os autores do artigo recomendam a implementação de um controle estatístico no processo de recomposição dos componentes químicos responsável pela liga do ferro fundido. Acredita-se que esta iniciativa poderia levar a uma redução significativa da variabilidade do processo do bloco analisado, tendo em vista que é um dos fatores que influenciam nos resultados dos testes de tração dos mesmos.

1.3. Conceitos e aplicações da Estatística

Estatística é um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa que envolve o planejamento do experimento a ser realizado, a coleta qualificada dos dados, a inferência, o processamento, a análise e a disseminação das informações. Cujo objetivo é fornecer informações precisas, através dos métodos e técnicas, para a tomada de decisões nas mais variadas situações.

A estatística existe desde a antiguidade, onde operações de contagem populacional

(natalidade e mortalidade), variáveis econômicas (comércio exterior, produção de bens e de alimentos) já eram utilizadas. Atualmente a estatística dispõe de novas técnicas e metodologias para obtenção, armazenamento e disseminação de Informações, bem como novos métodos para a análise

de dados estatísticos.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pela

produção das estatísticas oficiais que subsidiam estudos e planejamentos governamentais no país. Várias informações que nos chegam através das mídias (televisão, rádio, jornal) são provenientes dos estudos e pesquisas estatísticas como, por exemplo, os índices de

inflação, desemprego, natalidade, mortalidade, entre outros.

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Métodos estatísticos vêm sendo utilizados no aprimoramento de produtos agrícolas, no desenvolvimento de equipamentos espaciais, no controle do tráfego, na previsão de surtos epidêmicos bem como no aprimoramento de processos de gerenciamento, tanto na área governamental como na iniciativa privada. As organizações modernas estão se tornando cada vez mais dependentes de dados estatísticos para obter Informações essenciais sobre seus processos de trabalho e

principalmente sobre a conjuntura econômica e social. As informações estatísticas são concisas, específicas e eficazes, fornecendo assim subsídios imprescindíveis para as tomadas racionais de decisão.

7
7

A diversidade de atuação é um dos grandes atrativos da Estatística, que pode

promover a melhoria da eficiência e também a solução de vários problemas práticos importantes em quase todas as áreas do saber. As responsabilidades e atribuições do estatístico estão redigidas pela Lei no 4.739, de 15 de julho de 1965, que criou a profissão, e pelo Decreto no 62.497, que regulamentou

o seu exercício profissional. O Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Estatística constituem as autarquias que têm por finalidade orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão em todo o Território Nacional.

A formação acadêmica do estatístico está fundamentada em conhecimentos de

Matemática, Cálculo e Teoria das Probabilidades, Técnicas e Métodos Estatísticos, Computação, Métodos de Análise Estatística e Disciplinas Profissionalizantes, que permite que ele desenvolva aptidões para solucionar problemas atuando como um detetive em busca de evidências quantitativas sobre determinados fenômenos.

2. LISTA DE APLICAÇÕES DA ESTATÍSTICA NA ÁREA DA ADIMINISTRAÇÃO

No mundo atual, a empresa é uma das vigas-mestras da Economia. A direção de uma empresa, de qualquer tipo, incluindo as estatais e governamentais, exige de seu gestor a tarefa de tomar decisões, e o conhecimento e o uso da Estatística facilitarão seu trabalho de organizar, dirigir e controlar a empresa. Por meio de coleta de dados, podemos conhecer:

o

A realidade geográfica e social;

o

Os recursos naturais;

o

Os recursos humanos;

o

Os recursos financeiros disponíveis;

o

As expectativas da comunidade sobre a empresa;

o

Etc.

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Obtendo estas informações o administrador poderá estabelecer suas metas, seus objetivos com maior possibilidade de serem alcançados a curto, médio ou longo prazo.

CAPÍTULO 2 - ESTATÍSTICA DESCRITIVA (coleta de dados, tabela de frequência)

1.

RESUMO TEÓRICO

1.1.

PLT - Capítulo 1

1.1.1.

Coleta de dados

8
8

Há várias maneiras de coletar dados. Os autores apresentam de forma resumida os quatro métodos para coleta de dados, como segue abaixo:

o

Censo: Contagem ou medição de toda a população.

o

Amostra: uma contagem ou medição de parte de uma população.

o

Simulação: é o uso de um modelo matemático ou físico para reproduzir as condições de uma situação ou de um processo.

o

Experimento: é aplicado um tratamento a uma parte da população e são observadas as respostas.

1.1.2.

Técnicas amostragem

Técnicas de amostragem apropriadas devem ser usadas para garantir que as inferências sobre a população sejam válidas, ou seja, é importante que a amostra seja representativa da população. As técnicas de amostragens mais comuns são as especificados abaixo:

o

Amostra aleatória simples: é aquela na qual toda amostra possível de mesmo tamanho tem a mesma chance de ser selecionada.

o

Amostra estratificada: é utilizada quando for importante que uma amostra tenha membros de cada segmento da população. Exemplo: Dividir a população em grupos (estratos) e selecionar uma amostra aleatória de cada grupo.

o

Amostra por agrupamento: Quando a população apresenta ocorrência natural de subgrupos, cada um deles com características similares. É selecionada uma amostra de grupos e todos os elementos do grupo são usados no estudo.

o

Amostra sistemática: Selecionamos aleatoriamente um valor inicial. Depois, escolhemos os membros da amostra a intervalos regulares.

o

Amostra de conveniência: Para formar sua amostra, escolha os membros disponíveis da população.

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1.2. Estatística Aplicada à Administração - Unidade 3: Amostragem

O processo de retirada de amostras de uma população é a primeira etapa do processo estatístico. Nesta etapa é preciso ter cautela ao coletar as amostras, pois ela influenciará diretamente na estimativa. Portanto, caso a amostragem seja executada incorretamente, o resultado estatístico será pouco confiável e as decisões tomadas com base nas informações fornecidas serão imprecisas. Nesta Unidade serão apresentados conceitos essenciais para a operação de amostragem, visando principalmente a coleta de dados socioeconômicos. Sendo estes conceitos, os aspectos mais importantes de amostragem que tem maior aplicabilidade nas diversas áreas da administração. Primeiramente definiremos alguns conceitos importantes:

9
9

o

Amostragem: é o estudo das relações existentes entre a amostra, a população de onde ela foi extraída e a forma como ocorre esta extração;

o

População: é o conjunto de elementos que possuem uma ou mais características em comum;

o

Amostra: é uma porção ou fração da população que preserva todas as

características importantes dos elementos que a integram, ou seja, um subconjunto da população;

o

Parâmetro: é um valor desconhecido associado a uma característica da população;

o

Estimador: é uma função (fórmula) que permite estimar o valor de um parâmetro (estimativa), baseando-se nas observações de uma amostra;

o

Estimativa (estatística); resultado obtido (valor numérico);

o

Amostras representativas: são amostras que mantêm as características da população de onde a amostra foi retirada;

o

Censo: avaliação de toda a população;

o

Representabilidade: corresponde à possibilidade de manter as mesmas características presentes na população;

o

Unidade amostral: correspondem às unidades selecionadas na amostragem para calcular as estatísticas.

É útil na avaliação de grandezas desconhecidas da população, freqüentemente denominadas parâmetros, com base no conhecimento de grandezas correspondentes das amostras, geralmente chamadas estimativas ou estatísticas (Teoria da Estimação). Também auxilia na verificação de diferenças observadas entre duas ou mais amostras (tratamentos), para você saber se estas diferenças são devidas a uma variação casual ou se são verdadeiramente relacionadas aos efeitos de tratamentos (Teoria da Decisão).

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A inferência acontece quando se obtêm informações a partir das amostras e tenta-

se atingir a população. Utiliza-se a amostragem, geralmente quando a população a ser avaliada é muito grande ou infinita. As principais vantagens da utilização do estudo por amostras representativas em relação ao censo são:

o

Redução de custo;

o

Apuração de dados e sintetização rápida;

o

Maior amplitude e flexibilidade;

o

Maior exatidão nos resultados.

10
10

Para que as conclusões do estudo sejam precisas as amostras devem ser coletadas de forma que sejam representativas da população. E para isso é preciso fazer um plano amostral, ou seja, definir as unidades amostrais, o tipo de amostragem e o tamanho da amostra. Existem dois tipos de amostragem:

o

Amostragem probabilística: quando todos os elementos da população tiveram uma probabilidade conhecida e diferente de zero de pertencer à amostra

o

Amostragem não probabilística: quando não se conhece a probabilidade de um elemento da população pertencer à amostra.

Amostragem probabilística Aleatória Simples Sistemática Estratificada Conglomerados
Amostragem probabilística
Aleatória Simples
Sistemática
Estratificada
Conglomerados
Amostragem não probabilística
Amostragem não probabilística
Aleatória Simples Sistemática Estratificada Conglomerados Amostragem não probabilística Intencional Esmo Cotas
Aleatória Simples Sistemática Estratificada Conglomerados Amostragem não probabilística Intencional Esmo Cotas
Intencional
Intencional
Esmo
Esmo
Cotas
Cotas

Fig. Esquemas amostrais. Esquema adaptado do livro: Estatística aplicada à administração, p.77. Disponível em:

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1.2.1. Amostragem probabilística

11
11

Aleatória (casual) simples Utiliza-se este tipo de amostragem quando a população for homogênea em relação à variável que se deseja estudar. Os elementos que irão compor a amostra são selecionados através de um sorteio aleatório. Todos os elementos da população tem a mesma probabilidade de pertencer à amostra.

tem a mesma probabilidade de pertencer à amostra. Fig. Amostra aleatória . Fonte: UAPI – Cursos

Fig. Amostra aleatória. Fonte: UAPI Cursos de Administração:

Projeto Piloto - Estatística. Disponível em:

uni03/uni03_amostragem_11.htm. Acessado em: 30 ago.2012

Sistemática Utiliza-se este tipo de amostragem quando os elementos da população se apresentam ordenados. Os elementos são retirados da população de forma cíclica (em períodos). Primeiramente enumera-se a população de 1 a N (tamanho da população) e calcula-se uma constante K que servirá como fator de ciclo para a retirada das amostras.

servirá como fator de ciclo para a retirada das amostras. K= constante N = tamanho da

K= constante

N

= tamanho da população

n

= tamanho da amostra

Após a definição do valor de K, sorteia-se o ponto inicial da amostragem, ou seja, um dos elementos do primeiro intervalo constituído pelos elementos populacionais numerados

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de 1 até N. Escolhe-se o seguinte, que será o elemento de ordem (i + K); e assim por diante, sempre somando-se K à ordem do elemento anterior, até completar a escolha dos n elementos que vão compor a amostra.

12
12
a escolha dos n elementos que vão compor a amostra. 12 Fig. Esquema amostragem sistemática .

Fig. Esquema amostragem sistemática. Estatística aplicada à administração, p.79. Disponível em:

Estratificada Este tipo de amostragem é utilizado quando a variável de interesse apresenta uma heterogeneidade na população e esta heterogeneidade permite a identificação de grupos homogêneos. Divide-se a população em grupos (estratos) e faz-se uma amostragem em cada estrato, garantindo assim a representatividade de cada estrato na amostra.

assim a representatividade de cada estrato na amostra. A Figura acima mostra como é feita a

A Figura acima mostra como é feita a escolha dos elementos de cada estrato (A, B, C, D) que você pode fazer usando amostragem aleatória simples devido ao fato de os estratos serem homogêneos individualmente, considerando a variável de interesse. Fonte: Estatística aplicada à administração, p.80. Disponível em:

wZTdk&hl=pt_BR. Acessado em: 29 ago.2012

Conglomerado

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Utiliza-se este tipo de amostragem quando a população é muito grande. Um conglomerado é um subgrupo da população, que individualmente reproduz a população, ou seja, individualmente os elementos que o compõem são muito heterogêneos entre si. O processo desta amostragem se baseia na definição dos conglomerados, na divisão da população nos conglomerados, o sorteio aleatório dos conglomerados e a avaliação de cada indivíduo dos conglomerados. O quadro abaixo mostra este processo:

13
13
dos conglomerados. O quadro abaixo mostra este processo: 13 Quadro amostragem de conglomerados . Fonte: UAPI

Quadro amostragem de conglomerados. Fonte: UAPI Cursos de Administração: Projeto Piloto - Estatística. Disponível em:

Acessado em: 30 ago.2012

1.2.2. Amostragem não probabilística

Esmo O termo a esmo significa: sem medida exata; ao acaso; sem rumo ou destino. Neste tipo de amostragem a escolha das amostras são ao acaso, sem nenhuma norma. Utiliza-se quando não é possível enumerar a população, sendo inviável realizar a amostragem aleatória simples.

Intencional Neste tipo de amostragem o amostrador escolhe deliberadamente certos elementos que irão compor a amostra, por julgar que tais elementos são representativos da população.

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Cotas

Neste tipo de amostragem, a população é dividida em grupos, e seleciona-se uma

14
14

cota proporcional ao tamanho de cada grupo. Entretanto, dentro de cada grupo não é feito

sorteio, e sim os elementos são procurados até que a cota de cada grupo seja cumprida.

2. PROCEDIMENTOS PRÁTICOS UTILIZADOS PARA COLETAS DE DADOS

Foram divididos os 100 pacotes de café pelos QUATRO integrantes da equipe, cada

qual pesou 25 pacotes, aleatoriamente, de Café Utam Tradicional de 500gr. Nas datas e

locais apresentados abaixo:

o

Aline Daniele da Silva (amostra 1-25)

Local: Savegnago Supermercados, Rua Acre 1400, Ipiranga Ribeirão Preto/SP

Data: 24/08/2012

o

Luci Souza Santos Otani (amostra 26-50) Local: Padaria Requinte, Rua Basílio Veiga dos Santos 386, Dom Bernardo Jose Mielli Ribeirão Preto/SP Data: 18/08/2012

o

Rodrigo Flávio Teixeira (amostra 51-75) Local: Bar e mercearia RHS - Rua Santiago Urenha 145, Boa Vista - Serrana/SP Data: 18/08/2012

o

Tabitta Cristina da Silva Oliveira (amostra 76-100) Local: Supermercado B Ferreira, Rua Goiás 179, Centro Santa Rosa de Viterbo/SP Data: 21/08/2012

O quadro abaixo apresenta os dados coletados das amostras selecionadas

aleatoriamente pela equipe:

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Quando 1 Pacotes de café e Peso (em gramas)

Amostra

Peso

Amostra

Peso

Amostra

Peso

Amostra

Peso

 

1 26

490

 

500

 

501

51 76

 

498

 

2 27

510

 

503

 

500

52 77

 

494

 

3 28

510

 

495

 

500

53 78

 

502

 

4 29

510

 

496

 

500

54 79

 

496

 

5 30

505

 

504

 

500

55 80

 

494

 

505

6 31

 

502

 

499

56 81

 

510

 

7 32

505

 

501

 

499

57 82

 

515

 

8 33

508

 

495

 

498

58 83

 

505

 

9 34

508

 

499

 

499

59 84

 

505

 

512

10 35

 

498

 

498

60 85

 

515

 

515

11 36

 

504

 

480

61 86

 

510

 

510

12 37

 

502

 

500

62 87

 

515

 

507

13 38

 

501

 

484

63 88

 

510

 

507

14 39

 

502

 

492

64 89

 

505

 

509

15 40

 

499

 

490

65 90

 

505

 

509

16 41

 

499

 

500

66 91

 

505

 

510

17 42

 

499

 

508

67 92

 

505

 

510

18 43

 

499

 

510

68 93

 

505

 

510

19 44

 

498

 

512

69 94

 

510

 

510

20 45

 

500

 

498

70 95

 

510

 

501

21 46

 

500

 

498

71 96

 

510

 

497

22 47

 

499

 

504

72 97

 

510

 

498

23 48

 

499

 

502

73 98

 

510

 

499

24 49

 

499

 

484

74 99

 

505

 

502

25 50

 

498

 

486

75 100

505

Fonte: Autor

15
15

CAPÍTULO 3 ESTATÍSTICA DESCRITIVA (gráficos e representações)

Abaixo a tabela apresenta a distribuição de frequência dos dados coletados:

Distribuição de frequência para o peso de pacotes de café (em gramas)

Classes

Frequência f

Ponto médio

Frequência Relativa

Frequência Comulativa

480-486

4

483

0,04

4

487-493

3

490

0,03

7

494-500

37

497

0,37

44

501-507

28

504

0,28

72

508-515

28

511,5

0,28

100

 

f = 100

 

f/n = 1

 

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Abaixo os gráficos representam a frequência absoluta e a frequência relativa, respectivamente:

16
16

40

30

20

10

0

Frequência f Absoluta

483 490 497 504 511,5
483
490
497
504
511,5

Frequência Relativa

4% 3% 28% 37% 28%
4% 3%
28%
37%
28%

CAPÍTULO 4 ESTATÍSTICA DESCRITIVA (medidas de tendência central e medidas de dispersão)

1.

RESUMO TEÓRICO

1.1.

Medidas de tendência central

Uma medida de tendência central é um valor que representa uma entrada central de um conjunto de dados. As três medidas de tendência central mais usadas são a média, mediana e moda.

o

o

Média: é a soma das entradas de dados dividido pelo número de entradas.

das entradas de dados dividido pelo número de entradas. Mediana : é o dado que fica

Mediana: é o dado que fica no meio quando as entradas são colocadas em ordem crescente ou decrescente. Se o conjunto de dados tiver um número par de entradas, a mediana será a média entre os dois pontos que estiverem no meio.

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o Moda: é a entrada de dados que ocorre com maior freqüência.

17
17

Calculando a variável “peso”, de acordo com os dados coletados obtivemos os seguintes resultados, para:

Média:

502,00

Mediana:

502,00

Moda:

510,00

Assim, a média e a mediana dos pesos dos pacotes de café amostrados é de 502g, sendo o peso mais freqüente amostrado de 510g.

1.2. Medidas de dispersão

As medidas de dispersão medem a variação dos dados de um conjunto. As medidas de variação mais utilizadas são a variância e o desvio padrão. As fórmulas para calcular estas medidas são as seguintes:

Variância =

para calcular estas medidas são as seguintes: Variância = Desvio padrão = Calculando a variável “peso”,

Desvio padrão =

medidas são as seguintes: Variância = Desvio padrão = Calculando a variável “peso”, de acordo com

Calculando a variável “peso”, de acordo com os dados coletados obtivemos os seguintes resultados, para:

Variância:

47,60

Desvio Padrão:

6,90

Assim, a desvio padrão da amostra é de 6,9g.

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2. RESULTADO FINAL; APROVAÇÃO OU REPROVAÇÃO

Segundo a empresa, o desvio padrão máximo tolerado é de 0,005Kg (5 gramas). O desvio padrão obtido da amostra é de 0,0069 Kg (6,9 gramas), ultrapassando o limite em 0,0019 Kg (1,9 gramas), por este motivo o lote está:

18
18
amostra é de 0,0069 Kg (6,9 gramas), ultrapassando o limite em 0,0019 Kg (1,9 gramas), por

Ciências Contábeis 4ª Série Estatística Professora Daiane Leite da Roza

REFERÊNCIAS

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