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Electrostática e campo eléctrico

Electrostática e campo eléctrico

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Física, electrostática, electrização por fricção, série triboeléctrica, electrização por influência, polarização, força eléctrica, lei de Coulomb, campo eléctrico, linhas de campo.
Física, electrostática, electrização por fricção, série triboeléctrica, electrização por influência, polarização, força eléctrica, lei de Coulomb, campo eléctrico, linhas de campo.

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Published by: Carlos Portela on Mar 03, 2008
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Interacção electrostática e campo eléctrico

Electrização por Fricção

Porque é que o balão ficou “colado” à parede?

Série triboeléctrica
Amianto Pele de coelho Vidro Mica Cabelo humano Nylon Lã Algodão Âmbar Borracha Celulóide PVC Teflon

Série triboeléctrica

Esfregando uma fita de PVC com lã
Qual deles adquire carga negativa?

Maior facilidade em receber electrões

Série triboeléctrica
Amianto Pele de coelho Vidro Mica Cabelo humano Nylon Lã Algodão Âmbar Borracha Celulóide PVC Teflon

Série triboeléctrica

Esfregando uma fita de nylon com lã
Qual deles adquire carga negativa?

Maior facilidade em receber electrões

Condutores e Isoladores I

Nos condutores as cargas eléctricas têm tendência a distribuir-se uniformemente à sua superfície.

Esfera A

Esfera B

Uma das esferas é de cobre e a outra é de borracha. Identifica-as.

A – borracha;

B - cobre

Mas que entusiasmo …
Um beijo eléctrico: uma sensação especial

Jean-Antoine Nollet 1700-1770

Diversão popular na corte do século XVIII Experiência de Nollet (1746): uma “fila” de 600 padres (1 milha de comprimento) ligados entre si por fios metálicos.

Condutores e Isoladores II

Condutor
Nos condutores as cargas eléctricas têm liberdade de movimento. Estrutura metálica

Isolador
Nos isoladores formam-se apenas dipolos resultantes de um afastamento dos centros de distribuição de carga positiva e negativa.

Moléculas polarizadas

Electrões livres ou de condução

O electroscópio
Aproximando um corpo carregado negativamente Aproximando um corpo carregado positivamente

Ligar à “Terra”
Descarregando um electroscópio carregado positivamente Descarregando um electroscópio carregado negativamente

Electrização: contacto e indução
Carregar um electroscópio positivamente por contacto Carregar um electroscópio negativamente por contacto

Carregar um electroscópio por indução

Reaproximando a barra de vidro
Electroscópio carregado por contacto com uma barra de vidro carregada positivamente.

Se a barra de vidro for de novo carregada positivamente e reaproximada do electroscópio anteriormente electrizado, o que sucederá? O ponteiro do electroscópio: a) afasta-se da vertical. a) afasta-se da vertical. b) aproxima-se da vertical. c) mantém-se na mesma posição.

Electrização por influência I
Indução de uma carga positiva numa esfera
Indução de uma carga positiva num electroscópio

Condições para haver electrização por influência: 2. Existir um objecto carregado. 3. Só os condutores podem ser carregados por influência. 4. O objecto electrizado fica com carga oposta ao objecto indutor. 5. A “Terra” deve ser utilizada.

Barra de vidro, novamente …
Electroscópio carregado por influência com uma barra de vidro carregada positivamente.

Se a barra de vidro for de novo carregada positivamente e reaproximada do electroscópio anteriormente electrizado, o que sucederá? O ponteiro do electroscópio: a) afasta-se da vertical. b) aproxima-se da vertical. c) mantém-se na mesma posição.

Electrização por influência II
Carregar um sistema de duas esferas por indução Carregar um prato de alumínio por influência

Escolhe a opção correcta
Qual das figuras representa a distribuição de carga eléctrica em três esferas condutoras (neutras) quando se aproxima da esfera X uma barra carregada positivamente?

Polarização de um isolador
 F−  F+

Polarização
Nuvem electrónica

Distribuição uniforme do electrão em redor do núcleo

Distribuição não uniforme do electrão em redor do núcleo

Polarização de um átomo

A nuvem electrónica que rodeia o núcleo é distorcida em resposta a um objecto carregado, sendo atraída ou repelida consoante a carga do objecto.

Moléculas de água: orientem-se!

As moléculas de água são polares e orientam-se ao serem atraídas pelo objecto carregado.

Lei de Coulomb

Charles Coulomb 1736-1806

As forças são simétricas e com a mesma linha de acção. O módulo da força eléctrica é directamente proporcional ao produto das cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas.

 q1 q2 Feléctrica = k 2 r

Balança de torção de Coulomb

Força eléctrica e permitividade do meio

 q1 q2 Feléctrica = k 2 r

A força eléctrica depende do meio. A cada meio atribui-se uma certa constante k.

k 0 (vazio) = 9,0 ×109 N m 2 C -2 ≈ k ar k água (a 25º C) = 1,1×108 N m 2 C -2

1 k= 4πε

ε

é a permitividade eléctrica do meio e é inversamente proporcional a k.

Unidade S.I. de permitividade: F m-1 (farad por metro) = C2 N-1 m-2 Permitividade Meio Vácuo Ar Polietileno Etanol (25º C) Água (25º C) Permitividade relativa
Ordena por ordem crescente de intensidade a força entre duas cargas a uma certa distância uma da outra nos seguintes meios: ar, água e álcool.

ε

/C

2

N-1 m-2

ε

0

8,8542 X 10-12 8,8595 X 10-12 20 X 10-12 2,2 X 10-10 7,1 X 10-10

1,0000 1,0005 2,26 24,9 80,2

 ε ↑ ⇔ k ↓ ⇒ Fe ↓
Ordem crescente: água, álcool, ar.

Escolhe a opção correcta
Qual das figuras representa a força eléctrica entre uma partícula alfa e um núcleo atómico em função da sua distância de separação?

Escolhe a opção correcta
As esferas estão isoladas da mesa e a esfera 2 tem o triplo da carga eléctrica da esfera 1. Qual das figuras representa a forças de interacção entre as esferas?

Campo Eléctrico
  Feléctrica E= q0
O campo eléctrico não depende da carga de prova.
Força eléctrica que a(s) carga(s) criadora exerce na carga de prova Carga de prova

Unidade S.I.: N C-1 ou V m-1 CAMPO ELÉCTRICO Intensidade: força eléctrica exercida por unidade de carga de prova (1 Coulomb) Direcção: a da força eléctrica Sentido:o da força eléctrica exercida sobre cargas de prova positivas

Carga criadora Carga de prova

 Feléctrica

+ -

 E E

 Feléctrica

Campo eléctrico de uma carga pontual
Qq   k 2 0 er  Feléctrica  E= ⇔ E= r ⇔ q0 q0

  Q Q E = k 2 er ⇒ E = k 2 r r
Explica a semelhança com a expressão do campo gravítico

Carga criadora Q (positiva)

Carga de prova q0

 E  Feléctrica

+

Campo eléctrico e distância
Campo eléctrico versus distância
50 Campo eléctrico (N/C) 40 30 20 10 0 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 r , distância à carga criadora

Como varia o campo eléctrico se a distância ao centro, r, aumentar n vezes? O campo eléctrico diminui n2 vezes.

Linhas de campo eléctrico - carga positiva
Carga eléctrica positiva q1 Carga eléctrica pontual positiva: campo radial e centrifugo Carga eléctrica positiva q2>q1

Carga eléctrica positiva q3>q2

Linhas de campo eléctrico - carga negativa
Carga eléctrica negativa q1 Carga de prova Carga eléctrica negativa maior em módulo Carga eléctrica pontual negativa: campo radial e centrípeto

+

 E

 Feléctrica

 E

Carga eléctrica negativa ainda maior em módulo

 Feléctrica

-

Carga de prova

Linhas de campo eléctrico - duas cargas positivas
Duas cargas eléctricas positivas: q1= q2 As linhas de campo divergem (“saem”) das cargas positivas.

Duas cargas eléctricas positivas: q1< q2

Que diferenças existiriam se ambas as cargas fossem negativas? As linhas de campo convergem (“entram”) nas cargas negativas.

Linhas de campo eléctrico - duas cargas de sinais opostos
Duas cargas eléctricas simétricas: q1=- q2 Duas cargas eléctricas de sinais opostos: q2 com maior módulo

DIPOLO ELÉCTRICO

As linhas de campo saem das cargas positivas e entram nas cargas negativas.

Princípio da sobreposição
 Eresultante

 Eresultante

 E+ q

 E+ q  E− q
 E− q  E− q  E+ q

 Eresultante

Campo eléctrico uniforme
Campo eléctrico constante em módulo, direcção (perpendicular às placas) e sentido (da placa positiva para a negativa) Condensador plano: armaduras com cargas simétricas

+Q
Carga de prova

 Feléctrica

 + E  E Carga  deE prova   E Feléctrica

 E  E  E E

Carga de prova 

+

E  Feléctrica  E  E

  E E  E  E

 E  E
Carga  deE prova

 E  E  E  E

 E  E  E

+

+

-Q

 Feléctrica

Dipolos num campo eléctrico uniforme
 −F

+ +  F

 F

-

 F

 −F  −F

+ +

-

 F

 −F

Alinhamento de moléculas polares na presença de um campo eléctrico

Intensidades de campos eléctricos

Fonte
Fio eléctrico doméstico O tubarão detecta campos eléctricos fraquíssimos produzidos pelos músculos da sua presa: 10-6 N/C Atmosfera (troposfera) Luz solar Relâmpago Disrupção do ar seco Membrana celular Laser Pulsar

E (N/C)
0,01 150 1000 10 000 3 000 000 10 000 000 1011 1014

Experiência da gota de óleo de Millikan (1909)

Prémio Nobel 1923 Robert Millikan 1868 - 1953

Mediu a carga elementar (módulo da carga do electrão). Mostrou que a carga estava quantizada.

e = 1,6 ×10 -19 C

Cargas possíveis:

± e, ± 2e, ± 3e, ± 4e, ± 5e, ...

Condutores electrizados em equilíbrio electrostático

A componente de E paralela à superfície originaria movimento de cargas: não existiria equilíbrio.

No equilíbrio electrostático não pode existir componente paralela de E.

Num condutor em equilíbrio, o campo eléctrico é, em cada ponto, perpendicular à superfície.

Qual o campo no interior?
A carga eléctrica distribui-se apenas pela superfície exterior do condutor. A carga eléctrica no interior é nula. O campo eléctrico é nulo no interior
Condutor neutro em equilíbrio num campo eléctrico uniforme.

As cargas eléctricas induzidas à superfície contribuem para o campo eléctrico resultante exterior.

Distribuição de cargas e poder das pontas

Curvatura (convexidade) crescente

Raio de curvatura crescente

A carga tende a acumular-se nas regiões de maior curvatura (maior convexidade).Logo o campo eléctrico é aí muito mais intenso.

Poder das pontas e pára-raios
Casas sem pára-raios Uma casa com pára-raios

Campo eléctrico entre o pára-raios e a base da nuvem.

A presença do pára-raios permite uma descarga gradual da carga da nuvem, evitando uma descarga súbita e explosiva característica dos relâmpagos.

O campo eléctrico de disrupção do ar seco é cerca de 3 x 106 C.

A carga eléctrica das nuvens induz uma carga oposta no solo.

Esfera oca condutora
Se adicionarmos um milhão de electrões a uma concha esférica metálica (esfera oca), então no estado de equilíbrio: • A. • B. • C. • D. • E. Todos os electrões se encontram na superfície interior. Todos os electrões se encontram na superfície exterior. Os electrões distribuem-se igualmente pelas duas superfícies. Na superfície exterior existem mais electrões. Na superfície interior existem mais electrões.

Duas esferas condutoras
Considera duas esferas condutoras carregadas positivamente e em contacto. Qual das esferas terá maior densidade de carga (carga por unidade de área de superfície)? A esfera de menor raio.

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