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INTRODUCAO

O corpo humano e composto pelo esqueleto, este tem a função de sustentar o


corpo humano, os osso do esqueleto são em media 206, variando de um a cada 20
indivíduos tem uma costela a mais, os osso tem três tipos de células os
Osteoblastos fabricam ossos,
Se transformando em osteocitos mantém os ossos saudáveis e os
Os osteoclastos que degradam os ossos que não servem mais.
Qnd estamos no útero os nossos ossos se desenvolvem através da cartilagem,
grande parte do aumento de altura da nossa infância vem do aumento de osso
longos, onde ocorre o crescimento longitudinal o osso longo e composto de
-epifise q são as pontas dos osso,
-metafise q e a região entre a epífise e diáfise
-colo região entre a cabeça e o corpo
-diafise q e o corpo dos ossos,
Entre a epífise e a metafise há um fino disco de cartilagem hialina (e uma
cartilagem encontrada em todo corpo humano ela nesse caso ela se encontra
responsável pelo crescimento do osso, são encontradas nos adultos nas fossas
nasais brônquios, traquéias, extremidades ventral das costelas e recobrindo as
superfícies de ossos longos (podendo ser conhecida como cartilagem seriada, pois e
composta de fileiras e colunas paralelas) ) Esse disco e chamado de linha
epifisária. (essa linha pode ser confundida com fratura pra quem não sabe da
existência dela)
Nos osso também há uma membrana que reveste o osso chamado periósteo uma
membrana de tecido conjuntivo muito denso e fibroso, que reveste a toda
superfície externa do osso exceto a cartilagem, o periósteo protege o osso e serve
como ponto de fixação para os músculos e vasos sanguíneos que nutre o osso
adjacente, e a membrana que reveste o osso internamente e o endosteo
encontrado no interior da cavidade medular do osso também revestido por tecido
conjuntivo.

A anatomia

As neoplasias ósseas malignas se apresentam sob diversas formas e, na maioria


dos casos, por serem assintomáticas (não sentimos dor nada q alerte sobre a
doenca) e de crescimento rápido, são detectadas já em estágios avançados, o que
aumenta o porte da cirurgia e piora o prognóstico do paciente. Este trabalho tem
por objetivo apresentar os diversos recursos imaginológicos que podem ser
utilizados para o diagnóstico precoce e estadiamento das neoplasias malignas do
complexo bucal e maxilofacial, bem como as limitações e indicações de cada
exame, sempre procurando estabelecer um protocolo eficaz e acessível para o
paciente, além de tornar a cirurgia mais conservadora e adequada a cada caso.
As neoplasias ósseas malignas se apresentam sob diversas formas e
comportamentos, tornando difícil, às vezes, seu diagnóstico, que quando
inadequado ou retardado, pode dificultar o tratamento e comprometer o
prognóstico do paciente.
A literatura revela vários recursos imaginológicos usados na tentativa de
diagnosticar, delimitar e fazer o estadiamento dessas neoplasias, no entanto,
nenhum deles foi considerado 100% eficiente, cabendo ao cirurgião escolher qual,
ou quais recursos são indicados para cada caso.
Vários estudos vêm sendo realizados na tentativa de diminuir a exposição do
paciente à radiação ionizante, otimizar as técnicas de diagnóstico por imagem e
minimizar o custo, por ser este ainda um fator limitante para alguns exames como
a tomografia computadorizada e a ressonância magnética que, por apresentarem
custo elevado, não condizem com a realidade da maioria da população e dos
serviços disponíveis para a mesma.
Um recurso imaginológico ideal deveria apresentar baixo custo, mínima distorção,
capacidade de reconstrução em 3D e pouca ou nenhuma exposição do paciente à
radiação ionizante.
Devido a essas limitações dos exames imaginológicos, às vezes o profissional tem
que planejar e realizar a cirurgia apenas com o auxílio de radiografias
convencionais, devendo para tanto lançar mão de um exame clínico minucioso
associado a um bom conhecimento semiológico das neoplasias.

Revisão da Literatura
Radiograficamente, as neoplasias ósseas malignas apresentam, geralmente,
margens irregulares e destruição óssea sem remodelação, entretanto essas
características não podem ser utilizadas como diagnóstico final de malignidade,
sendo indispensável, a realização de biópsia (retirada de material para
características do tumor)
estadiamento, planejamento e tratamento cirúrgico de neoplasias malignas da
região bucal e maxilofacial é conveniente o conhecimento da sua extensão, do seu
relacionamento com estruturas circunvizinhas e do seu tipo, associado a um bom
conhecimento anatômico e semiológico, além de bom contraste para diferenciar
tecido neoplásico de tecido normal ao exame imaginológico (Henrot et al., 1999).
Henrot et al. (1999) afirmaram ainda que para se instituir um correto tratamento
deve-se unir os achados clínicos com os imaginológicos, na tentativa de delimitar as
extensões e limites aparentes, superficiais e profundos da lesão.
Devido à complexidade da anatomia óssea crânio-maxilo-facial e da intensa
sobreposição de imagens dos ossos adjacentes, os exames radiológicos
convencionais tornam-se, às vezes, inapropriados para uma adequada análise das
características e limites da neoplasia (Hashimoto et al., 2000).
Atualmente as opções de exames complementares, que auxiliam o diagnóstico e o
planejamento cirúrgico para tratamento de neoplasias ósseas malignas são
diversas, como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, a ultra-
sonografia e a radiografia convencional. Para solicitá-los deve-se agir sempre com
bom senso profissional, dando importância considerável às condições do paciente e
ao tempo disponível para a realização da intervenção, pois as vantagens e
desvantagens destes exames podem repercutir sobre o tratamento e o prognóstico
destas neoplasias (Marsh et al., 1984; Hassfeld & Mühling, 2001).
A introdução da informática por meio dos seus equipamentos e programas foi fator
determinante para o considerável avanço no diagnóstico por imagem e, quando
associado a métodos de exames invasivos, utilizando radiação ionizante, contribui
para melhoria da qualidade e da precisão da imagem (Campos et al., 1998).

• Tomografia Computadorizada (TC)


A TC é um dos exames imaginológicos mais úteis para avaliar neoplasias malignas
por oferecer condições de analisar claramente as alterações de tecidos moles e
ósseos, assim como a extensão da lesão, sendo mais sensível que a ressonância
magnética na detecção de neoplasias ósseas (com ou sem envolvimento de tecido
mole) e superior a outras técnicas, pois tem a capacidade de detectar mínimo
envolvimento da cortical óssea no caso de neoplasias com origem em tecido mole
(Castelijns & Van den Brekel, 1993; Tsue et al., 1994 ; Kurabayashi et al., 1997;
Van den Brekel et al., 1998; Nakayama et al.,1999; Schimming et al., 2000).
Apresenta ainda a capacidade de evidenciar neoplasias não registradas por
radiografias convencionais (Schultz apud Campos et al., 1998). Permite também a
reconstrução em 3-D, que tem como vantagem a capacidade de proporcionar a
observação completa da lesão estereoscopicamente, de qualquer direção ou plano
de secção, facilitando o planejamento cirúrgico (Hashimoto et al., 2000), sendo
necessário, para tanto, a realização de cortes os mais finos possíveis (Nakayama et
al., 1996).
Na morfometria craniofacial, através de recursos imaginológicos, a quantificação e
a exatidão são as principais preocupações para se definir um planejamento
cirúrgico e o prognóstico das diversas lesões (Hildelbolt et al., 1990; Cavalcanti &
Vannier, 1998). Cavalcanti et al. (2004) realizaram medidas de pontos pré-
determinados em reconstruções 3-D com TC de cabeças de peças anatômicas,
depois removeram o tecido mole e realizaram as mesmas medidas no próprio
crânio. Ao analisarem os resultados, observaram que não há diferença estatística
entre eles, concluindo que esse método é de alta precisão e confiabilidade para
análise de tecido ósseo.
Marsh & Vannier (1983) afirmaram que em cirurgias crânio-faciais, uma avaliação
pré-operatória mais consistente, um plano de tratamento mais confiável e um
resultado cirúrgico mais satisfatório são condições que justificam o emprego de
uma reconstrução em 3-D.
Por outro lado, uma das principais desvantagens da TC é a exposição prolongada
do paciente à radiação, que pode ser minimizada com o uso de TC helicoidal, que
apresenta um menor tempo de escaneamento, gerando conseqüentemente, uma
menor exposição à radiação ionizante (Kurabayashi et al., 1997; Cavalcanti &
Vannier, 1998; Hashimoto et al., 2000). Além disso, a TC helicoidal proporciona
mais detalhes, melhor visualização das estruturas anatômicas e maior precisão
para avaliação e planejamento cirúrgico que a TC convencional (Cavalcanti &
Vannier, 1998), tendo a capacidade de detectar o grau de infiltração e
envolvimento das corticais ósseas pela neoplasia, demonstrando excelente
correlação com os achados clínicos (Pereira et al., 2001).
Os artefatos metálicos, como as restaurações dentárias, podem interferir no exame
da imagem tomográfica. Para minimizar essa interferência o plano de
escaneamento e o plano mandibular devem ficar paralelos durante a realização do
exame tomográfico. Caso isso não seja suficiente pode-se lançar mão de outros
exames complementares (Nakayama et al., 1996).

• Ressonância Magnética (RM)


A RM é uma técnica de imagem mais recente, que tem a vantagem de não expor o
paciente à radiação ionizante. Apresenta aplicações determinadas para a região de
cabeça e pescoço, sendo uma prova importante no diagnóstico oncológico, não
excluindo outros recursos imaginológicos como a tomografia computadorizada, a
ultra-sonografia e outras de grande importância em certas ocasiões (Sàez et al.,
1999).
Nakayama et al. (1996) avaliaram imagens de ressonância magnética e de
tomografia computadorizada no diagnóstico de neoplasias malignas da região de
cabeça e pescoço e afirmaram que os exames foram igualmente úteis para o
diagnóstico das neoplasias, sendo que as restaurações dentárias metálicas
interferiram no diagnóstico através da tomografia computadorizada.
Sàez et al. (1999) afirmam que a RM tem maior capacidade de delimitar as
margens da neoplasia que a TC, principalmente em neoplasias nos estágios iniciais
T1 e T2, quando estas estão na medular do osso. O principal problema está na
diferenciação entre tecido neoplásico, infecção crônica e alterações causadas por
radioterapia.
Papadopoulos et al. (2002) afirmaram que, embora as técnicas de reconstrução em
3D pela RM tenham se tornado uma das mais valiosas, sua utilização para tecido
ósseo é limitada devido à baixa concentração de hidrogênio no mesmo,
concordando com Campos et al. (1998) e Zupi et al. apud Schimming et al. (2000)
que afirmaram que a RM não apresenta precisão para análise do osso mandibular.

• Radiografia Panorâmica (RP)


A RP pode evidenciar alterações ósseas em estágios bem iniciais, embora uma
neoplasia possa ser confundida, por exemplo, com uma lesão periodontal, gerando
alto índice de falso-positivos (Nakayama et al., 1999), o que ressalva a importância
da anamnese e exame clínico detalhados, bem como a realização de biópsia para
que se possa estabelecer o diagnóstico de neoplasia e instituir a terapêutica
adequada.
Ela é capaz de fornecer os limites súpero-inferiores da neoplasia, principalmente
em mandíbula, o que é, segundo Nakayama et al. (1999) e Hashimoto et al.
(2000), um dos fatores mais importantes para o planejamento da extensão da
remoção cirúrgica do osso.
Pereira et al. (2001) afirmaram, entretanto, que a radiografia panorâmica
apresenta grande limitação em determinar a localização e extensão das neoplasias
e que a mesma apresentava 0% de sensibilidade para detectar a extensão da
neoplasia para os tecidos moles, sendo incapaz de fornecer dados essenciais para
diagnóstico, tratamento e prognóstico dos carcinomas.

Considerações
Os recursos imaginológicos passaram por grandes avanços, tornando-se capazes de
proporcionar visualização da extensão da neoplasia e do comprometimento das
estruturas circunvizinhas, possibilitando o planejamento de cirurgias mais
conservadoras e com menor morbidade pós-operatória.
Autores como Schimming et al. (2000); Nakayama et al. (1999); Van den Brekel et
al. (1998); Kurabayashi et al. (1997); Tsue et al. (1994) e Castelijns & Van den
Brekel (1993) afirmaram a tomografia computadorizada é o método mais eficiente,
embora segundo Sáez et al. (1999) a ressonância magnética seja mais eficiente
para delimitação das lesões em estágios iniciais.
Embora a maioria dos autores consultados concorde que um melhor plano de
tratamento seja conseguido baseado em reconstrução 3D, gerando cirurgias mais
conservadoras, com menor morbidade e melhor prognóstico, às vezes, devido às
limitações de cada serviço, faz-se necessário lançar mão de imagens tomográficas
2D ou radiográficas convencionais como a panorâmica que, quando associadas à
anamnese detalhada e ao exame clínico minucioso, além de um profundo
conhecimento do comportamento de cada neoplasia, podem possibilitar um
tratamento adequado e satisfatório, com baixa morbidade para o paciente.

Conclusões
O diagnóstico e plano de tratamento das neoplasias malignas devem estar
intimamente ligados a um exame clínico minucioso, anamnese detalhada, bom
conhecimento da semiologia de cada neoplasia e exame imaginológico satisfatório,
que seja ao mesmo tempo acessível.
A TC parece ser o recurso imaginológico mais indicado para avaliação das
neoplasias ósseas do complexo bucal e maxilofacial, sendo um exame de valor
relevante para diagnóstico, estadiamento e planejamento cirúrgico, ainda mais
quando associada à reconstrução em 3D. Uma grande limitação desta técnica ainda
é o alto custo e a exposição prolongada do paciente à radiação. Para solicitá-lo o
cirurgião deve agir com bom senso avaliando seu custo-benefício.

http://www.patologiaoral.com.br/texto84.asp
O osteocondroma é uma exostose óssea, coberta por uma capa de cartilagem e classificada
como lesão benigna latente (B-1) ou ativa (B-2). Pode ser considerado um defeito do
desenvolvimento em que há um distúrbio na localização e direção da cartilagem encondral de
crescimento, mais do que uma verdadeira neoplasia. A exostose é produzida por uma
ossificação progressiva da capa de cartilagem hialina, que atua como placa de crescimento e
vai deixando à jusante osso esponjoso desorganizado, mas histologicamente normal.

ETIOLOGIA

Parece que a causa mais provável do osteocondroma é a modificação na direção de


crescimento da placa fisária, com protrusão lateral de porções dessa placa, causando o
desenvolvimento de proeminências ósseas, excêntricas e cobertas de cartilagem (35).

INCIDÊNCIA e LOCALIZAÇÃO

O osteocondroma é o tumor benigno mais comum. Aproximadamente 10% entre todos os


tumores ósseos e 30% entre os tumores benignos são osteocondromas. A exostose costuma
ser detectada na infância e adolescência (Fig. 50)

50. Esquema mostrando incidência, faixa etária e localização do osteocondroma.

Os osteocondromas ocorrem em ossos que apresentam ossificação endocondral. A localização


principal é a região do joelho, metáfise distal do fêmur e proximal da tíbia. Em seguida, a região
proximal do úmero e do fêmur. As lesões são localizadas na região metafisária do osso e
tendem a crescer no sentido da diáfise, afastando-se da epífise.

ANATOMIA PATOLÓGICA

A lesão pode ser séssil ou pediculada. A exostose é coberta por uma camada fina de
pericôndrio, que é aderente à cartilagem e contínua com o periósteo do osso adjacente. A capa
de cartilagem costuma variar de 1 a 3 mm em espessura. Quanto mais jovem o paciente, mais
espessa é a capa de cartilagem. O interior da exostose é constituído por osso esponjoso
normal, que é contínuo com o osso da metáfise adjacente. Uma bolsa pode se formar sobre o
osteocondroma e geralmente é decorrente do processo inflamatório que ocorre pela irritação
dos músculos e tendões adjacentes. A bolsa pode conter líquido e corpos fibrosos, algumas
vezes calcificados. O exame microscópico revela ossificação endocondral normal; focos de
cartilagem proliferativa são encontrados nas camadas profundas. Pode haver medula óssea
fibrosada, impregnada por detritos de cartilagem calcificada. A medula óssea do interior da
exostose é predominantemente gordurosa (35).

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS

A lesão é freqüentemente descoberta incidentalmente, no exame radiográfico ou durante a


palpação de uma massa na região acometida. A dor resulta do trauma direto no tumor ou do
processo inflamatório que acomete a bolsa adjacente ao osteocondroma. Pode ocorrer fratura
geralmente da base da exostose e conseqüente dor localizada (Fig. 51).
51. Radiografia da extremidade proximal do fêmur de um
paciente portador de exostose múltipla hereditária. Note
que houve transformação maligna para condrossarcoma
na região do ísquio esquerdo. Note também a deformidade
do colo femoral.

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

O osteocondroma é uma exostose, uma projeção óssea com a cortical contínua com a do osso
subjacente, preenchida por osso esponjoso que também é contínuo com o da metáfise.

A capa cartilaginosa da exostose não é vista através de radiografias simples e há necessidade


da tomografia axial computadorizada para determinar sua real extensão, assim como a
presença e tamanho da "bursa". No entanto, massas de cartilagem calcificada podem ser
visíveis como manchas algodonosas características no exame radiográfico. A tomografia axial
computadorizada é de valia no estudo dos osteocondromas que se localizam nas cinturas
escapular e torácica, na coluna e na raiz dos membros, mostrando com precisão o verdadeiro
tamanho da lesão e sua relação com as estruturas vizinhas (Fig. 52).

52. Aspecto típico da radiografia de um osteocondroma


na extremidade proximal do úmero.

TRATAMENTO

A simples presença de um osteocondroma solitário não é uma indicação absoluta para sua
ressecção cirúrgica. A ressecção do osteocondroma está indicada quando houver compressão
de nervos, artérias, tendões ou quando a exostose estiver interferindo com o crescimento da
extremidade, levando a alterações funcionais ou mecânicas, ou quando houver irritação da
"bursa". A fratura do osteocondroma pode ocorrer e nessa circunstância pode-se optar pelo
tratamento conservador ou cirúrgico. Durante a cirurgia, a exostose com sua capa cartilagínea
e o pericôndrio devem ser removidos como um bloco, na tentativa de se evitar a recorrência do
processo.

MALIGNIZAÇÃO DA EXOSTOSE

A malignização do osteocondroma deve ser suspeitada quando o osteocondroma começa a


crescer rapidamente e o paciente refere aparecimento de dor. A incidência de malignização em
osteo-condromas solitários é de 0.1%, na E.P.M. (45). Os achados radiográficos precoces são
a perda da linha de demarcação na superfície externa da exostose e a perda de continuidade
da exostose com a cortical óssea, além do aumento da espessura da capa de cartilagem. O
diagnóstico e o tratamento precoce devem ser realizados, ressecando-se a lesão. A
transformação costuma ocorrer para condrossarcoma grau I (baixo grau) de malignidade e o
prognóstico, desde que seja feita uma cirurgia com margens amplas, é satisfatório, com
pequena chance de recidiva ou metástases.

São comuns as recidivas em partes moles que aparecem após a ressecção marginal da
exostose, quando blocos de células cartilaginosas ficam implantados nos tecidos moles. Em
vista disso, a ressecção deve ser feita sem se descolar o pericôndrio da exostose. O periósteo
da base da exostose deve ser incisado, geralmente em forma de elipse, facilitando assim a
ressecção do pericôndrio e do periósteo que recobrem o osteocondroma.

http://www.unifesp.br/dorto-onco/livro/tumor4p3.htm

III - TUMORES PRODUTORES DE TECIDO ÓSSEO

4 – OSTEOSSARCOMA

O osteossarcoma é o sarcoma primário do osso mais comum, representando aproximadamente


20% de todos os sarcomas (82). A definição do osteossarcoma por nós utilizada implica: um
tumor maligno formador de osso com: 1) presença de um estroma francamente sarcomatoso e
2) a formação de osteóide neoplásico e osso pelos osteoblastos malignos (22) (Figs. 26, 27, 28
e 29).

Existem várias formas de osteossarcoma:

• osteossarcoma clássico ou central: desenvolve-se no interior do osso;


• osteossarcoma justacortical: desenvolve-se junto ao periósteo, relacionado ao tecido
conetivo periosteal;
• osteossarcoma endosteal: é uma forma recém descrita de osteossarcoma que tem
origem no endósteo, dentro do osso; é uma forma maligna de baixo grau que cresce
lentamente e metastatiza tardiamente;
• osteossarcoma telangiectásico: é uma forma maligna de alto grau que mostra pouca
ou nenhuma evidência de ossificação, sofrendo necrose, degeneração cística e
fraturas patológicas devido a seu rápido crescimento (29),(36);
• osteossarcoma secundário à irradiação: é uma forma maligna de alto grau que se
desenvolve alguns anos depois de radioterapia, geralmente nas áreas de "sombra" da
aplicação;
• osteossarcoma secundário à doença de Paget: não é encontrado em crianças,
sendo responsável por um pico de incidência nas faixas etárias mais avançadas.

26 A 26 B
26 C 26 D

26. Osteossarcoma. (A) Note o osso maligno (Tu) invadindo a medula


óssea (MO) ao lado das trabéculas ósseas existentes (TO).
(B) note o osteóide imaturo (Ost) produzido pelas células
osteoblásticas malignas (OM) e a presença de várias células
mesenquimais
de aspecto bizarro (setas); (C) note o osteóide imaturo (ost)
produzido pelos osteoblastos atípicos (setas.).
(D) osteossarcoma justacortical. Note as ilhas ósseas normais (IO) ao
lado do estroma fibroso.
Note a grande diferença histológica com o osteossarcoma central.

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS

O osteossarcoma clássico ou central costuma ocorrer em adolescentes e adultos jovens.


Aproximadamente metade dos osteossarcomas centrais ocorrem na região do joelho, sendo a
extremidade distal do fêmur a localização mais freqüente.

O osteossarcoma central costuma acometer a região metafisária de um osso longo; quando a


fise ainda está presente, o tumor costuma permanecer na metáfise, sem atravessar a placa de
crescimento e sem acometer a epífise. Há no entanto exceções e às vezes podemos encontrar
osteossarcomas epifisários. Além disso, as lesses diafisárias e as dos ossos chatos não são
incomuns (52). Assim como em outros tumores ósseos, os sintomas não são específicos. A
presença de dor e de uma massa são freqüentes. Pode haver aumento de temperatura e a
presença de veias do subcutâneo dilatadas pelo crescimento do tumor.
Não são freqüentes as fraturas patológicas. Os sintomas costumam estar presentes vários
meses antes do diagnóstico definitivo. Raramente a criança apresenta comprometimento do
estado geral, mesmo nos osteossarcomas de grande tamanho.

Há um interesse relativo nos exames laboratoriais no diagnóstico e prognóstico dos pacientes


com osteossarcoma central. O nível sérico da fosfatase alcalina, que indica a atividade
osteoblástica, é de relativo valor e pode estar grandemente elevado. No entanto, valores
normais não afastam o osteossar-coma central, nem tampouco, na evolução, significam cura
do processo. Atualmente estão sendo realizados estudos prospectivos para se estudar a
dosagem da fosfatase alcalina diretamente no tecido neoplásico.

OSTEOSSARCOMA

27. Esquema mostrando incidência, faixa etária e localização do


osteossarcoma.

28 A 28 B

28. Radiografia de frente (A) e perfil (B) de um paciente portador de


osteossarcoma da extremidade
proximal da tíbia. Note no perfil a invasão extracortical do tumor, em
direção à região poplítea.

29 A 29 B
29. Radiografia do fêmur, de frente (A) e perfil (B), de uma criança
portadora de osteossarcoma.
Note a metástase salteada ("skip metastasis") na região proximal da
diáfise do fêmur.

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

O osteossarcoma central é freqüentemente visto como uma lesão destrutiva com bordos
indistintos, que gradualmente destrói a cortical óssea e apresenta invasão extra-óssea.
Quantidades variadas de calcificação e de osso mineralizado estão freqüentemente presentes
dentro da lesão (Fig. 30).
30. Radiografia mostrando o triângulo de Codman
em um osteossarcoma da extremidade distal do fêmur.

A reação periosteal está freqüentemente presente e tem uma aparência de "raios de sol". Pode
haver também o conhecido "triângulo de Codman", que representa o levantamento do
periósteo, ocasionado pelo crescimento do tumor. No triângulo há osso neoformado normal
( Figs. 31 e 32).
31. Radiografia de um corte da peça cirúrgica de um
osteossarcoma do úmero, onde se evidencia a reação
periosteal em raios de sol e a invasão da epífise,
através da placa de crescimento.

32 A 32 B

32 C
32. Radiografia da metade distal do fêmur em frente (A) e perfil (B)
de um paciente portador de osteossarcoma,
e da parte proximal do fêmur e da bacia (C), com comprometimento
disseminado.

O aspecto do tumor pode variar grandemente. Os tumores predominantemente osteoblásticos


costumam apresentar grandes áreas de osso esclerótico com o aspecto radiográfico mais
comum. Se o tumor é primariamente telangiectásico, a lesão pode aparecer totalmente lítica e
cística. Nesses casos o diagnóstico pode ser confundido com um cisto ósseo aneurismático ou
com um tumor de células gigantes.

A tomografia axial computadorizada é de grande valor na avaliação da destruição e produção


óssea. O grau de extensão extra-óssea e a relação com os planos fasciais vizinhos são
demonstrados com precisão pela TAC. Metástases salteadas maiores do que 2 mm podem ser
diagnosticadas pela TAC, informação imprescindível no planejamento cirúrgico (35) (Fig. 33).

33 A 33 B
33 C 33 D

33. Radiografia de frente (A) e de perfil (B) de um paciente portador


de osteossarcoma da extremidade proximal da tíbia,
onde se nota o tumor intra-ósseo estendendo-se para a região
extracortical poplítea. Note em (C) e em (D) o
comprometimento extra-ósseo na ressonância magnética.

A ressonância nuclear magnética é de valor no diagnóstico da invasão extra-óssea dos tecidos


circundantes do tumor e é de extrema valia no estadiamento pré-operatório (96) (Fig. 34).
34 A 34 B

34 C 34 D

34. Radiografia de frente (A) e ressonância magnética (B) de um


paciente portador de osteossarcoma
da extremidade proximal da tíbia. Note a invasão extracortical bem
visibilizada na ressonância, assim
como o comprometimento da epífise através da placa fisária. Na
radiografia (C) de frente e (D) de perfil
nota-se a resposta do tumor após a quimioterapia.
A cintilografia do esqueleto com tecnécio é de valia no diagnóstico da extensão do tumor no
osso comprometido, além de auxiliar no diagnóstico das metástases salteadas e das
metástases em outras regiões do esqueleto.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

O diagnóstico clínico e radiográfico do osteossarcoma central deve ser confirmado pela biópsia,
se possível percutânea com trefinas, antes do tratamento definitivo (40),(41),(46).

Calo ósseo, osteomielite sub-aguda, miosite ossificante ativa, cisto ósseo aneurismático e
granuloma eosinófilo são algumas das condições benignas que podem facilmente ser
confundidas com o osteossarcoma central. Entre as lesões malignas, o tumor de Ewing, o
fibrossarcoma e o carcinoma metastático são lesões que devem ser consideradas no
diagnóstico diferencial.

ESTADIAMENTO

Um estadiamento cuidadoso deve preceder o tratamento dos tumores do esqueleto (39). Tanto
o estadiamento como a biópsia devem ser realizados pelo cirurgião que irá realizar a cirurgia
definitiva. Freqüentemente biópsias mal realizadas provocam uma extensão
extracompartimental de uma lesão a princípio intracompartimental, formação de hematoma e
complicações na cicatrização da ferida da biópsia (60). No Departamento de Ortopedia da
Escola Paulista de Medicina utilizamos as biópsias percutâneas no diagnóstico dos tumores
ósseos, com uma precisão diagnóstica de 90% com o método (38),(40),(41),(46).

TRATAMENTO

Até por volta de 1975, o tratamento de escolha para o osteossarcoma central era a cirurgia
ablativa (20),(22),(31). O controle local primário da lesão era obtido na maioria dos casos com a
amputação do membro acometido, ou pela desarticulação da extremidade. No entanto, a
sobrevida em cinco anos desses pacientes era de apenas 20%, mesmo nos melhores centros
de tratamento dos Estados Unidos e da Europa, provavelmente porque 80% dos pacientes já
apresentavam, no momento do diagnóstico e da cirurgia, doença microscópica sistêmica.

Após essa época, com a advento de novas drogas quimioterápicas, houve uma mudança no
prognóstico e na sobrevida dos pacientes com osteossarcoma. Atualmente, em nosso meio, a
sobrevida atuarial em 5 anos é de 67%, que se aproxima dos resultados internacionais de
sobrevida livre de doença (73),(76),(80). Isto se deve, além dos novos agentes quimioterápicos,
ao diagnóstico precoce, ao estadiamento preciso e à cirurgia ortopédica, de preservação do
membro, com quimioterapia pré e pós-operatória.

A taxa de recidiva local após um procedimento cirúrgico conservador nos pacientes com
osteossarcoma central é de aproximadamente 7%, em nosso meio.

No momento, os agentes quimioterápicos utilizados em nosso protocolo são epirrubicina,


carboplatina, ifosfamida e methotrexate em altas doses. (6),(27), (80),(99). A quimioterapia
deve ser administrada pelo oncologista clínico e o paciente tratado por uma equipe
multidisciplinar.

O plano de tratamento para o osteossarcoma central consiste em:

1. estadiamento e biópsia para se ter o diagnóstico definitivo;


2. quimioterapia neo-adjuvante pré-operatória, com methotrexate em altas doses
endovenoso ou epirrubicina, carboplatina, ifosfamida endovenosas, num total de 4
ciclos, o que leva aproximadamente 12 semanas. As principais vantagens da
quimioterapia pré-operatória são: a redução do edema, a diminuição do tamanho do
tumor e o efeito sobre as micro-metástases;
3. cirurgia, que pode ser ablativa (amputação) ou de preservação do membro
(ressecções, endo-próteses, homo-enxertos) (29), dependendo da resposta do tumor
ao tratamento pré-operatório, da localização da lesão, da idade do paciente e da
perspectiva de crescimento da extremidade (86);
4. quimioterapia pós-operatória: 6 ciclos, aplicados em um período de aproximadamente
15 semanas após a cirurgia. A manutenção ou não do esquema de quimioterapia ou o
acréscimo de novas drogas depende da resposta histológica do tumor à quimioterapia
pré-operatória (74) (Fig. 35).

35 A

35 B

35. Radiografia (A) e tomografia computadorizada (B) de um paciente


portador de
um osteossarcoma na extremidade proximal da diáfise da fíbula.

Considera-se a resposta:

• Grau I: aquela na qual houve mínimo ou nenhum efeito da quimioterapia pré-operatória


no tumor;
• Grau II: a resposta foi parcial com 50 a 90% de necrose;
• Grau III: houve mais do que 90% de necrose, mas focos de tumor viável são vistos em
algumas lâminas; e
• Grau IV: onde não se encontrou nenhuma área de tumor viável.

Nos Graus I e II de resposta à quimioterapia pré-operatória, os agentes quimioterápicos são


trocados, enquanto que nos graus III e IV, o esquema é mantido. Esta individualização
efetivamente melhorou a compreensão do prognóstico e das diferenças de sobrevida nos
pacientes (77).

Apesar do tratamento quimioterápico neo-adjuvante ser realizado em todos os pacientes


elegíveis, nem sempre é possível a realização de uma cirurgia de preservação do membro
("limb salvage") (Figs. 36, 37, 38 e 39).
36 A 36 B

36 C 36 D

36. Radiografia de frente (A) e de perfil (B) de um paciente portador


de osteossarcoma na extremidade distal do fêmur,
onde se evidencia a invasão extracortical e o triângulo de Codman. Note
em (C) o aspecto do fêmur após a substituição,
com osso de banco, do segmento distal do fêmur. Em (D) nota-se o
aspecto radiográfico após a consolidação e integração
do enxerto de banco.

37 A 37 B

37. Radiografia da extremidade distal de um fêmur acometido por


osteossarcoma, antes (A) e depois (B)
do tratamento quimioterápico pré-operatório. Note que houve delimitação
das margens do tumor, assim
com sua calcificação, o que fala a favor de boa resposta.

38 A 38 B
38 C 38 D

38. Radiografia da peça (A), peça cirúrgica (B) e radiografia da


extremidade distal do fêmur
com 1 ano e 4 meses de pós-operatório, em frente (C) e perfil (D) de um
paciente portador de
osteossarcoma da extremidade distal do fêmur que foi submetido à
ressecção e substituição
por osso de banco.
39 A 39 B

39. Radiografia do joelho de um paciente submetido à


substituição por endoprótese não convencional de joelho.

Deve-se lembrar que esta técnica de cirurgia conservadora só está indicada quando garantir ao
paciente uma sobrevida exatamente igual ou melhor do que a amputação. Isto só é possível
nos pacientes em que o tumor é diagnosticado precocemente, apresenta as estruturas neuro-
vasculares adjacentes livres e principalmente não apresenta um grande tamanho. Hoje em dia
sabemos que os pacientes portadores de osteossarcomas maiores do que 12 cm no maior
diâmetro têm uma porcentagem de sobrevida muitas vezes menor do que aqueles pacientes
com osteossarcomas menores do que 12 cm de diâmetro (73).

No membro inferior, a discrepância esperada ao término do crescimento da extremidade não


pode ser maior do que 6 cm e a cirurgia deve dar estabilidade ao membro, enquanto que, no
membro superior, o objetivo é manter a extremidade porque a sensibilidade e a função da mão
e dos dedos são o principal objetivo do tratamento, não importando as discrepâncias de
comprimento do membro resultantes da cirurgia preservadora.

A presença de metástases pulmonares, embora modifique o prognóstico da doença, não


contra-indica o tratamento clinico ou cirúrgico (81) e a regra é a realização de toracotomias
para a ressecção das metástases. O objetivo da cirurgia é o de ressecar todas as metástases
presentes (97) (Fig. 40).
40. Radiografia do tórax de um paciente portador de metástases
de um osteossarcoma da extremidade distal do fêmur.

O osteossarcoma central é por nós considerado um tumor rádio-resistente, não se indicando a


radioterapia como modalidade de tratamento nesses tumores.

Vários estudos genéticos estão sendo conduzidos no sentido de se detectar precocemente o


osteossarcoma ou de se estudar seu prognóstico ou mesmo sua resistência à quimioterapia,
como o estudo do MDR ("multiple drug resistence") (75). O estudo do gene supressor p53 tem
mostrado alterações em aproximadamente 3.0% de crianças com osteossarcoma (63). Outros
genes, como o "p16" e o "gene RB" estão sendo estudados na tentativa de correlacionar
eventuais mutações com o prognóstico do paciente, bem como com o diagnóstico precoce.

Uma correlação entre o anticorpo monoclonal Ki-67, determinado pelo Ki-67 LI ("labeling
index") e o grau histológico, foi observada nos osteossarcomas. O índice é mais elevado em
pacientes com osteossarcomas de maior agressividade e que por sua vez responderam melhor
ao tratamento quimioterápico pré-operatório (89).

PROGNÓSTICO

Hoje podemos afirmar que o prognóstico do paciente depende do tamanho do tumor e das
margens cirúrgicas conseguidas. Os pacientes com tumores de diâmetro menor do que 12 cm
apresentaram, em nosso estudo, uma sobrevida de 65% em 5 anos, enquanto que aqueles
com tamanho maior do que 12 cm apresentaram uma sobrevida de 52% em 5 anos. Além
disso, os pacientes que apresentaram tumores menores do que 12 cm foram submetidos em
84% das vezes a cirurgia preservadora do membro, contra apenas 47% dos pacientes com
tumores maiores do que 12 cm (74). Sabemos também que fatores como sexo e localização
anatômica da lesão não estão associados à recidiva local ou ao prognóstico, enquanto que a
porcentagem de indução de necrose pela quimioterapia e as margens cirúrgicas conseguidas
na cirurgia são fatores associados ao controle local (24),(75).

http://www.unifesp.br/dorto-onco/livro/tumor3p4.htm

Definição:

Crescimento anormal de células dentro de um osso. Pode ser benigno ou maligno


(canceroso).
Causas, incidência e fatores de risco:

A causa dos tumores ósseos é desconhecida. Eles podem aparecer em áreas de


crescimento rápido. Outras teorias citam a hereditariedade, traumas e radiação
como possíveis causas.

Os tumores ósseos podem ser benignos ou malignos. Os osteocondromas são os


tumores ósseos benignos mais comuns e são mais freqüentes entre os 10 e 20
anos. Alguns tumores ósseos benignos têm regressão espontânea e não requerem
tratamento. Estes tumores benignos são monitorados periodicamente por meio de
raio X.

Os tumores ósseos malignos ocorrem como um tumor ósseo primário ou como


metástase, câncer que se propaga de outra área do corpo. Tumores ósseos
primários são raros (menos de 1% de todos os tumores malignos) e são mais
comuns em homens jovens. Os tumores ósseos malignos incluem osteossarcomas,
sarcomas de Ewing, fibrosarcomas e condrosarcomas. As lesões metásticas dos
ossos normalmente são provenientes de câncer de mama, pulmão, próstata, rins e
tireóide. Estas formas de câncer geralmente afetam pessoas idosas.

O câncer ósseo predominou em indivíduos que pintavam faces de relógios com


rádio (para produzir mostradores que brilham no escuro), uma prática abandonada
na metade do século. O pintor "molhava" a ponta do pincel com a língua (para
produzir um trabalho fino) e absorvia minúsculas quantidades de rádio, que eram
depositadas nos ossos e causavam câncer. A incidência de câncer ósseo também é
maior em famílias com antecedentes de retinoblastoma. A incidência de câncer
ósseo em crianças é de aproximadamente 5 casos em cada um milhão de crianças
por ano.

http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/001230.htm
Os joelhos são normalmente afetados

Dr.Jairo Andrade e a fisioterapeuta Andiara Vilefort


Fernanda d´Oliveira

Conhecido há séculos e com tratamento, antigamente, restrito a amputações, o tumor


ósseo, até a metade do século XX, era tão pouco avaliado, assim como a oncologia
ortopédica, que não passava de um embrião de tudo que é conhecido nos dias de hoje. Após
duas décadas, em torno dos anos de 1970, novas modalidades de doença foram descritas,
segundo o site tumor ósseo.com, do professor doutor Márcio Moura. E é nesta nova direção
que caminha o médico Jairo Andrade Lima, professor de Ortopedia, da Universidade
Federal de Pernambuco, Mestre em Cirurgia, pela mesma universidade, e Doutor em
Ortopedia pela Unifesf – Universidade Federal de São Paulo. Em 1982, ele se especializou
em ortopedia pediátrica e, quatro anos depois, em oncologia ortopédica, pela USP –
Universidade São Paulo.

Voltar-se para o tratamento do tumor ósseo foi uma opção natural na vida desde médico,
que convivia com o problema há muitos anos. “Eu já era voluntário do Hospital do Câncer,
isto desde 1972, e via o sofrimento das crianças. Como médico, foram 20 anos no trabalho
voluntário”, conta dr. Jairo, lembrando que se a doença for considerada como tumor
primitivo, representa 3% de todo tipo de câncer. “Se partirmos para a metástase, este
percentual triplica, já que câncer de mama, próstata e pulmão, todos eles dão metástase
para o osso”, alerta.

Segundo ele, o sintoma da doença, bem característico, é o de uma dor que não passa, em
crianças e adolescentes, na proximidade dos joelhos. Em idosos, a dor aparece na coluna,
cintura, escapular (omoplatas e clavículas) e bacia. “Longe de ser uma doença hereditária, o
câncer de osso é uma ocorrência na vida da pessoa, que já nasce sem esta defesa no
organismo. E o local mais comum, no corpo humano, é próximo ao joelho. Acredita-se que
esta incidência maior acontece por ser a maior articulação do corpo humano, e com uma
baixa circulação sanguínea”, diz o médico Jairo Andrade Lima.

Sobre as chances de cura, ele é claro em mostrar que, como em todo tumor, há os benignos
e os malignos. “Quanto aos primeiros, todos têm cura. Os malignos, com tratamento de
quimioterapia e cirurgia, têm cura em 70% dos casos. Hoje em dia, eventualmente fazemos
uma amputação, bem diferente do tratamento feito antigamente”, compara. Como em
qualquer tipo de câncer, o de tumor ósseo tem maior chance de cura quando o diagnóstico é
precoce. “Quanto mais cedo, maior é a chance de vida. E o tratamento é praticamente o
mesmo de outros cânceres: realiza-se a biópsia, é feita a quimioterapia, depois a cirurgia,
depois mais quimioterapia. Para o tumor ósseo, especificamente, são cinco ciclos pré-
operatórios (um por mês), cirurgia, e mais sete ciclos (também de um por mês). O
tratamento leva um ano para ser feito.”

Este tratamento pode parecer longo, mas o resultado é dos melhores, com sobrevida média
por cinco anos. Há, ainda, 50% de chances para uma sobrevida de 10 anos. E depois de 10
anos de sobrevida, raramente a doença retorna. “São estas as normas para o tratamento do
Osteosarcoma e para o Tumor de Ewing, que são tumores da infância e adolescência e que
incidem perto do joelho. No paciente adulto, o tumor mais freqüente é o Mieloma Múltiplo,
que abrange vários ossos, como coluna, bacia e crânio. Para este, não há indicação de
cirurgia. Só se o osso estiver fraco e quebrar. O tratamento é só através da
quimioterapia.”

Mas como encarar uma doença que tem maior incidência na criança e no adolescente, faixa
etária cheia de planos, de sonhos, e com a perspectiva de uma vida inteira pela frente?
Jairo Andrade Lima responde que a primeira coisa é ter o problema da morte resolvido. E a
questão é dividida em grupo, já que o onco ortopedista não trabalha só. “Formamos uma
equipe com o onco pediatra, psicólogo, assistente social, fisioterapeuta, terapeuta
ocupacional e o oncologista ortopédico”, explica o médico, que mostra que a maior incidência
do Osteosarcoma é um pouco maior nas mulheres, sem que, para isto, haja uma explicação
científica.

Para quem imagina que a atividade física possa ter importância no aparecimento de tumor
ósseo, dr. Jairo Andrade Lima nega a afirmativa. “Não se conhecem fatores que
predisponham a estes tumores. E mais uma vez eu alerto para o diagnóstico precoce, como
um dos maiores combates à doença. Sempre que se diagnosticar precocemente, as chances
de cura serão maiores. Temos que ficar atentos à dor que não passa. A melhor saída é ir
direto ao ortopedista”, ressalta, acreditando que exista um novo caminho para o
tratamento do câncer em geral e não só do câncer do tumor ósseo: “Este caminho é o
tratamento de câncer pela imunoterapia, desenvolvendo no organismo das pessoas
imunidade para a doença. Falo aqui sobre qualquer tipo de câncer. Acho que o caminho é
esse: ativar o corpo da pessoa a se defender”.

http://www.aninhacamelo.com.br/index.php?
blog=2&p=418&more=1&c=1&tb=1&pb=1
que é o Câncer?

Câncer é o crescimento de células anormais que trabalham para destruir o corpo. Essas
células normalmente começam crescer em uma área do corpo e, sem a detecção precoce
podem se espalhar para outros órgãos por meio do sangue e do sistema linfático.

Tipos de tumores

Normalmente, as células que compõem os tecidos do organismo crescem, dividem- se e são


substituídas de uma forma ordenada. Este processo mantém o corpo em um bom estado de
funcionamento. Caso as células percam a capacidade de controlar seu crescimento, elas se
reproduzem muito rapidamente e de forma desordenada levando a formação de grandes
massas que são denominadas tumores ou neoplasias. Os tumores podem ser benignos,
malignos, ou intermediários.

Tumores benignos não são câncer, ou seja, eles não tem a capacidade de se espalhar para
outras partes do corpo e raramente são uma ameaça à vida. Tumores benignos geralmente
podem ser removidos cirurgicamente. Em alguns casos podem apresentar recidiva local que
geralmente pode ser removida com nova cirurgia.

Tumores malignos são câncer. Eles podem invadir e destruir tecidos e órgãos saudáveis ao
redor da lesão inicial invadindo outros tecidos. As células cancerosas também podem entrar na
corrente sanguínea ou no sistema linfático e se espalhar para outras partes do corpo, sendo
denominadas metástases.

Tumores intermediários são tumores em um estado de transição entre benignos e malignos.


Seu comportamento biológico é variável, podendo apresentar características benignas e
malignas ao mesmo tempo sendo que o seu comportamento local é geralmente agressivo.

Tipos de Câncer

Os carcinomas são os tumores malignos mais comuns e incluem 85-90% do total anual de
casos de câncer. Os carcinomas mais comuns se originam no pulmão, mama, próstata e rins,
entre outros órgãos. Estes tumores metastatizam para o esqueleto, podendo resultar em
fraturas que exigem a fixação cirúrgica ou substituição por próteses metálicas.
As neoplasias hematopoiéticas surgem nas células originadas na medula óssea e linfonodos.
Exemplos destes tumores são leucemias, mieloma múltiplo e linfomas. Eles constituem cerca
de 10% do total de neoplasias diagnosticadas anualmente e são geralmente tratados com
quimioterapia e / ou radioterapia sendo a cirurgia raramente necessária.
As metástases de carcinomas e o mieloma múltiplo são os tumores ósseos malignos mais
comuns e acometem principalmente pacientes acima dos 40 anos de idade.
Sarcoma é um tumor maligno primário do sistema músculo- esquelético e pode surgir em
qualquer osso ou tecido mole. O câncer que se inicia no osso é chamado de sarcoma ósseo
primário, sendo os exemplos mais comuns o osteossarcoma, sarcoma de Ewing e o
condrossarcoma.

Os sarcomas de partes moles são tumores malignos que podem apresentar características de
músculos. Os exemplos mais comuns destes sarcomas são o fibrohistiocitoma maligno, o
lipossarcoma, o sarcoma sinovial e o tumor maligno da bainha neural. Os sarcomas são raros,
constituindo 0.5% do total do número anual de novos cânceres, e são 200 vezes menos
comuns do que os carcinomas.

Tumores ósseos

Tumor é um nódulo ou uma massa que se forma quando células se dividem de forma
incontrolável. A maioria dos tumores ósseos primários, ou seja, que nascem no osso tem
causa desconhecida. Os tumores que nascem em outra parte do organismo e se espalham
para o osso se denominam lesões ósseas secundárias ou metástases ósseas. Com o
aumento do tumor há substituição do tecido ósseo sadio por células tumorais podendo
enfraquecer os ossos e levar a fraturas patológicas. Tumores agressivos podem levar à
incapacidade ou morte, especialmente se sinais e sintomas não forem detectados de forma
precoce.
A maioria dos tumores ósseos são benignos. Alguns tumores podem se espalhar e levar a
metástases à distância e por isso são denominados malignos. Isso ocorre através do sangue
ou do sistema linfático. Muitas vezes, outras patologias como infecção, fraturas por estresse e
outras alterações ósseas podem lembrar tumores e são chamadas lesões pseudotumorais.

Tipos de tumores ósseos

Os quatro tipos mais comuns de tumores ósseos malignos são:

Mieloma Múltiplo

O mieloma múltiplo é o tumor maligno primário mais comum do osso. É um tumor maligno da
medula óssea. O mieloma múltiplo acomete cerca de 20 milhões de pessoas por ano no
mundo. A maioria dos casos atinge pacientes com idades compreendidas entre os 50 e os 70
anos. Qualquer osso pode ser envolvido.

Osteossarcoma

O osteossarcoma é o segundo tumor ósseo mais comum. É um tumor raro e ocorre em duas
ou três novas pessoas por milhão de pessoas anualmente. A maioria dos casos ocorre em
adolescentes ao redor do joelho.

Sarcoma de Ewing
O sarcoma de Ewing é mais comum entre 5 e 20 anos de idade. As localizações mais
comuns são fêmur, bacia,úmero e escápula.

Condrossarcoma

O Condrossarcoma ocorre mais comumente em pacientes entre 40 e 70 anos de idade. A


maioria dos casos ocorre ao redor do quadril e pelve ou do ombro.

Existem muitos tipos de tumores ósseos benignos. Os tipos mais comuns incluem:

• Fibroma não ossificante


• Cisto ósseo simples unicameral
• Osteocondroma
• Tumor de células gigantes
• Encondroma

Sintomas

A maioria dos pacientes com um tumor ósseo sente dor. A dor é geralmente descrita como
forte e maçante. A dor pode ou não piorar com a atividade física e muitas vezes o paciente
acorda durante a noite.

Embora tumores não sejam causados por trauma, ocasionalmente, uma lesão tumoral pode
começar a doer após episódio traumático que é observado em cerca de metade dos pacientes.
Os tumores ósseos podem causar uma lesão que enfraquece o osso podendo levar a fraturas
e piora da dor. Alguns tumores podem causar febre e sudorese noturna e muitos pacientes não
têm quaisquer sintomas, a não ser uma massa indolor.

Ocasionalmente tumores benignos podem ser descobertos acidentalmente quando raios-X são
feitos por outros motivos, tais como um entorse do tornozelo e tendinites no ombro

Diagnóstico

Se você acha que pode ter um tumor ósseo, consulte um especialista em oncologia ortopédica
o mais rapidamente possível para o diagnóstico e tratamento. O médico irá recolher
informações detalhadas sobre saúde geral, o tipo do tumor, tamanho, localização e possível
extensão da lesão.
História Médica

O médico irá obter uma história clínica completa. Isto inclui os medicamentos que toma,
detalhes sobre os antecedentes de tumores ou neoplasias que você ou seus familiares possam
ter tido, e os sintomas que você está enfrentando.

Exame Físico

O seu médico irá examiná-lo fisicamente. O foco é a massa tumoral, avaliação de sua textura e
localização, qualquer alteração nas articulações e amplitude de movimento. Em alguns casos,
o médico pode querer examinar outras partes do seu corpo para avaliar se houve propagação
da lesão.

Exames

O seu médico irá provavelmente obter raios-X. Diferentes tipos de tumores têm características
diferentes em relação a radiografia. Alguns tumores têm destruição óssea e alguns podem
formar osso ou causar deformidades.As vezes é necessário a complementação com outros
exames como tomografia computadorizada, ressonância magnética , cintilografia óssea e
exames laboratoriais.

Biópsia

A biópsia é um outro procedimento que pode ser realizado para confirmação diagnóstica em
alguns casos. Uma biópsia retira uma amostra de tecido do tumor que será examinada sob um
microscópio por um médico patologista.Existem dois métodos básicos de se fazer uma biópsia.

Biópsia por agulha

O médico insere uma agulha para remover o tumor de alguns tecidos. Isto pode ser feito no
consultório médico com anestesia local, no centro cirúrgico sob anestesia ou , em alguns caos,
um radiologista pode fazer uma biópsia com agulha, usando algum tipo de imagem como uma
tomografia computadorizada ou ultra- som para ajudar a direcionar a agulha em direção ao
tumor.

Biópsia aberta

Neste caso, o médico remove o tecido cirurgicamente. O paciente é submetido a anestesia


geral ou raquianestesia e uma pequena incisão é feita para remoção do tecido tumoral

O tratamento dos tumores malignos

Se você for diagnosticado com um tumor ósseo maligno, você pode querer ter uma segunda
opinião para confirmá-la. Se você tem câncer ósseo, a equipe pode incluir vários especialistas
como um oncologista ortopédico, um médico oncologista, um radioterapeuta, um radiologista e
um patologista. As metas do tratamento incluem a cura do câncer e a preservação da função
do membro. O tratamento depende de vários fatores, incluindo o estadiamento do câncer, ou
seja, se ele está localizado ou se espalhou.No caso de um tumor localizado as células
cancerosas são contidos ao tumor e área circundante. No caso do tumor ser metastático ele
está propagado pelo resto do corpo. Tumores nesta fase são mais graves e mais difíceis de
curar.

Geralmente, o tumor é removido usando cirurgia e em muitas vezes, quimioterapia e


radioterapia são utilizadas em combinação com a cirurgia.

Cirurgia de salvamento de membro

Esta cirurgia remove o tumor e a parte do osso acometido mais uma margem de tecido sadio
ao seu redor podendo incluir músculos, tendões, nervos e vasos sanguíneos. O osso retirado
é substituída por um implante metálico (prótese) ou transplante ósseo.

Amputação

Amputação elimina todas ou parte de um braço ou perna quando o tumor é grande ou quando
nervos e vasos sanguíneos estão envolvidos. Atualmente existem muitas próteses com ótima
função de membros inferiores.

Radioterapia

Radioterapia pode ser utilizada em alta dose para matar células cancerosas, encolher tumores
e aliviar sintomas dolorosos.

Quimioterapia

Este tratamento é muitas vezes usado para matar células tumorais quando eles se propagaram
na corrente sanguínea, mas ainda não podem ser detectados em testes e exames.
Quimioterapia é geralmente usada quando tumores cancerígenos têm uma elevada
probabilidade de propagação.

Acompanhamento

Acompanhamento regular após o tratamento é muito importante para câncer ósseo ou de


partes moles. O médico vai continuar a acompanhar o paciente de perto durante vários anos. É
importante ter a certeza de que o câncer ou não vai voltar ou tratá-lo precocemente caso
ocorra uma recidiva. As consultas podem incluir um exame físico, raios-X, tomografia,
ressonância, cintilografia e outros testes laboratoriais.
O tratamento do câncer pode causar efeitos secundários muitos anos mais tarde. Por este
motivo, os doentes devem continuar a ter os seus exames com o oncologista ortopédico, e
devem relatar qualquer problema logo que ele apareça.

Os pacientes que tiveram parte ou a totalidade de um membro removido necessitarão de


fisioterapia. Fisioterapeutas e médicos que se especializaram em ajudar os pacientes a se
reabilitarem orientam os pacientes a fazer suas atividades regulares de novas formas.
Fisioterapeutas também ajudar os pacientes a aprenderem a utilizar as suas próteses.

Tratamento da recidiva local de sarcomas

Embora a recidiva local de sarcoma seja uma experiência assustadora para as pessoas, os
médicos têm grande potencial de sucesso no tratamento desses pacientes. Recidiva local não
significa necessariamente que o primeiro tratamento foi inadequado ou errado, e isso não
significa que o indivíduo com a reincidência não pode ser curado.

http://clinicacofrat.com.br/website/index.php/artigos/35-ortopedia/81-tumor-osseo

Condrossarcoma é um tipo de câncer[1] do osso. O condrossarcoma é um tumor


baseado em cartilagem classificado an categoria dos sarcomas. Cerca de 25% dos
cânceres ósseos primários (que iniciam no osso) são condrossarcomas. Essa doença
afeta pessoas e animais em qualquer idade, embora seja mais comum em pessoas mais
velhas.[2]

Também possui uma prevalência maior em indivíduos adultos do sexo masculino.

Características clínicas

Massa dura, indolor, não ulcerada e fixa ao osso subjacente. Costuma surgir nas porções
centrais do esqueleto, como a pelve, ombro e costelas.

Com o aumento progressivo, provoca extensa destruição óssea, dor e abaulamento dos
dentes. É de difícil diagnóstico pois se assemelha muito a outros tumores, como o
condroma (que pode causar reabsorção de estruturas dentárias).
[editar] Características radiográficas

• Áreas radiolúcidas com calcificações e muitas vezes, aspecto de raios de sol dos
osteossarcomas.

Os condrosarcomas são bastante destrutivos e envolvem tanto tecidos moles quanto


ósseos, com calcificações por toda a massa neoplásica e poucas definição das bordas da
lesão.

[editar] Características histopatológicas

• Células binucleares em forma desarranjada


• Células condroblásticas anaplásicas
• Mitoses atípicas
• Hipercromatismo
• Pleomorfismo

[editar] Tratamento

• Excisão cirúrgica radical

[editar] Referências

• NEVILLE, B.W. et al. Patologia Oral & Maxilofacial. Rio de Janeiro:


Guanabara Koogan S.A., 1998.

Osteoblastoma é uma neoplasia primária do osso formadora de tecido osteóide[1].

Possui manifestações clínicas e histológicas semelhantes às do osteoma osteóide; assim,


alguns consideram os dois tumores serem variantes da mesma doença,[2] sendo o
osteoblastoma um representante de um osteoma osteóide gigante. Entretanto, um tipo
agressivo de osteoblastoma foi reconhecido, tornando essa relação menos clara.

Embora similar ao osteoma osteóide, o osteoblastoma é maior (entre 2 e 6 cm).[

Patofisiologia

A etiologia do osteoblastoma é desconhecida. Histologicamente, os osteoblastomas são


similares aos osteomas osteóides. Embora o tumor seja geralmente considerado
benigno, uma variante agressiva tem sido descrita na literatura, com achados
histológicos semelhantes a tumores malignos como o osteossarcoma.
[editar] Frequência

Nos Estados Unidos, os osteoblastomas contabilizam para somente 0,5-2% de todos os


tumores ósseos primários e somente 3% dos tumores ósseos benignos, sendo então uma
forma relativamente rara de tumor ósseo.

[editar] Sinais e sintomas

Os pacientes com osteoblastoma geralmente apresentam-se com dor com duração de


diversos meses. Em contraste com a dor associada ao osteoma osteóide, a dor do
osteoblastoma geralmente é menos intensa, geralmente não piora à noite e não é aliviada
prontamente com salicilatos (aspirina e compostos relacionados). Se a lesão é
superficial, o paciente pode ter inchaço e maciez local. As lesões na coluna vertebral
podem causar escoliose dolorosa, embora isso seja menos comum com o osteoblastoma
em comparação com o osteoma osteóide. Além disso, as lesões podem interferir
mecanicamente com a medula espinhal ou raízes nervosas, produzindo déficits
neurológicos

Osteocondroma ou exostose é um tipo de tumor benigno que consiste de cartilagem e


osso.[1] É um crescimento em forma de cogumelo coberto por cartilagem, conectado ao
osso por um talo.

É a neoplasia mais frequentemente observada do esqueleto. A lesão pode ser solitária ou


múltipla.

Geralmente ocorre em articulações, mais comumente no ombro ou no joelho.

Os homens são três vezes mais afetados que as mulheres.

Patologia

Se tornam detectáveis na maioria das vezes na infância devido ao crescimento. Após o


crescimento ósseo na idade adulta, o tumor geralmente não cresce mais.

[editar] Sinais e sintomas

Raramente o tumor provoca sintomas, ocorrendo somente quando o tumor atinge outras
estruturas como nervos ou vasos sanguíneos, ou quando ele impede o movimento da
articulação. Na maioria das vezes o tumor não é doloroso.

[editar] Tratamento

Um tratamento só é necessário se há queixas. Consiste num procedimento cirúrgico de


remoção do tumor.
[editar] Prognóstico

O prognóstico é bom e o desenvolvimento de um tumor maligno é raro (menos de 1%


dos casos). O risco de transformação maligna é especialmente mais alto em pacientes
com a síndrome hereditária.

Um osteoma é uma nova peça de osso que geralmente cresce sobre outra peça de osso,
tipicamente no crânio. É um tumor benigno de crescimento lento.

Quando o tumor ósseo cresce sobre outro osso ele é conhecido como "osteoma
homoplásico"; quando cresce sobre outro tecido ele é chamado de "osteoma
heteroplásico".

O osteoma representa a neoplasia benigna mais comum do nariz e seios paranasais. A


causa dos osteomas é incerta, mas teorias geralmente aceitas sugerem causas
infecciosas, embriológicas ou traumáticas.

Osteomas craniofaciais maiores podem causar dor facial, dor de cabeça e infecção
devido à obstrução dos ductos nasofrontais. Frequentemente o osteoma craniofacial se
apresenta através de sinais e sintomas oculares (como proptose).[1]

Os osteomas múltiplos estão associados a pólipos colônicos na síndrome

Osteoma osteóide é um tumor ósseo benigno. Ocorrem preferencialmente na coxa e


perna. Se a lesão ultrapassar um tamanho de 2 cm, a alteração é descrita como um
osteoblastoma.

Cerca de 14 por cento de todos os tumores ósseos são osteoma osteóide. O tumor ocorre
principalmente entre o décimo e vigésimo ano de vida e ocorre duas vezes mais
frequentemente em homens. Podem ocorrer antes dos 10 anos de idade, mas após os 30
anos são muito raros.

[editar] Sintomas

O osteoma osteóide apresenta sintomas na forma de dores locais de alta intensidade, que
ocorrem geralmente à noite. Quando atingem a coluna vertebral, os osteomas osteóides
podem causar uma curvatura dela (escoliose).

[editar] Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado através de métodos de imagem: raio-X, cintilografia óssea,


tomografia computadorizada (preferencialmente uma tomografia dinâmica com
comprovação através do uso de meio de contraste) e ressonância magnética.
[editar] Tratamento

O tratamento constitui-se na remoção cirúrgica através de ressecção ou


preferencialmente através de radioterapia guiada pela tomografia computadorizada.

Também pode ser realizado um tratamento sintomático com Aspirina ou outros anti-
inflamatórios não-esteróides, porque o a cura da doença leva cerca de 2 a 7 anos.

Osteomalacia
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Amolecimento é o enfraquecimento e desmineralização dos ossos nos adultos devido a


uma deficiência em vitamina D (na criança esta situação denomina-se raquitismo).

O crescimento do osso normal requer um aporte adequado de cálcio e fósforo através da


alimentação, mas o organismo não consegue absorver estes minerais sem que haja uma
quantidade suficiente de vitamina D. O organismo obtém esta vitamina de certos
alimentos e da acção da luz solar sobre a pele; a sua carência resulta num amolecimento
e enfraquecimento dos ossos, que se tornam assim vulneráveis a distorções e fraturas.

[editar] Causas

A osteomalacia é geralmente causada por qualquer dos seguintes factores, isoladamente


ou em conjunto: insuficiente aporte de vitamina D na dieta (por falta de manteiga,
margarina enriquecida, peixe, ovos, ou óleo de fígado de peixe), exposição ao sol
insuficiente ou insuficiente absorção de vitamine D ao nível do intestino, que pode ser
devida a uma doença, como a doença celíaca, ou a ressecções cirúrgicas de grande parte
do intestino. Entre as causa raras, contam-se a insuficiência renal, a acidose (acidez
aumentada dos fluídos orgânicos) e certas doenças metabólicas hereditárias.

A osteomalacia é rara nos países desenvolvidos. As pessoas mais frequentemente


afectadas são as que têm habitualmente uma alimentação pobre ou desequilibrada, os
idosos limitados à sua casa e as pessoas de cor negra emigradas de países onde
beneficiavam mais de sol.

[editar] Sintomas e sinais

A osteomalacia causa dores nos ossos (principalmente os do pescoço, pernas, ancas e


costelas), fraqueza muscular e, se o teor de cálcio no sangue for muito baixo, tetania
(espasmos musculares) nas mãos, pés e garganta. Se os ossos se tornarem muito
enfraquecidos, podem fracturar-se mesmo por um traumatismo mínimo.

[editar] Diagnóstico e tratamento


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As informações aqui contidas não têm caráter de
aconselhamento.

A osteomalacia diagnostica-se através dos seus sintomas e sinais e por análises de


sangue e de urina e radiografia. Em alguns casos, faz-se uma biopsia (de colheita de
uma amostra de osso para análise microscópica).

O tratamento consiste na administração de uma dieta rica em vitamina D e na


administração regular de um suplemento da vitamina. Estes suplementos habitualmente
tomam-se por ingestão de preparados farmacêuticos; mas se estes não são absorvidos
pelo intestino, então administram-se por via parentérica (injecções). Em alguns casos de
mal absorção, pode ser necessário administrar suplementos de cálcio

Osteomielite (<grego osteos = osso + myelós = medula) é, em princípio, inflamação


óssea, usualmente causada por infecção, bacteriana ou fúngica, que pode permanecer
localizada ou difundir-se, comprometendo medula, parte cortical, parte esponjosa e
periósteo.
Conquanto usualmente refira-se osteomielite no âmbito do ser humano, pode ela ocorrer
em princípio em qualquer ser vivo animal vertebrado.

Comprometimento

Os ossos mais freqüentemente acometidos são os ossos longos dos membros e na coluna
vertebral, mas pode-se encontrar em qualquer parte do sistema ósseo, geralmente
provocada por uma bactéria, embora também, em alguns casos, por um fungo. Quando
o osso se infecta, inflama-se muitas vezes a medula óssea. Como o tecido inflamado faz
pressão contra a parede exterior rígida do osso, os vasos sanguíneos da medula podem
comprimir-se, reduzindo ou interrompendo o fornecimento de sangue ao osso. Se o
afluxo sanguíneo for insuficiente, algumas partes do osso podem morrer. A infecção
também pode avançar por fora do osso e formar acumulações de pus (abcessos) nos
tecidos moles adjacentes, como os músculos.

[editar] Sintomas

Nas crianças, as infecções ósseas contraídas através da circulação sanguínea causam


febre e, em certas ocasiões, dor no osso infectado alguns dias depois. A área que está
por cima do osso pode inflamar-se e inchar e o movimento pode ser doloroso. As
infecções das vértebras desenvolvem-se de forma gradual, causando dores de costas
persistentes e sensibilidade ao tato. A dor piora com o movimento e não se alivia com o
repouso nem com a aplicação de calor ou a ingestão de analgésicos. A febre, um sinal
freqüente de infecção, está freqüentemente ausente. As infecções ósseas provocadas por
infecções nos tecidos moles adjacentes ou por invasão direta causam dor e inchaço na
zona localizada por cima do osso; podem formar-se abcessos nos tecidos circundantes.
Estas infecções podem não provocar febre. Os resultados das análises de sangue podem
ser normais. É habitual que o doente que apresenta uma infecção numa articulação ou
num membro artificial sofra uma dor persistente nessa zona. Se uma infecção óssea não
for tratada de maneira eficaz, pode produzir-se uma osteomielite crônica. Por vezes, este
tipo de infecção passa despercebida durante muito tempo, já que pode não produzir
sintomas durante meses ou anos. É freqüente que a osteomielite crônica cause dor no
osso, produzindo infecções nos tecidos moles que estão sobre o mesmo e uma
supuração constante ou intermitente através da pele. A drenagem tem lugar quando o
pus do osso infectado abre caminho até à pele e forma uma fístula (trajeto fistuloso)
desde o osso até à pele.

[editar] Causas

Os ossos, que normalmente estão bem protegidos da infecção, podem infectar-se por
três vias: a circulação sanguínea, a invasão direta e as infecções dos tecidos moles
adjacentes. A circulação sanguínea pode transmitir uma infecção aos ossos a partir de
outra área do corpo. A infecção costuma manifestar-se nas extremidades dos ossos do
braço e da perna no caso das crianças e na coluna vertebral nos. As vértebras também
podem ser infectadas pelas bactérias

[editar] Diagnóstico

Os resultados do exame físico e os sintomas podem sugerir osteomielite. A zona


infectada aparece quase sempre anormal numa cintilografia óssea (com isótopos
radioativos como o tecnécio), exceto nas crianças; em contrapartida, pode não se
manifestar numa radiografia até 3 semanas depois do aparecimento dos primeiros
sintomas. A tomografia axial computadorizada (TAC) e a ressonância magnética (RM)
também identificam a zona infectada. Contudo, nem sempre distinguem as infecções de
outras perturbações do osso. Para diagnosticar uma infecção óssea e identificar a
bactéria que a causa, devem colher-se amostras de sangue, de pus, de líquido articular
ou do próprio osso. Em geral, numa infecção das vértebras analisam-se amostras do
tecido ósseo que são extraídas por meio de uma agulha ou durante uma intervenção
cirúrgica.

[editar] Tratamento
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Nas crianças ou adultos com infecções ósseas recentes a partir da circulação sanguínea,
os antibióticos são o tratamento mais eficaz. Se não se pode identificar a bactéria que
provoca a infecção, administram-se antibióticos eficazes contra o Staphylococcus
aureus (a bactéria causadora mais freqüente) e, em alguns casos, contra outras bactérias.
No princípio os antibióticos podem ser administrados por via endovenosa e mais tarde
por via oral, durante um período de 4 a 6 semanas, dependendo da gravidade da
infecção. Algumas pessoas necessitam de meses de tratamento. Em geral não está
indicada a cirurgia se a infecção for detectada na sua fase inicial, embora, por vezes, os
abcessos sejam drenados cirurgicamente. Para os adultos que sofrem de infecções nas
vértebras, o tratamento habitual consiste na administração de antibióticos adequados
durante 6 a 8 semanas, por vezes em repouso absoluto. A cirurgia pode ser necessária
para drenar o abcesso ou estabilizar as vértebras afetadas. O tratamento é mais
complexo quando a infecção óssea é conseqüência de uma infecção dos tecidos moles
adjacentes. Habitualmente, tecido e osso morto são extraídos cirurgicamente e o espaço
vazio resultante enche-se com osso, músculo ou pele sãos, e depois se trata a infecção
com antibióticos. Em geral, uma articulação artificial infectada deve ser extraída e
substituída por outra. Os antibióticos podem ser administrados várias semanas antes da
intervenção cirúrgica, de modo a poder extrair-se a articulação artificial infectada e
implantar simultaneamente a nova. O tratamento só é eficaz em alguns casos e pode ser
necessário recorrer-se a uma nova intervenção cirúrgica, quer para fundir os ossos da
articulação, quer para amputar o membro. As infecções que se propagam ao osso a
partir das úlceras do pé, causadas por má circulação ou diabetes, implicam muitas vezes
várias bactérias e simultaneamente são difíceis de curar apenas com antibióticos. A cura
pode exigir a extirpação do osso infectado.

[editar] Ligações externas

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade


de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema
sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento
e é mais comum em mulheres que em homens. A doença progride lentamente e
raramente apresenta sintomas antes que aconteça algo de maior gravidade, como uma
fratura, que costuma ser espontânea, isto é, não relacionada a trauma. Se não forem
feitos exames diagnósticos preventivos a osteoporose pode passar despercebida, até que
tenha gravidade maior. A osteoporose pode ter sua evolução retardada por medidas
preventivas.

A partir de 1991 devido o Consenso realizado por todas as Sociedades Americanas que
tratam da osteoporose, elas passaram a informar que é fundamental a análise da
qualidade óssea que expressa o estado de deterioração do colágeno ósseo. Quanto
melhor for a qualidade óssea menor a chance de ter fratura.

A mudança na definição ocorreu porque as pesquisas verificaram que 100% das


pacientes com Síndrome de Turner e que possuiam osteoporose, não fraturam. Ainda, os
pesquisadores constataram que ao prescrever Fluoreto de Sódio para suas pacientes, os
óssos ficavam mais densos e fraturavam com maior facilidade.

A partir dessas constatações os pesquisadores começaram a estudar mais profundamente


o tecido ósseo e verificaram que o risco de desenvolver osteoporose e fratura está
diretamente relacionado com as deteriorações do colágeno ósseo.

A partir de 2000, uma nova tecnologia com Inteligência Artificial dos Projetos da
Robótica da Nasa permitiu determinar o local mais apropriado do organismo humano
que permite estudar minuciosamente o tecido ósseo. Essa região é a das metáfises das
falanges dos dedos II-V. Nela é possível avaliar oito parâmetros e não apenas um como
quando o exame é realizado na coluna lombar, como vem sendo orientado há mais de
25 anos. Na atualidade, avaliar apenas a densidade óssea nós estamos fazendo uma
análise do tecido ósseo muito restrita.
Pontos fracos do esqueleto

• Coluna vertebral - Pessoas idosas podem fraturar as vértebras da coluna com


freqüência. A chamada corcunda de viúva é uma deformação comum e pode até
levar à diminuição de tamanho do doente.

É muito importante saber que a maioria das fraturas que ocorrem na coluna se
situam na região torácica e não na região lombar como tem sido descrito pela
maioria dos reumatologistas e ortopedistas. Vários pesquisadores americanos,
entre eles Bonnick (1989) já tinham constatado esse fato. Após revisão dos
trabalhos publicados nos últimos 15 anos, o Serviço Preventivo da Força Tarefa
Americana a partir de 2002 passou a orientar a densitometria da coluna lombar
apenas para as pacientes acima de 65 anos se não possuirem antecedente de
fratura na família. Também informa que esse exame pode apresentar baixa
reprodutibilidade (59,0%) em seus resultados quando são realizados anualmente.
Por essa razão, recomendam que o exame não deve ser repetido na coluna
lombar com intervalo menor do que 3 anos.

• Punho - Por ser um ponto de apoio, é uma área na qual as fraturas acontecem
normalmente. Os ossos sensíveis têm pouca estrutura para sustentar o peso do
corpo quando cai.

• Quadril - As fraturas de pelve são difíceis de cicatrizar e podem levar à


invalidez. Estudos mostram que em torno de 50% dos que fraturam o quadril
não conseguem mais andar sozinhos.

• Fêmur - Também muito comum entre os que desenvolvem a doença. É freqüente


tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A
recuperação costuma ser lenta.

[editar] Fisiculturismo

O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis de estrógeno do organismo. O


estrógeno - hormônio feminino, também presente nos homens, mas em menor
quantidade — ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.

As mulheres são as mais atingidas pela doença, uma vez que, na menopausa, os níveis
de estrógeno caem bruscamente. Com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio
(fundamental na formação do osso), tornando-se mais frágeis. Para cada quatro
mulheres, somente um homem desenvolve esta patologia.

Embora pareçam estruturas inativas, os ossos se modificam ao longo da vida. O


organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de
vários fatores como genética, boa nutrição, manutenção de bons níveis de hormônios e
prática regular de exercícios. As células ósseas (osteócitos) são as responsáveis pela
formação do colágeno, que dá sustentação ao osso. Os canais que interligam os
osteócitos permitem que o cálcio, essencial para a formação óssea, saia do sangue e
ajude a formar o osso.
A densidade mineral de cálcio é reduzida de 501% para 1% quando a osteoporose se
instala. O canal medular central do osso torna-se mais largo. Com a progressão da
osteoporose, os ossos podem ficar esburacados e quebradiços. O colágeno e os
depósitos minerais são desfeitos muito rapidamente e a formação do osso torna-se mais
lenta. Com menos colágeno, surgem espaços vazios que enfraquecem o osso.

[editar] Sintomas

A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos


exames sangüíneos e de massa óssea, é percebida apenas quando surgem as primeiras
fraturas, acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode, também, provocar
deformidades e reduzir a estatura do doente.

[editar] Epidemiologia

Estima-se que mundialmente 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens acima da


idade dos 50 tem osteoporose. Ela é responsável por milhões de fraturas anualmente, a
maioria envolvendo vértebras lombares, quadril e punho.

Quem se encontra em maior risco de desenvolver a doença são:

• Mulheres;
• Fumantes;
• Consumidores de álcool ou café em excesso;
• Diabéticos;
• Actividade física inadequada, quer em excesso, quer ausência.

[editar] Prevenção

• Fazer exercícios físicos regularmente: os exercícios resistidos são os mais


recomendados;
• Dieta com alimentos ricos em cálcio (como leite e derivados), verduras (como
brócolis e repolho), camarão, salmão e ostras.
• A reposição hormonal de estrógeno em mulheres durante e após o climatério
consegue evitar a osteoporose.

[editar] Tratamento
Aviso: A Wikipedia não é um consultório médico. Se necessita de ajuda, consulte um
profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.

[editar] Bisfosfonatos

São considerados o tratamento de primeira linha no tratamento da osteoporose pós-


menopausa. São também usados no tratamento da osteoporose no sexo masculino e na
osteoporose induzida por glucocorticóides. Tratamentos de administração diário,
semanal, mensal ou anual que agem aumentando a massa óssea reduzindo o risco de
fraturas.

Exemplos: Alendronato, Risedronato, Ibandronato, Ácido Zoledrônico


[editar] Reposição hormonal

A reposição hormonal é importante tanto durante a prevenção quanto durante o


tratamento. O estrógeno reduz o risco de fraturas em mulheres com osteoporose.

Exemplo: Estradiol

[editar] Modulador seletivo dos receptores de estrogênio (SERM)

SERM são uma classe de medicamentos que agem seletivamente nos receptores de
estrogênio corporais. Normalmente, a densidade mineral óssea é precisamente regulada
por um equilíbrio entro a atividade de osteoblastos e osteoclastos nos ossos trabeculares.
Estrogênios exercem uma função essencial na regulação do processo de
formação/reabsorção óssea por conta da ativação de osteoblastos. Alguns SERMs, como
o raloxifeno, agem no osso reduzindo a reabsorção óssea pelos osteoclastos [1].

Exemplo: Raloxifeno

[editar] Administração de cálcio

Para quem já tem a doença, o cálcio pode ser dado em dosagens de 1 mil a 1,5 mil
miligramas por dia, com recomendação médica. Pode ser acompanhado por
suplementos de vitamina D.

[editar] Calcitonina

A calcitonina é um hormônio que tem a função de evitar que o cálcio saia dos ossos.
Evita-se assim o processo de corrosão.

[editar] Atividade Física

Atividade Física corretamente orientada (por um educador físico), também é usada


como parte importante no tratamento e controle da osteoporose, podendo reduzir ou até,
estabilizar a perda de massa óssea do indivíduo.

[editar] Prognóstico

Os pacientes com osteoporose têm grandes riscos de terem fraturas adicionais. O


tratamento para a osteoporose pode reduzir consideravelmente o risco de fraturas no
futuro.

As fraturas no quadril podem levar a uma dificuldade na movimentação e um risco


aumentado de trombose venosa profunda ou embolismo pulmonar. As fraturas das
vértebras podem levar a dor crônica severa de origem neurogênica, que pode ser difícil
de ser controlada, assim como uma deformidade. A taxa de mortalidade em um ano que
segue a fratura de quadril é de aproximadamente 20%. Embora raras, as fraturas
múltiplas de vértebras podem levar a uma cifose severa (corcunda) que a pressão
resultante nos órgãos internos pode incapacitar a pessoa de respirar adequadamente.
Embora os pacientes com osteoporose tenham uma alta taxa de mortalidade devido às
complicações da fratura, a maioria dos pacientes morre "com" a doença ao invés de
morrer "da" doença.

[editar] Incidência no Brasil

Esta doença tem acentuada incidência sobre os brasileiros (em número que supera os 10
milhões), e cerca de 2000 pessoas morrem anualmente em consequência de
complicações de fraturas devidas a esta doença (Revista Veja - 30 de janeiro de 2008).

{{ref-sectionA Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno,


aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões
para idade e sexo. Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da
osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos
hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição
a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico.

Osteossarcoma é um tumor maligno dos ossos que se propaga rapidamente para os


pulmões e, com menos frequência, para outros órgãos. O osteossarcoma ocorre
principalmente nos adolescentes e nos idosos. Nos indivíduos novos, o osteossarcoma
instala-se sem causa aparente; nos idosos, o tumor pode ser uma complicação tardia e
rara da doença de Paget.

É o tipo mais comum de tumor ósseo maligno. O tumor ocorre preferencialmente na


região da metáfise óssea de ossos tubulares longos. Cinquenta porcento dos casos
ocorrem próximos aos joelhos.

Prevalência
Terry Fox (1958–1981) iniciou uma corrida pelo Canadá para arrecadar fundos para a
pesquisa do câncer. Ele desenvolveu um osteossarcoma quando adolescente e teve sua
perna amputada. Hoje a Corrida de Terry Fox continua a arrecadar dinheiro para
pesquisas sobre o câncer. Hoje as amputações são raras.

O osteossarcoma é a sexta causada de câncer em crianças com menos de 15 anos. Afeta


nos Estados Unidos anualmente cerca de 400 crianças com menos de 20 anos e 500
adultos (maioria entre 15-30 anos). Aproximademente 1/3 dos 900 morre a cada ano, ou
seja, 300 por ano. Um segundo pico de incidência ocorre na velhice, geralmente
associada com doença óssea subjacente como a doença de Paget, infarto medular ou
irradiação prévia.

[editar] Sintomas

A localização mais vulgar deste tumor nos indivíduos novos é num dos ossos compridos
dos membros ou na vizinhança do joelho, anca ou ombro. O primeiro sintoma é
geralmente uma tumefacção dolorosa e visível sobre o osso atingido, se este está
próximo da superfície, ou uma dor profunda, se o osso afectado não pode ser sentido
através da pele.

Como complicação da doença da Paget, o osteossarcoma pode desenvolver-se ao


mesmo tempo em vários ossos, e as dores que provoca podem não se distinguir das
causadas por aquela doença.

[editar] Patologia

Locais mais comuns de ocorrência do osteossarcoma

O tumor pode estar localizado no final dos ossos longos. Geralmente afeta a porção
final superior da tíbia ou úmero, ou a porção final inferior do fêmur.

O osteossarcoma tende a afetar regiões próximas ao joelho em 60% dos casos, 15% em
volta do quadril, 10% no ombro e 8% na mandíbula. O tumor é solido, duro, irregular
devido às espículas tumorais do osso calcificado (aspecto de explosão solar). Na
radiografia o sinal de elevação do periósteo é conhecido como triângulo de Codman. Os
tecidos em volta são infiltrados.
O tumor costuma fazer metástases locais e por via hematogênica para os pulmões.

[editar] Diagnóstico

O diagnóstico geralmente baseia-se na radiografia do osso, mas podem ser feitos outros
exames imageológicos aos ossos, como a RMN.

Pode haver aumento das enzimas fosfatase alcalina e lactato desidrogenase na


circulação.

[editar] Tratamento

O osteossarcoma é por vezes tratado por meio da radioterapia, mas geralmente é


necessário ressecar cirurgicamente o osso atingido. Na maior parte dos casos, isto
significa a amputação de um membro; em alguns casos, poderá adaptar-se uma prótese
imediatamente a seguir à operação. Em vez da amputação, é possível, em alguns casos,
ressecar o osso atingido e substituí-lo por um enxerto ósseo ou mesmo por um osso
artificial.

Após a cirurgia, faz-se geralmente um tratamento com fármacos antineoplásticos por


vários meses para destruir qualquer célula cancerosa que tenha metastizado para
qualquer outra parte do corpo.

[editar] Prognóstico

Os avanços com o tratamento melhoraram substancialmente a sobrevivência média, que


antigamente era de 25%. Atualmente a taxa de sobrevivência média é de 60 a 70%.

Osteófito
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Scirus

Nota: Se procura pelo arbusto da família das euforbiáceas, consulte Poinsétia.

Osteófitos conhecidos popularmente como bicos de papagaio, são formações ósseas


em forma de gancho que se desenvolvem em torno dos discos da coluna vertebral nos
seres humanos em certos casos de afecções reumáticas, como a espondilose lombar e
cervical.

A adoção de posturas erradas leva, ao longo do tempo, a lesões das articulações


vertebrais. Os bicos-de-papagaio são decorrentes da protrusão progressiva do anel
fibroso do disco intervertebral, dando origem à formação de formações óssea cujos
efeitos são agravados pela desidratação gradual do disco intervertebral, causando a
aproximação das vértebras, comprimindo a raiz nervosa e causando dores e fenômenos
reflexos.

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de estilo
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um
nível de qualidade superior.

Osteólise é uma lise no osso, uma espécie de calcificação ou calosidade. Sendo na


região cervical e após cirúrgica pode acarretar a diminuição dos forâmes e
conseqüentemente a produtividade do indivíduo devido a dor e limitações dos
movimentos. Como eu tenho este problema e poucas informações a respeito peço aqui
mais informações a quem as tiver pois, me será muito útil.

[Esconder]
v•e

Osteocondropatia (M80-M94)
Osteopatias endocrine bone disease: Osteitis fibrosa cystica
(Brown tumor)
Osteíteinfectious bone disease: Osteomyelitis (Sequestrum,
Involucrum) · Sesamoiditis · Brodie abscess ·
Periostitis
Densidade óssea Densidade / doençaOsteoporose · Osteopenia ·
e estrutura óssea metabólicaOsteomalacia
Pseudoartrose · Fratura de
Continuidade do osso
esforço
OutrosDisplasia fibrosa
(Monostótica, Polyostotic) ·
Fluorose esquelética · cisto
ósseo (Cisto ósseo
aneurismático) · Hiperostose
(Hiperostose cortical
infantil) · Osteoesclerose
(Melorheostosis)
Bone resorptionOsteólise · Síndrome de Hajdu-Cheney · Ainhum
IsquemiaNecrose avascular
Doença de Paget do osso · Algoneurodistrofia ·
OutrosHypertrophic pulmonary osteoarthropathy ·
Nonossifying fibroma
CondriteRelapsing polychondritis
Condropatias
OutrosSíndrome de Tietze
OsteocondriteOsteocondrite dissecante
membro inferior: quadril (Síndrome de Legg-
Calvé-Perthes) · tíbia (Doença de Osgood-
Ambos
Osteocondrose juvenilSchlatter, Doença de Blount) · pé (Doença de
Köhler, Doença de Sever)
membro superior: punho (Doença de Kienbock)
see also osteochondrodysplasia, neoplasia
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Oste%C3%B3lise"

Condrossarcoma é um tipo de câncer[1] do osso. O condrossarcoma é um tumor


baseado em cartilagem classificado an categoria dos sarcomas. Cerca de 25% dos
cânceres ósseos primários (que iniciam no osso) são condrossarcomas. Essa doença
afeta pessoas e animais em qualquer idade, embora seja mais comum em pessoas mais
velhas.[2]

Também possui uma prevalência maior em indivíduos adultos do sexo masculino.

Características clínicas

Massa dura, indolor, não ulcerada e fixa ao osso subjacente. Costuma surgir nas porções
centrais do esqueleto, como a pelve, ombro e costelas.

Com o aumento progressivo, provoca extensa destruição óssea, dor e abaulamento dos
dentes. É de difícil diagnóstico pois se assemelha muito a outros tumores, como o
condroma (que pode causar reabsorção de estruturas dentárias).

[editar] Características radiográficas

• Áreas radiolúcidas com calcificações e muitas vezes, aspecto de raios de sol dos
osteossarcomas.

Os condrosarcomas são bastante destrutivos e envolvem tanto tecidos moles quanto


ósseos, com calcificações por toda a massa neoplásica e poucas definição das bordas da
lesão.
[editar] Características histopatológicas

• Células binucleares em forma desarranjada


• Células condroblásticas anaplásicas
• Mitoses atípicas
• Hipercromatismo
• Pleomorfismo

[editar] Tratamento

• Excisão cirúrgica radical

Deformidade em botoeira
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Deformidade em botoeira
Classificação e recursos externos

Ossos da mão humana

CID-10 M20.0

CID-9 736.21

eMedicine orthoped/24

Deformidade em botoeira é uma posição deformada do dedo com alterações


articulares características. É geralmente causada por lesões ou condições inflamatórias
como a artrite reumatóide.

Há hiperflexão da articulação interfalangeana proximal e hiperextensão da articulação


interfalangeana distal.

Essa deformidade de flexão da articulação interfalangeana proximal é devida à


interrupção da bandeleta central do tendão extensor de maneira que a bandeleta lateral
separe e a cabeça da falange proximal sai através do orifício, como um buraco de botão
(por isso o nome, do francês boutonnière).

Descalcificação
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Descalcificação é a perda de cálcio dos ossos dos seres vivos. É a descalcificação que
causa a osteoporose. Com isso os ossos ficam mais fracos, ficando quebradiço a
qualquer pancada.

Displasia fibrosa
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Fibrous dysplasia
Classificação e recursos externos
CID-10
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4
eMedicine radio/284
MeSH D005357

Displasia fibrosa é uma doença, congênita e benigna[1], que provoca desgaste ósseo e
crescimentos ou lesões em um ou mais ossos do corpo humano,. Estas lesões são
crescimentos semelhantes a tumores que consistem na substituição do osso medular
pelo tecido fibroso, causando a expansão das áreas e enfraquecimento dos ossos
envolvidos. Especialmente quando envolvendo ossos do crânio ou face, as lesões podem
causar deformidades visíveis externamente. O crânio é, frequentemente, mas não
necessariamente, afectado.

[editar] Causas

A displasia fibrosa é muito rara, não se conhece muito sobre ela e não há uma cura
conhecida. A causa desta doença é desconhecida, mas sabe-se que ela não é hereditária.
[2]

Doença de Erdheim-Chester
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Doença de Erdheim-Chester
Classificação e recursos externos

CID-10 C96.1

CID-9 202.3
DiseasesDB
• MeSH
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D CID-9
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73 DiseasesDB 7204
2.
5

eMedicine orthoped/410

A doença de Köhler é uma desordem rara do osso do pé achada em crianças entre seis
e nove anos de idade. Foi descrita pela primeira vez em 1908 por Alban Köhler (1874-
1947), radiologista alemão.

É causada quando o osso navicular temporariamente perde sua provisão de sangue.


Como resultado, o tecido no osso morre e o osso colapsa. Quando tratada, não causa
nenhum problema de longo prazo. Como o osso navicular volta a normal, os sintomas
enfraquecem.
Este artigo é um esboço sobre Medicina. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

[Esconder]
v•e

Osteocondropatia (M80-M94)
Osteopatias endocrine bone disease: Osteitis fibrosa cystica
(Brown tumor)
Osteíteinfectious bone disease: Osteomyelitis (
Involucrum) · Sesamoiditis · Brodie abscess
Periostitis
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Displasia fibrosa (Monostótica, Polyostotic
esquelética · cisto ósseo (Cisto ósseo aneurismático
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Hiperostose (Hiperostose cortical infantil
Osteoesclerose (Melorheostosis)

Bone
Osteólise · Síndrome de
resorptio
Hajdu-Cheney · Ainhum
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Condropatias

CondriteRelapsing polychondritis
Outros Síndrome de Tietze

AmbosOsteocondrite

Osteocondrite dissecante

Osteocondrose juvenil
membro inferior: quadril (Síndrome de Legg-Calvé-Perthes) · tíbia (Doença de
Osgood-Schlatter, Doença de Blount) · pé (Doença de Köhler, Doença de Sever)
membro superior: punho (Doença de Kienbock)
see also osteochondrodysplasia, neoplasiaObtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen
%C3%A7a_de_K%C3%B6hler"

Doença de Ollier
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Doença de Ollier
Classificação e recursos externos

Imagem de raio-X mostrando encondromas localizados na porção inferior do rádio de


uma menina de 7 anos de idade com a doença de Ollier

CID-10 Q78.4

CID-9 756.4

OMIM 166000
DiseasesDB
eMedicine9212 radio/247
MeSH

D004687Doença de Ollier é um transtorno não-hereditário esporádico, no qual há múltiplos


endocondromas que geralmente se desenvolvem na infância. A prevalência é estimada em cerca de
1/100.000.

Doença de Paget do osso


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Doença de Paget
Classificação e recursos externos
CID-10

CID-9M88 731.0

OMIM 602080

DiseasesDB 9479
MedlinePlus
eMedicine000414 med/2998 radio/514 pmr/98
A doença de Paget é uma doença do osso, sendo um distúrbio benigno, sistêmico, que
altera a velocidade do metabolismo ósseo. A velocidade da reabsorção e construção
ósseas (e.g., ações osteolíticas e osteoblásticas) estão aumentadas causando a destruição
progressiva de ossos do organismo, e posterior reconstrução de um osso desorganizado.

Causas

Não há causas conhecidas da doença de Paget, embora fatores hereditários e ambientais


sejam implicados como facilitadores da doença.

[editar] Sintomas

Na grande parte dos casos, esta doença é assintomática, ou seja, não gera sintomas, e
costuma ser diagnosticada através de uma radiografia óssea feita por outro motivo
qualquer (e.g., Rx de tórax de rotina,etc...). No entanto, em alguns casos podem haver
sintomas, sendo os principais dor óssea e tumorações ósseas nos sítios de doença, perda
auditiva (por alterações dos ossos do ouvido), fraturas e suas complicações. Mais
raramente, quando grandes ossos (e.g., a tíbia ou fêmur), são atingidos, dor ao carregar
peso pode surgir. A dor da doença de Paget é contínua, não melhorando com repouso, e
por vezes, piora à noite.

[editar] Diagnóstico

É feito por exclusão de outras doenças que alteram o metabolismo ósseo, associados às
alterações ósseas típicas. A fosfatase alcalina encontra-se aumentada em boa parte dos
casos, sendo outra fonte comum de diagnóstico da doença. Geralmente acomete
indivíduos da 5ª década de vida em diante, sendo a incidência geral estimada em 1% nos
EUA. É discretamente mais comum em homens que em mulheres.

[editar] Tratamento

O tratamento somente está indicado em pacientes com dor óssea, ou naqueles com
acometimento de regiões de perigo (como a coluna vertebral, ou a articulação da perna
por exemplo). O tratamento mais comum é feito com uso de bifosfonatos (alendronato),
por 06 meses. Estas drogas normalmente não são empregadas em indivíduos com perda
da função renal (Clcr<35ml/min), ou naqueles com história de esofagite ou problemas
dispépticos.

[editar] Evolução

Normalmente a doença tem curso benigno, com lenta progressão. Complicações são
raras, e estão mais associadas com as fraturas dos ossos acometidos. Mais raramente
transformação da lesão ósseas para osteosarcoma pode ocorrer.
[editar] Referências

• NEVILLE, B. W.; DAMM, D.D.; ALLEN, C. M.; BOUQUOT, J. E. Patologia


Oral e Maxilofacial. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan

Doença de Scheuermann
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A doença de Scheuermann é um transtorno do crescimento da coluna vertebral, que


pode levar a uma dolorosa má-postura. É uma osteocondrose asséptica (sem germes).
Meninos são quatro a cinco vezes mais frequentemente acometidos do que meninas.

A doença é nomeada em homenagem ao médico radiologista dinamarquês Holger


Werfel Scheuermann.

[Esconder]
v•e

Dorsopatias / doença espinhal (M40-M54, 720-724,737)


C Dorsopatias deformantes
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Doença de
Scheuermann · Torcicolo

EspondilopatiasEspondilite anquilosante · Espondilose (Espondilólise, Espondilolistese)


· Estenose espinhal · Sacroileíte · DisciteDorCoccidínia · Dor nas costas (Radiculopatia,
Cervicalgia, Ciática, Lumbago)OutrosNódulos de Schmorl · Doença discal
degenerativaObtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen
%C3%A7a_de_Scheuermann"

Encondroma
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Um encondroma é um tumor benigno comum derivado de tecido cartilaginoso. Ele


ocorre na maioria das vezes em pessoas com 20-40 anos, nos ossos longos. O
encondroma múltiplo apresenta-se com sintomas diferentes, havendo o perigo de uma
degeneração.

Clinica

As lesões geralmente não indolores e crescem lentamente. Geralmente é identificado


por acaso em um exame de raio-X. Raramente os encondromas são descobertos devido
a fraturas patológicas ou dores.

Deve ser obrigatoriamente descartada a possibilidade de um tumor maligno. Na


presença de encondromas múltiplos uma síndrome deve ser descartada, porque
encondromas sindrômicos podem se degenerar.
[editar] Localização

Os encondromas ocorrem na maioria das vezes nos ossos longos dos dedos das mãos
(60%). Raramente os encondromas surgem na região dos ossos dos pés, do fêmur, do
úmero e da pelve.

A localização influência a probabilidade de uma degeneração maligna. As lesões


encontradas no tronco possuem uma maior probabilidade de serem degenerativas
(condrossarcoma). Especialmente os encondromas da pelve devem ser cuidadosamente
removidos.

[editar] Patologia

Macroscopicamente os tumores são na maioria das vezes tumores cinza-azuis, que


geralmente possuem menos de três centímetros de tamanho e são lobulados.

[editar] Diagnóstico

O diagnóstico de um encondroma pode ser feito de maneira relativamente segura


através de métodos de imagem. Geralmente o raio-x é suficiente em manifestações
clássicas e é usado para o controle da evolução. Em casos não esclarecidos a
ressonância magnética e a tomografia computadorizada ajudam.

Além do diagnóstico primário, os métodos de imagem servem para se reconhecer


precocemente o desenvolvimento de uma degenaração maligna de um encondroma para
condrosarcoma. O sinal mais importante de uma malignização é o surgimento de dor.

[editar] Doenças associadas

As síndromes com múltiplos encondromas são conhecidas como encondromatoses.

[editar] Síndrome de Maffucci

Na síndrome de Maffucci ocorre a presença de múltiplos encondromas assimétricos em


combinação com hemangiomas da pele e órgãos internos. Estes encondromas se
malignizam com frequência.

[editar] Síndrome de Ollier

Na síndrome de Ollier ocorre a presença de uma encondromatose unilateral de vários


ossos longos. Isso causa problemas no crescimento e fraturas. As causas não são
conhecidas.

Os encondromas múltiplos frequentemente tendem a se malignizar (condrossarcoma)


em idades maiores (cerca de 25-30%).
Espondilolistese
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Espondilolistese é o deslocamento anterior de uma vértebra ou da coluna vertebral em


relação à vertebra inferior.

[Esconder]
v•e

Dorsopatias / doença espinhal (M40-M54, 720-724,737)


C Dorsopatias deformantes
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Doença de Scheuermann · Torcicolo
espinhal

EspondilopatiasEspondilite anquilosante · Espondilose (Espondilólise, Espondilolistese)


· Estenose espinhal · Sacroileíte · DisciteDorCoccidínia · Dor nas costas (Radiculopatia,
Cervicalgia, Ciática, Lumbago)OutrosNódulos de Schmorl · Doença discal degenerativa
Espondilopatia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Espondilopatias é um termo geral para designar doenças das vértebras.

Estenose espinhal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Estenose espinhal
Classificação e recursos externos

Estenose espinhal

CID-10 M48.0

CID-9 723-724

Estenose espinhal é uma condição médica na qual há o estreitamento do canal espinhal,


comprimindo a medula espinhal e nervos.

Patologia

A espinha lombar dá uma base para carregar o peso superior do corpo. Também abriga
os nervos que controlam a parte de baixo do corpo. Com o envelhecimento, podem
acontecer mudanças degenerativas na espinha. Os discos entre as vértebras (ossos)
podem ser desidratados e as juntas podem crescer demais devido às artrites. Com o
passar do tempo, estas mudanças também podem conduzir ao estreitamento, ou
estenose, do canal espinhal.

O estreitando do canal espinhal lombar aperta os nervos que vão para a pele e músculos
das pernas. Às vezes, os nervos comprimidos são inflamados, causando dor nas pernas
e/ou nas nádegas.

Mudanças degenerativas na parte baixa de trás também podem diminuir a habilidade da


espinha para levar a carga do corpo superior.

A estenose espinhal lombar normalmente afeta os adultos de meia-idade e mais velhos.


Pessoas que nascem com canais espinhais mais estreitos são mais aptos a desenvolver
este problema.
[editar] Sintomas

Tipicamente, pacientes com estenose espinhal lombar têm uma história longa de dor na
parte de trás, nádegas e/ou pernas que gradualmente pioram com o passar do tempo.
Ficar de pé ou caminhar ereto, quase sempre aumenta os sintomas, resultando em uma
dor muito dolorosa, tensão, peso, e fraqueza nas pernas e/ou nádegas. Estes sintomas
geralmente são aliviados quando o paciente senta ou se inclina para frente.

Embora os pacientes com estenose espinhal lombar não podem caminhar por muito
tempo, eles podem andar de bicicleta por muito mais tempo. Alguns pacientes também
acham que é mais fácil caminhar inclinado enquanto leva um carro de compras. Esta
posição tende a criar mais espaço no canal espinhal e pode aliviar algumas das pressões
nos nervos. Apoiar nos guidões de uma bicicleta cria o mesmo efeito.

[editar] Diagnóstico

Um cirurgião ortopédico pode diagnosticar estenose espinhal lombar que usando uma
combinação de:

• Sintomas
• Exames físicos
• Planície radiografa (Radiografias)
• Ressonância magnética (MRI)
• Radiografa pode mostrar a presença de artrites. A ressonância pode mostrar se
osnervos estão comprimidos.

Para pessoas que não podem fazer uma ressonância (por exemplo, as pessoas com
marca-passo), um teste especial chamado mielograma pode ser necessário. Neste teste,
tintura é injetada na espinha para tornar os nervos visível. O doutor pode determinar
então se os nervos estão comprimidos ou não.

[editar] Tratamento
Advertência: A Wikipedia não é um consultório
médico.
Se necessita de ajuda, consulte um profissional de
saúde.
As informações aqui contidas não têm caráter de
aconselhamento.

• Tratamento não-cirúrgico

A maioria dos pacientes com estenose espinhal lombar não requer cirurgia. Porém, se
um paciente estiver tendo dor severa que limita as atividades diárias, cirurgia pode ser
recomendada.

Geralmente, tratamento não-cirúrgico para esntenose espinhal lombar consiste em:

Terapia física:
Um programa de terapia física normalmente inclui condicionamento aeróbio e
exercícios para força e flexibilidade. A bicicleta é um modo bom para pacientes
exercitarem sem dor. Exercícios na piscina podem ser úteis para pessoas que não podem
fazer exercícios aeróbios na terra.

Medicamentos Anti-inflamatórios:

Podem ser prescritos como ibuprofeno e naproxen para diminuir a dor e a inflamação;
porém, eles podem ter efeitos colaterais sérios. Uso prolongado pode conduzir a úlceras
gastrointestinais, hemorragia, e problemas renais. Alguns medicamentos anti-
inflamatórios também podem aumentar o risco de ataque cardíaco e derrame.

Injeções epidurais de esteróides:

Estas injeções entregam o esteróide anti-inflamatório diretamente ao canal espinhal-


direito às raízes dos nervos comprimidos. As injeções podem prover alívio por semanas
ou até meses, e pode permitir ao paciente participar de uma reabilitação mais agressiva.
Em alguns casos, eles podem permitir o paciente a adiar ou evitar tratamento cirúrgico
completamente. Injeções epidurais de esteróides são mais efetivas que medicamentos
anti-inflamatórios levados por boca, e eles também podem ter menos efeitos colaterais.

Cinta:

Uma cinta lombar ou colete pode prover um pouco de apoio e pode ajudar o paciente a
ganhar um pouco de mobilidade, mas a cinta geralmente não é recomendado para uso a
longo prazo. Se usada por muito tempo, pode conduzir ao descondicionamento dos
músculos que apóiam a parte de trás. Acupuntura ou manipulação quiroprática também
podem ser tentadas.

Todos estes tratamentos não-cirúrgicos são para diminuir inflamações e prover alívio de
sintomas. Porém, tratamento não-cirúrgico não melhorará o estreitamento do canal
espinhal.

• Tratamento cirúrgico

Em geral, cirurgia só é considerada como último recurso se todas as tentativas de


terapias não-cirúrgicas forem falhas e se os benefícios potenciais da cirurgia são
maiores que os riscos potenciais. Cirurgia pode ser recomendada em uma base urgente
se um paciente tiver fraqueza severa ou perda do intestino e do controle da bexiga.

Descompressão:

O procedimento cirúrgico para estenose espinhal lombar envolve a remoção do osso e


dos tecidos da espinha que estão apertando os nervos.

Fusão espinhal:
Alguns pacientes com estenose espinhal lombar requerem só uma descompressão.
Porém, se também houver curvatura da espinha, uma fusão espinhal deve ser feita.
Neste procedimento, são fundidos permanentemente juntas duas ou mais vértebras,
enquanto usa-se um enxerto de osso colhido do quadril. A fusão elimina o movimento
entre as vértebras e impede que a curvatura da espinha piore depois de cirurgia, o que
causaria mais dor nas costas e/ou pernas. O cirurgião pode usar parafusos e varas para
segurar a espinha no lugar enquanto os ossos são fundidos.

O uso de varas e parafusos faz a fusão dos ossos acontecer mais rapidamente e acelera a
reabilitação pós-operatória. Mundialmente, os resultados de fusão espinhal são de bons
para excelente em aproximadamente 80% dos casos. Pacientes tendem a ver mais
melhoria de dor nas pernas do que nas costas. A maioria pode retomar um estilo de vida
normal depois de um período de recuperação da cirurgia.

[editar] Complicações

Há alguns riscos para a cirurgia de estenose espinhal lombar:

• Hemorragia
• Infecção
• Coágulos de sangue
• Reação à anestesia
• Fracasso na tentativa de aliviar sintomas
• Retorno de sintomas depois de certo tempo
• Fracasso da fusão de osso para curar
• Fracasso de parafusos ou varas
• Necessidade de cirurgia adicional
• Dano nos nervos

Os riscos de cirurgia dependem do paciente e o procedimento exato que é executado.


Pacientes anciãos têm taxas mais altas de complicações na cirurgia. Assim faz os
pacientes preponderantes, diabéticos, fumantes, e pacientes com problemas médicos
múltiplos.

[editar] Reabilitação

Depois da cirurgia, os pacientes podem ser hospitalizados durante vários dias. Isto
depende do paciente e do procedimento executado.

Pacientes relativamente saudáveis que sofrem só descompressão podem receber alta do


hospital no mesmo dia e pode voltar às atividades normais depois de apenas algumas
semanas.

São hospitalizados durante vários dias pacientes que sofrem fusão espinhal.

Um colete lombar ou cinta também podem ser prescritas depois de cirurgia. Pacientes
geralmente voltam às atividades normais depois de 2 a 3 meses.

Idosos que precisam de mais terapia física podem ser transferidos do hospital para uma
reabilitação facilmente.
[editar] Referências

• Stenosis
• [1]

[editar] Ligações externas

• Spinal Stenosis - Information for Patients


• Spinal Stenosis (Patient information that has been peer-reviewed)
• Lumbar Spinal Stenosis
• Cervical Disorders - Spinal Stenosis and Disc Herniation

Exostose é uma protusão óssea anômala localizada, decorrente de defeito congênito,


traumatismo ou inflamação crônica

Tumoração na superfície de um osso, causada por traumatismo, inflamação ou


perturbação da ossificação.

Classificação e recursos externos

CID-10 M40.3-M40.5
CID-9

737.2

Necrose avascular
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Necrose avascular
Classificação e recursos externos

CID-10 M87.

CID-9 733.4

DiseasesDB 1174
eMedicine
m MeSH
e
d
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2
9
2
4

D010020Necrose avascular é uma doença que é o resultado da perda temporária ou permanente da


provisão de sangue aos ossos. Sem sangue, morre o tecido do osso, causando seu colapso. Se o
processo envolver os ossos perto de uma articulação, freqüentemente colapsará da superfície da
articulação. Esta doença também é conhecida como osteonecrose, necrose (osso) asséptica e necrose
isquêmica do osso. Ela pode acometer determinados ossos e assim receber nomes especificos:

Legg-Calve-Perthes: cabeça do fêmur

Kohler: navicular

Freiberg: cabeça do segundo metatarso

Kienböck: semi-lunar

Osgood-Schlatter: tuberosidade anterior da tibia

Sever: tuberosidade do calcâneo

Calve: corpo vertebral

Scheurmann: epífise vertebral

Nódulo de Schmorl
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nódulo de Schmorl
Classificação e recursos externos
CID-10
M CID-9
5
1
.
4
7 DiseasesDB 32386
2
2
.
3
0

Nódulos de Schmorl são protrusões da cartilagem do disco intervertebral que penetram


a placa terminal do corpo vertebral e a vértebra adjacente.[1]

[editar] Diagnóstico

Os nódulos de Schmorl podem ser detectados radiograficamente, no entanto sua


imagem é melhor na tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

[editar] Epônimo

Os nódulos de Schmorl recebem o nome em homenagem ao patologista alemão


Christian Georg Schmorl (1861-1932).[2]
[1]

[2]

Referências

1. ↑ 1,0 1,1 synd/2377 em Who Named It?


2. ↑ 2,0 2,1 MedFriendly.com: Schmorl’s nodule

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%B3dulo_de_Schmorl"

Sarcoma de Ewing
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Sarcoma de Ewing
C Raio-X de uma criança com sarcoma de Ewing na tíbia.
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CID-9 170.9

CID-O: M9260/3

OMIM 133450

DiseasesDB 4604

MedlinePlus 001302

eMedicine ped/2589

O MeSH

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D Classificação e recursos externos
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1
2
5
1
2

CID-10 Q78.4

CID-9 756.4

OMIM 166000

DiseasesDB 9212

eMedicine derm/256

MeSH D004687

Síndrome de Maffucci é uma doença esporádica caracterizada pela presença de


encondromas múltiplos associados com hemangiomas múltiplos.

Síndrome de Tietze
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Síndrome de Tietze
Classificação e recursos externos
Articulações esternocostal e intercondral. Vista anterior. (Cartilagens costais visíveis
no diagrama.)

CID-10 M94.0

CID-9 733.6

DiseasesDB 13112

MeSH D013991
A síndrome de Tietze é uma inflamação benigna de uma ou mais cartilagens costais.
Foi descrita pela primeira vez em 1921 pelo cirurgião alemão Alexander Tietze (1864-
1927).[1][2]

[editar] Diagnóstico diferencial

Embora alguns pacientes frequentemente confundam a dor da síndrome de Tietze com o


infarto do miocárdio (ataque cardíaco), a síndrome não progride para causar dano a
nenhum órgão.

[editar] Referências

Tumor ósseo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tumor ósseo
Classificação e recursos externos

CID-10 C40.-C41.

MeSH D001859

Tumor ósseo é um termo médico inexato, que pode ser usado tanto para crescimentos
ósseos malignos quanto benignos.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_%C3%B3sseo"

Tumor ósseo de células gigantes


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tumor ósseo de células gigantesClassificação e recursos externos Raio-X de um tumor ósseo de
células gigantes na cabeça do 4º metacarpiano da mão esquerda.CID-10C40., C41.CID-
O:9250/1DiseasesDB9337eMedicineradio/307 MeSHD018212Tumor ósseo de células
gigantes (ou osteoclastoma) é um tumor ósseo relativamente incomum. É caracterizado
pela presença de células gigantes multinucleadas (tipo osteoclasto). Estes tumores
geralmente são benignos.[1] Na maioria dos pacientes os tumores são de
desenvolvimento lento, mas podem recorrer localmente em até 50% dos casos. As
metástases para os pulmões podem ocorrer em cerca de 4% dos casos.