Transformadores, Teorias, Práticas e Dicas

TRANSFORMADORES
Teoria, Prática e Dicas (para transformadores de pequena potência)

Biografia
Esta literatura foi elaborada a partir de experiências em aulas com a produção de transformadores nos anos de 1988 e 1989. Parte deste material já compunha uma apostila, do próprio autor, chamada: Apostila Prática Sobre Transformadores de Núcleo de Ferro. Outras partes são dicas dadas em aula de eletrônica. Agradeço ao Engenheiro José Newton, meu ex-professor e ex-colega de aulas, que me ensinou a persistir e tentar sempre aprender mais.

Autor: Luiz Antonio Bertini

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Transformadores, Teorias, Práticas e Dicas

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Transformadores, Teorias, Práticas e Dicas

Índice

Capítulo 1 Teoria sobre Transformadores ........................................... 05 Considerações Gerais sobre Transformadores ................... 07 Cálculo dos Transformadores ............................................ 08 Cálculo de um Transformador ........................................... 10 Tabela de Equivalências e Escalas de Fios ........................ 15 Relações entre Medidas dos Núcleos ................................ 23 Capítulo 2 Dicas Práticas..................................................................... 25 Capítulo 3 Usando Carretéis, Fazendo os Enrolamentos e Montando o Núcleo ........................................................... 35

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Transformadores. Práticas e Dicas -4- . Teorias.

apresentamos.Transformadores. elevar ou diminuir uma tensão. que é mais intenso quanto esses transformadores que possuem um núcleo de material ferromagnético. ocasionada por diversos motivos. Práticas e Dicas Capítulo 1 Teoria sobre Transformadores Transformadores ou trafos são dispositivos elétricos que têm a finalidade de isolar um circuito. Existem transformadores de diversos tipos. entre si. Figura 1 -5- . construção e tamanho específicos. a seguir. respectivamente). um transformador tem de transferir toda a potência do primário para o secundário (primário e secundário são enrolamentos de entrada e saída. Teoricamente. esses enrolamentos são independentes. Servem também para casar impedância entre diferentes circuitos ou como parte de filtros em circuitos de rádio freqüência. alguns símbolos de outros tipos de transformadores e suas respectivas aplicações: Trafo com núcleo de ferro. Um transformador é constituído pelo menos por dois enrolamentos. mas sofrem a ação do campo eletromagnético. Utilizado em fontes convencionais para a isolação de circuitos e para se ter a tensão desejada. A tensão do secundário depende da relação de espiras entre o primário e o secundário e da tensão aplicada no primário. Teorias. correntes pelo núcleo. Embora esta literatura se resuma ao cálculo e dicas de trafos monofásicos e bifásicos com núcleo de ferro. observa-se certa perda de potência nessa transferência de potência. Na prática. chamados de correntes de Foucault etc. O enrolamento em que aplicamos a tensão que desejamos transformar chama-se primário e o enrolamento onde obtemos a tensão desejada se chama secundário. cada um com uma finalidade. Na maioria dos casos. como a resistência de fio.

-6- . Figura 2 Trafo com núcleo de ferro com dois enrolamentos secundários. como 127 ou 220VAC. Utilizado quando há a necessidade da aplicação de diferentes tensões em seu primário. Figura 3 Trafo com centro tap (tomada central ou apenas tap). Figura 5 C Trafos sintonizados com núcleo de ferrite. Figura 6 Observação: Cabe lembrar que não foram citados todos os tipos de transformadores. Utilizado em fontes chaveadas. porém com apenas dois diodos. Exemplo: 15VAC e 5 VAC. Práticas e Dicas Trafo com núcleo de ferro com dois enrolamentos primários.Transformadores. Teorias. muito menos as suas utilidades. tap Figura 4 Trafo com núcleo de ferrite. Utilizados em circuitos de RF (rádio freqüência). Utilizado quando se deseja trabalhar com retificação em onda completa. Empregado quando são necessárias duas tensões de saída. no secundário.

Práticas e Dicas Considerações Gerais sobre Transformadores Todos os transformadores se aquecem durante o funcionamento. não servindo para o mesmo fim. A qualidade do ferro empregado é um fator que deve ser considerado no projeto de um trafo.Transformadores. Em trafos de força. Teorias. maior será o aquecimento do mesmo. teremos: I1 I2 V1 N1 N2 V2 onde: V1 = tensão no primário V2 = tensão no secundário I1 = corrente no primário I2 = corrente no secundário N1 = espiras do primário N2 = espiras do secundário Em um trafo ideal teremos: V1 V2 = N1 N2 = I2 I1 Figura 7 -7- . em virtude das perdas que existem em todos eles. Quanto mais alta a potência retirada nos secundários de um trafo. Para determinada tensão variável aplicada no primário do transformador teremos uma tensão induzida no secundário. usamos chapa de ferro silício de 1. Os núcleos devem ser feitos de chapas de ferro silício. ferro doce ou outro ferro comum.7 ou 2 Watts/Kg. a secção do núcleo deverá ser aumentada para um mesmo transformador. Dado o esquema de um trafo. Se o ferro for de qualidade inferior. assim como também não é possível um núcleo de ferro maciço.

000) deixará o transformador grande.000. terá o seu valor entre 8.000. -8- .000 e não a 1. pois.044 x N x B x S x F em que: E = tensão elétrica N = núcleo de espiras do primário B = densidade de fluxo magnético em Gauss S = secção magnética eficaz do núcleo F = freqüência da tensão alternada Podemos reescrever a fórmula citada assim: N= E x 108 4. o N encontrado deve ser multiplicado pela tensão do primário.44 x B x S x F Dessa forma.Transformadores.000. que é dada em Gauss. fará com que o trafo fique menor.000.000. Teorias.44 x B x S x F ou para simplificar os cálculos: N= 108 4. E = 0.000 a 14. Nunca use o máximo valor de B. vamos fazer uso da expressão geral da tensão alternada (E ou VAC).000). Um valor de B baixo (próximo a 8.: Cuidado. pois você irá saturar o núcleo. A densidade do fluxo magnético B. 108 é igual a 100. o que quer dizer que. para encontrarmos o número de espiras necessário no primário Obs.000.000. Práticas e Dicas Cálculo dos Transformadores Para calcular um trafo. enquanto que um B elevado (próximo a 14. encontramos uma relação chamada de espira por Volt.

2 A/mm2 2. vamos saber que bitola deverá ter nosso fio.5 A/mm2 2.9 Agora que já vimos como calcular a secção e o número de espiras por Volt. Práticas e Dicas A secção magnética do núcleo será calculada por: Sm ≅ 7 P F em que: Sm = secção magnética (cm2) P = potências dos secundários somadas F = freqüência e a secção geométrica será calculada por: Sg ≅ Sm 0. por mm2 A densidade de corrente em ampère é dada pela tabela a seguir: Potência de trafo (W) Até 50W 50 – 100W 100 – 500W 500 – 1000W Tabela 1 A finalidade de se definir a densidade de corrente em relação à potência do trafo é para se evitar um aquecimento excessivo do mesmo. em ampére. Teorias.5 A/mm2 2. Para encontrarmos essa bitola.0 A/mm2 -9- .Transformadores. basta aplicarmos a fórmula a seguir: d= I δ em que: d = diâmetro do fio em mm I = corrente dos enrolamentos δ = densidade de corrente. δ Densidade da corrente (δ) 3.

10 - .3W à utilizamos um valor 10% maior prevendo perdas no núcleo Agora vamos calcular a secção magnética: Sm ≅ 7 P F Sm ≅ 7 3. Teorias. Práticas e Dicas Cálculo de um Transformador Dados: VpeFicaz = 127V VseFicaz = 6V Is = 0.5 = 3W Potência adotada = Pstrafo + 10% = 3.5A Desenho do trafo: 127VCA 6V Figura 8 Primeiro vamos calcular a potência do transformador: Pstrafo = VpeFicaz x Is Pstrafo = 6 x 0.64 cm2 .3 60 Sm ≅ 1.Transformadores.

797 espiras no primário Ns = 6 x 29.129 mm2.88 ≅ 29.57 x 60 N= 100.000 x 1.Transformadores.44 x 8.4 espiras no secundário Agora encontraremos a bitola do fio a ser utilizado em cada enrolamento. que tem secção Sfio = 0.38 mm que equivale ao fio nº. . Para isto vamos à equação a seguir para calcular o fio do secundário: d= I δ 0.000 3345.000 4.9 = 179. Práticas e Dicas Vamos calcular o número de espiras por Volt: N= 10δ 4.000.11 - .3779 ≅ 0.9 = 3.9 espiras por Volt.44 x B x S x F N= 100. veja a Tabela 1 d= d = 0.5 em que: d = diâmetro do fio (mm) I = corrente no secundário δ = densidade de corrente à como a potência é menor do que 50W. 26 AWG (veja a Tabela 3 no final deste capítulo).5 3. Agora encontraremos o número de espiras para cada enrolamento: Ns = 127 x 29.000. Teorias.984 N = 29.

273 0. Agora calcularemos a secção geométrica do núcleo: Sg = Sm = 1.9 Usando-se núcleos de lâminas “E” e “I” de ferro silício esmaltado padronizados.5 d = 0.674 1.0064 mm .516 0. adotaremos as lâminas para o núcleo nº. e sabendo que Sg = A x B. Veja as figuras 9 e 10.12 - .0816 mm que equivale ao fio nº. de acordo com a Tabela 2.64 cm2 = 1. 01. Teorias.823 cm2 ou Sg = A x B 0. para uma melhor compreensão: Lâminas padronizadas Nº.5 = 0. 39 AWG.5 2 2.380 0.095 0.0233 3.170 0. Práticas e Dicas Agora encontraremos o fio a ser utilizado no primário. para isto basta fazer o seguinte: Vp = Is Vs Ip 127 = 0.5 6 Ip Ip = 6 x 0.053 Tabela 2 . (veja a Tabela 2 3) Sfio = 0.5 3 3.Transformadores.9 0. 0 1 2 3 4 5 6 A cm 1.5 4 5 Seção da janela mm2 168 300 468 675 900 1200 1880 Peso do núcleo kg/cm 0.0233A 127 d= 0.

13 - . 0. Para termos noção de A e B. Práticas e Dicas A Largura da lâmina (sigua a tabela anterior) Lâmina E Lâmina I Janela Janela B Altura (varia de acordo com o número de lâminas) Figura 9 Sabemos que a secção geométrica é o produto de A e B. Teorias. (Lâminas E) (Seção geométrica) A (Largura) B (Altura) (Janela) Figura 10 Obs. Como a secção geométrica calculada é de 1.Transformadores. que tem uma largura de 1.5 cm de altura de empilhamento. . ou seja.: Ver carreteis padrões (Capítulo 3). podemos escolher as lâminas nº. da largura de A pela quantidade de lâminas que dá a altura B.823 cm2.5 cm e usar uma quantidade de lâminas que dê 1. basta tirar a raiz quadrada da Sg calculada.

25 cm2 podemos agora rever a secção magnética Sm = Sg x 0.797 x 0.14 - . veja: Senrolamentos = (Np x Sfio) + (Ns x Sfio) Senrolamentos = (3. Caso o resultado fosse menor do que 3.5 = 2.09 mm2 Senrolamentos = 47. basta calcular as secções dos enrolamentos.9 Sm = 2. vemos que as lâminas de nº.39 mm2 Pode-se perceber que a secção do cobre enrolado do primário é quase igual ao do secundário. sim.39 mm2 Como 3. Aplicando a relação: Sjanela 168 mm2 = 3.25 x 0. . Olhando a tabela de lâminas padronizadas. o que demonstra que a potência nos dois enrolamentos é praticamente igual.Transformadores.54 é maior do que 3. Para termos certeza disso. podemos montar o trafo. Agora. podemos ver se o trafo pode realmente ser montado e se os enrolamentos cabem na janela. Teorias. Práticas e Dicas Sg = 1.5 x 1. 0 têm uma janela com secção de 168 mm2.0064) + (179. deveríamos usar outro núcleo.9 = 2.025 cm2 Com esse núcleo conseguimos uma secção magnética próxima aos cálculos. o que permite montar o transformador.4 x 0.3 mm2 + 23. somá-las e verificar se cabem na janela das lâminas 0.129) Senrolamentos = 24.54 = Senrolamentos 47.

26 678.176 1.256 0.38 66.051 0.206 0.53 272.361.204 0.73 20.302 36.272 18.385 1.03 855.028 0.293 0.439 0.402.58 Transformadores.440 266.650 xx 3.731 429.305 0.337 9.066 0.310 1.360 26.891 840.069 10.504 44.776 0.643 4.924 10.13 10.42 107.961 1.236.777 678.899 45.779.000.189 84.233 0.442 0.417 26.57 10.030 0.49 34.163 0.641.079 0.080 0.157 11.065 0.858 0.80 205.649 0.152 0.350 1.91 19.284 5.37 47.239 0.786.036 0.464 7.022 0.931 76.476 0.950 533.650 0.974 0.455 67.27 24.924 8.888 2.115 2.92 17.510 1.832 13.76 6.127 0.111 269.450 1.94 131.194 0.840.641.03 32.648 1.274 40.016 0.607 1.06 130.20 53.775 17.406 0.119 0.010 0.67 3.151 0.110 9.258 4. p/ Kg ( ohms) Capacidade de 2 Corrente N 0 nominal (mm ) 2 S R S AWG 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 3.172.074 158.500 275.152 3.254 0.322 0.516 8.300 xx 2.028 16.145 80.102 116.813 0.279 0.56 3.825 14.88 22.873 70.150 11.094 0.10 6.598 5.040 1.577 18.672.44 4.815.365.101 179.29 1.110 8.439 xx 27.190 434.0031 0.869.114 0.024 0.887 6.320 0.916.490.413 27.058 0.056 0.50 67.307 2.705 0.005 0.226.147 0.735 682.25 2.059 28.52 7.515 731.032 0.226 0.793.076 1.813 7.418 7.54 317.612 715.078 134.356 0.993 10.706.050 0.061 3.13 85.197 9.102 0.509 88.558 0.457.92 53.636 13.322.39 1.081 11.013 0.510 11.153 4.585 849.930 0.055.869.821.67 83.57 .68 1.482 3.821 1.06 158.406.59 5.698.79 14.372.667 111.255 0.86 0.845 4.20 755.288.33 17.741 xx 59.097 0.767 312.379 0.295 19.257 2.368.20 540.756.50 2.534.601.323 2.446 0.63 10.300 0.690.444.283 28.183 0.29 8.583.832.713 6.165.380 7.421 21.92 xx 33.630 xx 1.916 26.129 0.33 215.498 345.52 66.226 4.266 0.780.476 340.203 0.928.009 0.745 55.802.069 178.15 - 0.18 0.00 6.252 1.630 2.020 0.23 1.73 0.561 2.095 0.543.571 4.137.693 33.732 1.717 41.806 3.612 2.570.03 395.516 20.18 1.528 214.333.765 2.690 1.235 0.020 0.274 0.120 0.019 0.134.339 65.459 2.018 1.57 13.297 2.290 1.276 46.401 18.86 5.346.851.550 6.369 0.350 xx 3.724 0.709 4.593.180 0.051 0.084 4. Práticas e Dicas .111 2.43 0.56 0.016 285.98 0.942 53.359.219 4.009 0.85 930.739.065 0.414 52.13 38.396 0.032 0.01 0.892 11.789 4.75 1.099.470 0.013 0.47 30.243 179.13 25.147 0.798 12.455 0.26 0.816 0.633 1.384 0.044 0.03 8.73 2.594 0.270 xx 2.076 0.906 2.416 16.120 0.020 xx 2.86 21.735 2.655 326.79 0.877 84.150 xx 2.764 2.015 0.047 0.083 339.590 21.19 59.57 8.132 113.038 0.675 3.241 0.092 0.17 114.089 0.0050 0.610 13.176 6.175 10.517 0.413 54.830 2.640.000.010 0.761 1.770 0.97 94.336.016 0.872.0064 0.018 0.44 8.767 73.646 1.113 xx 47.546.919 3.913.799.10 xx 16.166.300 4.116 0.568 27.111 0.974 18.331.574 0.050 3.94 253.258.755 455.091 126.26 5.060 0.15 9.132 0.203 0..088 18.798.739.944.014 543.203 1.064 16.957 453.320 0.102.254 0.260 8.146.034 0.0020 0.82 0.040 0.053 4.069 0.342 6.823 0.432 106.081 140.707 1.710.664 72.867 33.020 0.100 106.861 0.31 0.247.291 115.17 42.959 1.006 xx 8.25 344.82 6.343 213.160 0.512 0.897 7.018 0.92 170.073 0.430.303.920 445.364 3.124 1.060 0.744 7.13 612.590 169.602 5.643 0.410.080 0.032 0.333 1.67 72.910 6.142 0.515 0.493 0.130 89.73 4.643 16.51 103.506.41 xx 42.104 0.182 1.102.39 53.163 0.96 1.83 Tabela de equivalências e escala de fios S = isolação simples Tabela 3 0.131 175.598 0.33 3.114 104.543 11.091.538.34 104.266 2.232 7.587.049.176 0.722 18.258 0.746 169.662 532.85 0.080 0. Teorias.Ø (mm) R 2.074.196 10.19 11.29 0.99 81.054.115 1.257 4.761 28.820 1.551 0.650 1.68 42.287.071 0.404 0.530.33 15.198 56.898 139.249 45.613 0.68 5.210 1.028 S R S R S R por Km (ohms) S R 2A /mm 2 Seção 3A /mm 2 Ø com 4A /mm 32.448 1.795.450 1.501 44.040 0.520 44.837 8.480 0.604.410 xx 2.165.48 xx 26.617 0.037 0.183.043 13.091 478.590 5.480.178 64.408 0.416.150 1.361 0.231 182.046 0.226 0.613 2.846 5.458 9.648 3.905 26.130 0.301 2.263 667.589.730 5.834 1.792.025 0.49 496.674 122.947 0.076 0.205 47.06 16.101 0.18 4.240 8.168 1.231 0.52 0.324 0.59 0.849 1.160 0.287 0.189 0.064 0.963 0.006 0.24 5.462 23.008 2 isolação(mm) Espiras por cm Espiras por cm Metros por Kg Kg por Km Resistência Resist.511 0.202 0.100 21.680.707.056.92 xx 21.97 3.03 13.328.90 163.031 0.298 1.798 13.00 25.349 xx 74.288 291.710 2.17 R = isolação reforçada 0.61 0.472.84 xx 13.810 13.129 0.084 0.161 0.685 25.42 12.67 1.0025 0.952 3.150 xx 1.518.513.772 42.023 0.025 0.007 0.224 51.686 0.020 0.690 xx 2.338 32.067 0.0040 0.795.596.982 71.533 34.347.900 6.61 433.700 35.943 15.102 0.466 0.076 1.004 xx 17.714 14.284 0.471 10.00 0.56 33.294 2.17 2.129.28 0.380 xx 2.127.779 56.305 xx 13.201 2.006 14.50 1.025 0.750 0.319 0.780 857.198 1.434 1.728 5.012 0.277 xx 21.557 134.171 xx 23.769 5.36 0.912 0.102 0.639 xx 29.11 0.408 427.665.620.348 7.920 xx ∅ = diâmetro 1.407 0.738 11.063 0.090 1.75 27.061 0.19 4.283 20.745 7.373 29.671 220.139 185.029 0.58 147.02 0.012 0.407 4.750 8.909 16.648 0.75 1.474 1.532 xx 11.171 3.025 5.516 xx 37.47 0.322 0.41 0.152 17.485 0.152 0.160 71.661.076 0.914 2.038 0.040 0.051 0.25 0.423.080 1.306 1.563 119.184 0.40 136.556 1.010 0.

Práticas e Dicas Vamos ver mais um exemplo: à Construa um trafo com as seguintes características: Primário Secundário – 127/220V – 15V x 1 A – 5V x 1 A – 6V x 1 A Vamos desenhar o trafo: NS1 = 6V x 1A NS2 = 5V x 1A 127VAC 220VAC NS3 = 15V x 1A Figura 11 A potência desse trafo será a soma das potências do secundário.95 cm2 .Transformadores. PS1 = 6 x 1 = 6W PS2 = 5 x 1 = 5W PS3 = 15 x 1 = 15W PT = 6 + 5 + 15 = 26 + 10% PTS = 28.16 Sm = 7 .6W ≅ 30W Agora vamos encontrar a Sm: Sm = 7 PTS F 30 60 Sm ≅ 4. mais 10% relativos às perdas. Teorias.

000.9 Vamos calcular o núcleo de espiras por Volt: N= 108 4.9 Sg = 4.2 espiras 1390.160 N ≅ 6.: utilizamos um valor intermediário entre 8.44 x B x Sm x F 100.000.95 = 5. Teorias.4 espiras 127VAC 695. Práticas e Dicas Agora a secção geométrica do núcleo: Sg = Sm 0.32 = 1. N= 100.4 espiras 220V Np Figura 12 .000 15.95 x 60 à Obs.Transformadores.000 x 4.000 N= à 4. Np = 220 x 6.000 e 14.17 - .32 espiras/Volt Agora calcularemos o núcleo de espiras do enrolamento primário.5 cm2 0.44 x 12.390.824. Para isto usaremos a tensão de 220VAC e faremos uma saída ou tap no meio do enrolamento que será a entrada para 127VAC.000 Gauss.

que já calculamos anteriormente. 23 AwG (secção de 0. Iniciando pelos secundários.32 = 94.92 espiras Ns2 = 5 x 6.Transformadores.6 espiras Ns3 = 15 x 6.534 mm o que equivale. observando a Tabela 3.32 = 37.534 mm δ Fio nº.8 espiras Vamos calcular a bitola do fio para cada enrolamento.255 mm2) AWG dns2 = Ins2 = 0.18 - .5A/mm2 para trafo de até 50W. Teorias. A secção do fio será importante para calcularmos a secção dos enrolamentos para ver se eles cabem no núcleo. Para verificar isso.534 δ Fio nº.32 = 31. 23 (secção de 0. 23 AWG (secção de 0. dns1 = dns1 = Ins1 δ 1 1 3.255mm2) Devemos sempre usar um fio com o diâmetro imediatamente maior do que o calculado. consulte a tabela 3. Práticas e Dicas Agora calcularemos as espiras dos enrolamentos secundários: Ns1 = 6 x 6.255 mm2) Dns3 = Ins3 = 0. Mas para isso devemos ter a potência do trafo. PT = 30W δ = 3. .5 dns1 = 0. ao fio nº. e observar a tabela 1.

9 Sg = A x B Sg = 4. Calculemos.95 = 5. o fio do primário: Como temos vários secundários e presumimos que a potência deles é igual à do primário. veja a tabela 3. ao fio nº. e ver que lâmina deveremos usar observando a tabela 2.19 - .236 3. (levando-se em conta 10% de perdas) vamos usar a equação: PT = Vp x Ip 30 = 127 x Ip à temos de usar 127VAC. Práticas e Dicas Vamos ver agora.9 . Ip = 30 127 Ip = 0.5 dp = 0.Transformadores. Sg = Sm ou 0. então. pois é neste caso que circulará mais corrente pelo enrolamento.065 mm2).5 cm2 0.236 A dp = Ip δ dp = 0. Teorias. a secção geométrica do núcleo.26 mm o que equivale. 29 AWG (secção de 0.

Teorias. somá-los.255) + (31.) Vamos agora rever a secção magnética: Sm = Sg x 0.92 x 0.376 mm2 + 9.625 cm2 Com esse núcleo conseguimos uma secção magnética maior do que a calculada.346 cm.5 = 2.9 Sm = 5. Sg = A x B Sg = 2.346 cm de largura e colocar lâminas até termos uma altura superior a 2.4 x 0. e verificar se cabem na janela das lâminas 02.9 Sm = 6. veja a seguir: Senrolamentos = (Np x Sfio) + (Ns1 x Sfio) + (Ns2 x Sfio) + (Ns3 + Sfio) Senrolamentos = (1390.5 Sg = 6. pois usamos a mesma bitola de fio para o primário de 127 VAC e 220VAC.065) + (37. .8 x 0.7 mm2 + 8.2 mm2 Senrolamentos = 132.5 x 2.Transformadores.25 cm2 Lâmina 02 da tabela 2 Altura B (para termos noção de que valor utilizar.06 mm2 + 24.20 - . basta calcular as secções dos enrolamentos. e isto nos permite construir o trafo.255) Senrolamentos = 90. Percebemos que teremos de usar uma lâmina com mais de 2. Práticas e Dicas Com a tabela 2 escolheremos o núcleo sabendo que A x B deve ser maior ou igual a Sg. basta tirarmos a raiz quadrada da Sg calculada. Agora veremos se os enrolamentos caberão na janela do núcleo das lâminas 02.346 cm. Mas para termos certeza disto.6 x 0.25 x 0.255) + (94. Exemplo: 35.336 ≅ 133 mm2 Os enrolamentos primário e secundário não tiveram secções semelhantes.

21 - . mas suficiente para sabermos a secção de um fio a partir do seu diâmetro ou nº.Transformadores.5 = Senrolamentos 133 mm2 Como 3. Transformadores baseados nesses cálculos deram bons resultados quando construídos e testados em aula. Práticas e Dicas A secção das janelas é igual a 468 mm2. Observações: Esses cálculos têm alguns de seus valores aproximados e servem para transformadores simples com 2 enrolamentos primários e no máximo 3 enrolamentos secundários. A capacidade de corrente nos fios se refere a uma densidade de corrente de 3 A/mm2. porém mais simples. AWG.5 é maior do que 3. . Teorias. A tabela 4 é semelhante à tabela 3. aplicando a relação: Sjanela 468 mm2 = 3. Caso o resultado fosse menor do que 3 teríamos de usar um núcleo maior. podemos montar o trafo.

0159 0.3211 0.64 2.18 0.13 6.0050 0.0 82.41 0.56 3.8 32.1798 0.91 0.1601 0.8118 0.23 0.4 169.5 2.8 25.5 14.4049 0.6 12.0633 0.3 845.827 5.4 9.23 4.0127 00100 0.252 0.264 2.2 10.92 0.57 0.36 0.0 531.01 1.0025 0.6 6.15 16.03 2.31 2.20 0.7230 0.40 1.1270 0.0020 Número de espiras por cm Kg por Km Resistência (ohms/Km) 0.0 5312.Transformadores.0 4.22 Tabela 4 .4 32.0799 00711 0.036 0.1131 0.011 0.035 0.0 1338.189 4.3 69.053 1.26 7.89 2.08 1.3 5.65 0.022 0.23 0.665 3.028 0.63 2.0032 0.49 8.6 1.4 85.022 0.1426 0.291 1.3 12.0 78.77 13.9116 0.0 1.7 3.028 0.36 6.0079 0.4 35.45 0.0 106.46 0.79 4.0 2696.2268 0.5 56.005 5.5 56.018 Para uma densidade de corrente de 3 A/mm2 .305 2.2546 0.3 67.08 0.0 20.4547 0.58 0.11 0.040 0.10 0.7 170.0 8500.588 2.18 0.0 18.014 0.6 333.0 Capacidade (A) 319 240 190 150 120 96 78 60 48 38 30 24 19 15 12 9.226 8. Teorias.16 0.8 3.348 6.8 14.7 11.73 26.4 7.0 62.450 1.63 5.86 10.0 126.0 3400.07 5.0 6800.0 1700.0 56.150 1.9 46.3 97.17 10.26 0.2859 0.064 0.3606 0.2 669.044 0.0 2152.1 29.628 1.072 0.0254 0.089 0.8 44.04 0.69 41.317 1.2 2.8 138.5 111.5 7.032 0.52 0.43 53.63 0.197 0.14 0.29 1.4 16.8 1069.0040 0.72 0.158 0.29 0.40 9.0 212.34 20.906 2.41 33.15 32.017 0.2 8.115 3.48 42.2 130.0564 0.67 21.5 6.73 0.5106 0.2019 0.82 1.056 0.6 39.2 85.37 0.31 1.70 2.057 0.4 23.2 0.045 0.051 0.6438 0.9 156.3 425.1007 0.30 10.46 51.6 9.7 375 295 237 188 149 118 94 74 58.26 4.33 0.007 0.82 0.61 3.28 0.14 0.09 0.80 1.828 1.252 7.65 1.0503 Secção (mm2) 107.17 3.3 18.55 8.5 265.27 1.10 0.544 5.0201 0.009 0.0 22.2 11.070 0.0063 0.44 1. Práticas e Dicas Número AWG 0000 000 00 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 Diâmetro (mm) 11.15 0.024 0.0897 0.5733 0.50 1.13 0.0 4250.9 16.621 4.63 26.6 28.

Transformadores. Teorias. Práticas e Dicas Relações entre as Medidas dos Núcleos Linhas de força a 2a a 3a 6a Janela Janela Figura 13 5a .23 - .

Práticas e Dicas .Transformadores.24 - . Teorias.

Transformadores. dizemos que ele é um transformador “elevador” de tensão. caso o transformador baixe a tensão da entrada o chamamos de transformador “abaixador”.25 - . com uma divisão ou tap central. Teorias. Quando vamos comprar um transformador.5A. como mostra a figura a seguir: 220 Primário Secundário 12V 127 0V (tap central) 0 12V trafo 12 + 12 x 500mA . Esses dois enrolamentos podem ser um só. ele provavelmente virá com uma descrição semelhante ao nosso exemplo: Trafo 127/220V – 12+12 x 500mA ou Trafo 12 + 12 x 500mA – 127/220 Mas o que isto quer dizer? Isto significa que o primário do transformador pode ser ligado em 110 ou 220V e que ele tem dois enrolamentos no secundário que fornecem 12 Volts. O primário é a entrada do transformador e o secundário é a saída. . Quando o transformador eleva a tensão presente em sua entrada. Práticas e Dicas Capítulo 2 Dicas Práticas Um transformador tem enrolamentos primários e secundários.127/220V Figura 14 A máxima corrente que o secundário pode fornecer correspondente a 500mA que é igual a 0.

Teorias.26 - . Práticas e Dicas Podemos ter outras configurações para transformadores: à Trafo 12V x 1 A – 127V 127V 12V 0V 0V Figura 15 à Trafo 9 + 9 x 3 A – 127/220V Perceba que sempre que existe (+) o trafo tem um tap central 127V 9V 0V 127V 0V (tap central) 0V 9V Figura 16 .Transformadores.

Práticas e Dicas à Trafo 9 + 9 x 500mA/25V x 1 A – 127/220V 127V 9V 0V 127V 0V à este enrolamento é de 9+9Vxo5A 0V 9V 25V à este enrolamento é de 25Vx1A Figura 17 0V Mas como ligar o enrolamento primário de um trafo em 127 ou 220V? Assim: 220V Ch1 Ch1 é uma chave. 1 pólo x 2 posições.27 - . na posição de baixo ligamos em 127V.Transformadores. Na posição de cima podemos ligar o trafo em 220V. 127V 0V Rede elétrica Figura 18 . Teorias.

e para 127V ligamos os dois enrolamentos em paralelo. A linha tracejada indica que as “duas chaves” são controladas pelo mesmo eixo ou comando.28 - . Práticas e Dicas Mas e se o trafo tiver dois enrolamentos primários separados? 127V 0V 127V 220V 0V ligamos assim para 220V Figura 19 ou assim para 127V 127V Figura 20 Perceba que para 220V. ligamos os dois enrolamentos em série.Transformadores. Uma chave desta terá seis contatos. Figura 21 . Teorias. Mas como fazer essa ligação com uma chave? Para isto precisaremos de uma chave com 2 pólos x 2 posições.

Teorias. Práticas e Dicas Eixo da chave podemos usar uma chave H-H de 2 pólos x 2 posições para ligá-lo. Contatos Chave Figura 22 127V 0V 127V 0V 220V Ligação com uma chave 127V Rede elétrica Figura 23 Com essas simples explicações e figuras já apresentadas. vejamos mais alguns: 127V 470V trafo elevador de tensão Figura 24 .29 - . percebemos que temos trafos de diferentes modelos e para diversos tipos de usos.Transformadores.

Teorias. principalmente transformadores com poucos enrolamentos. não têm uma indicação ou descrição muito clara.30 - . Práticas e Dicas 127V 127V trafo isolador Figura 25 127V 220V trafo adaptador de tensão da rede Figura 26 Quando compramos um trafo.Transformadores. os enrolamentos podem estar indicados em sua embalagem. em uma etiqueta no corpo do trafo e alguns. 220V Qualquer cor Fio da extremidade Fio do meio Qualquer cor Fio preto estes dois fios tem a mesma cor 127V 0V Primário Preto Secundário Figura 27 .

31 - .Transformadores. 127V 0V 127V 0V 9V 0V 9V Figura 30 . Teorias. mais apresentam alguns terminais para soldagem. Práticas e Dicas Fio do meio 127V Fio da extremidade 220V Fio preto 0V Primário Secundário Fio preto Fios de cores iguais Figura 28 Primário Secundário Núcleo de chapas de ferro-silício Fio da extremidade 220V Fio do meio 127V Fio preto Fio preto Fios de cores iguais Figura 29 Alguns trafos não tem fios de saídas.

para ligação em 127V.32 - .Transformadores. Mas o que é isto? Um trafo com dois enrolamentos no primário pode ser ligado em fase. 127V 0V 127V 127V à ligação correta 0V Figura 31 Não podemos ligar assim 127V 0V 127V 127V 0V à Ligação errada. Teorias. 127V com 127V e 0V com 0V. fazendo isto o trafo queimará e colocaremos em “curto” a rede elétrica Figura 32 . Práticas e Dicas Observação: à Nunca podemos ligar o primário de um trafo em contrafase.

veja: 127V 0V 220V 127V 0V à Ligação correta Figura 33 127V 0V 127V 0V à Ligação errada.Transformadores. o trafo queimará e a rede entrará em curto 220V Figura 34 É sempre aconselhável a ligação de um fusível na entrada do trafo para proteção dele e da rede elétrica.33 - . Fusível Figura 35 . Teorias. Práticas e Dicas O mesmo conceito deve ser adotado para as ligações em 220V.

34 - . Teorias. Práticas e Dicas BRANCA .Transformadores.

Fazendo os Enrolamentos e Montando o Núcleo Hoje em dia existem carretéis padrão para a confecção de transformadores de chapas de ferro silício.5 cm por 1. porém funcionará.Transformadores. Normalmente um carretel que tenha um A. para facilitar a montagem dos trafos.35 - .25 cm2. dada pela tabela 2 (e vista nas figuras 9 e 10). No exemplo em que dimensionamos um transformador de 127 Volts de entrada para 6 Volts de saída e com uma capacidade de corrente de 500mA. será calculada levando-se em conta a seção geométrica (Sg) do núcleo. A altura ou empilhamento das chapas. mais próximo que encontramos a isto foi. Teorias.5 cm o que dá uma seção de 2. que chamamos de B. a seção geométrica calculada foi de 1. mas o carretel padrão. que corresponde a largura da “perna” central da chapa E. Neste literatura estaremos trabalhando com núcleos E I. igual a este A. Devemos adotar um carretel que tenha uma seção geométrica mais próxima da calculada. Para termos noção do tamanho de A basta tirarmos a raiz quadrada da seção geométrica calculada.823 cm2. a medida para a escolha do tamanho do carretel é feita pela medida A. o de 1. O ideal é adaptarmos nossos transformadores calculados a estes carretéis. . terá um empilhamento mínimo. Práticas e Dicas Capítulo 3 Usando Carretéis. Para preenchermos toda esta seção precisaremos de mais chapas e nosso trafo ficará maior. que chamamos de B.

0 ou 3..5 e B = 2.0 e diversos outros tamanhos. Para montar o trafo enrolamos primeiro o enrolamento primário .0 ou 2. O trafo deve ser envolvido por uma abraçadeira metálica. Para fixarmos o papelão usamos um verniz apropriado. podemos colocar mais chapas empilhadas (aumentando B) para que o núcleo fique bem fixo no carretel. lembrando que a medida B será dada pelo tamanho do empilhamento das chapas para uma determinada seção geométrica.0 e B = 3. Teorias. ou goma laca. lembre-se que ela pode atacar a isolação do fio de cobre esmaltado. Se for usar goma laca.5 ou 4 ou 5 cm ou etc. Estes são apenas alguns exemplos de carretéis. E assim por diante. Um enrolamento deve ser isolado do outro com um papelão próprio que é vendido em casas que trabalham com materiais para transformadores..5 ou 3. A = 2. A = 3. Tanto a abraçadeira como as chapas de ferro silício são esmaltadas para minimizarem as correntes de Foucalt e o aquecimento indesejado do trafo. Práticas e Dicas Exemplo: Um carretel com um A de 2 cm terá um empilhamento mínimo de 2 cm.5 e diversos outros tamanhos. O núcleo no meio deste carretel será quadrado..5 ou 2 ou 2. Mas sempre use o menor carretel possível. Encontramos carretéis para núcleos de: A = 1.5 ou 4 ou 5 ou etc.36 - .Transformadores. Caso o carretel necessário ou disponível tenha uma seção geométrica maior do que a calculada.5 cm e B = 1.0 cm e B = 2. A = 2. também vendido em casas que revendem materiais para trafos. fazendo com que os fios de um enrolamento entrem em curto.

fio de cobre esmaltado (normalmente vendido por quilo ou por carretel) .verniz . prende-se com verniz as emendas e colocamos mais uma folha de papelão. o prendemos com a abraçadeira. próximos a sua região. . Neste ponto seria ideal a ligação de um fio mais grosso e com capa nos fios dos enrolamentos. Podemos prender o papelão com verniz. Está pronto o nosso transformador. Depois de feito isto. O necessário para se enrolar um trafo é: .abraçadeira . Montamos o núcleo com as chapas E e I e. Estes fios é que seriam as entradas e saídas do trafo. depois de montado. Para encontramos os materiais necessários para se enrolar um transformador devemos procurar por casas que vendam transformadores. Cada enrolamento deve ser isolado por papelão.Transformadores. Práticas e Dicas e em seguida o enrolamento secundário (ou secundários).papelão (normalmente vendido por folha). devem colocar uma folha de papelão.carretel Podemos indicar dois fornecedores: Transformadores Líder Fone: (11) 221-1211 Ficael Fone: (11) 5667-2022 Porem você pode procurar outros fornecedores.núcleo de chapas de ferro silício (normalmente vendido por quilo) . A abraçadeira deve ser comprada de acordo com o tamanho do núcleo. Isto é fundamental quando o fio do enrolamento é bem fino. Teorias. mesmo os diferentes secundários.37 - . Depois de terminados os enrolamentos. .

641 Dicas de Consertos em Equipamentos de Som Cod.Transformadores. Teorias.38 - . Práticas e Dicas Outras Publicações do Autor Publicadas pela Eltec Editora 108 Circuitos Eletrônicos Cod. 576 Circuito Fechado de Televisão CFTV/CCTV Cod. 658 . 608 Economizando Energia Elétrico Cod. 600 270 Dicas de Consertos em TV e Som (Para Principiantes) Cod. 591 Eletricidade e Instalações Elétricas e Residenciais Cod. 632 Alarmes Residenciais (Para Principiantes) Cod.

São Paulo . Sezefredo Fagundes. Av. por qualquer meio ou forma. fotocópia. 452 .eltec.com. nem apropriada ou estocada em sistema de banco de dados. Teorias.br Site:www. etc.com. eletrônico. Cel. gravação.Eltec Editora ELTEC EDITORA LTDA.39 - . Nenhuma parte desta edição pode ser utilizada ou reproduzida. Práticas e Dicas Título: Transformadores Teorias.. Fone/Fax: (11) 6263-3367 E-mail:eltec@eltec.br Todos os direitos reservados. Práticas e Dicas (para transformadores de pequena potência) Autor: Luiz Antonio Bertini Copyright©2003 .SP. sem expressa autorização do editor e do Autor.Tucuruvi Cep 02306-001 . seja mecânico. .Transformadores.

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