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cloro-soda

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USOS E FONTES DE MERCÚRIO NO BRASIL

A contaminação por mercúrio no Brasil mostra duas diferentes fontes deslocadas temporalmente e geograficamente no país. A primeira, era originada na indústria de cloro-soda, responsável pela principal importação de mercúrio para o país e pelas principais emissões para o meio ambiente até a década de 80. Essa emissões localizavam-se particularmente na região sul-sudeste. A partir da década de 80, o garimpo de ouro, localizado principalmente na Amazônia, tornouse o principal comprador de mercúrio no Brasil, sendo responsável pela maior emissão deste poluente para o meio ambiente A tabela 1 mostra o consumo de mercúrio no Brasil em três períodos distintos. Inicialmente, até 1980 praticamente, a principal fonte de mercúrio para o país, era a produção de cloro e soda, responsável por mais da metade do consumo total. Neste período, o consumo industrial representava mais de 80% do total comprado pelo país.

A partir de 1980 o consumo industrial de mercúrio vem caindo substancialmente. Este fenômeno é resultado direto de uma legislação de controle mais eficiente, que resultou no banimento do uso de mercúrio em certos setores (e.g. como defensivo agrícola), na substituição de tecnologias (e.g. células de mercúrio na indústria de cloro-soda), e no controle mais eficiente de efluentes industriais. Por exemplo, os fatores de emissão de mercúrio da indústria de cloro-soda era de 125 gHg.t-1Cl em 1972 decrescendo para menos que 10gHg.t-1Cl em 1990. Por outro lado, enquanto em 1976, mais de 90% da produção brasileira de cloro usava células de mercúrio, em 1992 somente 36% da produção utilizava esta tecnologia3. O controle das fontes industriais clássicas de mercúrio, resultou em um decréscimo significativo da contaminação por esse metal em áreas industrializadas no sul-sudeste do país. Por exemplo, a concentração de mercúrio em peixes de rios e reservatórios da região metropolitana de São Paulo diminuíram drasticamente entre 1979 e 1990. Enquanto em 1979, 100% das amostras de peixes carnívoros do Rio Tietê apresentavam concentração maiores que 0,5 mg.g-1, apenas 36% apresentavam esses teores em 1986. Peixes carnívoros do Rio Pardo apresentavam até 49% das amostras com teores acima de 0,5 mg.g-1 em 1979. Em 1986, nenhuma amostra de peixe deste rio apresentou esse teor.

A tabela 2 compara as emissões de mercúrio para a atmosfera oriundas de fontes industriais e do garimpo de ouro. A principal emissão atmosférica provém dos garimpos de ouro (c.a. 78 t.ano-1), seguido das emissões da indústria de cloro-soda e da produção de ferro e aço (12 t.ano-1 cada), das queimadas de florestas (7,5 t.ano-1), e dos procesos pirometalúrgicos (c.a. 4 t.ano-1).

como por exemplo. durante as operações de mineração. Os sabões especiais incluem os sabões para limpeza de fornos e de equipamentos para a preparação de alimentos.scielo.php?pid=S0100-40421997000200012&script=sci_arttext Ajudando a controlar a poluição Como a soda cáustica é um composto alcalino. frutas e vegetais. papel e alumínio. quantidades significativas de soda cáustica são usadas no tratamento de águas residuais municipais e industriais. sendo que uma quantidade significativa está sendo usada na produção de sabões industriais e sabões especiais. as instalações de galvanização de metal geram efluentes contendo concentrações de metais pesados dissolvidos que terão que ser removidos antes dos efluentes serem descarregados nos esgotos municipais ou nos corpos d’água receptores. A soda cáustica também apresenta uma série de outras aplicações na indústria de alimentos. A soda cáustica é especialmente eficiente em neutralizar fluxos baixos de drenagem ácida das minas localizadas em locais remotos. sabões em barra e detergentes. Quando. Ajudando a nos manter limpos A soda cáustica desempenha um papel importante na fabricação dos sabões em pó. Lavadores de gases são dispositivos para o controle da poluição do ar. podendo por isso neutralizá-los. Também. na remoção de ácidos graxos e para descascar batatas. Normalmente pode-se obter isso adicionando um produto químico alcalino do tipo soda cáustica aos efluentes. A drenagem ácida das minas é um dos principais perigos ambientais. contribuindo assim para tornar o meio ambiente mais limpo e livre de poluição. porque em alguns desses países. removedores de tinta e muitos outros usos. A reação de neutralização produz a água e o sal. no refino do óleo animal e vegetal.Fonte: http://www. é o oposto químico dos ácidos. detergentes mais potentes para lavadoras de pratos. é usada na produção de celulose. Os países em desenvolvimento apresentam demanda significativa de soda cáustica. Além disso. Aplicações da Soda Cáustica • • • • • • • Produtos orgânicos Indústria de celulose e papel Produtos Inorgânicos Detergentes. Além disso. metais e outros componentes químicos que são prejudiciais ao meio ambiente. A soda cáustica também pode ser usada para neutralizar a drenagem ácida das minas. o ar e a água entram em contato com minerais recentemente extraídos que contém enxofre. Tais sistemas neutralizam as emissões de gases ácidos de chaminés. o sabão em barra é usado exclusivamente para a lavagem de roupas e para a higiene pessoal. Os hidróxidos de metais insolúveis formados pela reação da soda cáustica com os metais dos efluentes são fisicamente removidos. sabões e tecidos Alumínio Tratamento de água Outros 18% 16% 15% 10% 8% 5% 28% . limpeza de pisos. projetados para utilizar as propriedades alcalinas da soda cáustica. Estima-se que cerca de 90% do algodão é tratado com soda cáustica.br/scielo. estes se oxidam rapidamente e liberam uma determinada quantidade de acidez. e também tratar os fluxos que apresentam um alto teor em manganês. Diversas e numerosas aplicações A soda cáustica é usada na produção de tecidos de algodão para fortalecer as fibras e absorver melhor o tingimento. como parte do processo de prétratamento dos efluentes. limpeza de metais.

SBRT .Fica proibida a implantação ou ampliação. E DÁ PRAZO PARA SUBSTITUIÇÃO. 3º . Células de membrana a) Emprega membrana semipermeável. b) Processo moderno. d) Produtos de excelente qualidade. DE INDÚSTRIAS PRODUTORAS DE CLORO-SODA COM CÉLULAS DE MERCÚRIO E CÉLULAS DE DIAFRAGMA.br 3 h) O asbesto é material agressivo à saúde e deve ser corretamente manipulado.LEI Nº 2436.As indústrias que fizerem o processo de utilização de células de mercúrio e células de diafragma para a produção de cloro-soda devem adaptar suas plantas a processos não agressivos ao meio ambiente e aos trabalhadores com um prazo de 03 (três) anos para sua adaptação. g) Custo de manutenção do diafragma é expressivo e Copyright © Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas . DE 20 DE SETEMBRO DE 1995. 1º . g) Custo de reposição das membranas é alto e h) Pelas informações até hoje disponíveis. de indústrias produtoras de cloro-soda com células de mercúrio e com células de diafragma. Rio de Janeiro.org. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. PROÍBE A IMPLANTAÇÃO OU AMPLIAÇÃO. Células de diafragma a) Emprega diafragma poroso à base de asbesto (amianto). de tecnologia recente e com poucas unidades instaladas no mundo. d) Qualidade dos produtos similar aos obtidos por células de mercúrio. Tecnologias utilizadas pelas indústrias nacionais As tecnologias que utilizam o mercúrio e o asbesto correspondem a 96% da atual capacidade . no Estado do Rio de Janeiro. O Governador do Estado do Rio de Janeiro. d) Consumo total de energia é maior. f) As matérias-primas precisam ser de alta pureza. 20 de setembro de 1995. e) Concentração de soda cáustica menor que no processo de mercúrio. mas pode ser eficientemente controlado. c) Consumo de energia elétrica comparável ao das células de diafragma. MARCELLO ALENCAR Governador Tecnologias empregadas para produção do cloro/soda Células de mercúrio a) Processo mais antigo e ainda de maior utilização no mundo. 2º . c) A soda cáustica não necessita de operação de concentração suplementar. e) As matérias-primas não precisam ser de alta pureza e f) O mercúrio é poluente. o processo não é poluente. c) Menor consumo de energia elétrica que nas células de mercúrio.http://www.respostatecnica. b) O segundo processo em utilização no mundo. Art.Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. b) Maior consumo de energia elétrica. e) As matérias-primas precisam ser de alta pureza. Art. f) Os produtos das células são impuros. pois o processo exige concentração posterior da soda cáustica formada nas células. revogadas as disposições em contrário.

Inicialmente até 1980 praticamente. Essas emissões se localizavam particularmente na região sul-sudeste. Tecnologia de mercúrio Produtos de excelente qualidade. pelo elevado custo de substituição. as células de mercúrio pelos médios e pequenos (a exceção é a Carbocloro) e as células de membrana sintética pelos pequenos. os rins e o sistema central. adotam tecnologias à base de diafragma de amianto.br Tipos de tecnologia utilizadas em plantas de cloro soda: Tecnologia de mercúrio: processo mais antigo e ainda de maior utilização no mundo. primeiramente era originada na indústria de cloro soda. a Carbocloro chegou a consumir 440 gramas de mercúrio por tonelada de cloro produzido. A contaminação por mercúrio no Brasil.7 ton. Se comparado às 8. A Carbocloro produz cerca de 135 mil toneladas de cloro com essa tecnologia e 100 mil toneladas utilizando tecnologia à base de mercúrio.3 mil toneladas/ano). até atingir níveis de concentração letais. A tecnologia de célula de diafragma poroso à base de amianto responde por 72. Aplicações do mercúrio e do asbesto no Brasil A indústria de soda/cloro utiliza dois materiais potencialmente agressivos ao meio ambiente: o mercúrio e o asbesto (amianto). é a tecnologia mais sujeita a restrições ambientais. responsável pela principal importação de mercúrio para o país e pelas principais emissões para o meio ambiente até a década de 80.org. No Brasil. que ataca principalmente o tubo digestivo. A partir de 1980 o consumo industrial de mercúrio caiu substancialmente. tais como: lesões celulares. isso se explica pelo fato de ser uma das áreas produtoras mais antigas.4% (ou 300 mil toneladas/ano). O mercúrio é o único metal que se mantém liquido e é volátil à temperatura ambiente. Somente em 1975. As matériasprimas não precisam ser de alta pureza. O mercúrio é poluente. as emissões de mercúrio foram reduzidas em 65% na década. A tecnologia à base de células de membrana semipermeável é utilizada por apenas duas empresas./ano. Foi eliminada no Japão. Trikem. Estima-se que somente nesse ano foram perdidos cerca de 40 toneladas do metal. Causa diversas doenças crônicas. Boldrini & Pereira (1987) . a principal fonte de mercúrio para o país. A cabeceira de Santos foi o local mais atingido. . Quantidade exata de mercúrio metálico emitido e/ou despejada no solo. As três maiores empresas. cujas capacidades instaladas somadas montam 51. com 65% da capacidade.6% da capacidade instalada (ou 930. era a produção de cloro soda.8ton. concluíram que o mercúrio apresentou concentrações comprometedoras na musculatura dos peixes estudados.7 toneladas consumidas em 1998.3 mil toneladas de cloro. Até os anos 80 os resíduos da área de tratamento da salmoura e das células d mercúrio eram despejadas diretamente no meio ambiente. O consumo atual de mercúrio pelas indústrias de cloro/soda é de 8./ano e o de amianto 153. ou 4% da capacidade instalada total.instalada de cloro no país. evidenciandose uma contaminação da região por este metal.respostatecnica.Em estudo no estuário da Baixada Santista.os controles ambientais já foram realizados e reduziram as emissões de poluentes nas plantas de mercúrio em mais de 90% nos últimos 15 anos. Dow Química e Carbocloro. mas pode ser eficientemente controlado. as células de diafragma de amianto são utilizadas pelos grandes e pequenos produtores. mas ainda prevalece na Europa. enquanto a tecnologia de células de mercúrio responde por 23. Em 1989. o consumo de mercúrio pelas indústrias de cloro /soda foi de 24 toneladas. no rio ou no ar?. http://www. a Aracruz e a Riocell.

Tecnologia de diafragma O amianto é um material agressivo a saúde e deve ser corretamente manipulado. Os produtos da célula são impuros.Assim os seres humanos acabam recebendo a maior carga química tóxica no final desse processo acumulativo denominado "biomagnificação".2003). da Fonseca-Zang 24.Química Industrial IFG. polímeros e finalmente titânio. 4 Profa. Esta contaminação é proveniente de: Deposição de emissões difusas de mercúrio. Aulas Tecnologia Inorgânica .Livre no ambiente uma grande parte do mercúrio é absorvida direta ou indiretamente por plantas e animais aquáticos. Tecnologia de diafragma A tecnologia de diafragma foi se desenvolvendo ao longo do tempo. principalmente quanto ao material de construção. e mais tarde para titânio revestido. Emprega diafragma poroso à base de amianto.2010 Tecnologia de diafragma Tecnologia de diafragma ocupa a segunda posição em antiguidade. Contaminação histórica solo e água potencialmente contaminados com mercúrio e/ou PCDD/PCDF (tecnologias de células de mercúrio e/ou diafragma com utilização de ânodos de grafite). 2010. Aulas Tecnologia Inorgânica . As matérias-primas precisam ser de alta pureza. mantendo-se em aço. da Fonseca-Zang 24. mas evoluíram no aspecto energético.05. há formação de cloro no ânodo e de soda cáustica e hidrogênio no cátodo. que inicialmente era feito de madeira. eficiência energética e restrição ambiental. Os cátodos tiveram poucas modificações em termos de material.2010 . 2010.Química Industrial IFG. No sistema de eletrólise de uma solução de cloreto de sódio por células de diafragma. 5 Profa. Warde A. Tecnologia de diafragma Os ânodos passaram de carbono para grafite. Dr. Tecnologia de diafragma Os diafragmas podem ser feitos a partir de fibras de amianto e de fibras sintéticas com nomes comerciais tais como Poliramix e Tephram (Lopes. Dr. aço. depois passou para concreto. Warde A.05. iniciando o processo de "bio-acumulação".

as principais entradas no processo são: Cloreto de sódio ou cloreto de potássio. Qualidade dos produtos similar aos obtidos pela célula de mercúrio. Produz soda cáustica de alta pureza. Lamas. Tecnologia de membrana Elevada pureza da salmoura. No sistema de eletrólise com células de membrana.05. Emissões para atmosfera: Cl2 CO2 CCl4. Emissões para água: Sulfatos. Aulas Tecnologia Inorgânica . para ajuste do pH no tratamento da salmoura(HCl).Deposição de resíduos contaminados com mercúrio. de tecnologia recente e com poucas unidades instaladas no mundo. Oxidantes livres. da Fonseca-Zang 24. Água utilizada para: preparação da salmoura circuito de soda cáustica(manter o balanço de água na reação de formação de NaOH) unidade de absorção do cloro arrefecimento Energia -Matérias auxiliares. águas superficiais e subterrâneas potencialmente contaminadas com Hg e PCDD/PCDF. Deposição de resíduos contaminados com PCDD ou PCDF. 6 Profa. por cada 1000 kg de cloro produzidos é: 1128 kg de NaOH (100%). Entradas no processo: Independente da tecnologia utilizada. Bromatos. Processo moderno. é a única empregada no Japão. Custo de reposição de membranas é alto. Cloratos. isolados e impermeabilizados. soda cáustica (32-35%) e hidrogênio no cátodo. Tecnologia de membrana Tecnologia de membrana têm alta eficiência energética e não sofre qualquer restrição de ordem ambiental. Cloretos. Resíduos são gerados na sua maioria durante a purificação secundária da salmoura: Materiais e revestimentos de celulose (filtros para lama/ redução da dureza da salmoura). Necessidade de concentrar a solução de soda cáustica até 50%. Saídas do processo: De acordo com o tipo de sal utilizado e independente da tecnologia utilizada. Membranas (vida útil:2 a 4 anos) e suas vedações.Química Industrial IFG.2010 Secagem do cloro Purificação da salmoura (lavagem das resinas de permutação iônica). É a tecnologia que deve prevalecer no futuro e já vem sendo a preferida para uso em plantas novas. Dr. . Warde A. Medidas para controle/minimização: Armazenamento de peças e resíduos contaminados em locais fechados. Estas emissões são geradas nos seguintes processos: Evaporação da solução de soda cáustica (concentração final). utilizadas para remoção das impurezas da salmoura(carbonatos e bicarbonatos). Remoção dos resíduos contaminados para tratamento e/ou deposição em aterro. Resinas de permuta iônica. Controle de qualidade do solo. se for utilizado NaCl como matéria prima. para secagem do Cl2 (H2SO4). Metais. ocorre produção de: cloro no ânodo. em algumas situações. 2010. a quantidade do produto final produzido. e CCl4. Necessidade de remover o hidrogênio e dióxido de carbono do cloro produzido. Purgas do circuito da salmoura (evitar acumulação de contaminantes).

Processo Solvay MATÉRIAS-PRIMAS: Sal usado na forma de salmoura natural ou artificial. químico belga. contendo em geral. sendo pequena a quantidade perdida. evitando emissões de suas partículas e contaminação).Química Industrial IFG. foi desenvolvido em 1773. Processo Solvay REAÇÕES: CaCO3 CaO + CO2 C(amorfo) CO2 CaO + H2O Ca(OH)2 NH3 + H2O NH4OH 2NH4OH + CO2 (NH4)2CO3 + H2O (5) (NH4)2CO3 + CO2 + H2O 2NH4HCO3 (6) NH4HCO3 + NaCl NH4Cl + NaHCO3 (7) 2NaHCO3 calc. o amoníaco e o carbonato de cálcio (pedra calcária). O processo Solvay só substituiu completamente o processo LeBlanc por volta de 1915. denominado LeBlanc. que eram convertidos a carbonato pelo tratamento com dióxido de carbono dos fornos de calcinação. Principais utilizações: Vidro Sabão e detergentes Polpa de papel Tratamento de água Metais não ferrosos O processo antigo de produção de barrilha. É extraido como fonte primária para a obtenção do carbonato de sódio nos Estados Unidos. Baseavase na calcinação do sulfato de sódio com carvão e calcário num forno rotatório. desenvolveu o processo amônia-soda. conseguindo tornar mais barata a obtenção do sal e eliminar alguns dos problemas que apresentava o método Leblanc. Aulas Tecnologia Inorgânica . britado a um tamanho entre 10 e 20 cm Coque calcina o calcário e fornece CO2 Amônia reagente cíclico no processo participa das reações e é recuperada. Warde A. 28 kg de Hidrogênio.1577 kg de KOH (100%). Purificação e saturação da salmoura (circuito da salmoura).2010 Barrilha Sólido leve. Dr. substituindo Processo Solvay usado no resto do mundo para a produção do carbonato de sódio. Descarga e armazenamento do sal ( em local fechado. No processo LeBlanc ocorrem as seguintes reações químicas: Reação do sal comum com o ácido sulfúrico: 2NaCl + H2SO4 Na2SO4 + 2 HCl Reação de calcinação do Na2SO4 com calcário e carvão: Na2SO4 + CaCO3 + 2C Na2CO3 + CaS + 2CO2 Em 1861. saturada Calcário deve ter pequena quantidade de impurezas. Utilizou como matérias primas. principalmente sílica. Ernest Solvay. 2010. da Fonseca-Zang 24. Trona é um mineral composto de carbonato e bicarbonato de sódio hidratado (Na3HCO3CO3 2H2O). seguido pela lixiviação do produto pela água.05. moderadamente solúvel em água. o cloreto de sódio (sal comum) . Na2CO3 + CO2 + H2O 2NH4Cl + Ca(OH)2 2NH3 + CaCl2 + 2H2O (1) (2) (3) (4) PROCESSO SOLVAY: Barrilha REAÇÃO GLOBAL: CaCO3 + 2NaCl Na2CO3 + CaCl2 . Ocorria a hidrólise dos sulfetos. cerca de 99% de Na2CO3. 7 Profa. se for utilizado KCl como matéria prima.

Indústria de processos químicos. manufatura de levedura em pó. Depois da centrifugação. o cloro é o mais espinhoso. Bicarbonato de sódio Prepara-se uma solução saturada de barrilha. 2010.9%. 2008. Porém. da Fonseca-Zang 24.12 t de soda cáustica. quando os alemães aterrorizaram os exércitos aliados usando cloro gasoso ou seu derivado fosgênio (gás . Nenhum outro elemento natural da tabela periódica faz correr tanta adrenalina de industriais e ecologistas. Dr.. carbonatação da salmora.br/industria-do-cloro-e-da-soda-pdf-a58341. Na base da torre injeta-se CO2 comprimido e a temperatura é mantida em torno de 40ºC. Reza um versículo apócrifo.05.Química Industrial IFG. No final do século passado. 2010. Este último aspecto foi enfatizado na guerra de 191418. O bicarbonato obtido por esse processo tem uma pureza de 99. o material é seco numa esteira transportadora contínua. A suspensão de bicarbonato que se forma é removida pela base da torre.com. o homem adicionou em torno de uma dúzia e o demônio veio com um: o cloro".N. calcinação do bicarbonato de sódio e recuperação amônia. J. Aulas Tecnologia Inorgânica . artigos de couro. Bicarbonato de sódio NaHCO3 : bicarbonato de sódio ou carbonato ácido de sódio ou carbonato de hidrogênio e sódio Não se obtém a partir do bicarbonato de sódio separado nos filtros do processo Solvay porque: Difícil de secar Perda da amônia presente Odor devido a traços de amônia Outras impurezas Utilização: fabricação de água carbonatada. filtrada e lavada num filtro a tambor rotativo.ebah.(8) (9) Aulas Tecnologia Inorgânica . a 70ºC.ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan.Química Industrial IFG. PROCESSO SOLVAY: Amoniação da salmora. http://www. que é introduzida no topo de uma coluna semelhante à torre de carbonatação da fabricação da barrilha. Referência principal SHREVE. Warde A. R. BRINK JR. esse processo gera 1 t de cloro. mas adequado para expressar a temperatura do debate. a busca de novas tecnologias para atender à crescente demanda por soda cáustica desembocou na eletrólise da solução de sal comum como a solução de menor custo. substância então usada apenas no branqueamento de tecidos e muito perigosa. extintores de incêndio.html Dos problemas ambientais da atualidade. Profa. 4.2010 Solvay: Fluxograma de fabricacao PROCESSO SOLVAY: Calcinação do calcário com coque para produção CO2 e CaO. que "Deus criou 91 elementos químicos. com um inconveniente: para cada 1.

é simplesmente falso. como James Lovelock. representantes de 57 países assinaram um acordo sem precedentes para banir a produção dos produtos nocivos ao ozônio até o ano 2000 nos países desenvolvidos e 2010 nos países em desenvolvimento. muitos jovens norte-americanos emigraram para o Canadá e. Esta afirmou que a questão estava sendo tratada de forma emocional e anti-científica. terminado o conflito. Entretanto. Em 1987. aerossóis e expansão de espumas plásticas. fluidos de refrigeração. foi tal o impulso proporcionado à industria pela II Guerra Mundial e pelo surgimento de novos derivados do cloro . passou a defender a regulamentação das emissões de produtos clorados. Entretanto. conhecidos pela marca comercial Freon).o UV ameaçaria toda a vida na Terra ao destruir as algas marinhas que são as principais responsáveis pelo oxigênio da atmosfera . Enquanto corria esse debate. mas as violações flagrantes dessa lei de guerra têm sido raras. A partir de 1987. corantes.de mostarda). não relacionados a esse problema. responsável pela primeira medição (em 1971) da difusão dos CFCs na atmosfera e hoje mais conhecido como o autor da "hipótese de Gaia". cada vez mais governos de países desenvolvidos foram convencidos a banir o DDT e alguns outros pesticidas. alguns deles fundaram seu arqui-inimigo Greenpeace. gerando um total de mais de 11 mil derivados de valor comercial. Porém. estava sendo sensivelmente afetada e o DDT começava a ser encontrado. combater doenças através de fármacos e do uso do cloro e PVC em saneamento e gerar cerca de 25% dos empregos de toda a indústria química. capaz de combater a fome através dos pesticidas e da refrigeração. No início dos anos 60. o relativamente dispendioso processo TCF (totally chlorine free). mas tóxicos e provavelmente cancerígenos (como o solvente percloroetileno. para branquear papel. A reprodução de várias espécies de animais. por toda a biosfera terrestre. Iniciou-se uma campanha para restringir ou banir esses produtos à qual a indústria cloroquímica reagiu primeiro negando a existência do problema. Rachel Carson praticamente fundou o movimento ambientalista com o livro "Primavera Silenciosa". em proporções preocupantes. o aumento na radiação UV teria tanto efeitos benéficos quanto maléficos e o mais forte argumento dos ambientalistas . mas também meritória. depois argumentando que os benefícios obtidos de pesticidas baratos seriam superiores a seus eventuais danos ambientais. incluindo trabalhadores que produzem ou utilizam derivados do cloro. constatando que a concentração dos halocarbonos industriais na atmosfera havia sextuplicado desde a primeira medição. Em 1974. Alguns países insistiram em manter estoques de gases venenosos. as vítimas da fuga de dioxina na cidade italiana de Seveso (1976) e os soldados prejudicados pelo "Agente Laranja" . A recém-inaugurada guerra química mostrou-se tão terrível que. que gera um volume elevado de efluentes tóxicos. mas a eletrólise continuou sendo apenas um caminho secundário para a produção de soda cáustica. o cloro encontrou novos mercado no branqueamento de papel ou como desinfetante. várias indústrias investiram na criação de uma capacidade instalada de 300.000 t/ano para novamente produzir soda cáustica sem cloro e começou-se a introduzir. embora permanecesse a demanda por soda. Outros produtos. assinalando a difusão dos pesticidas. Nas décadas seguintes. Na década de 80. Para não lutar nessa guerra. a indústria de cloro-soda foi obrigada a reduzir sua atividade. usado em tinturarias que fazem "lavagem a seco") tiveram prazo até 2020 para sair do mercado. Os ambientalistas começaram a reivindicar um banimento total do uso do cloro e. Mais que isso. iniciando nova batalha com a indústria cloroquímica. a soda passou a ser encarada cada vez mais como mero subproduto da cloroquímica. em 1962. O cloro passou a ser insumo essencial de plásticos e resinas (PVC ou vinil. as crescentes restrições contiveram a demanda por cloro. principalmente aves. 85% dos fármacos e 95% dos pesticidas.que 98% da produção mundial de soda passou a originar-se desse processo. multiplicavamse estudos sobre problemas de saúde entre grupos particularmente expostos a produtos clorados.não um assessor do prefeito paulistano. no leite materno . substituídos por outros produtos mais caros. como entre os esquimós. mas aparentemente menos perigosos. Para ele. A preocupação também começou a atingir o uso industrial do cloro (principalmente no branqueamento da celulose). Na impossibilidade de escoá-lo ou estocá-lo. solventes industriais. que dispensa totalmente o .principalmente o DDT e o PVC .inclusive em regiões muito afastadas de centros industriais ou da agricultura comercial. mas o produto usado para destruir matas durante a Guerra do Vietnã. a cloroquímica podia apresentar-se como uma indústria não só muito lucrativa. a Convenção de Genebra a proibiu. O próprio Lovelock. mas também por cientistas respeitados no campo ecológico. que permite reduzir os efluentes nocivos ao empregar dióxido de cloro em vez do cloro gasoso. respondendo por apenas 6% dessa indústria em 1925. apareceu na revista Nature um estudo sustentando que os CFCs (clorofluorcarbonos. poliuretano e epóxi). a inesperada descoberta do "buraco" na camada de ozônio sobre a Antártida encerrou o caso do CFC. para completar as desventuras da indústria do cloro. resultando na alta do preço da soda e queda do cloro. Iniciou-se também a substituição do branqueamento via cloro pelo processo ECF (elemental chlorine free). nos EUA. usados em refrigeração. assim como certos solventes clorados (como o tricloroetano usado em metalurgia e eletrônica para desengraxar metais) ameaçavam a proteção contra a radiação ultravioleta (UV) representada pelo ozônio estratosférico. principalmente DDT. sendo respaldada não apenas por seus próprios técnicos.

cresceu 11% nos EUA. a capacidade instalada em cloro no mundo deve crescer de 47. de produtos de higiene pessoal. Suécia e Dinamarca estão estudando restringir ou banir por etapas o PVC flexível.5 milhões de t/ano de 1996 a 2000. no Brasil pelo menos 9%. Esfriou o entusiasmo por investimentos em cloroquímica. mais conhecido pelo consumidor e. Além desse problema geral à petroquímica. como ocorre com outros plásticos.000 ºC ou uso de certos catalisadores. ou mesmo na teoricamente democrática Cingapura). maior fabricante europeu de PVC. . A maior parte desse crescimento de demanda vem do principal derivado do cloro. foram processados na Itália. deverá ser levada também aos EUA. A reciclagem não resolve o problema: viável para papel. Vinte e sete executivos da EVC. o Greenpeace passou a priorizar a atuação junto a varejistas e consumidores: em meados de 1996. mas é inviável nos países em desenvolvimento onde mais cresce a demanda para produtos cloroquímicos.3% ao ano na Ásia. Mesmo em países tão desenvolvidos quanto a Alemanha. Assim. 4. Entretanto.enfatiza-se o PVC por ser produzido em maior quantidade. como o peróxido de hidrogênio. agora a discute-se onde será colocada a soda cáustica excedente. A razão é que o PVC não é um produto homogêneo: cada aplicação necessita de uma diferente combinação de aditivos e plastificantes. A Ásia representa 36% das expansões previstas para cloro e 46% para PVC. Duas grandes empresas suecas de construção JM e Svenska Bostder . os investimentos em cloroquímica foram retomados. as estimativas para o crescimento da demanda no período 1996-2001 chegam a 10. obtém-se uma mistura muito inferior. principalmente o clorometano das algas marinhas (componente da "maresia").3 para 49. mas capazes de permanecer décadas ou séculos no ambiente. a capacidade instalada cresceu 25% na América do Norte e 23% na Ásia. enquanto substitutos do cloro no branqueamento. o PVC cujo mercado. decidiu reduzir e.5% no Brasil (para crescimento anual do PIB de 3%) e 6% na média mundial. como platina e óxido de urânio) reduz muito as emissões de poluentes clorados. Invertendo a tendência do final da década de 80. o cloro teve nova oportunidade. o PVC é inofensivo. lançou na Europa uma campanha bem-sucedida envolvendo publicações. Devido à retração dos investimentos nos anos anteriores. praticamente inútil. estrategicamente mais adequado como alvo de uma batalha decisiva. vidro.planejam deixar de usar o PVC e 128 municípios da Suécia e 200 da Alemanha criaram restrições a seu uso em edifícios públicos. essa alternativa é anti-econômica no caso do PVC e nunca passou da etapa de projeto-piloto. impulsionado pelo bom momento da construção civil em 1996. seminários para usuários e divulgação de listas de produtos isentos de PVC que. Desta vez não é como nos casos das armas químicas. solo e sedimentos de todo o globo. em 1997. nestes anos 90. que representam 5 a 20% de seu peso. quando se debatia um definido efeito nocivo de um composto determinado. lagos e rios. que começa a ressurgir do segundo plano ao qual havia sido relegada. Depois de anos de inúteis manifestações em fábricas de cloro. metais e alguns outros plásticos. é mais que provável que os esforços asiáticos para conquistar o mercado mundial e projeções demasiado otimistas do crescimento econômico desemboquem em excesso de oferta e preços ainda mais baixos até o final do século. o PVC e o cloro enfrentam a questão ambiental. do DDT. 4. ao se juntar PVC recuperado de diferentes produtos. eliminar o uso de PVC na construção de lojas. doença provocada em outros 400 e poluição por dioxina na laguna de Veneza. do CFC e dos solventes tóxicos.3% na América do Norte. na chuva. publicidade. sob a acusação de morte por câncer de 116 trabalhadores. estão com vendas estagnadas e revendo projeções para baixo. o preço do cloro reagiu e o da soda despencou. Cinco grandes varejistas britânicos criaram um grupo de trabalho para estudar o problema e alguns já anunciaram restrições ao produto: a rede The Body Shop. que se degrada em um ano e meio.gera dioxinas e milhares de outras substâncias de propriedades mal conhecidas. será doze vezes maior que o dos orgânicos clorados produzidos por todo o ecossistema terrestre. Esse volume. Segundo a consultora Anorganica. sua produção envolve substâncias tóxicas e sua combustão ou lenta decomposição . A incineração com tecnologia adequada (temperatura acima de 1. até porque os maiores focos de crescimento da demanda passaram a ser países em desenvolvimento onde o ambientalismo ainda é inconcebível (tente imaginar uma manifestação "verde" em Pequim ou Jacarta. salvo pela extrema resistência à degradação e conseqüente acumulação de lixo plástico. Trata-se de uma complexa e difusa trama de impactos ambientais e sanitários a longo prazo atribuídos a todo o setor cloroquímico . portanto. onde possível. 14% na Europa e 19% no Brasil.cloro usando ozônio ou peróxido de oxigênio (água oxigenada). Como composto químico. os preços do PVC não tiveram recuperação significativa e. diga-se de passagem. o que também ocorre com os plastificantes e aditivos que fazem o PVC utilizável (notadamente ftalatos). O clima de desregulamentação e competição global por empregos e investimentos tornou os governos menos receptivos às preocupações ambientalistas e mais atentos às questões de custo. Mesmo assim. Entre 1995 e 1998. Tais poluentes orgânicos persistentes (POPs) têm sido detectados no mar. o que se chama de "reciclagem" é basicamente a incineração e a "exportação" para lixões da África e Ásia do PVC inutilizado.como a de qualquer outro produto orgânico clorado . Porém.

substitutos do CFC. aço galvanizado) são bem menos econômicas: enquanto há aplicações do PVC na construção mais dispensáveis. não é provável. nem pelos cinco milhões de empregos a ela associados. bem como de associações empresariais. as alternativas ao cloro para tratamento d'água . Ao mesmo tempo. Peróxidos do Brasil). solventes à base de água ou gás carbônico liqüefeito. é um fenômeno simples e bem conhecido e deu margem a debate apenas quanto à sua dimensão e conseqüências ambientais.Muitos estudos têm apontado correlações de orgânicos clorados com certas formas de câncer e problemas neurológicos e mais conclusivamente com as perturbações do sistema hormonal de seres vivos . que só poderia ser dada por um conhecimento exato de mecanismos bioquímicos. analisar a interação entre as dezenas de milhares de compostos clorados dispersos no ambiente e o complexo metabolismo de cada ser vivo ultrapassa os recursos da ciência. pelo ciclo de vida mais curto e por ser o mais carregado de aditivos e plastificantes perigosos. Mesmo para os cordatos ambientalistas do WWF (World Wildlife Fund). seus danos ao ozônio foram considerados mais urgentes que a contribuição ao efeito estufa dos substitutos.br/CLORO. com tratados internacionais limitando o uso do PVC. alumínio e plásticos não-clorados.parecem tão irrealistas quanto a reciclagem do PVC: é preciso pesar danos ambientais e uma probabilidade algo maior de morte na velhice por câncer renal ou coloretal contra a quase certeza de morte na infância por disenteria ou cólera. pode-se defender como prioritário seu uso como solução rápida e barata para estender a rede sanitária a populações carentes. É como no caso da ligação entre tabaco e câncer do pulmão.sites.com. tais como embalagens de vidro. pode-se contar. porém. sondas etc. Mesmo assim. enquanto é fácil eliminá-lo em embalagens descartáveis. Vistas do Hemisfério Sul. Mesmo sob restrições.raios UV. por exemplo. mas também porque há casos em que a substituição dos produtos clorados é muito dispendiosa ou envolve outros riscos de saúde ou ambientais. Porém. a médio prazo. corantes não-reativos. Entretanto. a cloroquímica vai manter muitos nichos de mercado enquanto novas tecnologias não permitirem substituí-la sem causar maiores danos. peróxido de hidrogênio para branqueamento de celulose (Degussa. se não de todos os produtos clorados. As alternativas em tubos para água e esgoto (ferro fundido. a evidência já justifica amplamente o início de um programa de redução da exposição humana a todos os EDCs.uol. mas ainda assim deve-se ser cauteloso quanto às suas perspectivas de longo prazo.). Salvo surpresas. é difícil substitui-lo no isolamento e proteção de fiação elétrica e mais ainda em certas aplicações médicas (bolsas de sangue.que os qualificam como EDCs (endocrinedisrupting chemicals). nos quais se inclui a família real britânica.) que viabilizam o uso desses produtos. sindicais e de ambientalistas. pigmentos inorgânicos. uso ou transporte mas vale lembrar que caso do CFC. com uma dificuldade adicional: é relativamente fácil distinguir e comparar fumantes e não-fumantes. por suas propriedades químicas ou por exigirem mais energia em sua produção.htm . ozônio. O PVC flexível é o mais forte candidato à eliminação imediata. biocidas menos agressivos e especialidades químicas (surfactantes etc.da reprodução de espécies selvagens à sexualidade humana . saibam ou não. plásticos biodegradáveis (que já começam a ser usados pela indústria brasileira de brinquedos). também há cientistas para negar essas conclusões. Há casos em que alternativas a produtos clorados contribuem para o efeito estufa. As abordagens viáveis são experimentos com animais e correlações estatísticas que indicam a probabilidade. mas todos. http://antonioluizcosta. delegados de uma centena de governos nacionais. Um banimento total da cloroquímica. votaram pelo reconhecimento do corpo rapidamente crescente de pesquisas científicas indicando riscos relacionados aos EDCs. filtragem aperfeiçoada . Não só pelas centenas de bilhões de dólares investidos nessa indústria. eventuais restrições tornarão mais confortável a posição dos produtos e técnicas alternativas que puderem demonstrar viabilidade econômica e baixo risco ambiental. DuPont. mas não a certeza científica de uma relação de causa e efeito. no encontro de fevereiro/97 do Fórum Intergovernamental de Segurança Química (IFCS). A discussão poderia muito bem se arrastar por séculos: enquanto o efeito catalisador do cloro sobre a decomposição do ozônio. estão expostos a produtos clorados. tintas hidrossolúveis. Isto tem sido atestado em concentrações baixíssimas e verifica-se sinergia dos diferentes compostos: sua mistura no ambiente tem efeitos maiores que a soma dos efeitos individuais. bem como as de fabricantes de plastificantes e copolímeros de PVC. formado em 1994 para implementar os compromissos da Eco 92.

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