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Evolução do modelo atómico

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O modelo de Dalton

Segundo Dalton: -Átomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes entre si; -Átomos de um mesmo elemento possuem propriedades iguais e de peso invariável; -Átomos são partículas reais, indivisíveis e descontínuas formadoras da matéria; -Nas reacções químicas, os átomos permanecem inalterados; -Na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas 1:1, 1:2, 1:3, 2:3, 2:5 etc; -O peso total de um composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituem. Em 1808, Dalton propôs a teoria do modelo atómico, onde o átomo é uma minúscula esfera maciça, impenetrável, indestrutível e indivisível. Todos os átomos de um mesmo elemento químico são idênticos. Seu modelo atómico foi apelidado de "modelo atómico da bola de bilhar".

O modelo de Thomson
Em 1897, Joseph John Thomson formulou a teoria segundo a qual a matéria, independente de suas propriedades, contém partículas de massa muito menores que o átomo do hidrogénio. Inicialmente denominou-as de corpúsculos, depois conhecidas como electrões. Através de suas experiências, Thomson concluiu que a matéria era formada por um modelo atómico diferente do modelo atómico de Dalton: uma esfera de carga positiva continha corpúsculos (electrões) de carga negativa distribuídos uniformemente.

Modelo de Rutherford
Ernest Rutherford distinguiu os raios alfa e beta e introduziu o conceito de núcleo atômico. Os resultados obtidos por Rutherford levaram-no a propor que a maior parte do átomo era espaço vazio, estando a carga positiva localizada no núcleo ponto central do átomo -, a qual era justificada pela existência de partículas com carga positiva – os protões. Os electrões estariam a transladar-se em torno do núcleo e em rotação em relação ao seu próprio eixo. O modelo de Rutherford é muito parecido com o modelo do Sistema Solar, com o núcleo ocupando o lugar do Sol e os electrões, o dos planetas - Modelo Planetário. Rutherford propôs ainda que o núcleo concentra a maior parte da massa do átomo, apesar de o tamanho total do átomo ser de 10.000 a 100.000 vezes maior que o núcleo.

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partículas sem carga e com massa ligeiramente superior à dos prótons. O átomo pode perder elétrons. O modelo atómico actual O átomo deixou de ser indivisível como acreditavam filósofos gregos antigos.               2 . imediatamente posterior. O deslocamento dos elétrons provoca uma corrente elétrica. e por nêutrons. P e Q.837 vezes superior a massa do elétron. O número de massa é equivalente à soma do número de prótons e nêutrons presentes no núcleo. Os electrões podiam transitar de um nível mais interno para outro mais externo absorvendo energia ou de um nível mais externo para um nível mais interno emitindo energia. é chamado de íon positivo (cátion). por possuir números iguais de elétrons e prótons. Os postulados de Bohr permitem conhecer quantos electrões possui um determinado átomo em cada uma das suas camadas. O modelo atómico portanto. L.Modelo de Bohr Apesar de revolucionário. o modelo de Rutherford não conseguiu explicar por que motivo é que os electrões não caem no núcleo se existe uma atracção entre os electrões e os protões existentes no núcleo. A cada uma destas camadas foram atribuídas as letras. descrevendo trajectórias circulares denominadas camadas ou níveis. são denominados pelos símbolos K. Ao receber elétrons. comporta somente dois elétrons. e a interação nuclear fraca. principalmente pela estrutura da última camada. As propriedades físico-químicas de um determinado elemento são predominantemente dadas pela sua configuração eletrônica. este valor é utilizado para estabelecer o lugar de um determinado elemento na tabela periódica. Cada camada possui uma quantidade fixa de elétrons. L. O. em 1913. A camada mais próxima do núcleo K. M. ou força forte e força fraca respectivamente. cuja massa é aproximadamente 1. O número de prótons no átomo se chama número atômico. responsável pela coesão do núcleo. O núcleo atômico é situado no centro do átomo e constituído por prótons que são partículas de carga positiva. As forças de interação nuclear são responsáveis pelo comportamento do átomo quase em sua totalidade. A tabela periódica é uma ordenação sistemática dos elementos químicos conhecidos. Os elétrons da última camada (mais afastados do núcleo) são responsáveis pelo comportamento químico do elemento. N. No núcleo do átomo existem duas forças de interação a chamada interação nuclear forte[[. M. massa muito pequena e que se movem em órbitas ao redor do núcleo atômico. K. a partir da mais interna. ou camada de valência. A explicação para este facto foi dada por Bohr. Os níveis energéticos ou camadas. Os electrões tendem a ter a menor energia possível – estado fundamental do átomo. No seu modelo. O átomo é eletricamente neutro. Cada elemento se caracteriza por possuir um número de elétrons que se distribuem nos diferentes níveis de energia do átomo correspondente. o átomo se torna negativo. passou a se constituir na verdade. de uma estrutura complexa:   É sabido que os elétrons possuem carga negativa. Bohr propôs que os electrões se movimentam em torno do núcleo. carregando-se positivamente. que dá origem a todos os fenômenos relacionados à eletricidade e ao magnetismo. P e Q. O. oito. e assim sucessivamente. por isso são denominados elétrons de valência. N. sendo chamado íon negativo (ânion). a camada L.

Os isótopos são átomos de um mesmo elemento com mesmo número de prótons. se repetem ciclicamente. Os isótonos são átomos que possuem o mesmo número de nêutrons Os Isóbaros são átomos que possuem o número de massa Através da radioatividade alguns átomos atuam como emissores de radiação nuclear. por isso se denominou como tabela periódica dos elementos. Sofia Fernandes. esta constitui a base do uso da energia atômica. nº26 3 . mas quantidade diferente de nêutrons.     As propriedades que são atribuídas aos elementos na tabela.

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