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Lucro Real

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  • Módulo 1: Introdução
  • Pessoas Jurídicas Obrigadas a Optar
  • Pessoas Jurídicas Obrigadas a Optar
  • Formas de Tributação
  • Formas de Apuração
  • Autoteste
  • Módulo 2: Apuração Trimestral
  • Opção
  • Forma de Apuração
  • Ajustes ao Lucro Líquido
  • Apuração do Imposto
  • Cálculo do Imposto
  • Recolhimento do Imposto
  • Escrituração Comercial e Fiscal
  • Módulo 3: Apuração Anual
  • Opção e Forma de Apuração
  • Receita Bruta
  • Determinação da Base de Cálculo
  • Deduções e Compensações
  • Suspensão ou Redução
  • Escrituração dos Livros
  • Módulo 4 - Créditos Tributários
  • Prejuízos Fiscais - Introdução
  • Limite Máximo de Compensação
  • Modificação do Controle Societário e do Ramo de Atividade
  • Prejuízos Fiscais Não Operacionais
  • Registros no LALUR
  • Prejuízos Fiscais das Demais Atividades
  • Sociedades em Conta de Participação (SCP)
  • Vedação da Compensação de Prejuízos Fiscais no Exterior
  • Prejuízos Fiscais Utilizados no REFIS
  • Compensação do Imposto Pago ou Retido na Fonte
  • Incentivos Fiscais
  • Módulo 5 - Obrigações Acessórias
  • Exigência Legal
  • Escrituração de Filiais, Sucursais ou Agências
  • Livros Diário e Razão
  • Livros para Registro
  • Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR)
  • Livro para Registro Permanente de Estoque
  • Demonstrações Financeiras Obrigatórias
  • Guarda de Documentos
  • Empresas Dispensadas de Escrituração Comercial
  • Que Empresas são Dispensadas de Escrituração Comercial
  • Responsabilidade Profissional
  • Penalidades por Irregularidades na Escrituração
  • Apresentação da DIPJ
  • Proibição de Apresentar a DIPJ
  • Prazos de Entrega da DIPJ
  • Multa por Incorreções ou Omissões na DIPJ
  • Módulo 6: Vantagens Tributárias do Sistema
  • Lucro Real X Lucro Presumido
  • Caso Prático
  • Avaliação Final

Lucro Real

Por: Edino Ribeiro Garcia e Valdir de Oliveira Amorim

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Lucro Real
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Índice

Módulo 1: Introdução ________________________________________________ 5 Pessoas Jurídicas Obrigadas a Optar ________________________________________ 5 Formas de Tributação _______________________________________________________ 5 Formas de Apuração ________________________________________________________ 6 Autoteste ____________________________________________________________________ 7 Módulo 2: Apuração Trimestral _______________________________________ 15 Opção ______________________________________________________________________ 15 Forma de Apuração ________________________________________________________ 15 Ajustes ao Lucro Líquido ___________________________________________________ 15 Apuração do Imposto ______________________________________________________ 18 Cálculo do Imposto _________________________________________________________ 19 Recolhimento do Imposto___________________________________________________ 19 Escrituração Comercial e Fiscal ____________________________________________ 20 Autoteste ___________________________________________________________________ 23 Módulo 3: Apuração Anual ___________________________________________ 33 Opção e Forma de Apuração _______________________________________________ 33 Receita Bruta ______________________________________________________________ 33 Determinação da Base de Cálculo ___________________________________________ 34 Deduções e Compensações __________________________________________________ 40 Cálculo do Imposto _________________________________________________________ 43 Suspensão ou Redução _____________________________________________________ 45 Escrituração dos Livros ____________________________________________________ 51 Autoteste ___________________________________________________________________ 52 Módulo 4 - Créditos Tributários _______________________________________ 64 Prejuízos Fiscais - Introdução ______________________________________________ 64 Limite Máximo de Compensação ___________________________________________ 64 Modificação do Controle Societário e do Ramo de Atividade. ________________ 65 Prejuízos Fiscais Não Operacionais _________________________________________ 68 Registros no LALUR _______________________________________________________ 71
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Antecipações de Lucros e Impostos e Compensação Parcial de Prejuízos Fiscais ________________________________________________ 106 Lucro Real X Lucro Presumido ____________________________________________ 107 Caso Prático ______________________________________________________________ 109 Avaliação Final ___________________________________________________ 111 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 4 .Obrigações Acessórias _____________________________________ 88 Exigência Legal ____________________________________________________________ 88 Escrituração de Filiais. Sucursais ou Agências ______________________________ 88 Livros Diário e Razão ______________________________________________________ 89 Livros para Registro _______________________________________________________ 90 Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) ________________________________ 90 Livro para Registro Permanente de Estoque ________________________________ 91 Demonstrações Financeiras Obrigatórias ___________________________________ 91 Guarda de Documentos ____________________________________________________ 92 Empresas Dispensadas de Escrituração Comercial __________________________ 94 Responsabilidade Profissional ______________________________________________ 94 Penalidades por Irregularidades na Escrituração ___________________________ 95 Apresentação da DIPJ ______________________________________________________ 95 Proibição de Apresentar a DIPJ ____________________________________________ 96 Prazos de Entrega da DIPJ _________________________________________________ 97 Multa por Incorreções ou Omissões na DIPJ ________________________________ 97 Autoteste ___________________________________________________________________ 98 Módulo 6: Vantagens Tributárias do Sistema____________________________ 106 Balanços Provisórios.Prejuízos Fiscais das Demais Atividades ____________________________________ 73 Sociedades em Conta de Participação (SCP) ________________________________ 74 Vedação da Compensação de Prejuízos Fiscais no Exterior __________________ 74 Prejuízos Fiscais Utilizados no REFIS ______________________________________ 75 Compensação do Imposto Pago ou Retido na Fonte _________________________ 76 Incentivos Fiscais___________________________________________________________ 77 Autoteste ___________________________________________________________________ 79 Módulo 5 .

de iniciativa do fisco. 529 do RIR/99) − Lucro Real Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 5 . onde serão aplicados percentuais cabíveis a cada atividade explorada pela pessoa jurídica. c. financiamento e investimento. quando inferior a doze meses. bancos de desenvolvimento. 246 do RIR/99) Pessoas Jurídicas Obrigadas a Optar. empresas de arrendamento mercantil. a. 518. d.00). distribuidoras de títulos e valores mobiliários. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. bancos de investimentos. Que tenham atividades de bancos comerciais. tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. Formas de Tributação Formas de Tributação da Pessoa Jurídica − Lucro Presumido É uma forma simplificada de tributação com base na receita bruta apurada trimestralmente. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. na forma do art. que será de ofício ou do próprio contribuinte. (art. Empresas de Factoring.Módulo 1: Introdução Pessoas Jurídicas Obrigadas a Optar Lucro Real . autorizadas pela legislação tributária usufruam de benefícios fiscais. (art. acrescido dos ganhos de capital e demais receitas. Que. 519 e 521 do RIR/99) − Lucro Arbitrado Também é uma forma simplificada de tributação. exclusões ou compensações previstas no Decreto nº 3000/99. sociedades de crédito imobiliário.000. valores mobiliários e câmbio.Conceito Lucro real é o lucro líquido Contábil do período de apuração ajustado pelas adições. ou proporcional ao número de meses do período. b. sociedades corretoras de títulos. no ano-calendário anterior. As pessoas jurídicas que estiverem enquadradas em uma das situações abaixo devem optar pelo lucro real. caixas econômicas. superior a quarenta e oito milhões de reais (R$ 48. no decorrer do ano-calendário. (artigos 516. relativos à isenção ou redução do imposto. Que tenham receita total. cooperativas de crédito. e. f.000. sociedades de crédito. (art. 222 do RIR/99. quando conhecida a receita bruta do período a ser arbitrado. Que. 246 do RIR/99). Que tiverem lucros.

inciso II do RIR/99) Empresa de Pequeno Porte para fins fiscais São aquelas cuja receita bruta anual seja superior a cento e vinte mil reais (R$ 120. (art. inciso I do RIR/99) Formas de Apuração Formas de Apuração do Imposto – Lucro Real − Trimestral É uma forma completa e definitiva de tributação. exclusões e compensações permitidas ou autorizadas pelo Regulamento do Imposto de Renda. (Lei nº 9. 221 do RIR/99) 6 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados . onde a pessoa jurídica que opta é enquadrada como Microempresa . obrigatórias.É a forma de tributação completa com base na escrituração comercial e fiscal apuradas trimestralmente ou anualmente com base no lucro Líquido Contábil e com alguns ajustes efetuados. 220 do RIR/99) − Anual É uma forma de tributação em que deverá apurar o Lucro Real.317/96 e IN SRF nº 34/2001) Microempresa para fins fiscais São aquelas cuja receita bruta anual seja igual ou inferior a cento e vinte mil reais (R$ 120.000. (artigo 185. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário.00).EPP.000.00) e igual ou inferior a hum milhão e duzentos mil reais (R$ 1.ME ou Empresa de Pequeno Porte .200. devido à legislação fiscal que estão disciplinados nos artigos 249 e 250 do RIR/99.000/99 – RIR/99) O imposto será determinado com base no Lucro Real apurado por períodos trimestrais encerrados nos dias 31 de março.000. definitivamente em 31 de dezembro de cada ano-calendário. com antecipações mensais. (Decreto nº 3. − Simples Federal É uma forma de tributação simplificada com base na receita bruta mensal. (art. (artigo 185. do Imposto de Renda e da Contribuição Social. 30 de junho.00). apurada com base no lucro líquido contábil ajustado pelas adições.

apuração anual.A pessoa jurídica pode suspender ou reduzir o imposto devido a qualquer momento. 223 do RIR/99). aplicando os percentuais previstos no (art. que ajudará a reforçar as leituras que você fez neste Módulo 1 – Introdução. 230 do RIR/99). para fins da legislação do imposto de renda. com respostas auto-explicativa envolvendo formas de tributação e de apuração. c) A expressão Lucro Real e Lucro Tributável significam que a tributação será efetuada de forma presumida para fins de apuração do Imposto de Renda d) A expressão Lucro Real significa apuração do Imposto de Renda e Lucro Tributável significa apuração contábil. Bom Teste!! Questões 1. distinto do lucro líquido apurado contabilmente. (art. São 15 (quinze) questões de múltipla escolha. − Estimativa (mensal) É uma forma de tributação anual onde o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro é apurada mensalmente e determinada sobre base de cálculo estimado. 222 do RIR/99) É apurado com base na receita bruta mensal. responda a este autoteste. mediante a elaboração de Balanços e/ou Balancetes de Suspensão ou Redução de Imposto devendo escriturar a Parte “A” do LALUR e o Livro Diário. b) A expressão Lucro Real significa o próprio lucro tributável. obrigações acessórias e vantagens tributárias. previstos no (art. Autoteste Antes de começar o estudo dos módulos seguintes que tratam de apuração trimestral. créditos tributários. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 7 . ou com base em Balanços de Suspensão ou Redução. O que significa Lucro Real e Lucro Tributável? a) A expressão Lucro Real e Lucro Tributável significam o próprio Lucro Contábil apurado no período para fins de incidência do Imposto de Renda.

Qual a forma de tributação do lucro presumido? a) É apuração mensal do imposto com base no lucro líquido contábil. b) É apuração trimestral com base no lucro real ajustado extra-contabilmente. c) É apurado apenas com a soma das receitas do período. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 8 . Como é apurado o Lucro Real? a) É apurado com base no Livro Caixa ajustado pelas adições e exclusões previstas no Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3. está obrigada à tributação com base no lucro real.000 mil (vinte milhões de reais). ajustado apenas pelas adições previstas no Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3000/99). ajustado pelas adições. 5. ajustado pelas adições. b) A pessoa jurídica que tenha como atividade à de Factoring. 247 do RIR/99). c) A pessoa jurídica com receita total. c) O lucro real é apurado com base no lucro líquido contábil. b) É o lucro contábil apurado com adições apenas das despesas e com provisões e exclusões de reversões das provisões anteriormente constituídas. d) É apurado com base no lucro líquido contábil. d) É o lucro líquido do período de apuração. após a compensação de prejuízos fiscais apurados em períodos anteriores. acrescidas dos Ganhos de Capital e das demais receitas.2. Defina Lucro Real: a) É o lucro contábil do período. ajustado pelas adições e exclusões não podendo computar as compensações. b) O lucro real será apurado a partir do lucro líquido de cada período de apuração obtido na escrituração comercial. rendimentos ou ganho de capital no exterior poderá optar pelo lucro presumido. c) É apurado com base no saldo do Livro Caixa e com encerramento anual. 3. 4. no ano-calendário anterior no valor de cinqüenta milhões está obrigada à tributação com base no lucro real. exclusões e compensações com observância das Leis Comerciais (antes da provisão para o imposto de renda) e fiscais. não esta obrigada à tributação com base no lucro real. Assinale a alternativa correta: a) A pessoa jurídica com receita bruta total no ano-calendário anterior no valor de R$ 20.000/99). e demonstrado no LALUR – Livro de Apuração do Lucro Real. exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação fiscal (art. d) A pessoa jurídica que tenha apurado lucros.

b) A apuração do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. 30 de junho. é efetuada com base no encerramento de cada trimestre.00).000. com aplicação dos percentuais previsto na legislação vigente.000. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. b) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de cento e vinte mil reais (R$ 120. efetuada cada trimestre em 25 de março. c) A apuração trimestral é definitiva. b) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de cento e vinte mil reais (R$ 120. 7. d) É apurado pelo regime anual.00).d) É apurado com base na receita bruta encontrada trimestralmente. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 9 .00).000. d) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de duzentos e quarenta mil reais (R$ 240.000. é considerada uma antecipação do importo ajustado no encerramento do ano-calendário. c) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de um milhão e duzentos mil reias (R$ 1. ou de ofício pelo fisco. mesmo que a receita bruta seja conhecida.00).000. 6. 8. 9. efetuada no encerramento de cada trimestre em 31 de março.00). e o contribuinte tenha a intenção de arbitrá-la.000. 10 de setembro e 20 de dezembro de cada ano-calendário. Assinale a alternativa correta: a) A apuração trimestral do Imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL).00. Como são enquadradas as Microempresas (ME) que optaram pelo Simples Federal perante a legislação fiscal? a) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de cento e vinte e dois mil reais (R$ 122. Qual a forma de tributação do lucro arbitrado? a) É apurado por iniciativa do próprio contribuinte quando conhecida à receita bruta. de oficio. por meio de levantamento de balanço de suspensão ou redução. observado o Livro Caixa. d) A apuração trimestral é definitiva.000. 30 de junho. c) É apurado somente pelo fisco. b) É uma forma completa de tributação com base na escrituração contábil e fiscal.200. Como são enquadradas as Empresas de Pequeno Porte (EPP) que optaram pelo Simples Federal perante a legislação fiscal? a) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de dois milhões de reais (R$ 2.

c) Será apurado trimestralmente com base na receita bruta auferida. 13. d) É obrigatória ao lucro arbitrado.00). b) Será apurado no encerramento do ano-calendário. c) É opcional a tributação com base no lucro real. d) Será apurado com base na receita bruta auferida mensalmente ou por meio de balanço de suspensão ou redução levantado de acordo com a legislação comercial e fiscal. As pessoas jurídicas que tenham benefícios fiscais de redução do Imposto de Renda estão obrigados a que tipo de tributação? a) É obrigatória a tributação com base no lucro real.200. A pessoa jurídica que recolhe o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro mensalmente. 12. está sujeita a que opção de tributação? a) Está sujeita à tributação com base no Lucro Real trimestral. sem utilização dos ajustes extracontabil para apurar o lucro real. quando será apurado o imposto definitivo? a) Será apurado no encerramento do ano-calendário com o levantamento do balanço patrimonial em 31 de dezembro do respectivo ano-calendário.00). 10. com base apenas na legislação comercial sem observância da legislação fiscal. d) Será apurado com base no Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro.000.000. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 10 . Na opção pelo Lucro Real anual. c) Será apurado com base na receita bruta auferida mensalmente ou por meio de balanço de suspensão ou redução. b) Está sujeita à tributação com base no Lucro Presumido.c) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de duzentos e quarenta mil reais (R$ 240. De que forma será apurado o imposto da pessoa jurídica que optou pelo Lucro Real anual? a) Será apurado trimestralmente com base no balanço de suspensão ou redução. b) Está sujeita a tributação com base no lucro presumido. com base na receita bruta auferida em todo o anocalendário. b) Será apurado mensalmente utilizando a diferença entre as receitas e as despesas com ajuste extracontabil. 11. de acordo com a legislação comercial e fiscal. d) O enquadramento é feito com base na receita bruta anual de um milhão e duzentos mil reais (R$ 1.

previstas na legislação vigente. 14.c) Está sujeita à tributação com base no Lucro Real anual. 15. não é isto! Reflita um pouco mais sabendo que Lucro Real é o lucro líquido contábil do período com ajuste de adições. tendo em vista que a forma presumida é aquela incidente sobre a receita bruta do trimestre. b) Veja bem!! Tendo em vista que não são apenas efetuadas as adições de provisões e exclusões de reversões. c) Não. d) Está sujeito à tributação pelo Simples. Lucro Arbitrado e Simples. Respostas 1. É facultativa a sua opção. com recolhimentos por estimativa. Quais são as formas de tributação simplificada das pessoas jurídicas? a) Lucro Real. exclusões e compensações. c) O caminho não é este. mas devem ser verificados o rol de adições. Lucro Presumido e Lucro Arbitrado. Somente podem optar pelo Lucro Presumido. esta não seria a resposta correta. b) OK. por meio da escrituração contábil da empresa. Lucro Arbitrado e Simples. b) Não. Instituições financeiras estão obrigadas a optar pelo Lucro Real? a) Sim. b) Lucro real. d) Não. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 11 . d) Lucro Presumido e Simples. a) Veja bem! Tendo em vista que o Lucro Contábil é o lucro apurado. c) Não. Sua opção é obrigatória. a) É quase isto! Falta os ajustes das adições e exclusões prescritas ou autorizadas pela legislação fiscal. c) Lucro Presumido. d) Será? Lucro Real significa o próprio lucro tributável? Pense melhor! 2. exclusões e compensações. O lucro real é o próprio lucro tributável. Poderá optar também pelo Simples Federal.

com a fixação do limite de obrigatoriedade de tributação com base no lucro real em valor superior a quarenta e oito milhões (R$ 48. 4.00).000. mas qual é a base de cálculo? b) Não! O caminho a seguir não é este. b) Pense bem!!! Este tipo de atividade está obrigada ao lucro real? Será? c) Bem observado.000. 3. a) É quase isso.000. pois o Livro Caixa é utilizado apenas pelas pessoas jurídicas optantes pelo Simples Federal e Lucro Presumido. a) Pense melhor. c) Atenção: para apurar o lucro real. b) Muito bem! Com o conceito do lucro líquido contábil e do lucro real bem definido você chegou à forma de apuração do lucro real. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 12 . c) Cuidado! O contribuinte quando conhece a receita bruta pode arbitrá-la. superior a quarenta e oito milhões de reais (R$ 48.00). você deve observar que a tributação é feita trimestralmente. A obrigatoriedade de apuração do lucro real é a receita total no ano-calendário anterior. b) Será? A apuração do lucro arbitrado não é quando a escrituração é desclassificada pelo fisco ou está incompleta? Reflita um pouco mais com este questionamento. sabendo que as compensações também fazem parte da apuração do lucro real. d) Reflita um pouco mais. sabendo que o lucro arbitrado não é efetuado com levantamento de balanço de qualquer espécie. deve ter também os ajustes das exclusões e compensações. observado a legislação vigente para cada tipo de opção. mas não utilizando o saldo do Livro Caixa? d) Legal. a apuração deve ser trimestral. a) Observe melhor o texto desta questão. você conseguir encontrar a resposta certa. você observou bem o critério de apuração do lucro presumido. 6.000. você esta aproveitando bem a leitura do texto e concluído de forma correta o enquadramento da tributação do lucro arbitrado. a) Ok. para não confundir com o lucro real. c) Está próximo da resposta. d) Não é bem isto que vimos antes. d) Pense melhor. lembre-se do texto! 5.d) Parabéns!!! Você observou bem o conceito do lucro real para encontrar a resposta certa. pois este critério é somente para o lucro real.

b) Este não é o limite da microempresa? c) Pense melhor. d) Muito bem. a apuração trimestral não é definitiva? b) Reflita. Este não é o limite inicial da EPP! Aliás. os ajustes extras contábeis e apuração da diferença entre as receitas e despesas. o limite é bem menos que este valor. b) Veja bem. d) Parabéns. pois a data de encerramento de cada trimestre é o ultimo dia dos respectivos trimestres. c) Fique atento! Está muito alto este limite. a) É quase isto. 9. podendo a pessoa jurídica optar pelo balanço de suspensão ou redução. d) Não. este é o primeiro item da tabela. na opção pelo lucro real anual a forma de apuração é esta. pois a apuração é efetuada periodicamente. você observou bem os limites do texto. 11.7. 10. esta é a apuração definitiva. na opção pelo lucro real anual. d) O caminho não é este. b) Muito bem. a) O caminho não é este. são utilizados para levantar balanço ou balancete patrimonial no encerramento do ano-calendário. quando do levantamento de balanço de suspensão ou redução sempre é obrigatório os ajustes extracontabil. a) Ok. A apuração do lucro real é efetuada com base no lucro líquido contábil ajustado extracontabilmente. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 13 . c) Observe que. você está atento ao que já foi exposto. a) Observe bem. c) Parabéns. está bem acima!! 8. você esta atento aos limites de opção pelo Simples Federal. a) Veja bem.

d) Faltou a opção pelo Lucro Arbitrado para a resposta ser completa. c) Ok. verifique o art. são estas as formas de tributação simplificadas. pois. pois este é impeditivo! Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 14 . sabendo que neste regime de tributação não tem incentivo fiscal. 14. c) Pense melhor. Você observou bem a forma de tributação anual. 14 da Lei nº 9. b) Pense mais. a) O caminho não é este. d) Não! Está obrigada ao lucro real. a apuração do lucro real deverá ser observada também a legislação fiscal. b) Reflita um pouco mais. Verifique a IN SRF nº 34/2001. mas completa. c) Parabéns. não. não tem antecipações mensais. 15. no entanto sendo opcional no decorrer do período optar pelo arbitrado quando conhecida à receita bruta. A tributação pelo Lucro Presumido é trimestral e definitiva para todo o anocalendário. a) Muito bem! Estas instituições são realmente obrigadas ao lucro real (art. d) Veja bem. a) Cuidado! O Lucro Real não é forma de tributação simplificada. a pessoa jurídica que tem benefício fiscal de redução é obrigada ao lucro real. a tributação trimestral é definitiva. 13. d) Fique atento. sabendo que a apuração trimestral é efetuada com a opção pelo lucro real trimestral ou pelo presumido. 246 do RIR/99. d) Não. pois o simples tem regras próprias de tributação. 12. mas o Lucro Real. c) O caminho não é este.b) O caminho a seguir não é este. somente será opcional. a) Muito bem. b) Veja bem. se a pessoa jurídica abrir mão dos incentivos fiscais. b) O Simples é sim forma de tributação simplificada. não enquadrando nesta hipótese. cuidado com o termo: facultativo.718/98). não pode optar pelo Simples Federal. c) Não. tendo em vista que a apuração definitiva do imposto é efetuada com base no balanço patrimonial levantado em 31 de dezembro. portanto.

430/96.430/96. 1º. e do imposto devido. Lucro Líquido do Período O lucro líquido do período a ser encontrado. salvo nos casos em que as pessoas jurídicas incorporadora e incorporada. estivessem sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento. (Lei nº 9. a apuração da base de cálculo e do imposto devido será efetuada na data do evento. a opção será manifestada e confirmada com a entrega da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ). observado o disposto nos §§ 1º a 5º do art. (art. (Lei nº 9. § 2º) Ajustes ao Lucro Líquido Quando do levantamento do Balanço ou Balancete em cada trimestre o lucro líquido contábil deverá ser ajustado de acordo com a legislação comercial e fiscal para fins de determinação do Lucro Real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. § 1º) Na extinção da pessoa jurídica pelo encerramento da liquidação a apuração da base de cálculo. é o resultado apurado do lucro operacional. embora não tenha IRPJ e CSL. será efetuado na data desse evento. fusão ou cisão. 220 do RIR/99) Nos casos de incorporação. (art. o disposto no parágrafo acima. 248 do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 15 .Módulo 2: Apuração Trimestral Opção A opção pelo lucro real trimestral será manifestada: − − com o pagamento da quota única ou primeira quota do Imposto de Renda (IRPJ) e. como prevê o regime de tributação anual. 1º. 235 do RIR/99. com a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). art. 1º. dos resultados não operacionais e das participações. observado a legislação comercial. (Lei nº 9. e o IR e a CSL será considerado definitivo. a partir de 1º de janeiro de 2000. art. § 1º) Lembramos que. art. Forma de Apuração A apuração será procedida com o levantamento de Balanços ou Balancetes no encerramento de cada trimestre. Neste sistema não é permitida a antecipação do imposto durante o curso do ano-calendário. aplicase à pessoa jurídica incorporadora. (art. E será irretratável para todo o ano-calendário.430/96. 232 do RIR/99) No caso de apresentar Prejuízo Fiscal e base de cálculo negativa da CSL no trimestre.

Administradores e Sócios. exceto Day-Trade (IN SRF-25/2001) Perdas em Operações Day-Trade no Período de Apuração Realização de Reserva de Reavaliação. que prestem serviços gratuitos em benefício de empregados da doadora ou da comunidade onde atuem (artigo 365 do RIR/99) Arrendamento mercantil e aluguel de bens móveis ou imóveis. exceto Multas de Mora (compensatórias) Doações. que não se classifiquem em quaisquer hipóteses acima e que o regulamento do Imposto de Renda e da legislação da contribuição social não permita sua dedução. artigo 2º) Reserva Especial – Realização (Lei 8.249/95 e ADN Cosit-13/96) Ajuste de Obrigações e Créditos – Variações Cambial Amortizada (Lei 9. legalmente constituídas no Brasil.816/99. amortização e baixa de bens – Diferença de correção monetária – IPC/BTNF Outras Adições. exceto as efetuadas à: Projetos de natureza Cultural aprovados pelo Pronac. De Seguros e de Capitalização e Entidades de Previdência Privada Despesas de Alimentação dos Sócios. artigo 30) – opção a partir de 01/01/2000 Ajustes por Diminuição no Valor de Investimentos Avaliados pelo Patrimônio Líquido – Perdas em Operações Realizadas no Exterior (IN SRF-213/2002) Excesso de Juros Sobre o Capital Próprio (artigo 9º da Lei 9. Ajustes Decorrentes de Métodos – Preços de Transferências (artigo 240 a 245 do RIR/99) Variações Cambiais Passivas (MP 1. art. Férias. artigo 2º) – Decorrentes do ajuste da diferença entre o IPC/90 e a BTN Fiscal Lucro Inflacionário Realizado Depreciação Acelerada Incentivada – Reversão (artigo 313 a 323 do RIR/99) Perdas Incorridas no Mercado de Renda Variável no Período de Apuração. No caso de cooperativa de consumo. Acionistas e Administradores Despesas com Brindes Remuneração Indireta de Dirigentes.200/91. quando não identificados os beneficiários (artigo 358 do RIR/99) Multas por Infração Fiscal.Veja os ajustes ao lucro líquido do período de apuração trimestral. 13º Salário e Encargos e Reservas Técnicas das Cias.858-10/99. X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Não Contribuição Social Sim Não ADIÇÕES X X X X X X X X X X X X X X X Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 16 . exceto. o valor da CSL deverá abranger as operações com os associados e não associados Lucros Disponibilizados no Exterior nos termos da IN SRF-213/2002 Rendimentos e Ganhos de Capital Auferidos no Exterior nos termos da IN SRF-213/2002. Institutos Ensino e Pesquisa sem Fins Lucrativos. lembrando que este resultado pode ser positivo (lucro) ou negativo (prejuízo): Imposto de Renda Sim Contribuição Social Obs: As cooperativas deverão informar a CSL sobre os resultados das operações com os não associados. 30 Variações Cambiais Ativas – Operações Liquidadas (Medida Provisória 1. nos termos do artigo 4º da lei 9. autorizados por Lei Federal.858-10/99. exceto quendo relacionados intrinsecamente com a produção ou comercialização dos bens e serviços (artigo 356 do RIR/99) Encargos de depreciação. Entidades Civis sem Fins Lucrativos.959/2000 Tributos e Contribuições com Exigibilidade Suspensa (artigo 151 do CTN) Provisões Indedutíveis.

065/95). 30) . 2º) Ganhos com Desapropriação de Imóveis para Reforma Agrária. 15.858-10/99. Obs: As cooperativas de consumo tem tributação idêntica a de outras pessoas jurídicas (artigos. parágrafo único). 1º). além da atividade rural. 470 a 474 do RIR/99) Reversão dos Saldos das provisões Não Dedutíveis (art.858-10/99. Os prejuízos fiscais da atividade rural correspondentes aos anos-calendário de 1986 a 1990 somente poderão ser compensados com o lucro real da atividade rural. sua compensação fica limitada a trinta por cento do lucro líquido do período-base atual. 331 a 333 do RIR/99 e PN CST-153/72 e 44/77 Perdas Incorridas no Mercado de Renda Variável – Períodos de Apuração Anteriores Resultado Negativo de Variações Cambiais – parcela Diferida (Lei 10. Se a pessoa jurídica explorar atividade rural a base negativa desta atividade poderá ser compensada com o resultado dessa Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 17 . O prejuízo fiscal apurado pela pessoa jurídica que explorar atividade rural poderá ser compensado com o resultado positivo obtido nos trimestres subseqüentes.430/96) Resultados Não Tributáveis de Sociedades Cooperativas (art. a partir de 01/01/2000 Depreciação/Amortização Acelerada Incentivada – Artigos. apurado em trimestre subseqüente. art. 389 do RIR/99) Rendimentos e Ganhos de Capital Auferidos no Exterior – As pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral do imposto poderão excluir o valor relativo aos rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior do 1º ao 3º trimestres do ano-calendário Variações Cambiais Ativas (MP 1. aplica-se o limite de trinta por cento e compensação com lucros da mesma natureza. sem limite (IN SRF-39/96.· A pessoa jurídica que explorar outras atividades. deverá demonstrar no LALUR separadamente o lucro ou prejuízo contábil e o lucro ou prejuízo fiscal dessas atividades (IN SRF-39.EXCLUSÔES Imposto de Renda Sim Não Contribuição Social Sim Não X X X X X Lucro da Exploração Correspondente à Exportação Incentivada – Befiex até 31/12/87 (artigos. • • • CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO • • Se a pessoa jurídica apurou base de cálculo negativa da CSL em períodos anteriores. art. assim como dos da atividade rural com lucro real de outra. 12 da lei 9.305/01. art. que não se classifiquem em quaisquer hipóteses acima e que o regulamento do Imposto de Renda e da legislação da contribuição social não permita sua dedução. adicionadas em período-base anterior Outras Exclusões. sua compensação fica limitada a trinta por cento do lucro líquido do período-base atual. X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X COMPENSAÇÕES IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS • Se a pessoa jurídica apurou prejuízo fiscal em períodos anteriores. sem o limite de trinta por cento (artigo 512 do RIR/99). art. ajustada pelas adições e exclusões. 313 a 323 e PN CST-01/82 e 19/82 Exaustão Incentivada – Artigos. § 5º e 184 do RIR/99) Lucros e Dividendos Derivados de Investimentos Avaliados pelo Custo de Aquisição Ajuste por Aumento no valor de Investimentos Avaliados pelo patrimônio Líquido (artigos. 2º. À compensação dos prejuízos fiscais das demais atividades.065. 30) Variações Cambiais Passivas – Operações Liquidadas (MP 1. 146. de 1995. O prejuízo fiscal da atividade rural apurado no trimestre poderá ser compensado com o lucro real das demais atividades apuradas no mesmo trimestre. ajustado pelas adições e exclusões (artigo 16 da lei 9. desde que se mantenham os livros e documentos exigidos pela legislação fiscal comprobatórios do prejuízo fiscal utilizado para compensação (artigos 509 a 515 do RIR/99 e Lei nº 9. § 2º). art. art. quando auferido pelo desapropriado Amortização de Deságio relativos a Investimentos Avaliados pela Equivalência Patrimonial Reversão de saldo não utilizado das Provisões não Dedutíveis.Pessoas Jurídicas que optaram. 182 do RIR/99).

No caso da exploração da atividade rural.00) 75. 2. 249 e 250 do RIR/99. exclusões e eventual compensação de prejuízos fiscais. deverá observar o limite de trinta por cento (30%).00 e R$ 5.00. (art. Lucro Líquido (contábil) do período-base trimestral 2.00 (8. representado por adições.000.00) 67.000.00 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 18 .00.00) 90. 1º. prejuízos fiscais de períodos-base anteriores no montante de R$ 8.A pessoa Jurídica apurou no encerramento do período-base. trimestral.000.000. registrado na parte “B” do LALUR. ajustado pelas adições e exclusões) for positivo e observado o limite de 30% deste resultado.000. 30 de junho. Adições 3. É importante observar que. da Lei nº 9. somente haverá compensação de prejuízos fiscais se o subtotal (lucro ou prejuízo contábil.As despesas e custos não dedutíveis e as exclusões do período.00. Lucro Real (10. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. caso este resultado seja positivo. Apuração do Imposto O imposto devido com base no Lucro Real: Deve ser apurado por períodos trimestrais encerrados nos dias 31 de março. a base de cálculo negativa desta atividadequando for utilizada para compensar com base de cálculo positivo das atividades em geral.000. Exemplo: Sabemos que: 1.A pessoa jurídica tem.430/96) Deve ser determinado mediante ajustes ao lucro ou prejuízo (contábil) do período-base. trimestral.000. A determinação do Lucro Real (Parte “A” do LALUR) seria portanto: 1. importaram em R$ 90.00 (5. Exclusões 4. Subtotal 5. após análise dos art.000.000. Compensações Prejuízos Fiscais (30%) 6. ajustada pelas adições e exclusões previstas no quadro acima sem o limite máximo de redução de trinta por cento (30%). 3.• mesma atividade apurado em períodos subseqüentes. respectivamente.000. prejuízo contábil de R$ 10.

e. Este dispositivo aplica-se. inclusive. 542 do RIR/99).023/90 (art. Criança e do Adolescente.750. e art. (art.PAT.00 R$ 67. conforme dispõe o (art.249/95. Audiovisual. civil ou rural.050.Cálculo do Imposto Alíquotas A pessoa jurídica seja o seu objeto comercial. Cultura.00 R$ 10. 856 do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 19 . e à pessoa jurídica que explore atividade rural de que trata a Lei nº 8. 4º. a alíquota de 15% (imposto normal).000. nos casos de incorporação. § 2º da Lei nº 9.00 Observação: Do imposto devido é permitido: • • deduzir os Incentivos Fiscais (Programa de Alimentação do Trabalhador . Recolhimento do Imposto Recolhimento do Imposto O imposto devido em cada trimestre deve ser pago em quota única. 3º.00 R$ 700. fusão ou cisão e de extinção da pessoa jurídica pelo encerramento ou liquidação. compensar o imposto retido na fonte e/ou o imposto pago a maior ou indevidamente.000.00) Total do Imposto Devido R$ 10. mais uma alíquota de 10% (imposto adicional). Assim. Exemplo: Com base nos dados do exemplo anterior deve-se aplicar. PDTI/PDTA). até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. Sobre a parcela que exceder o valor resultante da multiplicação de R$ 20 mil pelo número de meses do respectivo período de apuração. pagará o imposto referente à alíquota de 15% (quinze por cento) sobre o Lucro Real apurado de conformidade com o RIR/99 (art. §§ 2º e 3º da Lei nº 9. a pessoa jurídica sujeita-se à incidência de adicional de imposto à alíquota de 10% (dez por cento).430/96). 541 do RIR/99). sobre o Lucro Real apurado.00) Adicional (10% sobre R$ 7.000. Lucro Real Quanto ao Imposto Devido temos: Normal (15% sobre R$ 67.

diretamente ou por reprodução. até o último dia do mês anterior ao do pagamento é de um por cento (1%) no mês do pagamento. e o imposto de valor inferior a R$ 2. (Lei nº 9.00 (um mil reais). Livro Diário Devem ser lançados neste livro. em até 3 (três) quotas mensais. a pessoa jurídica está obrigada a manter a escrituração comercial devendo para isto escriturar o Livro Diário. (Lei nº 9. A pessoa jurídica é obrigada a seguir ordem uniforme de escrituração. Optando pela forma de tributação com base no Lucro Real. Norma NBC T 2. mecanizada ou não.430/96. 856 do RIR/99) Adicional O adicional do Imposto de Renda deve ser pago juntamente com o imposto apurado: − − mediante aplicação da alíquota de 10% (art.404/76. art. que modifiquem ou possam a vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. 5º. 251 do RIR/99).1.000. cujo número e espécie ficam a seu critério (art. Livro Registro de Inventário e o Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR).430/96. art. não sendo permitidas quaisquer deduções. aprovada pela Resolução CFC nº 563/83 e Deliberação CVM nº 29/86.Opção da pessoa jurídica Poderá ser pago também. 542. Parecer Normativo CST nº 108/78.430/96. bem como os lucros. 543 do RIR/99) Escrituração Comercial e Fiscal Escrituração − − − − − A pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real deve manter escrituração com observância das leis comerciais e fiscais. parágrafo 2º) Juros As quotas do imposto serão acrescidas de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC) para títulos federais acumulados mensalmente. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. (art. os resultados apurados em suas atividades no território nacional. Devem ser observadas normas dos artigos nº 178 a 182 da Lei 6. com vencimento no último dia útil dos três meses subseqüentes ao de encerramento do período de apuração a que corresponder.00 (dois mil reais) será pago em quota única.598/77. art. em Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 20 . os atos ou operações da atividade. art. calculados a partir do primeiro dia do segundo mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. § 4º do RIR/99) e. Livro Razão. 7º) A escrituração deverá abranger todas as operações do contribuinte. 5º. iguais e sucessivas. utilizando os livros e papéis adequados. parágrafo 3º e art. parágrafo 1º) Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1.000. (Lei nº 9. Livros Comerciais e Fiscais 1. 5º. recolhido integralmente como receita da União. 257 do RIR/99). (Decreto-Lei nº 1. rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior (art. dia a dia.

após a demonstração do lucro real. manter o registro do controle de prejuízos fiscais a compensar em períodos de apuração subseqüentes. assinados pelo Contabilista responsável e o Responsável pela empresa. tanto para escrituração manual como eletrônica. e. do lucro inflacionário a realizar. da exaustão mineral com base na receita bruta. 258 do RIR/99) 2. (art.folhas numeradas seguidamente. mas terá Termo de Abertura e Encerramento. da depreciação acelerada incentivada. transcrever a demonstração do lucro real. gerente ou titular e do contabilista legalmente habilitado. (art. As normas e procedimentos a serem adotados estão disciplinados na IN SRF nº 28/78. bem como dos demais valores que devam influenciar a determinação do lucro real de períodos de apuração futuros e não constem da escrituração comercial. (art. implicará o arbitramento do lucro da pessoa jurídica. Cada ciclo de escrituração de cada exercício. nas condições determinadas. (art. encadernadas e registrado na Junta Comercial (empresa comercial) ou no Cartório de Registro Civil (prestadoras de serviços). Este livro é utilizado para resumir e totalizar. mas é de uso obrigatório. nem registrado. obedecendo à ordem cronológica das operações. Ajustes A pessoa jurídica deverá: − − − lançar os ajustes do lucro líquido do período de apuração. A escrituração deverá ser individualizada. 259 do RIR/99) 3. os lançamentos efetuados no Diário. Este livro deve ter Termo de Abertura e de Encerramento e. 263 do RIR/99) Não precisa ser autenticado. por conta ou sub conta. é completado com a assinatura do diretor. Livro Razão Deverá ser mantido em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. Livro de Apuração do Lucro Real É um livro de preenchimento obrigatório (manual ou eletrônico) para as pessoas jurídicas que apurarem o Imposto de Renda com base no Lucro Real trimestral. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. A não manutenção deste livro. anual e sempre que suspender ou reduzir o valor devido do imposto. 262 do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 21 . Lembramos que este livro não precisa ser registrado ou autenticado em qualquer repartição.

então. exceto nas localidades em que não haja elemento habilitado. 37) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 22 . (art. (art. IV do RIR/99). art. (art. dentro de 48 horas. 264 do RIR/99) Extravio. devendo detalhar estoques que compõem o inventário de mercadorias. fichas. ao órgão competente do Registro do Comércio. documentos e papéis relativos a sua atividade. (Decreto –Lei nº 486/69. dos dispêndios com Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT. existentes na data do Balanço Patrimonial levantada ao fim de cada período de apuração. quando.art. matérias-primas e outros bens. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. os seus cálculos hão de ser precisos. Livro Registro de Inventário Sua escrituração é obrigatória. Vale Transporte – VT e outros previstos no Regulamento do Imposto de Renda. 261 do RIR/99) Se efetuada. 262. de forma a se averiguar a justeza dos valores nele inscritos. (Lei nº 9. deterioração ou destruição de livros. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. ficará a cargo do contribuinte ou de pessoa pelo mesmo designada. (art. 257 do RIR/99) 4. produtos manufaturados e em fabricação. deterioração e destruição Havendo extravio. os livros. de maneira pormenorizadamente específica como dispõe a lei.Deverá manter também os registros de controle dos valores excedentes a serem utilizados no cálculo das deduções nos períodos de apuração subseqüentes. 268 do RIR/99) Conservação A pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. a pessoa jurídica fará publicar em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. 10) Comprovantes Os comprovantes da escrituração das pessoas jurídicas relativas a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. documentos ou papéis de interesse da escrituração. art. a fim de não provocarem detrimento ao resultado real do exercício.430/96. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou possam vir a modificar sua situação patrimonial. Guarda de Documentos Responsabilidades A escrituração ficará sob a responsabilidade de profissional qualificado nos termos da legislação específica.

e a entrega da DCTF. d) Com o pagamento da quota única ou primeira quota do Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). a opção será manifestada e confirmada com a entrega da DIPJ. d) Não. Se a pessoa jurídica optar pelo lucro real trimestral poderá alterar esta opção durante o transcorrer do ano-calendário? a) Não. Sucesso! Questões 1. Cada questão apresenta uma única alternativa correta. A opção é definitiva. onde você poderá testar. c) Não. 2. DIRF e DIPJ. 3. b) Embora não tenha IR e CSL. a opção será manifestada e confirmada com a entrega da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ). e a pessoa jurídica precisa pagar imposto. Havendo prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL durante o transcorrer do anocalendário. como será manifestada e confirmada a opção pelo lucro real trimestral? a) A confirmação da opção somente se dará com o pagamento do IRPJ e CSL. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 23 . apresentamos 20 (vinte) questões sobre os assuntos abordados. de forma prática e objetiva todo o conhecimento assimilado neste conteúdo. é irretratável para todo o ano-calendário. c) Com o pagamento da quota única ou primeira quota do Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). A opção pelo lucro real trimestral é manifestada de que forma? a) Pela entrega da Declaração de Rendimentos. pois as pessoas jurídicas estão obrigadas à tributação pelo lucro real.Autoteste Com o intuito de revisar seus conhecimentos neste módulo. d) Não tendo imposto e contribuição social a pagar. DCTF. é irretratável para todo o ano-calendário. com respostas auto-explicativas. a pessoa jurídica não tem como confirmar a opção pelo lucro real. b) Com a entrega da DCTF. A opção é definitiva. c) Embora não tenha IR e CSL. A opção não é definitiva. b) Sim. mesmo que tenha prejuízo fiscal em todo o trimestre de apuração. DIRF e carta a SRF confirmando a opção.

c) É o resultado apurado do lucro operacional. em que momento se dará à apuração da base de cálculo do imposto devido? a) Será efetuada na data da entrega da Declaração de Rendimentos. exceto se a pessoa jurídica apresentar prejuízo fiscal durante o ano-calendário. b) Não.4. No regime de tributação pelo lucro real anual. d) A apuração será procedida com o levantamento de Balanços ou Balancetes no encerramento de cada trimestre. 5. d) É o resultado apurado do lucro operacional. observada a legislação comercial. c) Será efetuada na data do evento. c) A apuração será procedida com o levantamento do faturamento e das demais receitas operacionais do trimestre. pois a tributação pelo lucro real trimestral é definitiva. pois a tributação pelo lucro real trimestral é definitiva. como prevê o regime de tributação anual. Nos casos de incorporação. b) Na data da entrega da DCTF e DIRF. observada a legislação fiscal. dos resultados não operacionais e das participações. b) Mediante a escrituração do livro Caixa. e com base na receita bruta do trimestre. Qual a forma de apuração do lucro real trimestral? a) Com base na Receita Bruta Trimestral. as antecipações são obrigatórias. Qual é o conceito de lucro líquido do período? a) É o resultado contábil ajustado pelas adições. fusão. d) Sim. dos resultados não operacionais e das participações. exclusões e compensações de prejuízos fiscais. esta obrigada a efetuar antecipações mensais deste imposto? a) Não. c) Não. A pessoa jurídica que optou pelo pagamento do IRPJ e da CSL pelo lucro real trimestral. Neste sistema não é permitida a antecipação do imposto durante o curso do ano-calendário. e com base na escrituração do livro Caixa. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 24 . e o IR e a CSL será considerado definitivo. cisão ou extinção da pessoa jurídica. 7. b) É o resultado fiscal ajustado pelo lucro operacional e não operacional do ano-calendário. d) Será efetuada na data da assinatura da FCPJ – Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica. 6.

00. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração.8. d) Deve ser determinado mediante ajustes ao lucro ou prejuízo (contábil) do período-base. trimestral. Determine o valor do adicional de Imposto de Renda neste período.00. d) O imposto devido em cada trimestre deve ser pago em cota única. caso este resultado seja positivo. 9.00 c) R$ 8.800.00. exclusões e eventual compensação de prejuízos fiscais.800.000.00 10. corrigido pela taxa acumulada da SELIC. representado por adições. exclusões e eventual compensação de prejuízos contábeis. caso este resultado seja positivo. podendo ser parcelado em três quotas mensais. iguais e sucessivas. c) O imposto devido em cada trimestre deve ser pago em quota única. Qual é o prazo de recolhimento do imposto devido com base no lucro real trimestral? a) O imposto devido em cada trimestre deve ser pago em três quotas mensais. Pessoa jurídica tributada pelo lucro real trimestral. trimestral.800. podendo ser parcelado em três quotas mensais. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. Como deve ser determinado o imposto devido com base no lucro real trimestral? a) Deve ser determinado mediante ajustes ao lucro ou prejuízo (contábil) do período-base. representado por adições.00. iguais e sucessivas.000. trimestral. b) Deve ser determinado mediante ajustes ao lucro ou prejuízo (fiscal) do período-base. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 25 . b) O imposto devido em cada trimestre deve ser pago em cota única. exclusões e eventual compensação de prejuízos fiscais. pode dividi-lo em três parcelas? Qual o valor de cada parcela? a) Não. caso este resultado seja positivo. no valor de R$ 1.00 b) R$ 2. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração.000.000.00 d) R$ 3. apurou em um trimestre lucro real no montante de R$ 80. exclusões e eventual compensação de prejuízos fiscais. não podendo ser parcelado. 11.000. caso este resultado seja positivo. Pessoa jurídica apurou o imposto trimestral no montante de R$ 1. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. A pessoa jurídica deve recolher o imposto em quota única. Sendo o valor da parcela de R$ 1. a) R$ 6. c) Deve ser determinado mediante ajustes ao lucro ou prejuízo (contábil) do período-base. anual. representado por adições. representado por adições.

recolhido integralmente como receita da União. pois está dispensada de manter a comercial. não sendo permitidas quaisquer deduções. pois ela é uma despesa não dedutível. não sendo permitidas quaisquer deduções. Ela deve manter somente a escrituração fiscal.00. d) Não. pois ela é uma despesa dedutível. d) Não. b) Sim. não sendo permitidas quaisquer deduções. Sendo o valor da parcela de R$ 900. 12. O adicional do Imposto de Renda deve ser pago juntamente com o imposto apurado mediante aplicação da alíquota de 15% e. pois ela é uma despesa não operacional. recolhido integralmente como receita da União. Ela deve manter. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 26 . e o valor da parcela é de R$ 600.00. 14. c) Não. b) Sim. b) Não. c) Sim. pode dividir somente em duas parcelas. juntamente com o livro Diário. E o valor da parcela é de R$ 600. Além dos livros Caixa. recolhido integralmente como receita da União. Diário e Razão deve manter também a escrituração do livro de Apuração do Lucro Real. d) Sim. 15. Pessoa jurídica tributada pelo lucro real está obrigada a escriturar e autenticar o livro Razão? a) Sim. 13. não sendo permitidas quaisquer deduções. O adicional do Imposto de Renda deve ser pago juntamente com o imposto apurado mediante aplicação da alíquota de 15% e. pode. Pessoa jurídica pode pagar o adicional do imposto de renda em separado do imposto normal? a) Sim. pois ela é uma despesa operacional. A pessoa jurídica que optar pela tributação pelo lucro real trimestral deve manter escrituração comercial e fiscal? a) Não. d) Não. c) Sim. c) Sim. O adicional do Imposto de Renda deve ser pago juntamente com a CSL apurado mediante aplicação da alíquota de 15% e. Ela deve manter as duas escriturações. recolhido integralmente com a CSL. além das duas escriturações o livro Caixa.b) Sim. O adicional do Imposto de Renda deve ser pago juntamente com o imposto apurado mediante aplicação da alíquota de 15% e.00. A Contribuição Social sobre o Lucro deve ser adicionada na determinação do lucro real trimestral? a) Não.

juntamente com os Livros Diário. Encerrado cada período trimestral. É somente obrigatório para o lucro presumido. d) Não. Somente é obrigatória a escrituração dos Livros Diário e de Apuração do Lucro Real. no final de cada trimestre. Autentica somente o livro Razão e não autentica o livro Diário. O que significa a palavra LALUR? a) Livro de Apuração do Lucro Rural. Diário. É obrigatória a escrituração do Livro Registro de Inventário pelas pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real trimestral? a) Não. c) Sim. d) Não. Em qualquer forma de tributação do lucro real. pois toda a documentação foi microfilmada. O LALUR é obrigatório para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real trimestral? a) Não. c) Não. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 27 . b) Sim. c) Sim. 18. É obrigatório somente para as pessoas que levantem Balanço e/ou Balancetes de Suspensão ou Redução de imposto. É obrigatório somente para o lucro real anual. Razão e o de Apuração do Lucro Real. d) Sim. juntamente com os Livros Diário e Razão. c) Sim. Somente está obrigada a autenticar o livro Diário. 19. b) Sim. além dos Livros Caixa. b) Não. pois a guarda de documento é obrigatória. b) Livro de Apuração do Lucro Comercial. d) Livro de Apuração do Lucro Real. Razão e de Apuração do Lucro Real. 16. d) Sim.b) Não. podemos nos desfazer da documentação fiscal? a) Sim. pois a guarda de documento não é obrigatória. c) Livro de Apuração do Lucro Contábil. pois os documentos estão registrados no livro Diário. 17.

3. O recolhimento do imposto é obrigatório. c) Você não acha que é documento demais? Pense um pouco mais. c) Parabéns. d) Publicar o fato em jornal de bairro e comunicar a Receita Federal no prazo de 24 horas. falta apenas um pequeno detalhe. basta pagar o imposto. As pessoas jurídicas obrigadas a optar pelo lucro real estão relacionadas no art. a) OK. ainda falta alguma coisa. Respostas 1. b) Analise melhor esta resposta. a) Não! Não é isso! E se você não tiver imposto a pagar? Pense um pouco mais que com certeza. Neste caso. Havendo extravio de documentos. b) É isto aí. a) É quase isto. d) Pense bem. d) Pense bem! Para optar não precisa entregar estas declarações. parabéns. c) Será ? Consulte a legislação. Cuidado para não preencher o DARF com o código errado. b) Comunicar o fato dentro de 48 horas à Junta Comercial e Receita Federal. Se ela apura prejuízo fiscal não está obrigada a entregar a Declaração de Rendimentos para confirmar sua opção? Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 28 . Esta é a resposta correta. não tem como corrigi-lo. Pense mais um pouco. não esqueça de consultar o artigo 232 do RIR/99. chegará lá. d) Tem sim! A pessoa jurídica não é obrigada a entregar a Declaração de Rendimentos? Analise melhor a questão. com códigos específicos no DARF. qual o procedimento que a pessoa jurídica deve tomar? a) Comunicar através de jornal de bairro o extravio dos documentos e avisar a Junta Comercial dentro do prazo de 48 horas. A resposta está correta. 246 do RIR/99. após publicação em jornal de grande circulação. não temos outro meio de confirmarmos a opção. b) Está chegando perto da resposta.20. c) Ir à repartição estadual e comunicar o fato dentro de 48 horas. 2.

mas não é com base na Receita Bruta.4. caso a pessoa jurídica não tenha escrituração comercial. d) Analise melhor sua resposta. lembre-se de que estamos perguntando sobre o lucro contábil. Consulte o artigo 248 do RIR/99. falta apenas um pequeno detalhe. b) Você está próximo da resposta. Você está assimilando bem o conteúdo. c) Parabéns. é eletrônica.430/96. a) Pense um pouco mais. Não esqueça de observar o disposto nos §§ 1º a 5º do art. O que a DCTF e a DIRF tem a ver com a apuração da base de cálculo do imposto? c) OK. d) Infelizmente esta alternativa está distante da correta. consulte o art. a) A tributação é definitiva. 7. A FCPJ não é assinada. 235 do RIR/99 e Lei nº 9. b) Veja bem. d) OK. a) OK. Atenção: Este resultado pode ser positivo ou negativo. parabéns! 5. você chegou lá. §§ 1º e 2º. d) É quase isto. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 29 . a) Atenção! Este conceito refere-se ao lucro real. Esta é a resposta correta. Pense nisto e identifique a alternativa correta. 1º. b) Esta resposta está distante da correta. Esta forma de apuração é do lucro presumido. art. 220 do RIR/99. O lucro operacional mais os resultados não operacionais constitui o lucro liquido contábil. A pergunta refere-se à base de cálculo do imposto. c) Parabéns. Para averiguar a veracidade da resposta. Que forma de tributação exige o livro Caixa? Tente novamente. 8. 6. a) Está distante da resposta! Pense mais um pouco! b) Pense bem. Livro Caixa é uma obrigatoriedade do Simples e do Lucro Presumido. Veja que a pergunta se refere ao lucro real trimestral! Consulte novamente a pergunta e tente novamente. c) O lucro real não é a única forma completa de apuração de imposto? Para isto tem que apresentar escrituração comercial durante todo o período trimestral.

000.000. mas.00 (um mil reais) e o imposto de valor inferior a R$ 2. Você assimilou o conceito de lucro presumido. O pagamento do imposto em quota única ou parcelado é a critério do contribuinte.000. pois imposto de valor inferior a R$ 2.000. nenhuma quota deve ser inferior a R$ 1. falta apenas um pequeno detalhe. Você está próximo da resposta. exclusões e compensações fiscais e não contábeis. É isso aí. A pessoa jurídica não pode dividir este imposto em três quotas.b) Pense bem. e o parcelamento? c) Pense um pouco mais. A forma de pagamento do imposto fica a critério do contribuinte. c) Analise com cuidado. 9. tais como: qual é o valor permitido para parcelar. b) Parabéns. a) Faltou pouco para você acertar! Imposto de Renda não é uma coisa só? Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 30 . antes do cálculo tem parcela a deduzir. Faltam outras considerações. b) Pense bem.00 não há divisão em quotas. E esta resposta seria do lucro real anual. e se a pessoa jurídica resolver pagar em quota única? b) É quase isto. Lembre-se que não é por estimativa. pois a questão refere-se ao lucro real trimestral. portanto deve ser pago em quota única.00. a) Não é isto não. Existe uma diferença entre lucro fiscal e contábil. 11. Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1. mas se optar em parcelar não pode esquecer de atualizar o tributo. d) Você está confundindo as alíquotas. a) Veja bem. Tente de novo! 10.00 deve ser pago em quota única. imposto de valor inferior a R$ 2. c) Verifique o texto.000. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. e a atualização do tributo? d) OK. d) Pense bem. a) Parabéns. 12. A pessoa jurídica ajusta o lucro contábil mediante adições. é trimestral.00 deve ser pago em quota única e. c) Não é isto não. d) O caminho não é bem este. Se o imposto é inferior a R$ 2.000.00 (dois mil reais) será pago em quota única.

a) Pense melhor. O prazo de autenticação não é este. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 31 . d) Pense bem.316/96 ela é uma despesa operacional não dedutível na determinação do lucro real. d) Pense bem. juntamente com o livro Diário. b) Lucro comercial não tem nada a ver com o lucro fiscal. Os tributos são recolhidos em DARF separados. o livro Razão é obrigatório a partir de 1992. b) OK.316/96. 14. Somente o livro Diário deve ser registrado e autenticado. A tributação pelo lucro real é fiscal. a diferença é em relação à legislação fiscal. Você está assimilando bem a matéria. c) Veja bem. Inventário e Livro de Apuração do Lucro Real). pense mais um pouco. c) Veja bem. c) Atenção! O livro Caixa só é obrigatório para o Lucro Presumido. Os tributos são recolhidos em DARF separados. verifique a tabela com a relação das adições e exclusões do lucro real. 13. b) Parabéns. a) Palavras semelhantes.b) Pense bem. A CSL é uma despesa operacional pela legislação comercial. Lucro contábil se apura na contabilidade e não em livro. A pessoa jurídica deve manter as duas escriturações (Livro Diário. embora tenha destaque específico na Demonstração do Resultado do Exercício – DRE. c) OK. . b) Parabéns! De acordo com a Lei nº 9. Razão. 15. d) Analise melhor esta questão. verifique a Lei nº 9. c) Cuidado. A CSL é uma despesa operacional. 16. O livro Caixa não é exigido nesta forma de tributação. mas não precisa ser registrado ou autenticado. a) Sim. mas não é isso. d) Preste atenção: Autentica-se somente o livro Diário. A CSL é uma despesa. a) Veja bem. caso este não tenha escrituração comercial.

A documentação é necessária. Ele é obrigatório também para as outras formas de apuração do lucro real. 264 do RIR/99). É quase isto. c) A repartição estadual não tem nada a ver com a Receita Federal! d) Pense mais um pouco. 17. 20. anual ou de suspensão e redução do imposto. b) Parabéns. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. O livro Registro de Inventário é obrigatório. d) Cuidado. III do RIR/99. A guarda de documentos é obrigatória. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 32 . b) Preste atenção. faltou um livro: o LALUR. pois é quase isto.d) OK. A pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. Você esta realmente assimilando a matéria. a) Pense bem. os livros. 260. e IN SRF nº 28/78. Lucro real é lucro fiscal. documentos e papéis relativos a sua atividade. Verifique o art. O Livro Caixa não é a da forma presumida? 19. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou possam vir a modificar sua situação patrimonial (art. a) Pense bem. Como a pessoa jurídica vai poder comprovar os gastos? c) Veja bem. A escrituração do LALUR é obrigatória tanto para a forma trimestral. b) Cuidado! Lucro presumido não é forma simplificada? c) Pense bem. Este é o procedimento correto. a) Ele é obrigatório também para as outras formas de apuração do lucro real. d) Parabéns. 18. b) OK. a) Veja bem. c) Pense bem. d) Parabéns.

Das atividades de loteamento de terrenos. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda. De outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços. Da venda de mercadorias adquiridas para revenda. Da atividade rural. Do transporte de cargas. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 33 . Vejamos a seguir maiores detalhes dessas duas formas de apuração do IR e da CSL. a saber: − − Receita Bruta e. De serviços hospitalares. Receita Bruta A Receita Bruta é aquela proveniente: Da venda de produtos de fabricação própria. ou o produto intermediário ou o material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização. Valores que podem ser excluídos da Receita Bruta: As vendas canceladas e as devoluções de vendas. quando houver emprego de materiais em qualquer quantidade. Balanços ou Balancetes de Suspensão ou Redução. inclusive no caso de atividade de construção por empreitada. Da industrialização de produtos em que a matéria-prima. (artigos 221 e 232 do RIR/99) Forma de Apuração São duas as formas de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.Módulo 3: Apuração Anual Opção e Forma de Apuração Lucro Real Estimado Opção A adoção pela forma de pagamento do Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social (CSL) com base na receita bruta será irretratável para todo o ano-calendário e será manifestada com o pagamento do imposto correspondente ao mês de janeiro ou de inicio de atividade.

Resultado da aplicação dos percentuais da atividade. d. contido no valor dos bens ou dos serviços ou destacados na nota fiscal. no regime de substituição tributária. não compreendidos na receita bruta proveniente das atividades de venda de produtos de fabricação própria.12. c. sobre a receita bruta mensal proveniente das vendas de mercadorias ou produtos. Atividades diversificadas No caso de exploração de atividades diversificadas. também a Receita Bruta os seguintes valores: 12- ICMS incidente sobre a vendas e o ISS incidente sobre os serviços. nas vendas a prazo. (artigos 223 do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 34 . geradoras de receita 1. Sobre o valor da receita bruta mensal devendo serem aplicados os percentuais correspondentes Considerações sobre algumas atividades. Custo do financiamento. Determinação da Base de Cálculo IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) A base de cálculo do imposto mensal será a somatória dos seguintes valores: (artigos 223 do RIR/99) a. Integram. entendidos como tais. não dependente de nenhuma condição futura. da prestação de serviços e de outras atividades compreendidas no objeto da empresa apresentado no módulo Receita Bruta. salvo se tiver havido opção pela sua realização acelerada. ou seja.1995.Os descontos incondicionais concedidos. IPI incidente sobre as vendas e ICMS devido pelo contribuinte substituto. Ganhos de capital e outras receitas ou resultados auferidos no mês (por inteiro). 1/120 do saldo do lucro inflacionário acumulado. b. será aplicado sobre a receita bruta de cada atividade o respectivo percentual. existente em 31. para gozo de redução da alíquota do imposto. àqueles constantes da Nota Fiscal de Venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependentes de evento posterior à emissão desses documentos.

Venda de mercadorias ou produtos (exceto revendas de combustível para consumo Transporte de cargas Serviços hospitalares Atividade rural Atividades imobiliárias Industrialização de produtos em que a matéria-prima ou o produto intermediário ou o material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização Construção por empreitada.000. locação ou cessão de bens imóveis.6% Espécies de atividades geradoras da receita • Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo. inclusive representação comercial e corretagem (de seguros. inclusive os prestados por sociedades civis de profissões regulamentadas. quando houver emprego unicamente de mão-de-obra. álcool etílico carburante e gás natural. • • • • • • • • 8% • • 16% • • • • • • • 32% Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 35 . Intermediação de negócios. Qualquer outra atividade (exceto prestação de serviços). ou seja. quando houver emprego de materiais próprios. Serviços de transporte (exceto o de carga Serviços (exceto hospitalares. Administração. Serviços em geral. em qualquer quantidade. Construção por empreitada. de imóveis etc). móveis e direitos de qualquer natureza. de transporte e de sociedades civis de profissões regulamentadas) prestados com exclusividade por empresas com receita bruta anual não superior a R$ 120. Administração de consórcios Hotelaria e estacionamento.00. para os quais não esteja previsto percentual específico. Atividades de factoring.Percentuais Correspondentes Percentuais aplicáveis sobre a receita 1. sem o emprego de materiais. para a qual não esteja previsto percentual especifico. Instituições financeiras e entidades a elas equiparadas.

impondo-se o pagamento das diferenças de imposto apuradas em cada mês.249/95 do RIR/99 e 3º. 3. da Lei nº 9.2. retroativamente ao mês de janeiro do ano em curso. 2. constante da Nota Fiscal de Entrada. (art.716/98 e IN SRF nº 152/98) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 36 . II a IV. o qual deve corresponder ao preço ajustado entre as partes. observando-se os artigos: 227. 40 e 223. Se a receita bruta acumulada até determinado mês ultrapassar o referido limite. a pessoa jurídica que houver utilizado o percentual de 16% ficará sujeita ao percentual normal de 32%. Comercialização de veículos automotores . parágrafo único e 407 a 409 do RIR/99. até o último dia útil do mês subseqüente ao da verificação do excesso. 5º da Lei nº 9. da percentagem do contrato ou da produção executada em cada mês. determinada mediante a aplicação sobre esse preço total. §§ 4º e 5º. e art. constante da Nota Fiscal de Venda. as diferenças de imposto poderão ser pagas sem acréscimos moratórios. 5º.00. §§ 4º a 6º. da IN SRF nº 93/97) 5. (artigo 227 do RIR/99) 4. e § 2º. será computada na receita bruta. declarado em seus atos constitutivos. incorporação imobiliária.000. A pessoa jurídica exclusivamente prestadora de serviços A pessoa jurídica exclusivamente prestadora de serviços (exceto serviços hospitalares. parte do preço total da empreitada ou dos bens ou serviços a serem fornecidos. nos termos da IN SRF nº 21/79. Atividade Imobiliária As pessoas jurídicas que explorem atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos. (artigos. construção de prédios destinados à venda. da IN SRF nº 93/97) Observando-se que: 1. a compra e a venda de veículos automotores computarão como receita de vendas de veículos usados (adquiridos para revenda ou recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados) a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda.Receita de venda de veículos usados As pessoas jurídicas que tenham como objeto social. de transporte e os relativos ao exercício de profissões legalmente regulamentadas) poderá utilizar o percentual de 16% enquanto a sua receita bruta acumulada no ano em curso se comportar dentro do limite de R$ 120. Dentro do prazo mencionado no item anterior. e o seu custo de aquisição. deverão considerar como receita bruta. o montante efetivamente recebido relativo às unidades imobiliárias vendidas. Receitas decorrentes de contratos de longo prazo Nos contratos com prazo de execução superior a um ano de construção por empreitada ou de fornecimento a preço predeterminado de bens ou serviços a serem produzidos.

caixas econômicas. 223. 3. II. sociedades corretoras de títulos. sociedade distribuidora de títulos e valores mobiliários ou sociedade de arrendamento mercantil. os valores referentes a cancelamentos e restituições de prêmios que houverem sido computados em conta de receita. 7. empresas de seguro e entidades equiparadas: No cálculo do lucro estimado dos bancos comerciais. perdas nas operações de renda variável. cooperativas de crédito. é de 8%. valores mobiliários e câmbio. de previdência e de capitalização. como se trata de operação de venda de mercadoria. da IN SRF nº 93/97) Deduções: 1. e 226 do RIR/99 e art. valores mobiliários e câmbio. empréstimos e repasses de recursos de órgãos e instituições oficiais e do exterior. §§ 8º e 9º. sociedade de seguro. empresas de arrendamento mercantil. assim como a parcela dos prêmios destinada à constituição de provisões ou reservas técnicas. a parcela das contribuições e dos prêmios. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. perdas com títulos e aplicações financeiras de renda fixa. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. “b”. No caso de empresas de seguros privados. despesas de câmbio. conforme o nosso entendimento. Instituições financeiras. 2. 3º. sociedade corretora de títulos. destinada à constituição de provisões ou reservas técnicas. No caso de entidades de previdência privada abertas e de empresas de capitalização. No caso de instituições financeiras. respectivamente. o percentual de 16% aplica-se sobre a receita bruta ajustada pelas seguintes deduções: (artigos. sociedades de crédito imobiliário.O percentual aplicável sobre essa receita. devido a falta de norma explicitas sobre essa questão 6. bancos de desenvolvimento. sociedades corretoras de títulos. financiamento e investimento. valores mobiliários e câmbio e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários: • • • • • • despesas incorridas na captação de recursos de terceiros despesas com obrigações por refinanciamentos. o co-seguro e o resseguro cedidos. sociedades de crédito. despesas de cessão de créditos. bancos de investimento. Integrarão também a receita bruta Os rendimentos obtidos em aplicações financeiras de renda fixa de titularidade de instituição financeira. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 37 .

7º da IN SRF nº 93/97) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 38 . (art. Receitas provenientes de atividades incentivadas As receitas provenientes das atividades incentivadas (como no caso das empresas instaladas nas áreas da Agência de Desenvolvimento do Nordeste – ADENE ou da Agência de Desenvolvimento da Amazônia . (art. parágrafo único. com base no lucro real. As receitas provenientes de uma atividade que goza de redução de 37.Os ganhos líquidos e rendimentos auferidos nas operações de renda variável realizadas em bolsa. A reversão de saldo de provisões anteriormente constituídas. fizer jus. § 6º. para a carteira própria das entidades referidas no item anterior. do RIR/99) 8. auferidos em decorrência da participação em outras sociedades. Os lucros e os dividendos recebidos de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição. (artigo 225. se submetidos à tributação mensal separadamente. O resultado positivo da avaliação de investimentos pela equivalência patrimonial. É oportuno observar que somente as empresas que tiverem projetos próprios aprovados com base no art.5%.ADA) não comporão a base de cálculo do imposto na proporção do benefício a que a pessoa jurídica submetida ao regime de tributação. § 1º. no mercado de balcão organizado.226. do RIR/99. ou por meio de fundos de investimento. Os ganhos líquidos auferidos em operações financeiras de renda variável. do RIR/99) Atenção: 1. autorizado por órgão competente. 9º da Lei nº 8. 223. Os juros remuneratórios do capital próprio. As receitas provenientes de atividades que gozam de isenção total não entram na base de cálculo do imposto mensal estimado.· As recuperações de créditos que não representem ingresso de novas receitas.167/91 poderão efetuar aplicação em incentivos fiscais regionais e se beneficiarem das reduções acima mencionadas. (Medida Provisória nº 2.199-14/2001) Valores que não entram na base de cálculo Não entram na base de cálculo do imposto mensal estimado: − − − − − − Os rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa. submetidos à incidência do Imposto de Renda na fonte. É vedada a dedução de qualquer despesa administrativa. 2. e art.5% do imposto serão computadas na base de cálculo pela parcela equivalente a 62.

decorrentes da atualização monetária de direitos de crédito e obrigações expressos em moeda estrangeira. receitas e resultados auferidos no mês. d. caos a locação dos bens Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 39 . inclusive: a. (artigo. d. ganhos auferidos em operações de cobertura (hedge) realizadas em bolsas de valores. 30 da MP nº 2. e.15835/2001) b. de mercadorias e de futuros ou no mercado de balcão. com a alteração introduzida pela MP nº 22/2002 e artigos. c. e o valor dos bens e direitos que tenham sido entregues para a formação do referido patrimônio. nesse caso. e. variações monetárias ativas. coligadas ou interligadas. receitas e resultados auferidos no mês. o ganho de capital corresponderá à diferença entre o valor de mercado e o valor contábil dos bens ou direitos entregues. a diferença entre o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos recebidos de instituição isenta. § 4º. b. 12% da receita bruta auferida nos meses. 20 da Lei nº 9. da Lei nº 9. Especificações das Demais Receitas Ganhos de capital (lucros) obtidos na alienação de bens do ativo permanente e demais ganhos. 29 e 30 da Lei nº 9.532/97). não compreendidos na receita bruta de vendas e serviços. observando-se que. f. se a locação dos bens não estiver compreendida no objeto da empresa.2000. controladas. em bens e direitos avaliados a preços de mercado. c. 17. a partir de 1º. deduzida dos encargos necessários à sua percepção. (art. ao titular ou aos sócios ou acionistas. juros remuneratórios do capital próprio pagos ou creditados por sociedade da qual a empresa seja sócia ou acionista. rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa. à opção da pessoa jurídica.CSL (Contribuição Social s/ Lucro) A base de cálculo da CSL devida em cada mês corresponderá à soma dos seguintes valores: (artigos. ganhos de capital auferidos na alie-nação de participações societárias permanentes em sociedades coligadas ou controladas e de participações societárias que permaneceram no ativo da pessoa jurídica até o término do ano-calendário subseqüente ao de suas aquisições. Ganhos de capital obtidos na alienação de bens pertencentes ao ativo permanente e demais ganhos. atual MP nº 2. ganhos de capital auferidos na devolução de capital. serão consideradas. rendimentos auferidos em operações de mútuo realizadas entre pessoas jurídicas controladoras. as receitas de variações cambiais. “a”.113-27/2001.249/95.01.430/96) a. receita de aluguel de bens. proveniente das atividades que constituam objeto da empresa segundo definição válida para o Imposto de Renda. a título de devolução de patrimônio. ganhos líquidos de operações financeiras de renda variável. g.

Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 40 . 475 a 489. até 4% do imposto. aplicando-se a opção escolhida para todo o ano-calendário. até 3% do imposto. 543 e 581 a 588 do RIR/99) Incentivos Fiscais de a. com o incentivo referido na letra “b”. pelo regime de competência. h. respeitados os limites máximos indicados: (artigos 229. juros equivalentes à SELIC. observadas as demais condições pertinentes. Doações e patrocínios realizados em favor de projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura c. observando-se que a dedução cumulativa desse incentivo. b. vedada a dedução da doação como despesa operacional. Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente. Programa Trabalhador (PAT) Alimentação do Limites até 4% do imposto. relativos a impostos e contribuições a serem restituídos ou compensados. previamente aprovados pelo Ministério da Cultura.estiver compreendida no objeto da empresa. observadas as demais condições pertinentes. desde que os Certificados de Investimento tenham sido emitidos e colocados no mercado com observância das normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários d. Pessoa Jurídica 12- no momento da liquidação da operação correspondente (regime de caixa) ou. até o limite de 1% do imposto. Valores aplicados na aquisição primária de Certificados de Investimento em projetos. fica limitada a 4% do imposto. Deduções e Compensações IRPJ Dedução de Incentivos Fiscais Poderão ser deduzidos do imposto mensal de 15% os incentivos fiscais a seguir relacionados. de produção de obras audiovisuais cinematográficas brasileiras. os aluguéis serão computados na receita bruta sobre a qual se aplica o percentual de 12%.

394. e 23. da IN SRF nº 93/97) Compensação de imposto retido na fonte ou pago sobre receitas computadas Pode ser deduzido do imposto mensal o valor do imposto de renda pago ou retido na fonte sobre receitas que integraram a base de cálculo do imposto mensal. 582 do RIR/99) Os incentivos referidos no quadro anterior.Considerações: − Os limites de dedução desses incentivos fiscais são calculados. exclusivamente: com base no imposto devido à alíquota de15% (sem o adicional de 10%) diminuído da parcela do imposto incidente sobre lucros. 653 e 681 do RIR/99) − o imposto retido na fonte sobre rendimentos pagos ou creditados por outras pessoas jurídicas. calculado com base nas despesas de custeio incorridas no mês. §4º. inclusive indenização. o comissões e corretagens ou qualquer outra remuneração pela intermediação de negócios. e 543 do RIR/99) − − O incentivo do PAT. o imposto pago separadamente sobre ganhos líquidos de operações financeiras de renda variável. poderão ser aproveitados nos meses subseqüentes até o mês de dezembro do ano-calendário em curso. 647 a 651. o multas ou quaisquer outras vantagens. vigilância e locação de mãode-obra. rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior (artigos. incidente sobre serviços de propaganda e publicidade. pelo fornecimento de bens ou serviços. (artigo. §§ 3º e 4º. que não puderem ser aproveitados no mês da realização dos dispêndios incentivados. em virtude do limite de dedução do imposto. − − Considerações: Do imposto mensal calculado por estimativa não poderão ser deduzidos: − − o imposto retido na fonte sobre rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa nem. que compreende: (artigos 229. (artigos. o serviços de limpeza e conservação de imóveis. em virtude de rescisão de contratos. sempre respeitando o referido limite. o imposto pago pela agência de propaganda. inclusive no ajuste anual. que exceder o limite de 4% do imposto poderá ser aproveitado até o segundo ano-calendário subseqüente. 9º. segurança. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 41 . o imposto retido na fonte sobre pagamentos. a título de: o remuneração de serviços profissionais. efetuados por órgãos públicos federais. § 11.

acrescido de juros. pelo fornecimento de bens e serviços.430/96 e 5º da IN Conjunta do SRF/STN/SFC nº 23/2001) Os saldos da CSL a restituir ou a compensar apurados em anos-calendário anteriores. Os pagamentos indevidos ou "a maior" que o devido. nos quais a empresa foi submetida à apuração anual do lucro real. Observando-se que o saldo a restituir ou a compensar apurado em 2001 pode ser compensado com o imposto mensal devido a partir de janeiro de 2002. (AD SRF nº 3/2000) 2. nos quais a empresa foi submetida à apuração anual do lucro real. também. do imposto mensal: 1. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 42 . O saldo de Imposto de Renda a restituir ou a compensar apurado em anos-calendário anteriores.Por quê? Porque os rendimentos e ganhos líquidos submetidos a essas formas de tributação não integram a base de cálculo do imposto Outras deduções permitidas Poderão ser deduzidos. relativos a impostos ou contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal. a ser pago a partir de fevereiro de 2002. (artigos 890 e 891 do RIR/99) CSL Deduções do valor da contribuição devida Do valor da CSL devida em cada mês poderão ser deduzidos: − − O valor da CSL retida na fonte sobre pagamentos efetuados por órgão da administração pública federal. a compensação requererá processo específico na Receita Federal. Observando-se que se o pagamento indevido ou a maior se referir a imposto de outra espécie ou a contribuição. (artigos 64 da Lei nº 9.

000.Observando-se que o saldo a restituir ou a compensar apurado em 2001 pode ser compensado com a CSL mensal devida a partir de janeiro de 2002. Neste caso. a ser paga a partir de fevereiro de 2002. os percentuais a serem aplicados sobre a receita de venda de mercadorias e de serviços serão. Adicional de 10% .000. Exemplo 1. 66 da Lei nº 8.00 R$ 380. 39 da Lei nº 9.00 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 43 .600. relativos a impostos ou contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal (artigos.000. 8% e 32%.000.532/97).000.950.000. acrescido de juros calculados de acordo com as mesmas regras aplicáveis ao cálculo de juros sobre o saldo a compensar do IRPJ.00 R$ 121.00 . 58 da Lei nº 9.00 x 32% R$ 236.00. Cálculo do Imposto IRPJ O imposto mensal será calculado mediante a aplicação. a compensação dependerá de processo específico na Receita Federal.00 R$ 50. 2.383/91. sobre a base de cálculo que exceder a R$ 20. Observados as normas do artigo 74 da Lei nº 9. Receita de venda de Mercadorias Receita de Serviços Ganho de Capital na venda de Bens do Ativo Permanente Demais Receitas R$ 2.430/96 Esses valores somente poderão ser deduzidos da CSL mensal se ainda não tiverem sido deduzidos da CSL devida em mês anterior. − Os pagamentos indevidos ou "a maior" que o devido.250/95 e 73 da Lei nº 9. Temos: .950.00 x 8% R$ 380. se o pagamento indevido ou a maior se referir a imposto ou a outra espécie de contribuição.00 R$ 70.069/95.000. respectivamente. sobre a base de cálculo determinada de acordo com os percentuais exposto no quadro anteriormente: (artigo 228 do RIR/99) − − Alíquota de 15% sobre a totalidade da base de cálculo apurada.000. R$ 2.

3.00 R$ 477.600.00 IRPJ devido IRPJ devido Dedução: incentivo fiscal de 4% Sobre R$ 71.00 R$ 50.534.00 R$ 117.600.600. Temos: .00 R$ 50. Exemplo 1. Cálculo da CSL: R$ 519.600.600. Receita de venda de Mercadorias Receita de Serviços Ganho de Capital na venda de Bens do Ativo Permanente Demais Receitas R$ 71. sobre a base de cálculo determinada de acordo com o quadro apresentado anteriormente.865.000.40 R$ 70.000.60 R$ 114.00 R$ 70.00 x 9% R$ 46. Dessa forma a determinação da base de cálculo estimada será: Ganho de Capital Demais Receitas Base de Cálculo 4.000.764.00 .00 IRPJ a Pagar CSL A CSL mensal será calculado mediante a aplicação.760.640.00 R$ 380.600.00 R$ 399. 2.00 x 12% Ganho de Capital Demais Receitas Base de Cálculo 3. Alíquota de 9% sobre a totalidade da base de cálculo apurada. E o cálculo do Imposto de Renda será: R$ 477.00 R$ 70. Com esses dados a determinação da base de cálculo estimada será R$ 3.00 R$ 117.00 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 44 .330.00 x 15% Adicional de 10% sobre R$ 457.950.000.000.400.00 R$ 2.00 R$ 45.000.000.00 R$ 519.640.000.000.400.00 R$ 2.00 R$ 50.

reduzir o valor da CSL e do imposto a pagar ao montante correspondente à diferença positiva entre a CSL e o imposto devido sobre o lucro real do ano-calendário em curso. quando o valor da CSL e do imposto devido. correspondente aos meses anteriores do mesmo ano-calendário. caso tenha sido apurado prejuízo fiscal ou o imposto calculado sobre o lucro real apurado tenha sido inferior ao calculado por estimativa. até o mês em que levantar balanço ou balancete. O imposto devido em cada mês deverá ser pago até o último dia útil do mês subseqüente ao mês de apuração. com base em balanço ou balancete levantado nesse mês. apura-se o resultado acumulado de janeiro a março. e a soma dos impostos e CSL pagos.Antecipações Mensais Recolhimentos mensais Os recolhimentos mensais são antecipações do devido no encerramento do ano-calendário em que será apurados o IRPJ e CSL definitivos com base no lucro líquido contábil ajustado pelas adições e exclusões prevista na legislação vigente. correspondente aos meses anteriores do mesmo ano-calendário. apura-se o resultado acumulado de janeiro e fevereiro. e assim sucessivamente. Exemplificando: No balanço ou balancete de fevereiro. por ocasião do levantamento de cada balanço ou balancete. deve ser apurado o resultado acumulado do ano em curso e não apenas o resultado do mês cujo imposto se deseja suspender ou reduzir. • Observe que nessa sistemática não se encerram as contas de resultado Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 45 . se dentro do ano em curso) até o último dia do mês cujo imposto se pretende suspender ou reduzir. Dessa forma. No balanço ou balancete de março. Observe-se que inclusive o pagamento da CSL e do imposto mensal relativo ao mês de janeiro do ano calendário pode ser suspenso ou reduzido.430/96) Suspensão ou Redução Condições As pessoas jurídicas que optaram pelo pagamento mensal do IRPJ e da CSL por estimativa podem. ou. − Apuração Os balanços ou balancetes levantados para fins de suspensão ou redução do IRPJ e CSL devem abranger o período de 1º de janeiro do ano-calendário em curso (ou do dia de início de atividades. mediante levantamento de balanços ou balancetes periódico: − suspender o pagamento do imposto e contribuição relativo ao mês em que levantar balanço ou balancete. artigo 858 do RIR/99 e artigos 6º e 28 da Lei 9. até esse mês. inclusive o adicional. for igual ou inferior à soma do imposto pago. calculado com base no lucro real do ano-calendário em curso.

as quais continuarão acumulando valores até 31 de dezembro. respeitados o limite de 30% do lucro real apurado. a existência de registro permanente de estoques. somente ficam obrigadas a ajustar os saldos contábeis. mas somente naquele sem que a empresa deseja se valer da faculdade de suspender ou reduzir o pagamento do imposto mensal estimado. em 31 de dezembro.• por ocasião do levantamento dos balanços ou balancetes. registrados na Parte B do Lalur. também. Balanços Intermediários Os balanços ou balancetes de suspensão ou redução de pagamento do Imposto de Renda e CSL mensal deverão ser levantados com observância das leis comerciais e fiscais. É oportuno lembrar. Todavia. nos casos de fusão. Portanto. (artigo 510 do RIR/99) Lembramos q e esse limite de 30% não se aplica aos prej í os fiscais decorrentes Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 46 . pelo confronto com a contagem física. integrado e coordenado com a contabilidade. cisão. Levantamento dos Estoques Para fins de determinação do resultado. as empresas que mantiverem registro permanente de estoques. como se fosse um balanço de encerramento de período de apuração. pelo regime de competência. Entretanto. integrado e coordenado com a contabilidade. os quais deverão ser avaliados de acordo com as normas dos artigos 292 a 298 do RIR/(99). Para esse fim. despesas e encargos incorridos. é necessário o levantamento dos estoques existentes na data dos balanços ou balancetes que objetivem a suspensão ou a redução do Imposto de Renda. dispensa o levantamento físico dos estoques por ocasião dos balanços ou balancetes elaborados nos meses de janeiro a novembro. poderão ser compensados os prejuízos fiscais existentes em 31 de dezembro do ano-calendário anterior. incorporação ou encerramento de atividade. que não há necessidade de levantamento de balanço ou balancete em todos os meses do ano. ou seja. ou na data de encerramento do período de apuração. esses balanços ou balancetes somente produzirão efeitos para fins de determinação da parcela do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos no decorrer do ano-calendário. de todas as receitas e rendimentos auferidos. prevalecerá o valor dos estoques constante do registro permanente. bem como de todos os custos. por ocasião do balanço anual. mediante cômputo. Compensação de Prejuízos Fiscais a) IRPJ Com o lucro real apurado por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto.

lucros. de modo que os prejuízos de um mês são automaticamente absorvidos por lucros de outro.06. até 03. 470.93. (artigos. I. as restrições à compensação de prejuízos fiscais. rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior. de acordo com as normas dos artigos 240 a 245 do RIR/99. Não podem ser compensados na base de cálculo da CSL os valores negativos apurados. sem nenhuma restrição.158 35/2001. pelas instituições financeiras e demais entidades que até aquele ano ficaram sujeitas à CSL à alíquota de 18% e optaram pela constituição do crédito alternativo previsto no artigo 8º da MP 2. não são exigidas adições relativas a: a. b) CSL O valor negativo apurado na determinação da base de cálculo da CSL em ano-calendário anterior poderá ser compensado na determinação da base de cálculo da contribuição com base em balanço ou balancete de suspensão ou redução. realizados com pessoas vinculadas ou domiciliadas em países com tributação favorecida. ainda. valores determinados de acordo com as normas que regulam os preços de transferência em operações com o exterior. nos balanços ou balancetes levantados para esse fim. até o limite de 30% (trinta por cento) da base de cálculo positiva apurada. até 1998. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 47 . nos meses de janeiro a novembro. Todavia. b. não se aplicando esse limite às empresas rurais. Os valores referidos acima deverão ser computados no lucro real anual.065/95 e 41 MP nº 2. inclusive para efeito de redução ou suspensão do pagamento mensal relativos ao mês de dezembro. Ajuste Anual Ajustes no resultado apurado contabilmente O resultado apurado nos balanços ou balancetes levantados para fins de suspensão ou redução da CSL e do imposto de renda deverá ser ajustado. por todas as adições. exclusões e compensações determinadas ou autorizadas pela legislação do Imposto de Renda e da Contribuição social sobre o Lucro. 16 da Lei nº 9. pela Comissão para Concessão de Benefícios Fiscais a Programas Especiais de Exportação (Befiex). apurados no encerramento do ano calendário em 31 de dezembro. (artigos.158-35/2001) Aplicam-se a essa compensação.da exploração de atividades rurais nem aos apurados pelas empresas titulares de Programas Especiais de Exportação aprovados. nos balanços ou balancetes levantados para fins de suspensão ou redução do Imposto de Renda apura-se o resultado acumulado desde o mês de janeiro. e 512 do RIR/99) É oportuno observar que não cabe cogitar de compensação de prejuízos fiscais do próprio anocalendário em curso porque. que existem para efeito de apuração do lucro real. importando observar que essas últimas são autorizadas a compensar os prejuízos fiscais apurados em um período de apuração com o lucro real apurado nos seis anos calendário subseqüentes.

calcula-se o imposto de renda no período em curso.00 160. 541 e 542 do RIR/99) − − Imposto normal.000.000.00 40.00 80.00 INCENTIVOS FISCAIS .000.000. Adicional de 10%. que corresponderá à soma dos seguintes valores: (artigos. Operações de Caráter Cultural e Artístico.00 240. em função do número de meses transcorridos de janeiro (ou do mês de início de atividades) ao mês a que se referir o balanço ou balancete levantado: Vejamos o quadro a seguir: Número de meses 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Incidência do adicional sobre o lucro real excedente a (R$) 20.000. 48 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados .000.000.000.000. incidente sobre a totalidade do lucro real do período em curso. os incentivos fiscais de dedução diretamente do imposto devido.00 120.00 60.00 220.000. Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente.DEDUÇÂO Do imposto calculado sobre o lucro real do período em curso poderão ser deduzidos: I.000.Cálculo do Imposto a) IRPJ Por ocasião do levantamento de cada balanço ou balancete. à alíquota de 15%.00 180. relativos a: a. Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). d. b. Investimento em Atividade Audiovisual.00 140.000.00 200. incidente sobre a parcela do lucro real do período em curso que ultrapassar os seguintes limites. observados os limites e condições pertinentes previstos na legislação vigente. c.00 100. e.

00 R$ 120.000. de órgãos da administração pública federal. observados as normas da IN SRF-217/2002.00 Cálculo do Imposto Normal Lucro Real do período Alíquota de IRPJ devido Adicional do IRPJ Lucro Real (-) Parcela não sujeita Base de Cálculo Alíquota Adicional Devido R$ 380. por exemplo.Incentivo ao PAT (limitado a 4% do imposto devido) R$ 72.00 Imposto devido no período Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 49 .000. os incentivos fiscais de redução ou isenção do imposto.000. Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial/Agropecuário (PDTI/PDTA). calculados com base no lucro da exploração. pago mensalmente até o mês do levantamento do balanço ou balancete.000. COMPARAÇÃO DO IMPOSTO PAGO COM O DEVIDO Considera-se imposto pago.000.000. d. a soma do Imposto de Renda: I.00 R$ 380.00 R$ 380. retido na fonte ou pago sobre receitas ou rendimentos computados na determinação do lucro real do período em curso. no caso.00 R$ 12. Exemplo: Suspensão do pagamento Estimativa paga nos meses de fevereiro a junho referente aos meses de janeiro a maio Balanço ou balancete levantado em junho referente a 01/01 a 30/06.00 R$ 260. pago “a maior” ou indevidamente em anos-calendário anteriores. imposto pago separadamente sobre ganhos líquidos de operações nos mercados de renda variável. imposto retido na fonte relativo a juros remuneratórios do capital próprio recebidos em decorrência da participação no capital de outras sociedades.000. a ser confrontado com o devido no período em curso. b. III. II. II. c. de empresas que explorem empreendimentos no Nordeste ou na Amazônia. imposto retido na fonte sobre rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa. em pagamento de fornecimento de bens e serviços. com lucro real de Retenção do IR-Fonte .000.00 x 15% R$ 57. imposto retido na fonte sobre valores recebidos.e. inclusive: a.000.00 x 10% R$ 26.

observado o seguinte: a. no mês em que o pagamento do Imposto de Renda for suspenso ou reduzido.00 b) CSL Quando a pessoa jurídica optar pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa.000. em pagamento de fornecimento de bens e serviços. também por estimativa.000.00 R$ 72. Do valor da contribuição devida no período em curso.000.00 R$ 12. com base no resultado apurado no balanço ou balancete levantado. até o mês do balanço ou balancete. deverá ser calculada a Contribuição Social devida no ano-calendário em curso. por estimativa ou com base em balanço ou balancete de suspensão ou redução.000.280. correspondente aos meses anteriores do mesmo ano-calendário.00 R$ 57.000.00 Redução do Pagamento Caso a pessoa jurídica não tenha IR-Fonte temos o seguinte: IRPJ e adicional devidos (-) PAT (-) IRPJ estimado do período Saldo a pagar R$ 83.00 R$ 8.000.720.249/95 e 6º e 7º da MP 2. a Contribuição Social deverá ser paga com base no cálculo estimado.000. com base no resultado efetivamente apurado no balanço ou balancete levantado.280. b.00 R$ 72. será deduzida a soma da CSL paga. O valor da CSL retida na fonte sobre valores recebidos. 53 e 54 da IN SRF-93/97) A alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é de 9% (artigos 19 da Lei 9.00 R$ 2.158-35/2001): I.280. Será calculada a contribuição devida no ano-calendário em curso.430/96 e artigos 49. até o mês. (artigos 28 a 30 da lei 9.280. na forma examinada acima.00 R$ 3.000.00 R$ 2. de órgãos da administração pública federal. II. exclusões e compensações previstas na legislação pertinente. fica obrigada a apurar e recolher a CSL. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 50 .00 R$ 83.00 R$ 26.00 x 4% R$ 2.00 Dedução do Imposto Devido IRPJ e Adicional devidos (-) PAT (-) IR-Fonte (-) IRPJ estimado do período Excesso de pagamento verificado R$ 83. que compreende: − − A soma da CSL paga mensalmente. ajustado pelas adições.IRPJ Adicional do IRPJ Total do IRPJ devido Incentivo ao PAT IRPJ normal Percentual Incentivo do período R$ 57.000. no mês em que o Imposto de Renda for pago pelo valor determinado por estimativa.

00 R$ 25.00 R$ 2. constituirá o valor da contribuição a pagar relativa ao mês do levantamento do balanço ou balancete. III.000.00 Redução do pagamento Caso a CSL paga por estimativa nos meses de fevereiro a junho. temos o seguinte: CSL devida no período em curso (-) CSL paga no período Saldo a pagar R$ 27. Quando o resultado da operação descrita na letra “b” for positivo.000. Suspenso.− c.00 Cálculo do Imposto Base de Cálculo apurada em 30/06 Alíquota de 9% s/300. Exemplo: Suspensão do pagamento Estimativa paga nos meses de fevereiro a junhoreferente aos meses de janeiro a maio Balanço ou balancete levantado no mês de junho.000. O valor da CSL paga indevidamente ou a maior em períodos anteriores.000. No mês em que o Imposto de Renda for pago por estimativa.000. a CSL a pagar também deverá ser calculada por estimativa. Caso o pagamento do Imposto de Renda devido no mês de janeiro tenha sido reduzido ou suspenso com base em balanço ou balancete levantado em 31 de janeiro.00 R$ 32.00 Escrituração dos Livros Escrituração do Livro Diário Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 51 . deverá calcular o valor da CSL a pagar de acordo com os procedimentos tratados neste item.00 R$ 5. relativos aos meses de janeiro a maio.000.000.000. se a base de cálculo positiva apurada for menor que a base de cálculo determinada por estimativa. se a base de cálculo da CSL apurada nesse mês for negativa.000.000. com base em balanço ou balancete.000. d. tenha sido de R$ 25. Reduzido. referente aos meses de janeiro a maio. a empresa ficará desobrigada de efetuar o pagamento da CSL relativa ao mês do levantamento do balanço ou balancete. ainda que o valor determinado por essa forma seja maior que o determinado por estimativa. o pagamento da CSL devida nesse mês pode ser: IV.00 R$ 300. ou V.00 Dedução da CSL paga por estimativa.00. No mês em que a empresa suspender ou reduzir o pagamento mensal do Imposto de Renda. Quando o resultado da operação da letra “b” for nulo ou negativo. referente ao período de 01/01 a 30/07 R$ 32. Excesso de pagamento verificado R$ 300.00 R$ 27.

c. Agora que você chegou ao fim deste módulo aplique-se essas questões. exclusões ou compensações feitas na determinação do lucro real. Autoteste Com o intuito de melhor familiarizar-se com o tema. as exclusões e as compensações computadas na apuração do lucro real correspondente aos balanços ou balancetes deverão constar.Os balanços ou balancetes para fins de suspensão ou redução do Imposto de Renda deverão ser transcritos no livro Diário. desconsiderando as apurações em meses anteriores do mesmo ano-calendário. até o ultimo dia útil do mês seguinte àquele a que se referir o imposto suspenso ou reduzido. As adições. até a data fixada para o pagamento do imposto do respectivo mês. Não caberá nenhum registro na Parte B desse livro relativo a adições. Lembre-se!! Somente uma alternativa é a correta. Escrituração do Livro Registro de Inventário Nos balanços ou balancetes de suspensão ou redução levantados de janeiro a novembro. onde você poderá testar seus conhecimentos. discriminadamente. deverá ser determinado um novo lucro real para o período em curso. na Parte A do LALUR. b. é dispensado a escrituração do livro Registro de Inventário. A cada balanço ou balancete levantado. Bom Teste!! Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 52 . proporcionamos um AUTOTESTE com vinte (20) perguntas sugestivas. ou seja. Escrituração do LALUR A demonstração do lucro real relativa ao período abrangido pelos balanços ou balancetes deverá ser transcrita no LALUR. observando-se que: a.

com base no lucro contábil e em balanços de suspensão ou redução do imposto. A adoção pela forma de pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social pelo lucro estimado é provisória para todo o ano-calendário. A adoção pela forma de pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social pelo lucro estimado é facultativa para todo o ano-calendário. Qual é a forma de apuração do lucro real estimado? a) São duas as formas de apuração. 3. 221 e 232 do RIR/99).Questões 1. d) É mediante o pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro correspondente ao mês de janeiro ou de encerramento de atividade. d) São duas as formas de apuração. com base na receita bruta e em balanços de suspensão ou redução do imposto. c) Não. b) É mediante a entrega da Declaração de Rendimentos da Pessoa Jurídica. a pessoa jurídica pode deduzir o ICMS e o ISS sobre vendas? a) Não. Qual é a forma de opção pelo lucro real estimado? a) É mediante o pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro correspondente ao mês de dezembro do ano-calendário em curso. d) Não. b) São três as formas de apuração: Simples. 4. Antecipando Imposto de Renda pela forma estimada. Na determinação da receita bruta. 2. Lucro Real e Lucro Presumido c) São duas as formas de apuração. durante o ano-calendário. b) Sim. O ICMS sobre vendas de mercadorias e o ISS sobre vendas de serviços não integram a receita operacional. O ICMS sobre vendas de mercadorias e o ISS sobre vendas de serviços integram a receita operacional. A mudança de critério é facultativa. a pessoa jurídica pode mudar para o lucro presumido? a) Sim. com base no Simples e no Presumido. c) É mediante o pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro correspondente ao mês de janeiro ou de início de atividade (art. b) Não. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 53 . A adoção pela forma de pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social pelo lucro estimado é definitiva para todo o ano-calendário.

Se a pessoa jurídica exclusivamente prestadora de serviços aplicou o percentual de 16% sobre a receita bruta e exceder o limite determinado pela legislação (R$ 120 mil).c) Não. A pessoa jurídica ficará sujeita ao percentual normal de 32%. Na determinação da base de cálculo do imposto. d) Será aplicado sobre a receita bruta de cada atividade o percentual acumulado das atividades. § 3º do RIR/99). c) Será aplicado sobre a receita bruta o percentual de 8%. retroativamente ao mês de janeiro do ano em curso. d) 1. impondo-se o pagamento das diferenças de imposto apuradas em cada mês. com multa e juros de mora. qual é o percentual aplicável para uma sociedade civil de prestação de serviços advocatícios. O ICMS sobre vendas de mercadorias e o ISS sobre vendas de serviços integram a receita bruta. 5. Excedendo o limite a pessoa jurídica deverá retornar ao início do ano-calendário e apurar as diferenças e recolhê-la em 3 (três) quotas mensais. No caso de exploração de atividades diversificadas. O ICMS sobre vendas de mercadorias e o ISS sobre vendas de serviços não integram a receita bruta. b) Não. b) Será aplicado sobre a receita bruta das atividades um só percentual. A pessoa jurídica ficará sujeita ao percentual normal de 32%. 223. retroativamente ao mês de janeiro do ano em curso. c) 32%. impondo-se o pagamento das diferenças de imposto apuradas em cada mês. c) Não.6%. qual é o percentual aplicável sobre a receita bruta? a) Será aplicado sobre a receita bruta de cada atividade o respectivo percentual (art. d) Não. cuja receita bruta anual é inferior a R$ 120 mil? a) 16%. b) 8%. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 54 . 6. 7. deve continuar aplicando este percentual? a) Sim. até o último dia útil do mês de dezembro ao da verificação do excesso. d) Não. pois este foi o percentual determinado no início do ano-calendário. até o último dia útil do mês subseqüente ao da verificação do excesso.

desde que a pessoa jurídica tenha projeto aprovado. 5º da Lei nº 9.716/98 e IN SRF nº 152/98). Na determinação do imposto devido por estimativa mensal poderão ser deduzidos os incentivos fiscais? a) Sim. constante da Nota Fiscal de Venda. Estas receitas não entram. c) Sim. b) Não. Este rendimento somente é tributado no final do ano. constante da Nota Fiscal de Venda. constante da Nota Fiscal de Venda. pois este rendimento é tributado na fonte no momento do resgate. d) Sim. d) Computarão como receita de vendas de veículos novos à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. Este rendimento somente é tributado na fonte. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. Estas receitas não entram. pois gozam de imunidade total do imposto. pois gozam de isenção total do imposto. As receitas provenientes de atividades que gozam de isenção total do imposto entram na base de cálculo do imposto mensal estimado? a) Sim. constante da Nota Fiscal de Entrada. 11. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 55 . entram na base de cálculo do imposto mensal estimado? a) Sim. 9. Os rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa e renda variável submetidos à incidência do IR-Fonte. 10. e o seu custo de aquisição. Estas receitas entram. b) Sim. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. e o seu custo de aquisição. b) Computarão como receita de vendas de veículos novos à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. desde que observados os limites do lucro real trimestral. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. c) A receita bruta é o total da nota fiscal de venda.8. d) Não. c) Sim. e o seu custo de aquisição. 5º da Lei nº 9. 5º da Lei nº 9.716/98 e IN SRF nº 152/98). Estas receitas entram. pois gozam de isenção total do imposto. Qual é a receita bruta das pessoas jurídicas que compram e vendem veículos usados? a) Computarão como receita de vendas de veículos usados à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. constante da Nota Fiscal de Entrada.716/98 e IN SRF nº 152/98). desde que observados os limites pré-estabelecidos pela legislação vigente. pois gozam de isenção total do imposto. c) Não. mensalmente. constante da Nota Fiscal de Entrada. b) Não. pois estes rendimentos somente são tributados junto com os demais rendimentos da pessoa jurídica. juntamente com os demais rendimentos.

b) Os recolhimentos mensais são antecipações do devido no encerramento do trimestre em que será apurados o IRPJ e CSL definitivos com base no lucro líquido contábil ajustado pelas adições e exclusões prevista na legislação vigente. d) A compensação dos prejuízos fiscais poderá ser total ou parcial. 12. 13. c) Não. b) O imposto devido em cada trimestre deve ser pago no mês seguinte ao do encerramento de cada trimestre de apuração. do lucro presumido e do lucro arbitrado (art. Qual é o prazo de pagamento do imposto mensal estimado? a) O imposto devido em cada mês deve ser pago até o último dia útil do mês de março do ano subseqüente ao do encerramento do período-base anual de apuração. o IR-Fonte somente pode ser compensado na Declaração de Rendimentos da Pessoa Jurídica. Assinale a alternativa correta: a) Os recolhimentos mensais são antecipações do devido no encerramento do ano-calendário em que será apurados o IRPJ e CSL definitivos com base no lucro líquido contábil ajustado pelas adições e exclusões prevista na legislação vigente. pagará o imposto à alíquota de 10% (dez por cento) sobre o lucro real. Pode ser deduzido do imposto mensal estimado o valor do imposto pago ou retido na fonte sobre receitas que não integraram a base de cálculo do imposto mensal? a) Sim. d) R$ 60 mil. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 56 . c) A pessoa jurídica. lucro presumido ou arbitrado. observado o limite máximo previsto de 30% (trinta por cento) do lucro líquido ajustado. b) R$ 20 mil. Somente pode ser deduzido se as receitas não integrarem a base de cálculo do imposto mensal. apurado de conformidade com o Decreto nº 3. Qual é o valor do limite mensal para aplicação da alíquota adicional do imposto estimado? a) R$ 10 mil. à opção do contribuinte. seja comercial ou civil o seu objeto. em um ou mais períodos de apuração. 15. d) Não. A opção pelos incentivos fiscais é somente na Declaração de Rendimentos da Pessoa Jurídica. 509 e 510 do RIR/99).d) Não. c) R$ 240 mil. qualquer tipo de IR-Fonte. 14. Somente pode ser deduzido se as receitas integrarem a base de cálculo do imposto mensal. b) Não. tenha ou não as receitas integradas na base de cálculo do imposto.000/99 – RIR/99.

c) O imposto devido em cada mês deverá ser pago até o último dia útil do mês subseqüente ao mês de apuração (art. 858 do RIR/99). d) O imposto devido em cada mês deverá ser pago somente se a pessoa jurídica suspender ou reduzir o imposto devido através de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto. 16. Se a pessoa jurídica verificar durante o período-base que os valores antecipados mediante estimativa são maiores dos que o apresentado nos balanços periódicos, pode suspender ou reduzir o pagamento do imposto devido naquele mês? a) Não. A pessoa jurídica deve continuar a pagar o imposto devido com base na receita bruta. b) Sim. A pessoa jurídica deve suspender ou reduzir o imposto devido no período e escriturar o livro Caixa para comprovação de despesas. c) Sim. A pessoa jurídica deve suspender ou reduzir o imposto devido no período e escriturar o livro Diário e o livro de Apuração do Lucro Real. d) Não. A pessoa jurídica deve suspender ou reduzir o imposto devido no período e continuar pagando os outros meses com base na receita bruta. 17. O levantamento de balanços ou balancetes periódicos para fins de suspensão ou redução do imposto contemplam resultados mensais ou acumulados? a) Resultado mensal. b) Resultado trimestral. c) Resultado anual. d) Resultado acumulado. 18. No levantamento dos balanços ou balancetes de suspensão ou redução, as contas de resultado devem ser encerradas? a) Sim. A pessoa jurídica deve encerrar as contas de resultado a cada período e reabri-la no início do período seguinte. b) Não. A pessoa jurídica somente deve encerrar as contas de resultado se fizer incorporação, cisão, fusão ou encerramento de atividade. c) Sim. A pessoa jurídica deve encerrar as contas de resultado a cada período e manter-se assim até o final do mês de dezembro. d) Não. As contas de resultados podem ou não ser encerradas para fins de levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto. 19. Os prejuízos fiscais compensados em balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto mensal são definitivos ou provisórios? a) Definitivos e escriturados na Parte B do LALUR.
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b) Provisórios e não escriturados na parte B do LALUR. c) Definitivos e não escriturados na Parte B do LALUR. d) Provisórios e escriturados na Parte B do LALUR. 20. Nos balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto, levantados de janeiro a novembro, é obrigatória sua escrituração? a) Sim e desde que registrado na Receita Federal. b) Sim e desde que registrado na Junta Comercial. c) Não e basta à pessoa jurídica manter a escrituração do livro Caixa. d) Não. A escrituração é obrigatória em dezembro.

Respostas
1. a) Chegou próximo, mas não é isto não! O mês de pagamento é janeiro, consulte o art. 221 e 232 do RIR/99, para mais detalhes. b) Pense um pouco mais! A opção não é pela entrega da DIPJ. c) Parabéns. Esta é a forma de opção correta pelo lucro real estimado. d) É quase isto. Verifique o final desta frase e analise novamente esta questão. Caso necessário consulte os artigos 221 e 232 do RIR/99. 2. a) Pense bem, se fosse assim não precisaria de regras de tributação, correto? b) Não é bem isto. A opção é definitiva. c) OK. Esta é a forma correta. d) Pense bem. Uma palavra nesta opção mudou todo o contexto do texto. 3. a) OK. As outras formas são do lucro presumido e real trimestral. b) Pense mais. Estas são as formas de tributação geral e não a estimada! c) Pense bem. As formas de apuração são duas, mas não com base no lucro contábil.

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d) Veja bem. São duas as formas de apuração, mas não com base no Simples e Presumido. 4. a) Veja. A pergunta refere-se à receita bruta e não à receita operacional. b) Pense bem. A pergunta refere-se à receita bruta e não à receita operacional. c) É quase isto. O ICMS e o ISS integram a receita bruta de vendas e serviços. d) OK. O ICMS está incluso no preço do produto, portanto não poderá ser excluído da receita bruta. O mesmo se aplica ao ISS sobre serviços prestados. Muito bem!! 5. a) Pense um pouco mais. A alíquota de 16% não se aplica aos profissionais liberais. b) Esta alíquota é aplicável somente às atividades mercantis e não civis. Reveja o conteúdo, para mais detalhes. c) Parabéns. Nas sociedades civis de profissões legalmente regulamenta, como as de serviços advocatícios, arquiteturas, contabilidade, engenharia etc, aplica-se esta alíquota, nunca a de 16%. d) Não é não! Verifique a tabela com a lista de atividades com suas respectivas alíquotas percentuais. 6. a) Parabéns! Isso mesmo! Com base no artigo 223, § 3º do RIR/99. b) Veja bem. Não são atividades diferentes? Portanto, não há sentido de se aplicar um único percentual. Verifique o art. 223, § 3º do RIR/99. c) Se você reler a questão, verificará que não está escrito qual é a atividade do contribuinte. d) Pense um pouco mais. O percentual é fixo e não acumulado. 7. a) Esta não é a resposta correta. Analise melhor a questão e verifique os conceitos aplicados. b) Veja bem. A pessoa jurídica realmente deve retornar ao início do período-base, mas a diferença deve ser recolhida em quota única. c) OK. Esta é a alternativa correta. d) Pense bem. A alternativa está quase correta, a única diferença é o mês de dezembro. O imposto deve ser pago no mês subseqüente ao do excesso.

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a) Não entram não. Verifique o art. c) Não entram não. consulte os art. no lucro real trimestral temos também os incentivos fiscais. elas são isentas. resolver antecipar também os incentivos fiscais. pois estamos nos referindo aos veículos usados e não aos novos. § 1º do RIR/99 e o art. E se a pessoa jurídica resolver correr o risco e. 7º da IN SRF nº 93/97).716/98 e a IN SRF nº 152/98 onde constam a disciplina a ser aplicada. 11. 225. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 60 . pois são isentas.8. d) Pense bem e verifique os conceitos aplicados no texto. verifique a IN SRF nº 152/98 e o art. Analise melhor esta questão. os valores estão invertidos. Você esta assimilando bem os conceitos. No lucro presumido compõe a base de cálculo do imposto. 5º da Lei nº 9. d) Não é esta a alternativa correta. 10. o art. Pense mais um pouco. Esta é uma exceção à regra. Antes. c) Veja bem. Estas receitas não entram. c) Parabéns. não entra(art. b) Não. § 1º do RIR/99 e o art. Há muita diferença entre uma e outra. na antecipação do imposto. principalmente. d) Pense bem. b) Parabéns. a) Veja bem! Não precisa ter projeto aprovado. não. não o trimestral. § 1º do RIR/99 e o art. mas no lucro real estimado. 7º da IN SRF nº 93/97. b) OK. a) Parabéns. Esta é a resposta correta. 225. 9.716/98. c) Pense bem. pois são isentas. 7º da IN SRF nº 93/97. A imunidade é dada pela Constituição Federal e a isenção por lei específica. a) Se fosse lucro presumido entraria na base de cálculo. 5º da Lei nº 9. não está correto! Consulte novamente o Módulo 2 e. d) Pense melhor. 225. b) Analise melhor esta alternativa. Porém. a decisão em optar é da própria pessoa jurídica. estamos avaliando o lucro real estimado. mas como é lucro real estimado.

c) OK. 13. não? Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 61 . Este é o limite aplicável à apuração mensal estimada. Este é o prazo correto para o pagamento do imposto. 15. a) Pense bem. independentemente da empresa elaborar balanços de suspensão ou redução. a) Parabéns. d) Pense melhor. b) Veja. a alíquota do IR não é 15% (quinze por cento)? Verifique o art. 541 do RIR/99. desde que as receitas sejam incluídas na base de cálculo. senão não tem sentido compensar o IR-Fonte. 653 e 681 do RIR/99. 542 do RIR/99. 229. b) Veja bem. d) Não foi esta a pergunta. 229. No lucro real trimestral não tem antecipações mensais do imposto. Esta é a alternativa correta. c) Pense um pouco mais.12. d) Você foi traído pelo final do texto (. 16. do Lucro Presumido e do Lucro Arbitrado). 542. c) Veja bem. obrigatoriamente. b) A Declaração de Rendimentos da Pessoa Jurídica é somente uma confissão de dívida. pois ela tem palavras chaves que desviam o real entendimento.. é isso mesmo. 653 e 681 do RIR/99. A veracidade dessa resposta está baseada nos art. com o mensal. analise melhor esta resposta. pois as receitas devem integrar a base de cálculo do imposto. Se a pessoa jurídica continuar pagando imposto com base na receita bruta. Consulte o art. no final do ano irá pagar mais do que deveria. Consulte o art. também. Estamos avaliando o imposto mensal e não o saldo do imposto anual. Lembre-se. Este limite é o trimestral. pois o imposto deve ser pago. 647 a 651. a) Pense bem. d) Veja bem. esta regra somente se aplica ao lucro real. 542 do RIR/99. a) Não é isto não. 14. § 3º do RIR/99. c) Parabéns. 647 a 651. o imposto deve ser compensado juntamente com a apuração do devido no final do período-base de apuração e. o lucro real estimado é mensal e não trimestral. Consulte o art.. a) Esta resposta não está correta. b) OK. o pagamento é obrigatório. Verifique os art. o limite é mensal e não anual.

c) OK. Consulte a matéria novamente. sim. No lucro real estimado com suspensão ou redução do imposto. como por exemplo. são acumulados. d) Pense bem. Escriture somente o definitivo apurado ao final do período-base. a) Pense um pouco mais. b) Parabéns. d) OK. encerra as contas de resultados. Se a pessoa jurídica levantar balanço. b) Além destas. pois a lei permite que a pessoa jurídica levante balancetes de verificação. com a escrituração do Diário e LALUR. A lei distingue balanços de balancetes. d) OK. mas não tem nada a ver com o livro Caixa e. Se escriturar estes prejuízos fiscais no LALUR. este é o procedimento correto. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 62 . c) Pense bem. Estes prejuízos são provisórios. pois serão absorvidos durante o período-base de apuração do imposto. a pessoa jurídica pode encerrar as contas de resultados em outras ocasiões.b) Veja. Os balanços ou balancetes levantados com a finalidade de reduzir ou suspender o imposto devido. Encerrando o saldo das contas. portanto são absorvidos durante o período-base de apuração. encerrá-las definitivamente. A apuração anual é feita somente ao final do período-base. c) Pense bem. eles realmente são provisórios. Pense mais um pouco. As contas de resultado não precisam ser encerradas. no final do período-base terá que retificá-lo. continua a manter os saldos das contas. 19. se levantar balancetes de verificação. 17. por isso não devem ser escriturados na parte B do LALUR. ao final do período-base (dezembro ou o mês de encerramento das atividades). no caso de levantamento de balanços de suspensão ou redução de imposto. a) Estes prejuízos são apurados somente até o período em que a pessoa jurídica pretende suspender ou reduzir o imposto devido. c) Pense bem. d) OK. mas durante o exercício a pessoa jurídica pode suspender ou reduzir o pagamento mensal do imposto. A finalidade dos balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto é de realmente suspender ou reduzir o imposto devido. a) Apuração de resultados mensais aplica-se na estimativa e não em balanços. deve reabri-la no início do mês seguinte ao do encerramento e. b) Esta forma de apuração é para o lucro presumido ou real trimestral. Ela realmente deve suspender ou reduzir o imposto devido. 18. está chegando lá.

20. a) Veja bem. A escrituração deste livro durante o período-base é obrigatória no lucro real trimestral e lucro presumido. b) Pense um pouco mais, analise o lucro real trimestral e o lucro presumido. c) Veja, como os períodos-base de apuração são provisórios e servem apenas para suspender ou reduzir o imposto devido não há obrigatoriedade de manter a escrituração deste livro, mas o levantamento dos estoques sim. d) Parabéns. Sua escrituração somente é obrigatória no mês de dezembro. Durante o período em que a pessoa jurídica resolver suspender ou reduzir o imposto devido no mês, basta que tenha a apuração dos estoques.

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Módulo 4 - Créditos Tributários Prejuízos Fiscais - Introdução
Prejuízos Fiscais Respeitados os limites e as condições focalizados nos itens seguintes, na apuração do lucro real poderão ser compensados os prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores, registrados no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), observado o seguinte: são compensáveis os prejuízos fiscais apurados em períodos de apuração encerrados a partir do anocalendário de 1995, bem como os saldos ainda não compensados, existentes em 31.12.1994, de prejuízos fiscais apurados a partir do ano-calendário de 1991; somente podem compensar prejuízos fiscais as pessoas jurídicas que mantiverem os livros e documentos, exigidos pela legislação fiscal, comprobatórios do montante do prejuízo fiscal utilizado para a compensação; somente poderão ser compensados os prejuízos fiscais apurados em períodos nos quais a empresa foi tributada pelo lucro real, sendo inadmissível compensar prejuízos de períodos nos quais a empresa submeteu-se à tributação pelo lucro presumido, ainda que esses valores tenham sido apurados no Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR. (arts. 509 e 510 do RIR/99 e MAJUR/2002)

Limite Máximo de Compensação
Limite Máximo de Compensação em Cada Período-base de Apuração O lucro real apurado em cada período de apuração (lucro líquido, negativo ou positivo, ajustado pelas adições e exclusões prescritas ou autorizadas pela legislação do Imposto de Renda), poderá ser reduzido pela compensação de prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores em, no máximo, 30% (trinta por cento), conforme disposto no art. 510 do RIR/99. Observe-se que esse limite está relacionado com o lucro real do período de apuração em que o prejuízo for compensado e não com o prejuízo a compensar. O prejuízo fiscal de período de apuração anterior poderá até ser integralmente compensado em um único período de apuração, desde que o valor a compensar não ultrapasse a trinta por cento do lucro real do período de apuração da compensação.

Exemplo: 1. Suponha-se que, em determinado período de apuração, seja apurado: Lucro líquido do período R$ 1.000.000,00

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(+) Adições (-) Exclusões Lucro Real antes da compensaçãode prejuízos fiscais 2.

R$ 400.000,00 (R$ 200.000,00) R$ 1.200.000,00

Nessa hipótese, o limite máximo para a compensação de prejuízos de períodos de apuração anteriores é de 30% de R$ 1.200.000,00 (R$ 360.000,00) e, portanto, se o saldo de prejuízos fiscais a compensar: não ultrapassar R$ 360.000,00 poderá ser totalmente compensado. ultrapassar esse limite, o excedente não poderá ser compensado nesse período de apuração, devendo permanecer registrado na conta de Controle da Parte B do LALUR, para ser compensado com o lucro real que vier a ser apurado nos períodos de apuração subseqüentes, sempre respeitando o limite de 30%

Atenção: Esse limite de 30% não se aplica à compensação de prejuízos fiscais nos seguintes casos: 12decorrentes da exploração de atividades rurais. (art. 512 do RIR/99) apurados pelas empresas industriais titulares de Programas Especiais de Exportação, aprovados até 03.06.93 pela Comissão para Concessão de Benefícios Fiscais a Programas Especiais de Exportação (Befiex), as quais podem compensar o prejuízo fiscal verificado em um período de apuração com o lucro real determinado nos seis anos-calendário subseqüentes, independentemente da distribuição de lucros ou dividendos aos sócios ou acionistas. (art. 470, I, do RIR/99)

Modificação do Controle Societário e do Ramo de Atividade.
Perda do direito de compensar prejuízos A pessoa jurídica não poderá compensar seus prejuízos fiscais se entre a data da apuração e a da compensação do prejuízo houver ocorrido, cumulativamente: (art. 513 do RIR/99) 1. modificação do seu controle societário e; 2. modificação do ramo de atividade. Observe-se que esses dois eventos só constituem causa impeditiva da compensação de prejuízos fiscais se houverem ocorrido, cumulativamente (embora não necessariamente na mesma ocasião), entre o
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243. é titular de direitos de sócio que lhe assegurem. § 2º) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 66 . Controle indireto (art. houver modificação do controle societário e do ramo de atividade antes da apuração do prejuízo ou depois da compensação. Atenção: Observe-se também que. que pode ser direto ou indireto. de modo permanente. b. natural ou jurídica. nos seguintes termos: Controle direto (art. houver modificação do ramo de atividade antes da apuração do prejuízo ou após a compensação e modificação do controle entre a apuração e a compensação. sem alteração do ramo de atividade. c. entre a apuração do prejuízo e a compensação ocorrer modificação do controle societário. eles inibem a compensação do saldo.encerramento do período de apuração no qual o prejuízo foi apurado e o encerramento do período-base da compensação. Não fica prejudicado o direito de compensar prejuízos se: a.404/76 (Lei das S/A). a maioria dos votos nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores da sociedade. que: a. houver modificação do controle societário antes da apuração do prejuízo ou após a compensação e modificação do ramo de atividade entre a apuração e a compensação. ou apenas modificação do ramo de atividade. 116) − Entende-se por controlador a pessoa. Modificação do controle societário O controle societário. mas não prejudicam a compensação parcial feita anteriormente (mesmo que esta tenha sido efetuada após a ocorrência do primeiro evento restritivo). b. sem alteração do controle societário. ou o grupo de pessoas vinculadas por acordo de voto ou sob controle comum. é definido na Lei nº 6. usa efetivamente seu poder para dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da sociedade. d. se os dois eventos ocorrerem (cumulativamente) após ter sido efetuada a compensação parcial de prejuízos.

Exemplo: 1. de modo permanente. desde que. Atenção: Não há modificação de controle se a mesma pessoa ou grupo de pessoas que controla a sociedade aumenta ou diminui a sua participação proporcional no capital votante. mantendo-a. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 67 .− − Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora. Supondo-se que a sociedade “B” seja controlada pela sociedade “A”. se pronunciado sobre a questão por meio de ato normativo. mesmo que os adquirente(s) já participasse(m) do capital da sociedade. em qualquer caso. ou outras pessoas. em pelo menos 50% dos votos mais um. Entende-se como modificado o controle direto ou indireto da sociedade quando a detenção desse controle é passada (mediante transferência da titularidade de participações societárias) de uma pessoa ou grupo de pessoas para outra pessoa ou outro grupo de pessoas. preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. Se o sócio ou acionista controlador da sociedade “A” transfere esse controle para outra. a alteração do ramo de atividade pode ocorrer por inclusão de nova atividade ou substituição de atividade anteriormente exercida. não tendo o Fisco. há certa dificuldade para se definir com segurança o conceito de mudança de ramo de atividade que seja adequado à hipótese. altera-se o controle direto da sociedade “A” e o controle indireto da sociedade “B”. é titular de direitos de sócio que lhe assegurem. até o momento. 2. Ou seja: Modificação do ramo de atividade Por tratar-se de matéria não regulada legalmente. diretamente ou por meio de outras controladas. a nova atividade seja de ramo diferente das anteriormente exploradas. entretanto. De uma maneira geral.

hipótese em que o valor amortizado deve estar registrado na Parte B do LALUR.Todavia. não ocorre modificação do ramos. c. positiva ou negativa. No caso de participações societárias não sujeitas à avaliação pela equivalência patrimonial. ainda que posteriormente venham a ser alienado como sucata. constituída até 31. se comprovada perda como permanente. obsoletos ou de terem caído em desuso. os prejuízos fiscais devem ser classificados em Prejuízos Fiscais Não Operacionais – PFNO e Prejuízos Fiscais das Demais Atividades – PFDA.35 e 36 da IN SRF nº 11/96). Provisão para perdas. diminuído Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 68 . observando-se que a dedutibilidade dessa provisão ficou condicionada ao seguinte: constituição depois de três anos da aquisição do investimento (a provisão constituída antes desse prazo pode ser considerada dedutível após a fluência dele. a indústria de um determinado gênero de produto compreende todas as espécies desse gênero. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil. Considera-se valor contábil de bens do ativo permanente. em tal hipótese. Como subsídios ao encaminhamento de soluções de casos práticos. (artigo 374 do RIR/94) d. no caso de participações societárias avaliadas pela equivalência patrimonial. Ressaltamos que a restrição à compensação de prejuízos não-operacionais não se aplica em relação às perdas decorrentes de baixa de bens ou direitos do ativo permanente em virtude de terem se tornado imprestáveis. a soma algébrica das seguintes parcelas: (art. quando dedutível. tem-se entendido que a simples cessação de determinada(s) atividade(s) e a manutenção de outra(s) já explorada(s) anteriormente não constituem impedimento à compensação de prejuízos.12. ou que o valor provisionado não corresponda a ágio pago na aquisição do investimento. de metal. assim entendida a de difícil ou improvável recuperação. Valor de patrimônio líquido pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade. lembramos que: 1.95 (se a aquisição ocorreu até essa data). quaisquer que sejam as espécies de móveis fabricados (de madeira. Ágio ou deságio na aquisição do investimento. corrigido monetariamente até 31. Prejuízos Fiscais Não Operacionais Conceito de prejuízo ou lucro não-operacional Consideram-se não-operacionais. o custo de aquisição. mas apenas cessação parcial de atividade. que corresponde à diferença. A indústria de móveis. ainda que já amortizado.) Prejuízos Fiscais Não Operacionais A partir de janeiro de 1996 (art.12. com observância do artigo 426 do RIR/99. para escritório etc. b. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente. 2. a indústria de determinado produto é ramo de atividade distinto do simples comércio do mesmo produto e que. 426 do RIR/99) a. por exemplo é sempre do mesmo ramo de atividade. cabendo à empresa o ônus da prova.95. visto que.

Limite de compensação O valor do prejuízo fiscal não operacional a ser compensado em cada período-base subseqüente não poderá exceder o total dos resultados não operacionais positivos apurados no período da compensação.96. se o prejuízo fiscal for maior. para compensação futura com os lucros da mesma natureza apurados em períodos subseqüentes. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 69 . nas condições mencionadas em “a. da depreciação. Controle separado Os prejuízos fiscais não operacionais e o prejuízo fiscal devem ser controlados na parte “B” do LALUR. Neste caso. a pessoa jurídica deverá comparar o prejuízo não operacional com o prejuízo fiscal apurado na demonstração do lucro real. 418 do RIR/99) Compensação só com lucros não-operacionais Os prejuízos não-operacionais. a ser compensada. todo o resultado não operacional negativo será considerado prejuízo fiscal não operacional e a parcela excedente será considerada prejuízo fiscal das demais atividades. não poderá exceder o limite de 30% do lucro real. resultados não operacionais negativos e lucro real negativo (prejuízos fiscais).01. 2. se for o caso. somente poderão ser compensados com lucros não-operacionais. Compensação entre prejuízo e resultado não operacional No período-base em que for apurado resultado não operacional positivo.3” da letra “a”. diminuído. todo o seu valor será utilizado para compensar os prejuízos fiscais não operacionais de períodos anteriores. observado o seguinte: 1. (§ 1º do art. no período. ainda que a parcela do lucro real admitida para compensação não seja suficiente ou que tenha sido apurado prejuízo fiscal. (artigo 511 do RIR/99) Separação de prejuízos não operacionais e operacionais A separação em prejuízos não operacionais e em prejuízos das demais atividades somente será exigida se. se todo o resultado não operacional negativo for maior ou igual ao prejuízo fiscal. todo o prejuízo fiscal será considerado não operacional.da provisão para perdas que tiver sido computada na apuração do lucro real. A soma dos prejuízos fiscais não operacionais com os prejuízos decorrentes de outras atividades da pessoa jurídica. apurados a partir de 1º. forem verificados.95 (se a aquisição ocorreu até essa data). o valor pelo qual o bem estiver registrado na contabilidade. (artigo 425 do RIR/99) e.12. amortização ou exaustão acumulada. observados o limite de 30%. No caso dos demais bens do ativo permanente. corrigido monetariamente até 31. cumulativamente.

000. como o prejuízo fiscal apurado (R$ 255.00 (R$ 170. submetida à apuração anual do lucro real no anocalendário de 2001. sendo realizado os ajuste no LALUR parte “B”.00 e o prejuízo fiscal apurado no LALUR fosse de R$ 170.000.00 e lucro real (lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões registradas no LALUR).00) foi superior ao valor do prejuízo não-operacional (R$ 170. apurou resultado não-operacional positivo (lucro) de R$ 180.00. o total do prejuízo fiscal apurado (R$ 170.00 30% de R$ 480. b.000.00. e. prejuízo fiscal compensável dentro do limite de 30% do lucro líquido ajustado: Total do prejuízo fiscal a compensar Limite para a compensação Parcela excedente a compensar períodos de apuração subseqüentes R$ 255. das quais resultou prejuízo não-operacional no valor de R$ 170.000.00 lucro real de 2000 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 70 .000.00) R$ 85.00) nos R$ 111.00 Parcela compensada (dentro do limite de 30%) do R$ 144.000.000. antes da compensação de prejuízos.000. seja em virtude do limite comentado no item acima ou de ter ocorrido prejuízo fiscal no período passará a ser considerada prejuízo das demais atividades.000.000.00.000. a parcela dos prejuízos fiscais não operacionais compensados com os lucros não operacionais que não puder ser compensada com o lucro real. no LALUR. no valor de R$ 255. admitindo-se agora que essa empresa.000.000. Admitindo-se que uma empresa.00.000. no ano-calendário de 2000. de R$ 480. verificou-se o seguinte: Total do prejuízo fiscal apurado no LALUR Prejuízo fiscal não-operacional Prejuízo fiscal das demais atividades R$ 255. 2. se o prejuízo não-operacional fosse de R$ 255. ou seja.000. nesse ano: • • Realizou alienações de bens do ativo permanente. Exemplo: 1.000.00 4. Apurou prejuízo fiscal.000.00 = (R$ 144.Nesta hipótese. Compensação do prejuízo não-operacional de 2000: Prejuízo não-operacional de 2000 R$ 170.00).00 3. tem-se a seguinte situação: a. no ano-calendário de 2002. Caso a situação fosse inversa.000.00) seria considerado não-operacional. Nesse caso. Continuando o exemplo.

Veja que. como o lucro não-operacional de 2001 (R$ 180.00 C 31. mas não compensado na apuração do lucro real . da parcela compensada com o lucro não operacional de 2001. que não pode ser compensada em virtude do limite de 30% do lucro real de 2001. Registros no LALUR Controle na Parte “B” Os prejuízos fiscais apurados no exemplo anterior.2000 Valor apurado no encerramento do periodobase anual. . procedendo-se aos ajustes na Parte B do LALUR.00) é suficiente para compensar o total do prejuízo não-operacional de 2000 (R$ 170. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 71 . a parcela do prejuízo não-operacional no valor de R$ 26.2001 .000. passará a ser considerado prejuízo das demais atividades.12.000. nessa data Compensação parcial efetuada conforme ajuste lançada a fis deste livro Transferência para a conta de controle do prejuízo operacional. .000. . 26.00 170. devem ser registrados na Parte “B” do LALUR da seguinte forma: PARTE B .12.00).2001 . . bem como os efeitos da sua compensação em 2001.00 . 170.00 C 31. 26.00 5. .000.000.000.12.000.00..Parcela não compensada R$ 26.000. . 144.00 .. ..CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LIQUIDO DE EXERCÍCIOS FUTUROS CONTA: Prejuízos Fiscais Não-operacionais PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA DATA DO LANÇAMENTO (1) HISTÓRICO (2) MÊS DE VALOR A REFERÊNCIA CORRIGIR (3) (4) CONTROLE DE VALORES SALDO R$ (8) D/C (9) COEFICIENTE (5) DÉBITO (6) CRÉDITO (7) 31.. nesse caso.000. - .

2001 . . 85.CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LIQUIDO DE EXERCÍCIOS FUTUROS CONTA: Prejuízos Fiscais Operacionais PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA DATA DO LANÇAMENTO (1) HISTÓRICO (2) CONTROLE DE VALORES MÊS DE VALOR A REFERÊNCIA CORRIGIR (3) (4) COEFICIENTE (5) DÉBITO (6) CRÉDITO (7) R$ (8) SALDO D/C (9) 31.00 111.000. resultou naquele lucro real de R$ 480. em 31.12.000.00 85. .000.2001. .12. o lucro líquido antes do Imposto de Renda tenha sido de R$ 420. PARTE B . teríamos: Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 72 .00 C 31. compensada com o lucro não operacional de 2001 mas não compensada na apuração do lucro real. em virtude do limite de 30% desse .00. Assim. .12. até o limite de 30% do valor positivo encontrado no item 4 dessa demonstração.000. nessa data Parcela do prejuízo não operacional de 2000.12.00.2000 Valor apurado no encerramentodo periodo-base anual.2001 . . Exemplo: Admita-se que: Na hipótese exemplificada.em virtude do limitede 30% desse.000. o qual. no encerramento do período de apuração anual. depois de ajustado no LALUR por adição de R$ 67. .00 e exclusão de R$ 7. 26. . mediante lançamento do seu valor no item 5 da Demonstração do Lucro Real.00.000. . . na Parte A do LALUR. . .00 C Compensação na Parte “A” A compensação de prejuízo fiscal opera-se. .000. 31.000.

. .000. . . 509. . 144. . . Diretor.000. com observância de todos os limites e condições tratados aqui.00 .000. § 2º. . ou à conta de sócios. . 31. Mais: Adições 2. do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 73 . Menos: Compensações 5. Menos: Exclusões 3. . .REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LIQUIDO DE EXERCÍCIOS FUTUROS DATA HISTÓRICO . o prejuízo fiscal apurado em um trimestre somente poderá ser compensado. com o lucro real apurado nos trimestres subseqüentes (ainda que do mesmo ano-calendário).00 . . ADIÇÕES R$ . . Multas fiscais indetutíveis 2. . . 35..00 .1. .2001 Demonstração do lucro real . 1. de reservas de lucros ou de capital. .00 .PARTE A . . .1.00 32.12. . . .000. . 67.000. . Prejuízo fiscal do anocalendário de 2000 6. mediante débito à conta de lucros acumulados. .2. . Dividendos recebidos 4. Contribuição Social sobre o Lucro 3.000. . já vistos nos módulos anteriores.00 480. Empresa que apura o Lucro Real Trimestral Se a empresa apurar o lucro real trimestralmente (procedimento opcional aplicável a partir de 1997).1. .000. . ao capital social. . . . (art.00 EXCLUSÕES R$ 420. Lucro liquído do IR 2. . 7. 31 de dezembro de 2001 . Lucro Real Reconhecemos a exatidão desta demonstração (Localidade). não prejudica o direito de compensar o prejuízo fiscal apurado no LALUR.000. Subtotal 5. .00 336. Contabilista CRC nº . . .. . Gerente ou Titular Prejuízos Fiscais das Demais Atividades Seguem os mesmos procedimentos adotados para a compensação dos prejuízos fiscais não operacionais. matriz ou titular de empresa individual. . . Absorção de Prejuízos na Escrituração Comercial A absorção de prejuízos apurados na escrituração comercial.

no exterior. não sendo aplicado o limite de 30% previsto no art. 25 da Lei nº 9. poderão ser compensados com lucros dessa mesma controlada ou coligada. 3º da Lei nº 9. depois de ajustado pelas adições e exclusões prescritas ou autorizadas pela legislação pertinente.Sociedades em Conta de Participação (SCP) Sócio Ostensivo x SCP Não pode ser compensado com o lucro real do sócio ostensivo o prejuízo fiscal apurado pela sociedade em conta de participação (SCP).532/97. o qual somente poderá ser compensado com o lucro real apurado pela SCP. o resultado apurado. no exterior. em resposta a consultas formuladas por contribuintes. até o limite de 30% do resultado positivo apurado (arts. 25 da Lei nº 9. Vedação da Compensação de Prejuízos Fiscais no Exterior Lucros auferidos no exterior A partir de 1996. (art. observados o limite e as condições já examinados neste módulo. os lucros auferidos por filiais. 15 da Lei 9. passaram a compor o lucro real correspondente ao balanço levantado em 31 de dezembro do ano em que os lucros forem disponibilizados para a pessoa jurídica domiciliada no Brasil. encerrado(s) a partir do anocalendário de 1992. 1º da Lei nº 9. decidiu que: Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 74 . controladas ou coligadas.065/95 e 52 da IN SRF nº11/96) Atividade Rural Embora não houvesse previsão legal expressa nesse sentido.959/2000 e 2º da IN SRF nº 213/2002) Os prejuízos apurados no exterior não poderão ser compensados com os lucros auferidos no Brasil. 515 do RIR/99) Saliente-se que é vedada qualquer compensação de prejuízos fiscais entre duas ou mais sociedades em conta de participação ou entre estas e o sócio ostensivo. a Superintendência Regional da Receita Federal da 8ª Região Fiscal (Estado de São Paulo). sucursais. (arts. Compensação da Base de Cálculo Negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Compensação Na determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). (§ 5º do art. quando positivo.065/95. poderá ser reduzido pela compensação de valor negativo apurado na determinação da base de cálculo da contribuição em período(s) de apuração anterior (es). 16 da Lei nº 9. de pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil.249/95) Atenção: Os prejuízos apurados por uma controlada ou coligada.249/95.

09. Artigo 22 de MP De acordo com o art. apuradas em períodos anteriores. Importa lembrar que os prejuízos fiscais e bases de cálculo negativas da CSL que deram origem aos créditos que forem objeto dessa opção não poderão mais ser compensados na forma tratada neste texto. de 26. a compensação de valores negativos relativos a períodos anteriores. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 75 . pela primeira vez. porém. para o início da produção de seus efeitos.99. na determinação da base de cálculo da CSL. de acordo com o § 6º do art.858-6. portanto. 22 da MP nº 2. relativamente à compensação de base de cálculo negativa da CSL. devendo. observadas as devidas normas. atual art. portanto.11. Artigo 41 de MPO art. não se aplicando o limite máximo de 30% (Decisões nºs 339 a 343. que não se aplica à determinação da base de cálculo da CSL a norma tratada nos prejuízos fiscais não-operacionais.15835/2001. até a data da opção pelo Refis. que condiciona a compensação de prejuízos não-operacionais com lucros da mesma natureza. 41 da MP nº 2.991-15/2000. Entende-se que tais restrições passaram a ser aplicáveis à determinação da base de cálculo da CSL de períodos de apuração encerrados a partir de 30. passou a sujeitar-se também às restrições focalizadas nos limites e condições relatados neste módulo. Saliente-se. 20 da MP nº 1. próprios ou cedidos por terceiros. sobre débitos inclusos nesse programa. mediante a utilização de créditos oriundos de prejuízos fiscais e base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro.12. 42 da MP nº 1. 22 da mesma MP. publicadas no DOU de 28.1999). 195 da Constituição Federal. podem ser integralmente compensadas com o resultado do período de apuração. Essa disposição foi inserida. atual art. Prejuízos Fiscais Utilizados no REFIS Programa de Recuperação Fiscal As empresas que aderirem ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis) podem optar pela quitação de débitos relativos a multas e a juros devidos. ser baixados na Parte “B” do LALUR e nos controles da base de cálculo negativa da CSL a compensar. as bases de cálculo negativas da CSL. no art. em face da exigência de anterioridade de noventa dias (90) da publicação de lei que criou majore contribuições para a seguridade social.nas atividades rurais.1999.158-35/2001. estabeleceu que o referido limite de 30% não se aplica ao resultado decorrente da exploração de atividade rural.

00. Assim. 395 do RIR/99) Exemplo: 1. de acordo com as normas legais. teríamos: 2. o IRRF sobre juros remuneratórios do capital próprio pagos ou creditados por outra sociedade da qual a empresa seja sócia ou acionista. o Imposto de Renda pago separadamente sobre ganhos líquidos de aplicações financeiras de renda variável. III e IV. observadas as normas pertinentes. 231. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 76 . Imposto pago mensalmente. não podem ser deduzidos os acréscimos moratórios pagos. restando a compensar R$ 8. o IR retido na fonte sobre pagamentos. ficará sujeita ao lançamento de ofício. que não tenha sido compensado com o imposto mensal pago.000.00.Compensação do Imposto Pago ou Retido na Fonte Deduções do Imposto Anual Do imposto calculado com base no lucro real anual podem ser deduzidos: (arts. incidente sobre receitas computadas na apuração do lucro real. relativo a anos anteriores. e 890 do RIR/99) 1. 2.00 e que houve retenção do imposto na fonte de R$ 36. decorrentes do fornecimento de bens ou serviços. feitos por entidades da administração pública federal.000. Imposto de Renda Retido na Fonte ou pago pela própria empresa. Supondo-se que a soma do imposto mensal devido nos meses de janeiro a dezembro (líquido de incentivos fiscais) seja de R$ 180. 3. devido nos meses de janeiro a dezembro de 2002. IR pago sobre lucros auferidos no exterior.000. (art. Se o imposto mensal foi pago com atraso.000. rendimentos e ganhos de capital computados no lucro real. 4. Caso a empresa não tenha pago o imposto devido mensalmente. que não tenha sido compensado com o imposto mensal pago.00 nos pagamentos mensais. inclusive: o IRRF sobre rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa. dos quais foram compensados R$ 28. calculado por estimativa ou com base em balanços ou balancetes de suspensão ou redução. Saldo de imposto pago a maior ou indevidamente. Atenção: 1. 2.

a deduzir do imposto anual: R$ 180. art.a.30 multiplicados pelo número de refeições fornecidas no ano. b. observados os limites e as condições pertinentes (art. saldo de IRRF a deduzir do imposto anual: R$ 8. a.00 de IRRF que foram compensados nos pagamentos mensais).000. poderão ser deduzidos os seguintes incentivos fiscais. observados os limites admissíveis. 2199-14/01).00 que foram compensados nos pagamentos do imposto mensal). redução e/ou isenção do imposto calculadas com base no lucro da exploração de empreendimentos incentivados (empreendimentos localizados nas áreas de atuação da Adene (Agência de Desenvolvimento do Nordeste) ou da ADA (Agência de Desenvolvimento da Amazônia).000. o benefício fiscal de redução do imposto de renda e adicionais não restituíveis de que trata os artigos 547 a 551 do RIR/99.199-14/2001). e para os que têm sede na área de jurisdição da Zona Franca de Manaus (art.00 efetivamente pagos a título de imposto mensal mais R$ 28. prioritários para o desenvolvimento regional. a saber: Programa de Alimentação do Trabalhador (15% das despesas de custeio do PAT.000. Incentivos Fiscais Deduções do Imposto Anual Do imposto devido sobre o lucro real anual. para reinvestimento acrescido de 50% de recursos próprios.000. ou R$ 0. prioritários para o desenvolvimento regional nas áreas da Adeneou da ADA. prevalecendo o valor que for menor (art. IN SRF nº 16/92.93 (15% dos dispêndios incorridos em 2002. exceto para aqueles empreendimentos dos setores da economia que venham a ser considerados pelo Poder Executivo. depósito de 30% (trinta por cento) do imposto devido de 15% sobre o lucro da exploração de empreendimentos dos setores da economia que venham a ser consideradosem ato do poder executivo.00 menos os R$ 28. imposto mensal pago. 2º da MP.000. 231 do RIR/99): a.000. 582 do RIR/99) Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou Agropecuário (PDTI/PDTA) aprovados após 03.06.00 (R$ 36. 30 da Lei nº 9. 581 do RIR/99.249/95 e Portaria MF nº 312/95): até 4% do imposto (art. b. dos setores da economia que venham a ser considerados prioritários para o desenvolvimento regional (MP nº 2. Atenção: Foram extintos relativamente ao período de apuração iniciado a partir de 1º de janeiro de 2001.00 (R$ 152. de acordo com o programa previamente aprovado): até 4% do imposto Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 77 . em atividades de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico industrial ou agropecuário. demais incentivos cuja dedução é permitida no imposto devido à alíquota de 15%. líquidas da parcela cobrada dos trabalhadores.

000. no valor de R$ 980.000. e 476. I. 582 e 590 do RIR/99 e Manual de Instruções da DIPJ/2001) 2. § 11. temos: IRPJ normal: 15% s/ R$ 980. 486. Nesse caso. (arts. § 1º. pago nos meses de fevereiro/2002 a janeiro/2003. A soma das deduções dos incentivos fiscais do PAT e de PDTI/PDTA aprovados após 03. d.000. (arts. 504. 2.2002. que apurou lucro real anual em 31. 394.12. do RIR/99) Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente: até 1% do imposto. e não tem prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores a compensar.06. (arts.200. 591 do RIR/99 e art.00.93 fica limitada a 4% do imposto devido. 486 do RIR/99) Doações e patrocínios culturais realizados em 2002. (art. exclusivamente. A soma das deduções dos incentivos relativos a doações e patrocínios culturais e a investimentos em projetos de produção audiovisual está limitada a 4% do imposto devido (art. em favor de projetos previamente aprovados pelo Ministério da Cultura: até 4% do imposto (arts.00. diminuído da parcela do imposto incidente sobre lucros. que tem direito à dedução do incentivo fiscal do PAT. c.00 (sem considerar o limite em função do imposto devido). na aquisição primária de Certificados de Investimento em projetos de produção de obras audiovisuais cinematográficas brasileiras (previamente aprovados pelo Ministério da Cultura). Admitindo-se a hipótese de uma empresa submetida à apuração anual do lucro real em 2002: a. b.000. vedada a dedução da doação como despesa operacional. no valor de R$ 20. Os limites de dedução dos incentivos fiscais referidos na letra “c” são calculados. 475. § 2º. rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior.00= R$ Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 78 . e 543 do RIR/99) 3. cujo imposto mensal devido nos meses de janeiro a dezembro/2002. some R$ 190. começando pelo cálculo do imposto e do adicional devidos sobre o lucro real. que sofreu retenção do IRRF sobre rendimentos de aplicações financeiras e sobre juros remuneratórios do capital próprio (não compensados nos pagamentos mensais) no valor de R$ 18. § 2º. e 582 do RIR/99) Exemplo: 1. Somente os excessos dos incentivos fiscais do PAT e de PDTI/PDTA não aproveitados no anocalendário de competência poderão ser aproveitados nos dois anos-calendário subseqüentes. calculado por estimativa. 1º do Decreto nº 794/93) Atenção: 1.00. com base no imposto devido à alíquota de 15% (sem o adicional de 10%). do RIR/99).Investimentos feitos em 2002. emitidos de acordo com as normas da Comissão de Valores Mobiliários: até 3% do imposto (art.

00 (*) = Total do imposto e adicional devidos(*) R$ 980. Somente poderão ser compensados prejuízos contábilcontábeis apurados em períodos nos quais a empresa foi tributada pelo lucro real.000. Somente poderão ser compensados prejuízos fiscais apurados em períodos nos quais a empresa foi tributada pelo lucro real. c) Não. tinha prejuízos fiscais a compensar registrado na Parte “B” do LALUR.147.200.000.920. sendo inadmissível compensar prejuízos contábeis de períodos nos quais a empresa submeteu-se à tributação pelo lucro presumido.00 Na seqüência. Pode compensar este prejuízo fiscal compensar o prejuízo fiscal no regime de Lucro Presumido? a) Sim. ainda que esses valores tenham sido apurados no Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR. temos: Imposto e adicional devidos = Incentivo fiscal PAT: 4% s/ R$ 147.00 (R$ 5. 79 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados .000. O prejuízo apurado pelo lucro real pode ser compensado no lucro presumido.00 Autoteste Para melhor assimilação e interpretação do tema.000.00 R$ 221. São questões teóricas e práticas.000. sendo inadmissível compensar prejuízos de períodos nos quais a empresa submeteu-se à tributação pelo lucro presumido. após a aplicação do percentual de atividade sobre a receita bruta.000.000.00 = 3. b) Sim. propomos a resolução de quinze (15) questões.000.00) R$ 6.00 = Imposto mensal pago = Imposto de Renda Retido na Fonte = Saldo de imposto a pagar = R$ 221. onde somente uma alternativa corresponde à resposta correta. d) Não.00 Adicional: 10% s/ R$ 740. A compensação dos prejuízos fiscais independem do regime de tributação da pessoa jurídica.000.00) (R$ 18. ainda que esses valores tenham sido apurados no Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR.00) (R$ 190.880. deduzindo o incentivo ao PAT e compensando o imposto pago mensalmente e o IRRF.00 – R$ 240. Bom Teste!! Questões 1. Pessoa jurídica tributada pelo Lucro Real e que alterou seu regime de tributação para o Lucro Presumido. R$ 74.

para a compensação de prejuízos fiscais? a) 10%. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 426 do RIR/99. exceto para a compensação de prejuízos fiscais da atividade rural 3. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 426 do RIR/99. inclusive para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido.2. A partir de Janeiro de 1996 (de acordo com o art. a) Consideram-se não-operacionais. Somente é necessário que ocorra a modificação do controle societário. Qual é o limite permitido pela legislação do Imposto de Renda. positiva ou negativa. pelo prazo de 4 (quatro) anos. Havendo modificação do controle societário e do ramo de atividade da pessoa jurídica. b) Consideram-se operacionais. aproveitável somente no período base de apuração. d) Sim. cumulativamente. 4. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 80 . b) Os prejuízos fiscais somente podem ser classificados em operacionais . Independentemente de um fato ocorrer simultaneamente com o outro c) Não. b) Sim. positiva ou negativa. d) Os prejuzos fiscais devem ser classificados em não operacionais se o resultado contábil operacional for negativo. exceto para as atividades rurais. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente. d) 30%. que corresponde à diferença. os resultados decorrentes da compra de bens ou direitos do ativo permanente. b) 30%. c) Consideram-se não-operacionais. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 426 do RIR/99. entre a data da apuração e a da compensação do prejuízo. 35 da IN SRF nº 11/96). c) Os prejuízos fiscais devem ser classificados em Prejuízos Fiscais Não Operacionais e Prejuízos Fiscais das Demais Atividades. Conceitue o termo “Não Operacional” para fins de segregação dos prejuízos fiscais do períodobase de apuração. positiva ou negativa. que corresponde à diferença. qual é a classificação fiscal na Parte “B” do LALUR dos prejuízos fiscais? Qual é a classificação fiscal dos prejuízos fiscais obrigatória a partir de janeiro de 1996? a) Os prejuízos contábeis podem ser classificados em operacionais e não operacionais. 5. c) 30%. que corresponde à diferença. desde que a pessoa jurídica opte posteriormente pelo lucro presumido. haverá perda do direito de compensar prejuízos fiscais? a) Sim. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente.

forem verificados.96. cumulativamente. em folhas distintas. em folhas distintas. 6. que corresponde à diferença. no período. Desde que observado o limite de 30%. para compensação futura com os lucros da mesma natureza apurados em períodos subseqüentes. Os prejuízos operacionais. para compensação futura com os lucros da mesma natureza apurados em períodos subseqüentes. b) Sim. 7. d) A partir do momento em que forem verificados resultados não operacionais negativos num período e lucro real positivo em outro período. na mesma folha. Os prejuízos fiscais não operacionais e o prejuízo fiscal devem ser controlados na parte “B” do LALUR. Os prejuízos fiscais não operacionais e o prejuízo fiscal devem ser controlados na parte “A” do LALUR. observados o limite de 30%. Desde que esteja escriturado na Parte “B” do Livro Diário.01. forem verificados resultados não operacionais negativos e lucro real negativo (prejuízos fiscais). c) Sim. Os prejuízos não-operacionais.96. A partir de que momento será exigida a separação dos prejuízos fiscais em operacionais e não operacionais? a) A partir do momento em que forem verificados resultados não operacionais negativos num período e lucro real negativo em outro período. Os prejuízos fiscais não operacionais e o prejuízo fiscal devem ser controlados na parte “B” do LALUR. c) Não. apurados a partir de 1º. observados o limite de 30%. no período. b) A separação em prejuízos não operacionais e em prejuízos das demais atividades somente será exigida se. b) Não.01. para compensação futura com os lucros da mesma natureza apurados em períodos subseqüentes. 8. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente.d) Consideram-se não-operacionais. somente poderão ser compensados com lucros não-operacionais. na mesma folha do prejuízo fiscal não operacional? E em que parte deste livro devem ser controlados? a) Não. c) A separação em prejuízos não operacionais e em prejuízos das demais atividades somente será exigida se. O prejuízo fiscal não operacional poderá ser compensado com os prejuízos fiscais das demais atividades? a) Sim. somente poderão ser compensados com lucros não-operacionais. positiva ou negativa. resultados não operacionais negativos e lucro real negativo (prejuízos fiscais). Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 81 . d) Não. apurados a partir de 1º. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 462 do RIR/99. Posso controlar no LALUR o prejuízo fiscal operacional.

c) Sim. 16 da Lei nº 9. b) Sim. Se a empresa apurar o lucro real trimestralmente (procedimento opcional aplicável a partir de 1997). Os prejuízos fiscais não operacionais e o prejuízo contábil devem ser controlados na parte “B” do LALUR. d) Não. em folhas distintas. 515 do RIR/99. n 10.d) Não. Há obrigatoriedade de observação do limite de 30% na compensação da base de cálculo negativa da CSL de períodos-base anteriores? a) Não. o qual somente poderá ser compensado com o lucro real apurado pelas outras SCP. 9.. com o lucro real apurado nos trimestres subseqüentes (ainda que do mesmo ano-calendário). com observância de todos os limites e condições tratados neste texto. com o lucro presumido apurado nos trimestres subseqüentes (ainda que do mesmo ano-calendário). Se a empresa apurar o lucro real trimestral (válido a partir de 1997). a pessoa jurídica poderá deduzir incentivos fiscais? a) Sim. Do imposto devido sobre o Lucro Real. Pessoa jurídica que apurar o Lucro Real Trimestral e neste período apurar Prejuízo fiscal. 11. sem o limite de 30% do resultado contábil apurado. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 82 . Desde que opte por Balanços de Suspensão ou Redução de imposto. O prejuízo fiscal apurado pela SCP pode ser compensado com o do sócio ostensivo? a) Sim.065/95 e 52 da IN SRF nº11/96) 12. desde que a pessoa jurídica tenha uma única contabilidade. até o limite de 30% do resultado positivo apurado (arts. pode compensá-lo dentro do próprio ano-calendário. d) Sim. com observância de todos os limites e condições tratados neste texto. o prejuízo fiscal apurado em um mês poderá ser compensado com o lucro real apurado nos meses subsequentes. c) Não. b) Sim. Na compensação da base de cálculo negativa da CSL não há limite previsto. É permitido. c) Sim. o prejuízo fiscal apurado em um trimestre somente poderá ser compensado. b) Não. Não pode ser compensado com o lucro real do sócio ostensivo o prejuízo fiscal apurado pela sociedade em conta de participação (SCP). O prejuízo fiscal da SCP somente pode ser compensado com o lucro da própria SCP. d) Sim. nos trimestres subseqüentes? a) Sim. desde que observados os limites e as condições do art. inclusive a compensação da base de cálculo negativa da CSL com os prejuízos fiscais de períodos-base anteriores. para compensação futura com os lucros da mesma natureza apurados em períodos subseqüentes. isto é. O prejuízo fiscal da SCP pode ser compensado com o lucro do sócio ostensivo. desde que observados os limites e as condições pertinentes na legislação. o prejuízo fiscal apurado em um trimestre somente poderá ser compensado.

sem o adicional de 10%. PDTI/PDTA. posso aproveitálos nos anos subseqüentes? a) Não. não podem ser deduzidos os acréscimos moratórios pagos.b) Sim. Somente os excessos dos incentivos fiscais do PAT e de PDTI/PDTA não aproveitados no anocalendário de competência poderão ser aproveitados nos dois anos-calendário subseqüentes. 15. A soma das deduções dos incentivos fiscais do PAT. b) Não. c) Sim. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 83 . c) Sim. sem o adicional. c) Não. d) Sim. c) Não. Havendo excessos dos incentivos fiscais no ano-calendário de competência. Pois o excesso se houver deve ser controlado na Parte “B” do LALUR. b) Não. O adicional do Imposto de Renda somente deve ser utilizado para o cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. d) Não. A opção pelos incentivos fiscais é somente na Declaração de Rendimentos. juntamente com os valores antecipados a título de estimativa mensal. d) Não. Somente podem ser aproveitados os excessos dos incentivos fiscais do PAT e Vale Transporte. Pessoa jurídica possui incentivos fiscais (PAT e PDTI/PDTA). Somente podem ser aproveitados os excessos dos incentivos fiscais do PAT. desde que observados os limites e as condições do Lucro Presumido. Havendo excesso. d) Não. PDTA.06. posso deduzir estes acréscimos legais moratórios do imposto devido no próprio período? a) Sim. b) Não. desde que deduza também da Contribuição Social sobre o Lucro. pode ser utilizado nos anos-calendário subseqüentes. ou redução de imposto. Cultura e Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente não podem ultrapassar a 4% do imposto de renda devido. A soma das deduções dos incentivos fiscais do PAT e de PDTI/PDTA aprovados após 03. juntamente com o valor principal do imposto. 14. Qualquer que seja o incentivo. 13.93 fica limitada a 4% do imposto devido. PDTI. Cultura e Fundos de Direitos da Criança e do Adolescente. Somente podem ser compensados os valores apurados em balanços ou balancetes de suspensão. cuja soma excede a 4% do imposto devido. Se o imposto mensal foi pago com atraso. Paguei imposto mensal por estimativa em atraso. Posso considerar o adicional na determinação deste limite? a) Sim.

cumulativamente (embora não necessariamente na mesma ocasião). d) Analise com cuidado esta alternativa. então como se daria esta compensação? b) Veja. Não há inclusive a necessidade de escrituração comercial. mas desde 1995 não há mais prazo prescricional. Consulte o artigo 513 do RIR/99. Reflita um pouco mais sobre o percentual apresentado. Observe-se que esses dois eventos só constituem causa impeditiva da compensação de prejuízos fiscais se houverem ocorrido. mas o lucro presumido. c) O limite é este mesmo. é prejuízo fiscal ou contábil? 2. O lucro presumido é uma forma simplificada de tributação. b) O percentual você acertou. Consulte o art. Pense um pouco mais. 513 do RIR/99 d) Reveja o texto.. isto não tem nada a ver com a compensação de prejuízos fiscais. Para maiores detalhes consulte os artigos 510 e 512 do RIR/99.Veja bem. 510 e 512 do RIR/99). Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 84 . o prejuízo fiscal de período de apuração anterior poderá até ser integralmente compensado em um único período de apuração. c) Parabéns. a) Veja que a pergunta refere-se a prejuízos fiscais e não contábeis!. 3. entre o encerramento do período de apuração no qual o prejuízo foi apurado e o encerramento do período-base da compensação (vide art.Respostas 1. b) Pense bem. pois no regime de lucro presumido. 4. a) Pense bem. a) Pense bem. 513 do RIR/99. d) OK. 513 do RIR/99). Os fatos devem ocorrer simultaneamente. nestas condições cumulativas a pessoa jurídica pode compensar os prejuízos fiscais. A cumulatividade é obrigatória. desde que o valor a compensar não ultrapasse a trinta por cento do lucro real do período de apuração da compensação (art. ou seja.. Observe-se que esse limite está relacionado com o lucro real do período de apuração em que o prejuízo for compensado e não com o prejuízo a compensar. não há a figura do prejuízo fiscal. a) Parabéns. No lucro presumido não existe a figura de compensação de prejuízos fiscais. c) Veja bem. Consulte o art. O que está disciplinado nesta alternativa é a determinação do lucro presumido e. tem um diferencial muito importante neste texto: o prejuízo fiscal e o contábil.

85 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados . estamos apurando resultados. 426 do RIR/99 e lembre-se que o conceito é de Não Operacional. Complementando. d) Pense melhor. a pessoa jurídica deverá comparar o prejuízo não operacional com o prejuízo fiscal apurado na demonstração do lucro real. Somente o LALUR subdivide-se em partes. A pergunta refere-se à prejuízos fiscais não operacionais!!! 7. Consulte os artigos 35 e 36 da IN SRF nº 11/96 para mais detalhes.. não é dividido em partes. 511 do RIR/99. 2 – se todo o resultado não operacional negativo for maior ou igual ao prejuízo fiscal. 5. 8. observado o seguinte: 1 – se o prejuízo fiscal for maior. o que queremos obter é a classificação dos Prejuízos Fiscais. c) OK. Caiu no mesmo erro da alternativa anterior. A resposta esta quase certa. c) Pense bem. a) Lembre-se que os prejuízos só podem ser compensados com os das mesmas espécies. Verifique os artigos 35 e 36 da IN SRF nº 11/96. d) Leia novamente a pergunta. b) Pense melhor. No Livro Diário são registrados os lançamentos contábeis da empresa e. Verifique o art. a) Os resultados devem ser ocorrer cumulativamente no mesmo período. a) Parabéns!! É isto mesmo. Acertou na primeira. neste caso. 6. Consulte o art. todo o resultado não operacional negativo será considerado prejuízo fiscal não operacional e a parcela excedente será considerada prejuízo fiscal das demais atividades. Parabéns. b) Pense melhor. b) Pense um pouco mais. Você está assimilando bem o texto. Você está assimilando bem o conteúdo. Reveja a matéria novamente. todo o prejuízo fiscal será considerado não operacional. a) OK. o único erro é o número do artigo.serve para escrituração comercial. c) OK.b) Não! Essa não é a resposta correta. então é venda e não compra. Parabéns! É isso mesmo!! d) Pense bem. c) OK.……. Analise com novamente esta questão. você saiu do contexto. d) É quase isto. O correto é artigo 426 do RIR/99.

Nas SCP a contabilidade deve ser em nome do sócio ostensivo. Ademais. 10. Estamos tratando de prejuízo fiscal e não contábil. d) Leia novamente esta resposta. c) Pense um pouco mais. A figura dos balanços de suspensão ou redução de imposto existe somente no lucro real anual.b) A Parte “A” do LALUR é somente utilizada para os ajustes ao lucro líquido do exercício e. não para controlá-lo. somente é permitida na Atividade Rural. cada conta tem uma folha específica. a) Pense melhor. Trata-se de Lucro Real Trimestral e não Anual. a) Releia novamente a questão. Este é o procedimento correto. c) OK. Identifique no texto detalhes que descaracterizam esta alternativa. a) Pense melhor. a) OK. mas com controles individuais. d) OK. Parabéns! Você está realmente assimilando a matéria. Consulte o artigo 231 do RIR/99 e terá a relação dos incentivos fiscais. d) Leia novamente esta alternativa. são tributos de espécies diferentes. O que tem a ver CSL com IRPJ? O prejuízo fiscal é controlado na parte “B” do LALUR e a base de cálculo negativa da CSL não. Saliente-se que é vedada qualquer compensação de prejuízos fiscais entre duas ou mais sociedades em conta de participação ou entre estas e o sócio ostensivo. b) Parabéns. b) O limite é do resultado fiscal e não do contábil. A exceção é a Atividade Rural. 9. b) Veja bem! A pergunta refere-se ao trimestre e não ao mês. 11. Consulte o artigo 515 do RIR/99. Lembre-se que ao escriturar a Parte “B” deste livro. 12. c) Infelizmente não é esta a resposta. c) Atenção: É expressamente vedada qualquer compensação de prejuízos fiscais entre duas ou mais sociedades em conta de participação ou entre estas e o sócio ostensivo. A compensação sem limite. Tanto o prejuízo fiscal como a base de cálculo negativa da CSL tem limites para compensação. d) Pense bem. pois estamos nos referindo ao lucro real e não ao regime de lucro pressumido. Pense mais um pouco. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 86 .

O que o valor dos juros e multas de mora tem a ver com o valor anual do imposto devido? d) Parabéns. inciso I e 582 do RIR/99. Consulte o artigo 504. Você realmente está assimilando o que foi proposto.249/95). e também o Manual de Instruções da DIPJ/2001. e o MAJURda Receita Federal. a) Pense bem. consulte os artigos 582 e 590 do RIR/99. mas também não deve ser utilizado no cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. b) Pense melhor. d) Não é bem assim. 13. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 87 . Consulte os artigos 582 a 590 do RIR/99. O incentivo fiscal do Vale Transporte não é mais aplicável. b) Realmente no cálculo dos incentivos fiscais não computa o adicional do Imposto de Renda. Nem todo o excesso dos incentivos fiscais pode ser aproveitado nos anos subseqüentes. inciso I e 582 do RIR/99 d) Reveja o texto. do RIR/99 c) Parabéns. Pense um pouco mais. Consulte o artigo 231 do RIR/99. Consulte os artigos 582 a 590. é só no lucro real. b) Pode ser compensado toda a antecipação do imposto efetuado no ano. a) Pense bem. c) Parabéns. Pense um pouco mais. Para consolidar sua resposta. c) No lucro presumido não há mais incentivo fiscal. O cálculo do incentivos fiscais é somente sobre o valor devido do imposto apurado pela alíquota normal de 15%...Janeiro de 1996 (Lei nº 9. d) Pense melhor. sem adicional. 15.. seja ele por estimativa ou por balanços de suspensão ou redução. 14... a) Pense bem. c) Releia a pergunta. Consulte os artigos 504. Os juros e multa de mora são por atraso no pagamento do imposto.b) A dedução dos Incentivos fiscais somente é permitido ao IRPJ. Lembre-se que este procedimento foi alterado a partir de . As antecipações referem-se aos valores principais dos tributos. Confira estes incentivos nos artigos 504. inciso I e 582 do RIR/99.

Porém. de pessoas jurídicas com sede no exterior são. 252 do RIR/99) Filiais de empresas estrangeiras As filiais. sejam incorporados ao resultado de um deles. no Brasil. manter contabilidade descentralizada. uma exigência da legislação comercial. (arts. e 253 do RIR/99) Mais de um estabelecimento Caso haja mais de um estabelecimento no Brasil. Escrituração de Filiais. agências ou representações. O estabelecimento centralizador ficará responsável: − − − pela apuração. em primeiro lugar. (art. sendo-lhes aplicáveis as regras de escrituração contábil e fiscal focalizadas neste texto. “b”. opcionalmente. caberá a opção pela descentralização contábil. se fizer esta opção. desde que os resultados apurados individualmente. no seu domicílio fiscal (arts. sucursais ou agências podem. sucursais. em cada estabelecimento. tendo em vista os interesses societários e creditícios envolvidos na atividade empresarial. e 791 do RIR/99). Legislação do Imposto de Renda A legislação do Imposto de Renda (art. I. 251 do RIR/99) dispõe que a pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real deve manter escrituração com observância das leis comerciais e fiscais. 212. Sucursais ou Agências Descentralização da contabilidade As pessoas jurídicas que tenham filiais. os resultados apurados em atividades no território nacional e os lucros. pela declaração do Imposto de Renda.Obrigações Acessórias Exigência Legal Escrituração Contábil A escrituração contábil de uma empresa (individual ou coletiva) é. pelo pagamento e. equiparadas a pessoas jurídicas. todos os resultados apurados nos demais estabelecimentos deverão ser incorporados na escituração da matriz no final de cada mês. 147. a qual deve abranger: − − − todas as operações realizadas pela empresa. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 88 . II.Módulo 5 . para efeitos do Imposto de Renda. rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior.

as pessoas jurídicas e as empresas individuais tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro real deverão possuir os seguintes livros fiscais. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 89 . conter. 257 do RIR/99) Os livros comerciais são: − − − Livro Diário. por conta ou subconta. dia a dia. no anverso da primeira e no verso da última folha numerada os termos de abertura e de encerramento e. no qual devem ser lançados. livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar. ser autenticado pelo órgão competente. e estar assinado pelo Contabilista e o Responsável pela pessoa jurídica. cujo número e espécie ficam a critério da pessoa jurídica. todos os atos ou operações da atividade. os lançamentos efetuados no Diário. mecanizada ou não. Livro de Apuração do Lucro Real. Livro Razão A pessoa jurídica tributada com base no lucro real deverá manter. 258 do RIR/99 e PNs CST nºs 127/75. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. 259 do RIR/99) O livro ou as fichas estão dispensados de autenticação. que constitui o registro básico de toda a escrituração contábil. respectivamente. (art. deve seguir ordem uniforme. (art. Livros Fiscais Além dos livros comerciais. ou que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. Livro Registro de Entradas e. com a utilização de livros e papéis adequados.Livros Comerciais A escrituração comercial. para efeitos do Imposto de Renda: (arts. devendo a sua escrituração ser individualizada e obedecer à ordem cronológica das operações. Livros Diário e Razão Livro Diário É obrigatório o uso do livro Diário. mas é necessário ter o Termo de Abertura e Encerramento. 97/78 e 11/85) Esse livro deve: − − − ser encadernado com folhas numeradas seguidamente. 260 a 262 do RIR/99) − − − Livro Registro de Inventário. Livro Razão e: Livro Registro de Duplicatas. (art.

as matérias primas. A transcrição da Demonstração do Lucro Real e. o livro Registro de Duplicatas é de escrituração obrigatória caso a empresa realize vendas a prazo com emissão de duplicatas.Livros para Registro Livro Registro de Duplicatas Por força da Lei nº 5. integra os livros auxiliares a que se refere o parágrafo 1º do art. O Livro pode ser substituído pelo Registro de Entradas. adotado para atendimento da legislação do ICMS/IPI. Os ajustes do lucro líquido do período de apuração.474/68. os bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração do lucro real. alternativamente. inclusive substituindo o livro por fichas numeradas. Os registros de controle: Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 90 . É um livro facultativo e. destinados a industrialização e/ou comercialização. A empresa pode. Livro Registro de Inventário Deverão ser colocados em inventário. 258 do RIR/99 do Diário (PNCST nº 127/75). Fundamentação Legal: PN CST 05/86 Livro Registro de Entradas (Compras) Este livro tem como principal característica a necessidade de ser escriturado em condições de poder identificar pelos seus registros. com especificações que facilitem sua identificação: − − − − − as mercadorias. Fundamentação legal: PN CST nº 370/70 e 127/75. E uma vez autenticado no Registro do Comércio. 3. criar modelos próprios que satisfaçam às necessidades de seu negócio. os fornecedores e respectivos documentos de compras de bens. Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) LALUR Neste livro. pode ser utilizado como livro auxiliar da escrituração mercantil para efeito do Imposto de Renda. 2. os produtos manufaturados. deverão ser lançados: 1. os produtos em fabricação e.

b. mas a sua inexistência impossibilita a avaliação de estoques pelo método do custo médio. dos demais valores que devam influenciar a determinação do lucro real de períodos de apuração futuros e não constem da escrituração comercial. Livro para Registro Permanente de Estoque Livro para Registro Permanente de Estoque Utilizado somente para as pessoas jurídicas que exercerem: − − − atividades de compra e venda. 496. acelerada b A serem utilizados no cálculo das deduções nos períodos de apuração subseqüentes.a 1. loteamento ou desmembramento de terrenos para venda. 582 e 590 do RIR/99) 2. dos prejuízos fiscais a compensar em períodos de apuração subseqüentes. essas deduções são utilizáveis até o segundo ano-calendário sub seqüente ao da realização dos dispêndios. da depreciação incentivada. 3. Valetransporte (excedentes apurados até o ano-calendário de 1997) e Programa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou Agropecuário (PDTI/PDTA). 4. dos dispêndios incentivados com Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT). (arts. do lucro inflacionário a realizar. com observância da lei comercial. das seguintes demonstrações financeiras ou contábeis: (art. Demonstrações Financeiras Obrigatórias Obrigatoriedade de levantamento para efeitos do Imposto de Renda Ao final de cada período de apuração do lucro real. 504. Já para as pessoas jurídicas que não exercerem essas atividades. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 91 . c. I. incorporação e construção de imóveis. a pessoa jurídica deverá apurar o lucro líquido mediante a elaboração. Balanço Patrimonial. o controle permanente de estoques não é obrigatório. 274 do RIR/99) a. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. Demonstração do Resultado do Exercício.

Após o processamento. mecânica ou tipograficamente. os respectivos arquivos digitais e sistemas. controladas ou coligadas no exterior No caso de pessoa jurídica domiciliada no Brasil que tiver filiais. deverá ser feita no prazo de 20 (vinte) dias contados do recebimento do Termo de Intimação Fiscal. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. De acordo com a legislação consolidada no art. II – Prazos e Multas A apresentação dos arquivos magnéticos. sucursais ou sociedades controladas ou coligadas no exterior. à disposição da Secretária da Receita Federal. podendo ser prorrogado por igual período pela autoridade solicitante em despacho fundamentado Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 92 . em ordem seqüencial. no prazo de 20 dias. alterado pelos artigos 72 e 91 da MP 2. observado os procedimento técnicos previstos no Ato Declaratório Executivo COFIS 15/01. sobre a forma de apresetnação. As folhas impressas deverão ser numeradas. pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária. deverão apresentar. observado o seguinte: I – Forma e Apresentação dos Arquivos Quando intimadas pelos Auditores -Fiscais da Receita Federal. sucursais. 10 da IN SRF nº 38/96. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. em formulários contínuos. Guarda de Documentos Arquivos Magnéticos Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados. (IN SRF nº 77/86) Devem também ser transcritos no Diário os balanços ou balancetes mensais levantados para fins de suspensão ou redução do Imposto de Renda e da Contribuição Social devidos em cada mês.158-35/01. 230. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação.Transcrição no Diário As demonstrações financeiras (contábeis) levantadas no encerramento de cada período de apuração do lucro real devem ser transcritas no livro Diário. ficam obrigadas a manter. quando solicitada pela fiscalização. do RIR/99) Demonstrações Financeiras de filiais. b. deve ser observado o disposto no art. observado o seguinte: (arts. I. § 1º. 255 e 263 do RIR/99) a. quando exigida essa formalidade. (art. os arquivos digitais e sistemas contendo informações relativas aos seus negócios e atividades econômicas ou financeiras. as pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras. 265 do RIR/99.

dos arquivos ou sistemas de escrituração eletrônica.Lucro A partir de 1º. documentos e papéis relativos a sua atividade. sem prejuízo da sua emissão gráfica. Conservação de Livros e Documentos Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. a pessoa jurídica que se utilizar de sistema de processamento de dados deverá manter documentação técnica completa e atualizada do sistema. 266 do RIR/99 e MP 2. caso não atenda à forma em que devem ser apresentados os registros e respectivos arquivos. 267 do RIR/99 (cuja matriz legal é o art. (art. calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. enquanto não prescritas eventuais ações que lhe sejam pertinentes.5% (meio por cento) do valor da sua receita bruta no período. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. dentro de 48 (quarenta e oito) horas.779/98) Documentação Técnica Conforme previsto no art. facultada a manutenção em meio magnético. 5% (cinco por cento) do valor da operação correspondente. quando solicitada. 72 e 91). livros. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento.218/91. em meio magnético. suficiente para possibilitar a sua auditoria. aos que não cumprirem o prazo estabelecido para apresentação dos arquivos e sistemas. da Lei nº 9.atendendo a requerimento circunstanciado e por escrito da pessoa jurídica intimada (art. o art. alínea “a”.01. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou possam vir a modificar sua situação patrimonial. para fins de arbitramento do lucro. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 93 .430/96). até o máximo de 1% dessa.99 ficou revogado o art. b) ocorrendo extravio. 22. 38 da Lei nº 9. limitada a 1% da receita bruta da pessoa jurídica no período. que equiparava à inexistência de escrituração. até o vigésimo dia após o vencimento do prazo fixado para apresentação. a pessoa jurídica fará publicar. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra “b”. ao órgão competente do Registro do Comércio. 264 do RIR/99 dispõe que: a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. documentos ou papéis de interesse da escrituração. ficando esta sujeita à multa de: a) 0. deterioração ou destruição de livros. b) c) III . a não-apresentação à fiscalização. multa equivalente a dois centésimos por cento de atraso.158-35/01. 13 da Lei nº 8. fichas. art. inciso II. aos que omitirem ou prestarem incorretamente as informações solicitadas.

Empresas Dispensadas de Escrituração Comercial Que Empresas são Dispensadas de Escrituração Comercial As pessoas jurídicas que. Responsabilidade Profissional A escrituração contábil das pessoas jurídicas deve ficar sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado nos termos da legislação específica. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros. e assumir a responsabilidade pela escrituração. todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros referidos nas letras “a” e “b”. (arts. As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo SIMPLES. o titular de empresa individual. § 4º. o acionista ou o diretor da sociedade podem assinar as demonstrações contábeis da empresa.d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. devendo as demonstrações contábeis obrigatórias ser assinadas pelos sócios ou administradores e pelo contabilista responsável pela escrituração. no qual deverão registrar os estoques existentes no término de cada ano-calendário. b. desde que mantenham. na forma examinada neste texto.404/76) Desde que legalmente habilitado para o exercício profissional anteriormente referido. o sócio. não estando obrigadas a apuração do lucro real. livro Caixa. Atenção: Estas empresas ficam dispensadas da manutenção de escrituração comercial. livro Registro de Inventário.317/96) a. 268 do RIR/99) Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 94 . 527 do RIR/99 e 7º da Lei nº 9. em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes: (arts. 268 do RIR/99 e 177. optarem pela tributação com base no lucro presumido. c. inclusive a realizada por via bancária. da Lei nº 6. também na qualidade de contabilista. no qual deverão registrar toda a sua movimentação financeira. (§ 2º do art.

ele ficará sujeito à multa em valor igual à metade da receita omitida ou da dedução indevida. submeterá o sujeito passivo a multa. a designação de pessoa não habilitada não eximirá o contribuinte da responsabilidade pela escrituração (§ 1º do art.Atenção: 1ª) 2ª) A referida habilitação profissional pressupõe. b) as entidades submetidas aos regimes de liquidação extrajudicial e falimentar. observando-se que: I . ou registrou custos ou despesas cuja realização não possa comprovar. ou de demonstração contábil. antes do encerramento do período de apuração. inclusive na hipótese anteriormente referida. que tenha por objeto eliminar ou reduzir o montante de imposto devido ou diferir seu pagamento. II . material ou ideológica.a obrigatoriedade de entrega dessa declaração alcança. pelo período em que perdurarem os procedimentos para a realização de seu ativo e o pagamento do passivo e. ou praticou qualquer ato tendente a reduzir o imposto correspondente. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 95 . Nas localidades em que não haja profissional habilitado. 59. lançada e exigível ainda que não tenha terminado o período de apuração de incidência do imposto. Penalidades por Irregularidades na Escrituração Falsificação A falsificação. da escrituração e dos seus comprovantes. 268 do RIR/99). pela matriz. de forma centralizada. art. independentementeda ação penal que couber. exceto as referidas no item 2 (Pessoas Jurídicas Desobrigadas de Apresentar a DIPJ). 256 do RIR/99) Valor da Multa Quando verificado pela autoridade tributária. que o contribuinte omitiu registro contábil total ou parcial de receita. além da formação escolar. 981 do RIR/99) Apresentação da DIPJ Obrigatoriedade de Apresentação Estão obrigadas a apresentar a DIPJ as pessoas jurídicas em geral. c) as entidades imunes ou isentas. inclusive: (INs SRF nºs 127/1998e 93/1997. § 1º a) as firmas e as empresas individuais equiparadas a pessoa jurídica. o registro no CRC.as pessoas jurídicas que tiverem filiais devem entregar a DIPJ. (art. (art.

financeira ou patrimonial. não podem apresentar a DIPJ.). f) os fundos em condomínio e clubes de investimento. e a DIPJ. c) a pessoa física que explore. que não explorem. qualquer atividade operacional. ainda que. referente ao período restante do ano-calendário. II .as microempresas e as empresas de pequeno porte enquadradas no regime do Simples. para atender a exigência do órgão credenciador. no mesmo local. d) os receptores de apostas da Loteria Esportiva e da Loteria de Números (Loto. contratos de empreitada unicamente de mão-de-obra. Mega-Sena etc. b) a microempresa ou a empresa de pequeno porte que foi desenquadrada do Simples durante o ano-calendário fica obrigada a apresentar duas declarações: a Declaração Simplificada. mesmo quando possua estabelecimento em que desenvolva suas atividades e empregue auxiliares. individualmente. as quais estão sujeitas à apresentação da Declaração de Inatividade. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 96 . preste serviços profissionais. g) a sociedade em conta de participação. estejam registrados como pessoa jurídica. não-operacional. durante o ano-calendário.os órgãos públicos. individualmente. as autarquias e as fundações públicas. outra atividade comercial. 278 e 279 da Lei nº 6. e) os condomínios de edifícios.Desobrigatoriedade de Apresentação Estão desobrigados de apresentar a DIPJ: (IN SRF nº 127/1998) I . b) a pessoa física que. relativa ao período em que esteve enquadrada no Simples. sem o concurso de profissionais qualificados ou especializados. ainda que se encontrem inscritos no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) por exigência legal ou que tenham seus atos constitutivos registrados em Cartórios ou Juntas Comerciais: a) os consórcios constituídos na forma dos arts. III . assim consideradas as que não realizaram. Proibição de Apresentar a DIPJ Não podem apresentar a DIPJ Por não se caracterizarem como pessoa jurídica. observado o seguinte: a) somente está dispensada da apresentação da DIPJ a pessoa jurídica que permaneceu enquadrada no Simples durante todo o ano-calendário de referência.as pessoas jurídicas inativas.404/76. Sena. credenciados pela Caixa Econômica Federal. as quais estão sujeitas à apresentação da Declaração Simplificada.

do RIR/99) Multa por Incorreções ou Omissões na DIPJ Multa por Apresentação com Incorreções ou Omissões e Fora de Prazo A falta de apresentação da DIPJ. cisão. § 1º.2002 até 30. 2ª) A multa não será inferior a R$ 500. a fusão ou a cisão. mas antes de qualquer procedimento de ofício. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 97 .00 inclusive no caso de a declaração não apresentar imposto devido.05. no caso de falta de entrega ou de entrega em atraso.Prazos de Entrega da DIPJ DIPJ relativa ao ano-calendário de 2002 A entrega da DIPJ relativa ao ano-calendário de 2002 deverá ser efetuada: No caso de pessoas jurídicas imunes ou isentas No caso das demais pessoas jurídicas obrigadas à apresentação da DIPJ até 30. Atenção: 1ª) A multa será reduzida: a) b) em cinqüenta por cento. cujo prazo de entrega foi até 28.multa de R$ 20. 235.03. ainda que integralmente pago. cisão.06.00 (vinte reais) para cada grupo de dez informações incorretas ou omitidas. quando a declaração for apresentada após o prazo. Considera-se data do evento a data da deliberação que aprovar a incorporação. exceto a relativa a evento ocorrido no mês de janeiro de 2002. fusão ou incorporação A DIPJ relativa a eventos de encerramento de atividades. se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. limitada a vinte por cento. (art. fusão ou incorporação da pessoa jurídica deverá ser apresentada até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento.2002.2002 DIPJ relativa a encerramento de atividades. a sua apresentação fora do prazo ou a apresentação com incorreções ou omissões sujeitará a pessoa jurídica as seguintes multas: I . em vinte e cinco por cento.multa de dois por cento (2%) ao mês-calendário ou fração incidente sobre o montante do imposto de renda da pessoa jurídica informado na DIPJ. II .

Quais são os livros obrigatórios pela legislação comercial? a) Livro Caixa. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 98 . todos os atos ou operações da atividade. dia a dia. d) Livro Diário. 3. ou que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. Este livro somente é obrigatório para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido e simples. Lalur. Pois constitui o registro básico de toda a escrituração contábil. c) Sim. b) Livro Diário. b) Imposto de Renda com base no lucro: Livro Registro de Inventário. Livro Registro de Entradas e Livro de Apuração do Lucro Real. desde que escriture também o livro Caixa. devendo ser observado com a maior atenção possível baseando-se pelo texto onde expõe todo a matéria do modulo em questão. Livro Razão e Registro de Duplicatas. d) Livro Caixa. b) Não. Livro Razão e Livro Registro de Duplicatas. Razão e Registro de Compras. Livro Registro de Entradas e Livro de Apuração do Lucro Real. que será notificado ao contribuinte. Livro Razão e Registro de Entradas. 2. Bom Teste!! Questões 1. Livro Registro de Inventário. no qual devem ser lançados. Autoteste Os testes são de múltipla escolha. Livro Registro de Duplicatas e Livro Razão.A multa será cobrada por meio de lançamento efetuado pela Secretária da Receita Federal. c) Livro Diário. Quais são os livros obrigatórios pela legislação do Imposto de Renda? a) Livro Diário. Diário. contendo apenas uma alternativa correta. O livro Diário é de uso obrigatório para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real? a) Sim. Livro Diário. Razão e Registro de Duplicatas. c) Imposto de Renda com base no lucro: livros comerciais.

os produtos em fabricação e os bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração do lucro real com a finalidade de suspender ou reduzir o imposto devido. d) Não. O livro Razão ou as fichas estão dispensados de autenticação. com especificações que facilitem sua identificação. Pois constitui o registro básico de toda a escrituração contábil. O livro Razão ou as fichas estão dispensados de autenticação. d) Sim. mas somente para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido e simples. as matérias primas. com especificações que facilitem sua identificação. bem como na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração do lucro presumido. as matérias primas. os produtos manufaturados. e assinado pelo Contabilista e o Responsável pela pessoa jurídica. b) Sim. Deve ter o mesmo procedimento aplicado ao livro Diário. é obrigatória a escrituração e manutenção do livro Registro de Inventário? a) Não. as mercadorias. os produtos em fabricação e os bens em almoxarifado existentes ao final de cada mês. existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração do lucro real. e assinado pelo Contabilista. as matérias primas. 6. c) Sim. c) Não.d) Sim. trimestre e no período de suspensão ou redução do imposto devido. 4. as mercadorias. mas é necessário ter Termo de Abertura e Encerramento. b) Deverão ser arrolados. os produtos em fabricação e os bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração do lucro real. somente os bens em almoxarifado. todos os atos ou operações da atividade. com especificações que facilitem sua identificação. Basta a pessoa jurídica manter sistema de custo integrado com a contabilidade. É obrigatório o registro e autenticação do livro ou as fichas do Razão? a) Sim. as mercadorias. Deve ter o mesmo procedimento aplicado ao livro Diário e Inventário. ano a ano. no qual devem ser lançados. ou que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. É um livro obrigatório mesmo que a pessoa jurídica seja tributada pelo lucro presumido ou simples. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 99 . b) Não. mas é necessário ter Termo de Abertura e Encerramento. d) Deverão ser arrolados. os produtos manufaturados. com especificações que facilitem sua identificação. os produtos manufaturados. Independente de sua forma de tributação. Esta obrigatoriedade somente se aplica às pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. 5. c) Deverão ser arrolados. O que deve ser arrolado no livro Registro de Inventário? a) Deverão ser arrolados.

Na Junta Comercial dos Estados do domicílio do contribuinte. Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. c) Não. sempre que suspender ou reduzir o imposto devido no período e. Demonstração de Resultados do Exercício. Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados? a) Sim. seja trimestral ou anual. c) Sim. b) Sim. entretanto. Quais as demonstrações financeiras as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real estão obrigadas a inserir no livro Diário? a) Balanço Patrimonial. c) Balanço Patrimonial e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. Balancete de Verificação. O livro de Apuração do Lucro Real deve ser autenticado em algum órgão competente? a) Sim. ao final do período de apuração do imposto. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 100 . 9. b) Pessoas jurídicas tributadas pelo Simples. A pessoa jurídica deve.7. desde que observado o disposto nos artigos 255 e 263 do RIR/99. Demonstração das Origens de Aplicações de Recursos e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. desde que a empresa não guarde mais seus documentos. manter obrigatoriamente sua escrituração. 8. d) Balanço Patrimonial. pois somente deve ser escriturado ao final do ano-calendário. Aplica-se os mesmos procedimentos aos demais livros fiscais e comerciais. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. d) Não. Os livros devem ser escriturados somente em papel e registrados no Registro do Comercio ou Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Quais as pessoas jurídicas que estão dispensadas de manter escrituração comercial? a) Pessoas jurídicas tributadas pelo Simples. c) Pessoas jurídicas tributadas pelo livro Caixa. b) Não. b) Balanço Patrimonial. desde que a empresa opte pelo lucro Arbitrado. 10. d) Sim. d) Pessoas jurídicas tributadas pelo Simples. Lucro Presumido e Arbitrado e Real. desde que mantenham livro Caixa e livro Registro de Inventário. lucro Real e Presumido. Lucro Presumido e Arbitrado.

11. Os sócios.00. consolidando o resultado de todas as filiais. 12. c) A multa é de R$ 500. quando a declaração for apresentada após o prazo. d) Sim. desde que ele seja legalmente habilitado para o exercício profissional da atividade de contabilista. mas antes de qualquer procedimento de ofício. inclusive DCTF. A microempresa (ME) e a empresa de pequeno porte (EPP) enquadrada no Simples. d) Multa de dois por cento ao mês-calendário ou fração incidente sobre o montante do imposto de renda da pessoa jurídica informado na DIPJ. Cada uma no seu respectivo endereço. A ME e a EPP somente apresentam a DCTF. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 101 . c) Sim. Somente o contabilista responsável pela sociedade deve assinar estas demonstrações. e o titular de empresa individual podem assinar as Demonstrações Contábeis da empresa na ausência ou falta do Contabilista? a) Sim. b) Não. c) Não. Devem entregar a do estabelecimento matriz e das filiais de forma centralizada. b) Não. Na data fixada pelo fisco. pois eles são os donos da empresa. pois elas somente apresentam a PJ Simplificada. Não apresentando imposto devido. b) Sim. Devem entregar somente a do estabelecimento matriz. As pessoas jurídicas que tiverem filiais devem entregar a DIPJ de todas as suas filiais? a) Não. 14. acionista ou diretor da sociedade. desde que assumam a responsabilidade pela escrituração. estão obrigadas a entregarem a DIPJ? a) Sim. 13. d) Não. b) Em cinqüenta por cento. As pessoas jurídicas que tiverem filiais devem entregar a DIPJ da matriz e das filiais. de forma descentralizada. qual o valor da multa a ser aplicável à pessoa jurídica pela entrega em atraso da DIPJ? a) Multa de R$ 20.00 (vinte reais) para cada grupo de dez informações incorretas ou omitidas. d) Sim. c) Sim.

Consulte os artigos 260 a 262 do RIR/99. Consulte o art. Mas. Pense um pouco mais. o livro Lalur é fiscal. 258 do RIR/99 e PN CST nº 127/75. d) Analise melhor esta alternativa. 260 a 262 do RIR/99. a) Não! Não é obrigatório o registro e autenticação deste livro. c) Pense melhor. a) Esta certo que este livro é obrigatório. d) Não. d) Nesta opção. desde que saiba o valor das multas. Estes livros são obrigatórios para o lucro real e. 3. b) Sim. b) Parabéns. 97/78 e 11/85. somente o livro Diário e o Razão são livros comerciais. Quanto ao livro Diário. erro ou omissão da DIPJ? a) Sim.15. não para o lucro presumido. d) Não. antes de qualquer notificação do fisco. O contribuinte deve aguarda notificação do fisco. sim. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 102 . Pense mais um pouco! c) Parabéns. o qual é obrigatório para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. a) O livro Registro de Duplicatas é comercial. Para uma melhor assimilação. c) Não. O contribuinte pode pagar antecipadamente a multa por atraso. Estes realmente são os livros comerciais. A escrituração dos fatos no livro Diário é dia a dia. a) O livro Diário e Razão realmente são comerciais. nenhum desses!! Consulte novamente o material e os artigos 260 a 262 do RIR/99. 4.. Pense melhor. O contribuinte somente pagará a multa quando entregar a declaração pela internet. verifique os artigos 260 e 262 do RIR/99. Respostas 1. é o livro Caixa? b) A escrituração comercial para as pessoas jurídicas que optarem pelo lucro presumido ou simples é facultativa. b) Desses. c) OK. os outros não. 2. Consulte o art. Você realmente está assimilando este tema.

Verifique o artigo 274 do RIR/99. anual ou reduzir ou suspender). Não são todas estas demonstrações. 5. b) Realmente não precisa ser autenticado nem registrado. Você está assimilando muito bem o conteúdo. 6. Além destas demonstrações. d) Analise melhor a resposta. a) Não é bem assim. Este é um livro fiscal obrigatório independentemente da forma de tributação das pessoas jurídicas. Deve ser aplicado ao Lucro Presumido. Real e Simples. Somente deve ser autenticado e registrado o livro Diário e o Registro de Inventário. Consulte a IN SRF nº 28/78. a escrituração deste livro independe da forma de tributação da pessoa jurídica. d) Parabéns. acabados ou em processo. b) OK. Esta é a alternativa correta. c) OK. a) Pense bem. É quase isto. pois somente o livro Diário e o livro Registro de Inventário devem ser autenticados. 8. Este livro tem procedimentos específicos. mas sua escrituração é obrigatória sempre que a pessoa jurídica tributada pelo lucro real apurar o imposto devido (trimestral. c) Parabéns. você realmente assimilou a matéria.b) Pense melhor. d) Pense melhor. não há nada que contrarie esta demonstração. a) Pense bem. Parabéns. No lucro presumido há a figura dos balanços de suspensão ou redução do imposto. c) Pense melhor. Arbitrado. Para comprovar a origem dos lucros é necessário saber o volume de compras e saídas do estoque. b) OK. c) Pense melhor. d) Reveja a questão. 7. Neste livro deve ser arrolado todo o estoque existente. pois falta acrescentar neste livro a assinatura do responsável pela pessoa jurídica. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 103 . Este livro não deve ser registrado nem autenticado. a) Pense melhor. algumas pessoas jurídicas inserem também o Plano de Contas. Este livro é obrigatório independentemente da forma de tributação das pessoas jurídicas. b) Veja.

pois a pergunta refere-se à legislação fiscal e não comercial. d) Para responder esta questão é recomendável você consultar o artigo 274 do RIR/99. a) A guarda de documentos é obrigatória. Consulte estes artigos e reforce sua opção. Ser o dono da empresa não significa ter habilitação profissional para o exercício da atividade de contabilista. 10. 11. § 2º do RIR/99. não poderão assinar? Consulte o art. Consulte o art. não é uma forma completa? Veja artigo 527 do RIR/99. Falta ainda um demonstrativo.c) Pense melhor. Deve entregar a da mátria ou das filiais. Não dá para entregar as duas. b) Leia novamente esta alternativa. Você realmente esta assimilando o contexto. Tente novamente. Tente novamente. 268. Verifique o artigo 267 do RIR/99. b) Pense um pouco mais. quem pode assinar? E se os sócios também forem contabilista. a) Pense melhor. Simples. c) Pense melhor. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 104 . Olhe o lucro real de novo. d) Leia novamente a questão. 268.317/96. 12. Agora confirme nos artigos 527 do RIR/99 e 7º da lei nº 9. Ainda falta um detalhe muito importante: a habilitação profissional. Consulte o art. pois tem algo que não confere com a pergunta. Presumido e Arbitrado não são formas simplificadas de tributação? E o lucro real. b) Analise novamente a questão. Já imaginou quanto papel a empresa teria que guardar? d) Analise novamente a questão. Na falta deste contabilista. 9. a) Veja bem. d) Pense bem. O CNPJ da pessoa jurídica é um só. Reveja este tema. independentemente da forma de tributação. O que o lucro Arbitrado tem a ver com isto? A regra é geral. c) Livro Caixa não é forma de tributação e sim de escrituração. c) OK. Não é bem assim. d) Parabéns. c) A descentralização não existe mais. a) Parabéns. b) Parabéns. 274 do RIR/99. § 2º do RIR/99.

c) Parabéns. b) A questão é: a pessoa jurídica não apurou imposto devido. Estas sociedades não estão obrigadas à estas declarações. Porque o contribuinte deve se antecipar ao fisco? Reveja o texto. Elas não apresentam a DCTF. Tente novamente. estão dispensadas. a) Esta multa é por omissão ou erro. Tente novamente. O contribuinte deve aguardar a notificação do fisco para pagar a multa. 14. Reveja o texto. Revise o texto. d) Pense melhor. A pergunta é por atraso na entrega. Pense melhor. O próprio fisco se encarrega de fazer o lançamento da multa e notificar o contribuinte. Não existe somente a DIPJ. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 105 . Embora não haja disposição em contrário. há também outros modelos de apresentação de Declaração de Rendimentos. Este é o valor mínimo aplicável. em qualquer circunstância. d) Pense melhor. Elas estão obrigadas a outro tipo de declaração de rendimentos. c) OK. a) Estes tipos de pessoa jurídica não fazem DIPJ. 15. c) Parabéns. Tente novamente. não por iniciativa do próprio contribuinte. b) Pense bem. a) Pense bem. b) O critério de cobrança de multas é por lançamento e. d) A pessoa jurídica não apresentou imposto devido.13.

96. 10 a 13 da IN SRF nº 93/97) Os resultados apurados nos balanços ou balancetes intermediários devem obedecer ao regime de competência. as receitas são computadas em função do momento em que nasce o direito de recebê-las e. isto é. aos sócios ou acionistas (PF ou PJ) domiciliados no Brasil ou no Exterior. 357 do RIR/99) Antecipação Mensal do Imposto Lucro Real Trimestral Não há a possibilidade de antecipação do Imposto Devido. é integralmente dedutível. em qualquer circunstância. 654 do RIR/99) A retirada de pró-labore. o prólabore pago a diretor de empresa sociedade anônima (S. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 106 . no momento em que nasce a obrigação de pagá-las. as despesas. a pessoa jurídica deverá providenciar balancete mensal intermediário acumulado no período em curso.A. 251 do RIR/99 e PN CST nº 58/77) Antecipação de Lucros Os lucros constantes em Balanço Patrimonial levantado a partir de 1º. (art. (art. Antecipações de Lucros e Impostos e Compensação Parcial de Prejuízos Fiscais Balanços Provisórios Para a suspensão ou redução do imposto estimado. que não resida no País. (art. Atenção: É considerado não dedutível na determinação do Lucro Real. (art. 230 do RIR/99 e art. entretanto a pessoa jurídica pode levantar balanços ou balancetes de suspensão ou redução do imposto e reduzir/suspender o imposto devido no período de apuração. poderão ser distribuídos com isenção de IR-Fonte. mesmo que a empresa apresente prejuízo no período.Módulo 6: Vantagens Tributárias do Sistema Balanços Provisórios. O apurado em cada trimestre é definitivo.01. Lucro Real Anual A antecipação de imposto mensal é obrigatória.).

A escrituração comercial é obrigatória (Livro Diário. Lucro Presumido Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 107 . Lucro Real X Lucro Presumido Escolha da melhor opção: Lucro Real x Lucro Presumido Para escolher qual a melhor alternativa de pagamento do imposto devido. a pessoa jurídica poderá compensá lo ou pedir restituição deste imposto. até o último dia útil do mês de março do ano subseqüente. Livro Razão. Lucro Real Trimestral − − − − Anual − − − − O imposto apurado é antecipação do devido no final do ano. O imposto apurado é definitivo para todo o ano-calendário. somente serve para suspender ou reduzir o imposto devido. Neste sistema a pessoa jurídica poderá utilizar os incentivos fiscais. não cabendo apurar diferença (a pagar ou a compensar) no ajuste anual (art. Os prejuízos contábeis apurados no transcorrer do período-base serão absorvidos. isolado dos demais trimestres.Atenção: 1No final do ano calendário a pessoa jurídica deverá apurar o imposto devido no período base e compensar o imposto antecipado mensalmente. O período-base do IRPJ termina a cada final de trimestre. a diferença deve ser paga em quota única. Se o imposto devido for menor que o antecipado. Se o devido apurado for maior que o antecipado. Livro de Apuração do Lucro Real e Livro Registro de Inventário). faz-se necessário apontarmos algumas variáveis em relação aos sistemas de tributação permitidos. Havendo prejuízos durante o transcorrer do período-base de apuração. 220 do RIR/99). a compensação de prejuízos fiscais apurados nos períodos de suspensão ou redução do imposto é provisória. automaticamente. isto é. O IR deve ser pago sobre o lucro real trimestral. O imposto é definitivo. este somente poderá ser compensado nos trimestres subseqüentes. 2- Compensação Parcial de Prejuízos No regime de Lucro Real Estimado (Balanço Anual). no próprio ano-calendário. Atenção: No Lucro Real Trimestral não há esta possibilidade.

Atenção: Em ambos os sistemas. economicamente às empresas.04.2003 – IRPJ estimado. no próximo módulo será apresentado um caso prático com a solução e comentários sobre a melhor opção entre o Lucro Real e o Lucro Presumido para o caso apresentado. Não tem volta. um simulador e convidamos para que você aplique os dados da pessoa jurídica nos dois sistemas (Lucro Real e Lucro Presumido). somente o lucro contábil ajustado é tributável. pago através do DARF e da DCTF Conclusão O sistema mais flexível e mais vantajoso. Caso Prático e Simulador A seguir. A apuração do imposto é com base na Receita Bruta mais as demais receitas da pessoa jurídica. 30. Não há a possibilidade de aproveitamento dos incentivos fiscais. Mais atenção: No momento de utilizar nosso simulador automático. Data de Opção As datas de opção para o IRPJ estimado e trimestral são: − − 28. Diante dos resultados apurados você pode comparar e escolher a melhor opção. A escrituração comercial ou do livro Caixa fica a critério do contribuinte. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 108 . a opção será irretratável para todo o ano-calendário. nós disponibilizamos no módulo seguinte ao caso prático. enquanto que no lucro real. para que você possa escolher qual a melhor opção para sua empresa. pago através do DARF e da DCTF.− − − − Não há possibilidade de compensação de prejuízos fiscais.2003 – IRPJ trimestral. não se esqueça das demais variáveis econômicas!! E lembre-se da relação Custo x Benefício. Porém.02. é a apuração do imposto devido mediante a aplicação do IRPJ Mensal Estimado.

Lucro Presumido IRPJ Base de Cálculo: Mercadorias R$ 40.000.00 R$ 90.00 = R$ 90.00) = R$ 9.600.000. Dados: No primeiro trimestre de 19x3 (dados hipotéticos).000.200.00 referem-se a gastos não dedutíveis para a determinação do lucro real e R$ 4.00 Imposto Devido = R$ 9.000.400.00 para a determinação da base de cálculo da CSL.00 Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 109 .00 R$ 40.000. Cálculo do Imposto: Normal (alíquota de 15% sobre R$ 64.00) = R$ 9.400.00 = R$ 240.000.00 = R$ 14.200.00 = R$ 40.00 R$ 60. se lucro real ou lucro presumido. apurou-se a seguinte situação: Venda de Mercadorias Venda de Serviços *Despesas Administrativas Receitas Tributáveis R$ 40.000. R$ 14.00 Adicional (alíquota de 10% sobre a diferençade R$ 62.000.00 2.00 e R$ 60.000.00 = R$ 19.00) Adicional (alíquota de 10% sobre a diferençaentre R$ 64.000.00 (=) Lucro ou Prejuízo Contábil (=) Base de Cálculo do Imposto = R$ 62. Lucro Real IRPJ Base de Cálculo: Total de Receitas do Trimestre (-) Total de Despesas do Trimestre = R$ 140.000.00 Cálculo do Imposto: (=) Lucro Real Fiscal Normal (alíquota de 15% sobre R$ 62.400.000.000. pretende escolher a melhor forma de tributação.000.00 (*) Destas despesas.00).360.00 (+) Adições (Despesas Não Dedutíveis) = R$ 50.00 menos R$ 60.00 = R$ 400.00 = R$ 64.Caso Prático Enunciado Pessoa jurídica contribuinte do Imposto de Renda (atividade de comércio e serviços).00 x 8% Serviços R$ 60.000.000. Solução: 1.000.000.600.00 x 32% (+) Outras Receitas Tributáveis = R$ 3.

000.000. No caso da CSL a opção pelo lucro presumido foi mais favorável.00 3.000.000.00 (=) Lucro ou Prejuízo Contábil (+) Adições (Despesas Não Dedutíveis) = R$ 50. neste caso.000.00 =R$ 52.00 (=) Base de Cálculo = R$ 54.00 – 4. No caso da CSL a diferença fundamental foi na base de cálculo.00 Base de Cálculo: Total de Receitas do Trimestre (-) Total de Despesas do Trimestre = R$ 140.000. a qual deverá ser bem analisado.00 9% =R$ 4.00 =R$ 40.600. como por exemplo. a situação mais favorável foi o lucro presumido. mas observe que a diferença fundamental entre o imposto devido está no cálculo do adicional do Imposto de Renda. com prejuízo fiscal a melhor opção é o lucro real.000.000.860. simulando as duas situações para fins de opção. bem como em situações em que a empresa tem custos e despesa elevados para a produção dos produtos ou revenda de mercadorias.000. No exemplo acima.00. Para efeito de imposto de renda.00 Base de Cálculo: CSL Mercadorias/Serviços R$ 100.680. que apresentou imposto devido no montante de R$ 9.00. mas dependendo da situação da empresa. enquanto no lucro real foi de R$ 10.CSL Imposto Devido =R$ 10.000. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 110 . tendo em vista que a diferença foi de R$ 160.860.00).00 9% =R$ 4. a melhor opção.00 Cálculo do Imposto: Base de Cálculo Alíquota CSL devida =R$ 54. Comentários 1.680.000.00 = R$ 4. 3.00 = R$ 90.000. 2.00 x 12% (+) Outras Receitas Tributáveis (=) Base de Cálculo do Imposto =R$ 12. Aparentemente as duas formas de apuração do imposto de renda apresentam valores semelhantes.000.00 (4. há uma diferença de R$ 400.00 Cálculo do Imposto: Base de Cálculo Alíquota CSL devida =R$ 52. é o lucro presumido.

ajustado pelas adições.00.300.000. b) O lucro real será apurado a partir do lucro líquido de cada período de apuração obtido na escrituração comercial. apurou em um trimestre lucro real no montante de R$ 140. Pois a quota só não poderá ter valor inferior a R$ 400. previsto no regulamento do Imposto de Renda. Como é apurado o Lucro Real? a) É apurado com base no Livro Caixa ajustado pelas adições e exclusões previstas no Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3. b) É o lucro Fiscal do período de apuração ajustado por compensações de prejuízos fiscais.000.00. Determine o valor do adicional de Imposto de Renda neste período. 3.000. Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1. exclusões ou compensações. Mais com este valor de R$ 1. pode ser parcelado? E qual seria o valor das parcelas? a) Não.00 (quatrocentos reais). ajustado apenas pelas adições previstas no Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3000/99). b) Sim. a) R$ 80.000/99).00 c) R$ 60. O valor da parcela única é de R$ 1. poderá ser pago em 3 parcelas de R$ 433. exclusões e compensações com observância das Leis Comerciais (antes da provisão para o imposto de renda) e Fiscais.300.000. c) O lucro real é apurado com base no lucro líquido contábil. Qual é o conceito de Lucro Real? a) É o lucro Contábil do período de apuração sem qualquer ajuste fiscal.300. Assim.00 (dois mil reais) deverá ser pago em quota única.33 c) Sim. e demonstrado no LALUR – Livro de Apuração do Lucro Real. c) É o lucro líquido Contábil do período de apuração ajustado pelas adições.00 só poderá ser pago em 2 parcelas de R$ 650. 2.Avaliação Final 1. Pessoa jurídica tributada pelo lucro real trimestral.00.00 4. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 111 .000.00 b) R$ 20.00. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração.000.00 (um mil reais). previsto no regulamento do Imposto de Renda. Em sendo apurado imposto trimestral no montante de R$ 1. O imposto de valor inferior a R$ 2.

b) Computarão como receita de vendas de veículos novos à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. independentemente de um fato ocorrer simultaneamente com o outro c) Sim. 7. constante da Nota Fiscal de Venda. 5º da Lei nº 9. constante da Nota Fiscal de Venda. b) Não. c) Não. positiva ou negativa. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente.716/98 e IN SRF nº 152/98).716/98 e IN SRF nº 152/98). entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 426 do RIR/99. e o seu custo de aquisição. a) Consideram-se não-operacionais. Nas vendas de veículos usados qual será a receita bruta para fins de tributação? a) Computarão como receita de vendas de veículos usados à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. cumulativamente. Este rendimento somente é tributado mensalmente na fonte. constante da Nota Fiscal de Entrada. b) Consideram-se não-operacionais. positiva ou negativa. desde que a pessoa jurídica opte posteriormente pelo lucro presumido 8. 5º da Lei nº 9. pois estes rendimentos são tributados na fonte no momento do resgate. Os rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e renda variável submetidos à incidência do IR-Fonte e o respectivo Imposto de Renda entram na base de cálculo do imposto mensal estimado? a) Sim. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 426 do RIR/99. constante da Nota Fiscal de Entrada. Conceitue o termo “Não Operacional” para fins de segregação dos prejuízos fiscais do períodobase de apuração. constante da Nota Fiscal de Venda. pois estes rendimentos somente são tributados junto com os demais rendimentos da pessoa juridical. e o seu custo de aquisição.716/98 e IN SRF nº 152/98). que corresponde à diferença. os resultados decorrentes da compra de bens ou direitos do ativo permanente. 5º da Lei nº 9. entre a data da apuração e a da compensação do prejuízo. Havendo modificação do controle societário e do ramo de atividade da pessoa jurídica. c) Computarão como receita de vendas de veículos novos à diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. que corresponde à diferença. constante da Nota Fiscal de Entrada.5. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 112 . e o seu custo de aquisição. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. que deve corresponder ao preço ajustado entre as partes (art. haverá perda do direito de compensar prejuízos fiscais? a) Sim b) Sim. 6.

b) Sim. O prejuízo fiscal da SCP pode ser compensado com o lucro do sócio ostensivo. c) Sim. c) Não. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 113 . desde que observados os limites e as condições do art. para ter validade perante da Receita Federal deverá submeter-se ao registro ou autenticação na própria Receita Federal ou Junta Comercial? a) Sim. Se o imposto mensal foi pago com atraso. b) Não. Devem entregar a do estabelecimento matriz e das filiais de forma centralizada. 13. Aplica-se os mesmos procedimentos aos demais livros fiscais e comerciais. O livro de Apuração do Lucro Real. ou redução de imposto. que corresponde à diferença. É um livro obrigatório mesmo que a pessoa jurídica seja tributada pelo lucro presumido ou simples. c) Não. 10.c) Consideram-se não-operacionais. entre o valor pelo qual o bem ou direito houver sido alienado e o seu valor contábil com observância do artigo 462 do RIR/99. poderão ser compensados com os lucros apurados pelo sócio ostensivo? a) Sim. Independente da forma de tributação da pessoa jurídica é obrigatório a escrituração do livro registro de inventário? a) Não. os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente. os acréscimos legais poderão ser deduzidos do imposto devido no encerramento do período? a) Sim. 9. Devem entregar somente a do estabelecimento matriz. O prejuízo fiscal da SCP somente pode ser compensado com o lucro da própria SCP. Cada uma no seu respectivo endereço. Basta a pessoa jurídica manter sistema de custo integrado com a contabilidade. Esta obrigatoriedade somente se aplica às pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. Somente podem ser compensados os valores apurados em balanços ou balancetes de suspensão. 11. consolidando o resultado de todas as filiais 12. As filiais de uma pessoa jurídica devem entregar a DIPJ? a) Não. não podem ser deduzidos os acréscimos moratórios pagos. positiva ou negativa. Os prejuízos fiscais apurados pela Sociedade em Conta de Participação (SCP). b) Não. c) Sim. Ao pagar o imposto calculados por estimativa em atraso. chamado de LALUR. b) Não. juntamente com o valor principal do imposto. 515 do RIR/99. desde que a pessoa jurídica tenha uma única contabilidade.

exclusões ou compensações. Para suspender ou reduzir o pagamento do Imposto de Renda e Contribuição Social estimado é obrigatório o levantamento de balanços provisórios (intermediários)? a) Não. sempre que suspender ou reduzir o imposto devido no período e.00 x 3 = R$ 60. c) Não. b) Sim.000.00. 2. c O conceito de lucro real está definido no artigo 247 do RIR/99. Na Junta Comercial dos Estados do domicílio do contribuinte . Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 114 . onde o ponto de partida é o Lucro Líquido Contábil ajustado pelas adições. poderá antecipar lucros aos sócios com isenção do Imposto de Renda na Fonte? a) Não.000.000.00. R$ 140.00 (primeira alternativa) e o valor do imposto de R$8. b A apuração do lucro real é feita com base na escrituração comercial.000. 3. seja trimestral ou anual. deverá ser levantado balanço provisório c) Não.000. A pessoa jurídica deve. mas haverá tributação de IR Fonte. o levantamento de balanço provisório fica a critério do contribuinte 15. A pessoa jurídica com opção pelo lucro anual. nos termos do artigo 247 do RIR/99. ao final do período de apuração do imposto. c) Sim. pois a legislação fiscal vigente não permite. desde que por meio de balanço intermediário não estará sujeito ao IRFonte. Respostas 1.00.000. manter obrigatoriamente sua escrituração. ou seja.00 = R$ 80. observado a legislação tributária. multiplicado pelo número de meses em que está sendo apurado o imposto. que neste caso seria R$ 20. pois a apuração do imposto de renda e contribuição social poderá ser feita por meio de planilhas sem qualquer escrituração b) Sim.000. entretanto. 14. a O adicional do Imposto de Renda é calculado mediante a aplicação da alíquota de 10% sobre o lucro real que ultrapassar o limite de R$ 20.b) Sim.000.00 por mês.000. Assim.R$ 60. como o lucro real foi de R$ 140. o adicional será de R$ 80. tendo em vista os ajustes necessários a serem feitos no encerramento de cada período de apuração.00 .00 com apuração trimestral.

b Embora a sociedade em conta de participação não tenha personalidade jurídica. para fins de apuração do imposto de renda ela está equiparada. não são computados na sua base de cálculo 7. amortização ou exaustão acumulada. 8. o imposto devido no valor de R$ 1. não cabendo a compensação pelo sócio ostensivo com os seus próprios lucros. apurado pela diferença entre o custo de aquisição registrado contabilmente e o valor de venda. c A declaração de rendimentos da pessoa jurídica é entregue apenas pela matriz. dependendo do bem. embora não seja necessariamente na mesma ocasião.4. 9. devendo ser recolhido em quota única. a Como o valor da parcela mínima é R$1. O que pode ser compensado é apenas o imposto estimado. a Na venda de veículos usados a tributação será efetuada pela diferença entre o valor de compra e o valor de venda. iguais e sucessivas. 5. mas os resultados de cada filial são consolidados na demonstração contábil da respectiva matriz. 10. conforme determina o artigo 822 do RIR/99.300. c No regime estimado. a A perda da compensação do prejuízo fiscal se dá cumulativamente quando ocorrer a modificação do controle societária e do ramo de atividade. menos a depreciação. é o valor contábil do bem. O prejuízo fiscal apurado em um determinado período. portanto a compensação desses acréscimos não é admitida. a Não operacionais são os ganhos ou perdas de capital ocorrido na alienação de bens do Ativo Permanente. 6. de acordo com o artigo 426 do RIR/99. os rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e renda variável. 11. constantes dos documentos fiscais de entrada e de venda.000. b Os acréscimos legais são penalidades pelo não cumprimento da obrigação principal na data do seu vencimento previsto em lei. somente poderá ser compensado com os lucros futuros da própria SCP.00. mesmo que a contabilidade seja descentralizada.00. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 115 . observado o artigo 513 do RIR/99. não poderá ser dividida em duas ou três parcelas mensais.

tendo em vista o disposto no art.ou na Receita. nem autenticado em nenhum órgão competente. c Os lucros antecipados. observado a legislação fiscal e comercial (art. 230 do RIR/99 e art. Lucro Real Copyright 2003 – IOB Thomson – Todos os Direitos Reservados 116 . 15. apurados em balanço intermediário segundo a legislação comercial e fiscal. quando distribuídos aos sócios estão isentos do IRFonte. pois determina toda a movimentação final das aquisições feitas pela empresa após as suas vendas no encerramento de cada período 13. não é registrado.12. 10 da Lei 9. por ser um livro fiscal utilizado para demonstrar o lucro real ou prejuízo fiscal e o controle de valores que deverão ser adicionados ou excluídos na determinação do lucro real.249/95 e art. b Para a suspensão ou redução do imposto estimado. 14. a pessoa jurídica deverá providenciar balancete mensal intermediário acumulado no período em curso. 48 da IN SRF-93/97. que se destina ao arrolamento de todos os bens pertencentes ao estoque da empresa bem como os em almoxarifado. é um livro obrigatório (a sua escrituração). 10 a 13 da IN SRF nº 93/97). c O Livro Registro de Inventário. c O Livro de Apuração do Lucro Real.

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